quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Inscrições abertas para XI Mostra de Dança de Salão de Florianópolis Baila Floripa 2012


Está aberto o período de inscrição para academias, bailarinos, companhias, escolas e grupos, profissionalizados ou não, do Brasil e do exterior, interessados em se apresentar na XI Mostra de Dança de Salão de Florianópolis – Baila Floripa 2012. O evento será realizado pela Associação Catarinense de Dança de Salão (Acads), de 28 de abril a 1° de maio, no Teatro Governador Pedro Ivo.
Cada grupo ou bailarino pode inscrever, no máximo, três coreografias. A quantidade de componentes é ilimitada, mas não é permitida a participação dos mesmos integrantes em grupos diferentes. Menores de 18 anos necessitam autorização escrita pelo pai, mãe ou responsável. Aos selecionados não residentes na Grande Florianópolis será fornecido alojamento durante os quatro dias do evento.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 1° de março por meio do site www.bailafloripa.com.br, onde estão disponibilizados regulamento, ficha de inscrição e demais informações. Uma comissão selecionadora composta por três reconhecidos profissionais da área avaliará a qualidade técnica, artística e a criatividade das coreografias. O resultado será divulgado dia 12 de março, no mesmo site.
Paralelamente à exibição de atrações selecionadas e convidadas no palco do Pedro Ivo, estão programados cursos com professores brasileiros e estrangeiros, bailes e concurso de duplas no Majestic Palace Hotel. Segundo a presidente da Acads, Aline Menezes, “realmente, é um diferencial para aqueles que admiram a arte da dança. Além de ser um dos maiores festivais do País no gênero, reúne em um único evento a dança de salão social, que acontece nos bailes, a acadêmica, durante os workshops, e a artística, com lindos espetáculos no teatro”.
O Baila Floripa não tem caráter competitivo e seu objetivo é valorizar a arte da dança de salão, proporcionando a troca de experiências entre bailarinos profissionais e amadores, como também a apresentação de seus trabalhos. “Em 2011, entre todas as atividades, participaram cerca de quatro mil pessoas. Todos os anos, o público de diversas partes do País espera ansioso pela chegada do evento e, a cada nova edição, recebemos grupos de outras nacionalidades”, observa Aline.

Univasf inscreve até dia 23 para seleção de professores temporários

São oferecidas dez vagas. Remuneração pode chegar a 2.518,30.

Taxa varia de R$ 40 a R$ 55, a depender da área de conhecimento.
Terminam no dia 23 de fevereiro as inscrições para o Processo de Seleção Pública Simplificada para professor temporário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). A instituição mantém sedes nas cidades baianas de Juazeiro e Senhor do Bonfim.
São oferecidas dez vagas para candidatos com formação em áreas como química, ciências biológicas, enfermagem e farmácia. A remuneração para 20h semanais varia de R$ 1.536,46 a R$ 2.518,30.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, onde também está disponível o edital com todas as informações sobre o processo seletivo. O valor da taxa varia de R$ 40 a R$ 55, a depender da área de conhecimento escolhida. As provas estão marcadas para os dias 1º e 2 de março.

Samuel BARBER

West Chester, EUA – 9 de março de 1910 – Nova York, EUA – 23 de janeiro de 1981

Samuel Barber, compositor norte americano, escreveu uma vez: “Dizem que eu não tenho estilo, mas isso não importa. Eu apenas vou fazendo, como se diz, as minhas coisas. Acho que é preciso um pouco de coragem para tanto”
Barber, como seu companheiro de vida Gian Carlo Menotti, não se interessou pelas novidades de vanguarda na música, sofrendo censura da crítica moderna e intelectualizada. Acrescente-se que Barber é o autor de uma obra que se tornou imensamente popular, o célebre Adágio: essa popularidade parecia, aos seus detratores, sinal de concessão a facilidade. Aliás, Barber considerou o sucesso do Adágio como uma injustiça em relação a outras obras suas, a tal ponto que, depressivo como era, sua audição mergulhava o compositor em angústia e tristeza.
Hoje, que essas querelas modernas se desfizeram, Barber surge como u compositor essencial para a música do século XX. Algumas de suas partituras, como o concerto para violino e a ópera Vanessa, graças a sua beleza, tem lugar de destaque nas salas de concertos e nos teatros de ópera.
Esse estraordinário compositor possuía uma sensibilidade que foi chamada de “romântica”; na verdade uma fluência melancólica que perpassa pela maioria de suas composições. Foi fiel a Johann Sebastian Bach, que reconhecia como mestre supremo. Um magnífico testemunho desta fidelidade são as Mutações sobre Bach, estreadas em Nova York, no ano de 1968

Programa de Concerto Osesp – set / out 2009. p. 16


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Audição da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais


Vagas para assistente de chefe de naipe de fagote, fagote/contrafagote, violino seção : trompa alta, trompa baixa. Inscrições de 30 de janeiro a 25 de fevereiro. Aucições 2 e 3 de março. Edital, repertório e inscrições no site: www.filarmônica.art.br
Informações tel 013-3245-0675 – audição@filarmonica.art.br

Memorial exibe painéis gigantes e restaurados de Portinari


No dia em que se completam 50 anos da morte de Candido Portinari (1903-1962) --na segunda-feira (6)--, o visitante poderá conferir na exposição "Guerra e Paz, de Portinari", no Memorial da América Latina, os recém-restaurados painéis "Guerra" e "Paz", ambos com 14 metros de altura e dez de largura, além de cerca de 80 estudos preparatórios, como guache, desenhos e maquetes.
Após o processo de restauro, realizado nos salões do Palácio Gustavo Capanema (RJ), os trabalhos, que retratam os dramas e as tragédias sociais, desembarcaram na capital paulista --primeira cidade do mundo a exibir ao grande público os painéis, desde que foram levados há 56 anos para a sede da ONU, em Nova York.
"As obras ficavam no hall do prédio da Assembleia-Geral das Nações Unidas, com acesso restrito aos delegados das nações por razões de segurança", comenta João Candido Portinari, filho do artista e professor.
"Por esse motivo, o Projeto Portinari sempre sonhou em trazê-los para mostrar a todos o grito brasileiro pela paz", completa.
Depois de deixar São Paulo, primeiro destino da fase itinerante das obras, a exposição vai seguir para outras cidades do mundo. Segundo João, já há dois países definidos, Japão e Noruega.
A mostra é gratuita.

