sexta-feira, 2 de março de 2012

Espetáculo Siré Obá: A festa do Rei ´se apresenta gratuitamente no Terreiro Mokabono - bairro de Trobogi, dia 4 de março


Depois de levar o ambiente do terreiro de Candomblé para o teatro, a Cia Nata faz o caminho inverso. O público poderá conferir, no Barracão do Terreiro Mokambono (Trobogi), dia 4 de março, a primeira apresentação de Siré Obá: A festa do Rei, dentro do projeto Oná Ilú Ayê, Saindo para os Caminhos do Mundo, que apresentará gratuitamente o espetáculo em quatro Comunidades de Santo de Salvador.
Através do teatro, música, poesia e dança afro, o espetáculo dirigido por Fernanda Júlia, remonta uma celebração do candomblé e pretende mostrar a beleza e a filosofia do culto aos Orixás, desmitificando preconceitos e combatendo a intolerância religiosa. Nesse espetáculo-festa os espectadores são convidados a celebrar a grandeza e feitos das divindades africanas que compõem o universo Yorubá.
Baseados na pesquisa cênica de “ativação do movimento ancestral”, o espetáculo foi construído através do teatro físico-ritual e homenageia essas divindades e todas as Comunidades de Santo que mantiveram viva essa herança.
SIRÉ – OBA, A FESTA DO REI
 Data: 04/03
Hora: 17h
 Local: Barracão do Terreiro Mokambo - Táta Anselmo José - [Trobogi - Rua Heide Carneiro, 89, Vila 2 de Julho
 Ingresso: Grátis

Conhecendo a BN (Biblioteca Nacional): Divisão de Música e Arquivo Sonoro

Saiba como funciona a divisão da Biblioteca Nacional que abriga o maior acervo de música da América Latina.

Criada em 1952, pela bibliotecária Mercedes Reis Pequeno, a Divisão de Música e Arquivo Sonoro (Dimas) da Biblioteca Nacional reúne 250 mil peças, entre periódicos, partituras, discos, CDs, cartazes, instrumentos musicais e diversos materiais relacionados à produção musical e discográfica do país.
Acervo formado, inicialmente, pelas coleções Real Biblioteca e D. Thereza Christina Maria – com primeiras edições de Haydn, Mozart, Beethoven e outros compositores dos séculos XVIII e XIX, a Divisão  dedica, atualmente, especial atenção à coleção de música brasileira, constituída por obras de grandes compositores, como Carlos Gomes, Alberto Nepomuceno, Villa-Lobos, Padre José Maurício, Francisco Mignone, Lorenzo Fernandes, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Sinhô, Donga, Noel Rosa, Pixinguinha e Tom Jobim.
A coleção de discos contém 30 mil peças – CDs, discos de 78 rpm e 33 rpm, fitas cassete e de rolo – com gravações nacionais e estrangeiras de compositores eruditos e populares.

Entre e ouça
A grande diferença entre a Divisão de Música e as outras áreas de pesquisa da Biblioteca Nacional está no tipo de consulta:  além da pesquisa de impressos, ali é possível ouvir as gravações.
A “Música”, como é mais conhecida, é um dos setores da Fundação Biblioteca Nacional que funcionam fora do prédio sede da BN: fica no Centro do Rio de Janeiro, em um prédio histórico: no 3º andar do Palácio Gustavo Capanema.
Além das peças em exposição permanente, há sempre uma pequena mostra de obras do acervo, exibida durante uma efeméride da área.  “Atualmente, estamos homenageando o centenário de nascimento do compositor Herivelto Martins”, diz Elizete Higino, chefe do setor.
Funcionária da Biblioteca Nacional há 28 anos, Elizete, bibliotecária com formação em piano, lembra das preciosidades que compoem o acervo da Música: “Villa-Lobos, Mignone e Guerra-Peixe estão entre os nomes mais procurados pelos usuários”, diz.
As peças que os pesquisadores mais pedem para ouvir são CDs de 78 rotações, integrantes do projeto Passado Musical, que há alguns anos transferiu o conteúdo de discos para formatos digitais. Os mais antigos são dos anos 1900
“É possível fazer reprodução de peças do acervo que estejam em domínio público, através de cópias em microfilme ou formato digital”, explica Elizete. “No caso de obras com direitos reservados, a reprodução deve ser autorizada pelo autor e/ou seus herdeiros”.
Partituras com as obras completas de Bach, Carlos Gomes e outros compositores estão disponíveis para consulta do público, mas você também pode dar uma passadinha só pra ler um livro sobre os Beatles, consultar obras de referência da área, botar o fone pra ouvir modinhas do início do século passado e curtir o vento fresco que sobra pelas janelas gigantescas do Capanema, de tardinha. Visite!
Divisão de Música e Arquivo Sonoro da Biblioteca Nacional

Palácio Capanema, 3º andar
Rua da Imprensa, 16
Centro – Rio de Janeiro
Segunda a sexta, 10h às 18h
informações: dimas@bn.br


quinta-feira, 1 de março de 2012

Exposição gratuita conta a história de São Paulo por meio da música


Em cartaz no Sesc Santana (zona norte de São Paulo) até 1º de abril, a exposição "Roteiro Musical da Cidade de São Paulo" conta a história de 100 anos da cidade por meio da música. Discos raros, partituras, letras, fotografias, documentos e depoimentos foram reunidos pelo jornalista Assis Ângelo. Dois momentos ganham destaque: a Revolução de 1932 e o aniversário de 400 anos da cidade, que renderam músicas de Carlos Gomes a Ari Barroso, passando por Chiquinha Gonzaga, Lamartine Babo, Tom Zé, Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Itamar Assumpção.

olha.com

Eudóxia de Barros no MuBe no próximo domingo.


Caros/as amigos/as, colegas,
No próximo
DOMINGO - dia 4 de MARÇO
16 h.
local : MuBE - Av. Europa, 218, esquina com rua Alemanha
Ingressos : R $ 20,00  e  R $ 10,00 ( infelizmente não poderei oferecer ingresso - cortesia, desculpas )me apresento com um programa leve, tocando várias músicas de ERNESTO NAZARETH, ZEQUINHA de ABREU, CHIQUINHA GONZAGA e GOTTSCHALK .

