terça-feira, 23 de agosto de 2011

Master class com Filarmônica de Câmara de Bremen

Dia 25 de agosto, às 11h, os integrantes da Filarmônica de Câmara de Bremen ministram master classes de trompa, trompete, violino e violoncelo na Unidade Luz da EMESP. A atividade é uma parceria da EMESP Tom Jobim com o Cultura Artística. Veja os músicos que irão realizar as master classes.
Roffmann Sharon - violino
Berger  Saar - trompa
Dicken Chris - trompete
Schrader Stephan - violoncelo
Os interessados em participar como alunos ativos ou ouvintes deverão preencher uma ficha de incrição (clique aqui ) e enviar para o email: workshop.masterclass@emesp.org.br. A inscrição é gratuita e as vagas são limitadas.
Filarmônica de Câmara de Bremen
Fundada em 1980 e dirigida desde 2004 pelo regente estoniano Paavo Järvi, a Filarmônica de Câmara de Bremen apresenta em todas as temporadas três séries de assinatura, concertos especiais, três séries de música de câmara, além de um festival ao ar livre, o “Sommer in Lesmona”. O conjunto também é participa do Festival de Música de Bremen desde 1998. Teve diretores-artísticos e regentes convidados como Mario Venzago, Heinrich Schiff, Jiří Belohlávek, Thomas Hengelbrock e Daniel Harding. Em 2007, a Filarmônica de Câmara de Bremen transferiu-se para novas salas de ensaio na Gesamtschule Bremen-Ost (Escola Inclusiva do Leste de Bremen), onde músicos e estudantes trabalham lado a lado. Neste “laboratório do futuro” são desenvolvidos novos projetos e programas em cooperação com a escola, que geram um impacto não só na vizinhança como em toda a cidade de Bremen. A orquestra e a escola receberam o Prêmio Zukunfts (Prêmio Futuro) 2007 de Melhor Inovação Social. É, desde 2005, a orquestra residente do Beethovenfest de

O Último Romântico.

Maestrina Lígia Amadio

Estava tomando um café na Sala São Paulo no dia 20/08/2011, a Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo apresentaria naquela noite um programa exótico.  Ao meu lado sentam duas senhoras. Perguntei a elas se conheciam ou gostavam de Rachamaninoff ou Marcos Padilha. Levei um susto, elas nem sequer sabiam o que constava no programa. Estavam lá para tricotar conversa , exibir as novas bolsas e acompanhar os maridos diletantes de música clássica. Assim é a vida, todos são diferentes.
    No primeiro tempo tivemos uma obra do conterrâneo Marcos Padilha, Sinfonia Concertante "Das Vozes Esquecidas" para fagote, Oboé , cordas e percussão, opus 20. Um aperitivo diferente. Segundo o compositor é um manifesto contra toda e qualquer forma de exclusão . “A peça faz referências aos soldados convocados para uma guerra injusta, aos excluídos pela opção sexual, pela situação política e, ironicamente inclui o compositor de música erudita, que de certa forma é mais um excluído no Brasil”. Exclusão é tema recorrente e está na moda. Tantas exclusões geraram uma música lenta, tensa e enigmática. Abusa da percussão, as intervenções dos solistas são curtas e incisivas. Música sem melodia, sem um grande tema central. Os aplausos do público foram calorosos, ninguém se levantou, nem a presença do compositor fez a galera ficar de pé e aplaudir. Fato raro entre o público brasileiro.
   O prato principal era a Sinfionia número 2 de Sergei Rachmaninoff. Considerado o último grande compositor romântico russo, grande parte de sua obra foi composta antes da revolução russa, 1917. Sua carreira de compositor começou bem, a ópera Aleko teve boa recepção do público , até Tchaikovsky elogiou. Quando tentou a sinfonia a coisa desandou. Sua sinfonia número um gerou críticas ferozes, dizem as más línguas que o regente Glazunov tomou umas vodcas a mais no dia da apresentação e deu tudo errado.
  Anos depois voltou a composição, grande parte da obra é dedicada ao piano. Rachmaninoff teve coragem de compor mais duas sinfonias. A segunda apresentada pela OSUSP é a mais conhecida do grande público. Quatro grandes e longos movimentos. O primeiro com tema trágico e melodias fluentes. A OSUSP começou delicada com suas cordas precisas. O segundo movimento é um Allegro Molto, apesar do tema angustiante a orquestra conseguiu , na execução, o brilho ideal dessa peça. O Adagio do terceiro movimento tem uma intimidade nas cordas, mais uma vez a orquestra da maestrina Ligia Amadio teve uma boa performance. O quarto movimento , com seu final explosivo encerrou com grandiosidade a apresentação. Um desequilíbrio, tende pro lado dos metais, sempre eles tem mais força na apresentação da OSUSP, muitas vezes encobrindo as madeiras e as cordas.
   O público aplaudiu de pé. As senhoras que estavam tirando uma pestana , acordaram, se empolgaram com o final majestoso e soltaram a mão. A OSUSP esta se destacando por apresentar programas de compositores brasileiros e outros que são pouco apresentados por estas bandas. Grande orquestra nas mãos de uma grande maestrina. Bravo OSUSP.  
Ali Hassan Ayache

