terça-feira, 16 de agosto de 2011

I Simpósio Fluminense de Patrimônio Cultural-Científico


A Fundação Casa de Rui Barbosa e a Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz realizam, entre 18 e 20 de agosto, o I Simpósio Fluminense de Patrimônio Cultural-Científico, com o tema “Planos Integrados de Preservação: sítios, edifícios históricos e coleções”. O objetivo do evento, integrante da Semana Fluminense do Patrimônio, é promover a troca de experiências entre as instituições científicas do Estado do Rio de Janeiro sobre a preservação do patrimônio histórico em três escalas de atuação: o sítio histórico, o edifício de interesse histórico e suas coleções.
O simpósio é gratuito e acontece no auditório da Fundação Casa de Rui Barbosa nos dois primeiros dias (18 e 19 de agosto). No dia 20 de agosto, está programada uma visita ao campus Fiocruz Manguinhos. Mais informações: sfpcc2011@fiocruz.br; Tel: 3865-2264
:: 18 de agosto (quinta-feira)
9h – 10h – Credenciamento e montagem de pôsteres.
10h – 10h30 – Mesa de abertura
10h30 – 11h – Coffee-break
11h – 12h – Conferência de abertura com o Prof. Dr. Silvio Zancheti (CECI-MDU/UFPE)
12h – 13h30 – Almoço
13h30 – 17h – Mesa-redonda 01: Sítios históricos
17h – 18h – Sessão de pôsteres.
:: 19 de agosto (sexta-feira)
9h – 9h30 – Café da Manhã
10h – 12h – Mesa-redonda 02: Coleções
12h – 13h30 – Almoço
13h30 – 17h – Mesa-redonda 03: Edificações históricas
17h – 18h – Conferência de fechamento com a Profa. Dra. Beatriz Kuhl (FAU/USP)
18h – 18h30 – Coquetel de encerramento
:: 20 de agosto (sábado)
10h – 11h – Visita ao campus Fiocruz Manguinhos acompanhada pelo arquiteto Renato Gama-Rosa Costa - Local: Sala do Centro de Recepção, Av. Brasil, 4365 – Manguinhos – Rio de Janeiro
 

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Master classes com Berlin Philharmonic Octet

No dia 17 de agosto, às 10h, integrantes do Berlin Philharmonic Octet ministram master classes (violino, viola, violoncelo, contrabaixo, clarinete, fagote, trompa) na Unidade Luz.  A atividade faz parte do “Projeto Educativo Mozarteum Brasileiro Master classes 2011” e tem o apoio da EMESP.   Veja os músicos que irão realizar as master classes. 
Lorenz Nasturica – violino
Romano Tommasini – violino
Wolfgang Talirz – viola
David Adorjan – violoncelo
Esko Laine – contrabaixo
Wenzel Fuchs – Clarineta
Bence Boganyi – Fagote
Radek Baborak – Trompa
 
Os interessados em participar como alunos ouvintes deverão inscrever-se previamente pelo telefone (11) 3815-6377 begin_of_the_skype_highlighting              (11) 3815-6377      end_of_the_skype_highlighting (Mozarteum Brasileiro), de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. A inscrição é gratuita e as vagas são limitadas.
 Berlin Philharmonic Octet
Fundado há mais de 70 anos, foi a primeira associação de música de câmara da Orquestra Filarmônica de Berlim a surgir em todas as principais cidades da Europa. Desde então, o Octeto vem se renovando continuamente, conseguindo novos membros junto aos músicos da Filarmônica de Berlim. Sua biografia conta com grandes nomes e músicos de fama internacional como os spallas Spivakovsky, Rohn e Borries, os violoncelistas Piatigorsky, Graudan e de Machula, o clarinetista Bürkner e o fagotista Rothensteiner. Depois da Segunda Grande Guerra, o conjunto ampliou as suas já intensas atividades de turnê dentro da Europa para viajar até países de outros continentes, visitando os Estados Unidos, Canadá, África, Japão, Coréia, China, Malásia, Nova Zelândia e Austrália. O conjunto se apresenta com frequência nos festivais de Salzburg, Lucerna, Edimburgo e Berlim. Paul Hindemith dedicou o seu Octeto ao conjunto e tocou como primeiro violista na estreia em Berlim. Outros compositores que escreveram para o Berlin Philharmonic Octet incluem Hans Werner Henze, Boris Blacher, Werner Thärichen, Karl Heinz Wahren, Karlheinz Stockhausen e Isang Yun.
 Data: 17/8/2011
Horário: 10:00:00
Local: Unidade Luz da EMESP Tom Jobim - Largo General Osório, 147 - Luz