Intercâmbio e Difusão Cultural no MinC


Ministério da Cultura (MinC) publica edital do programa que promove intercâmbio de artistas
Publicado em 1 de fevereiro de 2012 Imprimir Aumentar fonte O Edital do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural do Ministério da Cultura (MinC) foi publicado no dia 27 de janeiro, no Diário Oficial da União. Os selecionados serão contemplados com viagens que ocorrerão entre abril e setembro de 2012. As inscrições para viagens no mês de abril vão até o dia 12 de março.
Com recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC), o Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural é desenvolvido pela Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), e recebe investimentos de R$ 3,3 milhões.
A concessão de auxílio financeiro é para o custeio de despesas relativas à participação de artistas, técnicos, agentes culturais e estudiosos em atividades culturais, promovidas por instituições brasileiras ou estrangeiras. Os participantes devem ter uma das seguintes finalidades: apresentação de trabalho próprio; residência artística e de gestão; cursos de capacitação; ou participação em evento de reconhecimento ao trabalho próprio desenvolvido, como premiações e homenagens.
As inscrições são realizadas exclusivamente por meio do Sistema SalicWeb, disponível no site do MinC www.cultura.gov.br.
Mais informações
http://www.cultura.gov.br/site/2012/01/27/intercambio-e-difusao-cultural-5/

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

PROGRAMAÇÃO OSESP – FEVEREIRO/MARÇO


CONCERTOS DE PRÉ-TEMPORADA
SÉRIE DE CONCERTOS A PREÇOS POPULARES
Ingresso com preço único de R$ 15
24 FEV SEX 19H30
25 FEV SÁB 19H30
FRANK SHIPWAY REGENTE
RICHARD STRAUSS
Fantasia Sinfônica Sobre A Mulher Sem Sombra
Sinfonia Alpina, Op.64
CONCERTOS DA TEMPORADA OSESP 2012
SÉRIE DE MÚSICA SINFÔNICA
Ingressos com valores entre R$26 e R$149
8 MAR QUI 21H
9 MAR SEX 21H
10 MAR SÁB 16H30
MARIN ALSOP REGENTE
DAVID FRAY PIANO
CLARICE ASSAD
Terra Brasilis – Fantasia Sobre o Hino Nacional Brasileiro [Encomenda Osesp. Estreia Mundial]
WOLFGANG A. MOZART
Concerto nº 22 Para Piano em Mi Bemol Maior, KV 482
DMITRI SHOSTAKOVICH
Sinfonia Nº 5 em Ré Menor, Op.47
15 MAR QUI 21H
16 MAR SEX 21H
17 MAR SÁB 16H30
ISAAC KARABTCHEVSKY REGENTE
MARCOS PAULO TENOR
LEONARDO NEIVA BARÍTONO
SAULO JAVAN BAIXO
CORO DA OSESP
ARMANDO ALBUQUERQUE
Evocação de Augusto Meyer
HEITOR VILLA-LOBOS
Sinfonia nº 10 - Ameríndia
22 MAR QUI 21H
23 MAR SEX 21H
24 MAR SÁB 16H30
CELSO ANTUNES REGENTE
CATHERINE WYN ROGERS MEZZO SOPRANO
TORSTEN KERL TENOR
J.A. ALMEIDA PRADO
Études Sur Paris - Suíte
GUSTAV MAHLER
A Canção da Terra
29 MAR QUI 21H
30 MAR SEX 21H
31 MAR SÁB 16H30
ROSSEN MILANOV REGENTE
ANNE SCHWANEWILMS SOPRANO
WOLFGANG A. MOZART
Idomeneo: Chaconne e Pas Seul
RICHARD STRAUSS
Quatro Últimas Canções
CLAUDE DEBUSSY
Imagens
CONCERTOS DA TEMPORADA OSESP 2012
SÉRIE DE MÚSICA DE CÂMARA – UM CERTO OLHAR
Ingressos com preço único - R$48
22 MAR QUI 19H
24 MAR SÁB 14H45
ANDREAS UHLEMANN VIOLINO
GHEORGHE VOICU VIOLINO
GALINA RAKHÍMOVA VIOLA
ADRIANA HOLTZ VIOLONCELO
ALEXANDRE ROSA CONTRABAIXO
DANIEL ROSAS CLARINETE
FRANCISCO FORMIGA FAGOTE
ANDRÉ GONÇALVES TROMPA
FRANZ SCHUBERT
Octeto em Fá Maior, D 803
CONCERTOS DA TEMPORADA OSESP 2012
SÉRIE DE MÚSICA CORAL
Ingressos por R$54 e R$62
1 ABR DOM 17H Série Coral
CELSO ANTUNES REGENTE
HEITOR VILLA-LOBOS
Prece Sem Palavras Para Coro Masculino
ALFRED SCHNITTKE
Concerto Para Coro: Excertos
HEITOR VILLA-LOBOS
Bendita Sabedoria
O Salutaris
Ave Maria
Pater Noster
Cor Dulce, Cor Amabile
Tantum Ergo
ALFRED SCHNITTKE
Doze Salmos de Penitência Para Coro: Excertos
CONCERTOS DA TEMPORADA OSESP 2012
SÉRIE DE CONCERTOS MATINAIS
Ingressos gratuitos (retirada a partir da segunda-feira anterior à apresentação)
18 MAR DOM 11H
ISAAC KARABTCHEVSKY REGENTE
MARCOS PAULO TENOR
LEONARDO NEIVA BARÍTONO
SAULO JAVAN BAIXO
CORO DA OSESP
HEITOR VILLA-LOBOS
Sinfonia nº 10 - Ameríndia
CONCERTOS ABERTOS - GRATUITOS
11 MAR DOM 11H
MARIN ALSOP REGENTE
PROGRAMA a definir
LOCAL: PARQUE DA INDEPENDÊNCIA
PALESTRAS E ENCONTROS
SÉRIE MÚSICA NA CABEÇA
Ingressos gratuitos (inscrição prévia pelo site da Osesp ou na hora do evento)
14 MAR QUA 19H30
LEOPOLD WAIZBORT (USP)
Palestra sobre a obra de Villa-Lobos
CONCERTOS DA TEMPORADA OSESP 2012
Ingressos à venda a partir de 60 dias antes de cada evento, na Bilheteria da Sala São Paulo ou pela Ingresso Rápido.
Aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pública têm 50% de desconto, mediante comprovação em todas as atividades
Recomendação etária: 7 anos
Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.
Ingressos também pela Ingresso Rápido - 4003-1212 - www.ingressorapido.com.br
Estacionamento: 611 vagas (20 para Portadores de Necessidades Especiais e 33 para Idosos) - R$12.
Sala São Paulo (1340 lugares – Séries Sinfônicas / 840 lugares – Séries de Música de Câmara, Recitais, Quarteto e Música Coral / 150 lugares - Sala do Coro - Série Um Certo Olhar)
Pça. Júlio Prestes 16 - Luz
Bilheteria: (11) 3223-3966
Programação completa no site www.osesp.art.br
CONCERTOS MATINAIS
Para todos
Ingressos gratuitos, limitados a 4 por pessoa. Disponíveis na Bilheteria da Sala São Paulo desde a segunda-feira anterior ao concerto.
A partir de 5 ingressos, será cobrado o valor de R$2,00 (por cada ingresso).
Bilheteria da Sala São Paulo: T 3223.3966
Estacionamento: 611 vagas (20 para Portadores de Necessidades Especiais e 33 para Idosos) - R$12.
Sala São Paulo (1340 lugares – Séries Sinfônicas / 840 lugares – Séries de Música de Câmara, Recitais, Quarteto e Música Coral / 150 lugares - Sala do Coro - Série Um Certo Olhar)
Pça. Júlio Prestes 16 - Luz
Bilheteria: (11) 3223-3966