Se VS. puder comparecer, ficaria muito grata mesmo, pela sua presença .

Cordial abraço,

Eudóxia.

USP é universidade que mais forma doutores no mundo


A Universidade de São Paulo (USP) é a universidade que mais forma doutores mundialmente.

A constatação é do Ranking Acadêmico de Universidades do Mundo (ARWU, na sigla em inglês) por indicadores, elaborado pelo Centro de Universidades de Classe Mundial (CWCU) e pelo Instituto de Educação Superior da Universidade Jiao Tong, em Xangai, na China, que aponta a universidade paulista como a primeira colocada em número de doutorados defendidos entre 682 instituições globais.
O ranking também indica a USP como a terceira colocada em verba anual para pesquisa, entre 637 universidades, além de a quinta em número de artigos científicos publicados, entre 1.181 instituições em todo o mundo, e a 21ª em porcentagem de professores com doutorado em um universo de 286 universidades.
Na avaliação de Vahan Agopyan, pró-reitor de Pós-Graduação da USP e membro do Conselho Superior da FAPESP, a liderança mundial na formação de doutores, apontada pelo levantamento global, deve-se à tradição da pós-graduação da USP no Brasil.
Em 1965, quando foram definidas as novas diretrizes da pós-graduação no país, baseadas no trabalho de Newton Sucupira (1920-2007) – responsável pela criação do Conselho Federal de Educação, atualmente Conselho Nacional de Educação – a USP já possuía um número muito expressivo de docentes com doutorado, e se destacou como a universidade que viria a suprir a demanda do país por mestres e doutores.
“Nas décadas de 1970 e 1980, praticamente metade dos doutorados no Brasil eram realizados na USP, e hoje mais de 20% dos pós-graduandos no país também obtém o título de doutor aqui. Isso permitiu que a universidade se tornasse um grande centro mundial de pós-graduação, agora confirmado por esse ranking internacional”, disse Agopyan à Agência FAPESP.
Nos últimos dez anos tem diminuído o número de mestrandos e de doutorandos na USP. Em 2011, pela primeira vez o número de doutorandos na universidade, que celebrou em agosto a concessão de 100 mil títulos de pós-graduação, foi maior que o de mestrandos.
“É um reflexo do aumento no número de programas de mestrado oferecidos em todo o país. Em função disso, os pós-graduandos estão preferindo realizar mestrado em sua própria região e procuram a USP para fazer doutorado ou alguma outra atividade mais especial”, avaliou Agopyan.
Por outro lado, o número de estudantes de pós-graduação da USP tem se mantido estável nos últimos anos. Atualmente, a universidade conta com cerca de 23 mil alunos de pós-graduação stricto-sensu e titulou 2.192 doutores e 3.376 mestres em 2011 – números que oscilaram pouco nos últimos 15 anos.
“Nós já somos grandes e estamos trabalhando no máximo da nossa capacidade há vários anos. Cada um dos nossos docentes tem, em média, mais de cinco orientandos, que é um número elevadíssimo”, afirmou Agopyan.
Segundo o pró-reitor, esse fenômeno também é comum às principais universidades no mundo, como as norte-americanas, europeias e chinesas listadas no ranking, cujo número de pós-graduandos também está bastante estável e seus programas de pós-graduação operam no limite de suas capacidades.
Um dos fatores atribuídos por Agopyan para a USP continuar liderando a formação de doutores é a atuação da universidade em todas as áreas do conhecimento, sendo que as universidades no exterior normalmente têm algumas áreas de especialidade. “Somos uma instituição pluridisciplinar”, destacou.
Na avaliação de Agopyan, o desafio agora é ser não apenas a maior, mas a melhor em formação de doutores no mundo. Para isso, a USP tem buscado padrões internacionais de qualidade, por meio da promoção da mobilidade de seus docentes e alunos para outros países, da avaliação e do apoio aos seus programas de pós-graduação. “Não queremos apenas quantidade, mas sim qualidade”, afirmou.
A FAPESP desembolsou R$ 277,3 milhões em 2010 com Bolsas no país, dentro de seu Programa de Bolsas. Desse total, por vínculo institucional do pesquisador responsável pelo projeto ou do bolsista, a USP recebeu R$ 132,7 milhões (ou 47,87%).  Em 2010, a FAPESP concedeu 1.362 bolsas de Doutorado e Doutorado Direto.
Destaques das universidades paulistas
Além da USP, o ranking elaborado pela CWCU apontou a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como a 38ª colocada em número de doutorados defendidos, a 138ª em número de artigos publicados e a 62ª em percentual de professores com doutorado.
Por sua vez, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) obteve a 55ª posição em doutorados concedidos, a 150ª colocação em número de artigos publicados e o 31º lugar em percentual de professores com título de doutor.
Um outro ranking divulgado em janeiro, o Web of the World Universities, conhecido como Webometrics, que mede a visibilidade das universidades nos principais mecanismos de busca da internet, apontou a USP como a 20ª colocada e a primeira da América Latina, seguida na região pela Universidade Nacional Autônoma do México, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a Unesp. A Unicamp obteve a 9ª colocação entre as universidades latino-americanas.
Outras universidades brasileiras que figuram entre as dez mais bem colocadas no ranking latino americano são a Universidade Federal de Santa Catarina, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade de Brasília e a Universidade Federal do Paraná.

