sexta-feira, 30 de setembro de 2011

THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO - PROGRAMAÇÃO OUTUBRO

02 - DOMINGO
11h00: ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL
Aylton Escobar – regência
Fanny Solter – piano
 Programa:
MOZART CAMARGO GUARNIERI:
Suíte Vila Rica 28’
WOLFGANG AMADEUS MOZART:
Concerto para piano e orquestra em re menor nº 20 30’
(pequena pausa 5’)
SERGEI PROKOFIEV:
Sinfonia Clássica, op. 25 15’
 (duração total 1h20’)
 Ingressos: R$ 50, 30 e 15
 08 - SÁBADO
20h00: QUARTETO DE CORDAS DA CIDADE DE SÃO PAULO
Claudio Jaffé – violoncelo (convidado)
 Programa:
LUDWIG VAN BEETHOVEN:
"Cavatina" do quarteto op. 130 8’
FRANZ SCHUBERT:
Quinteto em do maior op. 163 52’
(duração total 1h)
 Ingressos: R$ 35, 15 e 5
 09 - DOMINGO
11h00: ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL
Osvaldo Colarusso – regência
Keila de Moraes – meiossoprano
Alexandre de Leon – viola
Programa:
MAURICE RAVEL:
Minueto Antigo 9’
IGOR STRAVINSKY:
Jogo de Cartas 23’
(intervalo 15’)
AZIO CORGHI:
“Fero Dolore” - Cantata dramática 20’
IGOR STRAVINSKY:
Sinfonia em três movimentos 22’
 (duração total 1h30’)
Ingressos: R$ 50, 30 e 15
12| QUA | 17h00
13 | QUI | 21h00
15 | SÁB | 20h00
16 | DOM| 17h00
ÓPERA - “L’ ENFANT ET LES SORTILÈGES” (O Menino e os Sortilégios)
Fantasia lírica de Maurice Ravel
Orquestra Experimental de Repertório
Coral Paulistano
Coral Infanto-Juvenil da Escola de Música de São Paulo
Balé Jovem de São Paulo
Imago Cia. de Animação
Jamil Maluf – regência e direção musical
Lívia Sabag – direção cênica
Luiz Fernando Bongiovanni – coreografia
Fernando Anhê – cenários, figurinos e técnica de teatro negro
Wagner Pinto – desenho de luz
Elenco:
Denise de Freitas (o menino); Luciana Bueno (a mãe/a xícara chinesa/a libélula); Luisa Francesconi (a cadeira Luiz XV/a gata/o esquilo/um pastor); Caroline
De Comi (o fogo/a princesa/o rouxinol); Gabriella Pace (o morcego/a coruja/uma pastora); Leonardo Pace (a poltrona/uma árvore); Vinicius Atique (o relógio/o gato); Paulo Queiroz (a chaleira/a aritmética/a perereca)
 (duração total 1h)
Ingressos: R$ 70, 40 e 15
14 | SEX | 21h00
16 | DOM | 11h00
ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL
Abel Rocha – regência
Antonio Meneses – violoncelo
Programa:
WOLFGANG AMADEUS MOZART:
Abertura da ópera “A Flauta Mágica” 7’
DMITRI SHOSTAKOVITCH:
Sinfonia nº 9 em mi bemol maior, op. 70 27’
(intervalo 15’)
SERGEI PROKOFIEV:
Sinfonia Concertante, op. 125 40’
 (duração total 1h30’)
Ingressos: R$ 50, 30 e 15
17 | SEG | 21h00
18 | TER | 21h00
19 | QUA | 21h00
20 | QUI | 21h00
FESTIVAL FLAMENCO
Dia 17 - Vicente Amigo – Recital de Guitarra
Dia 18 - Israel Galván – “La Edad de Oro” – Espetáculo de dança
Dia 19 - Compañía Rafaela Carrasco – “Vamos al Tiroteo” – Espetáculo de dança
Dia 20 - Compañía Antonio Gades – “Bodas de Sangue” – Espetáculo de dança
Ingressos: R$ 250 a 15
21| SEX | 21h00
23| DOM | 11h00
ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL
(dentro da programação do III Festival Internacional de violão Leo Brouwer)
Leo Brouwer – regência
Schin-Ichi Fukuda – violão
Programa: (primeiras audições no Brasil)
LEO BROUWER:
“Las Ciudades Invisibles” 14’
“Canción da Gesta” 15’
(intervalo 15’)
LEO BROUWER:
Concerto de Réquiem para violão e orquestra 33’
 (duração total 1h20’)
Ingressos: R$ 50, 30 e 15
23 – DOMINGO
17h00: QUARTETO DE CORDAS DA CIDADE DE SÃO PAULO
Hamilton de Holanda – bandolim
Yamandú Costa – violão
Programa:
Música Brasileira e Cubana
LEO BROUWER:
Quarteto de cordas nº 3 23’
(intervalo 15’)
YAMANDÚ COSTA:
Samba pro Rapha 5’
Meiga 5’
Chamamé 9’
HAMILTON DE HOLANDA:
Flor da Vida 6’
Estações 9’
HAMILTON DE HOLANDA e YAMANDÚ COSTA:
Samba do Veio 5’
Luz da Aurora 6’
 (duração total 1h30’)
Ingressos: R$ 50, 30 e 15
27 | QUI | 21h00
28 | SEX | 21h00
29 | SÁB | 16h30
ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Yan Pascal Tortellier – regência
Augustin Hadelich – violino
Programa:
FELIX MENDELSSHON-BARTHOLDY:
Sonho de uma Noite de Verão - Abertura, op. 21 12’
Concerto para Violino em mi menor, op. 64 26’
(intervalo 15’)
SERGEI PROKOFIEV:
Cenas do balé Romeu e Julieta 40’
 (duração total 1h30’)
Ingressos: R$ 135, 101 e 71
29 | SÁB | 21h00
30 | DOM | 17h00
ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL
CORAL LÍRICO
CORAL PAULISTANO
Abel Rocha – regência
Carmen Giannattasio – soprano
Tiziana Carraro – meiossoprano
Cristiano Cremonini – tenor
Luca Dall’Amico – baixo (a confirmar)
Programa:
GUISEPPE VERDI:
“Requiem”
 (duração total 1h30’)
Ingressos: R$ 50, 30 e 15

Theatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo, s/n°
Bilheteria: 11.3397-0327 – www.teatromunicipal.sp.gov.br
Funcionamento da Bilheteria: 2ª a 6ª, das 10h às 19h, ou até o início do espetáculo. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h, ou até o início do espetáculo.
Vendas pela Internet: www.ingressorapido.com.br/prefeitura e 11.4003 2050
Lotação: 1530 lugares
Duração do espetáculo: 90 minutos
Classificação etária: livre, recomenda-se a partir dos sete anos
Ar Condicionado – Acesso para portadores de necessidades especiais – Café

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Festival de Música Sacra (SP)

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Workshop Unifesp destaca outra África

