quinta-feira, 29 de março de 2012

Concurso para Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande (OSCG)


Estão abertas e vão até nove de abril as inscrições para seleção de instrumentistas para Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande (OSCG), Mato Grosso do Sul. Os salários são de R$ 2.255,42 (R$ 1.695,53 e abono de R$ 559,89), para os cargos de nível superior; e R$ 623,99 para os cargos de nível médio.
Ao todo são 30 vagas para nível superior: 10 para violino, 03 para viola, 03 para violoncelo, 03 para contrabaixo, 02 para flauta, 02 para fagote, 02 para clarineta, 02 para trompa, 02 para oboé e 01 vaga para multi-instrumentista.  Para o nível médio, 06 vagas para violino, 02 vagas para viola, 02 vagas para violoncelo, 02 vagas para contrabaixo, 01 para flauta, 01 para fagote, 01 para clarineta, 01 para trompa, 01 Trompe, 01 para trombone e 01 para assistente de orquestra.
Confira aqui edital do concurso, ou pelos sites da FUNDAC/PMCG e da orquestra:
A OSCG
Criada em 2006, a OSCG desenvolve intensa atividade em Mato Grosso do Sul e já se apresentou com grandes solistas brasileiros e estrangeiros dos EUA, Itália, Coreia do Sul, Argentina, Suíça, Canadá, Paraguai, Bolívia e Uruguai, tendo executado várias primeiras audições.
Além disso, seus grupos camerísticos realizam intercâmbios em vários países da América Latina, tendo participando de festivais internacionais na Bolívia, Paraguai, Argentina e Chile.
A atuação da orquestra valoriza a música regional de Mato Grosso do Sul, com concertos que utilizam a viola caipira, ou viola brasileira, e a Viola de Cocho, e com parcerias com importantes nomes da mú­sica po­pular do estado
 

GRANDE FESTIVAL OSVALDO LACERDA


No próximo sábado, dia 31, às 18h30.
GRANDE FESTIVAL OSVALDO LACERDA
em homenagem aos seus 85 anos, que teria completado no dia 23 de Março .
Haverá tambem o lançamento de seu livro, inacabado, "CURIOSIDADES MUSICAIS " .
local : CULTURA INGLESA / VILA MARIANA
Rua Madre Cabrini, 413
promoção:
CENTRO de MÚSICA BRASILEIRA
ingressos : R $ 10,00 e R $ 5,00 ( estudantes e terceira idade )
sócios do CMB : entrada franca
duração : 1h50
programa:
Abertura por Dr. FERNANDO CUPERTINO , aluno de Osvaldo Lacerda, de 2005 a 2011

ORQUESTRA de CORDAS LAETARE - regência de MURIEL WALDMAN
Quarteto n* 1 ( transcrição do próprio autor para Orquestra de Cordas )

EUDÓXIA de BARROS - ( solos de piano ) :
Saudades de Oruro ( Valsa n* 6 )
Estudo n* 7

GILSON BARBOSA - ( oboé ) :
Improviso para oboé solo
Variações sobre "Carneirinho, carneirão" ( oboé e piano )
EUDÓXIA de BARROS ao piano

- JOSANI KEUNECKE ( mezzo Soprano ) e LENINE SANTOS ( Tenor )
acompanhados pelo pianista MARCELO PIMENTA
PROGRAMA de JOSANI KEUNECKE - mezzo soprano:
1. Bilhete àquela que ainda está por nascer (Osvaldo Lacerda / Paulo Bonfim)
2. O Menino Doente (Osvaldo Lacerda / Manoel Bandeira)
3. Canção à toa (Osvaldo Lacerda / Guilherme de Almeida)
4. Ladainha (Osvaldo Lacerda / Cassiano Ricardo)

PROGRAMA de LENINE SANTOS - tenor :
5. Duas Canções: Menina, minha menina, Trovas de Amigo (Osvaldo Lacerda / texto do folclore)
6. Minha Maria (Osvaldo Lacerda / Castro Alves)
7. A Valsa (Osvaldo Lacerda / Casimiro de Abreu)

PROGRAMA do Dueto
Josani Keunecke e Lenine Santos
ao piano: Marcelo Pimenta

8. Ponto de Mãe Sereia ( Osvaldo Lacerda / texto do folclore )
Diretoria
Eudóxia de Barros - Presidente
Fernando Cupertino - Vice-Presidente
Helena Marcondes Machado - 1ª Secretária
Fernanda Iervolino Rossini - 2ª Secretária
Sergio Rossini - 1* Tesoureiro
Tomasino Castelli - 2* Tesoureiro

FILIE-SE ao CENTRO de MÚSICA BRASILEIRA ! informações na bilheteria .

Toda a obra de OSVALDO LACERDA está sendo digitalizada , a longo prazo, pela ACADEMIA BRASILEIRA de MÚSICA ( vendas@abmusica.org.br )

MAM abre mostra do fotógrafo alemão Wolfgang Tillmans


Apaixonado pelas estrelas, o alemão Wolfgang Tillmans, de 43 anos, adotou lentes e telescópio para observar os astros ainda na infância. No entanto, seu olhar não se fixou apenas no céu e logo se voltou também ao caos aqui embaixo. Principal opositor da Escola de Düsseldorf - movimento fotográfico dos anos 1970, que se baseia numa organização lógica e matemática do universo -, Tillmans apresenta o mundo de forma esteticamente bela e limpa, mas repleta de diversidade. De olho no cotidiano, com foco em pessoas e objetos, seu trabalho nem sempre parece ter sentido, como a vida contemporânea. É essa visão que estampa a partir desta terça-feira a grande sala do MAM (Museu de Arte Moderna) na primeira exposição individual do artista na América do Sul.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Morre aos 88 anos no Rio o escritor Millôr Fernandes

Millôr Fernandes

Escritor morreu em casa, em Ipanema, na Zona Sul do Rio. Ele teve falência múltipla dos órgãos, segundo filho.
O escritor carioca Millôr Fernandes morreu aos 88 anos, às 21h de terça-feira (27), em casa, em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo Ivan Fernandes, filho do escritor, ele teve falência múltipla dos órgãos e parada cardíaca.
De acordo com a família, o velório está marcado para quinta-feira (29), das 10h às 15h, no cemitério Memorial do Carmo, no Caju, na Zona Portuária. Em seguida, o corpo será cremado.

Em 2011, o escritor chegou a ser internado duas vezes na Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul. Na época, a assessoria do hospital não detalhou o motivo da internação a pedido da família.
Escritor, jornalista, desenhista, dramaturgo e artista autodidata, Millôr começou a colaborar com a revista "O Cruzeiro" aos 14 anos, conciliando as tarefas de tradutor, jornalista e autor de teatro. No final dos anos 1960, tornou-se um dos fundadores do jornal "O Pasquim", reconhecido por seu papel de oposição ao regime militar.

Escreveu nos anos seguintes diversos tipos de peças e se tornou o principal tradutor das obras de William Shakespeare no país.
Atualmente ele mantinha um site pessoal em que escrevia textos de humor e cartuns, além de reunir seus trabalhos dos últimos 50 anos. Seu perfil no Twitter já contava com mais de 285 mil seguidores.