Auditório Ibirapuera será gerido pelo Itaú Cultural


Vencedor de edital, Itaú Cultural afirma que não utilizará leis de incentivo para gerir o espaço; programação deve continuar focado em música, com expansão para abranger também dança, cinema e teatro. Outra meta dos novos gestores é a redução dos preços de ingressos.
Construído e mantido, até o ano passado, pela operadora de telefonia Tim, o Auditório do Ibirapuera sempre foi gerido por uma entidade de interesse público, o Instituto Ibirapuera (antigo Instituto Música para Todos). O desligamento do Instituto Ibirapuera da gestão do Auditório levou a Secretaria Municipal da Cultura a lançar, no último 21 de junho, um edital para selecionar o próximo gestor.
Segundo o secretário municipal da Cultura, Carlos Augusto Calil, foi a própria OSCIP que desistiu deixar de gerir o espaço. “Eles sempre fizeram uma programcão de muito bom nível. Nunca tivemos nenhum atrito. Eu realmente lamento muito que eles tenham decidido deixar o auditório” explicou.
Sabe-se, contudo, que um dos motivos fundamentais para a desistência do Instituto Ibirapuera seria os problemas econômicos enfrentados pela instituição. Quando, em 2010, a Tim deixou de apoiar financeiramente o Instituto, a OSCIP passou a depender de recursos provenientes de um acordo com o MinC. Contudo, com a mudança na gestão do governo federal, e os novos rumos tomados pelo MinC, o apoio foi retirado – deixando o Instituto Ibirapuera desamparado. ”Entendemos que auditório tem potencial para muito mais do que estávamos conseguindo cumprir”, disse Mário Cohen, presidente do (IAI). Ele ele afirmou que havia procurado o secretário Carlos Augusto Calil em busca de uma solução.
O processo de seleção da nova gestora foi concluído na última terça-feira (26), sendo selecionado o Itaú Cultural. O Itaú Cultural foi o único inscrito no edital que cumpria todos os requisitos exigidos – que, felizmente, inclui a manutenção do Centro de Formação Musical e da Escola do Auditório.

Uma das exigências do edital, cumprida pelo Itaú Cultural, é o compromisso de manter a atual linha de programação. Em outras palavras, o Auditório do Ibirapuera deve continuar dedicando-se a apresentações de música erudita, jazz, e popular.
Contudo, o Itaú Cultural assinala que pretende expandir a abrangência do foco do Auditório. No próprio edital, a Prefeitura já dava a entender que a dança, que começa a conquistas espaço na programação, deveria ganhar mais destaque, e que ainda deveria haver exibição de filmes.
O Itaú Cultural concordou, e ainda foi além: propôs a inserção de espetáculos de artes cênicas na programação.
O Itaú Cultural revelou ainda que pretende reduzir os preços dos ingressos e aumentar a oferta de eventos gratuitos. Em entrevista ao Estado de São Paulo, Eduardo Saron, superintendente do Itaú Cultural, destacou o fato de que as receitas devem ser todas do próprio banco Itaú, sem o uso de leis de incentivo. Segundo o site da Prefeitura, o Secretário Carlos Augusto Calil teria ficado extremamente sensibilizado com esse traço da proposta, uma vez que a não-renúncia fiscal é algo “extraordinário no panorama nacional”.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

HOJE. VOZ ATIVA MADRIGAL NO SESI - RIO CLARO (SP)

O Voz Ativa Madrigal, com 12 cantores, se apesenta hoje às 20H00 no Sesi - Rio Claro. No repertório a primeira fase do Projeto Música Preta, arranjos exclusivos e inéditos de Spirituals tradicionais com harmonia de blue e jazz. Com regência de Regiane Martinez e ao piano Giba Estebez, esta apresentação marca o início de uma série de concertos que o grupo realizará no circuíto Sesi de São Paulo.

Serviço:
Projeto Música Preta - Spirituals

Voz Ativa Madrigal

Sesi - Rio Claro - SP
Avenida M - 29, 441
(19) 3527-3120 /  (19) 3527-3120     
Entrada Franca

Ópera no Theatro São Pedro, sempre tem alguém que atrapalha.

Charles Gounod

A obra teatral Romeu e Julieta, do dramaturgo inglês William Shakespeare, é transposta para a ópera pelo grande compositor Gounod. O amor e a morte encaixaram perfeitamente no gosto do romantismo do século XIX. Adaptar obras de Shakespeare é uma tarefa ingrata, a complexidade e a beleza dos personagens fazem muitos se perderem pelo caminho. Os quatro grandes duetos e uma música com um lirismo tipicamente francês faz a ópera ser tão grandiosa quanto ao original teatral. 
   O Theatro São Pedro escalou o que temos de melhor em matéria de elenco. Nomes de peso do cenário lírico nacional foram convidados para as récitas. Eles não decepcionaram. Fernando Portari conhece bem o papel de Romeo, já o vi cantar o mesmo no Teatro Municipal de São Paulo em 2005. Sua voz só melhorou, ganhou corpo e  potência. Lírica e consistente em todas as passagens e notas. Mostrou um Romeo apaixonado e sedutor. Alta qualidade em toda a récita.
  Tomei um baita susto com Rosana Lamosa, sua primeira entrada mostrou uma voz fria, sem cor. Lembrei de sua apresentação no Teatro Municipal de São Paulo e pensei , o que esta acontecendo ? Felizmente tudo se acertou na sua primeira grande ária. Sua emissão voltou ao normal, seus agudos brilhantes apareceram e toda a cor sedutora de sua voz nos emocionou. Sua última ária, do quarto ato foi empolgante, cantou com vontade, correu riscos, soltou a voz. Suas coloraturas tinham todas as nuances, sinais de cansaço são desprezíveis quando uma cantora se entrega dessa forma. Que seja um exemplo para os demais sopranos, não tenham medo de arriscar. Uma bela apresentação que emocionou demais. 
   A escolha dos comprimários foi acertada, todos em estado de graça. Leonardo Neiva esteve excelente como Mercutio. Uma voz segura, com grande beleza tímbrica. Saulo Javan mandou bem como Frere Laurente e a voz pequena e de belo timbre de Alzeny Nelo encantou a platéia.
   A leitura da partitura por Luis Gustavo Petri é de música extremamente forte nas cenas dos Capuletto e Montecchio e de delicadeza nas cenas entre Romeo e Juliette. A sonoridade soou volumosa demais nos atos ímpares e lírica nos pares, ouvem-se todas as nuances em detrimento das vozes dos cantores. Visão diferente e interessante da obra.
   Vinicius Torres Machado inventou moda, fez os coristas serem engraçados, em uma obra romântica, com movimentos esquisitos no primeiro ato. Todos mascarados como nos carnavais de Veneza, já ia me esquecendo, o romance se passa em Verona. Alguns jogam golfe, outros Basebol e os do fundo têm a roupa de açougueiro ensangüentada. Colocar os cantores pra se apresentar no meio da platéia já virou um clichê, a cama com o lençol vermelho é uma idéia comum. Falta de unidade na concepção, palhaços adentram as cenas sem a menor necessidade e um deles dá um grito ensurdecedor e anuncia o início do ato. Tudo sem nexo , que não contribui para o desenvolvimento do enredo. Depois falam que eu sou chato e ameaçam processo. Essa é a verdade nua e crua, uma concepção equivocada da obra.
   Os cenários são simples e funcionais, os figurinos oscilaram entre o interessante e o maluco e a luz regular. O início da ópera ,as 20:00 horas, fez com muitos se atrasassem, depois do primeiro ato o teatro lotou e todos se maravilharam com a grande música de Gounod. A tradição prevalece e os solistas vão receber os cumprimentos do respeitável público, todos se beijam e se abraçam em uma grande confraternização. Os mais empolgados tiram fotos para postar nas redes sociais, mas quem escreve crítica de ópera não tem nada a ver com isso. 