Dia 1º de outubro, Fanta Konatê, bailarina e cantora da República da Guiné, filha do mestre percussionista Famoudou Konatê, e Luis Kinugawa, musicoterapeuta, percussionista, diretor do Instituto África Viva, apresentam em Embu das Artes um programa imperdível. Trata-se de A Arte do Império de Mali (século 13) e sua Diáspora, tema do workshop que faz parte da grade de cursos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), campus de extensão Embu das Artes, e elaborado com base na Lei nº 10.639, assinada pelo então presidente Lula em 2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana no País.
O workshop mostra uma África que o brasileiro não conhece. O Oeste africano é diferente na música, na dança e até nos valores de Nigéria, Angola, Benim, países do ocidente da África, mais presentes no Brasil por meio das manifestações afro-brasileiras e dos orixás, por exemplo. O workshop é focado nos griôs, com belas músicas e danças para batismo, casamento e manifestações folclóricas. Com história de 4 mil anos, é um povo do oeste da África que foi ainda mais massacrado que os negros ocidentais por sua inteligência e conhecimento elevado da forja e do ferro, características do império mandinga.
Os griôs tocavam djembe, um tambor estilo taça com um som que faz qualquer um viajar no tempo ao encontro dos mandingas, que também eram grandes mágicos e feiticeiros. Inspiraram o termo mandingado, que significa enfeitiçado, embruxado e que está no Canto de Ossanha (Coitado do homem que vai atrás de mandinga de amor...), de Vinícius de Moraes. Só que aqui, a mandinga tem final feliz: “A África não pode ser vista como um único país. São muitas etnias, com línguas próprias. Vamos mostrar tudo isso”, diz Luis Kinugawa, brasileiro que viveu alguns anos naquele país. 
As inscrições estão abertas para o workshop, gratuito, com palestra, mostra de vídeos, vivência de percussão e dança. Serão abordados os temas:
- História e Geografia do Império de Mali (século 13)
- Sundjata Keita – o Menino Leão que nasceu paraplégico
- Hierarquia e Clãs no Império de Mali
- O que são povos Mandingas
- O que são Griôs
- A importância da Música e da Danç a no Mandén
- A queda do Império e a Colonização da Guiné
- A Guiné atual
- Os Mandingas no Brasil
- O trabalho do Instituto África Viva (Brasil, Guiné, EUA, Japão)
O workshop, coordenado pela Prefeitura de Embu das Artes, por meio da Secretaria de Cultura, ser&aacu te; realizado no dia 1º/10, sábado, das 14 às 18 horas, no Centro Cultural Mestre Assis do Embu (Largo 21 de Abril, 29, Centro Histórico). Informações: 4785-3683 e 4785-3562.
Elke Lopes Muniz

CONCERTOS COMUNITÁRIOS ZAFFARI - ÓPERA CARMEN - PUC (RS)

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Bandas de Minas preveem doação de instrumentos

O Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Cultura, lança o Edital 2011 “Bandas de Minas – Programa de Apoio às Bandas Civis de Música do Estado de Minas Gerais”. As inscrições encerram no dia 26 de outubro. A iniciativa apóia as bandas civis do Estado, com doação de instrumentos de sopro, metal e percussão, e de kits com partituras. O incentivo inclui promoção de cursos/oficinas de capacitação e aperfeiçoamento artístico e ainda o lançamento de um CD.
Minas Gerais possui 736 bandas cadastradas na Secretaria de Estado de Cultura. Deste total, 496 corporações musicais, de 397 municípios, já foram beneficiadas com a entrega de 7.435 instrumentos nos últimos oito anos (2003 a 2011). Os recursos destinados ao Programa ultrapassam a soma de R$ 5,67 milhões.
Em março deste ano, 67 bandas em atividade em 62 municípios mineiros foram contempladas com a entrega de 773 instrumentos musicais, como flautas, clarinetas, saxofones, trompetes, trompas, trombones, sousafones, bombardinos, bombardões, pratos, taróis, bumbos e surdos. Dessas corporações musicais, 33 receberam o incentivo pela primeira vez e as demais 34 tinham sido beneficiadas em edições anteriores.
Inscrições
De acordo com o Edital 2011, somente poderão ser inscritas as bandas públicas ou privadas sem fins lucrativos, registradas em cartório, que possuam Diretoria, estatuto e/ou regimento interno. As corporações musicais deverão estar devidamente cadastradas na Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais.
Será permitida a inscrição de um único projeto por banda. Para se inscreverem, os interessados deverão apresentar Ficha de Protocolo, Formulário Padrão e Relatório de Atividades. O Edital 2011, com a íntegra dos documentos exigidos, consta no endereço www.cultura.mg.gov.br, no link “Edital Bandas de Minas – Programa de Apoio às Bandas de Música do Estado de Minas Gerais”.
O cadastramento poderá ser feito pelo correio, via sedex ou carta registrada, ou pessoalmente, de segunda à sexta-feira, das 10 às 16 horas, na Diretoria de Programas e Articulação Institucional da Superintendência de Ação Cultural.
Os projetos serão avaliados individualmente por uma Comissão de Análise, que será designada por meio de resolução. O resultado da seleção será publicado no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, em até 45 dias após o encerramento das inscrições. As propostas poderão ser aprovadas integral ou parcialmente, de acordo com disponibilidade de recursos para aquisição de instrumentos viabilizados pelo Programa.
Mais informações pelos telefones (31) 3915-2671 begin_of_the_skype_highlighting                             (31) 3915-2671      end_of_the_skype_highlighting e 3915-2670 bandasdeminas@cultura.mg.gov.br.

Ciranda Coral em Santos (SP)

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Comissão do Senado retira do MEC responsabilidade pelo ensino superior

Projeto de lei transfere atribuição para Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou nesta quarta-feira projeto que transforma o Ministério da Educação (MEC) em Ministério da Educação de Base. Dessa maneira, todas as universidades federais e normas relativas ao ensino superior passariam a ficar sob responsabilidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Agora, o projeto segue para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte. Depois, para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Se aprovado, segue para votação na Câmara dos Deputados.
De acordo com o autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), a mudança é necessária porque o peso do ensino superior faz com que haja uma concentração de recursos e atenção do MEC nesse setor. "Outros países já mostraram que ter um ministro que cuide exclusivamente do ensino de base é um bom caminho. O caminho das universidades é a inovação", disse Buarque, em entrevista à Rádio Senado.
Na Europa, três países - Portugal, França e Reino Unido - têm ministérios distintos, que cuidam separadamente do ensino superior e de base. Na América do Sul, a Venezuela segue o mesmo caminho.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

PRINCIPAL ORQUESTRA DE CÂMARA DA FRANÇA, ENSEMBLE ORCHESTRAL DE PARIS E O CORO ACCENTUS, DIRIGIDO POR LAURENCE EQUILBEY, REALIZAM CONCERTOS EM SÃO PAULO