Ramon Vargas hoje no Teatro Municipal do Rio de Janeiro

 Tenor mexicano e pianista russa Mzia Bakhtouridze integram a Série Concertos Internacionais da Sala Cecília Meireles

 Um dos mais importantes e requisitados tenores da atualidade, Ramón Vargas se apresentará pela primeira vez no Rio, no próximo dia 23 de agosto, às 20h, no Theatro Municipal, acompanhado da pianista russa Mzia Bakhtouridze. O aguardado espetáculo integra a Série Concertos Internacionais da Sala Cecília Meireles, espaço vinculado à Secretaria de Estado de Cultura. O programa será composto por obras de Liszt, Tchaikovsky, Rachmaninov, Xavier Montsalvatge, Salvador Moreno, Heitor Villa-Lobos, J. Turina. A Temporada 2011 da Sala tem o patrocínio da Petrobras.

Desde 1999, a revista Austrian Festpiele posiciona Ramón Vargas em primeiro lugar entre os melhores tenores do mundo. Para o diretor da Sala Cecília Meireles, João Guilherme Ripper, a voz de Vargas é realmente um fenômeno. “Ele conduz sua voz privilegiada com talento teatral e instigante senso dramático”, completa Ripper.

 Sobre Ramón Vargas:
Nascido na Cidade do México, começou a cantar aos 9 anos no Coro de Meninos da Basílica de Guadalupe. Em 1982, após vencer o Concurso Nacional de Canto “Carlo Morelli”, fez sua estreia em “Lo Speziale”, de Haydn, em Monterrey (México). Tornou-se conhecido em 1983, quando o maestro mexicano Eduardo Mata contratou-o para cantar os papéis de Fenton, no “Falstaff”, de Verdi, e de Don Otavio, no “Don Giovanni”, de Mozart. Atualmente, apresenta-se regularmente - e com grande sucesso - nas principais casas de ópera do mundo, entre elas o Teatro Colón, o London Royal Opera House e o New York Metropolitan Opera House. Além de sua carreira operística, também se dedica a concertos, com um extenso repertório que abrange desde as canções clássicas italianas até os Lieder alemães, além de melodias de compositores franceses, mexicanos e espanhóis dos séculos XIX e XX. Em 1998, ofereceu um memorável recital no Teatro alla Scala e suas interpretações de canções populares mexicanas foram recebidas com entusiasmo em concertos pela Europa e também no México. Foi o ganhador do “Laura-Volpi Award” de Melhor Cantor de Ópera da temporada italiana de 1993, e, em 1995, a crítica daquele país foi unânime em aclamá-lo ganhador do “Gino Tani Award for the Arts”. Em 2000, a British Opera Now apontou Ramón Vargas como “Artista do Ano”.

