quarta-feira, 23 de novembro de 2011

26º Concerto da Ospa em homenagem ao Dia do Músico (RS)

O 26º Concerto Oficial da Ospa será em homenagem ao Dia do Músico. Sob a regência do diretor artístico da Ospa, maestro Tiago Flores, o espetáculo ocorreu na terça-feira (22/11), Dia de Santa Cecília – padroeira internacional dos músicos. A apresentação foi dedicada a um dos mais populares compositores da música erudita ocidental – Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). Foram executadas três obras: Abertura de As Bodas de Fígaro; Concerto para Clarinete em Lá Maior, com solo de Diego Grendene, músico da Ospa; e Sinfonia nº 25 em Sol menor.
Na ocasião, a Ospa entregou, pela primeira vez, a Comenda Santa Cecília – uma homenagem a pessoas e entidades que, de forma expressiva e louvável, contribuíram para o engrandecimento da Ospa. A homenagem será entregue pelo presidente da FOSPA (Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre), Dr. Ivo Nesralla.
SOBRE AS OBRAS
A Sinfonia Nº. 25 ganhou um amplo conhecimento por estar presente como abertura do filme Amadeus (1984), considerado um dos melhores filmes de Miloš Forman. Foi escrita por Mozart em outubro de 1773, logo após o sucesso de sua ópera Lucio Silla. A obra é caracterizada pelo estilo Sturm und Drang (tempestade e ímpeto) – movimento literário e musical alemão do século XVIII que exalta a subjetividade individual dos artistas – e é claramente influenciada pela 39ª Sinfonia de Haydn, que também está em Sol menor.
As Bodas de Fígaro foi inspirada em O Casamento de Fígaro, de Beaumarchais, e é uma das óperas mais representadas no mundo inteiro. Obra incomparável, com irresistíveis melodias de solos vocais, As Bodas de Fígaro marcam o início da colaboração entre Mozart e o libretista italiano Lorenzo da Ponte (1749-1838), que também participou de Don Giovanni e Cosi fan Tutte.
Composto em 1791, em uma época que o clarinete era pouco conhecido e seu uso restringia-se ao dobramento das flautas e oboés, Concerto para Clarinete fez um enorme sucesso na época. A obra divide-se em três movimentos: Allegro, Adágio e Allegro.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Cantilena Ensemble toca Piazzolla e atriz interpreta poemas de Neruda no Masp hoje

Com as participações da atriz e cantora Ana Gilli, que vai declamar poemas de Pablo Neruda, e da pianista Patrícia Vanzella, a orquestra de câmara Cantilena Ensemble apresenta-se no dia 22, às 12h30, no grande auditório do Masp”. No programa, peças de Handel, Ernani Aguiar e Astor Piazzolla, como as “Quatro Estações Portenhas”. O ingresso é gratuito. O espetáculo, com 13 músicos e uma hora de duração, integra o circuito musical “Concertos 100 anos Eaton”, tem o apoio do Museu de Artes de São Paulo. A produção é da Art Invest.
 ‘Concertos 100 anos Eaton’
São Paulo é a sexta cidade a receber atração do circuito musical “Concertos 100 anos Eaton”, lançado em outubro, pela Eaton Corporation para comemorar o centenário mundial da multinacional americana, que atua no gerenciamento de energia. Com negócios em mais de 150 países e responsável por mais de 73 mil empregos, a Eaton registrou vendas no valor de R$ 13,7 bilhões em 2010.
Os “Concertos 100 anos Eaton” agitam a programação cultural de oito municípios brasileiros até o dia 2 de dezembro, com atrações muito diversificadas e de grande prestígio na música instrumental dentro e fora do Brasil. No mês de outubro, a primeira cidade visitada foi Mogi Mirim (dia 6), seguida por Caxias do Sul (dia 7), Valinhos (dia 15) e Vinhedo (dia 26). Neste mês, São José dos Campos (dia 16). Outras três cidades, que ainda vão receber os músicos, são: a capital paulista (dia 22), Guarulhos (dia 25) neste mês e Guaratinguetá no dia 2 de dezembro.
Cantilena Ensemble
Solistas
Maria Fernanda Krug - violino
Fabrício Rodrigues - violoncelo
Patricia Vanzella - piano (participação especial)
Atriz
Ana Gilli
Programa
Georg Friedrich Händel (1695-1759)
Passacaglia* (arr. Ernst Mahle)
Ernani Aguiar (1950)
4 momentos
Astor Piazzolla (1921-1992)
Melodia em Lá menor
Astor Piazzolla (1921-1992)
Las Cuatro Estaciones Porteñas
Primavera Porteña
Verano Porteño
Otoño Porteño
Invierno Porteño
SERVIÇO
SÃO PAULO (SP)
Cantilena Ensemble
Dia e horário: 22/11/2011 – 12h30
Série: "Concertos 100 anos EATON"
Local: Grande auditório do Masp
Endereço: Av. Paulista, 1578 - Bela Vista - São Paulo (SP)
Capacidade: 374 lugares
Ingresso: gratuito
Informações: (11) 3266-3645/ 3266-3569

Camerata Fukuda encerra temporada 2011 no Cultura Artística (SP)

Nesta terça-feira, dia 22 de novembro, a Camerata Fukuda, uma das principais orquestras de câmara do Brasil, encerra a Temporada 2011 da série Concertos Cultura Artística-Itaim sob a regência do maestro Ugo Kageyama. No programa, o Divertimento nº 1 K 136 de Mozart, o Concerto para oboé e orquestra de cordas F VII nº 1 de Vivaldi, com a participação do oboísta Alexandre Ficarelli, e a Simple symphony de Britten.
A Camerata Fukuda é uma orquestra de cordas composta por cerca de 20 instrumentistas. O grupo nasceu em 1987, sob a orientação do professor Yoshitame Fukuda, criador de um método de ensino de violino difundido por todo o Brasil.
Apresentação, que tem início às 21h, conta com a apresentação de Gioconda Bordon.