Ali Hassan

Cyclophonica Orquestra de Câmara na Casa de Rui Barboisa (RJ)

Em homenagem aos 81 anos do Museu-Casa de Rui Barbosa, comemorados no dia 13 de agosto, o Jardim da Casa de Rui Barbosa receberá o concerto da Cyclophonica Orquestra de Câmara de Bicicletas.

O grupo de músicos-ciclistas, que toca sempre em movimento, chegará às 15h30 e percorrerá durante 30 minutos o jardim histórico, com seus instrumentos. No percurso executarão músicas folclóricas brasileiras, composições do século XIX e início do século XX (período em que viveu o patrono da instituição), obras de Villa-Lobos e, para finalizar, “Cidade Maravilhosa”. Após a apresentação na Fundação, os músicos continuarão o concerto por Botafogo.

O evento faz parte do projeto Cyclophonica Paisagem Sonora Carioca, que consiste em 32 diferentes passeios/concertos pelo Rio de Janeiro. A Cyclophonica, criada em 1999 por Leonardo Fuks e seus colegas músicos-ciclistas, é considerada a única orquestra de câmara de bicicletas do mundo.

Diálogos sobre o Sonho Brasileiro discute cultura, economia e educação

Ciclo promove mesas de debates em 15 e 16 de agosto
Discutir ideias e projetos de grande impacto na cultura, na economia e na educação do Brasil é o objetivo do seminário Diálogos Sobre o Sonho Brasileiro, que ocorre na sede do Itaú Cultural, em São Paulo, nos dias 15 e 16 de agosto, com transmissão on-line pela página do banco Itaú no Facebook (disponível no dia do evento). O ciclo de debates é parte de um mapeamento das expectativas e ideais dos jovens brasileiros.
Estão confirmados para o evento o escritor Affonso Romano Sant’Anna, o agitador cultural Pablo Capilé, a pedagoga Dagmar Garroux (Tia Dag), os jornalistas Gilberto Dimenstein e Flávio Paiva, o publicitário Luis Fernando Guggenberger e o ativista Reinaldo Pamponet. Logo, outros nomes serão divulgados. Fique atento ao nosso Twitter e Facebook!
Cada mesa terá a presença de um integrante da Box1824, grupo responsável pela pesquisa, e um dos jovens inovadores mapeados pelo projeto, chamados de “jovem-ponte”. A mediação dos debates é de Luiz Algarra.
Pesquisa
Como o jovem brasileiro de 18 a 24 anos entende a política, a vida profissional, como enxerga sua posição na sociedade e que valores dá às principais instituições sociais? Apresentada pelo Banco Itaú, a pesquisa Sonho Brasileiro procurou respostas para essas perguntas. Nos resultados, uma geração marcada por novas formas de ação no mundo.
A pesquisa identificou três fenômenos causadores de mudança: o não-dualismo, marcado pela cultura do diálogo, da criação coletiva, no lugar da ruptura; a hiperconexão, através da formação de redes amplas por meio de novas ferramentas, sem barreiras físicas ou de tempo e espaço; e, por fim, as microrrevoluções: a transformação da sociedade a partir de modificações pequenas, mas significativas.
Abaixo, você confere a programação do seminário, além de detalhes sobre cada um dos participantes.

Diálogos Sobre O Sonho Brasileiro

segunda 15 e terça 16 de agostoàs 10h e às 14h30
entrada franca
[ingressos distribuídos meia hora antes de cada mesa]
segunda 15 de agosto
10h

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mais importante companhia de ballet do mundo apresenta “Lago dos Cisnes” em São Paulo

