terça-feira, 5 de julho de 2011

Músicos no Circo do Sol: que mercado é esse?

Conhecida por seus espetáculos grandiosos, a companhia Cirque du Soleil cresce sem parar. O circo moderno, como muitas vezes é descrita a companhia, já passou pelo Brasil algumas vezes. Em 2011, a companhia volta ao país com o espetáculo Varekai, que fará uma temporada de 11 semanas em São Paulo e depois segue para o Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Salvador, Curitiba e Porto Alegre.

Oriunda do Canadá, a companhia atua no mundo todo, com espetáculos fixos nos EUA e itinerantes pela Europa e Américas. A empresa recruta artistas em todos os cantos do planeta e hoje emprega cerca de 5.000 pessoas, entre os quais, 142 são instrumentistas e 45, cantores.

O Território da Música contatou alguns dos músicos brasileiros que atuam em espetáculos do Cirque du Soleil para saber como é o mercado para o músico na companhia, quais os desafios e outras curiosidades sobre trabalhar numa empresa dessa dimensão

Conversamos também com o diretor artístico do Varekai, Mathieu Gatien, e com o cantor Mathieu Lavoie, canadense, que atua no Varekai, espetáculo que vem ao Brasil no segundo semestre deste ano, trazido pela Time 4 Fun, com patrocínio do Bradesco. Representantes do Cirque du Soleil estiveram em São Paulo esta semana para a divulgação o evento.

Os brasileiros com quem conversamos para realizar esta matéria são: Daniel Baeder (bateria), Cesar Farias da Silva (percussão) e Alex Reis (bateria). Eles fazem parte dos espetáculos Ovo e Dralion, ambos em cartaz na América do Norte. Os três músicos, cada um a sua maneira, enfatizam que o trabalho requer disciplina e dedicação e que um dos pontos fortes de trabalhar no Cirque du Soleil é poder viver da arte com dignidade. Mas o que mais chama a atenção é a satisfação que eles têm em trabalhar no Cirque du Soleil.

Profissão e dignidade

Não é novidade que um brasileiro encontre dificuldades quando pretende fazer da música sua profissão. Temos ótimas escolas de música e os instrumentos musicais estão mais acessíveis hoje do que há algumas décadas. Mas, e para pagar as contas no final do mês como faz qualquer outro profissional sério e dedicado?

É o baterista Alex Reis, que atua no espetáculo Dralion, quem melhor define essa situação: "Em alguns países mais, em outros menos, mas sempre acontece da mesma forma. Se você não se sustenta através de sua arte, existe uma pressão social grande com o artista. Estas situações me ajudaram a acreditar cada vez mais em meu potencial e em meu sonho de poder viver dignamente como artista. Trabalhar no Cirque Du Soleil para mim é uma benção, o resultado de todos estes anos de dedicação à arte e o que sempre busquei como músico e artista."

Os três músicos brasileiros também comentam que o Cirque vai além de um emprego: "Na minha profissão já fiz quase tudo o que podia, toquei vários estilos de música com vários artistas e em diversas situações diferentes. O músico que toca no Cirque tem uma grande experiência não só relacionada à profissão, mas de vida. Com certeza é um peso a acrescentar ao seu currículo, mas também à sua vida de um modo geral" conta Daniel Baeder, integrante do Ovo.

Já o cantor Mathieu Lavoie, há 15 anos na companhia, falou sobre a oportunidade artística e profissional que é trabalhar no Cirque: "Seja na criação ou na performance, ser músico no Cirque du Soleil é uma verdadeira realização. No Varekai, na parte de criação, temos Violaine Corradi [N.E: compositora italiana que já fez trilhas para cinema e para outros espetáculos do Cirque du Soleil] que misturou diversos elementos musicais, de variados estilos e culturas. E nós, músicos, trabalhamos juntos nessa criação, especialmente na parte de arranjos. É incrível."

Ainda que as letras não tenham um conceito já que as músicas são cantadas numa língua inventada, Mathieu acredita que elas ajudam a “espalhar a mensagem”, juntamente com as performances e acrobacias dos demais artistas.

Esse sentimento de realização profissional resulta do fato da música no Cirque du Soleil ser mais que uma simples trilha sonora - algo que poderia dispensar músicos tocando ao vivo. A música nos espetáculos do Cirque é feita exclusivamente para as apresentações, é escrita para cada cena.

Para o diretor artístico do espetáculo Varekai, Mathieu Gatien, a música no Cirque du Soleil deve transcender a emoção. Ela tem a responsabilidade de tornar grandiosas as cenas, dar vida aos números, acrobacias e danças.


Dedicação

A declaração de Daniel deixa clara a importância da dedicação para acompanhar esse circo: "O trabalho é árduo. Temos uma rotina de oito a dez shows por semana. Chegamos uma hora e meia mais cedo, fazemos um 'sound check' todos os dias e depois nos maquiamos, fazemos o show de 2 horas de duração (de quinta a domingo são dois por dia) depois voltamos para casa."

Os espetáculos são ensaiados exaustivamente e, uma vez em cartaz ou em temporada, não há tempo para mais nada. A dedicação e envolvimento do músico deve ser total. "Para conseguir realizar meu sonho descobri muito cedo que as palavras 'disciplina', 'organização', 'diligência', 'educação', 'respeito' e 'suor' devem estar sempre presentes em minha mente e em minhas atitudes, todos os dias", conta Alex.

Experiência de vida

Para os instrumentistas, o Cirque du Soleil é uma experiência quase existencial: "Na verdade quando você entra no Cirque, já esta convivendo com o mundo de uma maneira diferente. O contato com outras culturas engrandece o seu ponto de vista em relação à própria existência" conta Daniel.

É Alex quem completa: "No Brasil estive trabalhando profissionalmente com música durante 27 anos e nos últimos anos estava muito bem empregado tocando com Sá e Guarabyra, Samy's Band Evolution, Mauro Hector, Fábio Jr, Casa de Marimbondo (...) mas posso afirmar que viajar o mundo com o melhor circo do planeta, realmente é uma experiência emocionante. Não somente pelos lugares formidáveis pelos quais passamos, mas pelas pessoas com quem convivemos na equipe".

Para Mathieu Lavoie, cantor de profissão que atua no Varekai, o Cirque du Soleil é uma escola: "Ensaiar e cantar todas as semanas é um treino sem comparação. Fazer parte de algo maior também é um ponto positivo e de destaque no trabalho do músico no Cirque. Não é apenas cantar num palco, mas cantar para que todo um espetáculo, de luzes, cores, dança e magia faça sentido".

O prazer de ser músico

"Minha filosofia é a seguinte: se tocar bateria não fosse divertido, não teria nem começado 30 anos atrás. Sempre me divirto muito tocando e esta é a mola propulsora em toda minha carreira. Tocar um instrumento é um ato de amor à arte, à música, a você mesmo e às pessoas que estão lhe ouvindo". A filosofia de Alex talvez sirva para todos os músicos.

E para o percussionista Cesar Farias da Silva, também do espetáculo Ovo, "É uma experiência maravilhosa viajar com o Cirque du Soleil. Profissionalmente isso não tem preço. Sem falar na experiência de vida, de trabalhar no meio de pessoas do mundo inteiro, conhecendo os Estados Unidos, conhecendo a cultura desse país. Isso pra mim e pra minha família é maravilhoso."

Daniel Baeder, Cesar Farias da Silva e Alex Reis foram contratados após enviarem material para o Cirque du Soleil e serem selecionados pela equipe da empresa após avaliação. O Cirque du Soleil continua recrutando músicos e cantores por todo o planeta. Saiba mais sobre a seleção do Cirque du Soleil.
Lizandra Pronin

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Piracicaba recebe Orquestra do Festival

Bolsistas de Campos do Jordão são convidados do Festival de Piracicaba

Este ano, o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão promove, pela primeira vez, a oportunidade para sua Orquestra tocar em quatro cidades do Estado de São Paulo além de Campos do Jordão e São Paulo, que já recebiam a Orquestra em edições anteriores. A Orquestra, formada pelos bolsistas que participam do programa pedagógico do Festival, fará concertos em Piracicaba, Americana, Santos e São Caetano do Sul. Esta itinerância, além de agregar experiências nunca antes vividas pelos jovens músicos, levará um pouco do Festival para um público que, em sua maioria, tem pouco contato com esse tipo de programação.

O primeiro concerto da itinerância será em Piracicaba, no dia 19, às 20h, no Teatro Municipal Dr. Losso Netto. A apresentação acontecerá graças a uma parceria do Festival de Campos do Jordão com o II Festival Internacional de Música Erudita de Piracicaba.

O Festival de Piracicaba tem uma semana de duração, de 16 a 24 de julho e, este ano, recebe 200 estudantes de instrumentos de orquestra, composição e ensino musical. A programação artística do evento inclui, além da Orquestra do Festival de Campos do Jordão, nomes como a Orquestra Sinfônica Heliópolis, o grupo americano Center Brass Quintet, o coro americano Youth Singers of Calgary, a Camerata Mahle e o grupo polonês Capella Bydgostiensis.

Durante o Festival, alunos de instrumentos poderão frequentar master classes e palestras na cidade de Piracicaba, além de participar de ensaios para a montagem de uma orquestra sinfônica, assim como no Festival de Campos do Jordão, e uma orquestra de cordas. Ambas serão regidas pelo maestro Eduardo Bello. Os estudantes de composição, por sua vez, terão aulas ministradas pelo compositor e maestro Ernst Mahle. Além disso, o festival oferecerá um curso especial de ensino musical utilizando o método Dalcroze, ministrado por Iramar Rodrigues, destinado a educadores musicais, mas também a músicos em geral, professores de dança, teatro e todas as áreas relacionadas com o movimento corporal. Os eventos e aulas acontecerão nos seguintes espaços: Teatro Municipal de Piracicaba, Armazém da Cultura, Escola de Música de Piracicaba Maestro Ernst Mahle e Associação Amigos Mahle.

O Festival de Piracicaba selecionou para este ano estudantes de música de diversas faixas etárias, oriundos do Brasil e de outros países. Entre os responsáveis pelo programa didático do Festival de Piracicaba, estão: Matt Albert (viola), Helga Winold (violoncelo), Erik Higgins (contrabaixo), Roberto Paruzzo (piano) e Iramar Rodrigues (piano). O coordenador pedagógico do evento é o violoncelista André Micheletti.

Inverno cultural no circuito histórico de MG

Ouro Preto, famoso por abrigar o maior conjunto arquitetônico do barroco brasileiro, se prepara para receber turistas no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana - Fórum das Artes 2011, que tem início a partir de amanhã.
O evento abrange uma série de oficinas ligadas nas propostas dos produtores culturais de todo País e da equipe de curadores selecionados nas áres de Artes Cênicas, Música, Artes Plásticas e Visuais, Literatura, Patrimônio e Infantojuvenil. São 42 oficinas para aperfeiçoamento de técnicas artísticas com 1.200 vagas.
O evento tem duração de 17 dias e é realizado pela Universidade Federal de Ouro Preto, em parceria com as prefeituras de Ouro Preto e Mariana. Um dos destaques da programação é o Fórum das Artes, que coordena série de oficinas, palestras e seminários para reforçar o espaço de discussão, criação e transmissão do conhecimento científico.
A expectativa da coordenação do Festival de Inverno é que o evento atraia cerca de 250 mil pessoas nas três semanas. "Como o semestre letivo da universidade começou mais tarde vamos contar com muitos estudantes. O festival já faz parte da comunidade, é algo que vem fazendo a sociedade se organizar para receber os visitantes", explica o pró-reitor de Extensão, Armando Wood, coordenador do festival.
O primeiro Festival de Inverno de Ouro Preto ocorreu em 1967. Foi formatado inicialmente por um grupo de professores da escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais com o intuito de levar a arte à coletividade. Realizado em Ouro Preto como atividade de extensão, o festival teve uma segunda e consolidada edição em 1968. Apesar da forte repressão da ditadura militar, o evento realizado nesse e nos anos seguintes propiciaram espaços para o debate e a reflexão, englobando questões políticas em âmbito nacional e internacional.
Em 2004, a Universidade Federal de Ouro Preto assumiu a realização do evento, envolvendo também a cidade de Mariana com a proposta de integração das atividades culturais nas duas primeiras capitais de Minas Gerais.

