quarta-feira, 9 de maio de 2012

'O Grito’, de Edvard Munch, é leiloado em Nova York por US$ 119,9 mi


Uma versão do quadro O Grito, pintada pelo artista norueguês Edvard Munch (1863-1944), foi vendida ontem à noite pela casa Sotheby’s, em Nova York, por US$ 119,9 milhões, transformando-se no novo recorde de preço de uma obra arrematada em leilão. Seu valor ultrapassou as marcas anteriores já alcançadas nesse tipo de evento - o da pintura Nu, Folhas Verdes e Busto, de Pablo Picasso, leiloada pela Christie’s por US$ 106,5 milhões em 2010; e o da escultura L’Homme Qui Marche I, de Alberto Giacometti, vendida por US$ 104, 3 milhões no mesmo ano.

O Grito, tela realizada em 1895 por Munch, era o lote de número 20 do leilão de arte impressionista e moderna promovido pela Sotheby’s. Representava a grande expectativa da noite e foi arrematada por comprador anônimo. Trata-se da única versão da emblemática obra do artista norueguês que estava nas mãos de um colecionador privado, o empresário norueguês Petter Olsen, cujo pai foi amigo e mecenas do artista.

Em sua carreira, Munch realizou quatro versões de O Grito - pintadas entre 1893 e 1910. A tela expressionista, símbolo da ansiedade humana, retrata um homem gritando sobre uma ponte em meio a uma atmosfera de cores tortuosas e fortes (com predominância do laranja, que forma as faixas do céu).
Simon Shaw, diretor da casa de leilões, afirmou que o quadro “define a modernidade e é instantaneamente reconhecível porque corresponde a uma das poucas imagens que transcendem a história da arte e que têm alcance global comparado ao da Mona Lisa (de Da Vinci)”. A estimativa para O Grito era, inicialmente, de US$ 80 milhões.

O leilão de ontem da Sotheby’s, nos EUA, ainda colocava à venda obras de Chaim Soutine, Tamara de Lempicka, Constantin Brancusi e Alfred Sisley, entre outros artistas. Além de O Grito, destaques do evento, com 76 lotes, também foram um retrato de Dora Maar pintado por Picasso e vendido por US$ 29,2 milhões, e a obra Primavera Necrofílica, de Salvador Dalí, que chegou a US$ 16,3 milhões.
A temporada de leilões de primavera nova iorquina começou, na verdade, anteontem, com evento da outra prestigiada casa, Christie’s, que vendeu 28 lotes arrecadando cerca de US$ 117 milhões - apenas 3 obras não conseguiram compradores na ocasião. Nesse dia, os destaques foram os arremates de uma aquarela de Paul Cézanne (1839-1906), por US$ 19,12 milhões, e de uma natureza-morta pintada em 1907 por Henri Matisse, que chegou a praticamente à mesma cifra.

A obra de Cézanne, Um Jogador de Cartas, representa um esboço que o pós-impressionista francês criou em meados de 1890 para a concepção de uma de suas mais famosas telas, Jogadores de Carta. A peça pertencia à coleção privada de um médico que vivia em Dallas, no Texas, e morreu em setembro. A obra não era vista pelo público desde 1953. Foi arrematada por telefone, por colecionador anônimo.
Entre os destaques da Christie’s, ainda, O Descanso, retrato de Marie-Thérese Walter, amante de Picasso, pintado pelo artista em 1932, foi vendido por US$ 9,88 milhões. O evento também apresentou uma seleção de outras obras do espanhol, criadas em diferentes épocas e de distintos estilos. Como Femme Assise, de 1953, uma tela geométrica representando uma mulher que faz lembrar Françoise Gilot, outra das amantes de Picasso e mãe de dois de seus filhos.

Estima-se que a temporada de leilões de maio de Nova York atinjam a cifra de US$ 1,5 bilhão em vendas.

Entrevista com Saulo Javan (baixo-barítono) pelo Guia Erudito

 Saulo Javan

Em 2012 apresentou-se com a OSESP sob a regência de Isaac Karabtchevsky na Sinfonia X de Villa-Lobos. Foi Padre José na Magdalena, também de Villa-Lobos, abrindo a Temporada Oficial do Theatro Municipal de São Paulo. Em Il Barbiere di Siviglia foi Dr Bartolo na cidade de Chapecó - SC, ocasião da primeira montagem de ópera nesta cidade com a Cia de ópera de Florianópolis. Foi Don Pasquale na opera homônima , Dulcamara em O Elixir do Amor, Don Bartolo em O Barbeiro de Sevilha, Frei Lefevre em Romeu e Julieta, Sacristão na Tosca, Barão Zeta em A Viúva Alegre, Ramphis em Aida, entre outros. Integrou o elenco da CIA Brasileira de Ópera no papel de D. Bartolo na opera O Barbeiro de Sevilha, em turnê por todo o Brasil. No XII Festival Virtuosi no Recife, apresentou-se na primeira récita nacional da Ópera Dulcinéia e Trancoso de Eli-Eri Moura. Participou da ópera Salomé de Richard Strauss com OSESP na Sala São Paulo. Em seu repertório sinfônico destacam-se interpretações como Rückert Lieder de Mahler , Petite Messe Solennelle de Rossini, sob a regência de Naomi Munakata, na Sala São Paulo, Requiem de Mozart, Zigeunerlieder e Quatro canções sérias de Brahms. Foi vencedor do XIX Concurso Nacional de Canto Heitor Villa-Lobos, em Araçatuba em 2002. Saulo iniciou seus estudos musicais e de canto com Carmo Barbosa e hoje está sob orientação de Marconi Araujo.