Agência FAPESP

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Para quem curti musicais, ótimas opções em São Paulo


Grandes produções de teatro musical dominam os palcos dos teatros nos últimos anos e 2012 não pode ser diferente. Confira quais são as montagens que passam por São Paulo:
Em cartaz
Hair
O musical fica em cartaz no Teatro Frei Caneca até abril. A história traz cenas curtas sobre uma comunidade de hippies nova yorkinos, que pregavam a liberdade, a paz, a esperança, o amor ao próximo e a tolerância entre as diferenças, ideais que marcaram a cultura das décadas de 60 e 70.
Cabaret
Claudia Raia é a protagonista do aclamado musical que permanece no Teatro Procópio Ferreira até dia 3 de março. Ambientada em uma decadente casa noturna de Berlim, a trama do musical gira em torno do relacionamento da inglesa Sally Bowles com o escritor americano Cliff Bradshaw.
Vem aí
A Família Addams
A montagem sobre esta adorada família chega ao Brasil pouco tempo após sua estreia na Broadway para apresentar o namorado de Wandinha. O palco será o Teatro Abril em 2 de março de 2012. No elenco, Marisa Orth e Daniel Boaventura dão vida aos personagens Mortícia e Gomez.  im Maia, Vale Tudo - O Musical

Baseada em livro de Nelson Motta, a montagem traz como protagonista o ator Tiago Abravanel, neto do apresentador Silvio Santos. Após um grande sucesso na temporada carioca o espetáculo estreia no dia 9 março no Teatro Procópio Ferreira
Um Violinista no Telhado
Baseada nos contos judiciais de Shalom Aleichem, a peça narra a história de Tevye (interpretado por José Mayer), leiteiro de um vilarejo judeu na Rússia czarista. Enquanto luta para sobreviver e honrar sua religião, ele enfrenta problemas com as cinco filhas, além de vivenciar uma época de massacres contra os judeus. A montagem ganha o palco do Teatro Alfa.
Priscilla, Rainha do Deserto - O Musical
Com previsão de estreia para 16 de março de 2012 no Teatro Bradesco, o musical traz no elenco nomes como Saulo Vasconcelos, Luciano Andrey, Simone Gutierrez e o jovem talento André Torquato. A história é a mesma do sucesso cinematográfico de 1994: três amigos partem em um ônibus para uma viagem cheia de aventuras pelo deserto. 

Fame
O Teatro Frei Caneca recebe, após a montagem de Hair, a trama que mostra jovens que estudam em uma escola de artes e batalham para mostrar o seu valor enquanto enfrentam desafios e preconceitos da família e sociedade

11º ENCONTRO INTERNACIONAL DE HARMÔNICA

SESC Pompeia

A harmônica, ou simplesmente gaita como é mais conhecida, é um dos instrumentos que mais cresce em popularidade no Brasil. Mais uma vez, a Choperia do SESC Pompeia abriga o Encontro Internacional de Harmônica, que chega à sua décima primeira edição com uma programação especial que inclui shows, workshop, performances e até uma jam session.

Deputado quer a descriminalização das cópias de livros.


O projeto de lei é de autoria do deputado federal Nazareno Fonteles (PT-PI), o PL de número 3133/12, que altera o Código de Direitos Autorais e abre brecha para a cópia desenfreada de filmes, música e livros pela internet. Na proposta o parlamentar deixa claro que o objetivo destas cópias precisa ter fins educacionais e particulares e que não visem o lucro, porém, ainda que criminalizado, o controle estatal sobre este processo já se mostra difícil. Censura, liberdade de expressão e o futuro da cultura digital voltaram ao debate neste primeiro semestre. Foi assim, com os protestos contra o SOPA (Stop Online Piracy Act) e o PIPA (Protect IP Act) nos EUA. E mais recentemente por aqui, com a apreciação do projeto de revisão da Lei dos Direitos Autorais (9.610/98), pelo Congresso Brasileiro.
Em breve, mais um projeto sobre o tema será apresentado na Casa. De autoria do Deputado Nazareno Fonteles (PT/PI), o PL 3133/12 defende a flexibilização da lei como direito de acesso à propriedade intelectual. “A LDA não pode engessar uma nação, impedindo o benefício da coletividade em função da vontade individual. É preciso reconhecer os direitos autorais sim, mas também vincular sua proteção à função social”, observa.
Outro ponto levantado por Fonteles refere-se a judicialização das comunicações no meio digital. Para ele, “democratizar o conhecimento, diminuindo a judicialização nas relações de compartilhamento [de conteúdo, por exemplo], viabiliza a participação popular”.
Em entrevista à instituição Câmara, o parlamentar argumentou que se ele compra um livro, ele pode“emprestar para quantos amigos quiser e isso não é crime; essa é a mesma lógica que deve ser utilizada nos meios digitais”, argumenta, procurando simplicar o assunto. “Queremos evitar a criminalização do compartilhamento permitido pela era digital”, acrescenta. O artigo 184 do Código Penal, porém, prevê que o ato de “violar direitos de autor e os que lhe são conexos”, é passível de pena de detenção, de 3 meses a 1 ano, ou multa.
Conheça Aqui
A confusão no projeto do parlamentar piauiense ocorre, no entanto, com relação ao controle de permissão ou não da cópia autorizadas, destes filmes, músicas e livros e confronta o parágrafo primeiro do mesmo artigo do Código Penal. Mas para resolver esse impasse a proposta determina que será dispensada a prévia autorização do titular e ainda, a dispensa da necessidade de remuneração por parte de quem as utiliza.
O primeiro parágrafo do artigo 184 do Código Penal diz que “se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente", o ato infrator submete o autor a pena de reclusão de 2 a 4 anos e multa.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Maestro italiano assume Sinfônica de Ribeirão Preto.


Após a saída do maestro Claudio Cruz da direção da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, foi anunciado que Gian Luigi Zampieri, italiano que regeu dois concertos com a orquestra em dezembro de 2011, acaba de retornar ao Brasil para assumir o posto de regente-titular do grupo.  Nascido em Roma, Gian Luigi rege o primeiro programa como regente-titular no dia 10 de março, no Teatro Pedro II, com árias e trechos de óperas de Puccini, Leoncavallo, Mozart e Verdi e também a Sinfonia nº 4 de Brahms, com a participação da soprano Daniella Carvalho.
Também foi anunciada a contratação de Mariângela Quartim para o cargo de gestora da orquestra.