As apresentações acontecem dias 30 de setembro e 1º de outubro na Sala São Paulo pela temporada 2011 da Sociedade de Cultura Artística.
Há 30 anos na vanguarda européia, o Ensemble Orchestral de Paris é considerado o mais importante grupo de câmara da França, tendo recebido inúmeros elogios da crítica especializada por suas temporadas anuais no Thêátre des Champs- Élysées. Já o Coro Accentus foi considerado “Ensemble do ano” em 2002, 2005 e 2008 pela Les Victoires de la Musique Classique, da França.
Nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, a orquestra e o coro apresentam-se pela Temporada 2011 da Sociedade de Cultura Artística, contando ainda com as participações do barítono Matthew Brook e da soprano francesa Mireille Delunsch. O programa das duas noites é dedicado a compositores franceses: de Hector Berlioz, serão executadas La Mort de Cléopâtre e Tristia Nº1; e de Gabriel Fauré, Réquiem.
A abordagem intimista e original do ensemble tem despertado a admiração não só do público francês, mas também das platéias do Japão e América do Sul. Fundado em 1978 e sob regência de Joseph Swensen desde 2009, possui mais de 20 gravações, entre CDS e DVDs, que mesclam o repertório clássico, contemporâneo e a música de câmara. Os títulos incluem o ciclo completo das sinfonias de Beethoven, sobdireção de John Nelson; os concertos de Chopin, com o pianista Boris Berezovsky; e a Missa em si menor de Bach, gravada na Catedral Notre-Dame, em Paris.
Em turnê ou em estúdio, o Ensemble Orchestral de Paris costuma associar-se aos mais importantes grupos e musicistas da Europa, tais como Heinrich Schiff, Maxim Vengerov, Fabio Bondi, Thomas Zehetmair, Patricia Kopatchinskaja, as irmãs Labèque, Paul Lewis, Emmanuel Pahud, Sir Roger Norrington, Stephen Kovacevich, Vadim Repin, Jean-Yves Thibaudet, François Leleux e Alison Balsom. Dentre eles está também o Coro Accentus, residente da Ópera de Rouen, que reedita esta colaboração no palco da Sala São Paulo.

O Coro Accentus, fundado em 1991 por Laurence Equilbey, que permanece sua atual maestrina e diretora artística, é aclamado como um dos mais prestigiosos intérpretes demúsica contemporânea na Europa, realizando mais de 60 concertos por ano. Frequentemente convidados nos mais notáveis festivais de música da França e já tendo colaborado com importantes maestros, como Pierre Boulez, Jonathan Nott, Christoph Eschenbach, o Coro, com seus 32 integrantes se apresenta, a capella ou com orquestra, e ainda leva música à escolas, hospitais, prisões e asilos.

Com mais de 20 álbuns lançados, o grupo tem sido aclamado pelacrítica desde sua primeira gravação e já foi responsável por mais de sessenta premières de novos compositores como Bruno Mantovani, Marco Stroppa e Gérard Pesson. Recentemente nomeado pela revista Gramaphone como um dos dez principais coros do mundo, o conjunto coleciona prêmios como o Midem Classical Award, em 2006, pela gravação de Schoenberg ao lado do Ensemble Interconteporain e o Disque D’Or, em 2008, pelo lançamento do álbum Transcriptions, que também foi indicado ao Grammy em 2004.

Finalmente, entre seus principais registros está uma gravação do Requiem de Gabriel Fauré com membros da Orquestra Nacional Francesa, obra também incluida na tournée sulamericana.

Mireille Delunsch – Com um repertório que se estende de Monteverdi a Varèse, a soprano destaca-se pelo ecletismo. De origem francesa, Delunsch estreou na Opera du Rhin, na Rússia, e atualmente divide seu tempo entre apresentações como solista e grandes produções operísticas.
Dentre os mais importantes papéis da soprano é possível destacar Mimi, em La Bohème, de Puccini; Agathe, em Die Freischütz, de Weber; Micaela, em Carmen, de Bizet; além das personagens principais em Pelléas et Mélisande, de Debussy e em L`Incoronazione di Poppea, de Monteverdi.

Matthew Brook – Papéis notáveis em óperas e turnês pela Europa e Estados Unidos fazem de Matthew Brook um nome de grande relevância internacional. Com uma voz “clara e ágil”, de acordo com crítica publicada pelo New York Times, o barítono de origem inglesa já trabalhou com grandes nomes da música clássica como Sir John Eliot Gardiner, Richard Hickox, Sir Charles Mackerras e Paul McCreesh.

Como solista, interpretou Requiem de Brahms ao lado da Filarmônica de São Petersburgo; Harmoniemesse, de Haydn com a Orquestra de Dresden e Christimas Cantadas, de Bach, em parceria com Sir John Eliot Gardiner. Sua trajetória pela ópera inclui papeis como oZuriga, em Carmen, em temporada na Opera Comique, em Paris; Polyphemus, em Acis and Galatea, de Handel; Ismeron, em The Indian Queen, de Purcell; Papageno, em A Fláuta Mágica, de Mozart, dentre muitos outros.

Convidadofrequente em festivais de música como o Edinburg, Cheltenham e o BBC Proms,Brook tem uma vasta discografia que conta com L’Enfance du Christ, de Berlioz, gravado em parceria com Richard Hickox e a BBC National Orchestra ds Wales; Idomeneo, com a Orquestra de Câmara da Escócia e Sir Charles Mackerras e ainda Messiah, de Handel, que rendeu ao cantor um prêmio Gramophone.

SOCIEDADE DE CULTURA ARTÍSTICA - TEMPORADA 2011
Local: Sala São Paulo
Praça Júlio Prestes, s/nº - Luz - São Paulo (SP).
Capacidade: 1484 lugares        

ENSEMBLE ORCHESTRAL DE PARIS
CORO ACCENTUS, regência de Laurence Equilbey
MIREILLE DELUNSCH soprano
MATTHEW BROOK, barítono
30 de setembro e 1º de outubro (sexta-feira e sábado)
Berlioz            La Mort de Cléopâtre
                       Tristia Nº1
Fauré             Réquiem

Mais informações: www.culturaartistica.com.br
Ar condicionado / Acesso Para Deficientes - Classificação etária: Livre
Estacionamento Conveniado: Estapar R$ 10 (Rua Mauá, nº51)

Televendas Cultura Artística: (11) 3258-3344 begin_of_the_skype_highlighting              (11) 3258-3344      end_of_the_skype_highlighting, de segunda a sexta, das 10h às 18h.
Preços: Setor 1 – R$ 230 / Setor 2 – R$ 190 / Setor 3 – R$ 120 / Setor 4 – R$ 70
Estudantes até 30 anos – R$10 – Meia-horaantes dos concertos
Atenção: o número do televendas da Sociedade de Cultura Artística não é o da Sala São Paulo.