Confira a programação completa
http://www.dgabc.com.br/News/5896316/inverno-cultural-no-circuito-historico-de-mg.aspx

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Marlos Nobre versus a ''Nova OSB''

Em 1982, sob encomenda da Orquestra Sinfônica Brasileira, o compositor Marlos Nobre escreveu Abertura Festiva, regida em sua estreia mundial por Isaac Karabtchevsky. Passados quase 30 anos, Nobre sente-se ofendido pela menção da obra na programação da nova OSB, que a tocaria num concerto em 3 de dezembro, no Teatro Municipal, sob a batuta de Lanfranco Marcelletti.
Em abril, em carta endereçada ao regente titular e diretor artístico da OSB, Roberto Minczuk,ele proibira a execução de qualquer obra sua. Estava - está - revoltado com a demissão de quase metade da orquestra, que se recusou a passar por um processo de avaliação que considerou humilhante. A carta correu a internet. Não recebeu resposta.
Como os sites da OSB e do Municipal mantinham a Abertura na temporada, ele redigiu carta aberta ao presidente da Fundação OSB, Eleazar de Carvalho Filho, em repúdio. O texto está em seu perfil no Facebook.
A OSB informou que a obra não será tocada e que tudo não passou de erro de atualização dos sites (a correção foi feita ontem em sua página própria, mas na do Municipal persiste a informação errada). 'Não quero brigar, mas não admito desculpas esfarrapadas. Isso foi feito para me amansar, mas minha posição é firme', disse o compositor, por telefone. 'Fui muito claro, não autorizo obra minha na temporada dessa nova orquestra.'
Na carta, ele ratifica seu amor pela 'verdadeira OSB' e lembra que conheceu ainda meninos tanto Eleazar (filho do maestro da OSB Eleazar de Carvalho) quanto Minczuk (então trompista iniciante, ele ganhou o primeiro instrumento de Nobre). Hoje, para o compositor, eles 'promovem a mais impressionante desagregação do meio musical de que se tem notícia na história do nosso país'.
A abertura da temporada será no dia 10 de agosto. Vinte e um instrumentistas, brasileiros e de fora, admitidos em audições, começam a ensaiar. O grupo se completa com 41 remanescentes da 'velha' OSB. Já os ex-integrantes tocam com Edu Lobo, outro artista que se solidarizou, dia 6 de julho, no Teatro Oi Casa Grande, no Leblon.



O Estadão
http://estadao.br.msn.com/cultura/marlos-nobre-versus-a-nova-osb

Festivais de Inverno movimentam a agenda musical em diversas regiões do país.

Julho é o mês em que os festivais de inverno agitam a programação cultural do Brasil. No estado de São Paulo, além do famoso e tradicional Festival de Inverno de Campos de Jordão, o público acompanha:
O IV Festival de Música das Esferas, festival internacional de Bragança Paulista, entre o dia 21 e 31. Na programação, os destaques são os dois recitais internacionais de piano, com o búlgaro Miroslav Georgiev e com o brasileiro radicado nos EUA Sergio Gallo, bem com a apresentação da Ópera Dido e Enéas, de Purcell, sob regência de Laércio Diniz com a Orquestra de Câmara Engenho Barroco, coro e solista do festival.
Também em São Paulo o primeiro Festival de Inverno Serra do Itapety, de primeiro a 31 de julho em Mogi das Cruzes, recebe a Orquestra Lírica do Teatro São Pedro, a Orquestra Sinfônica Jovem de Mogi das Cruzes, Coro da Osesp, Oficinas de teatro, dança, artes visuais e fotografia. O evento lançará o livro “As sete maravilhas de Mogi” que será distribuído aos presentes, gratuitamente, seguido de momento de autógrafos com os fotógrafos participantes.
Em Piracicaba, o primeiro Festival de Inverno da Empem tem início em 28 de junho e vai até 03 de julho, uma realização da Escola de Música Maestro Ernst Mahle com a Prefeitura de Piracicaba e a Secretaria de Ação Cultural, o evento apresenta o tema “Voz de corpo e alma: perspectiva integrada”. Assim, além das apresentações musicais e presença das sopranos Niza Tank e Marília Teixeira, o evento conta com oficinas que unem movimento corporal, saúde e técnica vocal. Os pianistas Eudóxia de Barros e Carlos Yansen também prestigiam o festival com apresentações especiais.
Já em Mairiporã, entre 25 e 30 de julho, acontece a Primeira Semana de Arte. A cidade de 8o mil habitantes recebe performances e workshops de música de câmara, histórias infantis, dança circo, teatro e fotografia. O evento é uma iniciativa da ArteMatriz, com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e da Prefeitura Municipal de Mairiporã. Os destaques da Programação são o Via Brasil Quinteto e o Opus Brasil Ensemble.
No Rio de Janeiro além da programação de Petrópolis acontece a 10ª edição do Festival de Inverno de Nova Friburgo, entre os dias 1 e 7 de julho. A apresentação da abertura será com a Companhia Brasileira de Ópera que encena o Barbeiro de Sevilha, de Rossini, no Teatro Municipal da Cidade. Nos outros dias, haverá concertos ao meio dia com destaque para a Pianorquestra, com dez mãos e um piano preparado especialmente para a apresentação. O blues também tem seu espaço, o grupo Blues Etílicos se apresentará no Palco da Ilha. No campo dos clássicos vale a pena conferir o pianista Miguel de Proença e os violoncelistas Ricardo e Paulo Santoro.
Também no Rio de Janeiro, entre os dias 3 e 10, acontece à primeira edição do Festival de Inverno do Rio de Janeiro, com promoção do Minc e do Colégio Santa Marcelina e direção artística e executiva de Charles de Oliveira Além de cursos com professores do gabarito do violinista Paulo Bosísio, do violoncelista Alceu Reis e do maestro Carlos Moreno, haverá concertos com entrada franca. O destaque do evento será o concerto de encerramento com a Nona Sinfonia de Beethoven na Igreja da Candelária no dia 09 de julho.
A região Nordeste tem o importante Festival Eleazar de Carvalho, que acontece em Fortaleza sob a direção de Sonia Muniz, pianista e viúva do maestro Eleazar de Carvalho. Com de costuma, essa 13º Edição, entre os dias 3 e 24, conta com professores do Brasil, EUA e Europa, concertos sinfônicos, coral, recitais, música de câmara, espetáculos teatrais e bailados.
NO Rio Gde do Sul, apresenta a mais de duas décadas está o Festival \internacional de Inverno da Universidade de Santa Maria, realizado pela parceria do Dpto de Música da instituição com a University of Georgia School of Music (EUA). Esta 26ª Edição acontece entre os dias 24 e 31 de julho e terá entre seus professores o violinista Nicolas Favero, a violista Kate Hamilton, o violoncelista Felipe Avellar de Aquino, o contrabaixista Milton Mascaiadri, o flautista Nicole Esposito, entre outros destacados profissionais do cenário musical. Na mesma região a cidade de Bagé realiza o 2º Festival Internacional de Música no Pampa. Com direção artística do maestro Gema Reis e direção pedagógica de Marcos Machado. Entre os dias 20 e 30, músicos do Brasil, Paraguai, Uruguai, Argentina, EUA e outros países reúnem-se para uma programação de concertos diários, másters classes e ensaio com nomes como Viktor Uzur (violoncelo) Giucla Katsavara (Piano) e Alberto Savino Kattar (Tuba).
O tradicional Festiva de Prados realiza sua 34ª Edição entre os dias 17 e 30 de julho. Com uma proposta pedagógica e social bastante focada, o evento, criado e dirigido pelo Maestro Olivier Toni, dá aulas de música à população de Prados e das cidades vizinhas, que possuem rica tradição musical. Nesta edição, haverá cursos de instrumentos de cordas e de metal, teoria geral da música, flauta doce e percussão para crianças e piano e órgão. Ainda em Minas Gerais o 43º Festival de Inverno da UFMG acontece entre 8 de julho e 7 de agosto. Com firme objetivo de apoiar o desenvolvimento da cultura, da arte e do conhecimento em diversos espaços, a edição de 2011 chega com a proposta de espalhamento, com uma “teia de ações que se irradie pelo estado”! explico o diretor de ação cultural da universidade. , Maurício Campormori. A grande novidade do festival é sua realização em cinco cidades mineiras: Tiradentes, Cataguases, Diamantina, Belo Horizonte e Brumadinho, não simultaneamente, mas seguindo de uma localidade para outra (www.ufmg.br/festival).