Guia Erudito: Qual foi o momento que você considera mais marcante em sua carreira?
Saulo Javan: Dentre tantos, claro que é difícil escolher um, mas eu diria que até hoje foi quando eu pisei no palco do Theatro São Pedro em São Paulo para ser dirigido pelo sensacional Enzo Dara, quando fiz o papel de Don Pasquale e com um elenco dos sonhos: Rosana Lamosa, Fernando Portari e Douglas Hahn.

Ser dirigido por um cantor que fez mais de 400 vezes aquele papel pelo mundo foi mágico!
G.E.: Como você está vendo a trajetória da música erudita no Brasil?

S.J.: Eu sou uma pessoa otimista por natureza e vejo um momento em que muita coisa legal está acontecendo! Temos muitas montagens este ano. Claro que há espaço, público, cantores, maestros, orquestras, diretores e cenotécnicos para no mínimo o dobro, mas se pensarmos em um passado próximo, as coisas estão realmente melhorando.
G.E.: Você sente falta de apoio para os projetos de música erudita em nosso país?

S.J.: Pois é, se eu vejo que a coisa está "aquecendo", seria incoerente dizer que não existe apoio aos projetos de música erudita, o que difere é o quanto vem para a música erudita e o quanto é destinado ao popular. Se conseguíssemos equilibrar melhor isso, todo mundo sairia ganhando.
G.E.: Cada vez temos mais cantores líricos no mercado e menos espaço tanto da mídia quanto das casas de concerto. O que você espera daqui pra frente?

S.J.: Olha eu vou comentar alguns projetos que estou sabendo e que estão acontecendo, não sei todos e desde já peço perdão se me esquecer de algum, mas observe isso:
São Paulo

Theatro Municipal de São Paulo - Começou 2012 com a ópera Magdalena , onde tive o privilégio de cantar, e ao mesmo tempo apresentou Pedro Malazarte. Depois fizeram La Traviata, com 11 récitas e três elencos. Tivemos Idomeneo, e ainda vem muita coisa: O Crepúsculo dos Deuses, Pelléas et Mélisande, Violanta, Tragédia Florentina, Macbeth e O Rouxinol. Não é o máximo?
Theatro São Pedro - Após a transição de OS e grandes mudanças, já anunciou 3 títulos fora os concertos, quando pensávamos que não teria mais nada este ano. As óperas anunciadas são: O Elixir do Amor, Lakmé e Werther.

Rio de Janeiro - Mesmo após o trágico episódio da explosão está voltando com A Viúva Alegre, La Traviata e Rigoletto.
Manaus - Está acontecendo agora o maravilhoso festival com Lulu, Tosca, I Puritani - no Brasil depois de 60 anos - A Flauta Mágica.

Belém - Teremos mais uma edição do festival de ópera. Ano passado cantei Tosca e foi um sucesso. Há um projeto para Salomé e outra ópera.
Brasília voltando com força total para a ópera, ainda sem muitos recursos mas já com La Bohème e Carmen.

Olha que legal isto, em Santa Catarina tem uma cia. de ópera que sob o comando do maestro Jeferson Della Rocca tem feito um trabalho pioneiro, não somente em montagens de ópera como em levar a ópera para cidades onde nunca uma montagem de ópera havia estado. Recentemente cantamos em Chapecó, em um teatro maravilhoso de 1.000 lugares a ópera O Barbeiro de Sevilha, com lotação absoluta e sucesso, mesmo em dia de jogo do Chapecó, (risos), foi sensacional!
Nasce este ano em Fortaleza a Cia. Experimental de Música Erudita sob o comando de Vitor Philomeno e em junho montaremos a ópera Semele de Haendel e muitas novidades ainda.

Santo André e Aracaju que farão concertos encenados da ópera Tosca.
E estou falando somente de ópera e nem mencionando os concertos com canto, este ano fiz parte do projeto de resgate e registro de obras de Heitor Villa-Lobos com a Osesp sob regência do maestro Isaac Karabtchevsky, com gravação marcada para 2013.

