quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Últimos dias para se inscrever no edital do Museu Alfredo Andersen

Museu Alfredo Andersen

Até o dia 27 de janeiro, artistas que tenham tido, ao longo da trajetória artística, vínculo com o Ateliê de Arte do Museu Alfredo Andersen como orientador, aluno, palestrante ou ministrante de workshop podem se inscrever no edital de ocupação dos espaços expositivos no msueu para o ano de 2012.

O interessado deve enviar via Correios ou entregar pessoalmente no Museu a ficha de inscrição, acompanhada do portfólio da exposição pretendida. O prazo é até 27 de janeiro de 2012. O edital completo e a ficha estão disponíveis aqui.

A seleção será realizada por uma comissão especializada. O resultado sai no dia 6 de fevereiro, no site da SEEC e do Museu Alfredo Andersen. Uma das contrapartidas dos artistas selecionados é participar de encontros com a comunidade dentro da Coordenação de Arte-Educação e do Ateliê de Arte do Museu.

O espaço tem por objetivos catalogar, conservar, expor e divulgar a obra do artista, resgatar a memória de Andersen como pintor e educador; pesquisar a vida e obra daqueles que com ele estudaram e dar continuidade ao trabalho de promoção cultural iniciado por Andersen, oferecendo cursos e organizando mostras e seminários sobre arte.

Serviço
Edital de abertura de ocupação dos espaços expositivos do Museu Alfredo Andersen.
Data: de 12 de dezembro de 2011 a 27 de janeiro de 2012
Edital e ficha de inscrição aqui
Informações: (41) 3222-8262 / 3323-5148

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Voz Ativa abre inscrições para novos cantores

EM promove Concurso Nacional de Composição

      
As inscrições para o concurso vão de 18 de janeiro a 16 de março de 2012
A Escola de Música (EM) divulgou hoje, 18/01, as normas do 1º Concurso Nacional de Composição da UFRJ, evento que integra o XXVI Panorama da Música Brasileira Atual. Podem participar compositores brasileiros, natos ou naturalizados, com idade de até 35 anos em três categorias: obras destinadas à Orquestra Sinfônica da UFRJ, ao Trio UFRJ (violino, violoncelo e piano) e composições acusmáticas sobre suporte.
As inscrições vão até 16 de março e cada candidato poderá se inscrever em apenas uma dessas categorias. As obras precisam ser inéditas e com duração entre seis e 12 minutos. Além disso, o concorrente deverá enviar partitura editorada da obra concorrente, utilizando pseudônimo. No caso de composição acusmática, o formato é CD-Áudio (44.1KHz, 16-bits, estéreo).
O concurso distribuirá um total de R$ 6 mil em prêmios. O vencedor da peça escrita para orquestra sinfônica receberá R$ 3 mil, os ganhadores das outras duas categorias, R$ 1.500 cada. As três obras serão também executadas no XXVI Panorama, que acontece de 24 de maio a 1º de junho na EM.
O evento é uma iniciativa do departamento de composição e os membros da comissão julgadora não terão acesso aos nomes dos concorrentes, nem terão seus nomes revelados até o dia da publicação do resultado, previsto para seis de abril.
A ficha de inscrição preenchida e a documentação devem ser endereçadas ao Setor Artístico da EM, Rua do Passeio, 98, Centro, Rio de Janeiro, RJ. Mais detalhes podem ser obtidos no regulamento do concurso, que pode ser baixado a partir do link respectivo, ou através do e-mail composicao.musica.ufrj@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Francisco Conte  