Sinfonietta Belo Horizonte

A capital se prepara para receber no período de 26 a 28 de novembro a Sinfonietta Belo Horizonte. A orquestra, que faz sua estreia na cidade, chega com uma proposta diferenciada com destaque para a execução de peças de compositores locais e do repertório da Música Barroca Europeia e da Música Colonial Brasileira. Três espaços diferentes receberão esta primeira temporada, com horários diurnos. No dia 26, será no Auditório da Escola de Música da UEMG. Os dias seguintes serão no Espaço 104 e Sala Juvenal Dias, no Palácio das Artes. Uma oportunidade única de conhecer a grande riqueza dos mestres da música barroca e também de autores mineiros, através de uma orquestra vibrante, com sonoridade e técnica ímpares, em um repertório leve e empolgante. A entrada é gratuita, mas é preciso a retirada de senha no local uma hora antes do início do concerto.
 Constituída por 15 músicos de diversas nacionalidades, a Sinfonietta reúne, de forma harmônica, as diversidades culturais em um tom afinado. O programa tem como base peças do período barroco, que geralmente não são exploradas nos concertos tradicionais. “Existe um grande repertório de excelente qualidade que nunca é tocado. As orquestras tendem a optar pelo que sempre é tocado, ou seja: Beethoven, Mozart, Brahms, Mahler, Ravel , entre outros compositores, quase todos do séc. XIX. Esse repertório é, de fato, belíssimo, porém existe muito mais coisa boa para ser apresentada. A proposta da Sinfonietta é cobrir essa lacuna”, conta Ronaldo Cadeu, Diretor Musical e Regente. Além da riqueza barroca, haverá a estreia de uma peça escrita por Cadeu “O Anjo da História, Op.13”, uma peça em estilo neo-barroco que tem a flauta doce como solista frente à orquestra de cordas. A peça foi construída usando técnicas de composição como a micro-polifonia, reorganização métrica e clusters harmônicos.
 Nasce uma Orquestra - Ronaldo Cadeu, que é Ph. D. em Composição Musical e Regência Orquestral pela Universidade do Estado da Louisiana, Estados Unidos, além de sempre ter sido apaixonado pela música, em especial a música dos mestres do barroco europeu e os compositores da tradição do barroco mineiro, construiu uma trajetória internacional marcada por inúmeras premiações e atuações de peso. Suas peças já foram tocadas por várias orquestras no Brasil e no exterior, destacando-se a apresentação de sua Sinfonia no. 2 na sala Cecília Meirelles, no Rio de Janeiro em 2005; a estreia de sua “Serenata para violão e cordas, Op. 8,” pela Louisiana Sinfonietta em 2010; em Janeiro de 2012, a estreia de seu ballet “Crime e Castigo, op. 10” pela Orquestra Sinfônica da Universidade do Estado da Louisiana. Durante seus muitos anos de estudos, Ronaldo percebeu que existiam algumas demandas culturais, até então não atendidas pelas orquestras tradicionais. Essa percepção virou livro, publicado nos Estados Unidos sob o título “The Louisiana Sinfonietta: A New Orchestral Model,” daí surgiu a ideia de constituir em Belo Horizonte uma orquestra diferente em repertório, com horários de apresentações flexíveis e em locais inusitados: a Sinfonietta Belo Horizonte. Os concertos apresentam peças dos repertórios Barroco e Galante europeu, compositores da Música Colonial Brasileira, compositores locais, peças dos séculos XX e XXI. Os convidados são solistas em atividade em Belo Horizonte, tais como professores das escolas superiores de música da cidade e músicos de orquestras que, apesar de sua inegável qualidade artística e técnica, dificilmente são convidados a se apresentarem como solistas frente às orquestras nacionais. A proposta da agenda da Sinfonietta Belo Horizonte é realizar concertos em horários diurnos, nos fins de semana, em teatros, parques ou espaços culturais fora da região Centro/Sul da cidade.
 A Sinfonietta Belo Horizonte é uma orquestra de altíssimo nível, formada por músicos de diversas nacionalidades, que atuam regularmente em Belo Horizonte. Pode-se dizer que é a primeira vez que uma orquestra de tal nível técnico no Brasil se propõe a tocar peças do repertório da música Brasileira, seja colonial ou do século XIX e também peças do barroco europeu com apreço pelo estilo que muitos chamam de “música histórica.” Diretamente inspirada no modelo de administração orquestral da Louisiana Sinfonietta, da cidade de Baton Rouge, EUA, dirigida pelo notabilíssimo compositor grego Dinos Constantinides, a Sinfonietta Belo Horizonte se faz como uma conquista cultural para o público que se interessa, em especial, pelos repertórios barroco e contemporâneo e também como mais um espaço para os talentosíssimos músicos locais se apresentarem.
Serviço:
 Apresentações:
 Dia: 26 de novembro de 2011 (sábado)
 Horário: 17h
 Local: Auditório da Escola de Música da UEMG
 Endereço: Rua Riachuelo, 1321 – Padre Eustáquio – Belo Horizonte
 Dia: 27 de novembro de 2011 (domingo)
 Horário: 16h
 Local: Espaço 104
 Endereço: Praça Ruy Barbosa, 104 – Centro – Belo Horizonte
 Dia: 28 de novembro de 2011 (segunda-feira)
 Horário: 20h
 Local: Sala Juvenal Dias (Palácio das Artes)
 Endereço: Avenida Afonso Pena, 1537 – Centro – Belo Horizonte
 Entrada gratuita – Os ingressos/senhas deverão ser retirados no local uma hora antes das apresentações.

Programa
 Abertura da ópera L’Olimpiade
 Antônio Vivaldi (1678 – 1741)
Concerto Grosso Op. 6, no. 4 em Re maior
 Arcangelo Corelli (1653 – 1713)
Concerto Grosso Op. 6, no. 7 em Si bemol maior
 Georg Friedrich Händel (1685 – 1759)
Quadrilhas: A Opulenta
 João Francisco da Matta (18?? – 1909)
 O Anjo da História, Op. 13 (estreia mundial)
 Ronaldo Cadeu (n. 1977)
Concerto de Brandenburgo no. 4, BWV 1049
 Johann Sebastian Bach (1685 – 1750)
 Bojana Pantovic, violino;
 Lúcia Melo, flauta doce;
 Eduardo Ribeiro, flauta doce

Biblioteca Mário de Andrade apresenta o Projeto Voz e Violão – O Século XIX com Adélia Issa e Edelton Gloeden

Dia 25 de novembro, sexta-feira, às 12h30, acontece a quinta apresentação do Projeto Voz e Violão na Biblioteca Mário de Andrade, com o duo formado pela soprano Adélia Issa e o violonista Edelton Gloeden, dois dos mais destacados intérpretes da música de concerto em nosso país. No repertório obras de Schubert, Arcas, Fernando Sor, Beethoven, Giuliani, Sor, Tárrega, Carlos Gomes e Cândido Inácio da Silva. Grátis!
Os dois músicos interpretam obras escritas originalmente para voz e violão por grandes expoentes do violão romântico, como o espanhol Fernando Sor e o italiano Mauro Giuliani. Essas canções, fortemente influenciadas pelo bel canto italiano, trazem melodias singelas, expressivas e de rara beleza. Em Sor, observamos também um mergulho nas tradições folclóricas de seu país, através de suas famosas Seguidillas Boleras, algumas delas incluidas neste programa. Já Mauro Giuliani, virtuoso que atuou nas cortes do Império Austro-Húngaro, apresenta em suas obras vocais um estilo que gravita entre a ópera italiana e a música alemã de sua época.
Este programa apresenta também transcrições de época de canções de Franz Schubert e Ludwig van Beethoven, realizadas pelo compositor austríaco Anton Diabelli, além de obras dos brasileiros Carlos Gomes e Cândido Inácio da Silva
O duo Adélia Issa e Edelton Gloeden apresenta-se em todo o Brasil e exterior há 20 anos. Nesse período, os dois músicos vêm se dedicando intensamente à pesquisa e à divulgação de um repertório originalmente escrito para canto e violão, e também encomendando obras com essa formação a compositores brasileiros contemporâneos.
O projeto VOZ E VIOLÃO inclui seis apresentações, de julho a dezembro.
crédito da foto: Gal Oppido
Agenda e repertório:
25 de novembro  O Século XIX
16 de dezembro  Programa de Natal
Programa Voz e Violão  O Século XIX