Revisa Concerto julho 2011 p.63

quinta-feira, 30 de junho de 2011

CARTA ABERTA AO SR. ELEAZAR DE CARVALHO FILHO

Fui informado por terceiros que na programação anunciada pela direção da FOSB está ainda incluída uma obra minha, a ABERTURA FESTIVA, apesar de publicamente eu já ter me manifestado em carta ao Roberto Minczuk, proibindo a execução de qualquer obra minha pela orquestra que vocês estão criando em substituição à verdadeira Orquestra Sinfônica Brasileira que aprendi a respeitar e amar ao longo de mais de três décadas.
Não visito o site da FOSB e considero-me ofendido pelo fato de minha decisão não ter sido levada a sério pelos atuais dirigentes da Fundação.
Caro Eleazar de Carvalho Filho, eu confesso sentir-me em situação estranha, ao escrever este nome, que imediatamente me leva a evocar a figura do meu grande amigo, o seu pai Eleazar de Carvalho, maestro dos maestros brasileiros e cuja memória evoco aqui como exemplo. Como regente da Orquestra Sinfônica Brasileira, este grande maestro, seu pai, nem sempre encontrou flores e afagos. O exercício da regência de uma orquestra é às vezes duro, penoso e estafante, como me confidenciou um dia o seu pai, quando juntos éramos professores (ele de regência, eu de composição) na célebre Yale University nos Estados Unidos. Mas jamais, digo bem, jamais, o grande, grandíssimo Eleazar de Carvalho deixou-se levar por rancores, ódios, mágoas e disputas a ponto de demitir sumariamente os músicos de sua orquestra. E veja bem, com seu nome e renome, sua autoridade única e indiscutível que possuía na época ele possivelmente poderia fazê-lo sem maiores dissabores.
Quando chegou a ocasião de um possível confronto com seus músicos, o seu pai, o nosso Eleazar, o maior regente brasileiro de todos os tempos, teve a humildade, a sabedoria e a sensatez de sair de cabeça erguida e jamais promover uma guerra fraticida, uma vingança pessoal. Ele olhava mais longe, não só para sua carreira mas a própria sobrevivência de uma marca sagrada, a marca “Orquestra Sinfônica Brasileira”. Se seu pai já era grande, enorme, artistica e humanamente, ele então tornou-se então um gigante, um sábio, um iluminado. E a partir daí, a partir de sua saída da OSB, sua magistral carreira atingiria degraus a que nenhum regente brasileiro ainda alcançou até hoje, nos Estados Unidos e Na Europa.
Vejo então com tristeza, confesso-lhe, Eleazar Filho, pois tal como o Roberto eu o conheci um menino ainda, nos braços de sua mãe, a compositora Jocy de Oliveira, minha colega. Vi você, Eleazar Filho, galgar adulto os mais altos postos da administração financeira do nosso país, em especial no BNDES, onde com justiça favoreceu tantos eventos musicais, movido pelo amor pela música que seguramente lhe passaram seu pai, Eleazar e sua mãe, Jocy.
Hoje vejo você e o Roberto, aqueles dois meninos que eu conheci em minha juventude, desprezarem a grande lição daquele que deveria ser o exemplo, o mito de ambos, como pai e grande maestro.
Ao contrário e na contramão desta filiação, você, Eleazar filho, promove junto com o Roberto, a mais impressionante desagregação do meio musical de que se tem notícia na história do nosso país. Não entendo, não consigo compreender por mais que faça o maior esforço, como vocês dois, Eleazar e Roberto, não conseguem enxergar que estão promovendo uma das maiores violências contra a própria instituição que lhes foi entregue para preservar e levar à frente. A ironia é gritante ao ler no seu próprio nome, Eleazar de Carvalho Filho, a presença de uma herança moral, musical e artística que todos desejaríamos ver preservada.
O que há de mais sério no meio musical do Rio de Janeiro,do Brasil, da Europa, dos Estados Unidos, os jovens músicos e os mais velhos, os maiores nomes da música do Brasil e do exterior estão perplexos diante de um fato absolutamente inédito: vocês dois, Roberto e Eleazar, continuam impávidos, ignoram a tudo e a todos, não ouvem as vozes de fora de si mesmos, e, me pergunto: será que ouvem as vozes interiores, as vozes profundas de suas consciências? O Brasil musical está sim, não tenham qualquer resquício de dúvida, em grave perigo, não somente pelas demissões de 30,40 músicos e do desamparo de suas famílias, a perplexidade de seus filhos e também netos. Mas pelos seus jovens, que não podem, não devem ser confrontados e desestimulados logo no início de suas vidas. Sim, a juventude musical do Brasil, Eleazar e Roberto, como vocês pensam que está reagindo a tudo isso?
Vimos já a atitude corajosa, incrivelmente ardente daqueles moços da Orquestra Jovem da OSB se levantarem não para lhe agredir, Roberto, mas para protestar surda e silenciosamente, negando-se a tocar sob pura e explícita coação.
Quem pode, meu Deus, fazer música, pensar música, debaixo de coação,de desencanto, de desesperança, seja ela qual for?
Onde estamos, meu Deus, em que país, em que território, em que cultura, em que lugar, em que deserto cultural estamos, expostos à situação mais deprimente frente às organizações internacionais que repudiam, diretamente este tristemente famoso “caso brasileiro”?
Não devemos, não queremos, não podemos ser explicitamente famosos por tal situação clamorosamente negativa, lamentavelmente gritante, levada a tal ponto que simplesmente ninguém pode prever seu desfecho. O que se sabe, o que se sente é que bom, ele não será para ninguém mais.
E agora, mais uma falta de respeito e esta de cunho exclusivamente pessoal: após minha carta aberta a você, Roberto, publicada em todos os cantos, blogs e jornais do Brasil e do mundo, a FOSB, sem minha autorização, ainda inclui em sua programação anunciada agora, uma peça de minha autoria, apesar de minha expressa proibição! Isto, tenho este direito, parece-me uma lamentável afronta pessoal.
Ora, alguns músicos premidos por razões que não me cabe imaginar nem especular, venderam suas almas ao diabo depois de terem publicamente execrado as demissões e a situação e a direção atual da FOSB, esquecendo que eles próprios são e serão os próprios algozes.
Pois eu, Marlos Nobre, lhes peço: não me confundam com eles, desertores de uma guerra santa, por favor ao menos respeitem-me para serem respeitados no mínimo que ainda resta de respeito em toda esta maratona de erros e de lamentável situação à qual está exposta a GRANDE MÚSICA DO BRASIL


MARLOS NOBRE
Rio de Janeiro, 28 de junho de 2011

Moradores jordanenses recebem cursos do Festival

Trabalho social do Festival traz oportunidades para a comunidade
Campos do Jordão, conhecida por abrigar durante o inverno uma temporada de luxo e sofisticação, é também uma cidade com altos índices de vulnerabilidade social. O Festival de Campos do Jordão tem o compromisso de atender a população carente da cidade durante o mês de julho, com um programa de trabalho social que existe desde 2009. O objetivo é deixar um legado cultural e social para a comunidade de Campos, que há mais de quatro décadas acolhe o Festival e apenas há três anos passou a participar ativamente do evento.

Para este ano, a grande novidade é um trabalho destinado a adultos que trabalham com cultura em Campos do Jordão. O Festival oferecerá atividades específicas da área de música, com as Clínicas de Aperfeiçoamento Musical e Elaboração de Projetos Socioculturais. As Clínicas serão oficinas organizadas pelo Festival, ministradas por professores do programa pedagógico do Festival e por profissionais da área de gestão cultural da Santa Marcelina Cultura. As Clínicas têm o objetivo de lapidar os conhecimentos dos músicos locais e proporcionar aos participantes o convívio com professores de renome internacional, além de fornecer meios para que os grupos de artistas locais consigam se estruturar para construir a sustentabilidade de suas atividades, com noções sobre formatação de projetos, planejamento de produção, implementação de estratégias de comunicação, prestação de contas, captação de recursos, entre outros. Clique aqui para acessar a programação das Clínicas de Aperfeiçoamento.

Além das Clínicas de Aperfeiçoamento Musical, serão oferecidos também dois cursos, dando continuidade às iniciativas já realizadas em 2010: Música na Escola, destinado aos professores da rede pública local e Música e Cidadania, destinado às crianças e jovens de Campos do Jordão.
Música na Escola é um curso de extensão universitária certificado pela UNESP, com consultoria da Prof.ª Dr.ª Yara Caznok. Formará 100 professores da rede municipal de ensino de Campos do Jordão para capacitá-los a ministrar conteúdos de música aos alunos. Os professores que frequentarem o Música na Escola terão conhecimentos sobre linguagem musical, sobre a prática de ensino de música e sobre a importância da música no desenvolvimento integral do aluno. A partir das ferramentas oferecidas pelo curso, poderão criar conteúdos consistentes para esse ensino na sala de aula.

Música e Cidadania é um curso de iniciação musical para crianças e adolescentes. As atividades irão propor diversas dinâmicas educativas relacionadas à música. Elementos específicos da linguagem musical serão desenvolvidos por meio de pesquisas sobre ambiente sonoro, criação coletiva e execução de peças musicais vocais e instrumentais, jogos e atividades de escuta musical, entre outros, sempre buscando um resultado de qualidade estética. Essas atividades contarão com um acompanhamento especial de assistentes sociais, que atuarão diretamente com as crianças, os adolescentes, as famílias dos participantes e com a comunidade.
Período das atividades

Este conjunto de atividades será realizado paralelamente à programação artística e pedagógica do Festival, de 11 a 16 de julho, na Escola Estadual Theodoro Corrêa Cintra. Este ano, o projeto será realizado pela equipe social e pedagógica da Santa Marcelina Cultura em parceria com o Instituto de Artes da UNESP e representantes da Prefeitura de Campos do Jordão e Organizações Não-Governamentais locais.

As atividades serão complementadas com ações de formação de plateia, com a realização de concertos em asilos e outras instituições sociais e diversos concertos da programação artística do Festival (que terão ingressos a preços populares e gratuitos).

Inscrições

Para os interessados em participar dos cursos, as inscrições já estão abertas e vão até o dia 08/07/2011, sexta-feira. O interessado deve imprimir a ficha de inscrição para o curso de seu interesse (disponível para download abaixo), preenchê-la e entregar pessoalmente na Secretaria de Cultura de Campos do Jordão.

Dúvidas sobre inscrições:
Secretaria Municipal de Cultura de Campos do Jordão - tel.: (12) 3664 3524 (12) 3664 3524

Clique para baixar Ficha de inscrição:

http://www.festivalcamposdojordao.org.br/kcfinder/upload2011/files/inscricao_musica_na_escola%283%29.pdf

Ficha de inscrição para Música e Cidadania:

http://www.festivalcamposdojordao.org.br/kcfinder/upload2011/files/inscricao_atividades_adultos.pdf

Ficha de inscrição para Clínicas de Aperfeiçoamento Musical e Elaboração de Projetos Socioculturais:

http://www.festivalcamposdojordao.org.br/kcfinder/upload2011/files/inscricao_clinicas.pdf

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Zukerman atuará como regente e solista em repertório de obras de Beethoven

O israelense Pinchas Zukerman, que passará uma semana no Festival
Na noite de 2 de julho, sábado, a plateia lotada do Auditório Claudio Santoro poderá ver de perto a performance do regente, violinista e violista israelense Pinchas Zukerman, que atuará à frente da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), tocando repertório totalmente dedicado a Ludwig Van Beethoven.

O Governador do Estado, Geraldo Alckmin, realizará a abertura oficial do 42º Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão “Dr Luís Arrobas Martins”, às 21h, no Auditório Claudio Santoro, residência do Festival, ao lado do Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo, e da Irmã Rosane Ghedin, Diretora-Presidente da Santa Marcelina Cultura, Organização responsável pela produção do Festival.

Em seguida, a OSESP sobe ao palco para iniciar seu concerto, que será transmitido ao vivo pela Rádio e TV Cultura. Pinchas Zukerman junta-se à orquestra para reger as duas primeiras obras do repertório: Abertura de As Criaturas de Prometeu, op. 43 (primeira peça de Beethoven feita para balé), e Sinfonia n. 1, op. 21, em dó maior. A primeira sinfonia de Beethoven tornou-se uma de suas criações mais famosas, contribuindo para a o início da construção da reputação deste grande compositor.

Depois do intervalo, Zukerman assume também a posição de solista, para a apresentação do Concerto para violino e orquestra, op. 61, em ré maior, obra que mostrará ao público o onipresente virtuosismo violinístico do solista ao longo da obra.

Zukerman não encerra sua participação no Festival com este concerto. O violinista permanece em Campos do Jordão até o dia 10 de julho. Durante a semana, realizará master classes com os bolsistas que participam do programa pedagógico do Festival e ensaios com seu grupo de câmara, Zukerman Chamber Players, para o concerto da noite de 9 de julho, no mesmo Auditório Claudio Santoro.

Cubatão Sinfonia abre inscrições para novos alunos

O Projeto Cubatão Sinfonia abre inscrições para jovens e adultos das Cotas e bairros próximos, em Cubatão, cidade do litoral de SP, interessados em aprender a tocar um instrumento musical como violão, bateria, saxofone, clarinete, flauta, trompa, entre outros. São 40 vagas disponíveis. Os interessados devem se matricular na sede do Projeto, que funciona no Shopping da Comunidade, de 27 de junho a 1º de julho, das 9h às 11h e das 14h às 16h.

Há ainda oportunidade para o curso de canto coral e para formação do grupo cênico, que atuará como Linha de Frente da Fanfarra do Cubatão Sinfonia. As crianças devem ter a partir de seis anos de idade e estarem matriculadas em escola regular. Jovens e adultos também podem participar. Para a inscrição, é necessário levar original e cópia do documento de identidade ou RG escolar, comprovante de residência e uma foto 3X4. Os alunos menores de 18 anos precisam estar acompanhados dos pais ou responsável, para assinatura da papelada.

O Projeto Cubatão Sinfonia conta com apoio financeiro das empresas Copebrás, do Grupo Anglo American e da Ecopátio, ajuda indispensável para mantê-lo em funcionamento pelo menos até a metade deste ano. Isso, sem contar o apoio institucional da Prefeitura de Cubatão e NM Engenharia. O Cubatão Sinfonia é um projeto sociocultural criado especialmente para a comunidade das Cotas. De um início tímido em 2007, com 30 alunos, hoje já conta com mais de 150 jovens e adultos aprendendo Arte. Com a intenção de expandir a linha de atuação, oferecendo cursos de Formação em música, o projeto deve receber, ainda este ano, a denominação de Programa do Ministério da Cultura.