Música no Palácio

Centro Cultural do Palácio da Justiça Federal

A comunidade da Escola de Música (EM) acaba de ganhar mais um espaço para apresentação, fruto de parceria firmada com o Centro Cultural do Palácio da Justiça Federal (CCPJ). Os primeiros concertos ocorrerão em abril, “apostando na diversidade”, define o professor Eduardo Biato, que se despede da direção do Setor Artístico. Quem assume é o professor João Vidal que, para isso, deixou a chefia do Departamento de Música de Conjunto. O projeto segue até o final do ano, com programação também em setembro, novembro e dezembro.
Na abertura, os professores Eduardo Monteiro e Clara Albuquerque dedicam o programa aos “Bach na Corte de Frederico, o Grande, Rei da Prússia (1712-1786)”. Vão apresentar obras de Johann Sebastian e Carl Philip Emmanuel Bach, compostas para o rei, em comemoração aos 300 anos de seu nascimento:

- Apaixonado pelas artes da música e da guerra, Frederico, o Grande, tinha sob contrato um time que incluía os maiores compositores da época. O mais notável de todos era Carl Philip Emmanuel Bach. Já seu pai, Johann Sebastian, não teve a mesma sorte. Suas tentativas de sedução do “rei flautista” por meio de composições dedicadas a ele (Oferenda Musical) e a seu secretário pessoal, também flautista (Sonata em mi maior) não conseguiram reverter a opinião do monarca sobre o velho Bach, a de que se tratava de um compositor esteticamente ultrapassado. O concerto apresenta composições que expressam bem o drama que os dois Bach vivenciaram na visita que Johann Sebastian fez a seu filho em Berlim no ano de 1747 - informa o professor Eduardo.

Os recitais ocorrem sempre às 19h, no CCPJ, à rua Dom Manuel 29, Centro -RJ.

Quinhentos contos de fadas são descobertos na Alemanha

Textos inéditos reunidos por historiador estavam guardados em arquivo há 150 anos

Todo um novo mundo de animais mágicos, príncipes valentes e bruxas malvadas veio à tona com a descoberta de 500 contos de fadas ionéditos, que estavam guardados em um arquivo na cidade de Regensburg, na Alemanha, há mais de 150 anos. As histórias fazem parte de uma coleção de mitos, lendas e contos reunida pelo historiador local Franz Xaver von Schönwerth (1810–1886) na mesma época em que os Irmãos Grimm coletaram os contos de fadas que até hoje encantam crianças e adultos ao redor do mundo. As informações são do jornal britânico “The Guardian”.

 No ano passado, a curadora cultural da região de Oberpfalz Erika Eichenseer publicou uma seleção dos contos de fadas da coleção de Von Schönwerth, batizando o livro de “Prinz Roßzwifl”, dialeto local para “escaravelho”. Esse tipo de besouro enterra suas posses mais valiosas, como seus ovos. Para Eichenseer, é um paralelo perfeito para os contos de fadas, que ela considera conter o tesouro mais valioso para o homem: o conhecimento e a sabedoria do passado que revelam muito sobre o desenvolvimento humano, testando nossos limites e nossa redenção.
Von Schönwerth passou décadas entrevistando camponeses, trabalhadores e criados sobre hábitos locais, tradições, costumes e história, colocano no papel o que, até então, só era passado adiante no boca-a-boca. Em 1885, Jacob Grimm declarou sobre ele: “Não há nenhum outro lugar na Alemanha inteira onde alguém esteja coletando (folclore) tão precisamente, aprofundadamente e com um ouvido tão sensível”. Grimm foi tão longe que chegou a dizer ao rei Maximiliano II, da Baviera, que a única pessoa que poderia substituir o trabalho dele e do irmão seria Von Schönwerth.

 Von Schönwerth compilou sua pesquisa em um livro chamado “Aus der Oberpfalz – Sitten und Sagen”, que saiu em três volumes em 1857, 1858 e 1859. Os livros nunca tiveram sucesso e caíram na obscuridade.
Ao pesquisar o trabalho de Von Schönwerth, Eichenseer encontrou 500 contos de fadas, muitos dos quais inéditos em outras coletâneas de histórias europeias. Por exemplo, há um conto sobre uma donzela que escapa de uma bruxa ao se transformar em um lago. A bruxa então bebe toda a água, engolindo a jovem, que usa uma faca para escapar. Mas a coleção também inclui versões locais para histórias conhecidas por crianças do mundo todo, como Cinderella e Rumpelstiltskin, que aparecem em várias versões diferentes pela Europa.

Von Schönwerth era um historiador e registrou com fidelidade o que escutou, sem fazer nenhuma tentativa de dar um verniz literário às histórias. É aí que seu trabalho se diferencia do dos Irmãos Grimm. Mas, segundo Eichenseer, esse registro factual dá charme e autenticidade ao material. O que ela acha mais prazeroso nos contos é o fato de que eles estarem em estado bruto. “Não há nenhuma tentativa de romantizar, interpretar ou desenvolver seu próprio estivo”, explicou a curadora ao jornal inglês.

Eichenseer afirmou que os contos de fadas não são só para crianças. “Seu principal propósito é o de ajudar os jovens em seu caminho para a vida adulta, mostrando-lhes que os perigos e desafios podem ser superados com virtude, prudência e coragem”.

 Em 2008, Eichenseer ajudou a fundar o Franz Xaver von Schönwerth Society, um comitê interdisciplinar dedicado a analisar e publicar os trabalhos do historiador. Ela está ansiosa para disponibilizar as histórias em outras línguas. Atualmente, as histórias estão sendo traduzidas para o inglês por Dan Szabo.