Sobre Mzia Bakhtouridze:
Mzia se graduou no Conservatório de Música de Moscou, iniciando uma intensa atividade como concertista nos mais prestigiados teatros da ex-União Soviética. Atuou posteriormente como docente nesse mesmo conservatório, ensinando música de câmara, ao mesmo tempo que teve uma abundante atividade artística no Teatro Bolshoi, ao lado de importantes regentes como Evghenij Svetlanov, Ghennadij Rozhdestvenskij e Yurij Temirkhanov. Em 1990, mudou-se para Milão, na Itália, para aperfeiçoar-se como pianista acompanhante com o maestro Robert Kettelson. Posteriormente, dedicou-se a estudos de especialização no repertório “liderístico” com Helmut Deustch e David Shaw, e, desde então, estabeleceu sua residência em Milão. Nos últimos anos, trabalhou como mestra interna do Teatro alla Scala de Milão, colaborando com diretores como Riccardo Muti, SerijOsawa, Myng Whun-Chung, Valery Gergiev, Mstislav Rostropovich, Vjekoslav Sutej, Giuseppe Sinipoli, Jeffry Tate e Georges Pretre. Paralelamente, prossegue sua atividade concertística a nível internacional nas mais importantes salas de concerto da Europa e Estados Unidos, ao lado de importantes figuras do canto lírico, como Ramón Vargas, Renato Bruson, Roberto Scandiuzzi, Luca Canonici, Cristina Gallardo Domas, Ildar Abdarsakov, Roberto Frontali, Olga Borotina e Ainhoa Arteta.

Programa:
I
F. LISZT (1811 – 1886)
Die Lorelei, S. 273/2
Tre Soneti di Petrarca, S. 270
P. I. TCHAIKOVSKY (1840 – 1893)
Ária de Lensky (da ópera “Eugeny Oneghin”)
S. RACHMANINOV (1873 – 1943)
Georgian Song , Op.4, nº 4
Spring Waters, Op. 14, nº11

I n t e r v a l o

II
XAVIER MONTSALVATGE (1912 – 2002)
Cinco canciones negras
I - Cuba dentro de un piano
II - Chévere
III - Punto de habanera
IV - Canción de cuna para dormir a un negrito
V - Canto negro
SALVADOR MORENO (1916 – 1999)
Cancion de la barca triste
Nana para un nino que se llama Rafael
Definicion
H. VILLA-LOBOS (1887 – 1959)
Seresta nº 4 - Saudades da minha vida
O anjo da guarda
J. TURINA
Poema en forma de canciones, Op.19

Serviço:
Ramón Vargas, tenor e Mzia Bakhtouridze, piano –
Série Concertos Internacionais - Sala Cecília Meireles
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano s/n° – Centro (Cinelândia) - RJ
Data: 23 de agosto de 2011 (Terça-feira)
Horário: 20h
Ingressos: Plateia: R$ 70 | Balcão Nobre: R$ 70 | Balcão superior: R$ 50,00 | Galeria: R$ 20 | Frisa e Camarote: R$ 420 (6 lugares)
Capacidade: 2.244 lugares
Informações: www.salaceciliameireles.com.br

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Capela Ultramarina, música antiga, no Centro Cultural Aúthos Pagano (SP)

A Capela Ultramarina foi criada em 1999 com o objetivo de pesquisar e interpretar a música Ibérica e brasileira do passado, motivado pelas comemorações relativas aos 500 anos do descobrimento do Brasil. Em 2000 o conjunto apresentou-se com o programa “Cantigas e Vilancetes portugueses à época do descobrimento” em diversas cidades brasileiras. Enfatizando o seu caráter de pesquisa musicológica, a Capela Ultramarina apresentou-se em 2001 dentro das programações culturais do XXI simpósio nacional da Associação Nacional de História – ANPUH, realizado na Universidade Federal Fluminense em Niterói, RJ. Em 2004 apresentou o programa “Vilancicos y Ensaladas”, com composições portuguesas e espanholas destinadas à época do Natal. Dirigida por Fábio Vianna Peres, a Capela Ultramarina  é baseada em um núcleo vocal formado por cantores que integram o Coro da OSESP, considerado o melhor do país. A estes unem-se  instrumentistas com ampla experiência e reconhecimento no campo da interpretação histórica da música do passado.