Osesp assume gestão do Festival de Campos do Jordão


A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) assume este ano a gestão do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. O secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo, já havia sinalizado, em declarações no ano passado, a intenção de promover a troca do comando na condução do evento, até então a cargo da Organização Social Santa Marcelina.
"É uma questão de política pública de cultura, não tem a ver com qualidade", afirma Ana Flávia Souza Leite, coordenadora da Unidade de Formação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura. Ainda segundo ela, "provavelmente" a maestrina norte-americana Marin Alsop, regente titular da Osesp, será a responsável pela direção artística do evento. "Marin tem experiência e vocação para o festival".
A coordenadora da Unidade de Formação da Secretaria de Estado da Cultura diz que o orçamento do evento para 2012 não está definido, mas os trâmites legais envolvendo a troca de gestão do Festival de Campos do Jordão estão em processo de conclusão. "O Estado implantou o Sistema Paulista de Música a partir de janeiro, operando com novos moldes", diz Ana Flávia Souza Leite. O investimento total da secretaria para a área musical será de R$ 200 milhões em 2012, segundo a coordenadora. A Osesp, o Projeto Guri, Escola de Música do Estado de São Paulo - Tom Jobim (esses dois, geridos pela Santa Marcelina) e o Festival de Inverno de Campos do Jordão são equipamentos que integram o Sistema Paulista.
Na edição anterior do evento, em julho de 2011, a Osesp não ocupou o posto de orquestra residente do festival e realizou apenas o concerto de abertura. A coordenadora da Unidade de Formação da secretaria afirma que a retomada da Osesp como gestora do festival vai promover um maior intercâmbio cultural entre os alunos de música de São Paulo e convidados internacionais dado o prestígio da orquestra.
O Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão é voltado, principalmente, para atividades pedagógicas e promove também atrações para o público. No ano passado apresentou 55 concertos e teve 164 bolsistas. Em termos numéricos, foi considerada uma edição mais enxuta em relação às anteriores. Seu orçamento anunciado na época foi de R$ 5,5 milhões.
Segundo Ana Flávia, a Osesp assume festival "com todo seu corpo operacional", mas ela ressalta que o orçamento do evento é independente do que é destinado à orquestra, que tem sua sede na Sala São Paulo. O evento utiliza também recursos captados por meio de Lei de Incentivo do Ministério da Cultura. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Funarte lança prêmio que selecionará grupos para apresentações musicais nas escolas públicas


Os estudantes das escolas públicas terão a oportunidade de conhecer e ter mais contato com a música brasileira. A Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cultura, divulgou nesta sexta-feira, 10/02, o edital do Prêmio Concertos Didáticos, iniciativa que concederá a 22 projetos o valor R$ 22 mil para realizarem apresentações em diferentes escolas da rede pública.
O edital determina, também, a realização de pelo menos seis concertos por projeto, além de que um terço das obras apresentadas seja de autores brasileiros. Ao todo serão investidos R$ 500 mil. O edital foi divulgado no Diário Oficial da União (DOU, seção 3, pág. 14).
As inscrições de projetos poderão ser realizadas até o próximo dia 26 de março. No caso do grupo ser formado por duo ou trio, serão exigidas no mínimo oito apresentações. Poderão se inscrever pessoas jurídicas com ou sem fins lucrativos, que sejam voltadas para o desenvolvimento de atividades relacionadas à produção artístico-cultural. Os projetos deverão ser encaminhados para Premio Funarte de Concertos Didáticos – Centro da Música/Funarte. Rua da Imprensa nº 16 sala 1308 – Centro – Rio de Janeiro – RJ – CEP: 20030-120.
As apresentações deverão acontecer até o dia 10 de novembro. As iniciativas serão avaliadas previamente pelo Centro de Música da Funarte (Cemus) que irá analisar a adequação da proposta às diretrizes contidas no edital, após essa fase preliminar, os projetos serão apreciados por Comissão de Seleção que seguirá critérios como:
qualidade e excelência dos projetos;
qualificação dos profissionais envolvidos no projeto;
presença de música brasileira;
clareza dos objetivos e viabilidade de execução da proposta

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Porto Alegre: Oportunidade de bolsa de estudos de inglês para adolescentes


Uma parceira da Embaixada dos Estados Unidos do Brasil com o Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano (Cultural) de Porto Alegre abre inscrições para o programa de bolsas de estudo de língua inglesa, o Access 2012-2013. O benefício tem duração de dois anos e será entregue a 50 alunos da rede pública de ensino. Serão aproximadamente 200 horas de estudo por ano envolvendo, além das aulas regulares e atividades culturais, o transporte até a sede do Cultural.
Para concorrer os interessados devem ter de 14 a 18 anos e estar entre a 8ª série do ensino fundamental e o 1º ano do ensino médio. Além disso, os concorrentes devem comprovar baixa renda per capita, ter boas notas na escola e, preferencialmente, possuir envolvimento em atividades sociais de voluntariado. Não há um nível mínimo ou máximo de conhecimento de inglês exigido.
As inscrições para o Access vão até 24 de fevereiro e devem ser feitas diretamente na sede do centro binacional (Rua Riachuelo, 1257, no centro da Capital) ou pelo e-mail lena.rodrigues@cultural.org.br. Para mais informações, é só entrar em contato pelo 3025-0600