Os muitos e modernos caminhos da música

Ro­drigo Cic­chelli Vel­loso

Com­po­sitor, Ro­drigo Cic­chelli Vel­loso é do­cente da EM e atu­al­mente também produz e apre­senta “Ele­tro­a­cús­ticas” – pro­grama que vai ao ar às quartas-feiras, à meia-noite, na Rádio MEC FM (98,9 MHz). Ao Le­o­poldo, apre­sentou um pa­no­rama dos ca­mi­nhos per­cor­ridos e do de­bate ainda pre­sente quando o tema é a mú­sica in­ti­tu­lada mo­derna.
 Qual a origem e as prin­ci­pais ca­rac­te­rís­ticas da mú­sica mo­derna?
A mú­sica que surge na se­gunda me­tade do sé­culo pas­sado foi pro­fun­da­mente mar­cada por um grande ím­peto van­guar­dista e por uma cres­cente frag­men­tação es­té­tica. Não se pode, por­tanto, falar em um único “mo­vi­mento”, mas em vá­rias es­colas de pen­sa­mento con­tras­tantes, por vezes an­tagô­nicas. A ci­dade alemã de Darms­tadt, onde um fer­vi­lhante curso de verão reunia a nata da mú­sica nova do pós-guerra, foi ine­ga­vel­mente o prin­cipal polo de ges­tação e di­fusão das ideias e téc­nicas com­po­si­ci­o­nais que mar­caram a van­guarda in­ter­na­ci­onal. Em li­nhas ge­rais, diria que os traços mais mar­cantes são a busca da con­so­li­dação de mé­todos com­po­si­ci­o­nais pós-to­nais. A via se­rial talvez tenha sido a mais in­flu­ente e do­mi­nante. O uso de tec­no­lo­gias ele­tro­e­le­trô­nicas também tem des­taque a partir do final dos anos 1940, bem como as ino­va­ções em no­tação e as téc­nicas ins­tru­men­tais es­ten­didas. Mas é pre­ciso com­pre­ender estas e ou­tras no­vi­dades téc­nicas como o re­sul­tado de po­si­ci­o­na­mentos es­té­ticos muitas vezes di­ver­gentes.
 Pode apre­sentar um pa­no­rama das prin­ci­pais cor­rentes do pe­ríodo?
Olhando a uma dis­tância de mais de 50 anos, eu des­ta­caria: a Ge­ração de Darms­tadt, com Stockhausen, Boulez, Berio e muitos ou­tros, que se no­ta­bi­li­zaram pela ge­ne­ra­li­zação do prin­cípio se­rial, seja na pro­dução de mú­sica ins­tru­mental ou ele­trô­nica; o ad­vento da mu­sique concrète (em 1948), cri­ação do com­po­sitor e pes­qui­sador francês Pi­erre Scha­effer, de pro­fundo im­pacto e con­sequên­cias, não só para o fazer mu­sical, mas também por co­locar em questão e es­tender o pró­prio con­ceito de es­cuta e do que é um som mu­sical; e o ex­pe­ri­men­ta­lismo norte-ame­ri­cano, tão bem sin­te­ti­zado pela fi­gura de John Cage, que in­cor­porou ao te­cido com­po­si­ci­onal o acaso e a in­de­ter­mi­nação, co­lo­cando em xeque a noção do que é mú­sica. Houve di­versos des­do­bra­mentos destas “ma­trizes” prin­ci­pais (muitas vezes como re­ação a elas!), que de resto eram de certa forma an­tagô­nicas. Com re­flexos ainda nos dias de hoje, eu cha­maria a atenção para o pós-se­ri­a­lismo, com des­taque para os com­po­si­tores da Nova Com­ple­xi­dade, a mú­sica al­go­rít­mica (de Xe­nakis ao vi­de­o­game!), as nu­me­rosas ra­mi­fi­ca­ções da mú­sica ele­tro­a­cús­tica, o mi­ni­ma­lismo, a mú­sica es­pec­tral, mul­ti­mídia... Houve também ten­dên­cias “res­tau­ra­doras”, mo­vi­mentos de re­to­mada da to­na­li­dade, ne­or­ro­mân­ticos, neo-isso, neo-aquilo... A lista é muito longa!
 No Brasil, quais os ca­mi­nhos e com­po­si­tores mais re­pre­sen­ta­tivos?
Aqui, onde já se com­punha mú­sica do­de­cafô­nica nos anos 1940, os anos 1950 foram mar­cados pela mu­dança de ori­en­tação dos com­po­si­tores li­gados ao Mú­sica Viva de Ko­ell­reutter, que foram pro­fun­da­mente in­flu­en­ci­ados pelas di­re­trizes do II Con­gresso In­ter­na­ci­onal de Com­po­si­tores e Crí­ticos Mu­si­cais re­a­li­zado em Praga, em 1948. Dentre elas, des­ta­camos a con­de­nação aos “ex­cessos ex­pe­ri­men­tais” e o in­cen­tivo a que os com­po­si­tores en­fa­ti­zassem suas cul­turas na­ci­o­nais. O na­ci­o­na­lismo, por­tanto, ganha novo ím­peto e se re­a­firma como ten­dência do­mi­nante aqui por muitos anos, pas­sando a perder força a partir dos anos 1980, com o de­sa­pa­re­ci­mento pau­la­tino de seus prin­ci­pais re­pre­sen­tantes. Ini­ci­a­tivas de re­no­vação e van­guarda vão pi­pocar aqui e ali, com o pes­soal do Mú­sica Nova de São Paulo, as ge­ra­ções que surgem a partir dos anos 1960, o Grupo de Com­po­si­tores da Bahia, muitos em in­ter­câmbio com o que se fazia fora do Brasil. Im­pos­sível des­tacar apenas al­guns nomes! Mas, para não deixar a per­gunta in­tei­ra­mente sem res­posta, men­ci­o­nemos Jocy de Oli­veira e Jorge An­tunes – que ce­le­bram em 2011 cin­quenta anos de pro­dução mu­sical com re­cursos ele­tro­a­cús­ticos e se in­serem nas ten­dên­cias de cunho mais re­no­vador do es­pectro mu­sical.
 Qual a im­por­tância da mú­sica mo­derna?
Mas de qual mú­sica mo­derna es­tamos fa­lando? A ad­je­ti­vação nos faz ga­nhar em pre­cisão con­cei­tual (mú­sica es­to­cás­tica não é mú­sica se­rial, que não é con­creta, sendo todas elas mo­dernas), tor­nando o ob­jeto mais dis­tante, par­ti­cu­la­ri­zando-o num de­ter­mi­nado as­pecto. Mas esta também passa a ser uma outra mú­sica, num mundo em que a noção do que seja ela se frag­mentou. Assim, as mú­sicas mo­dernas são, ao mesmo tempo, um fenô­meno his­tó­rico e con­tem­po­râneo, assim como as mú­sicas an­tigas, com seus mo­vi­mentos de re­no­vação ins­tru­mental. A volta ao pas­sado não deixa de ser, pa­ra­do­xal­mente, uma re­no­vação em re­lação ao que se fazia ainda há pouco. E, no li­mite, como já apontou Nor­bert Elias, o tempo não existe em si. As mú­sicas serão mo­dernas se es­ti­verem sendo feitas agora e se ti­verem a ca­pa­ci­dade de in­flu­en­ciar as novas ge­ra­ções de com­po­si­tores, a quem ca­berá atri­buir a estas mú­sicas a sua im­por­tância.
Maria Celina Machado    

Seca pode matar 1 milhão de crianças na África


Pela terceira vez na última década, a seca retornou ao árido Oeste da África, levando a fome para milhões de pessoas. Agências de ajuda internacional alertam que, se nenhuma ação for tomada agora, a região conhecida como Sahel deve entrar em crise. Mais de 1 milhão de crianças em oito países afetados devem enfrentar neste ano níveis de desnutrição que ameaçam suas vidas, de acordo com o Fundo Infantil das Nações Unidas.

A região ainda não se recuperou da seca dos últimos dois anos e muitas famílias perderam seus rebanhos, o que significa que não terão recursos para comprar comida. Trabalhadores das agências de ajuda também se preocupam com a possibilidade de os doadores pensarem que se trata de uma situação rotineira, já que a crise do Oeste da África ocorre apenas seis meses depois que a capital da Somália recebeu o título de zona de fome.
"Acho que existe um risco real de as pessoas pensarem que esse tipo de coisa simplesmente acontece todos os anos", disse o gerente regional de campanha da Oxfam para o Oeste da África, Stephen Cockburn.
No início da semana, agências de ajuda revelaram que milhares de pessoas morreram sem necessidade no Chifre da África, porque os doadores demoraram demais para reagir. Os sinais de alerta existiam desde agosto de 2010, mas a ajuda não aumentou antes de julho de 2011.
"Dezenas de milhares de pessoas morreram por causa desse atraso", disse Cockburn. Os primeiros sinais da fome em Sahel foram detectados no fim do ano passado, de acordo com relatório divulgado na quarta-feira pela Oxfam e pela Save the Children. As informações são da Associated Press.
AE - Agência Estado

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Reforma ortográfica – Dicas para não errar II

(continuação)
- Nova Regra
HIFEN – MESMA VOGAL: Agora se utiliza hífen quando a palavra é formada por um
prefixo terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal.
-Como era
microondas, microônibus, antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperialista,
arquiinimigo, microorgânico.
- Como fica
micro-ondas, micro-ônibus, anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, antiimperialista, arqui-inimigo, microorgânico.
Obs:
A exceção é o prefixo “co”, que permanece sem hífen: cooperação, coobrigar, coordenar.

- Nova Regra
HIFEN – VOGAL DIFERENTE: Não se utiliza mais o hífen em palavras formadas por um prefixo terminado em vogal + palavra iniciada por outra vogal.
- Como era
auto-afirmação, auto-ajuda, autoaprendizagem, auto-escola, autoestrada, auto-instrução, contraexemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intraocular, intra-uterino, neoexpressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semiautomático, semi-embriagado, semi-obscuridade, supra-ocular,
ultra-elevado.
- Como fica
autoafirmação, autoajuda, autoaprendizabem, autoescola, autoestrada, autoinstrução,
contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado.