Prograna e Fornmação:

Cantigas, romances e tonos humanos
Regiane Martinez, soprano
Ana Ganzert, mezzo soprano e percussão
Fábio Vianna Peres, tenor, guitarra barroca e direção musical

Serviço:
Capela Ultramarina
sábado, 27 de agosto · 16H00
Centro Cultural Aúthos Pagano
Rua Thomé de Souza, 997 - City Lapa
GRATUITO
Informações: (11) 3836 4316 (de segunda a sexta, das 9h às 19h)
http://www.apaacultural.org.br/espetaculo.php?id_esp=1815
http://www.capelaultramarina.com.br/CAPELA_ULTRAMARINA/agenda.html

O PRIMEIRO TEATRO DO BRASIL


Na foto, o Real Theatro São João (1835), mandado construir por D. João VI, por Loeillot.


Neste período de comemorações de centenários de teatros, convém falar do primeiro teatro conhecido do Brasil. Era este o Teatro do Padre Ventura, conhecido por alguns outros nomes, entre os quais se destacava o nome de Casa da Ópera. É conveniente  assinalar que o termo “ópera”, quando aplicado genericamente,  durante muito tempo não significava no Brasil o que passaria a significar já avançado o século XIX. “Ópera” servia como resumo de toda atividade teatral, com ou sem música. A Casa da Ópera do Padre Ventura abrigava  acrobacias, mágicas, lanternas, danças, teatro de prosa, solos instrumentais, trechos de óperas propriamente ditas e muita coisa mais.
Ficava esse teatro no Rio de Janeiro, mais precisamnte no Largo do Capim, junto à Rua do Fogo, onde hoje a Rua Uruguaiana quase se encontra com a Avenida Presidente Vargas, cuja construção foi a causa de demolições e total reurbanização do local. O teatro não deixou traços.
Suas atividades tiveram início antes de 1747, o que é objeto de muita discussão. Seu fundador e proprietário era um dito sacerdote conhecido como Padre Ventura, tocador de “rabeca” (na época violino rudimentar, às vezes com menos cordas), tipo curioso, corcunda e sempre vestido de hábitos eclesiásticos. Foi essa personagem a primeira a montar um teatro em recinto fechado, com palco, lugares para o público e para os músicos. Segundo relatos de quem lá esteve, era um teatro simples mas de alguma beleza.
Narra Varnhagen, em sua preciosa História do Brasil, que o almirante francês Bougainville lá esteve e deixou relato escrito, no qual diz que lá um elenco “de mulatos”, em uma sala “muito bela”, executava e representava trechos dos mestres italianos, com uma orquestra dirigida por um “padre corcunda”.
Pouco se sabe a respeito do que se representava nesse teatro. Sabe-se de peças musicadas de Antonio José, o judeu, e de obras de Metastasio.
De curta, mas profícua duração, o Teatro do Padre Ventura pegou fogo em 1769 e tudo indica que, em 1773, sob a vice-reinança do Marquês do Lavradio, tiveram início as atividades do Teatro de Manuel Luís, depois Teatro Régio,  muito mais desenvolvido e bem aparelhado que o anterior, situado ao lado do Palácio dos Governadores, hoje impropriamente chamado de “Paço Imperial”, cujas atividades perduraram até 1813, ano da inauguração do Teatro São João, depois com vários outros nomes até adotar o nome pelo qual foi mais conhecido: Teatro São Pedro, situado exatamente onde fica hoje o Teatro João Caetano, com as mesmas arcadas na fachada.