Jazz Sinfônica dá início a temporada de apresentações no Auditório do Ibirapuera

ZIMBO TRIO

A série Jazz + contará com 16 apresentações ao longo do ano; os primeiros concertos acontecem em 30 e 31 de março, às 21h A Orquestra Jazz Sinfônica, corpo artístico do Governo de São Paulo, começa em março uma nova série dentro de sua temporada 2012. A série Jazz + contará com 16 apresentações ao longo do ano, sempre no Auditório do Ibirapuera. Para abrir a programação, o conjunto recebe como convidado o Zimbo Trio, em concertos nos dias 30 (sexta-feira) e 31 (sábado), às 21h.
Sob a regência do maestro João Maurício Galindo, o grupo, que conta com uma formação sinfônica acrescida de instrumentos de uma big-band, vai apresentar repertório composto essencialmente por obras de Amilton Godoy, pianista do Zimbo Trio – que tem ainda como integrantes Pércio Sápia, na bateria, e Mário Andreotti, no contrabaixo acústico.
O encerramento do espetáculo fica por conta da suíte de “Canção do Amor”, de Antonio Carlos Jobim (1927-1994) e Vinícius de Moraes (1913 – 1980). Os ingressos custam R$20 (inteira) e R$ 10 (emai-entrada) e podem ser comprados na bilheteria do auditório e no site da Tickets for Fun.
SOBRE A JAZZ SINFÔNICA
Desde sua criação em 1990, a Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo se propõe a dar um tratamento sinfônico à música popular brasileira e universal. Sua formação é bastante singular, pois une a orquestra nos moldes eruditos a uma big-band de jazz, produzindo uma sonoridade ímpar. Esta característica tem lhe conferido protagonismo na criação de uma nova estética orquestral brasileira. Quem teve a primazia de transpor as melodias populares de compositores como Luiz Gonzaga, Tom Jobim ou Pixinguinha para a grandiosidade do som sinfônico foi Cyro Pereira, o grande maestro dos Festivais da Record da década de 60 e fundador da orquestra. Ele criou o repertório fundamental da orquestra. Depois dele, a Jazz Sinfônica formou uma equipe de orquestradores de excelência, que trabalham diariamente para a formação do seu repertório. A lista de músicos brasileiros e internacionais que já dividiu o palco com a Jazz Sinfônica é imensa: Tom Jobim, Gal Costa, João Bosco, Diane Schuur, Dee Dee Bridgewater, Paquito d`Rivera, entre muitos outros. O Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo é João Maurício Galindo e Fábio Prado é seu regente adjunto. Desde janeiro de 2012, a orquestra é administrada pela Organização Social de Cultura Instituto Pensarte.
SOBRE JOÃO MAURÍCIO GALINDO
João Maurício Galindo, um dos mais ativos diretores de orquestra brasileiros, está à frente da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo há 11 anos, levando em seu currículum a honra de ter sido convidado a assumir este posto pelos próprios músicos da Orquestra.
Embora envolvido em diversas outras atividades, tem a Jazz Sinfônica como centro de suas atenções, por acreditar ser ela o mais importante centro de criação musical da atualidade em nosso país. Mais do que reger concertos, dirigir a Jazz Sinfônica é estabelecer conexões com grandes intérpretes, compositores e arranjadores de todo o mundo, promovendo a criação de um repertório novo e estimulante.
Além deste trabalho com a Jazz Sinfônica, Galindo é também Regente Titular da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí. Foi regente da Orquestra Amazonas Filarmônica, da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, e atuou como convidado frente a muitas outras, como a Sinfônica de Campinas, Sinfônica do Paraná, Petrobrás Sinfônica do Rio de Janeiro, Filarmônica de Belgrado, Sinfônica de Bari (Itália) e Orquestra Sinfônica de Roma.
Foi também regente da Orquestra de Alunos dos Festivais de Campos do Jordão em 1998, 2000 e 2002.
Acreditando que a boa música não deve ser privilégio de elites, empenha-se em levá-la a um número cada vez maior de pessoas. Assim, mantém dois programas radiofônicos de sucesso na Rádio Cultura de São Paulo, "Pergunte ao Maestro", e "Encontro com o Maestro". Na TV Cultura apresenta o "Pré-Estréia".
Foi um dos criadores da série de concertos infantis beneficentes "O Aprendiz de Maestro", realizada há 10 anos na Sala São Paulo, produzida pela "TUCCA", associação que cuida de crianças e adolescentes com câncer. Em 2009 publicou pela Melhoramentos o livro "Música, pare para ouvir".
Com muitos anos dedicados à atividade pedagógica, Galindo é um dos maiores especialistas brasileiros em ensino de instrumentos de cordas, tendo trabalhado nessa atividade no Sesc e no Projeto Guri. Foi também professor do Instituto de Artes da Unesp.
Galindo é Bacharel em Composição e Regência pela UNESP, e mestre em musicologia pela USP.

ZIMBO TRIO
O ZIMBO TRIO nasceu em 1964, no auge do movimento de renovação da música brasileira. Inicialmente formado pelos músicos e amigos Amilton Godoy (piano), Rubens Barsotti (bateria) e Luiz Chaves ( contrabaixo), hoje conta com os novos integrantes PÉRCIO SÁPIA (bateria) e MARIO ANDREOTTI (contrabaixo acústico).
Com a nova formação, que traz de volta o contrabaixo acústico ao trio, a novidade é poder conferir, pela primeira vez na história do grupo, um repertório autoral baseado em composições do Amilton Godoy, além da justa homenagem a vários grandes compositores brasileiros, que povoaram o seu universo , durante essas quase cinco décadas de vida, em músicas eternizadas na memória popular.
Talentosos e criativos, sem se despersonalizarem com os modismos e várias correntes musicais, que se impuseram nesses quarenta e sete anos, o Zimbo Trio traduz um dos mais conceituados trabalhos de grupo, cujo elo entre seus componentes é a entrega total à música.
Desde a concepção musical, passando pelo excelente repertório, a técnica apurada de execução e os arranjos elaborados, esses músicos excepcionais comprovam que a unidade pode ser atingida pela integração das diferenças, resultando em harmonia muito própria e estável. A música instrumental brasileira, sem dúvida, tem no Zimbo Trio um suporte de sua identidade.

Entre as milhares de apresentações, vale ressaltar os trabalhos do Zimbo com orquestras sinfônicas do Brasil, Venezuela, Argentina, Uruguai, Colômbia e as apresentações no Phillarmonie de Berlin, Town Hall e outros.
O ZIMBO TRIO é um dos grupos instrumentais mais premiados em quatro décadas, tendo em sua galeria muitos prêmios, tais como: Troféu Imprensa, Roquete Pinto, Pinheiro de Ouro, Chico Viola, Índio de Prata, Cândido Mendes, Festival Honda Nueva,VIIº Prêmio Sharp de Música, Prêmio Tim de Música 2008 categoria Melhor Grupo Instrumental, entre outros.
Esse trabalho, influenciador de tantos músicos e grupos, está registrado em cinquenta e um discos gravados, e lançados no Brasil e em outros vinte e dois países.
O grupo lançou, em agosto de 2011, seu primeiro Box composto dos seis primeiros LPs do Trio, de 1964 a 1969. O CD de número 51 foi gravado em novembro de 2011 no Teatro FECAP e tem o título de ¨Zimbo Trio Autoral¨, que caracteriza perfeitamente a nova fase do grupo.

ORQUESTRA JAZZ SINFÔNICA
Dia: 30 e 31 de março, às 21h
Local: Auditório do Ibirapuera
Classificação etária: 10 anos
Duração: 75 minutos
Capacidade: 806 lugares

Ingressos: Na bilheteria do Auditório Ibirapuera e através do site da Tickets for Fun (www. ticketsforfun.com.br) ou no telefone 4003-5588

Bilheteria: Não abre Segunda-feira.
Terça a Quinta: das 11h às 18h
Sexta: das 11h às 22h
Sábado: das 9h às 22h
Domingo: das 9h às 20h

Festival reúne arte urbana de sete países


O que Senegal, Nova York, Paraguai, França, Canadá, Chile e Brasil tem em comum? Todos serão representados por algum artista no Festival Internacional Essencia 2012, que acontece de 27 de março a 3 de abril em São Paulo. A iniciativa do coletivo de arte Essencia pretende reunir artistas urbanos renomados num espaço dinâmico, de intercâmbio cultural.
Os encontros acontecerão em diferentes comunidades pelas várias regiões de São Paulo e tem como objetivo o compartilhamento de experiências e a exposição da arte como ferramenta de transformação. Haverão debates, pintura de murais, exposições de arte, workshops e shows.
Artistas Internacionais:
Keur Gui (Senegal), Fou Malade (Senegal), DJ Alla (Senegal), Kemp (Senegal), Sogui (Senegal), Manel (Senegal), Dao (Nova York), Perle (França), Oz (Paraguay), Mr. Zyp (Chile)

terça-feira, 27 de março de 2012

STF decide que músico não precisa de registro para exercer profissão


BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) dispensou os músicos do registro na Ordem dos Músicos do Brasil como pré-requisito para o exercício da profissão. A decisão foi tomada no julgamento de uma ação proposta pela ordem em Santa Catarina contra um músico que não tinha a carteira da instituição. O profissional havia obtido no tribunal local o direito de trabalhar sem registro - e, com isso, sem o pagamento das anuidades.
No julgamento, os ministros ressaltaram que uma forma de arte não necessita de registro profissional para ser manifestada. Eles enquadraram a situação no direito constitucional da liberdade de expressão. E compararam o caso ao diploma de jornalista, que teve sua exigência banida pela Corte em 2009, pelo mesmo motivo.
- A música é uma arte, algo sublime, próximo da divindade. Tem-se talento para a música, ou não se tem - afirmou a relatora, ministra Ellen Gracie.