Obs:
Esta regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por “h”: anti-herói, anti-higiênico, extrahumano, semi-herbáceo etc.
- Nova Regra
Não se usa mais hífen em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção de composição.
- Como era
manda-chuva, pára-quedas, páraquedista, pára-lama, pára-brisa, pára-choque.
- Como fica
mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, pára-choque.
Obs:
O uso do hífen permanece em palavras compostas que não contêm elemento de ligação e constituem unidade sintagmática e semântica, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: beija-flor, couve-flor, erva-doce, ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, mal-me-quer, bem-te-vi etc.
OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE O HÍFEN
- O uso do hífen permanece
Em palavras formadas com prefixos “pré”, “pró”, “pós” (quando acentuadas graficamente), “ex” (no sentido de “já foi”), “vice”, “soto”, “sota”, “além”, “aquém”, “recém” e “sem”.
- Exemplos
pré-natal, pró-europeu, pós-graduação, ex-presidente, vice-prefeito, soto-mestre, além-mar, aquém-oceano, recém-nascido, sem-teto.
- O uso do hífen permanece
Em palavras formadas por “circum” e “pan” + palavras iniciadas em VOGAL, H, M ou N.
- Exemplos
pan-americano, circum-navegação, circum-murado, circum-hospitalar.
- O uso do hífen permanece
Com os sufixos de origem tupi-guarani “açu", “guaçu” e “mirim”, que representam formas adjetivas.
- Exemplos
amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.
ATENÇÃO: Ainda há casos controversos não citados no Acordo que dependerão de orientação da Academia Brasileira de Letras (ABL): Sub-bibliotecário ou subibliotecário? Coabitar ou co-habitar?...
O QUE REPRE S ENTAM AS MUDANÇAS NA LÍNGUA PORTUGUE SA
1) SIMPLIFICAÇÃO E UNIFICAÇÃO:
As novas regras representam uniformidade de uso na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP): Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor Leste (total de oito países).
2) VANTAGEM ECONÔMICA (ou ECONÓMICA):
Um livro escrito em um desses países lusófonos pode ser comercializado em outro sem necessidade de revisão e reimpressão. Também facilita a redação de documentos oficiais entre esses países.
3) VANTAGEM POLÍTICA:
Com a implantação do Acordo, espera-se que a língua portuguesa seja reconhecida pela ONU (Organização das Nações Unidas) como uma língua de padrão internacional, pois entre as línguas mais faladas no mundo, a portuguesa é a única que não é unificada. A Língua Portuguesa é considerada a quinta língua mais utilizada no planeta (240 milhões de pessoas, das quais 190 milhões são brasileiras).
4) LINGUAGEM FALADA x LINGUAGEM ESCRITA:
O Acordo é meramente ortográfico e, portanto, não afeta a língua falada.
5) PALAVRAS ALCANÇADAS PELA REFORMA:
Estima-se que a reforma afete entre 0,5 a 2% das palavras da língua portuguesa. A mudança em Portugal será maior, pois no Brasil as últimas reformas ocorreram em 1943 e 1971, enquanto em Portugal a última aconteceu em 1945 e, com isso, muitas diferenças continuaram.
6) PONTOS CONTROVERTIDOS:
Ainda há alguns pontos controvertidos, principalmente em relação ao emprego do hífen, que o Acordo não esclarece.
7) FASE DE TRANSIÇÃO:
Até dezembro de 2012, os concursos públicos, as provas escolares e vestibulares deverão considerar como corretas as duas formas ortográficas da língua: a antiga e a nova.
8) LIVROS DIDÁTICOS:
O acordo entrou em vigor em janeiro de 2009, mas será introduzido obrigatoriamente nos livros escolares a partir de 2010.
9) DISPOSITIVO LEGAL:
No Brasil, o Acordo foi promulgado pelo Decreto 6583, de 29/09/2008, mas foi inicialmente redigido no ano de 1990, em Lisboa. Somente agora, entretanto, o Acordo é finalmente implementado..

Prof. Nelson Guerra,
disponível em www.folhadirigida.com.br.

Edital de Seleção do Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural 2012


Mediante manifestações de interesse, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan informa que o Edital de Seleção do Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural 2012 será divulgado no primeiro semestre, para o ingresso dos candidatos selecionados no dia 1º de agosto de 2012.
O Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural é um Programa do Iphan, que deu continuidade ao Programa de Especialização em Patrimônio do Iphan (PEP), cuja formação em nível de pós-graduação integra atividades práticas supervisionadas e aulas teórico-metodológicas com o objetivo de especializar profissionais de diversas áreas do conhecimento para atuarem no campo da Preservação do Patrimônio Culural.
Os candidatos selecionados receberão bolsas de estudos para participarem, ao longo de dois anos, das práticas de preservação nas unidades do Iphan, supervisionados pelos técnicos da Instituição, e de atividades que visam ao aprendizado teórico-metodológico, através de módulos de aulas, oficinas e seminários nacionais, que reúnem todos os alunos, de leituras dirigidas e seminários internos nas unidades de lotação. Para obtenção do grau de mestre é exigida a apresentação de um trabalho, a ser defendido perante uma banca examinadora, orientado pelo corpo docente do Mestrado, cujo objeto de estudo é definido a partir de uma questão identificada no cotidiano das práticas supervisionadas.

Paço das Artes inaugura 1ª Temporada de Projetos 2012 com a exposição Instável (SP)


O Paço das Artes, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, inaugura a 1ª edição da Temporada de Projetos 2012 com Instável, o projeto curatorial selecionado de Douglas de Freitas. A abertura, no dia 25 de janeiro, a partir das 18h, é gratuita e integra a programação especial de comemoração do aniversário da cidade de São Paulo. No mesmo dia, às 17h, acontece o Projeto Portfólio, um encontro aberto em que o público poderá aprofundar o contato com o trabalho e a pesquisa do curador selecionado.
Esta é a 10ª edição do programa, consagrado por revelar novos artistas, curadores e críticos. Para a edição de 2012, recebeu mais de 400 projetos do Brasil e do exterior. “A Temporada de Projetos chega a dez edições cumprindo seu objetivo de abrir espaço para a produção jovem e fomentar a arte contemporânea”, afirma Priscila Arantes, curadora e diretora técnica do Paço das Artes. Foram selecionados nove projetos artísticos individuais e um de curadoria, que serão expostos ao longo de 2012 em quatro etapas.
Douglas de Freitas, de São Paulo, abre a Temporada de Projetos 2012 com projeto de curadoria Instável, que traz obras de Ana Paula Oliveira, Laura Belém, Laura Vinci, Marcelo Moscheta, Geórgia Kyriakakis, Maurício Ianês e Marina Weffort. O foco do projeto, segundo Freitas, é “reunir artistas de distintas gerações, que em suas produções lidam com a instabilidade sob diferentes aspectos”.
Para compor a tônica da exposição, o curador selecionou instalações (Ainda Não, de Ana Paula de Oliveira; Helenas e coordenadas, de Geórgia Kytiakakis; Untitled, Maurício Ianês; e Mona Lisa, de Laura Vinci), vídeos (Maré, de Marcelo Moscheta; Naufrágio, de Laura Belém) e desenhos (Marina Weffort).
Sobre a Temporada de Projetos
Ação pioneira no Brasil, criada em 1997, a Temporada de Projetos se tornou um celeiro de artistas, críticos e curadores. Ao participarem dessa ação, os artistas têm a oportunidade de serem avaliados por crítica, público e classe artística. Desde seu surgimento, já alçou ao cenário cultural mais de uma centena de profissionais, entre artistas, curadores e críticos, contabilizando mais de cinquenta exposições.
Entre os nomes de artistas que despontaram ao longo da trajetória da Temporada de Projetos, estão Gisela Motta, Leandro Lima, Lia Chaia, Daniela Kutschat, Rejane Cantoni, Ricardo Carioba, Raquel Kogan, Cine Falcatrua, Ana Holck, Marcellvs L., Débora Bolsoni. No campo da curadoria, destacaram-se Christine Mello, Kiki Mazzucchelli e Érika Fraenkel. Sua realização também contribuiu para o fortalecimento da jovem crítica, com contribuições de Fernando Oliva, Juliana Monachesi, José Augusto Ribeiro, Cauê Alves, Paula Alzugaray, Daniela Maura Ribeiro, Guy Amado, Fernanda Albuquerque e Daniela Castro.
Projeto 5 X 5
Paralelamente à Temporada de Projetos 2012, o Paço das Artes inaugura, em 25 de janeiro, o Projeto 5 X 5, que traz a produção contemporânea de artistas latino-americanos de 5 países - Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México –, investigadas a partir de 5 temas distintos - história, arquivo, identidade, memória e colonização. Este último tema é o mote desta primeira edição, no Paço das Artes, que apresenta uma exposição individual do artista chileno Patrick Hamilton (Ultramar Sur), acompanhada por uma mostra coletiva composta por 5 vídeos escolhidos pelo artista (Copa América).
1ª edição da Temporada de Projetos 2012
Abertura: 25 de janeiro de 2012, a partir das 18h |Gratuita e aberta ao público
Projeto Portfólio: 25 de janeiro de 2012, às 17h | Gratuito e aberto ao público
Visitação: 26 de janeiro a 01 de abril de 2012. Terças a sextas, das 11h30 às 19h; sábados e domingos, das 12h30 às 17h30 | Gratuita
Local: Paço das Artes
Endereço: Avenida da Universidade, nº 01, Cidade Universitária, São Paulo
Tel: (11) 3814-4832 |Site: www.pacodasartes.org.br
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado
Núcleo educativo
Informações e agendamento de visitas orientadas para grupos
Tel: (11) 3814-4832 / ramal 4
Fonte: Assessoria de imprensa - Paço das Artes