Unicamp libera conteúdo de aulas na web


Portal lançado  pela Unicamp dá a qualquer um acesso ao conteúdo apresentado nas disciplinas de graduação.
Todo o material didático publicado no chamado OpenCourseWare (OCW) fica sob a licença pública Creative Commons, o que significa que seu uso é liberado para quaisquer fins não comerciais, desde que seja atribuída a autoria.
Na prática, isso permite a qualquer um, aluno ou não, olhar fotos, animações, apostilas, vídeos, apresentações ou outros materiais apresentado em 12 disciplinas da universidade de Campinas - um número que deve crescer conforme o projeto se consolidar.
O Projeto OCW é uma iniciativa inédita no Brasil, fruto de um convênio entre a Unicamp e o Portal Universia, responsável pelo OpenCourseWare - consórcio mundial que promove o compartilhamento de conteúdos educacionais em mais de 100 instituições de ensino superior.
A iniciativa partiu da Pró-Reitoria de Graduação em conjunto com o Grupo Gestor de Tecnologias Educacionais (GGTE) e tem como exemplo o Massachusetts Institute of Technology (MIT), que já disponibiliza seus conteúdos didáticos através do MIT Open Course Ware.
O acesso ao site do OCW Unicamp é gratuito e não é necessário fazer cadastro ou inscrição. Vale ressaltar que, apesar de o conteúdo ser proveniente da universidade, o OpenCourseWare não emite certificados ou diplomas, nem oferece suporte ou assistência dos autores sobre o uso e os conteúdos dos materiais disponíveis.

Mais de 400 cursos gratuitos e online para estudantes e profissionais


Existem excelentes cursos presenciais e online, porém alguns são salgados demais. Alguns cursos – muito bons, confesso – beiram os 3 mil reais por 1 semana de encontros. Se você tem toda essa grana, o mais adequado é fazer. Já se você é como a maioria dos novos profissionais ou estudantes que não têm essa bola toda, cursos gratuitos podem ser uma ótima opção. Só cuidado com a qualidade dos cursos oferecidos e as armadilhas plantadas pelos oportunistas de plantão.
Há também alguns portais que oferecem cursos online com um preço mais amigável e discreto. Oportal Cursos 24 horas, por exemplo,  assim como o iMasters PRO, que reúne diversas opções focadas em digital. Outra recomendação é do meu amigo Estevão Soares, da Estrategi.ca, abordando cursos na área de mídias sociais com valores bacanas.
Mas para aqueles que estão zerados ou que procuram cursos que não são oferecidos por nenhuma empresa, elaborei uma lista com diversos cursos em inglês e português sobre os mais variados temas, mas quase sempre relacionado com os assuntos comunicação e internet. Alguns são bem simples, outros já são mais complexos. Espero que algum deles o ajude em sua carreira. Confira:
Papos na Rede: não tem como falar em conhecimento gratuito e online sem falar no projeto Papos na Rede, idealizado pela Márcia Ceschini. É gratuito e sempre traz os melhores e mais conceituados profissionais sobre digital do país.
FGV – Fundação Getúlio Vargas: cursos gratuitos nas áreas de finanças pessoais, sustentabilidade, inovação, empreendedorismo e comunicação empresarial.
SEBRAE: simplesmente um dos melhores portais com cursos gratuitos em português. Oferece cursos de empreendedorismo, internet para negócios, gestão de qualidade e até atendimento ao cliente.
Microsoft TechNet: é um programa gratuito online baseado em tecnologias e produtos da Microsoft voltado para a comunidade de desenvolvedores, profissionais de TI, estudantes e entusiastas por tecnologia.
Intel Next Generation: aposta da Intel na formação dos profissionais de tecnologia da informação. Diversas opção bacanas a serem estudadas.
Unisul Virtual: comunicação, informática, multimídia, análises de redes sociais, inovação, entre outros. A navegação é um pouco confusa, mas logo você se acostuma.
Unicamp: mini-cursos voltados para a área de web, como CSS, HTML, XML entre outros. Outra opção da mesma universidade é conhecer o treinamento interativo, que aborda o sistema Linux, desenvolvimento de sites, além de outros temas.
Escola Virtual: curso oferecidos pela Fundação Bradesco, que vão da administração financeira, banco de dados, informática, tecnologia da informação, fotografia e desenvolvimento de aplicativos.
Escola Superior de Administração e Gestão: encontrei alguns cursos básicos sobre liderança, comportamento, gestão do tempo e negócios. Vale a pena dar uma conferida.
SENAI: um curso sobre tecnologia da informação e comunicação voltado para adolescentes, mas bacana para quem não tem conhecimento na área e quer aprender um pouco mais sobre o tema.
INFO: para quem quer aprender um pouco mais sobre Flash (CS3) a INFO disponibilizou um curso online gratuito sobre a ferramenta. Mais uma vez bacana para quem conhece ou ainda não conhece.
DFJUG: grupo de Java que tem entre seus objetivos ensinar de forma livre e gratuita a linguagem Java e as tecnologias associadas.
Livemocha: é uma rede colaborativa onde você ensina o seu idioma e, em troca, você aprende um nova língua. É banca porque a conversa fica de “igual para igual”. É um case mundialmente reconhecido.
UOL: uma opção interessante é fazer um curso de inglês produzido pela parceria da britânica BBC com o portal UOL. O curso é totalmente didático e simples.
BCC Languages: se você quer explorar diversos idiomas, a BBC oferece cursos de inglês, francês, espanhol e até chinês.
Poynter´s News University: mais voltado para jornalistas, o portal traz desde cursos gratuitos até outros pagos, com preços variados. Há cursos para quase todas as preferências.
University of California, Los Angeles: um curso especial sobre ética jornalística.
Data Center University: cursos sobre o mundo da tecnologia da informação que vão do introdutório até o avançado.
Yale: uma das mais prestigiadas universidades do planeta, a Yale disponibiliza gratuitamente os vídeos de seus cursos sobre astronomia, história, música, filosofia e ciência política. Aqui comecei um curso introdutório sobre filosofia política.
MIT – Massachusetts Institute of Technology: referência mundial em pesquisa sobre tecnologia e ciência, com laboratórios vanguardas que trabalham com oportunidades tecnológicas incríveis. Os cursos vão desde estudos sobre mídia, passando por história e engenharia mecânica.
University of California, Berkeley: estudos sobre a América, história, geografia, ciência da computação, sociologia, ciência cognitiva e filosofia. Boa pedida também já que é outra universidade super conceituada nos EUA.
University of California, Irvine: cursos sobre negócios, informática, educação entre outros.
Stanford University: mais uma conceituadíssima universidade americana que foca cursos em inteligência artificial, criptografia, interação homem-máquina e teoria dos jogos. Cheguei a iniciar um curso sobre inteligência artificial e confesso que apesar do tema complexo, as aulas eram super didáticas.
The Open University: são mais de 600 cursos gratuitos online sobre negócios, artes, educação, tecnologia entre outros diversos assuntos.
Codecademy: portal que oferece cursos voltados ao universo da programação.
Harvard University: quer estudar em Harvard? Você pode fazer online um curso que introduz o aluno ao universo da ciência da computação, gratuito, ou optar por cursos de extensão, mas que são pagos – e salgados.
Lynda: também com cursos voltados para o mundo da programação, alguns básicos e outros bem avançados. É necessário ser sócio para ter acesso aos conteúdos por completo. Os preços variam de 25 dólares mensais a 375 dólares anuais.
Energy University: cursos voltados para a área de TI verde. Disponíveis também em português.
Nesse link você encontra outras universidades com cursos gratuitos e online, e aqui você confere uma lista com mais de 400 cursos também gratuitos e online.
Esperamos que tudo isso dê para o começo. Se você souber de algum link interessante deixe nos comentários que depois atualizo este post. A preferência, é claro, será por cursos em português e gratuitos. Bons estudos.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Unifesp promove curso de capacitação e profissionalização