Os que tiverem bolso para bancar o salgadíssimo preço poderão desfrutar de apresentação da Kirov Ballet, de São Petersburgo, no Teatro Municipal. Além de clássico de Tchaikovsky, a companhia ainda apresentará Gala Chopiniana.
A mais emblemática companhia de ballet do mundo, a Kirov de São Petersburgo, Rússia, desembarca no Brasil depois de dez anos, para apresentar-se em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
O Kirov Ballet traz em sua bagagem uma história de tradição em ballet clássico de 273 anos. Felizmente, apresentará no Brasil um de seus grandes sucessos de Tchaikovsky, o antológico Lago dos Cisnes. A companhia apresentará também um Gala.
Atualmente, o Kirov é dirigidor por Yuri Fateiv, que busca manter o repertório clássico da companhia – daí a apresentação do cartão de visitas da companhia, Lago dos Cisnes. Curiosamente, o ballet tem aberto espaço para alguns dos coreografos mais modernos do ocidente, criando apresentações que unem a tradição à inovação.
A companhia apresentará-se em São Paulo no Teatro Municipal, entre os dias 23 e 28 de agosto, seguindo então para o Rio de Janeiro e, posteriormente, para Belo Horizonte..
Kirov Ballet
Dificilmente outra companhia de ballet ainda em atividade no mundo terá uma origem tão (literalmente) nobre quanto a Kirov. No século XVIII, foi criada uma escola de dança clássica, que tinha sua sede no interior do próprio Palácio de Inverno – onde viviam os csares e a família imperial. Associada à escola, surgiu o Ballet Imperial Russo.
Na época da Revolução Russa, os soviéticos consideraram o ballet um símbolo do regime czarista, fechando-o. Contudo, alguns anos depois, reabriram a companhia, rebatizada com o nome de Ballet Soviético. Em 1934, quando o revolucionário Sergey Kirov foi assassinado, a companhia recebeu seu nome como uma forma de homenagem – e o nome é utilizado até os dias atuais.
O Lago dos Cisnes
A linda história da princesa Odette foi baseada em contos populares russos, e teve todas suas canções compostas pelo famoso Piotr Tchaikovsky. Apesar de haver diversas versões para esse célebre espetáculo, a maioria das companhias de ballet baseiam sua apresentação na versão criada pelo Ballet Imperial Russo (atual Kirov) em 1895.

A bailarina Uliana Lopatkina, do Kirov Ballet, em apresentação de "Lago dos Cisnes" (1997)
A história narra o romance entre Odette – a princesa, sequestrada e enfeitiçada, que durante o dia vive em forma de cisne em um lago de lágrimas – e seu amado príncipe Siegfried, que luta para libertá-la de seu encanto. O terrível vilão von Rothbart transforma sua filha Odile em uma sósia de Odette - o “cisne negro” – e o príncipe, confundindo-a com sua amada, jura amor eterno a ela. Como a libertação de Odette dependia da fidelidade do príncipe, ela fica aprisionada em seu feitiço, e sob o jugo de von Rothbart, seu sequestrador.
Existem diversas versões para o fim da história. Na primeira vez em que a peça foi encenada, o príncipe percebe sua confusão e, após implorar o perdão de Odette, derrota o mago von Rothbart, quebrando o feitiço. Contudo, para a versão criada pelo Ballet Imperial, o irmão de Tchaikovsky mudou o fim para uma tragédia, em que Odette e seu príncipe suicidam-se no lago. Além dessas duas, existem dezenas de outros finais encenados contemporaneamente pelas diversas companhias de ballet do mundo.
A história do Lago dos Cisnes é baseada em contos populares russos e, segundo diversos estudiosos, é “extremamente russa”, já que diversos elementos de sua história – a fidelidade extrema e o uso da figura dos cisnes – e também de sua dança que baseia-se em danças folclóricas esclavas, têm origem russas.
O romance tornou-se tão icônico que inspirou diversos desenhos animados, e mesmo o filme O Cisne Negro, que rendeu à atriz Natalie Portman o Oscar de Melhor Atriz esse ano.
Serviço
Lago dos Cisnes – Kirov Ballet
Teatro Municipal de São Paulo
R. Ramos de Azevedo, s/n – Centro [próximo aos metrôs Anhangabaú e República]
Terça-feira (23 de agosto) – Lago dos Cisnes – 21h
Quarta-feira (24 de agosto) – Lago dos Cisnes – 21h
Quinta-feira (25 de agosto) – Lago dos Cisnes – 21h
Sexta-feira (26 de agosto) – Gala - 21h
Sábado (27 de agosto) – Lago dos Cisnes - 20h
Domingo (28 de agosto) – Lago dos Cisnes - 21h
Preços:
Lago dos Cisnes – Setor I: R$ 390,00 / Setor II: R$ 230,00 / Setor III: R$ 150,00
Gala – Setor I: R$ 340,00 / Setor II: 200,00 / Setor III: R$ 130,00