Inscrições para Centros Culturais estão abertas em Vinhedo (SP)


 Até o dia 4 de fevereiro estão abertas as inscrições para novos alunos nos 23 cursos oferecidos gratuitamente pelo Centro Cultural da Capela e pelo Centro Cultural da Vila João XXIII, inaugurado em 2011, ambos coordenados pela Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura.
Já o Centro Cultural central, na Rua Monteiro de Barros, só receberá novos alunos após o término das obras no local, cuja data não foi informada.
Os cursos oferecidos nos dois Centros Culturais vinhedenses são os seguintes. Artes: pintura a óleo sobre tela, desenho e pintura, desenho artístico, mangá, cerâmica, escultura e patchwork; Dança: ballet, dança do ventre, dança de Salão, sapateado (vagas só no Centro Cultural da Vila João XXII), jazz, alongamento, hip hop, capoeira e teatro e Música: trompete, musicalização infantil, coral infantil, juvenil e adulto, técnica vocal, teoria musical, violão e prática de orquestra.
Os documentos necessários para inscrição são: cópia do comprovante de residência, cópia do RG ou certidão de nascimento do aluno e uma foto 3x4. O Centro Cultural da Vila João XXIII fica na Rua Papa Pio XII, s/nº, na Vila João XXIII; e o Centro Cultural da Capela na Rua José Ferragut, 32, no Jardim Bela Vista.
Os horários para inscrições nos dois locais são: de segunda-feira a sexta-feira das 8h às 13h e das 14h às 18h; e aos sábados, das 8h30 às 12h. As inscrições estão divididas por cursos.

Veja abaixo a tabela com os dias e horários
Centro Cultural da Capela
De 23 a 26 de janeiro: matrículas aos cursos de artes.
Em 27, 28, 30 e 31 de janeiro: matrículas aos cursos de dança, capoeira e teatro.
De 1 a 4 de fevereiro: matrículas aos cursos de música.
Centro Cultural da Vila João XXIII
De 23 a 26 de janeiro: matrículas aos cursos de música.
Em 27, 28, 30 e 31 de janeiro: matrículas aos cursos de artes.
De 1 a 4 de fevereiro: matrículas aos cursos de dança, capoeira e teatro.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Inscrições para aulas de ballet, jazz e teatro são oferecidas pela Secretaria de Cultura de Arujá- (SP)

A Secretaria de Cultura de Arujá receberá de 24 de janeiro a 3 de fevereiro inscrições de quem deseja participar dos cursos de ballet, jazz e teatro. Os cursos são oferecidos gratuitamente na Oficina Cultural, porém, as vagas são limitadas.
Para as turmas de ballet e jazz, podem se inscrever crianças e adolescentes com idade entre 7 e 17 anos. As aulas serão nos períodos da manhã e da tarde, duas vezes por semana: às segundas e sextas-feiras ou às terças e quintas-feiras.
Já as crianças de 4 a 6 anos podem participar da turma baby class, que terá aulas às quartas-feiras, de manhã e a tarde. O grupo de teatro, por sua vez, é voltado para quem tem mais de oito anos de idade e terá encontros às segundas e quintas-feiras, às quartas-feiras ou ainda às terças e sextas-feiras.
Para efetuar a inscrição, os responsáveis pelo aluno devem levar à Oficina Cultural documentos obrigatórios: foto 3x4 recente, cópia do comprovante de endereço atualizado, cópia da certidão de nascimento e atestado médico.
A Oficina está localizada na Rua Rodrigues Alves, nº 90 (rua da Câmara Municipal). Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4651 1261.

Reabertura da biblioteca Mário de Andrade, com atividades gratuitas no aniversário de SP!

No dia 25 de janeiro será realizada a apresentação musical “Chorando Jazz”, uma exposição dedicada à metrópole e visitas monitoradas a cada duas horas, para que o público possa conhecer as instalações da biblioteca, no edifício construído ao estilo art déco, pelo arquiteto francês Jacques Pilon, na década de 1930, e que passou por reformas e modernizações.

Reforma ortográfica – Dicas para não errar I.