Marcus Góes

Congresso na UFU discute música e complexidade

 “Música, complexidade, diversidade e multiplicidade: reflexões e aplicações práticas” é o tema do XXI Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música que acontece na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), de 22 a 26 de agosto. Pesquisadores de diversas universidades brasileiras, americanas e da França estarão reunidos no Campus Santa Mônica para discutir as relações entre estudos de música e complexidade. Serão realizadas conferências, debates, concertos e comunicações orais. As atividades vão acontecer no anfiteatro do bloco 3Q, em todos os auditórios do bloco 5O e nas salas 7 e 11 do bloco 3M.
Foram organizados nove grupos de trabalho divididos nos seguintes temas: Composição, Educação Musical, Etnomusicologia, Música Popular, Música e Interfaces (semiótica, mídia, cinema, cognição e musicoterapia), Teoria e Análise, Musicologia / Estética Musical, Sonologia e Performance. Também faz parte da programação um debate sobre financiamento de pesquisas com representantes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
O evento é coordenado pelo Programa de Pós-Graduação em Artes do Instituto de Artes da UFU. A programação completa está disponível no endereço eletrônico www.anppom.com.br. Outras informações: (34) 3239-4064 begin_of_the_skype_highlighting              (34) 3239-4064      end_of_the_skype_highlighting.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Osesp Série Coral apresenta a Missa de Réquiem de Liszt para vozes masculinas.

No dia 28, domingo, às 17h, as vozes masculinas do Coro da Osesp apresentarão a Missa de Réquiem de Liszt no concerto da Série Coral. Sob regência de Naomi Munakata e com participação do organista Nelson Rodrigues da Silva, a apresentação terá solos de Marco Antônio Jordão (tenor), Anderson Luiz de Sousa (tenor), Francisco Meira (barítono) e Fernando Coutinho (baixo).
28 AGO DOM 17h
Série Coral
NAOMI MUNAKATA regente
MARCO ANTONIO JORDÃO tenor
ANDERSON LUIZ DE SOUSA TENOR
FRANCISCO MEIRA barítono
FERNANDO COUTINHO BAIXO
FRANZ LISZT
Missa de Réquiem
Ingressos na Bilheteria da Sala São Paulo ou pela Ingresso Rápido – 4003 1212 / http://ingressorapido.com.br
Classificação etária: 7 anos

A Banda Jovem do Estado de São Paulo - Reestreia de Rapsódia para clarinete

A Banda Jovem do Estado de São Paulo, juntamente com o clarinetista José Luiz Braz, farão a reestreia da Rapsódia para clarinete. O concerto acontece dia 21 de agosto, às 19h. Entrada franca.

Serviço:

Rapsódia para Clarinete e Banda Sinfônica
Data: 21 de agosto de 2011
Horário: 19h
Preço: Entrada gratuita
Local: Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda - São Paulo

Centro cultural no RJ terá festival em homenagem ao folclore brasileiro

O folclore é comemorado internacionalmente no dia 22 de agosto. Por isso, há cinco anos o Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro realiza eventos de resgate e preservação das nossas raízes. Entre os dias 17 a 21 de agosto, acontecerá o 5º Festival do Folclore Brasileiro.
O evento reúne apresentações gratuitas de dança, música, laboratórios de ações criativas, contação de histórias e outras atividades.
A programação inclui, ainda, tradições de outras regiões, como o Nordeste, com a participação dos grupos Céu na Terra, Zanzar e Cia Folclórica do Rio/UFRJ, que apresentarão batuques, com tambores típicos como atabaques, alfaias, tambor de Crioula do Maranhão e candongueiro, além de danças e músicas do cancioneiro popular que ilustram a riqueza e o colorido das manifestações genuinamente brasileiras.
Música e gravura
Além dos grupos convidados, a equipe de arte-educadores do CCBB Educativo apresentará contação de histórias da tradição popular e atividades com música e gravura.
O festival deste ano traz ainda novidades como as oficinas de danças tradicionais para escolas públicas e a apresentação do Conjunto Folclórico Tropeiros da Tradição, do Rio Grande do Sul, um dos grupos pioneiros na pesquisa e resgate das tradições sulistas. As arividades do educativo acontecerão no primeiro andar e as apresentações dos grupos na rotunda.