Simpósio reúne especialistas do Brasil e do exterior


II Simpósio Internacional de Musicologia da UFRJ ocorrerá de 15 a 17 de agosto, na Sala da Congregação
Or­ga­ni­zado pelo Pro­grama de Pós-Gra­du­ação da EM e reu­nindo 54 es­pe­ci­a­listas do Brasil e do ex­te­rior, o II Sim­pósio In­ter­na­ci­onal de Mu­si­co­logia da UFRJ ocor­rerá de 15 a 17 de agosto, na Sala da Con­gre­gação da EM. O tema "Te­oria, Crí­tica e Mú­sica na Atu­a­li­dade" acom­panha a es­colha feita também para os con­certos da Se­mana de Ani­ver­sário da Es­cola, co­lo­cando em de­bate a pro­dução a partir da se­gunda me­tade do sé­culo XX. Além de mu­si­có­logos, o evento con­gre­gará com­po­si­tores e in­tér­pretes. O ob­je­tivo é “pro­pi­ciar o diá­logo entre a pes­quisa e a cri­ação na con­tem­po­ra­nei­dade”, de­fine a pro­fes­sora Maria Alice Volpe, pre­si­dente das Co­mis­sões Or­ga­ni­za­dora e Ci­en­tí­fica. “Vamos re­fletir sobre em que me­dida as ino­va­ções deste pe­ríodo, no plano das lin­gua­gens, das prá­ticas com­po­si­ci­o­nais, das per­for­mances e das es­cutas, ser­viram de base para novas pro­po­si­ções ana­lí­ticas e crí­ticas na mu­si­co­logia”, sa­li­enta. A ex­pec­ta­tiva é que o “en­contro teó­rico-ana­lí­tico possa nor­tear im­pulso his­to­ri­o­grá­fico fu­turo”, com­pleta.
Entre os con­vi­dados, con­fe­ren­cistas que virão dos Es­tados Unidos, como Pa­tricl Mc­Cre­less, da Uni­ver­si­dade de Yale, ex-pre­si­dente da So­ciety for Music Theory-SMT e El­liott An­to­ko­letz, da Uni­ver­si­dade do Texas-Austin, con­si­de­rado uma “au­to­ri­dade sobre mú­sica do sé­culo XX”; da Es­panha, como é o caso de Carmen Ce­cilia Piñero Gil, pes­qui­sa­dora que re­flete ver­tente im­por­tante da mu­si­co­logia con­tem­po­rânea, os es­tudos de gê­nero e fe­mi­nismo; da Ar­gen­tina, como Omar Cor­rado, da Uni­ver­si­dade de Bu­enos Aires e do Brasil, como a pro­fes­sora Ilza No­gueira, uma das fun­da­doras da As­so­ci­ação Na­ci­onal de Pes­quisa e Pós-Gra­du­ação em Mú­sica (ANPPOM) e da Aca­demia Bra­si­leira de Mú­sica, e Paulo Costa Lima, da Uni­ver­si­dade Fe­deral da Bahia.
Além das con­fe­rên­cias e mesas te­má­ticas, “esta edição do Sim­pósio in­cluiu mais uma mo­da­li­dade, as ses­sões de co­mu­ni­cação apro­vadas me­di­ante ava­li­ação", res­salta a pro­fes­sora Maria Alice. Entre estas, o maior nú­mero é de São Paulo, so­bre­tudo das uni­ver­si­dades es­ta­duais, a USP e a Uni­camp. Ha­verá também grande par­ti­ci­pação de pes­qui­sa­dores das uni­ver­si­dades fe­de­rais do Pa­raná, Rio Grande do Sul, Bahia, Pa­raíba, Ala­goas, de Bra­sília e do Rio de Ja­neiro e ainda de uni­ver­si­dades par­ti­cu­lares (Cân­dido Mendes, UNICSUL e UNIFAI).
 As ins­cri­ções são gra­tuitas e podem ser feitas no pri­meiro e se­gundo dias do evento. Os ou­vintes que ob­ti­verem 70% de pre­sença re­ce­berão cer­ti­fi­cado.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Inscrições para o programa Pré-Estreira da Tv Cultura encerram no próximo dia 12

Pré-Estreia é o novo programa da TV Cultura. Em forma de concurso, o programa  foi especialmente pensado para apresentar e valorizar os jovens intérpretes da música clássica brasileira, sejam eles instrumentistas e cantores solistas ou grupos de música de câmara com até 8 integrantes. Entre 27 de junho e 12 de agosto, os interessados poderão se inscrever para participar.
As grandes novidades deste ano são a inclusão da categoria ‘Conjuntos de Câmara” e a premiação em dinheiro para os vencedores.
“Pré-estreia” vai ao ar no segundo semestre deste ano e é um concurso musical que apresentará ao grande público, jovens talentos da música clássica. No “Pré-estreia”’, músicos de até 24 anos, praticantes de qualquer instrumento, e cantores de até 28 anos terão a oportunidade de se apresentar como solistas ou em conjuntos de câmara. Os conjuntos de câmara deverão ter até 8 participantes, sejam eles formados por instrumentistas, por cantores ou mistos de instrumentistas e cantores.
O comando do programa será do maestro João Mauricio Galindo, que édiretor artístico e regente titular da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo e da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e também regente da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí.
O concurso tem como finalidade desvendar para o grande público como a área da música clássica está desenvolvida no Brasil e o perfil dos seus novos representantes. Assim, o público conhecerá os participantes não somente no palco, mas como vivem e o que fazem na sua vida como cidadãos normais.
A introdução da modalidade conjuntos de câmara visa incentivar a prática da música em conjunto, que é onde os músicos têm mais amplitude de repertório, mais oportunidades na vida profissional e requer um perfeito entrosamento entre seus membros, possibilitando excelente desempenho e crescimento musical de seus adeptos.
As inscrições deverão ser realizadas até dia 12 de agosto. O regulamento e a ficha de inscrição poderão ser obtidos através do site www.cmais.com.br/preestreia
O programa será dividido em oito eliminatórias, duas semifinais (que serão realizadas no Conservatório de Tatuí) e a Grande Final na Sala São Paulo.