Em seu voto, a ministra ressaltou os incisos 9 e 13 do artigo 5º da Constituição Federal. "É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença", diz o primeiro. "É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer", afirma o outro dispositivo.
Hoje, músicos que se apresentam em estabelecimentos devem portar a Ordem dos Músicos do Brasil. Para obter o registro, o profissional deve ser submetido a provas teóricas e práticas - o que muitas vezes dificulta a vida de músicos que não tiveram educação formal.

VICTOR HUGO TORO rege com a Sinfônica Municipal obras de Henrique Oswald, José Siqueira e João Gomes


PROJETO MEMÓRIA MUSICAL
APRESENTA
OBRAS SINFÔNICAS INÉDITAS DE HENRIQUE
OSWALD, JOSÉ SIQUEIRA E JOÃO GOMES DE ARAÚJO

Curador do Projeto Memória Musical, o violinista Erich Lehninger participa do concerto como solista do Concerto para violino e orquestra, de José Siqueira
Serão dois concertos, com a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Lírico, sob regência do maestro Victor Hugo Toro − no Theatro Municipal, na sexta-feira 27 de Abril, às 21 horas, e no domingo, 29 de Abril, às 11 horas.

Henrique Oswald, José Siqueira e João Gomes de Araújo são os compositores escolhidos em nova edição do Projeto Memória Musical. Liderado pelo violinista Erich Lehninger e pela Nery Cultural, desde 1998 o projeto vem resgatando e editando obras de compositores brasileiros.
Nesta que é a oitava edição do Projeto Memória Musical, obras restauradas desses três compositores e até aqui inéditas serão apresentadas em dois concertos da Orquestra Sinfônica Municipal, sob regência de Victor Hugo Toro, nos dias 27 e 29 de Abril:

"Festa", de Henrique Oswald
"Paisagem Sonora - Concerto para violino e orquestra", de José Siqueira − sendo Erich Lehninger o solista e "Sinfonia nº 4", de João Gomes de Araújo.

Trabalho de Garimpo − O Projeto Memória Musical é resultado de pesquisas do violinista e maestro Erich Lehninger, e da iniciativa empresarial da Nery Cultural.
O projeto vem resgatando manuscritos de compositores da música erudita brasileira e colocandoos ao alcance de músicos nacionais e internacionais − de 1998 até hoje foram recuperadas e restauradas partituras de 24 obras sinfônicas, de compositores como Alberto Nepomuceno, Leopoldo Miguez, Lorenzo Fernandez, Brasílio Itiberê, Francisco Mignone, Alexandre Levy, Hekel Tavares, Radamés Gnattali e Guerra Peixe, além dos antes mencionados.
Erich Lehninger afirma que, em mais de 140 anos de produção de música erudita no País − é a partir dos anos 1870 que efetivamente começa a música sinfônica brasileira −, não há no Brasil edições razoáveis nem mesmo das peças mais famosas do vasto e valioso repertório brasileiro. Ele acrescenta: "Também não existem edições musicologicamente elaboradas com relatos críticos sobre as fontes. É um trabalho de garimpo e muitos dos velhos manuscritos encontram-se em precário estado de conservação, o que significa o risco de perda desse inestimável acervo".

 "Nosso projeto transforma manuscritos de difícil manuseio e leitura em um conjunto de partituras digitalizadas e totalmente revisadas, possibilitando a execução das obras por orquestras do Brasil e de outros países", diz Anna Nery de Castro, diretora da Nery Cultural.
Ela conta que depois de digitalizadas e revisadas, essas “obras-primas que estavam na gaveta” são enviadas para o Banco de Partituras de Música Brasileira, da Academia Brasileira de Música, onde podem ser obtidas por todos os interessados − através do site abmusica.org.br ou email para bancodepartituras@abmusica.org.br.

Além disso, as obras recuperadas são sempre apresentadas em concertos, como acontece agora.
O Projeto Memória Musical tem apoio do ProAC-Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Governo do Estado de São Paulo.

Ritmos marcantes, memoráveis − Henrique Oswald (Rio de Janeiro, RJ, 1852 - Rio de Janeiro, RJ, 1931), compositor, pianista e concertista, pode ser considerado o mais refinado, aristocrata e austero dos grandes românticos brasileiros.
 Em 1868 foi para Florença, na Itália, onde viveu por mais de 30 anos e escreveu a maior parte de sua obra. Regressou ao Brasil em 1903, para substituir Alberto Nepomuceno como diretor do Instituto Nacional de Música, mas logo em 1906 demitiu-se para dedicar-se ao ensino do piano e à composição. Suas obras, sobretudo seus trios, quartetos e quintetos são notáveis pela perfeição de feitio e equilíbrio.

 Um dos mais importantes compositores brasileiros da virada dos séculos 19/20, por jamais ter se engajado ao nacionalismo acabou sendo relativamente esquecido. O fato é que hoje se conhece sua obra pianística e um pouco de suas peças de câmara, mas quase nada das obras para orquestra.
 É o caso do poema sinfônico "Festa", escrito em 1885, sua segunda obra orquestral. A peça tem ritmos marcantes, memoráveis, utilizando, com um toque pessoal, recursos do impressionismo francês − na maneira de instrumentar, no modo de organizar o material harmônico, melódico, contrapontístico. Composição para grande orquestra, a obra tem ainda a participação de um coro, cantando uma letra de caráter cívico.

Nacionalismo nordestino − José de Lima Siqueira (Conceição, PB, 1907 - Rio de Janeiro, RJ, 1985) foi maestro e compositor e teve intensa presença como líder da classe musical brasileira − fundou, entre outras entidades, a Academia Brasileira de Música, a Ordem dos Músicos do Brasil e a Orquestra Sinfônica Brasileira. Foi professor da Escola de Música da Universidade do Brasil (hoje da UFRJ).
Siqueira teve brilhante carreira como compositor e regente no Brasil e no Exterior, regendo intensivamente nos Estados Unidos (Orquestra da Filadélfia), Europa e União Soviética − esteve por várias vezes em Moscou, a partir do momento em que, por sua militância comunista, o regime militar de 1964 o aposentou.

Sua produção soma cerca de 300 composições, de todos os gêneros, e nas quais usa uma linguagem nacionalista regional: óperas, sinfonias oratórios, poemas sinfônicos, obras concertantes, peças de camara e solo, e ainda dezenas de canções. Utiliza sem rodeios uma linguagem nacionalista regional em obras de excelente fatura técnica.
Seu "Concerto nº 3 para violino e orquestra", composto em 1972, foi dedicado a um dos maiores virtuoses soviéticos do século 20, Leonid Kogan. O concerto leva o subtítulo “Paisagem Sonora” e foi escrito para grande orquestra. No concerto o solista será Erich Lehninger.

José Siqueira foi um nacionalista fortemente enraizado no universo nordestino. "É relativamente conservador estilisticamente, mas tem uma maestria admirável", afirma o Erich Lehninger, músico que tem uma experiência direta com Siqueira, tendo tocado suas sinfonias com regência do próprio compositor.
Brasilidade latente − João Gomes de Araújo (Pindamonhangaba, SP, 1846 - São Paulo, SP, 1943), professor, regente e compositor, viveu sucessivamente em sua cidade natal, no Rio de Janeiro, em Milão (Itália) e finalmente em São Paulo − em 1906 participou do grupo que fundou o Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, tornando-se professor da instituição por muitos anos. Dedicou-se intensamente à composição, sendo autor de várias óperas, missas, marchas, canções e ainda de seis sinfonias, estas escritas entre 1899 e 1923.

 Sua Sinfonia n° 4, obra em quatro movimentos, foi composta 1904 e revela uma “brasilidade latente”, produto do momento de transição do romantismo para o nacionalismo. As linhas melódicas, por exemplo, parecem querer assumir-se como brasileiras, apesar da moldura europeia.