Camerata de Violões do Conservatório Brasileiro de Música (RJ)

A ASSOCIAÇÃO DE VIOLÃO DO RIO
APRESENTA:
Camerata de Violões do 
Conservatório Brasileiro de Música
Local: Sala das Sessões do Centro Cultural Justiça Federal.
Avenida Rio Branco 241. Centro, Rio de Janeiro.
Data: 20 de agosto de 2011 (sábado)
Horário: 17:00. Espetáculo com 70 minutos de duração.
Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00 (estudantes e terceira idade).
PROGRAMA
FRANCISCO MIGNONE                                - Congada (arr. Lenine Vasconcellos)     
RICARDO TACUCHIAN                               - Imagem Carioca                                  
OSCAR LORENZO FERNÂNDEZ               - Três Estudos em Forma de Sonatina (arr. Fabio Adour)      
CLAUDIO SANTORO                                     - Toccata (arr. Rogério Borda)                
ROBERTO VICTORIO                                    - Microconcerto                                     
ROGERIO BORDA                                          - Pássaros                                            
GAETANO GALIFI                                           - Canuã Liberta seu Povo                    
Integrantes da Camerata de Violões do Conservatório Brasileiro de Música:
Paulo Pedrassoli (direção musical), Gaetano Galifi, Lenine Vasconcellos, Eduardo Gatto, Valmyr de Oliveira, Rogério Borda, Artur Gouvêa e Adriano Furtado 
SOBRE A ASSOCIAÇÃO, DE VIOLÃO DO RIO
Em 20 de janeiro de 2011, a Associação de Violão do Rio completou dez anos. Neste período, organizou mais de trezentos (300) eventos, entre concertos, palestras, ensaios abertos e outros, três CD`s coletivos e nove concursos. Sustenta um Projeto Social voltado ao ensino gratuito do violão em vários bairros carentes, uma Orquestra de Violões e o Sarau mensal, evento aberto ao público, aonde qualquer pessoa pode trazer seu violão e tocar. Mantém ou manteve parcerias e convênios com as Prefeituras do Rio e de Niterói, o SESC Rio, a Rádio MEC e o Centro Cultural Justiça Federal, entre outros. Encomendou obras significativas de importantes compositores brasileiros, como Edino Krieger, Luiz Otávio Braga e Pauxy Gentil-Nunes, que foram estreadas como obras de confronto em certames organizadas pela Associação. Tudo isso, trabalhando geralmente com pouco ou nenhum apoio financeiro. Com essas realizações, a AV-Rio estabelece uma trajetória que a posiciona como a mais atuante associação de violão da história do nosso país.