Apoio: Lei de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura

Cesária Évora está internada após AVC

A cabo-verdiana Cesária Évora, conhecida mundialmente por ‘diva dos pés descalços’, sofreu um Acidente Vascular Cerebral e está internada em Paris (França). Segundo a Lusa, a cantora deu entrada no Hospital Pitié-Salpêtrière na sexta-feira e tem "diagnóstico clínico reservado".
A notícia foi divulgada domingo, 25, pela Lusa surge um dia depois de a promotora Tumbao ter anunciado que problemas médicos forçavam a cantora de 70 anos a pôr termo à sua carreira, visto que já não tinha condições para actuar. Foi então avançado que um disco já gravado pela cantora seria lançado em 2012.
No domingo, o produtor e manager José da Silva escreveu no fórum do site Cesária.Info que a cantora falou e comeu às 17h00, numa nota bastante mais positiva do que a escrita horas antes, quando aconselhou os fãs da intérprete de ‘Sôdade’ a rezar perante uma "situação muito complicada".
Os problemas cardíacos da cantora natural do Mindelo estavam a intensificar-se nos últimos tempos. A 10 de Maio foi operada de urgência ao coração em Paris, seguindo-se um longo período de recuperação.
"Vou cantar ainda mais algum tempo, não sei até que idade. Mas sei que não vou cantar para sempre", disse a cantora ao CM em 2009, numa entrevista em que antecipava o concerto que fez em Maio de 2010 no Coliseu de Lisboa, tendo ao lado o angolano Bonga.

Claude Bolling, um mito do jazz, toca no Masp, hoje

O pianista francês Claude Bolling, um dos ícones do jazz, apresenta-se pela primeira vez no Brasil, dia 27 de setembro, às 12h30, no grande auditório do Museu de Artes de São Paulo. O show deste conceituado músico, um recordista nas paradas de sucesso do Top 40, da Billboard, por cerca de 10 anos, será realizado com o trio, formado por Pierre Maingourd (baixo), Vincent Cordelette (bateria) e James Strauss (flauta). A realização é da Art Invest.

Nascido em Cannes, Claude Bolling estudou no conservatório de Nice e, posteriormente, em Paris. Criança prodígio, aos 14 anos tocava jazz ao piano profissionalmente, com Lionel Hampton, Roy Eldridge e Kenny Clarke. Seus livros de técnica jazzística mostram que não se aprofundou muito além do bebop no jazz de vanguarda. Entretanto, foi uma figura de destaque no reavivamento do jazz tradicional, ocorrido no fim da década de 1960, tendo feito grande amizade com Oscar Peterson.

Trilhas sonoras
Escreveu música para mais de cem filmes - a maioria franceses. Sua primeira trilha sonora foi para um documentário de 1957 sobre o Festival de Cannes. Além disso, compôs para os filmes Borsalino (1970) e CaliforniaSuite (1979). Bolling também é conhecido por uma série de colaborações com músicos eruditos. Sua Suite para Flauta e Trio de Jazz (Suite for Fluteand Jazz Piano Trio), com Jean-Pierre Rampal, uma mistura de elegância barroca e ritmo moderno, foi um campeã de vendas durante muitos anos e foi seguido por outros trabalhos no mesmo caráter.

Seu trabalho foi, particularmente popular, nos Estados Unidos, onde esteve por dois anos nas paradas de sucesso, além de constar do Top 40, da Billboard, por 530 semanas. Após o trabalho com Rampal, Bolling trabalhou com vários outros músicos de diferentes gêneros, como Alexandre Lagoya, Pinchas Zukerman, Maurice André e Yo-YoMa. Tocou também, além de prestar tributos a vários outros, com Lionel Hampton, Duke Ellington, StéphaneGrappelli, DjangoReinhardt e Oscar Peterson.

Série “Música no Masp”

O projeto “Música no Masp”, criado pela Art Invest em 2008, oferece o melhor da música erudita e instrumental, todas as terças-feiras, no horário do almoço, ao público que circula pela região da Avenida Paulista, corredor estratégico e agitado, por onde passa 1,5 milhão de pessoas por dia.

A proposta é proporcionar uma pausa para quem estiver disposto a interromper o ritmo intenso da rotina de trabalho, por cerca de uma hora, duração prevista para o concerto. Até turistas que visitam as exposições do Masp – com entrada gratuita também as terças – freqüentam o concerto.

A série tem o patrocínio da Usina Colombo – Açúcar e Álcool S A. Apoio cultural da Editora Sarandi. Apoio institucional do Governo de São Paulo - Programa de Ação Cultural (Proac), Masp e Associação Paulista Viva.

PROGRAMA

Suite for flute and Jazz piano trio  n.1 - completa
Intervalo

Trio (entrée)

Suite for flute and Jazz piano trio  n.2 ( a la carte)

MÚSICOS
Claude Bolling
Pierre Maingourd - baixo
Vincent Cordelette – bateria
James Strauss - flauta

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Metas do Plano Nacional de Cultura - Seminário Funarte (SP)

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Abertas as inscrições para bolsas de estudos na Espanha

A Universidade Federal de Rondônia (UNIR) informa que as inscrições para concorrer à bolsas de estudos para cursar um semestre na Universidade Pablo de Olavide, em Sevilha, na Espanha, podem ser feitas até o dia 28 de setembro, no sítio www.santanderuniversidades.com.br/bolsas. A seleção faz parte do Programa de Bolsas Ibero-Americanas para Estudantes de Graduação do Santander Universidades. Cinco acadêmicos da UNIR serão contemplados.
A UNIR já tem parceria com a Universidade Pablo de Olavide desde 2007, quando foi firmado convênio, e ao longo deste tempo várias ações foram desenvolvidas, como curso de pós graduação e seminários. Para o reitor da instituição, professor doutor Januário Amaral, este é um passo importante para internacionalizar a UNIR. “Estamos transpondo as barreiras regionais e a universidade espanhola já é uma parceira nessa disseminação de conhecimento e intercâmbio”.
Para participar do Programa de Bolsas Ibero-Americanas, o estudante deve estar matriculado como aluno regular na instituição; ter coeficiente de rendimento superior ou igual a oito e no máximo uma reprovação até o atual período; estar cursando a partir do 2º ano (ou 3º semestre); e não ter participado de nenhum programa de bolsas de estudos de mobilidade internacional de iniciativa do Grupo Santander.
A coordenadora de Relações Internacionais da UNIR, professora doutora Valéria de Oliveira, assinalou a necessidade de proporcionar ao acadêmico a interação com outras instituições. “Temos que fazer com que a instituição se insira no contexto global, abrindo fronteiras para os alunos e possiblidades para que possam ter uma formação contextualizada com que acontece no mundo”, explicou.
Os estudantes admitidos no programa deverão permanecer regularmente matriculados na instituição; concordar em estudar durante o período de vigência da bolsa, com dedicação integral na universidade hospedeira, em um programa de estudos aprovado pelas autoridades competentes da IES; escolher cursos na universidade hospedeira que possam ser aproveitados para o seu currículo na instituição; contratar seguro internacional (obrigatório), assumir eventuais gastos adicionais incorridos pelos cônjuges, dependentes ou acompanhantes; cumprir com todas as condições estabelecidas nos Princípios Gerais do Programa de Bolsas Ibero-Americanas Santander Universidades; além de poder beneficiar-se de programas de auxílio financeiro na IES ou outros órgãos de fomento.
Após a inscrição, os candidatos devem entregar a documentação exigida na PROGRAD ou na Direção dos Campi até o dia 29 de setembro de 2011. O envelope deve conter cópia do comprovante de inscrição preenchido e assinado; histórico escolar da UNIR; curriculum lattes documentado; carta de recomendação assinada por professor ou chefe de departamento do curso; carta assinada, explicando os motivos pelos quais pleiteia vaga no programa; cópia de RG, CPF e passaporte.
O valor da bolsa de estudos é de € 3.000,00 (três mil Euros), equivalente à R$ 7.047,90, pago diretamente ao aluno em conta Santander, na modalidade universitária. O Programa do Santander Universidades prevê a distribuição de mil bolsas de estudos para alunos de graduação matriculados em universidades ibero-americanas. As bolsas estão divididas entre universidades de 10 países (Argentina, Brasil, Espanha, Chile, Colômbia, México, Peru, Portugal, Porto Rico e Uruguai).
Saiba mais informações ligando para 2182-2020 ou 2182-2065, ou acessando o sítio www.santanderuniversidades.com.br/bolsas.