SERVIÇO:

Inscrições para cursos do Projeto Cubatão Sinfonia
Data: de 27 de junho a 1 de julho de 2011
Horário: das 9h às 11h e das 14h às 16h
40 vagas
Local: Shopping da Comunidade
Rua Principal, 1016 - Cota 200

terça-feira, 28 de junho de 2011

Marin Alsop rege primeiros concertos com a Osesp após nomeação como regente

As apresentações de hoje até sábado marcam a primeira visita de Alsop a São Paulo depois de ter sido anunciada, em fevereiro, como a nova regente titular da Osesp, cargo que assume em 2012. A ansiedade, da orquestra e do público, é natural quando se lembra o longo processo de escolha que levou ao nome da maestrina e também a peça que ela rege nos concertos desta semana, a célebre Quinta Sinfonia de Mahler.
Por enquanto, porém, sua vinda esteve marcada por algumas restrições. Os ensaios de terça foram fechados à imprensa e a maestrina avisou que não daria entrevistas. No começo da semana, aceitou falar, mas com ressalvas - não aceitaria perguntas sobre o futuro da orquestra e a temporada de 2012. O motivo: está em São Paulo ainda como regente convidada e, queria, antes de mais nada, conversar com os músicos - e com eles apenas - antes de se pronunciar como titular do grupo.
Também com a temporada 2012 a expectativa é compreensível - será, além da "estreia" oficial de Alsop no novo cargo, a primeira feita exclusivamente pelo diretor artístico Artur Nestrovski, que até então tem trabalhado com alguns compromissos já estipulados pela antiga gestão. Quantos programas Alsop vai reger? Que repertório ela vai escolher, para os concertos e as gravações? Isso tudo, porém, vai ficar para depois. Por ora, o assunto, diz ela, é Mahler. "É bom poder falar só de música, não?", brinca.

Estadão

Morre o Maestro Carlos Veiga



Faleceu aos 71 anos no último sábado, dia 25 de junho, o maestro Carlos Veiga, que foi regente das sinfônicas da Bahia, da Paraíba e de Pernambuco, além de assistente de Isaac Karabtchevsky na Orquestra Sinfônica Brasileira.

A carreira musical de Carlos Veiga foi iniciada aos 10 anos de idade, com aulas de piano, e na década de 1950, enquanto recebia aulas de trompete, ele criou a orquestra Bazooka Joe Jazz. Durante a década de 1960 Carlos Veiga entrou para os Seminários Livres de Música da Universidade Federal da Bahia, onde começou o curso de regência, e também se tornou percussionista. Estudou na Espanha com o maestro Igor Markevich e, de volta ao Brasil, foi regente assistente da Orquestra Sinfônica da UFBA.

Carismático e comunicativo, amigo de Jorge Amado, Carlos Veiga estava internado no Hospital Português, em Salvador, e sofria com um câncer de pulmão.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Inscrições abertas para eventos de cordas em Tatuí - SP.



O Governo de São Paulo abre inscrições para o 4º Encontro Internacional de Cordas do Conservatório de Tatuí que, neste ano, será realizado simultaneamente à edição local do Rice – Rio International Cello Encounter. Os eventos acontecem de 3 a 7 de agosto e é preciso ficar atento aos prazos de inscrições, que são diferenciados conforme o interesse do candidato. Os eventos são abertos a quaisquer interessados.

O 4º Encontro Internacional de Cordas do Conservatório de Tatuí é coordenado pela professora Elen Ramos Pires. O Rice tem como diretor artístico David Chew e como coordenadora local Míriam Braga.

Os eventos oferecem atividades nos instrumentos de violino, viola, violoncelo, contrabaixo e também prática de conjunto. É possível se inscrever em três modalidades: ouvinte, executante e integrante da Orquestra do Rice.

O interessado inscrito como ouvinte poderá assistir a todas as atividades promovidas em ambos os eventos. O interessado inscrito como executante terá currículo avaliado pela comissão organizadora e, se selecionado, atuará nos masterclasses com peça de livre escolha. Já o interessado inscrito como Integrante da Orquestra do Rice terá material de áudio avaliado pela comissão organizadora e, se selecionado, integrará o grupo cujos ensaios ocorrerão nos dias 1º e 2 de agosto (dois dias antes do início oficial do 4º Encontro Internacional de Cordas do Conservatório de Tatuí).

As inscrições para participação como Executante ou Integrante da Orquestra do Rice devem ser efetuadas, obrigatoriamente, até o dia 20 de julho. Já as inscrições para participação como Ouvinte podem ser feitas até o dia 27 de julho. A taxa única de inscrição é de R$ 20 e ela pode ser feita pela internet, pelo correio ou pessoalmente no Centro de Produção do Conservatório de Tatuí.

Os interessados inscritos como Executantes nas masterclasses passarão por processo seletivo, coordenado pela comissão organizadora do evento, envolvendo análise de currículo e obra a ser executada pelo candidato. Serão selecionados cinco executantes de cada instrumento – violino, viola, violoncelo e contrabaixo.

Os interessados inscritos como Integrantes da Orquestra do Rice passarão por processo seletivo, coordenado pela comissão organizadora do evento, envolvendo análise de áudio enviado no ato da inscrição. Serão selecionados tantos quantos candidatos possíveis, de acordo com a qualidade técnica do candidato demonstrada na gravação.

Os nomes das atrações ainda estão sendo definidos, mas segundo a coordenação do evento, participarão artistas consagrados. “A exemplo da última edição do evento, receberemos instrumentistas importantes da cena internacional. Neste ano, será possível também contar com atuação dos artistas que estarão no Rice, no Rio de Janeiro, que virão a Tatuí para participação da extensão do festival na cidade”, afirmou a coordenadora Elen Ramos Pires.

O Encontro de Cordas integra série de atividades pedagógicas e artísticas do Conservatório de Tatuí. São, ao todo, dez encontros internacionais realizados de forma bienal que oferecem a instrumentistas a oportunidade de frequentarem aulas com profissionais destacados internacionalmente. Além disso, conta com apresentações exclusivas.


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SERVIÇO:

4º Encontro Internacional de Cordas
Rice – Rio International Cello Encounter – Tatuí
Inscrições: até 20 de julho (executantes e integrantes da orquestra) e 27 de julho (ouvintes)
Taxa: R$ 20
Local: Rua São Bento, 415, Centro
Tel.: (15) 3205-8444 (15) 3205-8444
Informações: www.conservatoriodetatui.org.br/ecordas

O que é ponto de cultura?



Os pontos de cultura são a principal ação do Programa Mais Cultura, proposto pelo Ministério da Cultura em parceria com os governos estaduais e municipais. Surgiram no ano de 2003, com o intuito de preservar memórias e histórias, além de estimular ações voltadas para a cultura de raiz e para o fortalecimento das manifestações populares dentro dos seus territórios de origem.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

TV Cultura promove concurso para Cantores e instrumentistas.



O programa “PréEstreia” da TV Cultura de São Paulo está promovendo um concurso para jovens instru¬mentistas, cantores líricos e conjuntos de câmara. O programa substituirá o antigo “Prelúdio”. Trata-se de um programa musical que apresentará ao público jovens talentos da música de concerto. Nele, músicos de até 24 anos, praticantes de qualquer instrumento, e cantores de até 28 anos terão a oportunidade de se apresentar como solistas ou em conjuntos de câmara de até oito instrumentistas.
Em duas categorias – solista e música de câmara, até octeto, o programa vai premiar o primeiro lugar de ambas com R$ 35 mil. Os segundos colocados receberão R$ 15 mil.
O programa será exibido nacionalmente e es¬pera-se atrair um grande número de candidatos.

PRÉESTREIA




Concurso para músicos instru¬men¬tistas, cantores líricos e conjuntos de câmara

Conheça o regulamento que define as regras e orienta os músicos interessados em participar do programa Préestreia, a realizar-se entre setembro e dezembro de 2011.

REGULAMENTO

A Fundação Padre An¬chieta – Centro Pau¬lista de Rádio e TV Educativas, através de sua emissora de televisão TV Cultura – Canal 2, institui o Pré-estreia Con¬curso para músicos instrumentistas, cantores líricos e conjuntos de câmara, que será regido por este regulamento, cujas disposições declaram os candidatos aceitar por ocasião da submissão de sua respectiva ficha de inscrição.

I - DOS OBJETIVOS:
O presente Concurso tem a finalidade incentivar jovens instrumentistas, cantores líricos e conjuntos de câmara de até 8 (oito) instrumentistas ou cantores ou mistos de instrumentistas e cantores. Os participantes deverão ser brasileiros ou estrangeiros residentes no país. Os quatro instrumentistas, cantores líricos ou conjuntos de câ¬mara de até 8 (oito) instrumentistas ou cantores ou mistos de instrumentistas e cantores que obtiverem a melhor colocação ao longo das provas eliminatórias, semi¬finais e final serão premiados de acordo com as normas do presente regulamento.

II - DO PÚBLICO ALVO:

O concurso tem como público-alvo jovens instrumentistas de até 24 anos ou cantores de até 28 anos de idade com¬pletados até 31 de dezembro de 2011.

Parágrafo único: Não será admitida, em hipótese alguma, a partcipação no Concurso de funcionários da instituição promotora – Fundação Padre Anchieta, membros da Comissão Organizadora e candidatos que tenham grau de parentesco ou sociedade com qualquer membro da referida Comissão.

III - DO CRONOGRAMA:

1. As inscrições deverão ser realizadas entre os dias 27 de junho e 12 de agosto de 2011. Os candidatos selecionados serão contatados diretamente pela equipe de produção do Concurso. O material enviado para o programa (discos, ima¬gens em vídeo, fotos, etc.) não será devolvido.

2. O Con¬curso consistirá de 11 (onze) etapas de apresentações públicas, sendo oito eliminatórias, duas semi-finais e uma final. As datas de gravação das etapas do Concurso serão definidas e previamente divulgadas pela Comissão Or¬ga¬ni¬za¬dora. Os ensaios e gravações das provas ocorrerão entre os dias 21 de setembro e 4 de dezembro de 2011.

3. A premiação será concedida aos vencedores quando da etapa final do Concurso, em que participarão os quatro candidatos selecionados nas etapas eliminatórias.

IV - DA INSCRIÇÃO E ENVIO DE MATERIAL

ou solicitadas via correio eletrônico ( valeumbis@tvcultura.com.br ). Após preenchimento das informações, as fichas deverão ser enviadas pelo correio, em envelope lacrado, trazendo na parte ex¬terna os se¬guintes dizeres:

PRÉ-ESTREIA
Núcleo de Música Clássica - TV CULTURA
Rua Cenno Sbrighi 378
05036 900 – São Paulo - SP

2. As fichas de inscrição deverão ser acompanhadas de foto recente do candidato, de gravação em vídeo em formato DVD, conforme especificado no item 4, abaixo, e de cópia de documento de identificação com foto.

3. Será considerada válida a inscrição cuja data máxima de postagem seja o dia 12 de agosto de 2011. A ins-crição poderá também ser protocolada diretamente na Fundação Padre Anchieta até o mesmo dia 12 de agosto de 2011.

4. Cada candi¬dato deverá enviar uma gravação em vídeo em formato DVD, conforme especificado no item 3 acima, contendo 3 (três) obras. As 3 (três) obras não poderão exceder, cada uma, a duração de 5 (cinco) minutos e deverão ser de estilos diferentes para que melhor se avalie o candidato. As 3 (três) obras poderão, no caso de instrumentistas solistas ou cantores, ter acompanhamento de piano ou serem escritas para instrumento / voz solo. Os conjuntos de câmara – vocais ou instrumentais ou mistos – também deverão apresentar três obras que não poderão exceder, cada uma, a duração de 5 (cinco) minutos e deverão ser de estilos di¬fe-rentes para que melhor se avalie seu desempenho.