*  Transcrição de Anton Diabelli (1781-1858)
**  Transcrição de Edelton Gloeden
FRANZ SCHUBERT                            Das Fischermädchen (Henrich Heine)*
      (1797-1828)                                   Ungeduld (Wilhelm Müller)*

JULIÁN ARCAS                                  Andante para violão solo
  (1832–1882)

LUDWIG VAN BEETHOVEN              Andenken (Friedrich von Matthisson)*
          (1770-1827)                               Adelaide (Friedrich von Matthisson)*

MAURO GIULIANI                              Il Sentimentale para violão solo
    (1781-1829)
                                    Le dimore amor non ama (Pietro Metastasio)
FERNANDO SOR                              Estudo em Re Maior para violão solo
   (1778-1839)                                    Mis descuidados ojos

                                                           Se dices que mis ojos

                                                           Muchacha y la vergüenza

FRANCISCO TÁRREGA                   Prelúdio Nº 5 para violão solo
(1852-1909)

ANTONIO CARLOS GOMES            Conselhos (Carlos Gomes) Transcrição de Edelton Gloeden          (1836-1896)
CÂNDIDO INÁCIO DA SILVA           Lá no Largo da Sé Velha (Araújo Porto Alegre)
           (1800-1838)


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Quinteto Experimental de Sopros vence concurso (RJ)


O Quinteto Experimental de Sopros da UFRJ acaba de conquistar o primeiro lugar no IV Furnas Geração Musical, evento integrado à 49a edição do Festival Villa-Lobos. O anúncio aconteceu ontem, dia 15, no Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES).
Ao todo 21 grupos participaram do certame, desde duos a octetos, com as mais variadas formações musicais e vindos de diversos estados – Rio, Minas, Pará, entre, outros – e do Distrito Federal. Na final, o quinteto sobrepujou quatro outros grupos concorrentes. O júri foi presidido pelo clarinetista José Botelho, homenageado na noite pelos seus 80 anos, e integrado por Luis Carlos Justi, Hugo Pilger, João Luiz Areias e Lucia Barrenechea.
Formado por alunos da graduação e coordenado pelo professor Aloysio Fagerlande. O quinteto é apoiado por bolsas Pibex da PR-5/UFRJ. Os músicos vêm desenvolvendo diversas atividades de extensão e apresentado aos mais variados públicos o repertório desta tradicional formação.
O concurso, ligado às Oficinas de Música de Câmara do Festival, contou com a direção de Antônio Augusto, docente da EM.  Músicos importantes no panorama carioca, como o Quinteto Villa-Lobos, o Quarteto Radamés Gnattali, o Art Metal Quinteto e a pianista Lucia Barrenechea, ofereceram oficinas para os grupos inscritos.

Metade das vagas de ingresso no ensino superior do país sobrou em 2010

No ano passado, quase metade (49%) das vagas de ingresso para novos alunos oferecidas pelas universidades, centros universitários e faculdades do país não foi preenchida. Segundo dados do Censo da Educação Superior de 2010, divulgado nesta semana pelo Ministério da Educação (MEC), as 2.377 instituições de ensino superior disponibilizaram 3.120.192 vagas em seus processos seletivos, mas o número de ingressos registrados foi  1.590.212.
De 1,5 milhão de oportunidades de acesso não preenchidas em 2010, a maioria era de estabelecimentos particulares. Ainda assim, sobraram 36 mil vagas em instituições públicas, especialmente nas municipais. O secretário de Ensino Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, reconhece que é preciso melhorar o aproveitamento das vagas das instituições que não são federais.
 “As instituições municipais passam por algumas dificuldades. Estamos elaborando um programa para que a gente possa apoiar as instituições públicas que não são federais e passam por dificuldades de financiamento ou infraestrutura. Com esses problemas, às vezes elas têm dificuldades para atrair o estudante”, explica Costa.
Sobre a ociosidade das vagas do sistema de ensino como um todo, ele avalia que é positivo que haja um grande número de vagas disponíveis. “É bom que o Brasil tenha um grande número de vagas porque ele está preparado para a expansão”, defende.
Para a Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (Abmes), representante do setor privado, a explicação para a grande quantidade de vagas sobrando é que parte das instituições solicita ao MEC autorização para um número maior de vagas do que pretende de fato preencher. Isso ocorre especialmente no caso das faculdades que não têm autonomia para abrir novas vagas e inflam esse número para não ter que solicitar outra autorização ao ministério caso queiram ampliar a oferta.
 “Isso é normal. Não é um fato negativo, nem diferenciado. Temos que aprofundar essa análise para saber em que cursos e onde isso está acontecendo. A oferta não é preenchida porque o aluno não aceita essas vagas por diferentes razões”, avalia Gabriel Rodrigues, presidente da entidade. Na avaliação dele, é preciso que o sistema de ensino superior adeque a oferta às necessidades de mão de obra do país e às demandas dos estudantes. “Essa é uma abordagem diferente dos anos anteriores. A realidade está mostrando que esse planejamento [do atendimento] precisa ser feito com mais critério, a oferta não pode ser espontânea se não atender às necessidades reais das diversas regiões”, analisa.
Em termos absolutos, é no Sudeste que sobram mais vagas de ingresso: 886 mil, de 1,6 milhão disponíveis, a maior oferta do país. Mas é no Centro-Oeste que há a maior proporção de vagas não preenchidas, 53%. Já as instituições do Norte têm melhor aproveitamento: 63% das vagas foram ocupadas em 2010. Entre as diferentes áreas de formação, o percentual de vagas ociosas varia de 30%, nos cursos ligados às atividades de agricultura e veterinária, a 60% nos de serviços, que incluem graduações como hotelaria, turismo e gastronomia.
Além da falta de interesse dos estudantes por determinado área de formação ou instituição, muitas vezes o que os afasta dos bancos universitários é o custo elevado das mensalidades. Programas do MEC como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (ProUni), que dão oportunidade aos alunos de baixa renda para estudar em instituições privadas, poderiam melhorar essa ocupação das vagas, que ainda são subutilizados pelo público-alvo.
 “Acho que temos um potencial muito maior [de atendimento] no Fies, isso é verdade. Estamos trabalhando muito para que ele possa ser cada vez mais utilizado pelos estudantes e pelas instituições. Com o ProUni e o Fies, temos certeza que vamos conseguir que todo aluno que queira estudar numa instituição privada tenha condições de fazer isso”, diz Luiz Cláudio Costa.