O Projeto Pirado (Projeto de Integração e Reintegração para o Adolescente e Adulto para o Desenvolvimento Ocupacional), ligado a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) abre inscrições para curso de profissionalização e capacitação. Voltado para pessoas com mais de 16 anos e Ensino Fundamental completo, o objetivo é contribuir para que adolescentes e adultos da Zona Sul tenham acesso gratuito à educação para o trabalho e para a saúde.
São abordados temas como empregabilidade, comunicação, motivação, legislação trabalhista, orientação vocacional, empreendedorismo, sustentabilidade, educação sexual, entre outros.
As aulas acontecem aos sábados, das 9h às 13h30, e têm início previsto para o dia 2 de abril e encerramento 8 de dezembro.
As inscrições devem ser realizadas pelo site, ou pessoalmente na Unidade Avançada de Extensão da Unifesp, que fica na rua Padre José Maria, 545, próxima ao Terminal de Õnibus Santo Amaro, de segunda a sexta, das 8h às 17h.


Como estudar: ensine seu cérebro a se concentrar


Deixar o celular longe, reunir o material de estudo de forma organizada, desligar a TV, sair da Internet, deixar água e algum lanche por perto, ficar sozinho e seguir um bom planejamento ajudam a melhorar o rendimento quando você precisa estudar, mas… cadê a concentração? Se mesmo com toda a preparação do mundo seus pensamentos continuam bem longe da matéria que você precisa estudar e está difícil focar no mesmo texto ou exercício, dê uma olhada nestas três técnicas. Você pode usá-las separadamente, ou fazer um combinado para ajudar seu cérebro a se concentrar. Sim, é possível treinar o cérebro para focar numa única tarefa por mais tempo, do mesmo jeito que se pode treinar o corpo para fazer musculação, aprender capoeira, dançar ou correr uma maratona.

Técnica do Intervalo
Se está difícil de se concentrar, forçar a barra para passar horas e horas diante dos livros não ajuda em nada. Se a ideia é começar a treinar seu cérebro para tirar o melhor proveito das suas horas de estudo, vale começar aos poucos.
A Técnica Pomodoro, inventada em 1980 por Francesco Cirillo, é um método de gerenciamento do tempo. A ideia é simples: usar um timer para marcar pequenos períodos de produtividade. Você pode usar um daqueles timers de cozinha, qualquer relógio ou mesmo o seu celular. O método recomenda 25 minutos de concentração, mas você pode chegar lá aos poucos.
Antes de iniciar sua tarefa, lista de exercícios ou leitura, programe o alarme para um tempo curto, digamos, 10 minutos. Ao fim desse intervalo, faça uma pausa de dois minutos. Repita até completar quatro ciclos e faça uma pausa maior. Vá aumentando o tempo de concentração aos poucos, de cinco em cinco minutos, até alcançar o período ideal para você.

Só mais cinco…
Não, não são aqueles “só mais cinco minutinhos” quando o despertador toca de manhã cedo. É uma técnica para resistir à vontade de largar tudo que bate diante de uma tarefa extensa ou aborrecida demais. É uma boa maneira de lidar com o desânimo que dá, por exemplo, quando aqueles 20 exercícios de Química parecem uma barreira intransponível, ou quando o livro não está nem na metade e você já pensa em desistir.
O objetivo aqui, em vez de largar tudo e sair correndo, é dizer a si mesmo que você vai fazer só mais cinco coisas antes de desistir. Podem ser mais cinco exercícios, cinco questões daquela prova do vestibular anterior, cinco páginas do texto, cinco parágrafos do livro obrigatório, ou mesmo cinco linhas! Quando acabar, do mesmo jeito que você aperta o botão do despertador pra dormir mais cinco minutinhos, fale pra si mesmo: “só mais cinco”.
Ao quebrar a tarefa “de cinco em cinco”, você vai aguentá-la por mais tempo e, quem sabe, até cumprir o objetivo sem muito sofrimento.