5. Os instrumen¬tistas ou cantores solistas deverão indicar na ficha de inscrição:
• 6 (seis) obras (ou movimentos de obras) de até 5 (cinco) mi¬nutos de duração cada, das quais 2 (duas) serão apresentadas pelos candidatos na fase eliminatória do Concurso. As 2 (duas) obras serão escolhidas pela Comissão Organizadora e comunicadas a cada um dos candidatos. O repertório escolhido, se originalmente escrito com acompanhamento de orquestra, será apresentado com redução para piano .
2 (dois) movimentos de concertos ou obras, para candidatos instrumentistas, ou 2 (duas) árias
• ou obras, para candidatos cantores, a serem interpretadas pelo candidato, na prova final, que será feita com a Orquestra do Conservatório de Tatuí. O movimento ou obra ou ária a ser apresentado pelo candidato na prova final, escolhido entre os 2 (dois) sugeridos pelo canddato, será definido de comum acordo com a Comissão Organizadora.

6. Na prova semi¬final, o candidato cantor ou instrumentista deverá interpretar duas obras diferentes daquelas apresentadas na prova eliminatória, escolhidas dentre as 6 (seis) indicadas no ato da inscrição.

7 . Os conjuntos de câmara – vocais ou instrumentais deverão indicar na ficha de inscrição:
• 6 (seis) obras (ou movimentos de obras) de até 5 (cinco) minutos de duração cada, das quais 2 (duas) serão apresentadas pelos candidatos na fase eli¬mi¬natória do Concurso. As 2 (duas) obras serão escolhidas pela Comissão Organizadora e comunicadas a cada um dos candidatos.
• pelo menos 2 (duas) obras instrumentais ou vocais ou mistas de até 10 minutos de duração cada a serem interpretadas pelo conjunto concorrente na prova final. Estas obras poderão ser dois movimentos de uma mesma obra maior (quarteto de cordas, quinteto de sopros, etc.), desde que juntas não ultrapassem a duração de 10 minutos. O movimento ou obra a ser apresentado pelo candidato na prova final, escolhido entre os 2 (dois) sugeridos pelo candidato, será definido de comum acordo com a Comissão Organizadora.

8. Na prova semi¬final, os conjuntos de instrumentistas, cantores ou mistos deverão interpretar duas obras diferentes daquelas apresentadas na prova eliminatória, escolhidas dentre as 6 (seis) indicadas no ato da inscrição.

9. O can¬di¬ato responderá pela veracidade das informações enviadas. O fornecimento de informações falsas, imprecisas ou dúbias, ou inautenticidade do material gravado ou de imagem, resultará na desclassificação sumária e inapelável do candidato. A não observância de qualquer dos requisitos estipulados neste regulamento acarretará o cancelamento da inscrição, sem apreciação do trabalho.

10. Será aceita somente uma inscrição por candidato.

11. Não será necessário pagamento de taxa de inscrição.

12. No caso do candidato ser menor de 18 anos, a ficha de inscrição deverá ser assinada por um dos pais ou responsável legal. No caso dos conjuntos, um dos pais ou responsável de cada um dos integrantes menores de 18 anos deverá assinar sua inscrição.

13. A inscrição de um músico para participar do Concurso implica na aceitação de todos os itens deste regulamento e na assinatura do Termo de Compromisso que regulará a participação no evento.

V. DO PROCESSO SELETIVO E ELIMINATÓRIO

1. A escolha dos músicos que se apresentarão no Concurso será efetuada pelo critério inapelável e irrecorrível de Comissão de Seleção, previamente designada pela direção do programa, não cabendo qualquer tipo de recurso. Os profissionais que integrarão tal Comissão serão conhecidos até o dia 12 de agosto de 2011 e terão seus nomes divulgados no site do pro¬grama.

2. Serão escolhidos até 24 (vinte e quatro) candidatos finalistas. Em cada programa da etapa classificatória concorrerão até 3 (três) participantes, cuja ordem de apresentação obedecerá a critérios da direção do programa. Os participantes poderão ser solistas (instrumentistas ou cantores) ou conjuntos de câmara (instrumentais ou vocais).

3. A Comissão de Seleção poderá solicitar que os 24 (vinte e quatro) candidatos selecionados por meio de vídeo realizem uma audição ao vivo, em data e local a serem oportunamente anunciados.

4. Nas provas eliminatórias e semi¬finais os candidatos instrumentistas e cantores serão acompanhados por pianistas que serão oferecidos pela Comissão Organizadora. Serão afixados ensaios em número suficiente para que haja entrosamento entre os candidatos e os pianistas acompanhadores.

5. Após publicação da lista de selecionados, os cadidatos terão prazo de 5 (cinco) dias para enviar por correio cópia das partes do pianista acompanhador.

6. Pelo julgamento inapelável e irrecorrível de Comissão Julgadora designada pela Fundação Padre Anchieta, apenas um candidato será escolhido em cada etapa eliminatória para participar das duas semi¬finais. De cada uma destas, serão escolhidos dois candidatos que concorrerão na Final.
7. O dia e a ordem de apresentação dos participantes classificados para as provas eliminatórias, semi¬finais e final, serão estabelecidos pela Comissão Organizadora do programa.

8. Os resultados finais do Concurso serão determinados pelo julgamento inapelável e irrecorrível de Comissão Julgadora designado pela direção da Fundação Padre Anchieta.

9. Os músicos, acompanhantes e os critérios para a apresentação dos participantes classificados serão determinados exclusivamente pela direção do programa.

10. Em todas as etapas e fases do Concurso, os concorrentes deverão dirigir-se diretamente à Comissão Organizadora do programa para qualquer providência que disser respeito à sua participação, não sendo aceitos intemediários, ainda que por procuração, exceção feita aos participantes menores de 18 anos.

11. Em havendo necessidade de transporte e hospedagem dos concorrentes – assim como de um acom¬panhante, no caso do candidato ser menor de 18 anos – a solicitação deverá ser feita à Comissão Organizadora do programa, bas¬tando para isso que seja preenchido formulário que integra o rol de documentos de inscrição no Concurso.

12. O concorrente inscrito que não respeitar o presente Regulamento Geral do Concurso ou provocar em qualquer fase atos que possam prejudicar seu andamento poderá, a critério da Comissão Organizadora do programa ser desclassificado em caráter inapelável e irrecorrível.

VI. DA PREMIAÇÃO

1. Serão concedidos quatro prêmios aos finalistas, sendo dois aos melhores solistas, sejam eles instrumentistas, e dois aos melhores conjuntos, sejam eles instrumentais, vo¬cais ou mistos (instrumentais e vocais). Os valores dos prêmios são os seguintes: (*)


Categoria solista:
1º colocado: R$ 35.000,00 (trinta mil reais)
2º colocado: R$ 15.000,00 (quinze mil reais)


Categoria conjunto:
1º colocado: R$ 35.000,00 (trinta mil reais)
2º colocado: R$ 15.000,00 (quinze mil reais)


(*) dos valores atribuídos aos quatro vencedores serão descontados os im¬postos previstos em lei.

VII. DAS GRAVAÇÕES E DIREITOS DE IMAGEM, NOME, VOZ E INTERPRETAÇÃO

1. As apresentações do Con¬curso serão transmitidas pela TV Cul¬tura, emissora da Fundação Padre Anchieta – Centro Paulista de Rádio e TV Educativas e poderão também ser videogravadas, audiogravadas, filmadas ou fotografadas por quem esta in¬dicar para posterior reprodução e a seu critério.

2. Ficam cientes os candidatos escolhidos que serão objeto de entrevistas e reportagens a serem realizadas em suas casas, escolas e comunidade para exibição em TV aberta, através da TV Cultura, parceiras, afiliadas, retransmissoras ou emissoras a ela conveniadas, independen¬temente do número de exibições realizadas ou de território de abrangência e que a adesão ao presente concurso implicará em ex¬pressa e automática autorização de captação, divulgação e reprodução de sua imagem, nome, voz, interpretação e demais elementos de personalidade.

2.1. Para tanto, os candi¬atos licenciam gratuitamente o uso de imagem, voz, nome e interpretação, bem como autorizam a divulgação de opiniões expressas em entre¬vistas con¬cedidas, e licenciam, outrossim os direitos de captação, fixação, transmissão e retransmissão de suas interpretações, ao vivo ou durante a programação da TV CULTURA, afiliadas, retransmissoras, repetidoras, programadoras de TV a cabo e demais emissoras por ela autorizadas, independentemente do sistema de trans¬porte de sinais, do número de exibições e território de abrangência, podendo o programa em que a sua interpretação for inserida ser licenciado a terceiros ou dis¬tri¬buído por qualquer modalidade de exploração em Direito admitida, sem que qualquer pagamento seja devido ao candidato a esse título e a sua inscrição ao concurso im¬pli¬cará, automaticamente, na aceitação dos termos deste item do Regulamento. Os candidatos com idade inferior a 18 anos serão representados por seu responsável legal, e entregará à produção do programa o respectivo termo de licença assinado por tal representante, antes do início da gravação do programa. Sem a assinatura do termo mencionado, o candidato será automaticamente desclassificado.

CONSIDERAÇÕES FINAIS


A Fundação Padre Anchieta – Centro Paulista de Rádio e TV Educativas re¬erva para si o direito de modificar, alterar e/ou cancelar qualquer item do presente Regula¬mento e a dar divulgação ao mesmo da maneira que julgar conveniente.

Os casos omissos por este Regulamento serão decididos pela Comissão Or¬ga¬ni¬za¬dora do Concurso.

São Paulo, junho de 2011.

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais apresenta Concertos para a Juventude

O Minascentro foi o palco escolhido para estreia da série de Concertos para a Juventude da Filarmônica de Minas Gerais em 2011. Sob a batuta do maestro assistente Marcos Arakaki a Orquestra se apresenta no próximo domingo, dia 26 de junho às 11h, tendo dois solistas.
Os canadenses Dominic Desautels e Catherine Carignan são os convidados a executar o Duo Concertante para fagote e clarinete, de Richard Strauss. No programa, ainda estão Vida de artista, op. 316, e Contos de um bosque de Viena, ambas de Johann Strauss II, e a Sinfonia nº 31, Paris, de Mozart.
Realizados em manhãs de domingo, os Concertos para a Juventude são dedicados à família e apresentam um repertório cuidadosamente selecionado, oferecendo ao público a oportunidade de assistir às apresentações com a qualidade característica da Filarmônica de Minas, porém, com ingressos a preços populares.

Serviço:
26 de junho de 2011
Domingo às 11h
Local: Minascentro – Av. Augusto de Lima, 785
Ingressos: R$ 5,00
Meia-entrada para estudantes e maiores de 60 anos
Informações: 3219-9016
Ingressos à venda na bilheteria do teatro

terça-feira, 21 de junho de 2011

Cia Lírica apresenta Madama Butterfly



Cia Lírica e Centro Cultural Justiça Federal
Apresentam a estréia de
MADAMA BUTTERFLY, ópera de Puccini em 3 atos
Participações especiais:
Danielle Bragazzi, como Cio Cio San
Elizabeth Babo, como Suzuki
Curta Temporada
Dias 21, 22 de junho, às 19h

A Cia Lírica e o Centro Cultural Justiça Federal apresentam, em curta temporada a ópera de Puccini em 3 atos MADAMA BUTTERFLY, nos dias 21/22 de junho,às 19h, no Teatro do Centro Cultural da Justiça Federal. Nos papéis principais: soprano Danielle Bragazzi, mezzo - soprano Elizabeth Babo, tenor Ivan Jorgensen. Madama Butterfly será encenada com cenário, figurinos, legendas em português, em formato reduzido e acompanhada pela pianista Eliara Puggina. Criação coletiva da Cia Lirica. O Teatro do CCJF fica na Av. Rio Branco, 241, Cinelândia.

“Madama Butterfly” - “É um título muito interessante porque, além de narrar o conflito pessoal do personagem título, também expõe uma série de diferenças culturais”, declara o soprano Danielle Bragazzi, que viverá a gueixa Cio Cio San.

Completam o elenco: Sharpless: Daniel Soren Goro: Rafael Siano, Bonzo: Allan Souza, Kate: Sophia de Otero.