MinC publicou nova Instrução Normativa para Lei Rouanet


O Ministério da Cultura (MinC) elaborou nova Instrução Normativa (IN) que readequa procedimentos para apresentação, recebimento, análise, aprovação, execução, acompanhamento e prestação de contas de propostas culturais, relativos ao mecanismo de incentivos fiscais do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), implementado pela Lei Rouanet.
As novas regras para projetos que buscam autorização para captação de recursos começam a valer a partir desta sexta-feira, 10, com a publicação da IN nº 1/2012, no Diário Oficial da União (Seção 1 , páginas 10 a 17).
O novo instrumento foi construído em atendimento às recomendações dos órgãos de controle e a partir de uma avaliação da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), principalmente quanto aos aspectos técnicos e às demandas dos proponentes, depois de quase um ano e meio de publicada a primeira IN, o que permitiu um diagnóstico operacional.
A Instrução Normativa atualiza regras, incorpora e legitima critérios já sedimentados na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), organiza fluxos internos, estabelece novos prazos e disciplina conceitos.
Para o secretário da Sefic, Henilton Menezes, o instrumento traz ainda mais transparência no uso dos recursos públicos e projetos patrocinados e busca maior acompanhamento da realização das ações previstas nos planos de trabalho aprovados. “As mudanças são frutos do diálogo permanente com os diversos parceiros do Pronac e visam, principalmente, ao aprimoramento do atual mecanismo de incentivos fiscais”, disse Menezes.
Mudanças
Uma das principais inovações é a quantificação de propostas culturais apresentadas. A medida atende ao principio da não concentração, exigido pelos órgãos de controle e já é previsto no artigo 19 da Lei Rouanet. A admissão de novos projetos será limitada, durante o ano, em 6.300, e respeitará os limites por área cultural. A Sefic, entretanto, poderá autorizar a admissão de propostas acima dos limites estabelecidos nos casos de projetos contemplados em seleções públicas ou respaldados por garantia de patrocínio.
Também para fins de cumprimento aos princípios da não concentração, o orçamento da proposta ou o somatório dos orçamentos dos projetos ativos no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic) estará limitado, por proponente, ao percentual de 3% do valor autorizado para renúncia fiscal do ano em curso, para pessoas jurídicas, e 0,05% para pessoas físicas. Para este ano, o valor da renúncia fiscal da Lei Rouanet, de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), é de R$ 1.192.534.925.
Monitoração
Outro procedimento da IN é o reforço da necessidade e importância de os produtores culturais monitorarem todas as ações e situações dos seus projetos junto ao Salic. A medida ganhou força, sobretudo, depois do dia 24 de janeiro, quando a maioria dos informes para ajustes necessários aos projetos incentivados pela Lei Rouanet passaram a ser registrados no Sistema.
Dessa forma, os informes passaram a não ser mais encaminhados por meio físico, exceto aqueles obrigatórios, que envolvem o cumprimento de ritos legais, conferindo maior celeridade ao fluxo de informações com os proponentes. Ainda este semestre, será lançada uma nova versão do Salic, visando a um melhor acompanhamento dos projetos.
Segundo Henilton Menezes, as novas regras simplificam procedimentos, proporcionam maior clareza e agilizam os processos. “Continuaremos ouvindo atentamente as demandas e sugestões, tanto do setor cultural quanto dos órgãos de controle, buscando sempre a melhoria do nosso trabalho e dos serviços públicos oferecidos à sociedade”, destacou.
Mais informações
- Atendimento ao Proponente: (61) 2024.2082 e Fale com a Cultura.

8 cursos de inglês online grátis que você deveria conhecer


Os cursos têm pontos em comuns, claro, mas também apresentam conteúdos diferentes e complementares. Se você estudar todos eles, não só vai economizar seu dinheiro, mas também irá aumentar seu conhecimento de gramática, vocabulário inglês e compreensão auditiva.
Cursos de Inglês Online Grátis (textos em inglês)
01 – English Online – é um curso bem estruturado. Traz conteúdo amplo para estudantes de nível básico, intermediário e avançado. Apresenta vídeos.
02 – Learn English Online – Este site apresenta um amplo conteúdo focado exclusivamente para estudantes de nível básico. É bem organizado.
03 – Learn American English Online – o foco do site é inglês americano. Há vídeos. Na seção de “reading”, você pode gravar sua voz para comparar sua leitura com a de um nativo.
04 – 1-Language – Curso de inglês com 70 lições para atender estudantes de nível básico e intermediário.
05 – BBC – Curso de inglês bem estruturado, com material de texto e vídeo excelentes.
06 – USA Learns – Curso de inglês americano voltado para o público adulto. Ele melhora sua habilidade de escrever, ler e falar em inglês.
Cursos de Inglês Online Grátis (textos em português)
07 – Curso de Inglês Grátis – esse site apresenta gramática inglesa para estudantes de nível básico e intermediário. Também há textos exclusivos para “phrasal verbs”, compreensão oral e expressões idiomáticas.
08 – Zap English – como os demais, esse site dá um foco em gramática. Como diferencial, ele dedica um espaço para traduzir músicas inglesas e ensina expressões idiomáticas. Há também uma seção exclusiva para pronúncia de palavras.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

EM promove Concurso Nacional de Composição (RJ)

As inscrições para o concurso vão de 18 de janeiro a 16 de março de 2012.
A Escola de Música (EM) divulgou hoje, 18/01, as normas do 1º Concurso Nacional de Composição da UFRJ, evento que integra o XXVI Panorama da Música Brasileira Atual. Podem participar compositores brasileiros, natos ou naturalizados, com idade de até 35 anos em três categorias: obras destinadas à Orquestra Sinfônica da UFRJ, ao Trio UFRJ (violino, violoncelo e piano) e composições acusmáticas sobre suporte.
As inscrições vão até 16 de março e cada candidato poderá se inscrever em apenas uma dessas categorias. As obras precisam ser inéditas e com duração entre seis e 12 minutos. Além disso, o concorrente deverá enviar partitura editorada da obra concorrente, utilizando pseudônimo. No caso de composição acusmática, o formato é CD-Áudio (44.1KHz, 16-bits, estéreo).
O concurso distribuirá um total de R$ 6 mil em prêmios. O vencedor da peça escrita para orquestra sinfônica receberá R$ 3 mil, os ganhadores das outras duas categorias, R$ 1,5 mil cada. As três obras serão também executadas no XXVI Panorama, que acontece de 24 de maio a 1º de junho na EM.
O evento é uma iniciativa do departamento de composição e os membros da comissão julgadora não terão acesso aos nomes dos concorrentes, nem terão seus nomes revelados até o dia da publicação do resultado, previsto para seis de abril.

Secretaria de Estado de Cultura abre inscrições para projetos de ocupação de teatros nas zonas Norte e Oeste do Rio

Edital prevê realizações de oficinas e apresentações de espetáculos
É hora de tirar as ideias do papel. A Secretaria de Estado de Cultura (SEC), através da Funarj, está com inscrições abertas, de 1º de fevereiro até 1º de março de 2012, para a seleção de projetos, visando a ocupação dos Teatros Armando Gonzaga e Mário Lago, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e Arthur Azevedo, na Zona Oeste, no período que vai de abril de 2012 a março de 2013.
Os projetos para os teatros Arthur Azevedo e Mário Lago deverão prever a realização de oficinas de capacitação em artes cênicas, música, literatura e outras atividades artísticas e culturais que resultem em apresentações abertas ao público.
Já para a ocupação do Teatro Armando Gonzaga podem concorrer projetos de apresentações de espetáculos e realizações em artes cênicas, música, literatura e outras atividades artísticas e culturais.  
O projeto selecionado para ocupação do Teatro Armando Gonzaga receberá recursos de R$ 320 mil. Para o Teatro Arthur Azevedo, os recursos serão de R$ 170 mil. Para o Teatro Mário Lago, de R$ 100 mil. 
Podem se inscrever empresas de produções artísticas, companhias ou grupos do setor cultural, estabelecidos como pessoa jurídica, com ou sem fins lucrativos, ou pessoa física de comprovada atuação na área cultural e responsável diretamente pela realização do projeto de ocupação.
Os proponentes poderão concorrer somente com um projeto de ocupação, com exceção de cooperativas de produtores ou de artistas, bem como associações que abriguem diversos grupos ou companhias.
As inscrições devem ser feitas observando-se o modelo de formulário constante do Anexo I, disponibilizado no portal da Secretaria de Estado de Cultura  Serão aceitas somente inscrições de projetos enviados por correio (Sedex, com Aviso de Recebimento – A.R.), com a seguinte identificação e endereço: 
SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA DO RIO DE JANEIRO - SEC  Superintendência de Artes  Endereço: Rua da Ajuda 5 /13º andar – Centro, Rio de Janeiro, RJ – CEP 20.040-000.
Os projetos vencedores serão divulgados no dia 8 de março deste ano, no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro e no portal da Secretaria de Estado de Cultura.
O Teatro Armando Gonzaga fica na Av. General Oswaldo Cordeiro de Farias, 511, em Marechal Hermes. O Teatro Arthur Azevedo está localizado na Rua Victor Alves, 454, em Campo Grande. E o Teatro Mário Lago fica na Rua Jaime Redondo, 2 , na Vila Kennedy.