Abaixo informações sobre as novas regras da reforma ortográfica. Este texto está dividido em duas partes, a conclusão será editada amanhã, acompanhe.
ALFABETO
- Nova regra
O alfabeto é agora formado por 26 letras.
- Como era
O K, o W e o Y não eram consideradas letras do nosso alfabeto.
- Como fica
Essas letras serão usadas em siglas, símbolos, nomes próprios, palavras estrangeiras  e seus derivados: kg, watt, megabyte, taylorista.
TREMA
- Nova Regra
Não existe mais o trema, a não ser em casos de nomes próprios e seus derivados:
Bündchen, Müller, mülleriano.
- Como era
agüentar, argüição, bilíngüe, cinqüenta, conseqüência, delinqüir, eloqüência, freqüência, freqüente, lingüiça , lingüista, pingüim, qüinqüênio, tranqüilo
- Como fica
aguentar, arguição, bilíngue, cinquenta, consequência, delinquir, eloquência, frequência, frequente, linguiça, linguista, pinguim, quinquênio, tranquilo
Obs.:
Como a reforma só modifica a comunicação escrita (e não a falada), cabe a cada um de nós saber quando não pronunciar o “u” (exemplos: foguete, guitarra, queijo) e quando pronunciá-lo (veja exemplos acima), pois não cabe mais o uso do trema para diferenciá-los.
ACENTUAÇÃO
- Nova Regra
Os ditongos abertos “ei” e “oi” não são mais acentuados em palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).
- Como era
assembléia, bóia, colméia, geléia, idéia, platéia, boléia, panacéia, hebréia, paranóia, jibóia, heróico, paranóico.
- Como fica
assembleia, boia, colmeia, geleia, ideia, plateia, boleia, panaceia, hebreia, paranoia, jiboia, heroico, paranoico.
Obs.:
Nas palavras oxítonas e monossilábicas o acento continua para os ditongos abertos “ei” e “oi”. (assim como “eu”): anéis, papéis, constrói, herói, dói, rói, céu, chapéu.
- Nova Regra
Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no “i” e no “u” tônicos quando
vierem depois de um ditongo.
- Como era
baiúca, bocaiúva, cauíla, feiúra.
- Como fica
baiuca, bocaiuva, cauila, feiura.
Obs:
Se a palavra for oxítona e o “i” ou o “u” estiverem em posição final (seguidos ou não de s), o acento permanece: tuiuiú, tuiuiús, Piauí.
- Nova Regra
Não existe mais o acento diferencial em palavras homógrafas (as que possuem a mesma escrita e pronúncia).
- Como era
pára (verbo), péla (substantivo e verbo), pêlo (substantivo), pêra (fruta), pólo (substantivo), côa (verbo coar)
- Como fica
para (verbo), pela (substantivo e verbo), pelo (substantivo), pera (fruta), polo (substantivo), coa (verbo coar).
Obs.1:
O acento diferencial ainda permanece no verbo “pôr” (para diferenciar da preposição “por”) e na forma verbal “pôde” (3ª pessoa do Pretérito Perfeito do Indicativo do verbo poder) para diferenciar de “pode” (Presente do Indicativo do mesmo verbo).
Obs.2:
Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos “ter” e “vir”, assim como de seus derivados. ele tem / eles têm; ela vem / elas vêm; você retém / vocês retêm.
Obs.3:
É facultativo o uso do acento circunflexo na forma verbal “dêmos” (presente do subjuntivo) para diferenciar de “demos” (pretérito perfeito do indicativo), assim como é facultativo para diferenciar as palavras forma/fôrma: Em muitos casos convém usar: Qual é a forma da fôrma do bolo?

- Nova Regra
Não se acentua mais a letra “u” nas formas verbais gue, que, gui, qui.
-Como era
argúi, apazigúe, averigúe, enxagúe, obliqúe.
- Como fica
argui, apazigue,averigue, enxague, oblique.
- Nova Regra
Os hiatos “oo” e “ee” não são mais acentuados.
-Como era
abençôo, enjôo, perdôo, vôo, corôo, côo, môo, povôo, lêem, dêem, crêem, vêem, descrêem, relêem, revêem.
- Como fica
abençoo, enjoo, perdoo, voo, coroo, coo, moo, povoo, leem, deem, creem, veem, descreem, releem, reveem.
- Nova Regra
É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, na primeira pessoa do plural (nós), para as distinguir das correspondentes formas do presente do indicativo.
-Como era
Nós amamos, louvamos, falamos, dizemos, guerreamos (pretérito perfeito do indicativo).

- Como fica
Nós amamos/amámos, louvamos/louvámos, falamos/falámos, dizemos/dizémos, guerreamos/guerreámos (pretérito perfeito do indicativo)
Atenção:
Continue não acentuando demos (pretérito perfeito do verbo dar).
- Nova Regra
Levam acento agudo ou circunflexo as palavras proparoxítonas cujas vogais tônicas estão em final de sílaba e são seguidas das consoantes nasais “m” ou “n”.
-Como era
acadêmico, anatômico, cênico, cômodo, econômico, fenômeno, gênero, topônimo, tônico.
- Como fica
académico/acadêmico, anatómico/anatômico, cénico/cênico, cómodo/cômodo, económico/econômico, fenómeno/fenômeno, género/gênero, topónimo/topônimo, tónico/tônico.
- Nova Regra
Da mesma forma, recebem o acento agudo ou circunflexo as palavras paroxítonas terminadas em ditongo quando as vogais tônicas são seguidas das consoantes nasais “m” ou “n”.
-Como era
Amazônia, Antônio, blasfêmia, fêmea, gêmeo, gênio, tênue, patrimônio, matrimônio.
- Como fica
Amazónia/Amazônia, António/Antônio, blasfémia/blasfêmia, fémea/fêmea,gémeo/gêmeo, génio/gênio, ténue/tênue, património/patrimônio, matrimónio/matrimônio.

Obs.:
Para os dois últimos casos, o que ocorrerá, na prática, é o uso do acento circunflexo pelos brasileiros, e do agudo pelos lusitanos, como ocorria antes do Acordo.


HIFENIZAÇÃO
- Nova Regra
HIFEN – RR e SS:
O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixo terminado em vogal + palavra iniciada por “r” ou “s”, sendo que essas letras devem ser dobradas.
- Como era
ante-sala, ante-sacristia, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-romântico, arqui-rivalidae, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, extra-sístole, extra-seco, infra-som, ultra-sonografia, semi-real, semi-sintético, supra-renal.
- Como fica
antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, extrasseco, infrassom, inrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, suprarrenal
Obs:
Nos prefixos sub, hiper, inter e super, permanece o hífen se a palavra seguinte for iniciada por “h” ou “r”: sub-hepático, hiper-realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, hiper-história, super-homem, inter-hospitalar.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Recesso Administrativo Voz Ativa Madrigal

Prezados Amigos,
Durante esta semana haverá recesso na administração do Voz Ativa Madrigal, motivo pelo qual não haverá publicações em nosso blog.
Retomaremos na próxima segunda-feira, 23 de janeiro.