Filarmônica de Minas Gerais recebe o maestro alemão Stefan Sanderling

ORQUESTRA FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS
22 DE NOVEMBRO
Orquestra interpreta obras de Prokofiev e Mozart tendo como solistas dois de seus músicos: o spalla Anthony Flint e o chefe do naipe de Violas, João Carlos Ferreira.
No concerto desta terça, Filarmônica recebe o maestro alemão Stefan Sanderling.

Cantilena Ensemble toca Piazzolla e atriz interpreta poemas de Neruda no Masp dia 22


Com as participações da atriz e cantora Ana Gilli, que vai declamar poemas de Pablo Neruda, e da pianista Patrícia Vanzella, a orquestra de câmara Cantilena Ensemble apresenta-se no dia 22, às 12h30, no grande auditório do Masp”. No programa, peças de Handel, Ernani Aguiar e Astor Piazzolla, como as “Quatro Estações Portenhas”. O ingresso é gratuito. O espetáculo, com 13 músicos e uma hora de duração, integra o circuito musical “Concertos 100 anos Eaton”, tem o apoio do Museu de Artes de São Paulo. A produção é da Art Invest.
 ‘Concertos 100 anos Eaton’
São Paulo é a sexta cidade a receber atração do circuito musical “Concertos 100 anos Eaton”, lançado em outubro, pela Eaton Corporation para comemorar o centenário mundial da multinacional americana, que atua no gerenciamento de energia. Com negócios em mais de 150 países e responsável por mais de 73 mil empregos, a Eaton registrou vendas no valor de R$ 13,7 bilhões em 2010.
Os “Concertos 100 anos Eaton” agitam a programação cultural de oito municípios brasileiros até o dia 2 de dezembro, com atrações muito diversificadas e de grande prestígio na música instrumental dentro e fora do Brasil. No mês de outubro, a primeira cidade visitada foi Mogi Mirim (dia 6), seguida por Caxias do Sul (dia 7), Valinhos (dia 15) e Vinhedo (dia 26). Neste mês, São José dos Campos (dia 16). Outras três cidades, que ainda vão receber os músicos, são: a capital paulista (dia 22), Guarulhos (dia 25) neste mês e Guaratinguetá no dia 2 de dezembro.
Cantilena Ensemble
Solistas
Maria Fernanda Krug - violino
Fabrício Rodrigues - violoncelo
Patricia Vanzella - piano (participação especial)
Atriz
Ana Gilli
Programa
Georg Friedrich Händel (1695-1759)
Passacaglia* (arr. Ernst Mahle)
Ernani Aguiar (1950)
4 momentos
Astor Piazzolla (1921-1992)
Melodia em Lá menor
Astor Piazzolla (1921-1992)
Las Cuatro Estaciones Porteñas
Primavera Porteña
Verano Porteño
Otoño Porteño

Invierno Porteño
SERVIÇO
SÃO PAULO (SP)
Cantilena Ensemble
Dia e horário: 22/11/2011 – 12h30
Série: "Concertos 100 anos EATON"
Local: Grande auditório do Masp
Endereço: Av. Paulista, 1578 - Bela Vista - São Paulo (SP)
Capacidade: 374 lugares
Ingresso: gratuito
Informações: (11) 3266-3645/ 3266-3569

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Hermeto Pascoal leva suas experiências sonoras para o festival Europalia

O mago da música instrumental brasileira, Hermeto Pascoal, será a próxima atração do Festival Internacional de Artes da Europa – Europalia.Brasil 2011.
O festival, que está sendo realizado na Bélgica e países vizinhos até janeiro de 2012, neste ano tem o Brasil como país tema. O Grupo Musical de Hermeto Pascoal apresenta-se nas cidades belgas de Gent, dia 17, e Bruxelas, dia 18, e em Paris, no dia 21.
Considerado o precursor da música experimental no Brasil, o multi-instrumentista revolucionou o cenário musical ao fundir ritmos tradicionais do país com elementos da música internacional e ao utilizar uma profusão de instrumentos, que vão desde o piano a chaleiras com água e fios da própria barba. Ele criou uma linguagem musical totalmente nova, que classifica como “Música Universal”, onde reúne sons da natureza com belíssimos arranjos musicais, junto com muita improvisação e mistura de ritmos.
Aos 75 anos de vida, criando incessantemente, Hermeto, nascido no município de Arapiraca (AL), já compôs mais de 4 mil músicas e possui uma legião de seguidores de seu estilo musical, tanto no Brasil como no  exterior. Inovando sempre, disponibilizou em seu site na internet toda a sua discografia e as partituras de suas composições para serem livremente utilizadas por outros músicos.
No Europalia, Hermeto apresenta-se com os músicos Itiberê Zwarg (Contrabaixo); Márcio Bahia (bateria); Fábio Pascoal (Percussão); Vinicius Dorin (Saxofone e flauta); Andres You Mark (piano) e Aline Morena (Vocal e Viola).

São Paulo Cia. de Dança no Municipal

A companhia paulista apresenta quatro quatro coreografias de seu repertório.
SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA - A companhia paulista apresenta, pela primeira vez ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, quatro quatro coreografias de seu repertório. No programa: Theme and variations e Tchaikovsky pas-de-deux, de George Balanchine;  Inquieto, de Henrique Rodovalho e Sechs Tänze, de Líri Kylian. As apresentações de Tchaikovsky Pas de Deux terão participação especial de Marcelo Gomes (Primeiro Bailarino do American Ballet Theatre) e Isabella Boylston (Solista do American Ballet Theatre). A São Paulo Companhia de Dança, criada em janeiro de 2008 e dirigida por Iracity Cardoso e Inês Bogéa,  é uma companhia de repertório, que abarca desde coreografias de referência da dança até coreografias inéditas criadas por diferentes artistas especificamente para o seu corpo de dança.

Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Praça Marechal Floriano, s/nº, Cinelândia, Centro (2332-9134). 5ª e sáb., às 21h; dom., às  17h. R$ 10 (galeria lateral), R$ 15 (galeria central), R$ 20 (balcão superior lateral), R$ 30 (balcão central), R$ 40 (plateia, balcão nobre, frisa e  camarote). Livre. Vendas na internet:  ingresso.com

festival de Música Sacra

Petrobras abre 10.500 bolsas em todo o país



Os valores das bolsas vão de R$ 350 a R$ 2.278 para técnicos e universitários de todo o Brasil Redação/ Agência BOM DIA
redacao@bomdiasaojose.com.br Dona de um faturamento de dar inveja em multinacionais e considerada a vedete do setor petrolífero, a Petrobras decidiu investir na formação de mão de obra qualificada para dar sustentação ao seu plano de desenvolvimento. A estatal oferece 10,5 mil bolsas de estudo em 34 instituições de ensino para a qualificação de especialistas e pesquisadores na área de petróleo, gás e biocombustíveis.
Batizado de Programa Petrobras de Formação de Recursos Humanos, o plano oferece os valores de R$ 350 para alunos de cursos técnicos, R$ 450 para graduação superior, R$ 1.248 no mestrado, R$ 1.840 no doutorado (antes da qualificação da tese) e R$ 2.278 (depois da qualificação da tese).
A seleção dos candidatos será realizada pelos centros de estudo conveniados. Quem já estiver matriculado em algum curso da área, deve buscar informações na escola para saber se ela participa da ação integrada e de como é possível participar da qualificação.  
As bolsas serão repassadas em 2012. Cada universidade ou instituto será responsável pelo prazo de inscrição e seleção dos alunos interessados.  O plano foi criado em 2010 com 22 escolas parceiras no país e 4,6 mil bolsas. Agora, a  empresa acaba de anunciar a extensão do benefício para mais 12 instituições.
O custo estimado com o programa é de mais de R$ 200 milhões. O superintendente de Pesquisa e Planejamento da ANP (Agência Nacional de Petróleo), Elias Ramos de Souza, disse que o desafio é formar mais geólogos, engenheiros e técnicos em todo o país.