Percussão – Curiosidades.

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O Bombo (ou bumbo) é o maior tambor do naipe da percussão orquestral: ele pode ter mais de um metro de circunferência e possui pele retesada em cada uma de suas faces. É percutido por uma baqueta que tem um pompom de algodão ou feltro na ponta. O responsável por usá-lo pela primeira vez na música clássica foi Mozart. Na ópera  O Rapto do Serralho  (1782), o compositor desejou dar um realce extra à música, “turca” que colocou ali, com o auxílio desse tonitruante instrumento. E conseguiu um portentoso efeito...
Os tímbales, também chamados de tímpanos, de fundos arredondados como cúpulas invertidas e que podem ser afinados, foram empregados aos pares desde o século XVIII. Haydn itilizou-os em duas de suas sinfonias, dando a eles papéis bem distintos. Na Sinfonia nº 94 em Sol Maior – A Surpresa, de 1791, os tímbales explodem, com o auxílio de toda a orquestra, depois que os violinos acabam um longo fraseado, bem baixinho, durante o movimento lento. O humorado Haydn disse ter posto nesse ponto essa espantosa Timbalada a fim de acordar algum eventual dorminhoco.
E foi também com timbales, só que tratados como autênticos instrumentos olistas e sem qualquer apoio orquestral, que Beethoven deu uma força extra à sua extraordinária Nona Sinfonia  1824. Isso acontece logo no início do segundo movimento, o muito enérgico scherzo, repleto de vitalidade rítmica e de grandiosidade que beira a selvageria, a revolução.
Durante o Romantismo, os compositores deram asas à imaginação ao empregar a percussão em suas obras. Um dos exemplos mais curiosos dessa tendência está nos toques cristalinos do pequeno triângulo de metal, que Liszt introduziu no seu  Primeiro Concerto para piano e orquestra  (1848). Esses toques produziram efeito hilariante na crítica mais tradicionalista da época, que imediatamente apelidou a obra de “Concerto para Triângulo”
E por falar em concerto para piano, Ravel abriu o seu Concerto em Sol maior (para ambas as mãos do instrumentos, de 1931) com um sonoro golpe de... chicote. Como o chicote habitual poderia machucar uma parte nada desprezível dos integrantes da orquestra, o instrumento que recebe esse nome em uma sinfônica consta de duas tábua de madeira que, batidas, produzem estalido bem semelhante ao do rebenque verdadeiro. E já que estamos em Ravel, nunca é demais lembrar que ele dá início ao arqui-famoso Bolero de 1928, com o ritmo enunciado por uma caixa-clara, o tambor militar. Durante 17 minutos que dura essa dança obsedante, não há um segundo de descanso para ele, que toca exatamente o mesmo padrão rítmico o tempo todo.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Gravadora lança caça a baixo vocal


O selo de música Decca está atrás de um cantor que possa ir aonde nenhum outro foi antes - um "Mi" grave que fica perto de três oitavas abaixo de um "Dó" médio no piano.
Paul Mealor, o compositor por trás do surpreendente sucesso nas listas britânicas do Natal "Wherever You Are", cantado pelo coro The Military Wives, compôs uma música chamada "De Profundis (Out of the depths I cry to you, O Lord)."
Ela traz um "Mi" grave que é seis semitons mais baixo do "Si Bemól" das "Vésperas" de Rachmaninov.
"O meu De Profundis pede uma voz rica e potente, uma voz que não apenas toque o coração com sua sinceridade e verdade, mas também que faça toda trama do corpo humano ressoar ao mergulhar nas partes mais baixas do espectro vocal", disse Mealor em um comunicado.
A busca pelo baixo será feita através de revistas comerciais na Internet.
Segundo o livro de Guinness de recordes mundiais, a nota mais baixa já produzida por uma voz humana é um "Fá Sustenido", alcançado pelo norte-americano Roger Menees em 2010.
Os cantores estão sendo convidados a enviar fitas demo ou a fazer upload das gravações de suas vozes para o site www.howlowwillyougo.com
As vozes serão julgadas por Mealor e pela produtora indicada ao Grammy Anna Barry, uma autoridade no coral russo e música vocal que é uma das principais inspirações do compositor.
A gravação deve ser lançada internacionalmente na primavera. Mealor ficou famoso depois de ser selecionado para compor uma nova música para o casamento real em 2011 do príncipe britânico William com Kate Middleton, hoje Duque e Duquesa de Cambridge - um dos maiores eventos públicos dos últimos anos.
Esta é a sua primeira obra com coral desde então.

Socializando os prejuízos, privatizando os lucros.