Programação especial de férias no Museu do Futebol

Atividades são gratuitas e acontecem até dia 29/1/12
A partir do dia 10 de dezembro, o Museu do Futebol - instituição da Secretaria de Estado da Cultura, localizada no estádio do Pacaembu – promove uma série de oficinas que divertem, educam e ensinam a todos. O espaço “Férias no Museu” terá futebol de botão e sessão de filmes infantis, espaço de leitura, contação de histórias, oficinas de desenho, massinha e origami.
As atividades acontecem de terça-feira a domingo, das 10h às 17h, até 29 de janeiro.
Sob um tabuleiro em forma de campo de futebol, os “jogadores” de discos de plástico disputam uma animada partida de futebol de botão. O público atua como "técnico", impulsionando seus jogadores a atacarem o gol adversário com uma bolinha.
Na oficina de Origami, o visitante aprende a criar peças lúdicas e decorativas, por meio de papéis de diferentes tamanhos, cores e texturas.
Logo ao lado, pais e filhos aprendem juntos a desenhar e a criar objetos de massinha de bonecos e bichos até os escudos dos grandes times do Brasil e do mundo. Já no espaço de leitura, o público tem acesso a obras que abordam o universo do futebol de variadas formas. Os livros para crianças e adultos prometem agradar todas as idades.
Na oficina de contação de histórias, educadores recitam trechos de obras infantis para a criançada, que pode escolher o livro a ser utilizado.
Mais atividades para a garotada se divertir
Entre os dias 27 a 30 de dezembro, e 3 a 8 de janeiro, os educadores do Museu do Futebol estarão no espaço expositivo apresentando algumas atividades e jogos desenvolvidos como ferramenta para a mediação, convidando o visitante a dialogar com o acervo do Museu do Futebol, como o Mapa Mundi que permite a discussão sobre a globalização do futebol e sua transformação social, utilizando fatos do passado. Na atividade Jogo de Camisas, o visitante é convidado a desvendar como surgiram os escudos e as cores que representam ideais e paixões no futebol, através de informações sobre as histórias de alguns clubes nacionais e internacionais. Já o Memoriball é um tradicional jogo da memória desenvolvido em duas versões: com escudos de alguns dos grandes clubes brasileiros e outro com as 12 mascotes das Copas do Mundo desde 1966, data da primeira mascote fazem parte dessa série de atividades.
 “Férias no Museu do Futebol”
Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n
10 de dezembro a 29 de janeiro
das 10h às 17h (terça a domingo)
Gratuito
Tel.: (11) 3664-3848
Ingressos: R$ 6 (inteira) /R$ 3 (meia-entrada para estudantes, idosos e professores)
Informações: www.museudofutebol.org.br

EMESP Tom Jobim inicia Processo Seletivo para Grupos Jovens

Inscrições gratuitas para integrar Banda Sinfônica Jovem do Estado, Coral Jovem do Estado, Orquestra Jovem do Estado e Orquestra Jovem Tom Jobim podem ser feitas pelo site www.emesp.org.br
A EMESP Tom Jobim, escola do Governo de São Paulo, abre Processo Seletivo para seus Grupos Jovens entre os meses de janeiro e fevereiro. As inscrições para jovens músicos interessados em ingressar na Banda Sinfônica Jovem do Estado, no Coral Jovem do Estado, na Orquestra Jovem do Estado e na Orquestra Jovem Tom Jobim são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.emesp.org.br de acordo com os períodos de inscrição (veja mais detalhes abaixo).
Os selecionados participarão da temporada de concertos do Grupo em que forem aprovados e receberão uma bolsa mensal que varia entre R$600 e R$1.000, entre março e dezembro de 2012.
Para esta temporada de 2012, a EMESP Tom Jobim realiza processos seletivos diferentes para cada grupo, com prazos de inscrição e período de provas distintos. Os candidatos interessados podem participar de mais de um Processo Seletivo, devendo fazer inscrições separadas para cada Grupo. Se for aprovado para dois ou mais, deverá optar por um deles.
Vagas e requisitos
No total, são mais de 200 vagas, para jovens cantores (sopranos, contraltos, tenores e baixos), de até 32 anos, e para instrumentistas de até 26 anos que toquem os seguintes instrumentos: bateria, clarinete (clarinete baixo), contrabaixo acústico, contrabaixo elétrico, eufônio, fagote, flauta (piccolo), guitarra, oboé (corne inglês), saxofone (alto, tenor, barítono), percussão, piano, tímpano, trombone, trombone baixo, trompa, trompete, tuba, viola, violino e violoncelo.
Para ingresso na Orquestra Jovem do Estado estão abertas inscrições apenas para vagas remanescentes, não preenchidas no primeiro Processo Seletivo para 2012 (que ocorreu no último mês de dezembro).
Todos os candidatos passarão por testes de admissão e serão avaliados por bancas examinadoras entre os dias 6 e 15 de fevereiro. Os aprovados que não forem alunos da EMESP Tom Jobim deverão se inscrever em pelo menos um dos Cursos Livres ou de Formação, oferecidos gratuitamente, de acordo com as regras para ingresso na Escola.
Os Editais de Convocação dos quatro Processos Seletivos, com todos os requisitos e regras, estão disponíveis no site da Escola (www.emesp.org.br). Veja abaixo alguns detalhes dos processos seletivos para cada Grupo:
Banda Sinfônica Jovem do Estado
Vagas: 42 vagas
Inscrições: até as 16 horas do dia 27 de janeiro