Serviço:
PROJETO MEMÓRIA MUSICAL
Theatro Municipal de São Paulo
Sexta-feira, 27 de Abril, 21 horas
Domingo, 29 de Abril, 11 horas
Orquestra Sinfônica Municipal
Coral Lírico Municipal
Regente Victor Hugo Toro
 
Programa
HENRIQUE OSWALD (1852-1931)
Festa

 JOSÉ SIQUEIRA (1907-1985)
Paisagem Sonora - Concerto n° 3 para violino e orquestra
Devagar / Andantino / Allegretto
Solista: Erich Lehninger

 JOÃO GOMES DE ARAÚJO (1846-1943)
Sinfonia n° 4 em dó menor
Allegro moderato / Andante cantabile / Scherzo / Allegro finale

Theatro Municipal de São Paulo (1.533 lugares)
Praça Ramos De Azevedo s/nº, Centro, tel. 3397-0327

INGRESSOS
R$ 60,00 [setor 1], R$ 40,00 [setor 2], R$ 20,00 [setor 3]
Duração: 75 minutos
Indicação etária: não recomendado para menores de 7 anos
Realização: Nery Cultural

Convite em causa própria

Senado Federal

Pelo  menos um terço (nove) dos 27 senadores titulares da Comissão de Educação e  Cultura, que aprovou convite para ouvir a ministra Ana de Holanda amanhã, é  dono de emissoras de rádio e televisão ou tem laços estreitos com as empresas.  Boa parte tem débitos altos com o Escritório Central de Arrecadação e  Distribuição (Ecad), alvo da inquirição à ministra.

Esse  vínculo elimina o indispensável quesito da imparcialidade dos interrogadores  no cumprimento do objetivo do convite - o de teoricamente esclarecer supostos  delitos do órgão arrecadador. Trocando em miúdos, não recolhedores de direitos  autorais usam os mandatos para transferir da órbita privada para a do Estado a  discussão de dívidas empresariais, cujo foro adequado para o questionamento é  o Judiciário.
O  autor do requerimento preside a fracassada CPI do Ecad, que não consegue  quórum para funcionar. Recorreu à Comissão de Educação, gentilmente cedida  pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), condenado pela Justiça Federal a  ressarcir a TV Educativa do Paraná por uso político da emissora.

O  relator da CPI, Lindbergh Farias (PT-RJ), defensor da estatização do Ecad, tem  como primeiro suplente o sociólogo Emir Sader, desafeto declarado da ministra  que o demitiu da presidência da Fundação Casa de Rui Barbosa, após rejeitar  publicamente sua nomeação para o cargo.
Ao  interesse dos devedores de direitos autorais, somam-se os do núcleo digital do  PT, empenhado em vilanizar os autores pelos ônus do acesso às suas obras  através dos grandes provedores de Internet, e que sonham com a volta de Juca Ferreira à pasta.
João Bosco Rabello

segunda-feira, 26 de março de 2012

Voz Ativa Madrigal – 15 anos – Fábio Cunha.

Fábio Cunha.

Hoje, como já comunicado anteriormente, iniciamos nossa singela e sincera homenagem a todos os cantores, colaboradores e amigos que efetivamente contribuíram para nossa trajetória.
Hoje lembramos de Fábio Cunha, primeiro tenor que teve breve passagem pelo Voz Ativa.
Fábio Cunha, embora tenha participado da estreia do grupo, não continuou no projeto por conta de compromissos que tinha com o grupo de cantores da Igreja Batista, onde também atuava.

Possuidor de agudos fáceis, sua musicalidade era nata e sua voz, apesar de nunca ter sido trabalhada tecnicamente, era firme e afinada, recursos conquistados pela prática, visto que desde muito cedo começou a cantar na igreja.
Fato marcante na participação deste cantor no projeto foi que desde de que se desligou do grupo, nunca mais fez contato, postura incomum em nossa história visto que para além da música, o grupo sempre cultivou entre os cantores um forte laço de amizade.

Fábio Cunha foi o primeiro cantor a se desligar do Voz Ativa Madrigal, participou somente da primeira apresentação realizada dia 19 de março de 1997, no Café Brasil, motivo pelo qual não temos material fotográfico deste cantor.
Embora breve, sua participação foi importante dado a responsabilidade de fazer música coral em ambiente pouco comum para esta prática artística. Embora o repertório escolhido comungasse com a ambientação, a tarefa não foi fácil e o gratificante resultado só foi possível dado ao comprometimento que todos os cantores tiveram nos ensaios que anteciparam nossa primeiro compromisso.
Ao Fábio Cunha nosso carinho. 

Mais 30 universidades são suspeitas de terem 'inflado' as notas do Enade


Ministério da Educação observou grandes disparidades nas notas das instituições

Além da Universidade Paulista (Unip), outras 30 instituições são suspeitas de fraudes para inflar as notas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), uma das ferramentas de avaliação do ensino superior. O Ministério da Educação (MEC) descobriu grandes disparidades nas notas dessas universidades de um ano para o outro.
Questionado, o MEC não revelou a lista das instituições. Também não há definição sobre quais serão as providências em relação a esses casos, mas o ministério afirmou que vai "agir com o mesmo rigor" que demonstrou com a Unip. O Estado apurou que o assunto tem sido tratado com cautela, porque a pasta não teria estrutura para uma intervenção mais decisiva em todas essas instituições.

Os casos não foram descobertos agora pelo MEC. Já eram conhecidos pela pasta ainda na gestão do ministro Fernando Haddad (PT), que deixou o cargo em janeiro. A pasta não informou exatamente quando apurou as possíveis irregularidades e por que não tomou providências até agora ou se já pediu esclarecimentos às instituições.
As suspeitas recaíram sobre as universidades porque elas apresentaram melhoras consideradas incoerentes nos índices do exame. Esse salto nos índices foi o que ocorreu com a Unip.

Inflar. Conforme o Estado revelou no início do mês, a Unip apresentou grandes saltos nas notas de alguns cursos. No curso de Nutrição, por exemplo, a nota subiu 207% do Enade de 2007 para o de 2010, muito acima da melhora na média nacional, de 25%. Segundo especialistas, seria impossível transformar e melhorar um curso superior em um prazo tão curto.
Para inflar as notas no exame, a Unip é acusada de lançar mão de um esquema para que apenas os melhores alunos façam a prova. Quanto menor o número de inscritos, melhor é o resultado da instituição. Estudantes de desempenho acadêmico médio para baixo ficam com notas em aberto na época em que as instituições devem fazer as inscrições dos alunos para o Enade.

Em 2010, estavam aptos a fazer o exame alunos do último ano que tivessem completado pelo menos 80% da carga horária do curso até o dia 2 de agosto. Com as notas em aberto, os piores não completam 80% da carga horária e só os melhores da classe fazem o exame.
A Unip nega selecionar os melhores alunos para os exames. Atribui a melhora no Enade à criação de uma comissão para analisar os cursos.

O MEC não sabe se as outras 30 instituições usaram a mesma estratégia da Unip, mas as suspeitas vão nessa direção. O Enade é feito pelos calouros e formandos do ensino superior para avaliar os estudantes. O exame também compõe o conceito de qualidade das graduações. Grande parte das universidades do País usam o desempenho no Enade em peças publicitárias para atrair novos alunos.
Mudanças. Após as denúncias, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, alterou as regras do próximo Enade para tentar conter tentativas de fraudes.

Além dos alunos que se formarem em dezembro de 2012, como previa a norma atual, terão de fazer a prova, em novembro, estudantes que concluírem o curso seis meses depois, em agosto de 2013. Isso resolveria o problema de postergar a formatura de um grupo de alunos por um semestre para fazer com que só os melhores façam o exame.