Pode ser herança maldita dos nossos colonizadores portugueses. Ou então um vírus daninho entranhado em nosso DNA, do qual jamais nos livraremos. Qualquer um que tenha lido “Os donos do poder” de Raymundo Faoro sabe por que chafurdamos entre a corrupção e o jeitinho, o mote criar dificuldades para negociar facilidades, e por aí vai (a lista é extensa). Curto e grosso: todo mundo defende a livre concorrência, o democrático critério da meritocracia, etc.etc. Mas para os outros. Pra gente, vale mesmo o quentinho e imenso cobertorzão estatal, a porca de mil tetas que acomoda a todos e sempre tem lugar para mais um. O pior é que, mesmo com esta ‘ajudazona’, não há o menor problema em considerar particular o que é de todos – ou seja, gere-se a coisa pública como se o dinheiro não pertencesse a ninguém, estivesse ali pra ser saqueado mesmo, sem nenhum rubor. Estão aí as ONGs crescendo a zilhões por ano penduradas nos convênios dos ministérios – este é só o mais recente escândalo do qual se tem publicamente conhecimento.
Vocês vão dizer: o que é que deu nesse cara? O assunto aqui não é política, mas música. É verdade. Mas acontece que as coisas na música são muito parecidas com o que ocorre na política nativa. Vocês lembram que é só o sujeito sentar na cadeirona de presidente da República que ele fica tomado da síndrome de não conseguir demitir ninguém? Pois é, no mundo da música isso vem se repetindo, como bem acentuou o Irineu Franco Perpetuo em texto neste mesmo espaço. No serviço público, o sujeito cai em desgraça e é catapultado para cima. Arrumam um lugarzinho onde ele não seja visível e continue mamando seu salário mensal.
Exemplos? O mais recente é esta OSB do B, que repete a fórmula já testada com fracasso absoluto na reformulação da Osesp. De nada adiantou o Lutero Rodrigues fazer um admirável trabalho de divulgação da música brasileira com a Sinfonia Cultura. Levantou até o moral dos músicos demitidos da nova Osesp, que àquela altura só queriam um barranco pra se encostar e chegar na aposentadoria. O mesmo acontece agora com os demitidos da OSB. Isto é: não há – como sempre reclamam os gestores das instituições musicais brasileiras – verba suficiente para modernizar a orquestra. Mas, kafkianamente, assume-se um grande custo morto que vai jogar para muito mais pra frente o sonho carioca de ter uma orquestra de nível internacional.
Há quem diga que no caso da OSB, ela é privada. Uai, mas ela só funciona à base de incentivos fiscais – ou seja, com parte dos impostos, como praticamente tudo que se relaciona com a cultura e as artes no Brasil. Então os casos OSB e Osesp são rigorosamente iguais.
Não sabia, mas em Minas também ocorreu a mesma coisa. Minha sensação, neste momento, é de desânimo, ao contemplar a repetição de soluções já testadas e juramentadas como erradas. Errar uma vez é humano, já dizia o ditado popular. Continuar errando é burrice arrematada. Estou, porém, desconfiado de que em nosso caso à burrice devemos acrescentar cinismo, má-fé e profundo, atávico descaso com tudo que não seja o próprio bolso. É como na educação, onde, em vez de se investir na formação dos professores, prefere-se comprar tablets caríssimos para crianças obrigadas a comerem alimentos com datas vencidas, quase podres. Vocês de novo vão me dizer que esta é outra história e que nada tem a ver com música. Tem sim. Porque é a mesma síndrome acima descrita: cria-se um novo, desnecessário e superfaturado gasto, que por sua vez justifica a impossibilidade de se construir um projeto decente no futuro.
Quanto a nós, podemos ao menos nos perguntar até quando esse tipo de esperteza se repetirá. Mesmo que a pergunta caia no vazio, não se pode desistir. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
João Marcos Coelho

“Arte também é cultura”


“O mercado é um primo rico, ele cuida de si mesmo. A cultura é uma matriarca respeitada, ela cuida de si mesma. A arte é tão sutil quanto violenta, tão frágil quanto fundamental. Sempre precisa dos artistas para defendê-la.” Este brado consta da carta aberta enviada pelo grande artista Domingos de Oliveira a mim e ao Ministério da Cultura, em que defende a arte dentro da cultura e a importância social da arte.
Aceita a provocação, cabe buscar seu motivo condutor. Quando as primeiras instituições públicas de apoio à cultura foram criadas, seu principal foco de atuação eram as linguagens artísticas. Nos últimos anos, porém, o MinC aproximou-se do conceito antropológico de cultura e trouxe para si a obrigação de fomentar outras esferas da atividade intelectual, a produção e preservação de bens imateriais e a continental diversidade de modos de viver do brasileiro.
Foi um inequívoco avanço, cujos resultados práticos apenas começam a ser percebidos, dentro e fora do país. A arte não é supérflua, ela funciona como motor da economia, gera empregos, serve de matéria-prima para a educação – esses são apenas alguns de seus efeitos positivos, que vêm sendo defendidos pelo ministério com a criação da Secretaria da Economia Criativa.
Uma política consistente para a valorização das artes deve considerar também a criatividade e a inovação artística como benefícios diretos para a vida de todos os brasileiros. Arte de qualidade desenvolve a subjetividade e o senso estético do indivíduo, e consolida os valores da sociedade. Mas, assim como a própria arte é intangível, também são os seus resultados. Não obstante, sabemos da sua capacidade de transformação. O sucesso de experiências como o projeto Interações Estéticas, que permite aos artistas desenvolver parcerias com os Pontos de Cultura, enfatiza tudo isso.
Defendo o apoio ao artista como ponto substancial de uma política cultural abrangente. O artista sem adjetivo (consagrado, iniciante, marginal, pobre, fora do eixo, independente, profissional ou amador) deve e necessita dividir nossa atenção com as demais manifestações culturais. A arte de excelência deve integrar a cesta básica do cidadão brasileiro. Não confundir excelência com consagração, pois são predicados que nem sempre andam juntos.
Não são poucos os desafios do gestor público que tem como missão o desenvolvimento das artes no país, mas talvez seja este o maior deles: encontrar um lugar ao sol para as linguagens artísticas num novo e sofisticado ambiente em que tudo é cultura. Árdua também é a tarefa de adaptar uma matéria tão subjetiva às normas da administração pública. A Funarte continuará de portas abertas a opiniões, críticas e ideias inovadoras que honrem sua história de principal agência de apoio ao artista brasileiro.
Antonio Grassi
Presidente da Funarte

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Osesp, inscrições abertas para os corais infantil e juvenil e para a academia


Sala São Paulo (sede da Osesp)

Os Coros Infantil, Juvenil e a Academia de Música da Osesp estão com inscrições abertas para os processos seletivos até os dias 10/02 (Coros) e 11/02 (Academia).
Mais informações constam nos editais publicados em nosso Portal.
Coro Infantil:
http://www.osesp.art.br/portal/paginadinamica.aspx?pagina=coroinfantil
Coro Juvenil:

Museu Louvre, irá abrir filiais

Museu Louvre

O historiador de arte Henri Loyrette, um francês de sobrancelhas grossas que não se sente confortável em dar entrevistas em inglês, dedicou dez de seus 59 anos de vida ao Louvre. Diretor do museu mais visitado do mundo, tendo recebido 8,8 milhões de pessoas no ano passado, Loyrette observou, desde 2001 — quando foi eleito pela primeira vez para o cargo —, mudanças radicais no perfil do público que circula por seus corredores:
há cada vez mais brasileiros, mais chineses e mais jovens.Em entrevista ao GLOBO, o francês afirma que a crise econômica não afetou a instituição graças ao apoio de mecenas e destrincha os projetos que pretende realizar até 2013, quando chega ao fim seu terceiro (e provavelmente último) mandato consecutivo como diretor da instituição.
Para o verão europeu, Loyrette promete inaugurar a anunciada ala de arte islâmica, que ocupará um dos principais pátios do palácio do Louvre. Sob um telhado ondulado de vidro e metal que lembra um tapete voador, serão reunidas 18 mil peças que estavam espalhadas pelo museu ou guardadas em sua reserva.
Para dezembro, está agendada a abertura de uma filial do Louvre, com ares contemporâneos, em Lens, cidade no Norte da França. Os planos de Loyrette incluem ainda o Louvre Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Mas a cúpula sobre espelho d’água projetada pelo arquiteto francês Jean Nouvel, orçada em mais de 70 milhões, não deverá cair na conta do atual diretor. "O projeto teve um atraso porque os árabes precisaram alinhar os diversos projetos culturais em execução por lá", ele diz. Ficará para 2014.
Seu mandato no Louvre termina em 2013, e há três grandes projetos para este ano. Dá tempo?
HENRI LOYRETTE: É claro que sim. No meio do ano vamos inaugurar a ala de arte islâmica em Paris, um projeto nascido de uma constatação que fiz assim que cheguei ao Louvre: a de que as coleções islâmicas não dispunham de um espaço à altura de sua riqueza. São 18 mil objetos que cobrem todo o campo cultural do Islã, da Espanha à Índia, do século VII ao XIX. Vale ressaltar que esse projeto constituiu um desafio arquitetônico, porque transforma um dos pátios do museu, um espaço que data do século XVII. Os arquitetos Rudy Ricciotti e Mario Bellini souberam achar um equilíbrio entre o classicismo do palácio e um telhado de vidro ondulado, que evoca a arte islâmica. É algo notoriamente inovador. Mais adiante, em dezembro, inauguramos o Louvre-Lens, um museu totalmente novo, erguido numa cidade do Norte da França que sofreu com guerras e crises industriais do século XX. Na minha opinião, será o museu do século XXI por excelência e nos obrigará a repensar nossa coleção num lugar que em nada lembra um palácio antigo.
E o Louvre Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos?
O projeto teve um atraso porque os árabes precisaram alinhar os diversos projetos culturais em execução por lá. Mas o Louvre Abu Dhabi será, sem dúvida alguma, o primeiro museu desse porte a abrir suas portas na cidade. Será em 2014.
Quem toca o projeto? Como o museu deve funcionar?
Os árabes terão o direito de usar o nome do Louvre por 30 anos, o que mostra uma vontade clara de criar um museu universal. Atualmente, o Louvre toca o projeto, emprestando o know-how dos franceses em arquitetura e museografia, mas esse grande museu está pensado para ter vida própria e completa autonomia. Será o Museu Nacional de Abu Dhabi.
Por que, depois de tantos séculos, o Louvre dá à arte islâmica um espaço de tanto destaque?
Porque objetos criados em países do Islã nunca foram considerados de forma conjunta. Não eram vistos nem agrupados como mereciam. Algumas obras estavam dispersas em diversos departamentos, e outras, na reserva. Foi preciso uma tomada de consciência histórica, estética e até mesmo política para dar a essa coleção sua coerência e mostrá-la em toda sua amplitude.
Não é paradoxal que esse espaço surja no país que proibiu o véu islâmico em espaços públicos?
Quando falamos de arte islâmica, falamos de uma civilização e não de uma religião, uma civilização rica em sua diversidade não só artística, mas linguística e religiosa. A cultura do Islã inclui objetos não muçulmanos. É ampla e inclusiva. A ideia do Louvre é revelar um universo artístico sem distinções entre produções destinadas aos muçulmanos, aos cristãos, aos judeus e aos budistas, por exemplo. Mostraremos essa arte sem clichês ou preconceitos.
O senhor dirige o Louvre há dez anos. O que mudou no museu?
O Louvre viu o número de visitantes aumentar em 70% nas últimas duas décadas. No ano passado, foram 8,8 milhões de pessoas, cifra que nos rendeu o título de museu mais frequentado do mundo. É claro que esse bom resultado tem a ver com a vitalidade turística de Paris, mas despertamos a curiosidade de um público relativamente novo: os brasileiros e os chineses. Depois dos americanos, os brasileiros são os estrangeiros que mais nos visitam. Em 2011, foram quase 500 mil. E isso é ótimo. Vocês, brasileiros, se interessam por nós, e nós, por vocês.
O comportamento do público dentro do museu mudou?
Claro! O público mudou muito. Hoje, um em cada dois visitantes tem menos de 30 anos de idade e está em família ou entre amigos. Quando comecei minha carreira, abríamos o museu de manhã e fechávamos à noite, sem nos preocupar verdadeiramente com quem havia passado por ali. Hoje, o trabalho é bem mais amplo, busca atender plenamente todos os tipos de público, com restaurantes, lojas... E queremos nos dirigir a todos. Não há nada mais estranho do que a ideia de um museu reservado à elite.
Como as crises europeia e francesa afetaram a instituição?
O orçamento do Louvre é da ordem de 200 milhões. Hoje, metade vem do governo, e a outra metade, de recursos próprios, oriundos de mecenas. É preciso ressaltar que a França dá às instituições diversos dispositivos fiscais que encorajam o mecenato. Mas, hoje, nos ressentimos, sim, da redução da subvenção estatal e também do apoio privado. Apesar disso, tenho que ser otimista. O projeto da ala islâmica, por exemplo, acontece graças a um esforço financeiro excepcional. O governo francês e o Louvre bancaram 30% do projeto. O resto veio de generosos doadores de várias partes: Estados, indivíduos e empresas. Apesar disso, ainda precisamos captar 10 milhões para fechar a conta.
O museu perdeu verba?
No Louvre, 93% das despesas são inalteráveis. São os salários e os custos de manutenção de um palácio imenso, que precisa ser conservado. Assim, só sobram 7% do orçamento para financiar toda a nossa programação cultural. E o trabalho é feito de forma a não sacrificar essa agenda, vital para a visibilidade do museu. Mas eu faço aqui uma ressalva. Na minha opinião, especialmente em tempos de crise, as pessoas precisam encontrar pontos de referência, ou apenas ver sinais de beleza.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/louvre-museu-mais-visitado-do-mundo-prepara-novas-filiais-3706752#ixzz1kIzHnjpe
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Orquestra da UCS apresenta "Rock in Concert" (SC)

Evento abre as comemorações dos 45 anos da universidade
Para dar início à programação comemorativa aos seus 45 anos, a Universidade de Caxias do Sul promove, no dia 12 de fevereiro, o concerto especial "Rock in Concert" com a apresentação da Orquestra Sinfônica da UCS e a participação da banda caxiense HardRockers.
O repertório do espetáculo será composto por músicas de grupos de rock que foram destaque no cenário nacional e internacional ao longo de 45 anos: Queen, Europe, Engenheiros do Hawaii, The Rolling Stones, Deep Purple, Whitesnake, Detonautas, The Police, Guns'n Roses, Barão Vermelho, Survivor, Kansas, Van Halen, Scorpions. A regência do concerto será feita pelo maestro Manfredo Schmiedt, com arranjos musicais de Alexandre Ostrovski Jr.
A apresentação, que é aberta à comunidade e tem entrada franca, ocorre no domingo, dia 12 de fevereiro, às 10h30min, no estacionamento em frente à UCS TV, na Cidade Universitária, em Caxias do Sul.
Serviço:
Concerto "Rock in Concert", com a Orquestra Sinfônica da UCS e a banda HardRockers
domingo, 12, às 10h30min
No estacionamento em frente à UCS TV, na Cidade Universitária, em Caxias do Sul