Telefone de contato: Nicolas de Souza Barros - 2286-6901 (não uso celular).
RELEASE - Camerata de Violões do Conservatório Brasileiro de Música
A Camerata de Violões comemora quinze anos de atividades. O grupo nasceu numa reunião de professores do Conservatório Brasileiro de Música e ganhou espaço no cenário musical com vibrantes interpretações de um repertório brasileiro de altíssima qualidade. Seu primeiro cd, lançado em 2001, recebeu referências elogiosas da crítica especializada nacional e internacional. A revista inglesa CLASSICAL GUITAR referiu-se ao conjunto como “uma orquestra de violões que produz uma sonoridade deslumbrante”. Formada por oito violonistas de destaque, que também são compositores e arranjadores, a Camerata de Violões apresenta um repertório eclético e colorido, calcado nas tradições musicais brasileiras, mas com forte sotaque contemporâneo. Com apresentações em diversos estados brasileiros, a Camerata de Violões do CBM vem conquistando a admiração do público e de grandes músicos como Hermeto Pascoal, que dedicou uma composição inédita ao octeto. O segundo CD do grupo foi lançado pela gravadora Biscoito Fino em abril de 2009, num recital coroado de êxito na Sala Cecília Meireles.   
Críticas
“... uma orquestra de violões que produz uma sonoridade deslumbrante (...) uma gravação inspiradora, que todos os grupos deveriam se apressar em obter.”CLASSICAL GUITAR MAGAZINE – Londres.
“... a Camerata exibiu trabalho interessantíssimo, acionando com flagrante resultado artístico oito violonistas” Carlos Dantas – TRIBUNA DA IMPRENSA.
“...a propósito, o cd é um primor.”   Débora Ghivelder  – VEJA Rio.
“Tivemos um encontro muito bonito aqui em casa. Um encontro de muita musicalidade, mas o que me impressionou na Camerata de Violões foi a família musical compondo. A turma que está com o Paulo toca uma música muito linda”. Hermeto Pascoal.
“... a Camerata de Violões do CBM tem lugar assegurado no nosso cenário musical.”  TRIBUNA DA IMPRENSA. 
 Camerata do CBM neste sábado no CCJF - AV-RIO

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Inscrições para o II Encontro Nacional de Canto seguem abertas até o dia 19 de agosto

O Governo do Estado de São Paulo e o Conservatório de Tatuí seguem com as inscrições ao II Encontro Nacional de Canto abertas até o dia 19 de agosto. A participação nas atividades pedagógicas é aberta a qualquer interessado, condicionada à inscrição prévia como ouvinte ou executante.
O II Encontro Nacional de Canto será realizado entre os dias 1º a 4 de setembro e a programação pedagógica tem confirmado o workshop "Cantor-Ator" (com Laura de Souza); as masterclasses "Piano e Canto" (com Ricardo Ballestero) e "Autour de l'Opera" (com Alzeny Nelo); e as palestras "Produção de Ópera no Brasil" (por Mauro Wrona) e "Tipos de Vozes para Ópera Italiana: Um Ensaio de Classificação - Vozes Femininas e Masculinas" (por Sergio Casoy).
Para se inscrever é preciso pagar taxa única no valor de R$ 20 e preencher ficha de inscrição disponível no site www.conservatoriodetatui.org.br/ecanto. O pagamento da taxa de inscrição pode ser feito em qualquer agência do Banco do Brasil, depositado a favor da Associação de Amigos do Conservatório de Tatuí - Agência 6505-6 - C/C 40.516-7.
Caso o interessado queira concorrer às vagas de executante (podendo apresentar-se e ser avaliado pelos artistas durante as aulas técnicas), deverá também enviar cópia da partitura a ser utilizada pelo pianista correpetidor da obra que pretende apresentar. A lista de aprovados será divulgada no site do Conservatório de Tatuí a partir do dia 25 de agosto.
Neste ano, serão apresentadas, em produções inéditas para o II Encontro Nacional de Canto, na modalidade Canto Lírico, a ópera La Serva Padrona (de Giovanni Pergolesi) e a opereta Orfeu no Inferno (de Jacques Offenbach).
"O Conservatório de Tatuí é uma das mais respeitadas escolas de música da América Latina, responsável tanto pela formação de músicos como pela produção de espetáculos de boa qualidade. É papel do Estado levar cultura de qualidade àqueles que não têm acesso", diz o secretário de Cultura, Andrea Mattarazzo, destacando a importância da expansão cultural pelo interior paulista.
Programação artística
A programação artística do II Encontro Nacional de Canto terá apresentações diárias, às 20h30, no Teatro Procópio Ferreira. No dia 1º de setembro, o público poderá assistir La Serva Padrona, de Giovanni Pergolesi, com atuação de Paula Psilaks (soprano), Ricardo Silva (barítono), Leonardo Thin (ator) e Déborah Melissa (piano), com direção-geral de Carlos Ribeiro. No dia 2, serão apresentadas Árias de Óperas Francesas, por Alzeny Nelo (soprano) e Ricardo Ballestero (piano). No dia 3, o teatro recebe Árias de Óperas Italianas, por Laura de Souza (soprano) e Ricardo Ballestero (piano).
O encerramento do evento será no dia 4, quando o Coro Sinfônico e a Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí participam de Orfeu no Inferno, de Jacques Offenbach. Atuam na opereta Luciane Barros (Eurídice), Cleber Miranda (Orfeu), José Jessé (Plutão), Sandro Pires (Júpiter), Maria Inês Saldanha (Juno), Marcela Rahal (Opinião Pública), Ivanilda Maria (Vênus), Nilceia Récio (Diana), Marcos Baldini (Cupido) e Angelo Varela (Jhony Sticks). A preparação do coro é de Cadmo Fausto; a regência, de João Maurício Galindo; e a direção geral, de Mauro Wrona.
II Encontro Nacional de Canto do Conservatório de Tatuí
Modalidade: Canto Lírico
1º a 4 de setembro
Inscrições de 11 de julho a 19 de agosto
Taxa de inscrição: R$ 20,00
Informações: www.conservatoriodetatui.org.br/ecanto
F: (15) 3205-8444 / ecanto@conservatoriodetatui.org.br