O MEC também estuda medida que diz respeito a alunos transferidos de uma universidade a outra no último ano da graduação. A ideia é fazer com que a nota do estudante seja atribuída à instituição onde ele estava originalmente matriculado. A medida visa a evitar que universidades reprovem em massa estudantes de baixo desempenho antes do Enade.
O Estado de S.Paulo

Simpósio sobre formação de professores na Bahia abre inscrições


Salvador - Com o objetivo de potencializar a formação docente no estado, a Uneb organiza – nos dias 5 e 6 de julho – o II Simpósio Baiano de Licenciaturas (SBL). O evento será realizado na sede do Instituto Anísio Teixeira (IAT), na Avenida Luís Viana Filho (Paralela), em Salvador.
A iniciativa, gratuita e aberta ao público externo, está com inscrições abertas para submissão de trabalhos até o dia 20 de abril. Os interessados devem preencher formulário eletrônico de acordo com as normas estipuladas pela comissão organizadora do simpósio.
Aqueles que desejam participar como ouvintes devem se inscrever entre os dias 11 e 30 de junho. O evento é franqueado a docentes, discentes, servidores e funcionários das instituições de ensino superior (IES) públicas.

A segunda edição do simpósio − iniciativa promovida pelo Fórum Estadual Permanente de Apoio à Formação Docente (Forprof), da Secretaria estadual da Educação (SEC) – vai debater o tema Política de formação de professores da educação básica.

A programação reúne conferências, painéis, mesas redondas, comunicações orais e oito grupos de trabalho que vão envolver professores e pesquisadores de todo o país. Destaque para a participação de Iria Brzezinski, presidente da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Anthony Hopkins faz planos para reger orquestra na cidade

Anthony Hopkins

O ator britânico Anthony Hopkins, 74 anos, está fazendo planos para diminuir o ritmo do cinema e se dedicar mais à música. E isso inclui uma apresentação em São Paulo, tratada ainda como sigilosa. Está em negociação uma apresentação do ator como regente da Orquestra Bachiana do SESI, inicialmente agendada para a primeira semana de setembro, na Sala São Paulo. Hopkins já atuou como regente algumas outras vezes.
Hopkins sempre teve aptidão pela música clássica. Começou a compor aos 6 anos de idade. Fã de Elgar e de Beethoven, ele era incentivado pela mãe, cujo maior sonho era que o garoto se tornasse um grande pianista. Seu caminho acabou se esbarrando no cinema, e o talento artístico contribuiu para que ele construísse uma carreira de sucesso, cujo auge foi atingido na década de 1990. Hopkins, vencedor do Oscar de melhor ator por “O Silêncio dos Inocentes” (1992), é um dos mais respeitados atores de Hollywood.
Anthony Hopkins, no entanto, nunca se desgarrou de suas raízes musicais. Quando dirigiu seu segundo filme (“August”, de 1996), chamou o compatriota George Fanton para compor a trilha. Fanton estava ocupado com outros projetos, mas topou ajudá-lo. No fim, o próprio Hopkins acabou compondo o tema do filme. Inicialmente chamada de “August”, a música foi mais tarde renomeada para “Margam”, em homenagem à sua cidade natal, no País de Gales. Em 2007, compôs mais uma para o cinema: “Schizoid Salsa” entrou na trilha sonora de “Slipstream”, também dirigido por ele.

Em janeiro deste ano, a Orquestra Sinfônica de Birmingham (Inglaterra) gravou nove de seus trabalhos originais e trilhas de filmes em um CD, lançado pela rádio britânica Classic FM. Uma das faixas é “Margam”. “Stella” é inspirada na mulher dele, que o convenceu a não desistir do hobby, e “Amerika” em sua terra adotiva, os Estados Unidos.
É provável que a oportunidade de tocar no Brasil tenha sido fruto de sua convivência com Fernando Meirelles, diretor brasileiro que trabalhou com Hopkins no longa “360″, previsto para estrear no país no dia 18 de maio. Meirelles reconhece o talento musical de seu protagonista. Tanto que o convidou a compor o tema de seu personagem. “Em uma tarde, ele foi a um estúdio em Londres e trouxe a peça pronta”, admira-se o diretor. Trata-se de uma obra para violão, tocada por ele mesmo – que revelou ser também um multi-instrumentista.


Governo apresenta projeto do Complexo Cultural Luz


Edifício projetado pelo escritório suíço de arquitetura Herzog & De Meuron será o maior complexo cultural da América Latina, além de peça-chave da proposta de revitalização do bairro da Luz

O governador Geraldo Alckmin participou nesta quarta-feira, 21, da apresentação do projeto do Complexo Cultural Luz. O espaço será um dos mais importantes centros destinados às artes do espetáculo do país, feito especialmente para apresentações de dança, música e ópera. Será também peça-chave da proposta de requalificação da região da Nova Luz, estimulando a ocupação residencial e de comércio.
O novo espaço é considerado essencial pela Secretaria de Estado da Cultura para a consolidação do maior polo cultural da América Latina, que reúne, em área praticamente contínua no bairro da Luz (região central de São Paulo), a Sala São Paulo, a Tom Jobim – Escola de Música do Estado de São Paulo, a Pinacoteca do Estado, a Estação Pinacoteca, o Museu da Língua Portuguesa, o Museu de Arte Sacra, a Estação Júlio Prestes e o Parque da Luz.

"É uma ação importante para revitalizar toda esta região aqui do centro expandido, aqui da região da Luz. Importante sobre o ponto de vista de geração de emprego, consolidando São Paulo uma capital mundial na área cultural. Importante sobre o ponto de vista da cultura. Nós teremos aqui sala de teatro, de espetáculos com mais de 1.700 lugares, a Escola de Música, o Centro de Dança", declarou Alckmin.
O edifício abrigará diferentes equipamentos culturais que atendem à demanda da cidade por espaços específicos para a encenação de musicais, óperas, shows de música popular e outras manifestações artísticas.

"O complexo é de grande importância para o desenvolvimento cultural do estado em toda sua riqueza artística. Sua construção caminhará paralelamente à revitalização da região da Luz e seu entorno. Temos certeza de que, finalizada a obra, o Complexo Cultural Luz estará inteiramente integrado não só à vida cultural da cidade, como ao cotidiano da região em que será instalado", disse o secretário da Cultura, Andrea Matarazzo.
A Secretaria de Estado da Cultura contratou a empresa inglesa TPC – Theatre Projects Consultants, especializada em planejamento de teatros e centros culturais, para definir o perfil do Complexo e detalhar seu programa. Os técnicos estudaram e analisaram as características de São Paulo para dimensionar um espaço único na cidade.

A missão de colocar em prática o programa proposto pela empresa inglesa ficou a cargo do escritório suíço Herzog & de Meuron, com expertise no projeto de empreendimentos culturais de grande porte, como o Tate Modern (Londres) e os Museus de Arte Moderna de Miami (EUA), Guadalajara (México) e Kolkata (Índia).
Coube aos arquitetos a concepção de um projeto com aproximadamente 70 mil m² de área construída, em um terreno de 19 mil m². O Complexo abrigará três teatros: uma sala principal – o Grande Teatro – para apresentações de música, teatro, ópera e dança, com 1.750 lugares; uma sala de recitais para 500 ocupantes; e um teatro experimental, com palco reversível e capacidade para 400 espectadores. Ao mesmo tempo, haverá espaço para a instalação de uma sede definitiva da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim e da São Paulo Companhia de Dança, um restaurante e áreas administrativas. O projeto terá área para café, loja e estacionamento para 850 veículos.