Momento Rio Bandolim: Academia ouve e discute o instrumento


Depois de criar, em 2010, o primeiro bacharelado em bandolim do País, a UFRJ realizou, na Escola de Música e no Centro Cultural da Justiça Federal, de 12 a 16 de novembro, o “Momento Rio Bandolim” - o primeiro encontro internacional do instrumento com uma abordagem ampla do repertório e debates acadêmicos. O evento tem patrocínio dos Correios e curadoria do professor da Escola de Música (EM), Paulo Sá, com quem O Leopoldo conversou.
O Rio Bandolim vai inaugurar um estilo de evento. Como surgiu a ideia?
Como instrumentista, já toquei em diversos países onde o bandolim faz parte dos currículos universitários. Atividades como esta que estamos organizando são comuns, por exemplo na Alemanha, Inglaterra, Itália, Japão, Estados Unidos e Austrália. Queremos mostrar a amplitude do repertório do instrumento e contextualizá-lo na academia.
Como assim?
No Brasil, a maneira de tocar, de pensar o bandolim, foi desenvolvida no choro. Mas em um curso de bacharelado, é necessário visitar o universo da música em suas diversas modalidades. Na verdade, o instrumento possui um repertório bastante rico, dos períodos Barroco, Clássico, Romântico e Contemporâneo. São quase quatro séculos de uma história que cresceu sobretudo na Europa.
E quanto ao choro?
Como primeiro gênero brasileiro, criado no final do século XIX, antecedendo ao samba, é muito importante e está presente no Encontro e no curso de Graduação.
Como define o bandolim brasileiro?
É, na verdade, a “escola do choro”. O gênero é que faz a maneira de tocar. Resumindo, são três características principais do bandolim brasileiro: o formato, que é híbrido, porque veio da guitarra portuguesa, está entre ela e o napolitano, é uma “mini-guitarra portuguesa”; o repertório, sobretudo do choro, característico do instrumento; e a sonoridade, também típica, mais “brilhante” que a napolitana, com mais harmônicos na caixa acústica. Jacob do Bandolim foi quem sedimentou a forma de tocar brasileira. É importante também não esquecer a presença do instrumento no frevo nordestino. Todo bandolinista brasileiro tem também o frevo em seu repertório.
Como será o evento?
Serão mostradas as quatro principais facetas do bandolim, sua utilização na música clássica, no jazz, no bluegrass e no choro. Em cada uma destas quatro modalidades, o instrumento é tratado ou tocado de acordo com as respectivas tradições. Programamos uma pequena mostra deste quadro geral, com concertos e palestras com demonstrações. Teremos também uma apresentação dos alunos da Escola, os do bacharelado em bandolim e também os de outros cursos que fazem o instrumento como disciplina optativa.
Pode citar alguns dos instrumentistas convidados?
Teremos Don Stiernberg (EUA, jazz); Ugo Orlandi (Itália, clássico, com a tradição europeia), Barry Mitterhoff (EUA, Bluegrass); Marilynn Mair (EUA, música clássica norte-americana para bandolim) e os brasileiros Joel Nascimento, Ronaldo do Bandolim, Afonso Machado, Marco César, Rudá Brauns, entre muitos outros.
Ugo Orlandi, professor do Conservatório de Milão, falará sobre o que?
Sobre a obra de Carlo Munier, instrumentista muito importante para a música bandolinística italiana, a propósito do centenário de sua morte.
Qual a expectativa com o Encontro?
Será importante exatamente na medida em que está ligado à chegada do bandolim no contexto acadêmico. A nova habilitação sempre foi desejada pela comunidade de bandolinistas brasileiros. Ao ser recebido também na Universidade, o Bandolim, todo o seu repertório, toda a produção intelectual gerada sobre o instrumento, tudo passou a ter novas dimensões. O Encontro vai gerar mais reflexão sobre a prática do bandolim. Também queremos incentivar o nascimento de uma nova safra de compositores, ampliar o repertório de música de concerto para o instrumento no País.
Ainda é pequeno?
Sim. Radamés Gnattali foi pioneiro, com a Suíte Retratos e o Concerto para Bandolim e Orquestra de Cordas.  No Encontro, Rudá Brauns vai mostrar uma peça sua para bandolim solo. Sérgio Di Sabatto acaba de concluir um lindo concerto para bandolim e orquestra de cordas, que já está no programa do próximo evento...Fica aqui o estímulo para a criação de peças também camerísticas, com formações variadas, as possibilidades são enormes. Aproveito para salientar o empenho dos alunos de bandolim e o grande interesse despertado com o evento. Estão ansiosos por novos conhecimentos e também pelo Momento de se apresentarem. Vão mostrar um pouco do trabalho da primeira turma de bandolim da UFRJ. Os espetáculos e as atividades  terão entrada franca e as inscrições podem ser feitas pelo site www.momentoriobandolim.com.br.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Paulus faz parceria com Voz Ativa para gravação de canções sacras-pop da Irmã Miria

O grupo de cantores entrou em estúdio para gravação de mais um cd, nono da carreira do grupo.
Trata-se de repertório sacro-pop. Com composições exclusivas da Irmã Miria, musicista reconhecida e respeitada no meio musical católico por sua postura em buscar em gêneros populares ritmos que julga de interesse da juventude para compor suas músicas.
O cd intitulado "Cantarei ao Senhor" ainda não tem data para ser lançado, notícia que certamente será motivo de matéria em nosso blog, por enquanto as únicas informações que temos é que a gravação está prevista para terminar nesta semana.
As musicas receberam arranjos orquestral e coral do maestro Rodrigo Vitta, que está encarregado da direção musical, a gravação das vozes está sob a responsabilidade do maestro Ricardo Barbosa e o projeto é patrocinado e promovido pela Paulus Editora.
Participam da gravação o Voz Ativa Madrigal com preparação vocal de Regiane Martinez, regência de Ricardo Barbosa e direção musical, arranjos  e regência orquestral de Rodrigo Vitta.