Concertos da Osesp contarão com dobradinha do regente Stéphane Denève e da mezzo soprano Kristine Jepson

Poucas vezes na recente história da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo viu-se uma dobradinha entre regente e solista em duas semanas consecutivas. Pois é exatamente isso que acontecerá nos próximos concertos da Osesp. O regente francês Stéphane Denève e a mezzo-soprano Kristine Jepson subirão ao palco da Sala São Paulo para encarar tarefas bem distintas.
Na primeira semana, o programa tem início com os quatro breves interlúdios da ópera Peter Grimes, de Benjamin Britten. Na sequência, a cantora norte-americana apresenta as dolorosas Canções Fúnebres Infantis, de Mahler. A obra foi escrita no início do século XX e não se sabe ao certo se invocavam a morte precoce de alguns irmãos de Mahler ou a morte de sua própria filha, anos mais tarde. As canções remetem a diferentes sentimentos e reações que envolvem desde o luto até a culpa que os pais tendem a carregar eternamente.
O início denso e dramático é refreado na segunda parte dos concertos com a apresentação da Sinfonia nº8, de Dvorák, mais amena e mais alegre.
Na segunda semana, a dupla volta ao palco para dar vida à sinfonia dramática Romeu e Julieta, de Berlioz. O compositor iniciou os esboços de sua composição em 1828, pouco depois de assistir uma encenação da ópera, baseada na obra de Shakespeare, em Paris. Na ocasião, a atriz irlandesa e futura esposa de Berlioz, Harriet Smithson, fazia o papel de Julieta. A sinfonia só foi finalizada mais de dez anos depois, após uma forte imersão do compositor pela obra de Beethoven. Talvez por isso, Berlioz costumava dizer que sua sinfonia não era uma ópera em versão de concerto, nem tampouco uma cantata, mas, sim, uma sinfonia coral, tendo em vista que cantores e coro interpretam os papéis do conhecido casal de amantes, encargo que cabe à própria orquestra. Os concertos dessa semana contam ainda com a participação do Coro da Osesp e do Coral Jovem do Estado, comandados pela regente Naomi Munakata.
Ainda no final da segunda semana, o Quarteto Osesp retorna para mais uma apresentação da sua série de concertos de câmara. No dia 21 de agosto, às 17h, o grupo interpreta obras de Haydn, Beethoven e Schumann.
STÉPHANE DENÈVE - REGENTE
KRISTINE JEPSON - MEZZO SOPRANO
BENJAMIN BRITTEN
Peter Grimes: Four Sea Interludes, Op.33A
GUSTAV MAHLER
Kindertotenlieder
ANTONÍN DVORÁK
Sinfonia nº 8 em Sol Maior, Op.88

Seminário discute ação cultural para Copa de 2014

Dias 11 e 12, o Ministério da Cultura realiza o seminário "Intercâmbio de Experiências Culturais em Megaeventos Esportivos".
O encontro, em Brasília, é voltado a gestores públicos de cultura, representantes do Comitê Executivo da Copa 2014 e das cidades-sede do Mundial, além de especialistas estrangeiros.
Numa próxima fase, o órgão anuncia que promoverá encontros como esse em todas as cidades-sede da Copa, mas as datas ainda não foram definidas.
O objetivo do seminário, além da troca de experiências culturais em megaeventos esportivos, é contribuir com as diretrizes e ações do Ministério para os processos que envolvem a Copa de 2014, esclarece o MinC.
Para a abertura do evento, estarão presentes a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e o ministro do Esporte, Orlando Silva, além de outras autoridades estaduais e municipais da área cultural, integrantes de comissões de educação, cultura e turismo do Congresso Nacional e da Câmara dos Deputados e Senado.
SeminárioCom o tema "O legado cultural em megaeventos esportivos", a primeira mesa de discussão do seminário traz convidados como o diretor do Museu de Londres, membro do comitê executivo do Legado Londres 2012, Jack Lohman; o delegado de Cultura de Barcelona 2006-2011, Jordi Martí; e a diretora geral adjunta da cidade de Cape Town, África do Sul, Laurine Platsky.
"Perspectivas para a cultura brasileira em megaeventos esportivos e a Copa 2014" é outro tema dos dois dias de seminário. Grupos de trabalho discutirão ainda: a cultura de paz, cidadania e mobilização da população; a economia criativa, infraestrutura cultural e sustentabilidade; questões relacionadas ao patrimônio, museus e turismo cultural; e diversidade e expressões artísticas e culturais.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Fábricas de Cultura (SP)

Unidades de Vila Curuçá e Sapopemba retomam programação de ateliês para o semestre
As Fábricas de Cultura de Vila Curuçá e Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo, reiniciam em agosto as aulas dos ateliês de formação para crianças e jovens dos 8 aos 19 anos. São 35 cursos e 1.200 vagas em cada unidade, em modalidades de dança, música, teatro, circo, artes plásticas e multimeios, além de xadrez.
Os moradores do entorno ainda podem se matricular, pois há vagas disponíveis em todos os cursos. Basta comparecer à fábricas do bairro – inclusive no fim de semana – com RG e comprovante de residência. Crianças com menos de 14 anos precisam estar acompanhas de um responsável.
“Com as Fábricas, nós estamos assegurando formação cultural para as crianças e adolescentes da periferia, levando cultura de qualidade para locais em que as pessoas não tinham acesso a ela”, afirma o Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo.
Os ateliês das Fábricas de Cultura acontecem até novembro, sempre de terça a sexta-feira, nos turnos da manhã (9h às 12h) e da tarde (14h às 17h). Cada turma tem duas aulas por semana, com três horas de duração.
Aos sábados, são realizados workshops abertos, sem necessidade de inscrição prévia. E aos domingos acontecem as atividades de difusão cultural, com apresentações e espetáculos no auditório.
A Secretaria de Estado da Cultura está construindo mais oito Fábricas de Cultura, todas localizadas em bairros de periferia com Índice de Vulnerabilidade Juvenil (IVJ) crítico. O indicador leva em conta dados como a frequencia escolar, a gravidez e a violência entre jovens.
As Fábricas são espaços amplos, modernos e completamente equipados para proporcionar a formação cultural dos aprendizes.
Acesse a programação dos ateliês da Fábrica de Cultura de Vila Curuçá.
Acesse a programação dos ateliês da Fábrica de Cultura de Sapopemba.