Voz Ativa Madrigal 2011 / 2012

Voz Ativa Madrigal e Danseurs Performeurs

A exemplo do que vem acontecendo todo final e/ou início de ano, estamos hoje com a missão de transmitir aos nossos colegas, amigos e pessoas que acompanham nosso trabalho uma pequena exposição do de importante aconteceu em 2011 e como esse ano foi realizado dentro das atividades do VAM.
Este foi um ano absolutamente atípico, no início, mais precisamente no mês de abril, nosso regente, Ricardo Barbosa, foi diagnosticado com câncer no reto. O estado em que se apresentou a doença determinou que a cirurgia teria que ser feita imediatamente, o que aconteceu e, dado às complicações apresentadas em sua recuperação, seu estado de saúde não permitiu que ele voltasse a assumir suas atividades durante praticamente todo o ano. Este fato fez com que nossa preparadora vocal Regiane Martinez, assumisse, além de suas atividades, a regência em certos concertos, mas também outras regentes foram convidados e, atendendo nossa solicitação, estiveram à frente do grupo. Exemplo foi a estreia da obra de Amaral Vieira, encomendada pela Paulistur intitulada “Missa Paschalis” para coral e orquestra que foi apresentada na Catedral da Sé, São Paulo, sob a batuta de Naomi Munakata.
Neste ano o Voz Ativa, por intermédio de sua parceria com a Faro Produções de Eventos, participou de Circuito Cultural Paulista, que também contou com a parceria do SESI São Paulo. Foram mais de doze concertos no decorrer do ano, concertos que aconteceram em diversas cidades do interior e grande São Paulo.
A atuação do grupo nos dois principais ofícios da Opus Dei e a participação do VAM nos principais ofícios da Comunidade Luterana Igreja da Paz, completou respectivamente 6 e 10 anos consecutivos, o que confirma a confiança em nosso trabalho e nosso compromisso em atender nossos contratantes com um trabalho de nível.
A participação do grupo em diversas unidades do SESC também marcou o ano. Destacamos o concerto dedicado aos 200 anos do nascimento de Franz Liszt, encomendado pelo SESC do Carmo e apresentado na Igreja da Boa Morte.
A participação do grupo na Virada Cultural Paulista, foi marcada pela insuficiência de espaço em atender o público interessado em assistir o Voz Ativa e o grupo Andino Palimpsesto interpretar a “Misa Criolla” de Ariel Ramirez, várias pessoas não conseguiram lugar.
O espetáculo Multimídia “Natureza”, apresentado no Sesc Pinheiros chamou a atenção da mídia não só por sua proposta, mas também pela apresentação performática do grupo de bailarinos da Danseurs Performeurs e das elogiadas intervenções dos cantores do Voz Ativa. A orquestra Filarmônica de São Paulo, sob a batuta do maestro Rodrigo Vitta, que também assinava a direção artística do show, norteou com competência o espetáculo que contou com a participação da soprano Tais Bandeira, Composições de Flavio Romano, imagens da natureza de Mônaco e do Brasil produzidas por Antoine Loudot (artista residente em Mônaco), iluminação de Silvestre Jr e figurinos de Úrsula Felix conferem ao espetáculo ineditismo. O espetáculo foi fruto do intercambio entre o Brasil e o Principado de Mônaco. Uma bela estruturação que, infelizmente, proporcionou apenas um espetáculo, fato lamentado por muitos.
Em 2011 acrescentamos mais 01 título a nossa discografia, trata-se do cd intitulado “Cantarei ao meu Senhor” produzido pela Paulus editora. As músicas de autoria da Ir. Miriam tiveram a interpretação exclusiva do VAM.
Fizeram parte da agenda do grupo oficinas e workshops, relacionados à música. Tais trabalhos contavam, por vezes, com a participação dos cantores e em outras ocasiões eram ministrados pelo maestro Ricardo Barbosa e pela Preparadora Vocal Regiane Martinez.
Durante o ano a média de apresentação contratadas do grupo foi de 3,5 por mês. Importante salientar que não foram consideradas as apresentações de caráter filantrópico ou outras não renumeradas.
Para o ano que se inicia, novas parcerias estão sendo negociadas e certamente renderão bons frutos.
A Komedi Produções, empresa sediada em Campinas e com escritório no Alphaville, propõe uma parceria não só voltada para apresentações e concertos, mas também, e principalmente, focada em disponibilização de conhecimentos relativos à música. Neste sentido, oficinas estão sendo formatadas a fim de atender a esta demanda.
Já a Artemosfera é uma empresa especializada na produção de DVDs, Cds e outras mídias. Um audacioso projeto foi apresentado ao VAM. O projeto tem como principal objetivo a popularização da música erudita e profundos estudos estão sendo realizados, não só no campo artístico, mas também com foco em canais que promovam aproximação entre a produção artística erudita e a população em geral.
É pretensão de o grupo retomar o Projeto Dominus – Composições Brasileiras dos séculos XX e XXI, cujo registro fonográfico foi indicado para o Prêmio Tim de música erudita e seu lançamento fez parte das comemorações dos 10 anos do Voz Ativa Madrigal. No entanto, dado as intensas atividades do grupo logo após o lançamento do cd, afastamento prematuro do projeto foi promovido, fazendo com que este não recebesse o tratamento merecido. Com esta análise a liderança do VAM optou por retomar o projeto e reparar tais fatos.
Outros projetos estão sendo negociados, como é o caso da parceira com a APAA (Associação Paulista Amigos da Arte), projeto que prevê a democratização dos espaços administrados pela Associação promovendo locais de aprendizado e convivência artística.
Ainda em janeiro o grupo abrirá inscrições para testes para cantores interessados em participar de nossos trabalhos em 2012, as inscrições e testes serão anunciados oportunamente.
O ano de 2012 certamente será melhor do que 2011. Esta certeza nos faz caminhar com firmes e seguras passadas para o futuro, que nos acena com muitas realizações e alegrias, alegrias que certamente compartilharemos com você, que dá sentido e significância ao nosso trabalho.
Obrigado por sua companhia.
Ricardo Barbosa
Regente  

A Secretaria de Cultura de São Paulo cria Sistema Paulista de Música.

A similaridade do nome do novo projeto da Secretaria de Cultura de São Paulo com o El Sisteja Venezuelano, que descobriu talentos como o maestro Gustavo Dudamel, não parede se mera coincidência. Para o ambicioso objetivo do sistema Paulista de Música, que acaba de ser criado em São Paulo, a integração dos diferentes equipamentos culturais ligados à música, já mantidos pelo estado, é a chave para uma nova era na formação musical do Brasil.
Pelo projeto, diretrizes abrangentes conduzirão a atuação das diferentesa escolas e orquestras de maneira que o Projeto Guri (grande base do sistema) deve ser ampliado epara quatrocentos municípios do interior e passará a ter, além da missão social, um objetivo de iniciação e de ”peneira” que irá preparar os alunos para o Conservatório de Tatuí, Emesp Tom Jobim e, em segundo momento, para a Academia da Osesp, além de formar instrumentistas e cantores para as orquestras, os coros e bandas jovens a essas instituições.
O passo seguinte do sistema é a integração dos grupos jovens com as orquestras profissionais mantidas pelo estado, incluindo a Osesp, a Jazz Sinfônica, a Banda Sinfônica e o Coro da Osesp,e a realização de uma programação coordenada que amplie o alcance e a popularidade das apresentação para o público paulista.
Para a coordenadora da Unidade de Formação Cultural da Secretaria, Ana Paulo Souza Leite, essa política de gestão integrada aprimora resultados e otimiza recursos aplicados em músicas, com o intuito de ampliar os horizontes profissionais dos jovens que começam a ter o primeiro contato com música pelo Projeto Guri.
Para os alunos, há a esperança animadora de ter um certificado de conclusão dos cursos de nosso programa educacional além da chance de ser apoiado por bolsas de estudo do projeto e de ser descobertos nos programas de valorização dos jovens talentos que se destacarem-no “El Sistema” paulista.

A ORQUESTRA SINFÔNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E A TRUCULÊNCIA DO AUTORITARISMO.

Maestrina Lígia Amadio a frente da OSUSP

O ano de 2012 começou com uma ingrata surpresa, caiu-me a cara no chão quando soube da triste notícia . A Revista Concerto publicou e o Jornal do Brasil confirmou. A temporada de 2012 não contará com a batuta de Ligia Amadio a frente da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo.  Após duas temporadas completas , programas que abrangeram um repertório complexo e rico, sempre lembrando dos compositores nacionais .Qual o prêmio que a maestrina recebe? Uma medalha de Honra ao Mérito, não caros amigos, a não renovação de seu contrato.
   Uma questão perturba minha mente, lembrei da data de sua nomeação. A maestrina foi eleita pelos membros da orquestra, por voto direto após uma lista tríplice. Imaginei que os músicos não a desejassem mais e a tivessem defenestrado. Pergunto a algumas fontes, colegas que conhecem a fundo a orquestra e descubro uma verdade aterradora. Os músicos da OSUSP não elegem mais o regente . “Democraticamente” mudaram o estatuto, no calar da madrugada uma virada de mesa. Todo o poder cabe a Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária chefiada pela Socióloga Maria Arminda do Nascimento Arruda juntamente com o diretor da OSUSP professor Edson Leite. A Universidade de São Paulo sempre teve princípios democráticos em seu lema, essa mudança me lembra a truculência da ditadura militar.
   O novo formato escolhido para a OSUSP em 2012 não é utilizado em lugar algum. Convidar um regente a cada concerto é fazer leilão. Toda grande orquestra possui um regente titular, convidam-se alguns regentes para a orquestra ganhar experiência. Um titular é imprescindível na unidade e na sonoridade. O futuro com esse formato é incerto, cada um metendo sua colher, vai azedar o bolo.
   Ligia Amadio fez um grande trabalho com a OSUSP. Deu sonoridade, corpo, estilo em um repertório complexo. Muitos em seu lugar poderiam optar pelo arroz com feijão , fazer repertórios fáceis. Ligia Amadio não teve mede de correr riscos, colocou sua orquestra para tocar Mahler, Rachmaninoff, Sibelius, Prokofiev, Brahms , Liszt entre outros. Compositores nacionais de todos os estilos participaram de seus programas. Exigiu tudo dos músicos, trouxe grandes solistas, lotou a Sala São Paulo. Trabalho impecável recompensado com uma demissão.
  O público se importa com sua saída cara maestrina, os músicos se importam com sua saída , a música se importa,  eu me importo. Perde  a cidade de São Paulo e ganha  o autoritarismo.
Ali Hassan Ayache