Orquestra de Câmara da Osesp

Simone Menezes regente
ProgramaThomas ADÈS
Living Toys
Toru TAKEMITSU
Rain coming
Lera AUERBACH
Serenade For a Melancholic Sea, Op.68
Arvo PÄRT
Mein Weg
Michael TIPPETT
Concerto Para Dupla Orquestra de Cordas
Notas de ProgramaA pluralidade estética da música contemporânea é reveladora de uma busca contínua por novas formas de expressão. Essa riqueza de direções, pensamentos e estilos não seria possível sem a liberdade criativa alcançada não só por compositores e intérpretes, mas também por um público ávido por novas descobertas. Dentro desse espírito de diversidade, a Osesp faz a estreia brasileira de Living Toys, do compositor inglês Thomas Adès.
A obra foi inspirada em um conto do folclore espanhol que fala do sonho de um menino em se tornar herói: “Eu serei um herói e dançarei com anjos e touros, e lutarei com touros e soldados, e morrerei como herói em um lugar distante e serei enterrado como herói”. O compositor faz uso de vários estilos musicais na criação de uma obra de natureza caleidoscópica e repleta de imagens e sensações. Como exemplo, enquanto as duas primeiras partes (“Angels” e “Aurochs”) utilizam sonoridades exuberantes que nos remetem a elementos da música espanhola, em “Ballet” e “Militiamen” ritmos de influência jazzística são sobrepostos a linhas melódicas de grande complexidade. Já os dois últimos movimentos, “Playing Funerals” e “Tablet”, revelam uma música de texturas límpidas e contemplativas.
A segunda peça do programa nos traz o compositor Toru Takemitsu, um dos principais nomes da música japonesa do século XX. Influenciada por compositores como Claude Debussy, Olivier Messiaen e John Cage, a música de Takemitsu utiliza uma palheta de timbres bastante rica e sensível. Essa sensibilidade também está presente no trata- mento que o compositor dá ao tempo. O ouvinte torna-se um viajante dentro de uma paisagem
Serviços:
20 Nov 11 /  Domingo  17h00
Sala São Paulo - Série de Câmara
Praça Júlio Prestes, S/N
São Paulo-SP Brasil

Festival de Cinema Brasileiro na China


Sete longas-metragens e três curtas nacionais serão exibidos no 2º Festival de Cinema Brasileiro na China, que será realizado em Pequim, de 17 a 22 de novembro. O festival inicia na quinta-feira, com toques de humor surrealista trazidos por Reflexões de um Liquidificador (2010), de André Klotzel. O diretor estará na noite de abertura, em uma sessão de perguntas e respostas.
Os outros seis longas são o adolescente Antes que o Mundo Acabe (2009), de Ana Luiza Azevedo, É Proibido Fumar (2009), de Anna Muylaert, Mãe e Filha (2011), de Petrus Cariri, o documentário Família Braz: Dois Tempos (2011), de Dorrit Harazim e Arthur Fontes, Malu de Bicicleta (2010), de Flávio Ramos Tambellini, e 5 x Favela, Agora por Nós Mesmos (2010), produzido por Cacá Diegues.
O músico André Abujamra, responsável pela trilha sonora de É Probidio Fumar, é o outro convidado desta edição e fará um bate-papo com a plateia no sábado à noite. De brinde, haverá um pocket show para exibir Mafaro, o novo projeto do artista – numa vigem de música e vídeo. Abujamra ainda participa da festa oficial do festival, também no sábado no bar Alanting, e repete a dose no domingo, no bar Temple. As duas casas são famosas por shows em Pequim.

Todos os eventos serão realizados no Broadway Cinematheque Moma. A Administração Estatal de Rádio, Cinema e Televisão (Sarft, na sigla em inglês) vetou a exibição dos documentários Uma Noite em 67, de Renato Terra e Ricardo Calil, e Dzi Croquetes, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez. A programação completa está no site do evento.