Meditação Instantânea
Às vezes, o que atrapalha é a ansiedade ("Tem muita matéria pra estudar, não vou dar conta!"), ou um problema qualquer que não tem nada a ver com o estudo. Nesses momentos, é importante deixar a mente livre de preocupações para que o tempo de estudo que você separou seja o mais produtivo possível.
Esta técnica de meditação pode ser aplicada em qualquer hora, em qualquer lugar. Vale para quando você precisa se concentrar nos estudos, mas também ajuda a baixar a ansiedade hora da prova.
O passo-a-passo é muito simples, está explicado num vídeo de mais ou menos cinco minutos e está em inglês, mas tem legendas em português.

compartilhar dá câncer


O que aconteceu com os livros do mundo? De repente, dois mil e poucos anos de literatura ocidental foram resumidos aos escritos de alguns poucos autores. Pouquíssimos. Aparentemente noventa por cento de tudo que está rolando na internet foi escrito pela Clarice Lispector e o Caio Fernando Abreu. As redes sociais estão fazendo este bem à literatura, transformando-a numa compilação de citações ridiculamente curtas e que “tocam o coração”. Literatura, hoje em dia, precisa ter esta levada subjetiva, psicológica, positiva, otimista, babaca e curta.
Não que eu ache isso dos autores citados, porque eu não acho nada deles. Clarice, li na escola. Abreu, li recentemente, até por causa deste boom cibernético. Na internet, suas obras se resumem às mesmas citações ad perpetuum, fechadas em arquivos de imagens e, por isso, altamente contagiosa ,”viralizável”, como dizem. São citações, claro, completamente deslocadas dos contextos originais, com erros ortográficos, designs cafonas e afrontas várias ao olho humano. É um carnaval de mesmice que, muito provavelmente, gera mais dano à consciência individual de cada ser humano e à suposta consciência coletiva do planeta do que qualquer outra coisa que conhecemos atualmente. Talvez seja pior do que radiação nuclear ou gás metano.
Claro, some-se a isso a técnica da repetição, que é uma estratégia de comunicação básica, um elemento natural da retórica, da música, de todas as artes, e é necessária à transmissão da mensagem, em qualquer nível de intencionalidade e comum a todas as espécies orgânicas do planeta, e esta foi a maneira que a natureza arranjou para gerar a si própria, repetindo-se, pois bem, some-se a tudo isso a repetição contínua de todas essas citações, sem parar, em todas as redes sociais existentes, e pronto: a lambança fica feita.
Apesar da repetição acontecer em tudo e em todos, ela pode ser prejudicial, claro. No âmbito humano, basta dar uma olhada para os malefícios que certos hábitos repetidos a médio e curto prazo provocam na vida das pessoas. A cracolândia é logo ali.
Então, como o crack, eu acho sim que pequenas peças de lixo cultural midiático podem ocasionar danos enormes ao desenvolvimento psicobiosocial do ser humano. É como um câncer, é como qualquer sistema entrópico, que entra em colapso e todo colapso é irreversível. Desculpe pela pretensa negatividade da ideia, mas as coisas são assim e se você tiver algum problema com isso, que se entenda com a Segunda Lei da Termodinâmica.
Então, Clarice, minha cara, Abreu, meu amigo, não é nada pessoal, mas se vocês estivessem vivos provavelmente concordariam comigo, pois esta aporrinhação que é a repetição incessante dos pequenos trechos de seus textos na internet, em todas as redes sociais existentes, parece-me o equivalente a um câncer. Desculpa.

Ponto para o Walter Benjamin, pra quem eu peço desculpas publicamente por ter espezinhado diversas vezes na minha juventude guerreira. A reprodução tira a aura da arte.
A repetição tira a alma das coisas.
Mas não estou falando que seja um câncer, ok? Eu acho que só parece.
Só a forma. Só o padrão. É só uma estrutura similar ao câncer.
A ciência tem nomes para essas coisas, mas eu ando com uma preguiça danada.
Então menos, gente, por favor.
Compartilhem menos.
CATO ALBERICO RIBEIRO

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

"A SERVA PATROA" , BASEADA EM OBRA DE PERGOLESI EM BH.

Produção com a participação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais faz parte da programação da 38ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança.
A DrammAto – Núcleo de Ópera e Teatro Musical e a Fundação Clóvis Salgado trazem ao Grande Teatro do Palácio das Artes a ópera “A Serva Patroa”, ópera em um ato, dentro da programação da 38ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, uma versão em português da obra de Giovanni Battista Pergolesi “La Serva Padrona”.
Estreada nos palcos mineiros em 2009, a produção terá participação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, sob a regência do maestro Daniel Kostás, que assina também a direção musical do espetáculo. A versão em português, assim como a direção geral e cênica é da atriz e cantora Ana Taglianetti.
No elenco, a soprano Fabíola Protzner, considerada a grande revelação lírica mineira do ano de 2011, vive a personagem Serpina, a serva que quer virar patroa. O premiado cantor lírico carioca Lício Bruno é Uberto, o patrão de Serpina, e o ator mineiro Paulo Víctor interpreta Vespone, o também criado da casa de Uberto.
Após estreia de sucesso na abertura do 1º Festival de Teatro Musical de Belo Horizonte, o espetáculo foi apresentado também nos Festivais de Inverno de Vespasiano e de Música de Divinópolis. “A Serva Patroa” marca seu retorno aos palcos da capital mineira e promete, além de excelente música, muita diversão.
Sinopse
Serpina (Fabíola Protzner) trabalha e vive na casa de Uberto (Lício Bruno), seu patrão, que a criou desde pequena. Já mulher, a empregada Serpina está decidida a conquistar o coração de Uberto e, assim, tornar-se a patroa da casa. Construindo mil e uma artimanhas engraçadíssimas com a ajuda do criado Vespone (Paulo Víctor), Serpina acaba conquistando o amor de Uberto. Nessa jornada de conquista amorosa, descontraída e divertida, a plateia participa como cúmplice dos acontecimentos.
SERVIÇO
Grande Teatro do Palácio das Artes
Avenida Afonso Pena 1537, Centro, Belo Horizonte – MG
Dia 25.02, às 21h. e 26.02, às 20 h.
Ingressos: o valor não foi informado

operaeballet.blogspot.com

SESI São José do Rio Preto abre inscrições para cursos gratuitos em iniciação em artes cênicas

"Os interessados deverão se inscrever a partir de 1º de fevereiro. O início das atividades está previsto para 5 de março de 2012."