FEMUSC - Festival de Música de Santa Catarina 2012 tem início de inscrições em agosto

O dia 15 de agosto marcou o início do período de inscrições para a edição 2012 do FEMUSC – Festival de Música de Santa Catarina. Conforme o diretor artístico Alex Klein a próxima edição deve reunir em torno de 800 participantes entre alunos e professores, no período de 15 de janeiro a 4 de fevereiro em Jaraguá do Sul, região Norte do Estado.
As inscrições deverão ser feitas pelo site www.femusc.com.br.
Na fase de preparativos, pelo menos duas grandes atrações já estão definidas: os maestros João Carlos Martins (Brasil) e Milan Turkovic (Áustria), ao lado de estrelas que já integram o elenco do FEMUSC como León Spierer e Andreas Hoffmeier, entre outros.
“Outra grande novidade do FEMUSC será o repertório orquestral, com a inclusão da obra ‘Assim falou Zaratustra’, de Richard Strauss, famosa pela sua inclusão no filme ‘Odisséia 2001’, de Stanley Kubrick. Apresentaremos também trechos de outra obra de Richard Strauss, ‘Don Quixote’ e ‘Os Planetas’, de Gustav Holst, nos programas para famílias, como sempre aliando o crescimento técnico e interpretativo dos alunos na orquestra com um teatro e apresentação divertida para crianças de todas as idades”.
O programa incluirá ainda a celebração dos 100 anos de composição da “Sagração da Primavera”, de Igor Stravinsky. “É uma obra que causou escândalo em Paris em sua primeira apresentação em 1914, pois algumas pessoas no público se ofenderam tanto com a aparência de nudez dos bailarinos como pela música do Stravinsky, que serviu de influência para todo o século XX, sendo até mesmo utilizada no filme ‘Fantasia’, de Walt Disney, para representar os dinossauros”.
Enquanto se dedica aos contatos com músicos do mundo inteiro para definir a programação da edição 2012, Alex Klein cumpre roteiro de apresentações por várias regiões.
O maestro-oboísta participou do Festival Sun Flower, em Kansas (EUA), e do Festival Internacional du Domaine, em Quebec (Canadá), do Festival MIMU – Movimento Internacional de Música de Uberlândia (MG). Em agosto, Alex Klein realiza turnê pela Armênia; em setembro vai ao Panamá e Costa Rica; e no dia 25 de setembro retorna ao Brasil para participar de concerto com a Banda Municipal Professor João Müller, em Timbó, Santa Catarina.
FEMUSC – 7º Festival de Música de Santa Catarina
Assessoria de Imprensa
(47) 3373-8652 -  (47) 3373-8652
imprensa@femusc.com.br / www.twitter.com/femusc
Ronaldo Corrêa