Destaques , concertos de novembro em 7 capitais

Aracaju (SE)
A Orquestra Sinfônica do Sergipe (ORSSE) inicia o mês de novembro tocando na Catedral Metropolitana de Aracaju, dia 10. Sob a regência de Daniel Nery, recebe dois solistas: Kimberly Fredenburg interpreta o “Concerto para viola e orquestra”, de Camargo Guarnieri, e Kevin Vigneau sola o “Concerto para oboé e orquestra de cordas, em lá menor”, de Vaughan Williams. A “Sinfonia N. 2”, de Bartók, fecha o programa.
No dia 24, a ORSSE oferece música de câmara no Palácio Museu Olimpio Campos. A regência novamente fica por conta do maestro Nery.
Em 25 de novembro, a vez da orquestra subir ao palco do Teatro Tobias Barreto, comandada por Marcelo de Jesus. A “Sinfonia em Ré maior”, de Bellini, abre o espetáculo. Na sequência, a pianista Karin Fernandes será solista no “Concerto para piano e orquestra N. 1, S. 124, em Mi bemol maior”, de Liszt. O conjunto encerra o programa com a peça “Choros N. 6”, de Villa-Lobos.
Aracajú recebe a Turnê Brasil 2011 da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) no dia 3. O concerto será no Teatro Tobias Barreto. Yan Pascal Tortelier é o regente e o violinista Augustin Hadelich é o solista do programa que tem obras de Mendelssohn e Prokofiev.
ORQUESTRA SINFÔNICA DO SERGIPE: www.orquestrasinfonica.se.gov.br
Belo Horizonte (MG)
Dia 22, no mesmo palco, o spalla da OFMG, Anthony Flint, e o chefe de violas, João Carlos Ferreira, destacam-se na “Sinfonia concertante”, de Mozart. O espetáculo terá ainda “La clemenza di Tito: Abertura”, de Mozart; e a “Sinfonia N. 6”, de Prokofiev. Regência do maestro convidado Stefan Sanderling.
Pela série de Concertos para a Juventude, a OFMG convida o pianista Ronaldo Rolim para apresentação no Sesc Palladium no dia 27. Sob a batuta de Marcos Arakaki, o grupo toca a abertura da ópera “O barbeiro de Sevilha”, de Rossini; “Variações sobre uma canção de ninar”, de Dohnányi; “Peer Gynt: suíte N. 1, Op. 46”, de Grieg; e “Suíte Masquerade: Galop”, de Katchaturian.
A temporada 2012 da Filarmônica de Minas Gerais já foi anunciada. A venda de novas assinaturas será feita no período entre 10 de novembro de 2011 até 11 de fevereiro de 2012.
ORQUESTRA FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS: www.filarmonica.art.br
Brasília (DF)
O maestro Cláudio Cohen estará à frente da orquestra nos demais concertos do mês. Dia 15, com o flautista José Evangelista no “Concerto para flauta”, de Haydn, e ainda a “Sinfonia N. 5”, de Mahler.
Dia 22, com o clarinetista Marcos Cohen nas “Cinco Bagatelas para clarineta”, de Finzi, abertura da ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes; suíte “Porgy and Bess”, de Gershwin; e “La valse”, de Ravel. Dia 29, a OSTNCS apresenta “Adagio in Memorian of Gustav Mahler”, de Edgard Felipe, e a “Sinfonia N. 1”, de Mahler.
Todos os concertos acontecem na Sala Villa Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro.
A Capital Federal recebe a Turnê Brasil 2011 da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) no dia 6. O grupo regido por Yan Pascal Tortelier toca no Teatro Nacional. O solista é o jovem violinista alemão Augustin Hadelich. O programa apresentado em Brasília é o mesmo das demais capitais que recebem a Osesp em seu giro nacional: obras de Mendelssohn e Prokofiev.
ORQUESTRA SINFÔNICA DO TEATRO NACIONAL CLAUDIO SANTORO: www.sc.df.gov.br
Curitiba (PR)
O Coro da Camerata Antiqua de Curitiba interpreta “Ein Deutsches Requiem, Op. 45”, de Brahms, nos dias 11 e 12. Sob a regência de Helma Haller, o coro apresenta a obra em versão para piano a quatro mãos com duas pianistas paranaenses, Clenice Ortigara e Carmen Célia Fregoneze. A soprano Simone Foltran e o barítono Carlos Eduardo Marcos serão os solistas – no dia 11, ao meio-dia, haverá ensaio do espetáculo aberto ao público, seguido de uma conversa sobre com a maestrina.
Pela série de música de câmara, a capela Santa Maria recebe o trio formado por Marília Vargas (soprano), Ricardo Kanji (flautas) e Guilherme Camargo (cordas  dedilhadas), dias 16 e 17. Os músicos apresentarão modinhas e lundus. Dias 23 e 24, o espetáculo “We spoke: Primitive”, que une os músicos curitibanos Vina Lacerda e Caroline Lohmann, ao grupo de percussão suíço “We spoke”. No programa, obras de Vinko Globokar, Debussy, George Crumb e John Cage.
Curitiba é uma das cidades a receber dois concertos da Turnê Brasil 2011 da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp): um em teatro e outro ao ar livre, ambos no Guaíra. O primeiro concerto é na noite do dia 9. O concerto aberto é pela manhã, no dia 10.
FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA: www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br
Porto Alegre (RS)
No período de 16 a 20 de novembro, a Ospa promove o “Concurso Jovens regentes, solistas e compositores”.
A orquestra gaúcha volta a se apresentar, dia 22, na Igreja Santa Cecilia. O maestro Tiago Flores estará à frente do grupo em obras de Mozart: abertura da ópera “As bodas de Fígaro”; “Concerto para clarinete K. 622, em Lá maior; e “Sinfonia N. 25 K. 183, em sol menor. Diego Grendene será o solista do concerto.
A Ospa volta ao Salão de Atos da UFRGS, no dia 29, para tocar Turina, D. Milhaud, Rossini e Puccini. O programa terá árias de óperas interpretadas por Carla Maffioletti e Juremir Vieira. A regência fica por conta de Carlos Spierer.
O Theatro São Pedro apresenta o espetáculo “Concertinos para Piano” no dia 21. Sob a batuta de Antônio Carlos Borges-Cunha, a Orquestra de Câmara do teatro (OCTSP) recebe a pianista paulista Catarina Domenici em estréias de obras de Ricardo Tacuchian e Ronaldo Miranda.
ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE: www.ospa.org.br
THEATRO SÃO PEDRO: www.teatrosaopedro.com.br/tsp/novo
ORQUESTRA DE CÂMARA THEATRO SÃO PEDRO: www.orquestratsp.com.br
Salvador (BA)
Dia 17, concerto gratuito na Catedral Basílica. Emmanuele Baldini exercerá função dupla como regente e solista de obras de Bach e Vivaldi. O programa terá ainda “Largo”, de G. Tartini; e “Canon”, de Pachelbel.
Dia 24, a Osba volta ao Teatro Castro Alves, com o maestro Eduardo Torres. No repertório,  “Abertura Rosamunda, D. 644” e “Sinfonia N. 8 em si menor, D.759 (Inacabada)”, de Schubert; “Fantasia”, de Villa-Lobos; e “Concerto para percussão e orquestra”, de W. Gomes. Os solistas serão Richard Young (viola) e Jorge Sacramento (percussão).
No dia 26, o conjunto baiano toca no Rio de Janeiro, participando da programação do Festival Villa-Lobos.
A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) realiza sua Turnê Brasil 2011 passando por sete cidades. Em Salvador, há concerto no  Teatro Castro Alves no dia 1 e concerto ao ar livre no dia 2, este realizado na concha acústica do mesmo local. Yan Pascal Tortelier é o regente, sendo solista o violinista alemão Augustin Hadelich. No programa, "Sonho de uma Noite de Verão, Op.21: Abertura" e "Concerto Para Violino em Mi Menor, Op.64", ambos de Mendelssohn, e  "Cenas de Romeu e Julieta" (seleção de Yan Pascal Tortelier) .
ORQUESTRA SINFÔNICA DA BAHIA (OSBA): http://www.tca.ba.gov.br/02/05coest/02osba/index.html
Vitória (ES)
Dia 30, a orquestra capixaba estará novamente no Teatro Carlos Gomes para concerto da série “Quarta Clássica”. Sob a batuta de Oiliam Lanna, o grupo recebe a soprano Laura de Souza e o barítono Licio Bruno, no “Réquiem alemão (“Ein deutsches Requiem, Op. 45”)”, de Brahms. O Coro Sinfônico da Fames também participa da apresentação, sob a regência de Sanny Souza.
ORQUESTRA FILARMÔNICA DO ESPÍRITO SANTO: www.secult.es.gov.br/?id=/espacos_culturais/hotsites/ofes/capa

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Tutto Nel Mondo é Burla

Apresentação da montagem da Ópera Estúdio desse ano de 2011.
O espetáculo desse ano é uma divertida colagem de vários grandes trechos de óperas, com textos falados interligando a ação.
A história começa com Adina (Roseane Soares) que lê num livro sobre um certo Elixir de Amor. Nemorino (Eu!!) que é apaixonado por Adina procura por toda a ópera esse elixir e seu destilador. Nesse meio ele encontra Rodolfo e Mimi de La Boheme, Gilda e o Duque de Mântua de Rigoletto, entre tantos outros famosos personagens do mundo da ópera.
Mesclando comédia, drama, romance e paixão, é um espetáculo que merece ser visto!
A direção é do grande Iacov Hillel.
As récitas acontecem em Novembro nos dias 18 e 20 as 16hr e no dia 19 as 18hr, na pinacoteca do estado, no bairro da Luz (mesmo local da flauta mágica do ano passado). Entrada Franca.
Daniel Umbelino

MASTER CLASS DE PIANO PARA ESTUDANTES E JOVENS PROFESSORES (RJ)


MASTER CLASS DE PIANO PARA ESTUDANTES E JOVENS PROFESSORES, MINISTRADO POR MARIA ALICE COELHO (PIANISTA, PEDAGOGA E PROMOTORA DE EVENTOS CULTURAIS NA ALEMANHA). DIAS 17, 18, 19 DE NOVEMBRO DE 2011, DAS 09:00 ÀS 12:00hs,
ACADEMIA DE MÚSICA LORENZO FERNÂNDEZ
RUA DA LAPA, 120/7°ANDAR, CENTRO - RIO DE JANEIRO.
INFORMAÇÕES: 21- 2221-7109.