A Cia Lírica é um projeto que tem por objetivo apresentar títulos de ópera de grande aceitação popular, ao mesmo tempo em que investe no aperfeiçoamento de seus jovens cantores. Também é meta da Cia Lírica apostar na formação de platéias por meio de apresentações condensadas e legendadas, que facilitam a compreensão das obras e criam mais intimidade da platéia com esse gênero.

A HISTÓRIA

MADAMA BUTTERFLY é um dos mais encenados títulos de ópera do mundo inteiro conta a história de um tenente da marinha americana que se apaixona por uma gueixa. Três anos depois - Pinkerton deixa Butterfly com a promessa do retorno, mas Suzuki tenta adverti-la, em vão, do abandono do marido. Quando está para retornar para Nagasaki, Pinkerton não tem intenção de rever a esposa japonesa, pois chega acompanhado por Kate, sua esposa americana. Apesar de avisada da traição do marido, Butterfly busca o menino que nasceu da união com o militar e prepara a casa com flores para receber Pinkerton. O navio Abraham Lincoln é avistado, mas a noite chega sem a visita do oficial. Butterfly e seu filho adormecem.

No último ato, Pinkerton chega à casa e percebe a tocante fidelidade de Butterfly. Foge deixando que Sharpless tente resolver as coisas. Após perceber toda verdade, mantendo a calma, Cio Cio San avisa que Pinkerton pode buscar seu filho, desejando toda felicidade com sua esposa americana, Kate. Quando o oficial chega para pegar o menino, presencia a morte de Butterfly, que se feriu com a espada de seu pai. Na lâmina os dizeres: "morrer com honra para não viver na desonra."

Serviços:
MADAMA BUTTERFLY- Ópera de Puccini, apresentada pela Cia Lírica. Elenco: Danielle Bragazzi (Cio Cio San), soprano. Ivan Jorgensen (Pinkerton), tenor. Elizabeth Babo (Suzuki), mezzo-soprano. Sophie de Otelo (Kate), soprano. Ciro D`Araujo e Daniel Soren (Sharpless), baixo-barítono. Frederico de Oliveira (Bonzo), baixo. Demades Gomes (Goro), tenor. Ciro D’Araújo (Comissário), barítono. Aurélio Melleh (piano). Evandro Rodriguese (direção de coro), maestro. Direção Cênica: Manuel Thomas, Figurinos: Jhonatta Oliveira e Moara Alcantara, Cenários: Danilo Rodrigues.
Local: Teatro do Centro Cultural da Justiça Federal
Endereço: Avenida Rio Branco, 241 - Centro
Dias 21 e 22 de junho, às 19h
Metrô: Cinelândia
Ingressos: R$ 30,00 e R$15,00 - ( Ingressos vendidos nos dias de récitas entre 16h e 19h - descontos de 50% acessando www.cialirica.mus.br)

Curso de canto no Aúthos Pagano

Curso gratuito oferecido pela instituição alia teoria musical e técnicas vocais
Indicado a quem quer iniciar ou se aperfeiçoar na arte de cantar, o curso oferecido pelo Aúthos Pagano, Centro Cultural da Secretaria de Estado da Cultura, consiste em aulas regulares que aliam teoria musical a técnicas vocais. Além disso, também é uma preparação vocal aos aspirantes ao Coral da instituição.

Maestro: Ricardo Barbosa, bacharel em Composição e Regência pela Faculdade de Música Carlos Gomes.

Piano e preparação vocal: Regiane Martinez, bacharel em música com habilitação em canto pela UNESP – Universidade Estadual Paulista; integrante do Coro da Osesp.

CURSO GRATUITO DE CANTO
Aulas às terças-feiras, das 18h30 às 20h
Indicação etária: acima de 16 anos
Este curso é livre, portanto é possível iniciá-lo a qualquer momento. Para a matrícula é necessário uma foto 3x4 e um dcumento para cópia.

Centro Cultural e de Estudos Superiores Aúthos Pagano
Rua Thomé de Souza, 997 - Lapa - São Paulo-SP. Fone: (11) 3836-4316 (11) 3836-4316
Funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 9h às 17h
Entrada gratuita
www.apaacultural.org.br/authospagano

Master class com o Louisiana Saxophone Quartet



O Louisiana Saxophone Quartet (Quarteto de Saxofones de Louisiana, Estados Unidos), em turnê pelo Brasil, oferece no dia 24 de junho, sexta-feira, a partir das 14h, um master class e concerto no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música (EM) da UFRJ.

Aberto aos saxofonistas e ouvintes em geral, os dois eventos são gratuitos.

Formado por Griffin Campbell (sax soprano), Jennifer Foret (sax alto), Paula Van Goes (sax tenor) e Richard Schwartz (sax barítono), o quarteto apresenta obras de Liduino Pitombeira (Pau-Brasil), Brett William Dietz (Live Sax Acts), Paulo Silva (Expressões Brasileiras em forma de Passacaglia), Béla Bartók (String Quartet no 2, Op. 17 II.) e Alfred Reed (Five Ca¬meos).

Desde sua constituição em 2009, o quarteto já se apresentou em toda a região da Costa do Golfo dos Estados Unidos e recentemente participou da conferência de 2011 da North American Alliance Saxofone, em Jacksonville, Florida. Na America Latina tem participado frequentemente de encontros e conferências, nos quais além de concertos realiza master classes.



Francisco Conte

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Canções de Outono - Oficinas Gratuítas na Pinacoteca de Santos - SP

Canções de Outono - Oficinas Gratuítas na Pinacoteca de Santos - SP

No próximo final de semana, que será prolongado, a Pinacoteca de Santos apresenta "Canções de Outono".
O Evento oferece oficinas gratuítas direcionada a regentes, cantores e demais interessados.
No dia 24 de junho às 15H00 serão apresentados dois temas "Técnica Vocal" e "Aranjos Vocais: dos fáceis aos difíceis". A parte de técnica vocal ficará ao encargo da professora Joana Mariz, já o seguinte tema será ministrado por Marcelo Recski e Daniel Reginato, ambos regentes.
No dia seguinte, 25 de junho, também às 15H00, o tema será "Técnicas de ensaios e intepretação em MPB", que será ministrado pelo maestro Ricardo Barbosa e a Prof. Regiane Martinez.
Mas o evento não oferece somente oficinas para um público específico, o público em geral também será agraciado com apresentações músicais durante o evento e poderá desfrutar de música intrumental e vocal.

Abaixo o programa de apresentações:

Dia 23 – 19H00 – Duo Horizontes – Regina Schlochauer & Mario Marques, clarineta
Dia 24 – 18H30 – Coral Zanzalá / 19H15 – CantoMaNoPresto – Octeto Vocal
Dia 25 – 18H30 – Splendore – Quarteto Vocal / 18H15 – Voz Ativa Madrigal

As incrições para as oficinias poderão ser feitas pelos tels.: (13) 3296-2550 com Marilene ou (15) 3288-3244 com Claudia ou ainda pelo e-mail estudiocoral@uol.com.br

Toda a Programação é Gratis. Participe

80 anos do Cristo Redentor abre concurso musical

O Cristo Redentor do Corcovado do Rio de Janeiro completará 80 anos no dia 12 de outubro em 2011 e ganhará uma programação vasta de comemorações. Será um calendário repleto de festividades, abrangendo diversos setores culturais como música, moda, gastronomia, artes plásticas, dança, esportes, educação, entre outros.

Foi aberto um concurso musical para escolha da música-tema inédita deste aniversário, com enfoque no Cristo Redentor e sua sintonia com a cidade do Rio de Janeiro. A música deverá ser em língua portuguesa e de qualquer gênero e podem participar compositores, poetas, cantores ou intérpretes maiores de 18 anos de qualquer nacionalidade.

Cada compositor poderá inscrever, individualmente ou em parceria, até duas composições, mas em caso de classificação, apenas uma música poderá ser escolhida. As inscrições são gratuitas e já estão abertas. Podem ser feitas através da ficha de inscrição disponível no site www.cristo80anos.org.br e se encerrarão em 5 de agosto de 2011.

O compositor da música vencedora receberá o prêmio de R$ 10.000,00 e um troféu. Já o segundo lugar receberá o valor de R$ 3.000,00 e o terceiro R$ 2.000,00.

Além disso, a música vencedora participará, com o mesmo intérprete da final, do show comemorativo dos 80 Anos do Cristo no dia 12 de outubro de 2011, na Praia de Copacabana. O "Show da Paz", como foi batizado, será em frente ao Copacabana Palace, com participação de um coral de 800 vozes, ballet coreografado por Caio Nunes, grandes nomes da música brasileira e, ainda, uma atração internacional.

Estará também no registro deste show,, que será gravado e lançado nos formatos CD, DVD e blu-ray.




Katy Freitas

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Workshop Técnica de ensaios e Interpretação em MPB para coral

Ricardo Barbosa, maestro



No próximo dia 25 de junho o maestro Ricardo Barbosa e a Prof. Regiane Martinez estarão em Santos para partilhar com regentes e cantores a experiência adquirida e o produto do trabalho a frente do Voz Ativa Madrigal no que é o principal foco da trajetória artística do grupo, a busca de uma personalidade brasileira para interpretação da Música Popular Brasileira em Canto Coral.
O evento acontecerá na Pinacoteca Benedicto Calixto de Santos às 15H00, a inscrição é gratuita e poderão participar regentes, cantores e interessados.
As inscrição poderão ser feitas através dos telefones (13) 3296-2550 com Marilene ou (15) 3288-3244 com Claudia ou ainda pelo e-mail estudiocoral@uol.com.br
O evento contará também com a participação do Splendore quarteto vocal às 18H30 e logo em seguida, às 19H15 o Voz Ativa Madrigal se apresentará. No repertório musica latina, spiritual e MPB.

Serviço:
25/06 – 15H00
Workshop Técnicas de ensaio e Interpretação de MPB para coral
Canções de Outono
Pinacoteca Benedicto Calixto de Santos
Av. Bartolomeu Gusmão, 15
Santos - SP.

Concerto da OSUFRJ

Orquestra de Sinfônica da UFRJ (OSUFRJ), sob a regência de Ernani Aguiar, apresenta nesta segunda-feira, dia 20, mais um concerto da temporada 2011. O evento começa às 18h30, no Salão Leo¬poldo Miguez da Escola e Música, e a entrada franca.

No programa, obras de Beethoven, Mendellsohn e Nelson de Macedo. Gilberto Pereira, saxofone, será o solista.