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Editais de Ocupação de Salas Funarte – Música


Todas as pessoas jurídicas privadas, com ou sem fins lucrativos, que tenham interesse em ocupar os espaços Funarte em três capitais e no Distrito Federal, têm até o dia 15 de março para inscrever suas propostas para utilização dos espaços. Os proponentes terão que comprovar experiência de, no mínimo, três anos na produção de espetáculos e eventos musicais. As iniciativas contempladas ocuparão as salas Cássia Eller em Brasília, Sidney Miller, no Rio de Janeiro, Guiomar Novaes, em São Paulo, e Galpão 1 da Funarte/MG, em Belo Horizonte. Os editais do processo seletivo foram publicados no último dia 30, no Diário Oficial da União (DOU, seção 3, páginas 11 a 16).
Acesse os editais de ocupação Funarte:
Sala Funarte Sidney Miller
Sala Funarte Cássia Eller
Sala Funarte Guiomar Novaes
Galpão 1 da Funarte MG

Estação Cultural de Santa Bárbara d’Oeste promove 1° Festival de Fotografia “Feira na Foto”

Santa Bárbara d’Oeste

A Estação Cultural de Santa Bárbara d’Oeste realizará o 1° Festival de Fotografia “Feira na Foto”. O concurso tem como objetivo incentivar a arte da fotografia, bem como descobrir novos talentos e arrecadar material de qualidade para a divulgação do município. A feira livre a ser fotografada é montada aos domingos, em frente à Estação Cultural, à Av. Tiradentes.
Para participar, basta que os interessados postem seus trabalhos entre 1º de fevereiro e 30 abril no site www.estacaocultural.org.br. O curador do concurso é o jornalista Ginel Flores e entre os jurados convidados, estarão o jornalista da EPTV Campinas, Daniel Perondi Sundfeld; o fotógrafo Azael Bild e o representante da Cannon do Brasil, Marcelo Gallo Esta é uma das ações em comemoração aos 55 anos da Fundação Romi.
O 1° Festival de Fotografia “Feira na Foto” será dividido em categorias para fotógrafos profissionais e amadores, incentivando-os a um amplo campo criativo, envolvendo paisagens, pessoas, manifestações folclóricas, culturais, artísticas, sociais, entre outras que passam despercebidas no cotidiano da feira. As fotografias deverão ser feitas exclusivamente na feira livre de domingo, que ocorre em frente à Estação Cultural.
Cada candidato pode inscrever até dois trabalhos em cada categoria, mas somente um será classificado. Qualquer pessoa pode participar do concurso, residente ou não em Santa Barbara d’Oeste. Menores de 18 anos participarão se representados por seus pais ou responsáveis, mediante preenchimento da declaração no site juntamente com a ficha de inscrição.
A comissão julgadora do Festival será formada por seis jurados que avaliarão a beleza estética das fotografias e critérios técnicos como iluminação, enquadramento, foco e outros elementos. Os 30 melhores trabalhos de cada categoria ficarão expostos na Estação Cultural e os primeiros colocados receberão menção honrosa por suas respectivas participações.
A superintendente da Fundação Romi, Márcia Ameriot, defende o concurso como uma valorização da arte e da história da cidade. “É uma oportunidade de divulgar a cidade, a Estação Cultural além de valorizar o trabalho do feirante ”, afirma.
Os interessados em se inscrever devem acessar o site da Estação Cultural de Santa Bárbara d’Oeste (www.estacaocultural.org.br).


Jan KOETSIER

Amsterdã, Holanda – 14 de agosto de 1911
Munique, Alemanha – 28 de abril de 2006

Jan Koetsier nasceu em Amsterdã em 1911. Sua mãe era uma cantora de ópera que lhe favoreceu a vocação para música. Tornou-se um pianista brilhante, e desde os 16 anos, na Escola Superior de Música de Berlim estudou também regência e composição. O grande pianista Arthur Schnabel o estimula nessa direção, e ele se afirma, logo, como um maestro de grandes qualidades.
Sua pratica de compositor (e nisso ele faz pensar no brasileiro Radamés Gnattali) amplia-se com as tarefas na Radio de Berlim, onde ele trabalho como regente e arranjador, sobretudo de canções, muitas da África e América Latina. Em 1940 volta para Amsterdã, onde se tornas assistente de Mengelberg. Depois da Guerra é nomeado regente principal da rádio de Bavária, fundada em 1950 e, a partir de 1966, assume o cargo de professor de regência da Escola de Música de Munique.
Trata-se, portanto, de uma carreira vinculada a exigências de ordem ‘pratica’, por assim dizer; trabalho para rádio, como arranjador e como maestro, com uma agenda carregada; ensino Isso explica o fato que suas composições aumentem depois de sua aposentadoria em 1976. É quando funda o concurso Jan Koetisier para jovens conjuntos de metais, instrumentos pelos quais ele tinha predileção. Muitas de suas obras afirmaram-se no repertório das grandes orquestras, e sua Sinfonia para Metais, Opus 80, de 1979, tornou-se uma peça favorita do público.
Marcado por Hindemith, sua escrita é caracterizada por um perfeito domínio técnico, grande clareza, e ainda invenção espontânea e inspirada.
Koetsier faleceu em 2006, mas deixou uma fundação com seu nome, que mantém o concurso bienal para metais.

Programa de Concerto – set / out 2009. p. 16

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Aberto prazo para inscrição de projetos na Lei Rouanet



Foi aberto nesta quarta-feira (1/2) o prazo para inscrição de projetos que queiram ser beneficiados pela Lei Rouanet, no exercício de 2012 – seguindo o artigo 5 da Instrução Normativa nº 1, que estabelece o período de cadastramento de propostas de 1 de fevereiro a 30 de novembro de cada ano.
Podem apresentar propostas pelo mecanismo de incentivo fiscal: pessoas físicas com atuação na área cultural (artistas, produtores culturais, técnicos da área cultural etc.); pessoas jurídicas públicas de natureza cultural da administração indireta (autarquias, fundações culturais etc.); e pessoas jurídicas privadas de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos (empresas, cooperativas, fundações, ONG’s, Organizações Culturais etc.).
Para os interessados, o primeiro passo é o cadastramento do usuário no Salic (Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura).  Outras informações estão disponíveis na página da Lei Rouanet no site do Ministério da Cultura.

As inscrições do curso 'Clarice Lispector, uma aprendizagem' serão abertas na próxima terça-feira, no IMS Rio

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