Estude em Harvard sem pagar nada. E no Brasil!

Agora não há mais desculpas para quem quer estudar e não tem dinheiro para arcar com os altos preços das mensalidades.
O MIT, uma das mais conceituadas faculdades dos Estados Unidos, oferece em sua página centenas de cursos de diversas áreas como antropologia, economia, música, biologia, física, arquitetura, engenharia e outros.  Todos são gratuitos e para participar do programa, basta fazer o download do material completo do próprio site da faculdade. O professor Salman Khan, formado em Harvard e no MIT, desenvolveu o site Khan Academy, que disponibiliza explicações online de diversas matérias. Além do curso, o aluno pode fazer exercícios que auxiliam na compreensão da disciplina. As aulas estão em formato de vídeo (em inglês).
E a moda de cursos gratuitos pela internet também chegou ao Brasil. A FGV (Fundação Getúlio Vargas) oferece de comunicação, gestão e direito. As iniciativas não proporcionam titulação, crédito, certificação ou acesso a instrutores, ao final das aulas, mas o participante poderá realizar um teste e obtendo nota mínima emitir a declaração de participação.
Para quem acha que o ITunes serve apenas para ouvir música, a maior surpresa são as aulas online gratuitas disponíveis no site da Apple e que podem ser vistas no player da marca. A proposta faz parte do projeto “ITunes U”, para ter acesso basta fazer o download do player e escolher a disciplina desejada na página da Apple.  Entre as faculdades que disponibilizam conteúdo gratuito no site estão MIT, Universidade do Sul da Flórida e Berkley.
Se você ainda não tem certeza do que quer cursar ou não sabe qual a melhor instituição para isso, o portal OCW (Open Courseware Consortium) centraliza milhares de cursos abertos das melhores universidades do mundo, entre elas Universidade de Barcelona, caso tenha familiaridade com o catalão, Universidade Hokkaido, se o seu forte é o japonês, FGV e Universidade do Sul de Santa Catarina, se não quiser arriscar sair do português.
Catraca Livre / Folha UOL

A Escola e o Festival de Piano do BNDES - UFRJ (RJ)

A Escola de Música (EM) vai receber concertistas premiados de vários países a partir de novembro. É o Festival de Piano do BNDES, que reunirá, pela primeira vez, vencedores do Concurso do Banco e de outras das mais importantes iniciativas na área do instrumento. A abertura será no dia 26, às 19h, com Daniil Trifonov, ganhador do Concurso Tchaikovsky de 2011, e que vai inaugurar o piano Steinway adquirido especialmente para o evento. Também será lançado o livro “Guiomar Novaes do Brasil”, escrito pelos jornalistas João Luiz Sampaio e Luciana Medeiros e que traz encartados dois CDs com “Guiomar Novaes &Filarmônica de Nova York”.
No dia 29 de novembro será a vez de Evgeny Brahkman, terceiro prêmio do Concurso BNDES do ano passado; no dia 2 de dezembro, a apresentação é de Haochen Zang, vencedor no Van Cliburn, em 2009; no dia 6, de Fabio Martino, primeiro lugar no BNDES de 2010; em 9 de dezembro o concerto é de Lukas Geniusas, segundo colocado no Chopin de 2010 e em 10 de dezembro, de Kotaro Fukuma, segundo prêmio no BNDES também de 2010. Os concertos ocorrerão sempre às 19h, no Salão Leopoldo Miguez. O encerramento, às 17h do dia 11 de dezembro, no Teatro Municipal, será com Nelson Freire, Doutor Honoris Causa pela UFRJ. O Festival é uma realização do Instituto Arte Plena, com apoio da EM.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Rubato Gandaia no Sesc Osasco (SP)

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Filarmônica Vera Cruz se apresenta no Auditório Ibirapuera

Concerto acontecerá no dia 27 de novembro e terá como solista o pianista Gilberto Tinetti  

A Filarmônica Vera Cruz apresenta quatro concertos em novembro sendo um deles no Auditório Ibirapuera, tendo como solista o pianista Gilberto Tinetti. O evento acontece no dia 27 de nTvembro, a partir das 11h, e será a primeira apresentação da orquestra de São Bernardo do Campo, em São Paulo depois de sua reestruturação empreendida pelo maestro Júlio Medaglia.
O programa terá o Concerto nº 5 para piano de Beethoven e peças compostas por D. Pedro I, como o famoso Credo, que a Filarmônica Vera Cruz está recuperando e se empenhando em divulgar. “É um concerto muito curioso, pois mostra que quem inventou o Brasil era um grande músico. Gioacchino Rossini regeu a abertura sinfônica em Paris depois da volta de D. Pedro I à Europa por admirá-lo”, explica Júlio Medaglia, acrescentando ainda “É um compositor acima da média como mostram as obras deste concerto”.
Gilberto Tinetti é um dos mais renomados pianistas brasileiros. Sua carreira tem mais de quatro décadas de trabalho intenso e continuado, tendo recebido diversos prêmios. Ele tem se apresentado em vários países da Europa, América Latina e nos Estados Unidos. Com o Trio Brasileiro, formado em 1975, gravou 5 LPs e 1 CD.  É também reconhecido professor. 
Antes do concerto no Auditório do Ibirapuera, a orquestra de São Bernardo do Campo, faz apresentação no Teatro Lauro Gomes, no dia 9 de novembro, às 20h. Já no dia 13 de novembro, às 11h, faz apresentação na Chácara Silvestre. A orquestra volta a se apresentar no Teatro Lauro Gomes no dia 23 de novembro, às 20h. 
A Filarmônica Vera Cruz iniciou sua temporada 2011 em agosto passado, com uma programação bastante diversificada e com o intuito de atrair novos ouvintes e divulgar a música clássica para todos os públicos. Além dos concertos semanais e gratuitos nos teatros da cidade, a orquestra também apresenta semanalmente, a série “Encontros com a Juventude”, que permite ao público menos acostumado a música erudita, uma oportunidade de ter um primeiro contato com uma orquestra.
Teatro Lauro Gomes
Rua Helena Jacquey, 171 – Rugde Ramos – São Bernardo do Campo/SP
Dias: 9 e 23 de novembro, 20h
Parque Chácara Silvestre
Av. Wallace Silmonsen, 1800 – Nova Petrópolis – São Bernardo do Campo/SP
Dia: 13 de novembro, 11h
Auditório Ibirapuera
Av. Pedro Álvares Cabral, S/Nº - Portal 2 – Moema – São Paulo/SP
Dia 27 de novembro, 11h