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Processo de seleção para novos cantores do Coral Jovem do Estado com inscrições abertas

A partir de hoje, 16 de janeiro de 2012,  estarão abertas as inscrições para o Processo Seletivo para ingresso no Coral Jovem do Estado.
Leia aqui o Edital de convocação.

Ministério da Cultura paga ao Ecad por download de músicas

Funarte destina dinheiro a escritório; legitimidade de cobrança é questionada
O pagamento é irregular, já que o tema ainda é controverso. Muitos juristas consideram que a música na internet não configura execução. O Brasil está em pleno debate no momento, com uma nova Lei de Direitos Autorais em vias de ir ao Congresso. A própria Recording Industry Association of America (RIAA), entidade do disco norte-americana, não vê a música na internet como execução, mas sim uma entrega (delivery) do arquivo de conteúdo (portanto, uma distribuição). Considera-se que a cobrança do Ecad, nessa circunstância, seria abusiva.
"Como ainda não temos no Brasil dispositivo de lei específico que regulamente esta situação, a entidade se aproveita desta lacuna", analisa o advogado Nehemias Gueiros Jr., especialista em direito autoral e direito da internet. Antonio Grassi, presidente da Funarte, disse que o programa Estúdio F é da Radiobrás e o contrato é de 2006, anterior à sua gestão. Os pagamentos, informa, estão sendo feitos a cada ano. "O processo que gerou o pagamento ao Ecad em 2011 tramitou em todos os setores competentes da Funarte, inclusive a Procuradoria Jurídica Federal. O pagamento foi efetivado com base na legislação vigente", diz nota do órgão.
A controvérsia é mundial. Em outubro, a Suprema Corte dos Estados Unidos julgou um processo que já se tornou referência para o tema. Movido pela Broadcast Music Inc. (BMI, que também cobrava royalties por downloads digitais), a ação foi julgada em primeira instância e depois confirmada na Suprema Corte. Na sentença, a corte americana declarou que o download é uma mera distribuição (delivery) de conteúdo e não configura uma execução pública, pois em nenhum momento da operação de baixa do arquivo há qualquer intervenção de terceiros entre o servidor da empresa distribuidora e o usuário.
Outro problema é que, como a Funarte paga pela execução de música brasileira (o programa Estúdio F toca João Gilberto, Mário Reis, Almir Sater, Flora Purim), como é que esse direito será distribuído aos autores? "Este é outro problema eterno oriundo do Ecad, a distribuição dos direitos. O órgão, que hoje é um misto de empresa privada com entidade pública, não está sujeito a nenhuma auditoria nem oferece sua prestação de contas detalhada em público. Com uma receita anual superior aos R$ 300 milhões, pode-se entender a grita dos músicos e artistas com a precária e por vezes malversada liquidação dos royalties", diz Gueiros.
Os interesses que orbitam em torno dos direitos autorais no Brasil são enormes e não envolvem apenas os direitos conexos de execução pública. As vendas de CDs e DVDs, cada vez mais afetadas pelos downloads, estão em vias de ganhar uma emenda constitucional liberando impostos sobre produtos de artistas nacionais. E há os direitos cinematográficos, literários, fotográficos, de arte plástica, além de alguns pontos obsoletos, já que a lei em vigor (Lei 9.610/98) foi promulgada na era pré-internet.
A maior parte dos militantes do mundo digital considera que a lei requer um upgrade, tanto em relação à internet quanto ao Ecad, especialmente na questão da prestação de contas. O questionamento do órgão levou à abertura de uma CPI, em pleno funcionamento.
"Não tenho conhecimento de outra entidade pública que esteja pagando ao Ecad por downloads digitais", diz Gueiros. Ele é de opinião que a Funarte - ou qualquer outra pessoa jurídica de direito público -, na ausência ainda de legislação específica sobre o assunto, "em vez de ceder imediatamente aos caprichos do Ecad e pagar", deveria ter consignado o pagamento judicialmente - e contestasse o mérito da cobrança.

Fundação Cultural oferece 5 mil vagas em cursos gratuitos, em São José dos Campos (SP)

Fundação Cultural oferece 5 mil vagas em cursos gratuitos, em São José dos Campos (SP)
Interessados devem se inscrever no site da fundação ou pessoalmente em qualquer um dos 11 espaços culturais 
A Fundação Cultural Cassiano Ricardo prorrogou até o dia 30 o prazo para as inscrições do projeto Arte nos Bairros. São mais de 5 mil vagas, para 25 cursos gratuitos nas áreas de música, teatro, canto, dança, artesanato, audiovisual e artes plásticas.
Os interessados devem se inscrever no site da fundação ou pessoalmente em qualquer um dos 11 espaços culturais onde são oferecidos os cursos de terça a sexta-feira, das 8h às 17h. O candidato deve levar CPF e documento de identidade originais. Não é necessário ter experiência ou conhecimento artístico anterior para frequentar as aulas.
As vagas são limitadas. Para preenchê-las, será feito um sorteio eletrônico em 1º de fevereiro, às 14h, na sede da instituição (Avenida Olivo Gomes 100, Santana). O evento será aberto ao público e poderá ser acompanhado pelos interessados.
Os sorteados devem comparecer de 2 a 10 de fevereiro ao espaço cultural da vaga contemplada para a matrícula, que será feita conforme a classificação e o número de vagas do curso escolhido. A previsão é que os cursos tenham início no dia 13 do próximo mês.
Haverá uma lista de espera para quem não foi contemplado no sorteio, além de uma relação de vagas remanescentes, que podem ser consultadas a partir de 11 de fevereiro no espaço cultural em que foi feita a inscrição.
O projeto Arte nos Bairros possibilita o acesso ao aprendizado e exercício da arte por meio de oficinas gratuitas e uma programação mensal de atividades, como palestras, exposições e apresentações realizadas nos espaços culturais. O principal objetivo é levar cultura a todas as regiões de São José dos Campos.
Os cursos oferecidos são de dança (clássica, jazz, sapateado, contemporânea e danças de salão e de rua), música (acordeom, teclado, violão, canto coral, flauta doce e viola caipira), teatro (para crianças a partir de 7 anos e adultos), artes plásticas (desenho artístico e pintura), capoeira, fotografia digital, história em quadrinhos, literatura (contação de histórias e criação literária) e luteria (construção de viola), mosaico e tecelagem (tear de prego e de mesa).