A ministra Ana de Hollanda anuncia hoje plano para a cultura até 2020

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, lança hoje a consulta pública para o conjunto de metas que integram o Plano Nacional de Cultura (PNC). A partir de agora e até 20 de outubro, a sociedade civil poderá acessar as metas no site do Ministério da Cultura (MinC), comentar, fazer propostas e até sugerir a inclusão de novas. A consulta faz parte da consolidação do PNC, projeto de lei aprovado em dezembro de 2010 que estabelece uma política cultural para o MinC.

As metas funcionam como um conjunto de ações e proposições que o MinC pretende desenvolver até 2020. São 48 no total e tratam de questões que vão do aumento do orçamento para a cultura a uma cartografia da diversidade cultural brasileira. O documento servirá como lista de objetivos do ministério e deve orientar as negociações com o governo na hora de implementar políticas públicas para a cultura.

O MinC tem hoje um dos menores orçamentos da Esplanada dos Ministérios e, em 2011, ficou com cerca de 7% a menos que em 2010. No entanto, o plano de metas do PNC apresenta propostas ousadas como o aumento de 37% dos recursos públicos para a cultura em relação ao PIB e 30% dos recursos federais para o incentivo fiscal, além de querer abocanhar 10% do Fundo Social do Pré-Sal. Em 2010, a renúncia fiscal do governo federal representou apenas 0,05% do PIB e o fundo do pré-sal ainda não foi instituído. “A gente não pode apequenar os objetivos. Temos que pensar grande”, diz Sérgio Mamberti, secretário de Políticas Culturais do MinC.

De acordo com Américo Cordula, diretor de Estudos e Monitoramento da Cultura no ministério, as metas não poderão ser realizadas de imediato e será necessário elencar prioridades, mas isso só acontecerá após a consulta pública. “O desafio é estabelecer uma estratégia. A gente vai ter que se adaptar às conjunturas”, diz. “Para os próximos anos, o orçamento do MinC estará comprometido com o PNC.” A equipe responsável por tratar os comentários e sugestões da consulta vai também responder cada proponente. Cordula garante que ninguém ficará sem resposta.

Entre as metas estão a disponibilização na internet de obras que estejam em domínio público ou licenciadas, o que incluiria a totalidade das obras da Cinemateca brasileira. O ministério também quer criar uma versão brasileira de licenças para que artistas possam liberar partes de suas produções, uma variação do creative commons que gerou polêmica no início da gestão de Ana de Hollanda.

Também está no documento o aumento do número de Pontos de Cultura, outra fonte de polêmicas na gestão da ministra, já que o atraso no pagamento de editais da gestão passada mobilizou artistas por todo o país. A intenção é passar dos 3.109 pontos atuais para 15 mil. Até outubro, o MinC quer ainda colocar em prática o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC), uma plataforma que reunirá os números da cultura, os investimentos e servirá como base para um mapa da produção cultural brasileira.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Quarteto Agha se apresenta no Espaço Mário Covas (SJCampos -SP)

O projeto Villa-Lobos, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), apresenta neste domingo (25), às 18h, no Espaço Mário Covas, um concerto com o Quarteto Agha, de São José dos Campos. A entrada é franca.
A apresentação contará com um vasto repertório, que inclui grandes nomes da música erudita, como Villa-Lobos, Bach, Schumann, Mozart e Chopin (confira o programa abaixo).
Quarteto Agha ("alma" em Tupi-guarani) - Criado em 2009, o quarteto é formado por Zélia Marão (piano, arranjos e direção musical), Bruno Carlos (viola), Gustavo Lessa (cello) e Willian Rocha (violino), e tem como objetivo não somente reproduzir canções, mas acrescentar elementos próprios, com novos arranjos e adaptações.
A Sociedade de Cultura e Educação Musical (Socem), contratada pela FCCR, é quem coordena o projeto Villa-Lobos. Não é preciso retirar ingressos antecipados.
Serviço: Espaço Mário Covas - Praça Afonso Pena, 29 - Centro. Informações: (12) 3924 - 7319 begin_of_the_skype_highlighting              (12) 3924 - 7319      end_of_the_skype_highlighting.
Programa:
J.S.Bach / Zélia Marão
Dois Prelúdios
R.Schumann / Zélia Marão                   
Por um Fio
W.A.Mozart                            
Das Klinget So Herrlich
R.Schumann                            
1º, 2º e 3º  Movimento do Quarteto em Mi b
F.Chopin                                                              
Estudo Número 07  (Adap. Zélia Marão)
Francis Hime / Arr.: Zélia Marão               
Embarcação
Osvaldo Lacerda / Adapt.: Zélia Marão            
Dobrado
Waldemar Henrique / Adapt.: Zélia Marão       
Matinta Perêra
Villa-Lobos/Piazzolla/  Recriação Zélia Marão                
 Piazzollando
Bach/Baden e Villa Lobos / Adapt.: Zélia Marão    