Teste de Seleção da Orquestra Experimental de Repertório

A Orquestra Experimental de Repertório comunica a todos os interessados que realizará Teste de Seleção, para Instrumentistas Pré-Profissionais, no dia e horário abaixo relacionados:


Dia 13 de agosto de 2011, sábado às 10h00


Instrumentos: Flauta, Oboé, Fagote, Trompa e Trombone
Comunicamos ainda, que a partir deste teste de 13 de agosto de 2011, o sistema de suplência será modificado e só será aberto um novo teste para um determinado instrumento, quando todos os aprovados para a lista de suplência do último, forem chamados para integrar a OER.


Documentos necessários à inscrição:
- Xerox do CPF
- Xerox do RG
- Declaração de estudo, assinada pelo Professor do instrumento, ou da Escola de Música;
- Curriculum de estudos e atividades musicais, digitado e resumido.

Obs: o candidato que não apresentar toda documentação exigida não poderá realizar o teste.
No curriculum deverá constar os seguintes dados do candidato:
CPF, RG, telefone, celular e e-mail.



Das Provas:
- O candidato deverá apresentar uma peça de livre escolha;
- A critério da banca examinadora o candidato poderá ser submetido a uma “leitura à primeira vista”.
Local das inscrições: sede da OER, à Av. São João, 473 (Sala Olido) - Centro - São Paulo/
SP – CEP 01035 – 000
Informações: pelo telefone nº. 3333 76 91 - 33 97 01 21, com Filomena , Maria Teresa ou Ronaldo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Circulando Ópera

Montagem de Carmen, estreada em 2010, segue este ano para mais 20 cidades

Nos meses de julho e agosto, a Secretaria de Estado da Cultura realiza mais uma temporada do programa Circulando Ópera, com apresentações gratuitas da adaptação da ópera italiana La Traviata em 17 cidades do interior e litoral de São Paulo. A ópera faz parte da programação do Momento Itália-Brasil.
“No ano passado, fizemos um piloto do programa com a ópera Carmen e notamos um grande interesse das pessoas em assistir ópera”, afirma Andrea Matarazzo, Secretário de Estado da Cultura. “Nesta nova temporada, aumentamos a quantidade de apresentações e as cidades que vão participar o programa”.
La Traviata, uma das óperas mais conhecidas do repertório, conta a história do romance da prostituta Violetta Valery com um jovem aristocrata, Alfredo Germont. A música foi criada pelo compositor italiano Giuseppe Verdi, e o texto é do poeta Francesco Maria Piave.
Na montagem, são apresentados os principais trechos musicais da ópera, ligados por um texto de teatro. O narrador é um pintor, que, além de contar para o público os detalhes da história, também faz referências a obra de artistas famosos como Balthus, Vermeer, Van Gogh e Velazquez. O texto e a direção levam a assinatura de Cleber Papa, e a produção do espetáculo é do Núcleo de Ópera Curta.
Os papéis principais serão interpretados por dois elencos que se dividem nas apresentações nas várias cidades paulistas, reunindo alguns dos mais importantes nomes da ópera no Brasil, como as sopranos são Manuela Freua e Tais Bandeiras, os tenores Miguel Geraldi e Jean Nardoto e os barítonos Sebastião Teixeira e Leonardo Pace. A direção musical do espetáculo é do maestro Luiz Gustavo Petri, que adaptou a partitura da ópera para ser executada por um quinteto de cordas.
Ao mesmo tempo, as apresentações de Carmen, a famosa ópera do compositor francês Georges Bizet sobre uma cigana, seguem em todo o Estado. A história da cigana e do tenente Dom José tem apresentações programadas para os meses de junho, julho e agosto em mais de 20 cidades.
Já receberam a programção as cidades de Jundiai, Itatiba, Indaiatuba, Mogi das Cruzes Atibaia, Bragança Paulista e Santa Barbará d'Oeste.

Veja a programação de agosto:

SÃO SEBASTIÃO  - 4/8 20h
Teatro Municipal de São Sebastião - Av. Dr. Altino Arantes, 2 - Centro 
LORENA - 5/8 - 20h
Colégio São Joaquim - Rua Dom Bosco, 284 – Centro 

SÃO JOSÉ DO RIO PARDO  - 11/8
DOIS CÓRREGOS  - 13/8 - 20h
Centro Cultural Nilson Prado Telles Avenida Dom Pedro I, 302 

Ficha Técnica:
Direção, texto e cenografia:
Cleber Papa
Direção musical e arranjos: Luís Gustavo Petri
Direção artística de produção: Rosana Caramaschi
Concepção: Cleber Papa e Rosana Caramaschi
Violetta Valéry: Manuela Freua e Taís Bandeira
Alfredo Germont: Jean Nardoto e Miguel Geraldi
Georges Germont: Leonardo Pace e Sebastião Teixeira
Pintor: Alvise Camozzi e Rodrigo Fregnant
Design de luz: Wagner Pinto
Figurinos: Elena Toscano
Legendas: Jonatas Costa
Músicos: Ulisses Nicolai e José Fernandes (Violinos 1), Adonai Ribeiro e Rodrigo Leite (Violinos 2),Mauro Viana e César Pellegatti (Violas), Rossana Nicolai e Fábio Petrucelli (Cellos), Miranda Bartira e Pedro Macedo (Baixos)
Bailarino: Mário Talarico

Romeu e Julieta no Teatro São Pedro de São Paulo



Ópera Romeu e Julieta, de Charles Gounod, é montada no Theatro São Pedro nos dias 10 a 14/8