A partir de 1º de fevereiro, o SESI São José do Rio Preto iniciará as inscrições para os cursos gratuitos de iniciação teatral oferecidos pelos Núcleos de Artes Cênicas (NACs) da entidade. Os Núcleos de Artes Cênicas oferecem atividades gratuitas aos participantes. Seu principal objetivo é o de utilizar a linguagem teatral como ferramenta para a conscientização individual, melhorando a qualidade de vida dos participantes e colaborando para o exercício da cidadania devido à abertura de horizontes que a produção artística proporciona.
Para o curso semestral (de 05 de março a 30 de junho), com carga horária de 2 horas semanais, cada núcleo formará quatro turmas de 25 alunos divididas entre públicos infantil, adolescente e adulto.
A unidade também abrirá processo seletivo para o curso de Múltiplas Linguagens. Nas aulas o aluno trabalhará com técnicas específicas, como dança-teatro, teatros narrativo e performático entre outros.
Com duração de um ano (de 5 de março a 30 de novembro, com recesso na segunda quinzena de julho) e carga horária de 6 horas semanais, o curso é destinado a pessoas com vivências em artes cênicas. Serão oferecidas 20 vagas.
Os interessados devem procurar a Secretaria do SESI para fazer a matrícula de acordo com o seguinte calendário: para os cursos semestrais, de 1º a 15 de fevereiro, o atendimento é exclusivo aos beneficiários da indústria; e a partir de 16 de fevereiro, as vagas remanescentes serão abertas à comunidade; e para o curso anual, as inscrições estarão abertas de 1 a 15 de fevereiro de 2012.
SERVIÇO
Inscrições para os Núcleos de Artes Cênicas
Local:  SESI São José do Rio Preto
Inscrições: Na Secretaria Única da unidade
Os interessados devem apresentar CPF, RG ou certidão de nascimento. (Menor de idade deve estar acompanhado dos pais ou responsável legal)
Datas das aulas: de 5 de março a 30 de junho, para o curso semestral; e de 5 de março a 30 de novembro para o curso anual. 
A inscrição e o curso são gratuitos

Projeto seleciona curtas-metragens para exibição no MIS SP

MIS - SP

O Museu da Imagem e do Som (MIS) está com inscrições abertas para a segunda edição do projeto Curta MIS. Serão selecionados curtas-metragens inéditos para serem exibidos entre fevereiro e junho no Museu. As obras podem ser captadas em qualquer formato e devem ter tempo máximo de 20 minutos de duração (incluindo os créditos). Poderão ser inscritos somente filmes inéditos, de todos os gêneros, finalizados a partir de junho de 2010. Filmes não falados em português deverão vir legendados.
Interessados devem imprimir e preencher a ficha de inscrição e enviá-la com uma cópia do filme em DVD, duas fotos digitalizadas da obra (com no mínimo 300 dpi de resolução e tamanho 10 X 15 cm) e ficha técnica em outra mídia, até o dia 2 de março, para o e-mail convocatoria@mis-sp.org.br.
Mais informações e ficha de inscrição no site do MIS.
http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&op=programacao_interna&id_event=910

USP aparece na lista de ótimas faculdades fora dos EUA


São Paulo – Harvard? Que Harvard? Para provar que existe (sim) vida inteligente fora das instituições de ensino superior dos Estados Unidos, a revista Foreign Policy listou as oito universidades que podem ser consideradas como “bastiões do ensino superior internacional”.
Entre elas, está a Universidade de São Paulo, a única representante brasileira e latino-americana da lista que traz instituições de quatro continentes.
Os critérios da publicação para chegar aos nomes que compõem a lista não estão muito claros. Mas, uma coisa é certa: os valores para estudar em cada uma das instituições que se seguem foram apresentados como bem menores (ou, em alguns casos, até inexistentes) quando comparados aos custos das faculdades americanas.
Universidade de Hong Kong
A mais antiga universidade de Hong Kong possui estudantes de 80 países diferentes. Além disso, 45% do seu corpo docente é composto por professores estrangeiros.
A universidade possui mais de 110 clubes de alunos e sociedades, além de centros de lazer e esportes. Quase 80% dos seus alunos da graduação conseguem um emprego após a formatura. Destes, 40% permanecem em Hong Kong.
Local: Hong Kong
Número de alunos: 22.139 alunos no ano letivo 2009/2010
Universidade de Melbourne
Criada em 1853, a Universidade de Melbourne é a mais antiga me Victoria, na Austrália. O modelo de ensino da instituição criou uma combinação de seis cursos de graduação mais amplos seguidos por um curso professional ou um curso mais voltado para a pesquisa.
No mais recente ranking da Times Higher Education, Melbourne conquistou a posição 37 entre as melhores universidades do mundo.
Local: Austrália
Alunos: 40 mil a cada ano
Universidade de Cape Town
Na Universidade de Cape Town “cada estudante cria sua única combinação de conhecimento e pensamento”. Por isso, de acordo com a lista, a instituição é ideal para quem quer estudar em um local que fortalece a criatividade e dá liberdade para que cada um busque seus próprios interesses.
A escola tem estudantes de mais de cem diferentes países.
Local: África do Sul
A seu favor, a ETH Zurique tem o fato de que foi em seus laboratórios e salas que ninguém menos do que Albert Einstein começou sua carreira científica. A instituição tem 16 departamentos focados em ministrar cursos em engenharia e ciências naturais. Nos últimos anos, pelo menos 110 startups bem sucedidas surgiram nos corredores do instituto.
Local: Suíça
Universidade de Tóquio
Fundada em 1877, é a primeira universidade nacional japonesa. Ao todo, possui cerca de 140 programas, mais de 4,5 mil professores e, anualmente, 29 mil inscritos em seu processo de admissão. Destaque para seu programa de formação de líderes em meio ambiente.
Local: Japão
Universidade de Barcelona
Fundada em 1450, a Universidade de Barcelona (UB) tem seis campi na cidade. Ao todo, são 19 centros, 65 graduações, 146 programas de mestrados e 71 programas de doutorado. Além de mil programas de pós graduação.
Local: Espanha
Número de alunos: 90 mil
Escola de Arte e Desing Cardiff
Com uma anuidade de 15 mil dólares, a Cardiff School of Art and Design é uma das principais escolas de arte da Europa. Ao todo, são 15 cursos de graduação que vão desde design de móveis, fotografia e comunicação gráfica.
Local: Reino Unido
Universidade de São Paulo (USP)
Só em 2010, os pesquisadores da universidade publicaram mais de 19 mil trabalhos no Brasil e 8,4 mil em publicações científicas internacionais. Ao todo, são 229 cursos de graduação divididos em campi em 7 cidades diferentes pelo estado de São Paulo.
No ano passado, a USP foi a única brasileira a aparecer entre as top 200 do ranking da Times Higher Education. A instituição ocupa a 178ª da lista.