Programa

Beethoven
Abertura “Prometheus”

Mendelssohn
Sin¬fonia n.º 3 em lá menor, Escocesa
Andante con moto - Allegro un poco agitato
Scherzo - Vivace non troppo
Adagio - Allegro vivacissimo - Allegro maestoso assai

Nelson Macedo
Fantasia para sax e or¬questra

Paulistanos voltam a frequentar Teatro Municipal de São Paulo

Três anos após a última apresentação, o Teatro Municipal de São Paulo (Centro) reabre suas portas, poucos meses antes de fazer aniversário. Em setembro e com arquitetura originalmente desenvolvida por Ramos de Azevedo, o espaço completa 100 anos. O Municipal, aliás, é o equipamento cultural que reabre na cidade e inicia a série de lançamentos e reaberturas de lugares do gênero em São Paulo. Até o final do ano, estão na lista os Sescs Bom Retiro e Santo Amaro, além de o Teatro Sérgio Cardoso.
Arquitetura: Espaço foi inaugurado há 100 anos, com obra de Ramos de Azevedo
O “Concerto de Reabertura”, realizado no dia 12 de junho teve a regência do maestro Abel Rocha e trouxe para o programa obras de Radamés Gnatalli, (“Concerto para Quarteto de Cordas e Orquestra”) e Ralph Vaughan-Williams (“Serenade to Music”). Ao longo deste mês, o teatro traz ainda outras programações. Destaque para o dia 24. Com entrada mínima a R$ 5, “Ensemble Café Zimmermann” elenca Claire Brua (meio-soprano), Pablo Valetti, (violino e dir. musical) e Emmanuel Laporte (oboé), com o programa de obras de François Couperin (“Troisième Concert Royal dans le Goût Théâtral”), André Campra (“Didon” – “3e cantate du Premier Livre”).
Quem quiser conferir a reestruturação física do local, terá a oportunidade de ver que foram recompostos 25 conjuntos de vitrais, além de refeitas as pinturas de murais e fachada. É possível observar também que o palco recebeu uma atenção especial. Foram feitas atualizações tecnológicas, além do aumento do fosso da orquestra. A programação completa você pode conferir neste link.
A história do Teatro Municipal de São Paulo começa no início do século 20, com um desejo de público para que houvesse na cidade um espaço para a promoção de espetáculos. Foi quando o arquiteto responsável pela obra, Ramos de Azevedo, trouxe para para o Centro da capital paulista, uma espécie cópia da Ópera de Paris. Então, em 12 de setembro de 1911, aconteceu a primeira apresentação: o barítono italiano Titta Ruffo interpretou “Hamlet” (Ambroise Thomas).
Além do Municipal

Os preparativos para a inauguração de mais dois Sescs na capital estão na pauta da entidade. As informações que existem, por ora, é que o Sesc Santo Amaro está programado para inaugurar sua sede oficial em 24 de setembro. O prédio tem 14.610,60m² de área construída, dividido em subsolo, térreo e dois pavimentos. Terá ainda um teatro com 284 lugares, além de piscinas, quadras poliesportivas e salas para atividade física.
Já o Sesc Bom Retiro – sem divulgação de data oficial para lançamento – terá um teatro com 343 lugares, além de piscina, área para leitura e exposições, quadras e salas destinadas para atividades físicas. Tudo isso distribuído em um terreno de área de 3995m².


Catraca livre – folha – uol

quinta-feira, 16 de junho de 2011

NABUCCO, ÓPERA DE VERDI, EM BELO HORIZONTE

O espetáculo tem direção musical e regência de Silvio Viegas. A concepção e direção de cena ficaram a cargo de André Heller-Lopes. Oito solistas de diferentes estados e países foram convidados: Rodrigo Esteves (RJ), Eiko Senda (Japão), Sávio Sperandio (GO), Rita Medeiros (MG), Marcos Paulo (RJ), Cristiano Rocha (MG), Júlio César Mendonça (MG) e Fabíola Protzner (MG).
“Verdi conta em suas memórias que, quando chegou a seu quarto, o libreto caiu de seu casaco e abriu na página que iniciava com o texto: ’Va’ Pensiero sull’ali dorate’. Destino? Difícil dizer… Após ler mais um pouco, tentou dormir, mas não foi capaz. Sentiu sua alma agitada, sentiu nascer de novo dentro de si a energia criativa que o marcaria para toda sua vida. Na estreia, no dia nove de março de 1842, ao término do primeiro ato, o compositor foi aplaudido de pé por vários minutos. Ao final da ópera, com uma ovação raramente vista vinda do público, dos cantores e dos músicos, nascia, de forma definitiva, o compositor Giuseppe Verdi. Miraculoso”.

Além de um grande elenco, a ópera contará com a Orquestra Sinfônica de Minas gerais, o Coral Lírico de Minas Gerais e o Coral Lírico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Mais de 400 profissionais estão envolvidos na produção que também será apresentada no Rio de Janeiro, em julho, no Theatro Municipal do RJ. A montagem é mais uma ação de intercâmbio promovida pela Fundação Clóvis Salgado com outras casas produtoras de óperas no país. Além da circulação para outras cidades, cerca de 20 integrantes do Coral do Theatro Municipal do RJ participam do coro, assim como parte dos figurinos foram produzidos pelo Theatro Municipal de São Paulo.
“Belo Horizonte tem se consolidado como um dos principais centros de produção operística do Brasil. Temos como desafio estimular, ainda mais, a interação entre as produções, otimizando custos e estimulando a circulação das montagens”, destaca a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Solanda Steckelberg.

GIUSEPPE VERDI
Guiseppe Verdi nasceu na aldeia de Le Roncole, na Itália, em 1813. Filho de um estalajadeiro, recebeu uma educação rudimentar, mas desde cedo se revelou um talento musical incomum. Antonio Barezzi, um comerciante abastado, tornou-se seu mecena e custeou a educação erudita de Giuseppe em Milão. Mais tarde, em 1839, Verdi casou-se com a filha de Barezzi.
Neste mesmo ano, o compositor estreou sua primeira ópera – Oberto – no teatro La Scala de Milão, com grande sucesso e recebendo, inclusive, encomendas para três novas óperas. Daí surgiram obras como Um Giorno di Regno (1840), que foi um fracasso, e Nabucco, em 1842, que foi o primeiro grande sucesso do compositor. Esta ópera consolidou o prestígio de Verdi e marcou o seu encontro com a soprano Guiseppina Strepponi, sua segunda esposa.
A partir de então, o italiano escreveu 27 óperas, entre elas Macbeth (1843), Rigoletto (1851), Il Trovatore (1853), Um Ballo in Maschera (1859), Aída (1871), Otello (1887) e Falstaff (1893), além do Réquiem (1874) e outras peças do repertório religioso. Graças à diversidade e à qualidade de sua obra, Verdi é considerado o mais importante compositor italiano do século XIX. Em 1897, após o falecimento de Guiseppina, a saúde do compositor entrou em declínio e ele faleceu após um ataque cardíaco, em 1901.

A OBRA
Sinopse
Ato I: Jerusalém
Os judeus oram diante templo de Salomão. O sumo-sacerdote Zacarias entra com Ana, sua irmã, e Fenena, filha de Nabucco, tida como refém pelos judeus. Zacarias avisa ao povo que Javé não vai abandonar o povo judeu. Ismael, chefe militar e sobrinho do rei de Jerusalém, entra com seus soldados e avisa de que Nabucco destrói tudo.
Zacarias espera que haja um milagre e entrega Fenena a Ismael para que ela tenha sua segurança garantida. Ambos são amantes, e se conheceram na Babilônia. Abigail, a outra filha de Nabucco – que também é apaixonada por Ismael – entra conduzindo um exército de assírios para ocupar o templo. Os assírios estão vestidos como judeus. Abigail chantageia Ismael, dizendo que ela salvará seu povo caso ele lhe retribua o amor, mas Ismael não aceita.
Reaparecem os judeus, assustados com a reaproximação de Nabucco, que é enfrentado por Zacarias, que o denuncia por blasfêmia e ameaça executar Fenena. Esta é entregue a Nabucco por Ismael, que é reprimido pelos judeus. Nabucco manda incendiar o templo.
Ato II: O Blasfemo
Palácio de Nabucco, na Babilônia. Abigail acha um pergaminho no qual é dito que ela é filha de escravos e não de Nabucco. Jura vingança a ele e a Fenena, enquanto se lembra de Ismael e acha que ele poderia ter salvado sua vida. Entra o Sumo Sacerdote e avisa que Fenena mandou libertar os prisioneiros judeus, e que, devido à traição, Abigail será nomeada herdeira do trono, ao invés de Fenena.
Em outro local, Zacarias ora e tenta convencer os assírios a esquecerem seus ídolos. Fenena entra nos aposentos de Zacarias, e este tenta convertê-la. Os levitas entram e encontram Ismael, que fora banido. Zacarias perdoa Ismael, por este ter salvado um judeu – Fenena, agora convertida. Abdalo, conselheiro do palácio, entra e avisa Fenena dos boatos sobre a morte de Nabucco, e que sua vida está em risco.
Entra o Sumo Sacerdote e proclama a regência de Abigail. É anunciada a sentença de morte aos judeus. Fenena se recusa a entregar o cetro a Abigail. Inesperadamente, entra Nabucco, toma a coroa e a coloca em sua cabeça. Nabucco diz que derrotou Baal e Javé, e por isso mesmo não é rei. É Deus. Nesse instante, cai um raio na cabeça de Nabucco, que fica louco. Abigail recupera a coroa.
Ato III: A Profecia
Jardins suspensos da Babilônia. Abigail é proclamada regente e é instigada a condenar à morte os judeus, mas, antes disso, Nabucco entra atordoado. Abigail explica que está na função de regente porque o rei está impedido de reinar, e lhe entrega a ordem de execução aos judeus, esperando que ele decrete a morte de Fenena – agora, convertida ao judaísmo. Nabucco assina, mas pergunta sobre o que vai acontecer a Fenena, e Abigail avisa que ela também vai morrer, junto com os outros judeus. Nabucco tenta mostrar o documento a Abigail dizendo que ela é uma impostora, mas ela já o tem em mãos e o rasga em pedaços. Nabucco chama os guardas, mas não é atendido. Sem saída, roga clemência a Abigail, que permanece irredutível.
Enquanto isso, os judeus permanecem descansando do trabalho escravo, diante das margens do Eufrates, e relembram sua pátria perdida. Zacarias anuncia que eles estarão livres do cativeiro em breve, e Javé os ajudará a derrotar a Babilônia.
Ato IV: O ídolo destruído
Nabucco está em seus aposentos e ouve o grito de Fenena. Ao olhar para a janela, vê que ela está sendo executada. Ao tentar abrir a porta, dá-se conta de que é prisioneiro. Neste momento, implora perdão a Javé, rogando-lhe conversão, juntamente como a seu povo. Ao recuperar a razão, entra Abdalo se certifica de que Nabucco é novamente ele próprio, e já está com todas as suas faculdades recuperadas. E tenta buscar o trono.
Os carrascos preparam a execução de Zacarias e de seu povo. Fenena é aclamada como mártir ,e em sua última prece, roga a Javé que a receba no céu. Nabucco acaba com a escravidão dos judeus e anuncia que ele próprio é um deles. A estátua de Baal e destruída e Abigail se suicida, implorando a Ismael que se una novamente a Fenena. O povo reconhece o milagre, e direciona louvores a Javé.

Serviço
Grande Teatro – Palácio das Artes
Dias 19, 21, 23, 25 e 27 de junho
Horários: domingo às 18h e segunda, terça, quinta-feira e sábado às 20h
Ingressos
Valor: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (*meia-entrada)
Meia-entrada para estudantes e maiores de 60 anos, conforme a lei.
Informações: (31) 3236-7400 (31) 3236-7400

Banda Sinfônica do Estado se apresenta no Teatro Municipal de Santa Barbara d’Oeste – SP.

O Circuito Cultural Paulista, programa da Secretaria de Estado da Cultura, traz a Santa Bárbara d'Oeste, no dia 18, a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. O concerto acontece no Teatro Municipal Manoel Lyra e tem início às 20 horas, com entrada franca.
A Banda Sinfônica, grupo musical estável da Secretaria do Estado da Cultura, surgiu no cenário musical profissional em 1989. Conta com repertório constituído de obras internacionalmente consagradas.
Sempre buscando novos caminhos e linguagens estéticas diferenciadas, a Banda é uma fábrica de som que se alimenta de trilhas sonoras para filmes, obras que remetem às artes plásticas, circenses, dança e teatro, deixando um rastro sonoro absolutamente dinâmico, quebrando as fronteiras invisíveis entre o erudito e o popular.
Em 1997, foi convidada para participar da Conferência da Associação Mundial para Conjuntos e Bandas Sinfônicas na Aústria- WASBE. Atualmente, desenvolve suas principais vocações: criação de repertório e divulgação da música original para orquestra de sopros, sob a direção artística do maestro Marcos Sadao Shirakawa.

SERVIÇO
Banda Sinfônica do Estado de São Paulo
Sábado (18), às 20 horas
Local: Teatro Municipal Manoel Lyra - Rua João 23, nº 61 - Centro
Informações: (19) 3464-9424 (19) 3464-9424
Entrada franca - Os ingressos podem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria do teatro.