O novo Complexo Cultural pretende reunir diversas expressões artísticas, estudantes e profissionais, produção e ensaio, tudo em um mesmo lugar. Um espaço em que diferentes gerações poderão se relacionar por meio do trabalho, estudo, ensaios e performances. Essa é a proposta conceitual do escritório Herzog & de Meuron: misturar e combinar várias atividades.
Outra característica do projeto é a fusão do edifício com as áreas verdes que serão criadas no entorno. A Praça Júlio Prestes deve ser reformada para ganhar um jardim, que funcionará como uma espécie de extensão do Parque da Luz. Será formado assim um grande corredor verde na região central, começando nos jardins do Museu de Arte Sacra, seguindo pelo parque da Luz, pelo novo Complexo até chegar à Praça Princesa Isabel.

A estrutura horizontal do edifício, com altura média de 23 metros, é dividida em cinco andares. Vai ocupar todo o quarteirão localizado entre a Praça Júlio Prestes e a Avenida Rio Branco, com laterais para a Av. Duque de Caxias e Rua Helvétia.
O novo complexo será um centro cultural aberto e vivo. Para isso, os arquitetos optaram pelo uso de lâminas horizontais entrelaçadas, que promovem uma ligação dinâmica entre os espaços abertos, com várias entradas de ar e luz. Com o intuito de ampliar a diversidade entre os espaços, as lâminas horizontais se cruzam em pisos intermediários que favorecem a proximidade e a visibilidade entre as diferentes partes do prédio. Uma das lâminas projeta-se sobre a Praça Júlio Prestes resultando em uma grande rampa, que será a entrada principal do prédio.

O próximo passo do projeto é o lançamento, previsto para abril, da licitação para escolha da gerenciadora da obra. Para novembro, está programada a licitação da obra propriamente dita. As obras do Complexo devem ser iniciadas no primeiro semestre de 2013. O investimento total para a execução do projeto está estimado em cerca de R$ 500 milhões.

Veja aqui as imagens das futuras instalações:

MEC pode acionar Polícia Federal esta semana para investigar denúncia contra Uniesp

O MEC (Ministério da Educação) pode acionar ainda esta semana a Polícia Federal para apurar denúncias de que a Uniesp (União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo) cobra preços diferenciados para estudantes do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).
 Reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo no último sábado (17) diz que a instituição cobra mensalidades mais elevadas de alunos cadastrados no Fies em relação ao que é cobrado dos demais alunos. Segundo o jornal, a Uniesp tem assinado convênios se comprometendo a pagar um dízimo a igrejas que lhe indicarem universitários. A verba, de acordo com a reportagem, é proveniente de repasses dos governos federal e estadual.
O MEC informou que o Ministério Público Federal já havia sido acionado para investigar as mantenedoras do grupo. As investigações estão sendo feitas pelas áreas criminal e de defesa do consumidor.

“A cobrança de valores diferenciados, com ônus maior aos alunos contratantes do programa, bem como o beneficiamento de terceiros estranhos à relação do Fies, configura fraude que terá como consequência, caso seja comprovada, a extensão da penalidade já aplicada pelo Ministério da Educação, em denúncia anterior que descredenciou a Iesp [uma das mantenedoras do grupo] do programa”, disse o ministério, por meio de nota.
Ainda de acordo com a pasta, se confirmadas as denúncias, todas as mantenedoras do grupo podem ser descredenciadas.

Também por meio de comunicado, a Uniesp informou que tem atualmente mais de 50 mil alunos e que os valores das mensalidades cobradas pelo grupo estão disponibilizados no site www.uniesp.edu.br e separados por unidade, em conformidade com portaria do MEC.

Segundo a instituição, as mensalidades cobradas pelas faculdades parceiras “estão compatíveis e, em alguns casos, até inferiores às praticadas pelas demais instituições particulares de ensino superior”.

No que se refere à acusação de que o grupo paga comissão a igrejas, a Uniesp informou que as faculdades parceiras, dentro de sua missão de responsabilidade social, têm contribuído em diversos projetos sociais desenvolvidos por associações, clubes de serviços, igrejas e demais instituições sociais beneficentes.
“Queremos deixar claro à sociedade que os programas sociais do grupo educacional Uniesp envolvendo escolas municipais, igrejas, associações, clubes de Serviço e demais entidades beneficentes são muito anteriores ao novo Fies, sempre visando a oferecer a oportunidade de acesso das classes menos favorecidas ao ensino superior”, destaca a nota.

Agência Brasil, em Brasília

Festival Internacional de Filmes Curtíssimos recebe inscrições


Estão abertas as inscrições para o Festival Internacional de Filmes Curtíssimos. A quinta edição do evento vai exibir cerca de sete horas de filmes de diferentes formatos e gêneros, de 8 a 12 de maio, em Brasília (DF).
Os realizadores podem inscrever filmes com, no máximo, três minutos de duração, amadores ou profissionais, realizados em qualquer parte do Brasil e em qualquer data. As obras podem até ter participado de outros festivais ou mostras, exceto edições anteriores do Festival de Curtíssimos.
Os filmes selecionados concorrerão a cinco premiações nas categorias Melhor Curtíssimo, Melhor Animação, Originalidade, Júri Popular e Prêmio Melhor Curtíssimo de Brasília. O evento, realizado há 14 anos no exterior, ocorre simultaneamente em 70 cidades de 20 países.

A ficha de inscrição está disponível no site www.filmescurtissimos.com.br.
O prazo se encerra em 12 de abril.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Orquestra de Rio Preto sai do papel

Paulo de Tarso - Regente Titular

O projeto da Orquestra Filarmônica de Rio Preto finalmente saiu do papel. Em comemoração aos 160 anos da cidade, o concerto de estreia foi ontem, às 20h30, no Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto. Em busca de patrocínio, o pontapé partiu da Secretaria de Cultura, com um aporte de mais de R$ 50 mil
A diferença primordial entre uma orquestra Filarmônica e Sinfônica é que a primeira é subsidiada por patrocínios, já a outra, pelo Poder Público, por meio de concursos. Mas como Rio Preto ainda não conseguiu mobilizar a iniciativa privada, os esforços ainda dependem do dinheiro municipal.

Para o maestro e regente da orquestra, Paulo de Tarso, esse início ainda está aquém da perspectiva. Com 30 músicos no palco, o ideal, segundo ele, seria contar com 60 músicos, que custariam R$ 2 mil, cada, por mês. Um aporte de mais de R$ 120 mil, contando salários, viagens e estrutura. “Rio Preto é uma cidade que merece uma iniciativa como essa. Temos tamanho para manter uma orquestra e o projeto já é antigo. Mas agora estou mais confiante com o apoio da prefeitura. Acredito que nossa apresentação fará com que os empresários prestem mais atenção no projeto e na importância dele para a cidade”.
Mantendo um grupo que prioriza músicos de Rio Preto, o maestro quer criar um repertório bem elaborado. Para isso, pretende poder manter três ensaios semanais e uma agenda de apresentações com um conjunto de participantes fixos e remunerados.

O projeto da Orquestra Filarmônica é desenvolvido pela Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de Rio Preto (Faperp), que também administrará as verbas de patrocínio.
O concerto de ontem contou, além da Orquestra, com a participação do Coral Paulista Ensemble e da solista Araceli Chacon, que se apresentará no piano. No repertório, obras de Beethoven, Mozart, Bach, Vivaldi e do brasileiro Heitor Villa Lobos. A entrada é gratuita, basta retirar os ingressos com 30 minutos de antecedência.