REI DAVI DESBANCA CARNAVAL

Minissérie bíblica supera transmissão do desfile na Globo

Nos dias de carnaval tem se feito de tudo para atrair telespectadores com imagens de nudez por várias emissoras de televisão para aumentar o ibope, mas na grande São Paulo a minissérie bíblica “Rei Davi” lidera a preferência do público.
 Pela segunda noite consecutiva, a Record derrotou a Globo e liderou o ibope durante a transmissão do Carnaval. Ontem, porém, a vitória foi ainda mais saborosa para os bispos da Universal, já que, pela primeira vez, uma produção religiosa, a minissérie “Rei Davi”, derrotou a luxúria e a nudez do Carnaval da Globo.
 Durante a exibição de um compacto especial de ‘Rei Davi’, a Record liderou até 0h40, por 14 a 13.
Um dia antes, no domingo, a revista eletrônica ‘Domingo Espetacular’, da Record, já havia vencido a Globo, que exibiu a primeira noite das escolas de samba do grupo especial, no Rio de Janeiro.
 No dia 20 não só ‘Rei Davi’ venceu mas também o ‘Repórter Record’, que deixou a Globo atrás por 12 a 10. Cada ponto de ibope vale por 58 mil domicílios sintonizados na Grande São Paulo.

Folha Online


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Voz Ativa Madrigal – 15 anos – Como tudo começou.


Início de 1997.

O então regente assistente do Coro Arco Iris da Prefeitura Municipal de Osasco, Ricardo Barbosa, recebe uma ligação do produtor cultural Paulo Neto comunicando que ele havia sido contratado pelo “Café Brasil”, casa recém-inaugurada na Vila Yara, bairro de Osasco que faz divisa com São Paulo, para cuidar da agenda de shows e promover a casa. Seu projeto era transformar o local em um núcleo cultural. 
O objetivo da ligação era convidar o grupo do Maestro Ricardo Barbosa para um show que faria parte das apresentações de inauguração do referido espaço. O grupo não poderia ser grande dado à limitação do palco, o que, de certa forma impediria a participação do Arco Iris.  Mesmo não tendo um grupo, o maestro deu continuidade à negociação. Sua conduta estava baseada na efetiva possibilidade de criar um conjunto vocal para ocasião visto que no ano anterior, por iniciativa de um grupo de cantores do Coral Arco Iris, ele havia recebido convite para montar um madrigal com os integrantes do Coral Arco Iris que se dedicavam seriamente a atividade e que se destacavam dentro daquele grupo de cantores.
O projeto acabou não dando certo por conta de uma discordância entre o grupo e o maestro no que se referia aos nomes que deveriam ser convidados para a criação do madrigal.

Ora, se no Coral Arco Iris, que no tempo contava com aproximadamente 50 cantores, havia um grupo de pessoas a fim de assumir um trabalho mais intenso com a atividade, a partir deste núcleo poderia ser formado um madrigal.
Foi com este intuito que o regente Ricardo Barbosa idealizou e convidou treze cantores para a realização do show no “Café Brasil”. O maestro tinha em mente colocar prática um antigo projeto em canto coral, visto que em sua visão a regência formal e tradicional encontrava dificuldade em lidar com o “swing” e nuances de andamento e ritmos inerentes a nossa música popular, A formação seria de 14 cantores, tal formação atendia o espaço disponibilizado para o show e permitiria, segundo o planejamento de ensaios idealizado para a ocasião, a possibilidade de colocar em prática o projeto idealizado pelo maestro, desta maneira o próprio regente faria parte do naipe de baixos.   O projeto era que o novo madrigal não tivesse regência quando interpretasse nossa música popular. Experiência que deu certo e é colocada em prática até hoje quando a o grupo interpreta MPB, hoje com 16 cantores.
O nome Voz Ativa, na realidade surgiu quando no ano anterior em uma das reuniões realizadas com o objetivo de formar um madrigal a partir do convite feito ao maestro por cantores do Coral Arco Iris. Naquela reunião o objetivo era escolher um nome para o grupo e definir o primeiro repertório. Enquanto discutiam possíveis nomes, o tenor Rogério Schatt, abriu um dicionário e em voz alta disse – Voz Ativa.
O nome agradou muito ao regente, mas seu voto foi vencido. Quando o maestro idealizou o novo grupo no ano posterior, este já havia um nome, Madrigal Voz Ativa, que posteriormente foi mudado para Voz Ativa Madrigal, porque o grupo começou a se conhecido por madrigal e não por Voz Ativa, a estratégia sugerida pelo baixo Edison Matos deu certo o fato de Voz Ativa antecipar Madrigal fez com as pessoas passassem a gravar o nome do grupo e não o formato dele.
As sopranos Luciana Pansa (hoje mezzo), Ludmila Gavriloff, Regiane Martinez e Samantha Tomé, as contraltos Dulci Biasi, Janaína Melo, Luciana Melo e Rita Tomé, os tenores Rogério Schatt, Aldilei Clemente e Fábio Cunha e os baixos Clóvis Carvalho, Wagner Barbosa e Ricardo Barbosa, constituíram a primeira formação do grupo.

Importante registrar que o tenor Aldilei Clemente, apesar de fazer parte do grupo, não participou da estreia porque estava em Cuba se submetendo a um tratamento cirúrgico oftalmológico que foi possibilitado pelo Coral Arco Iris depois que todos os cantores abriram mão de receber sua participação de uma cota proporcionada por intermédio do valor em dinheiro oferecido pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo ao grupo quando este conquistou o primeiro lugar no Mapa Cultural Paulista.
Foi com esta formação, às 21H00 do dia 19 de março de 1997 que nasceu no “Café Brasil” em Osasco, SP, o Voz Ativa Madrigal.

 Obs: Veja em nossa página do Facebook (Voz Ativa Madrigal)  fotos relativas ao evento desta matéria, no album de fotos "Como tudo começou"