Concerto da Orquestra de Sopros da UFRJ

Orquestra de Sopros da UFRJ, sob a batuta de Mário Jardim, seu diretor musical e docente da Escola de Música, apresenta nesta sexta-feira, dia 17, mais um concerto da temporada 2011. O espetáculo, que começa às 18h30min no Salão Leo¬poldo Miguez, tem entrada franca.

No programa, obras de Mendelssohn, Beethoven e Berlioz.

Formada por alunos de graduação da Escola de Música, a Orquestra de Sopros tem por objetivo, além do desenvolvi¬mento técnico e musical de seus integrantes, a divulgação da literatura para a formação, por meio da apresentação de pro¬gramas que incluem obras originais, transcrições e arranjos de composi¬tores desde o século XVIII até a contemporaneidade.

Ao repertório tradicional de europeus e americanos se somam obras de compositores brasileiros, muitos dos quais contemporâneos.


Francisco Conte

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Osesp recebe maestro Andrew Grams pela primeira vez nesta quinta



Pela primeira vez conduzindo a Osesp, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, o norte-americano Andrew Grams, de apenas 35 anos, é um dos mais promissores e talentosos jovens maestros dos Estados Unidos. O regente assume o comando da orquestra para dar voz à trompa de Stefan Dohr, primeiro trompista da Filarmônica de Berlim e um dos maiores nomes mundiais desse instrumento.

Dohr terá participação em duas obras, o Concerto nº4 para Trompa em Mi Bemol Maior, de Mozart, e Des Canyons Aux Étoiles: Appel Interstellaire, de Messiaen. O programa inclui ainda a Suíte Antiga, de Nepomuceno, e a Sinfonia nº4, de Mendelssohn. As duas últimas obras compõem o repertório do concerto matinal, com entrada franca, no domingo, dia 19/5.

Sobre o artista - ANDREW GRAMS

Um dos mais promissores e talentosos jovens maestros dos Estados Unidos, Andrew Grams começou a reger aos dezessete anos. Estudou com Otto-Werner Müller no Curtis Institute of Music, na Filadélfia, e já se apresentou com muitas das grandes orquestras do mundo, incluindo as Orquestras Sinfônicas de Chicago, Montreal e da BBC, a Orquestra Nacional de Lyon e a Orquestra de Santa Cecília (Roma). Grams foi regente-assistente da Orquestra de Cleveland de 2004 a 2007. Também um exímio violinista, estudou na Juilliard School e atuou com conjuntos prestigiados, como Orpheus Chamber Orchestra, de Nova York.

Solista - STEFAN DOHR TROMPA

A técnica perfeita e a entonação pura de Stefan Dohr tornaram-no mundialmente reconhecido como um dos maiores trompistas da atualidade. Começou sua carreira na orquestra da Ópera de Frankfurt. Em 1993, foi escolhido trompista principal da Filarmônica de Berlim. Como solista, trabalhou com regentes como Daniel Barenboim, Bernhard Haitink e Claudio Abbado. Na música de câmara, apresentou-se ao lado de Maurizio Pollini e Ian Bostridge, entre outros. Além do repertório dos periódos clássico e romântico, Stefan Dohr se interessa também pela música contemporânea, e apresentou diversas obras compostas especialmente para ele.

Voz e Composição - KRISTOFF SILVA

Violonista, cantor, compositor, professor e autor de trilhas para teatro e dança, Kristoff Silva é tido como um dos músicos brasileiros mais versáteis de sua geração. Nascido nos Estados Unidos e criado em Belo Horizonte, apresentou-se em teatros importantes do país – como o Palácio das Artes, o Auditório Ibirapuera e o Sesc Vila Mariana –, junto a artistas como Caetano Velloso, Elza Soares, Zé Celso Martinez Corrêa, Luiz Tatit, Alda Rezende e Virgínia Rosa, entre outros. Na capital mineira, apresentou-se ao lado da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Suas composições foram gravadas por cantoras notáveis, entre as quais Paula Santoro, Alda Rezende e Virgínia Rosa. Lançou dois CDs, A Outra Cidade, em parceria com Makely Ka e Pablo Castro, e Em Pé no Porto.

Osesp – Desde 1954, a Osesp trilha uma história de conquistas, tornando-se uma instituição reconhecida nacional e internacionalmente pela qualidade e excelência. Foi dirigida pelo maestro Souza Lima e pelo italiano Bruno Roccella, mais tarde sucedidos por Eleazar de Carvalho, que por 24 anos permaneceu à frente da Orquestra, deixando um projeto para sua reformulação. Com o apoio do Secretário de Cultura e o empenho do Governador Mario Covas, em 1997, o maestro John Neschling foi escolhido para assumir a direção artística e conduzir uma nova fase na história da Osesp. A Sala São Paulo é inaugurada em 1999 e, nos anos seguintes, são criados os coros Sinfônico, de Câmara, Juvenil e Infantil; o Centro de Documentação Musical Maestro Eleazar de Carvalho, o Serviço de Assinaturas, o Serviço de Voluntários, os Programas Educacionais, a editora de partituras Criadores do Brasil e a Academia da Osesp. Em maio de 2009, a Osesp ganha o XII Prêmio Carlos Gomes na categoria Orquestra Sinfônica, pelo conjunto de apresentações realizadas durante o ano de 2008. Indicada pela revista inglesa Gramophone como uma das três orquestras emergentes no mundo às quais se deve prestar atenção, a Osesp dá continuidade ao projeto de ampliação constante da cultura musical brasileira e para a Temporada 2010 conta com o maestro francês Yan Pascal Tortelier como regente titular e o músico e escritor Arthur Nestrovski como diretor artístico.

Fundação Osesp – Instituída em junho de 2005, a Fundação Osesp administra a Orquestra, a Sala São Paulo e as relações de trabalho de mais de 290 pessoas, entre músicos, administração e técnicos, permitindo maior agilidade administrativa, ampliação de parcerias e melhoria na qualidade dos serviços oferecidos.

Os concertos da Osesp são patrocinados por Itaú Personnalité, Banco do Brasil, Mercedes-Benz, Credit Suisse e Mapfre Seguros.

ENSAIO ABERTO AO PÚBLICO
Quinta, 16/6 - 10h
Ingresso: R$ 10

CONCERTOS
Quinta, 16/6 - 21h;
Sexta, 17/6 - 21h
Sábado, 18/6 - 16h30
Ingressos: de R$24 a R$135

SÉRIE CONCERTOS MATINAIS
Domingo, 19/6 - 11h
Ingresso: Gratuito

SÉRIE MÚSICA DE CÂMARA COM STEFAN DOHR
Domingo, 19/6 - 17h
Ingressos: R$49 e R$56
O trompista Stefan Dohr, desta vez como regente, apresenta um programa de música de câmara com obras de Arvo Part [compositor transversal da temporada 2011 da Osesp], Mozart, Martinu e Dvorák.

Sala São Paulo (1340 lugares)
Praça Júlio Prestes, 16
Bilheteria: (11) 3223-3966 (11) 3223-3966
begin_of_the_skype_highlighting/end_of_the_skype_highlighting.
Recomendação etária: 7 anos
Aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pública têm 50% de desconto, mediante comprovação em todas as atividades.
Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.
Ingresso Rápido: (11) 4003-1212 begin_of_the_skype_highlighting(11) 4003-1212 end_of_the_skype_highlighting; www.ingressorapido.com.br
Estacionamento: 611 vagas
(20 para portadores de necessidades especiais e 33 para idosos): R$12.

Primeira trompa da Filarmônica de Berlim é solista com a Osesp

Stefan Dohr, primeiro trompista da Orquestra Filarmônica de Berlim e um dos maiores nomes no instrumento em todo o mundo, será o solista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo nos dias 16, 17 e 18 de junho. Ele interpreta o Concerto nº 4 em mi bemol maior, KV 495 de Mozart, em um programa que conta ainda com a Suíte Antiga de Alberto Nepomuceno, Des Canyons Aux Étoiles: Appel Interstellaire de Olivier Messiaen e a Sinfonia nº 4, Op.90 – Italiana, de Mendelssohn.
A técnica perfeita e a entonação pura de Stefan Dohr tornaram-no mundialmente reconhecido como um dos maiores trompistas da atualidade. Começou a carreira na orquestra da Ópera de Frankfurt e, em 1993, foi escolhido trompista principal da Filarmônica de Berlim. Como solista, trabalhou com regentes como Daniel Barenboim, Bernhard Haitink e Claudio Abbado. Na música de câmara, apresentou-se ao lado de Maurizio Pollini e Ian Bostridge, entre outros. Além do repertório dos períodos clássico e romântico, Stefan Dohr se interessa também pela música contemporânea e apresentou diversas obras compostas especialmente para ele.
O regente norte-americano de 35 anos, Andrew Grams, é quem comanda a Osesp nas três apresentações e também no Ensaio Aberto que o grupo faz na Sala São Paulo na manhã da quinta-feira, dia 16, e em uma apresentação na série de Concertos Matinais, no domingo dia 19 às 11h no mesmo local.
No mesmo dia 19, no final da tarde, o trompista Stefan Dohr volta ao palco, mas desta vez como regente, para assumir um programa da Série de Câmara da Osesp, com obras de Arvo Part, Mozart, Martinu e Dvorák.
Revista Concerto

Orquestra Experimental da Fundec se apresenta com maestro convidado

A Orquestra Experimental da Fundec apresenta-se no dia 16 de junho, às 20h, sob regência do maestro convidado Denis Vinicius Vieira. O público ouvirá obras de compositores russos, britânicos, franceses, italianos e americanos.
A participação do maestro convidado tem como objetivo treinar os jovens músicos para novas situações. “É uma experiência pedagógica que proporciona um grande aprendizado”, afirma Paulo Afonso Estanislau, regente titular da Orquestra Experimental.
O programa apresentado inclui “Rondo” (Henry Purcell); “The Great Gate of Kiev And Hopak” (Modest Mussorgsky); “Marcha de Sadar” (Mikhail Mikhailovich Ippolitov-Ivanov); “Vocalise” (Serguei Rachmaninoff); “Tequila” (Chuck Rio); “Cirque du Soleil Celebration” (Douglas E. Wagner); “Romanze” (Camille Saint Saëns); “Maria” (Leonard Bernstein) e “Czardas” (Vittorio Monti).
Algumas músicas terão arranjos diferenciados e as três últimas peças terão a participação especial do trompista Rafael de Almeida Proença, integrante da Orquestra Sinfônica de Sorocaba.
Maestro convidado
Denis Vinicius Vieira iniciou os estudos em 1997, aos 10 anos de idade, com Paulo Afonso Estanislau. Em 1999, iniciou o estudo da trompa, no Instituto Municipal de Música de Sorocaba (IMMS), com o professor Rafael de Almeida Proença.
Em 2001, Denis ingressou no Conservatório Dramático e Musical Carlos de Campos (Tatuí), onde integrou a Banda Jovem da ASSEC e a Orquestra Sinfônica de Sorocaba. Entre 2004 e 2005, estudou com José Costa Filho, trompista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, e ingressou na USP, na Escola de Comunicações e Artes.
Entre as participações em festivais, os destaques ficaram por conta da Oficina de Música de Curitiba e do Festival Internacional de Campos do Jordão. Em 2006, assumiu a Orquestra Filarmônica Jovem da ASSEC, e em 2007 participou de uma turnê pela Europa.
Atualmente, Denis é trompista da Orquestra Sinfônica de Sorocaba, professor do IMMS e maestro da Orquestra Filarmônica Jovem da ASSEC.
Serviço
Concerto da Orquestra Experimental da Fundec
Dia 16 de junho
Horário: 20h
Ingressos: R$ 2,00
Local: Sala Fundec (Rua Brigadeiro Tobias, nº 73, Centro)
Telefone: (15) 3233-2220 (15) 3233-2220