Ministra da Cultura participa de audiência na Câmara

Ana de Hollanda

Novamente cotada para entrar na faxina da presidente Dilma Rousseff, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, participa de audiência pública na Câmara, nesta quarta-feira, 21. A ministra deve falar sobre as diretrizes da pasta para este ano aos integrantes da Comissão de Educação e Cultura.
Ana de Hollanda voltou a enfrentar críticas de artistas e intelectuais, insatisfeitos com a gestão da ministra. Nessa semana, o Estado mostrou que manifestos públicos circulam pela internet recolhendo assinaturas para pedir a saída de Ana de Hollanda. Nessa terça-feira, 20, o Planalto reafirmou a permanência da ministra no cargo.
Acompanhe abaixo os principais momentos:

11h06 – Ministra Ana de Hollanda apresenta editais previstos para este ano. Entre eles a seleção de agentes promotores da Cultura Negra e para artistas e estudiosos participarem de intercâmbio de atividades em outros países. Destacou também concursos de projetos arquitetônicos para arenas culturais para cidades sedes da Copa.
10h57 - Ministra afirma que tentará enviar projeto ainda neste ano para Lei Rouanet (que permite projetos culturais aprovados pelo ministério a captar recursos de empresas privadas em troca de renúncia fiscal) e reconhece que texto atual precisa ser atualizado.

10h43 - Ministra da Cultura afirma que a pasta prevê R$ 114 milhões para os 3536 Pontos de Cultura. “É um trabalho importantíssimo, um dos principais do ministério. Está conseguindo voltar ao patamar dos melhores anos (2008, 2009) porque tinha caído um pouco o orçamento.” Recentemente, reportagem do Globo registrou a falta de recursos em Pontos do Rio de Janeiro.
10h30 – A audiência começou por volta das 10h15. Nesse momento a ministra apresenta projetos previstos na pasta de Cultura para 2012. Ana de Hollanda fala sobre a recuperação de parques históricos nas cidades brasileiras.

Centro Cultural Bom Jardim abre 150 vagas para cursos gratuitos

O Centro Cultural Bom Jardim - CCBJ, através do Projeto Jardim de Gente, oferece cursos gratuitos nas áreas de Artes Plásticas, Dança, Informática, Mídias Digitais, Design e Artesanato. Para se inscrever, basta ir à sede do CCBJ, entre 9h e 12h ou 14h e 17h, portando CPF, RG, comprovante de endereço e uma foto 3x4. As inscrições se encerram quando se esgotarem as vagas.
Crianças, jovens, adultos e idosos podem participar dos cursos iniciados todos os meses no Bom Jardim. Em março, serão ofertadas mais de 150 vagas com o objetivo de qualificar cidadãos e estimular sua visão artística e crítica.
O Projeto Jardim de Gente conta com o apoio do Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria de Cultura – Secult e do Instituto de Cultura e Arte do Ceará – IACC.

Mais informações:(85) 3497-5981      .

Curso: Artesanato Sustentável - Cadernos
Professor: Daniele Andrade
N° de vagas: 15
Carga horária: 15
Local: Multiuso 2
Dias: 12, 14, 16, 21, 23 das 14h às 17h

Curso: Artesanato Sustentável - Brinquedos
Professor: Dione Morais
N° de vagas: 15
Carga horária: 15
Local: CCBJ Multiuso 2
Dias: Terça e Quinta  20, 22, 27, 29, 30 das 14h às 17

Curso: Violão Iniciante
Professor: Gabriel Nunes
N° de vagas: 15
Carga horária: 12
Local: Studio
Dias: Quartas e Sextas das 14, 16, 21,23, 28, 30 18h às 20h

 Curso: Coral infanto-juvenil
Professor: Vera Barros
Carga horária: 9
Local: Cine Clube
Dias: Terça e Quinta 13,15, 20, 22, 27, 29 das 16h às 17h30

Curso: Coral infantil
Professor: Vera Barros
N° de vagas:
Carga horária: 6
Local: Cine Clube
Dias: Terça  13, 20, 27 das 8h30 às 10h30

Curso: Coral da Terceira Idade
Professor: Vera Barros
N° de vagas:
Carga horária: 9
Local: Cine Clube
Dias: Terça e Quinta  13,15, 20, 22, 27, 29  das 17h30 às 19h

Curso: Prática de Conjunto - Iniciante
Professor: Gabriel Nunes
N° de vagas: 15
Carga horária: 9
Local: Studio
Dias: Sábado 17, 24 e 31 das 9h às 12h

Curso: Dança de Rua - Popping
Professor: Charada
 N° de vagas: 20
Carga horária: 10
Local: Sala de Dança
Dias: Segunda e Quarta das 12, 14, 21, 26 e 28 das 18h às 20h

Curso:  Dança de Rua Iniciante
Professor: Luiz Alexandre
N° de vagas: 20
Carga horária: 12
Local: Sala de Dança
Dias: Sexta e Sábado  16, 17, 23, 24, 30, 31  18h as 20h/16h as 18h

Curso: Dança de Rua Avançado
Professor: Luiz Alexandre
N° de vagas: 20
Carga horária: 12
Local: Sala de Dança
Dias:  Terça e Quinta  13, 15, 20, 22, 27, 29 das 18h às 20h

 Curso: Pintura em Tela Iniciante
Professor: Jared Domício
N° de vagas: 20
Local: Atelie
Dias:  Terça e Quinta  13, 15, 20, 22, 27, 29 das 9h às 12h

Curso: Informática Básica e Mídias Digitais
Professor: Elicarlos Costa
N° de vagas: 12
Carga horária: 18
Local: Ilha Digital
Dias:  Quartas e Sextas: 14, 16, 21,23, 28, 30 Abril 04, 11, 13, 18 (12h)  14h às 17h

Curso: Informática Básica para adultos
Professor: Elicarlos Costa
N° de vagas: 12
Carga horária: 22
Local: Ilha Digital
Dias: Quartas e Sextas 14, 16, 21,23, 28, 30 Abril 04 das 17h às 20h

Aberto concurso da ONU ‘Arte pela Paz’ para jovens de 5 até 17 anos


A ONU e a Fundação Harmonia para a Paz lançam um concurso educativo sobre desarmamento para jovens artistas de todo o mundo. O Concurso Arte para a Paz recebe inscrições até 30 de abril.

O ator Michael Douglas, Mensageiro da Paz da ONU, pede em um vídeo que os jovens usem sua imaginação para expressar uma visão de Mundo Livre de Armas Nucleares. O jovem pode desenhar, fazer um esquema, uma pintura, usar canetas, lápis, giz de cera, carvão, óleo, tinta acrílica ou aquarela para criar sua arte. O importante é ser criativo e usar a imaginação para mostrar um mundo livre de armas nucleares, livre de bombas e livre das guerras.Podem participar crianças de 5 até 17 anos de todos os países. Os critérios de avaliação serão criatividade, composição, tema e técnica. Haverá quatro vencedores em cada categoria (5-8; 9-12; 13-17). Para os vencedores dos grupos 5-8 e 8-12 serão entregues materiais de arte e para o grupo 13-17 haverá prêmio em dinheiro para os três primeiros lugares. Todos os vencedores serão premiados recebendo um certificado das Nações Unidas e os seus trabalhos serão reproduzidos em um calendário da Organização.

Para saber como participar, acesse:

3o. Processo Seletivo para ingresso na Orquestra Jovem do Estado.


Para ler o Edital.  


Para fazer a inscrição

http://www.emesp.org.br/pt/inscricao/61/59/4/Inscricoes/

2o. Processo Seletivo para ingresso na Banda Sinfônica Jovem do Estado.


Leia o Edital de Convocação

Para fazer a inscrição.