EMESP Tom Jobim promove II Encontro de Coros no MASP

Pelo segundo ano consecutivo, a Escola de Música do Estado de São Paulo - Tom Jobim (EMESP Tom Jobim) promove o Encontro de Coros, no dia 25 de setembro, domingo, às 16 horas, no MASP. Nesta edição, foram convidados o Coro Juvenil da OSESP, o Collegium Musicum e o Coro de Câmara da UNESP, que se apresentarão juntamente com o Coral Jovem do Estado, um dos grupos de difusão e formação musical da EMESP Tom Jobim.
A regente e diretora artística do Coral Jovem do Estado, Naomi Munakata, explica que o objetivo é estimular a prática de Coros em São Paulo. “Além de trocar experiências e trazer um repertório eclético, é uma oportunidade de retomar os tradicionais Encontros de Coros que eram realizados em São Paulo”, conta.
O Coro Juvenil da OSESP, sob a regência de Paulo Moura, abre o concerto. O grupo interpretará as obras Pastime with good company, de Henry VIII, Villanesca, de Francesco Guerrero, Moda dos 3 rapazes e Conceitos – Suíte nº3, de Osvaldo Lacerda, e Suíte Nordestina, de Ronaldo Miranda.
Em seguida é a vez do Coro de Câmara da UNESP, que se apresenta sob a regência de Vitor Gabriel. No repertório, Tres Epitafios, de Rodolfo Halffter, e Tres Canciones de Amor, de Manuel Oltra.
Já o Collegium Musicum de São Paulo, regido por Bruno Facio, traz um repertório formado pelas peças 3 Stuart Songs, de Huub de Lange, Adoramus te Christe e Zefiro torna e 'l bel tempo rimena, de Claudio Monteverdi, e Le chant de l’Allouete, de Clément Janequin.
Com regência de Naomi Munakata, o Coral Jovem do Estado encerra o evento com a apresentação das obras: Missa Ferial, de Osvaldo Lacerda, Abendlied zu Gott, de Joseph Haydn, Abendlied, de Johannes Brahms, Zigeunerleben, de Robert Schumann, e Cantique de Jean Racine, de Gabriel Fauré.
Ingressos: R$6 e R$3 (meia)
Data: 25/9/2011
Horário: 16:00:00
Local: Grande Auditório do MASP - Avenida Paulista, 1.578, São Paulo - SP

Corais da Petrobras e Orquestra Filarmônica de Brasília celebram Noel Rosa (DF)

No próximo domingo (25/09), coralistas da Petrobras e a Orquestra Filarmônica de Brasília homenageiam os 100 anos de Noel Rosa e os 50 da Bossa Nova, no Teatro Nacional, na capital federal. A Companhia irá destinar 500 ingressos individuais e gratuitos para o evento, que podem ser retirados na bilheteria do Teatro, a partir desta quarta-feira (21/09). Veja o cartaz.
O show de gala integra uma série de sete apresentações que serão realizadas no Distrito Federal entre os dias 24 e 26 de setembro. Este será o primeiro Encontro de Corais da Petrobras na cidade, que irá reunir 400 vozes.
Todos os coralistas são parte da força de trabalho da empresa nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Amazonas, Minas Gerais, Sergipe, São Paulo, Rio Grande do Norte, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Pernambuco.No dia 26 de setembro, a Petrobras irá promover uma apresentação exclusiva do Coral para jovens atendidos por programas sociais apoiados pela Companhia no Distrito Federal e para a força de trabalho de Brasília. Cerca de 200 jovens que participam dos projetos sociais “Roda Viva”, da Ceilândia, e “A Bola da Vez é o Bola Preta”, de Sobradinho, terão a oportunidade de assistir, pela primeira vez, a apresentação de um coral.
Veja a programação completa:
Dia 24/09 – sábado
Apresentação dos Corais da Petrobras – 400 vozes
17h – Shopping Casa Park
Dia 25/09 – domingo
Apresentação dos Corais da Petrobras – 100 vozes
9h00 – Grupo Congresso Nacional – Santuário Dom Bosco – 702 Sul
9h00 – Grupo Teatro Nacional – Paróquia São Pedro Apóstolo – Ceilândia
9h30 – Grupo Ponte JK – Paróquia de Nossa Senhora do Rosário de Pompéia – Vila Planalto
9h30 – Grupo Catedral – Catedral Metropolitana de Brasília – Esplanada
20h: Apresentação de Gala dos Corais da Petrobras – 400 vozes
Teatro Nacional Claudio Santoro – Sala Vila Lobos
Entrada franca mediante a retirada de ingressos na bilheteria do Teatro, a partir do dia 21 de setembro, limitado a 500 ingressos individuais.
Informações: (61) 3322 0548 begin_of_the_skype_highlighting              (61) 3322 0548      end_of_the_skype_highlighting
Repertório da apresentação:
1. Nascemos pra Cantar
2. Epitáfio
3. Agnus Dei com Vinde Adoremos
4. The Exodus Song
5. Time To Say Godbyes (Con Te Partiró)
6. Pout-pourri de temas brasileiro
7. Carmina Burana – O Fortuna
8. Aleluia
9. Pastorinhas
10. Corcovado
11. Samba de uma nota só
12. Se Todos Fossem Iguais a Você

Banda Sinfônica Jovem do Estado interpreta músicas latino-americanas em concerto gratuito (SP)

Sob regência de Dario Sotelo, concerto reúne peças do compositor brasileiro Edmundo Villani-Côrtes, do colombiano Victoriano Valencia Rincón, entre outros, dia 25 de setembro, domingo, às 19 horas, no Memorial da América Latina
 A Banda Sinfônica Jovem do Estado, grupo musical do Governo do Estado e da Secretaria da Cultura, recebe o regente da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, Dario Sotelo, em concerto gratuito no dia 25 de setembro, domingo, às 19h, no Memorial da América Latina. O grupo apresenta um repertório com canções de compositores latino-americanos como Edmundo Villani-Côrtes e Victoriano Valencia Rincón e contará com solo de vibrafone de Augusto Alves de Morais.
 A apresentação tem início com a peça Abertura em Ré, do Padre José Maurício Nunes Garcia, com transcrição de João Victor Bota. Em seguida, o grupo recebe o músico convidado, Augusto Alves de Morais, para interpretar a obra Concerto para Vibrafone e Concerto para Vibrafone e Orquestra de Sopros, do compositor brasileiro Edmundo Villani-Côrtes. Na sequência, será interpretada a Suíte Colombiana nº2, de Victoriano Valencia Rincón. O concerto encerra com a peça Un Dominicano en Madri, do compositor dominicano Caonex Peguero-Camilo.