A célebre história do jovem casal apaixonado separado por famílias rivais toma o palco do Theatro São Pedro de quarta a sexta (10 a 12/8), às 20h, e sábado e domingo (13 e 14/8), às 17h. Baseada na peça homônima de William Shakespeare, a ópera de Charles Gounod, com libreto de Jules Barbier e Michel Carré, é executada pela Orquestra do Theatro, vencedora do Prêmio Carlos Gomes em 2011 na categoria Orquestra Sinfônica. A regência é do maestro Luís Gustavo Petri. A montagem é uma realização do Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, com produção da APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte. Os ingressos custam R$ 30 (inteiro) e R$ 15 (meia-entrada).
“Estamos construindo um espetáculo leve, jovem, com aspectos lúdicos. Quatro anjos palhaços, que representam um destino irônico, conduzem a tragédia”, afirma o diretor cênico Vinícius Torres Machado, que estreia no universo da ópera. O cenário e o figurino são assinados por Eliseu Weide.
O tenor Fernando Portari, que acaba de dar vida a Romeu no La Scala de Milão, reveza-se com o jovem Atalla Ayan, elogiado pela crítica após se apresentar no recital do Metropolitan Opera, em Nova York, em julho. As sopranos Rosana Lamosa e Laryssa Avarazi interpretam Julieta e os barítonos Leonardo Neiva e Amadeu Tasca fazem Mercucio.
“Essa é uma das grandes óperas românticas francesas, bastante expressiva. O som é sutil, com textura sonora e dimensão mais trágica do que dramática. Todas as sensações são descritas pela música, é impressionante”, afirma o maestro Luís Gustavo Petri.
Luís Gustavo Petri - Um dos maiores nomes da regência no Brasil, criou e é o regente titular da Sinfônica de Santos desde 1994. Já esteve à frente de orquestras como a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP), Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e Filarmônica de Manaus. No Teatro Municipal do Rio de Janeiro regeu a estreia nacional da versão de concerto de Candide de Bernstein (2000/2001), bem como a estreia, também no Rio de Janeiro, do musical Magdalena, de Villa-Lobos (2010). Regeu a OSB na estreia da trilha original do Encouraçado Potemkim (2005). Com Cleber Papa,  criou a Ópera Cantada e Contada. Foi o diretor musical dos sucessos My Fair Lady, West Side Story, Victor ou Victoria, Cabaret, com Beth Goulart, Lago 21 e Cidades Invisíveis. Recebeu vários prêmios por seus trabalhos como compositor e diretor musical, entre eles os prêmios Shell, APETESP e APCA.
Vinícius Torres Machado - Bacharel, mestre e doutorando em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo com pesquisa em Máscara Teatral. Trabalhou como ator com Antonio Januzelli, Tiche Viana, Beth Lopes, Esio Magalhães e Marcio Douglas. Estudou teoria teatral com Luiz Fernando Ramos, Silvia Fernandes e Antonio Araújo. Com a Cia Troada,  escreveu e dirigiu os espetáculos A  Porta, A Metamorfose, A  Sombra das nuvens e Espera. Hoje, trabalha na Escola Superior de Artes Célia Helena e na Escola Livre de Teatro de Santo André.
Romeu e Julieta, Charles Gounod
Realização:
Governo de São Paulo – Secretaria de Estado da Cultura
Produção e direção artística: APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte
Regência: Luís Gustavo Petri
Direção Cênica: Vinicius Machado Torres
Elenco: Dias 10, 12 e 14/8 - Fernando Portari (Romeu), Rosana Lamosa (Julieta), Leonardo Neiva (Mercucio), Alzeny Nelo (Estefano), Fernanda Nagashima (Gertrude), Fábio Siniscarchio (Theobaldo), Pedro Vaccari (Benvolio), Daniel Germano (Páris), André Angenendt (Gregório), Ademir Costa (Capuletto), Saulo Javan (Frei Lorenzo), Misael dos Santos (Duque de Verona)
Dias 11 e 13/8 - Atalla Ayan (Romeu), Laryssa Avarazi (Julieta), Amadeu Tasca (Mercucio), Alzeny Nelo (Estefano), Fernanda Nagashima (Gertrude), Fábio Siniscarchio (Theobaldo), Pedro Vaccari (Benvolio), Daniel Germano (Páris), André Angenendt (Gregório), Ademir Costa (Capuletto), Saulo Javan (Frei Lorenzo), Misael dos Santos (Duque de Verona)
Data: quarta, quinta e sexta-feira  (10, 11, 12/8), às 20h | sábado e domingo (13 e 14/8), às 17h
Local: Theatro São Pedro - R. Barra Funda, 171 - Barra Funda
Número de Lugares: 636
Ingressos das óperas: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Vendas na bilheteria do Theatro e no Ingresso rápido:
www.ingressorapido.com.br
Telefone para Informações: (11) 3667-0499 begin_of_the_skype_highlighting              (11) 3667-0499      end_of_the_skype_highlighting
 

Minas lança a Estação da Cultra


O governador de Minas Gerais lançou, no ultimo dia 04, o projeto arquitetônico do Estação da Cultura Presidente Itamar Franco, que vai abrigar em um mesmo espaço uma sala para concertos sinfônicos, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, a Rádio Inconfidência e a Rede Minas de Televisão.

sábado, 6 de agosto de 2011

Matérias neste final de semana.

Caros amigos,

Excepcionalmente, para compensar o ocorrido nesta semana, publicaremos matérias neste final de semana.
Esperamos continuar colaborando com assuntos de interesse para nosso público.
Abaixo publicações deste sábado.
Grato por estar com gente.