Programa:
 Padre José Maurício Nunes Garcia
Abertura em Ré
Transcr. João Victor Bota
 Edmundo Villani-Côrtes
Concerto para Vibrafone e Orquestra de Sopros
Solista: Augusto Moralez
1º Desafio
2º Intermezzo
3º Toccata
 Victoriano Valencia Rincón
Suíte Colombiana nº2
1º Cantadoras
2º Bambuco
3º Cumbiamba
4º Pregon
 Caonex Peguero-Camilo

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

CORAL CULTURAINGLESA CONVIDA

CORALCULTURAINGLESACONVIDA
24 de setembro de 2011, sábado às 20hLocal: Centro Brasileiro Britânico (Auditório)
Rua Ferreira de Araujo, 741, Térreo, Pinheiros
Estacionamento tarifado no local: R$ 15,00 (preço único)
Entrada Franca
REPERTÓRIO Coral Cultura InglesaO Beatum Et Sacrosanctum Diem - Peter Phillips
Oração Para Aviadores – Osvaldo Lacerda

Regente e Diretor Artístico
: Marcos Júlio Sergl
Regente Assistente: André Guimarães
Orientação Vocal: Miriam Farina
Organista/ Pianista: Marcos Alves da Gama

REPERTÓRIO Coral Miriam OtachiFlor de Cerejeira – Canção tradicional japonesa
Estações do Ano – Canção tradicional japonesa
Prece ao Vento – Dorival Caymmi
I Am A Thousand Winds – Versão Man Arai
Vira Virou – Kleiton e kledir
Aquele Amor Maravilhoso – Kazuhiko Kato
Xote Das Meninas – Gonzaga
Regência: Miriam Otachi
Pianista
: Yuko Koyama

REPERTÓRIO Coral Da Boca Pra ForaAmen Siakudumisa – Canção Africana
Passatempo – Henrique VIII (Versão em Português)
Tourdion – Anônimo Francês
Bambambulelê – Folclore Brasileiro, arr:José Vieira Brandão
Vira Virou – Kleiton e Kledir Ramil, arr:José P. Boéssio
Sonora Garoa – Passoca, adap. Nelson Silva de arr. G.C.Giudice

Regência: Marcelo Santos
Coral CulturaInglesaContato: Fernanda Tonolicoral@culturainglesasp.com.br

Crítica de Marcus Góes, Tosca do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Uma Pequena Porção.


Sempre que escrevo sobre a ópera TOSCA,  lembro, com incontido sorriso, que Sardou, autor da peça teatral em que se baseia a ópera, disse que os críticos são aquelas pobres criaturas que querem sempre saber o que é que ele Sardou vai fazer amanhã quando acordar…Victorien Sardou (1831-1908), famosíssimo e festejadíssimo teatrólogo francês do final do século XIX e início do século XX, escreveu várias peças em que o toque principal foi sempre a busca da teatralidade. “La Tosca”, criada em 1887 por Sarah Bernhardt, talvez seja a mais teatral de todas as suas peças.
Por isso, logo ao saber de sua existência, muitos compositores pensaram em transformá-la em uma ópera, e o mais famoso e bem sucedido destes foi Giacomo Puccini (1858-1924), e  TOSCA, como ópera, foi estreada em Roma em 1900, depois de muitas tratativas entre o compositor, os libretistas Luigi Illica e Giuseppe Giacosa e o próprio Victorien Sardou, tendo este tomado parte muito ativa nas adaptações da peça, nas palavras do libreto, nos cenários e figurinos e na encenação geral.
Isso tudo concedeu a TOSCA o título de ópera mais teatral já composta, segundo a opinião de quase todos os estudiosos, dividindo-o com “I Pagliacci” (1892), de Leoncavallo, “Carmen” (1875), de Bizet, e “Salomé” (1905), de Richard Strauss. Portanto, não só os que a cantam, mas os que a encenam e executam em seus instrumentos, têm de ter sempre em mente que estão usando suas capacidades artísticas tanto para a música e o canto quanto para o teatro. Esse terá sido certamente o motivo que levou Puccini a escolher como criadora da ópera no papel título o soprano Haryclé Darclée, afamada “attrice cantante”.
Na presente edição do TMRJ, a vocalidade dos três cantores principais, exibida no ato que vi,o soprano norte-americano Sondra Radvanovsky, de voz ampla, robusta e maleável, o tenor brasileiro Thiago Aracam, de agudos mais que convincentes, e o barítono espanhol Juan Pons, de voz expressiva mas carente de maior volume em certas passagens (baccano in chiesa,dimenticare Iddio), esteve quase sempre dentro da linha canto/teatro aconselhável.  Além disso, fora dessa relação canto/teatro, os três solistas principais cantaram muito bem no ato que presenciei, principalmente na partes em que se deseja sempre um robusto volume, com as exceções apontadas.
A parte cênica, dirigida por Carla Camurati, apesar de certas modernosidades tão em moda em nosso maior teatro, foi efetiva e agradável de se ver. Houve decerto bom aproveitamento das cenas mais teatrais de todo aquele ato, como a entrada de Scarpia, a “cantoria”, os enravecimentos de Tosca, a submissão de Spoletta, as gaiatices do Sacrristão.
O soprano Sondra tem voz ampla e maleável, plena de recursos de ffff´s, pppp´s, mezza voce e  alto teor dramático e o que vi e ouvi foi excelente.
A presença e atuação do regente Silvio Viegas à frente da OSTMRJ foram como sempre ponto alto do ato. Em Tosca, Puccini utilizou bizarras combinações instrumentais e variadíssimas aliterações rítmicas, e o regente Silvio Viegas, sensível como ele só, soube valorizar no ato que vi todos esses elementos a um grau máximo, inclusive nas muitas passagens de alternância de ffff’s e pppp’s.
Esse ato de TOSCA, prenúncio do que viria depois segundo a opinião de muitos experts, foi a melhor coisa que a regisseuse Carla Camurati realizou ao conduzir encenações de ópera. Pelo efetivíssimo e muito bonito primeiro ato que vi, aplaudo com entusiasmo, lamentando profundamente não ter visto tudo. Mas quem me contou como foi o que não vi entende muito do assunto…
MARCUS GÓES

Os Quatro atos do Rigoletto no Theatro Municipal de São Paulo.


A primeira ópera produzida pelo Theatro Municipal de São Paulo após uma longa reforma é o Rigoletto de Giuseppe Verdi. A popular ópera esgotou os ingressos há tempos. Um título desses é escolha certa para a comemoração do centenário do  mais paulistanos dos teatros . No último dia 12, autoridades de todos os níveis foram ao teatro, muitos fizeram discursos , tivemos aplausos por todos os lados. Finda a cerimônia de apresentação muitos foram embora, sequer ficaram para assistir ao primeiro ato. Coitado do Rigoletto.
   A apresentação do dia 15/09 foi marcada por solistas medianos. O Rigoletto interpretado por Bruno Caproni dá conta do recado, mas não empolga. Travado pela direção cênica mostrou uma voz volumosa , médios e graves escuros e um timbre normal. O soprano Alexandra Lubchansky vem da distante São Petesburgo, sua Gilda é morna. Cantou o básico, não assumiu nenhum risco, fez um arroz com feijão sem bife e fritas. Seu timbre é belo, seus agudos são claros e muitas vezes luminosos. Um soprano convencional.O duque de Mantua do tenor Leonardo Capalbo tem timbre opaco, seus agudos não têm a claridade e o brilho que se esperam de um tenor.
   No dueto final do segundo ato houve um desencontro entre solistas e orquestra, o tenor olha para o soprano, indecisão no ar e ambos se esquecem dos agudos finais. A mais famosa ária dessa ópera, La Donna è Mobile provoca comoção e aplausos efusivos no teatro. Finda essa ária não ouvi sequer uma mísera palmada, nada. Fiquei estupefato, caiu-me a cara no chão, fato inédito na história da ópera mundial. Tem coisas que só acontecem em São Paulo. 
   Os comprimários se deram bem, destaque para Stephen Bronk, um Conde de Monterrone com graves grandes e cheios. Luiza Francesconi uma bela e possante voz na Maddalena e Luiz Molz um bom Sparafucile. A orquestra esteve no ponto certo, Abel Rocha acertou nos tempos , nos andamentos e no volume. O coro cumpriu suas passagens com sonoridade encorpada, grande apresentação.
   A direção de Felipe Hirsch faz uma leitura fria do Rigoletto, aperta o coro em um círculo, movimenta pouco os cantores e deixa de lado toda a dramaticidade da peça. Enfoca no visual em detrimento do emocional. Seu Rigoletto é estático , tudo é simbólico e muitas vezes confuso. Os cenários de Daniela Thomas e Felipe Tassara seguem as idéias da direção. Primeira ato, um salão que se transforma em uma ogiva, ou um foguete ou uma usina atômica, se vê todas as coxias do palco. O Rigolleto mora em andaimes, deve ser confortável pacas. No segundo ato mais andaimes. No terceiro ato um belo espelho d'água simboliza o pântano, esse permanece como a casa do Sparafucile. Quem não conhece o libreto se confunde, personagens que deveriam estar ocultos (Gilda e Rigoletto) estão lado a lado com Sparafucile e Maddalena. A movimentação dos cantores no espelho d'água faz um barulhinho irritante, que incomoda e atrapalha a  beleza da música verdiana. O melhor ficaria para o quarto ato, infelizmente o público não esperou e todos foram embora para casa ou jantar com os amigos. 
Ali Hassan Ayache 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Bailarina brasileira é solista no palco do Balé de Leipzig


A bailarina brasileira Isis Calil de Albuquerque é uma das solistas do espetáculo A Grande Missa que o Balé de Leipzig apresenta no Theatro Municipal de São Paulo a partir de hoje, quarta-feira (21).
O Balé de Leipzig traz 38 bailarinos para a apresentação. Isis, que já atuou em diversos espetáculos na Europa, interpreta a atriz Paulette Goddard, uma das mulheres de Charles Chaplin

Pagliacci, de Ruggero Leoncavallo no Espirito Santo



Após o sucesso da ópera Suor Angelica, apresentada ano passado, mais uma vez Vitória tem o privilégio de assistir à ópera Pagliacci, de Ruggero Leoncavallo.
Reconhecida em todo o mundo por sua história emocionante e já interpretada por grandes nomes da música clássica como Pavarotti e Plácido Domingo, agora a ópera ganha voz com cantores de destaque estadual e nacional que prometem transmitir ao público capixaba toda a emoção dessa trama que mistura humor, amor, drama e tragédia.
A ópera nos leva à Calábria do final da década de 1860, no dia da Festa da Assunção da Virgem, quando a trupe de Cânio (o chefe da companhia), Nedda (esposa de Cânio), Beppe e Tonio chega para mais uma noite de espetáculo na praça. Nedda, sufocada pelo ciúmes de Cânio, se acerta com o jovem aldeão Sílvio e eles planejam fugir. No entanto, tudo é descoberto e inesperados atos são cometidos por amor.
Este espetáculo inédito com orquestra no Espírito Santo é a realização de seu diretor executivo, o produtor cultural Tarcísio Santório, idealizada pela Associação Coro de Câmara de Vitória, e tem a frente o maestro Cláudio Modesto (Coro de Câmara de Vitória e Coral da Ufes) como diretor musical. A regência será de Leonardo David (Maestro da Orquestra Camerata SESI) e a direção geral de Francisco Mayrink (MG).
O elenco
- Rinaldo Leone (SP – Canio/Pierrô)
- Janette Dornellas (DF – Nedda/Columbina)
- Edison Aude (MG – Tonio/Taddeo)
- Alessandro Santanna (ES – Sílvio)
- Dayvison Martins (ES – Beppe/Arlequim)
- João Marcos Charpinel (Aldeão I)
- Marco Antônio Cypreste (Aldeão II)
- Coro de Câmara de Vitória e trupe do Circo Miúdo.
SERVIÇO
Theatro Carlos Gomes
Informações: (27) 3132-8396 begin_of_the_skype_highlighting            
Dia 23/09 (sexta-feira) às 20h30
– Entrada gratuita (retirar ingressos uma hora antes na bilheteria do teatro)
Dia 24/09 (sábado) às 20h30 – Ingressos na Bilheteria ou no www.ingresso.com.br : R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
Dia 25/09 (domingo) às 19h. – Ingressos na Bilheteria ou no www.ingresso.com.br : R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Formação de professores é desvalorizada pelas universidades, avaliam especialistas

Um dos componente que deve ser fortalecido, na opinião dos debatedores, é o prático. Para os especialistas, o estágio precisa ganhar maior importância e deve ocorrer desde o início da formação do professor. Uma das principais críticas é que a universidade não prepara o professor para lidar com a realidade da sala de aula, que inclui problemas de aprendizagem e um contexto social que influencia no processo.

“A formação inicial deve estar visceralmente ligada à sala de aula. Ela deve ocorrer em dois lugares: na universidade, onde eu penso, discuto e estudo e naquele lugar que é objetivo maior do professor, a sala de aula”, disse Gisela Wajskop, diretora-geral do Instituto Singularidades.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Franklin Leão, declarou que apesar do estágio ser obrigatório para a obtenção do diploma, em muitas escolas de formação ele não passa de uma “formalidade”. “O estágio é fundamental para conectar o que o aluno aprende na universidade e o mundo real. Ele precisa sair sabendo como são as escolas, quais são as dificuldades concretas que ele vai encontrar e quem é esse jovem que ele vai ensinar e que ele só estuda na psicologia. Mas o estágio precisa ser bem feito, orientado e cobrado”, ressaltou.

Uma das propostas apresentadas para melhorar a formação, é instituir nas licenciaturas e cursos de pedagogia uma espécie de residência, semelhante a que ocorre nos cursos de medicina e que é obrigatória para o exercício profissional. Leão aponta, entretanto, que a formação do professor não é a única variável que determina a qualidade do ensino. “A universidade que forma o professor da escola pública é o mesmo que forma o da particular. Mas, a segunda tem resultados melhores nas avaliações”, disse.

Membro do Conselho Nacional de Educação (CNE) e do movimento Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos defende a criação de centros ou institutos de formação nas universidades que sejam separados dos departamentos que hoje oferecem as licenciaturas. “O professor da universidade que está preocupado em dar aula na escola de educação básica é visto no seu departamento como inferior porque não está preocupado em publicar artigos nas revistas de ponta”, declarou.

A desvalorização da carreira e dos cursos de formação têm levado ao fechamento das licenciaturas, conforme observou o vice-presidente da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (Abruc), Marcelo Lourenço. “Nós estamos pedindo socorro porque os cursos estão fechando por falta de procura”.

Amanda Cieglinski
Agência Brasil