Como não ser otimista e esperançoso? O que precisamos também é arregaçar as mangas e espalhar o que estamos fazendo o que está sendo feito para que mais pessoas da população saibam que existe sim músicos e música de qualidade acontecendo no Brasil.
Se na mídia esta programação não está sendo amplamente divulgada, podemos fazer a nossa parte ao menos compartilhando o que faremos e sabemos que vai acontecer para nossos amigos e parceiros, nem que seja somente em nosso perfis de facebook, com certeza já fará diferença.

G.E.: A idéia da Cia Brasileira de Ópera foi muito interessante, pois possibilitou levar a ópera ao Brasil inteiro, de uma forma acessível e produtiva. O que você achou desta empreitada?
S.J.: Um sonho! O Brasileiro adora ópera, fomos super bem recebidos em todas as cidades! Temos cantores maravilhosos pelo Brasil inteiro e teatros lindos. Mais uma vez, senti-me privilegiado por fazer parte da história da ópera no Brasil com a Cia. Brasileira de Ópera, um trabalho primoroso e pioneiro dos maestros John Neschling, Abel Rocha e Victor Hugo Toro, instrumentistas maravilhosos e cantores fantásticos e uma produção primorosa do José Roberto Walker. Esperamos que este maravilhoso projeto sobreviva às vontades políticas e continue a viajar pelo Brasil levando a ópera e dando oportunidade de trabalho para mais de 100 profissionais.

G.E.: Você recentemente participou da ópera Magdalena de Villa-Lobos, na abertura da Temporada 2012 do Theatro Municipal de São Paulo. Como foi esta participação?
S.J.: Foi um dos momentos mais incríveis da minha carreira, meu "debut" como solista no maravilhoso Theatro Municipal de São Paulo. No primeiro ensaio na cúpula do teatro, eu fiquei olhando para tudo aquilo, o coral lírico com aquelas vozes, meus colegas e claro, como um bom e genuíno pisciano, me emocionei muito! Sou muito grato e feliz!

A música digital deveria ser gratuita?


Você concorda em pagar por músicas? Confira os principais argumentos de quem é contra e a favor da gratuidade da arte.
Você já baixou músicas pela internet? Acessa serviços de streaming com frequência? Se sim, então provavelmente você deve apoiar a ideia de que a música digital deveria ser distribuída de maneira gratuita. Mas gravadoras e muitos artistas dizem que isso é pirataria e fere diretamente as leis de direitos autorais – muito defendidas por grande parte deles.
Todos os lados possuem argumentos válidos e que devem ser levados em consideração. Você está curioso para conhecer um pouco mais sobre essa polêmica? Então confira alguns dos principais pontos defendidos por quem acha que a música deveria ser gratuita e também por quem é contra a distribuição dessa forma.

Por que cobrar pelas músicas?
Qualquer artista ou outro profissional ligado à música sabe dizer exatamente por que é necessário (de alguma forma) cobrar pelas músicas. A gravação de um disco envolve muito mais do que o talento dos músicos e cantores. Afinal de contas, são equipamentos e softwares de captura que precisam ser comprados e o trabalho de muitas pessoas que também precisa ser pago.

Compor uma canção demanda tempo que poderia ser investido em outras atividades – em economia, é o chamado “custo de oportunidade” –, além do fato de que os produtores precisam ser pagos por seu trabalho. Depois disso, ainda existe o custo de fotógrafos e artistas gráficos para as capas e também gravação e impressão de mídias.
No caso da música digital, gravação e impressão podem ser dispensadas, mas a parte da fotografia é igualmente necessária para a promoção. Em suma, para a imensa maioria dos artistas, a música não é um hobby, mas sim uma profissão que envolve muitos investimentos. Receber um retorno por isso não seria errado.

Pirataria gera desemprego
Todos os anos, as gravadoras perdem uma grande quantidade de dinheiro devido aos dois principais fluxos extraoficiais de distribuição de música: venda de produtos piratas e downloads ilegais. Com o número de discos vendidos sendo reduzido em todo o mundo, muitos funcionários começaram a ser demitidos da indústria fonográfica.

Shows mais caros para cobrir gastos
Outro ponto que algumas pessoas defendem é relacionado ao fato de os shows estarem cada vez mais caros, porque as gravadoras os utilizam para cobrir rombos orçamentários gerados pela pirataria. O site Digital Music News diz que a relação até existe, mas com a música isso é repassado de uma maneira menos correta.

Enquanto os filmes realmente perdem dinheiro para a pirataria – visto que muitas pessoas substituem o cinema pelas cópias piratas –, a música não deveria ter sido tão influenciada, pois o público que vai ao show já está pagando pelo trabalho do artista.
Por que elas deveriam ser gratuitas?

O músico Leoni (que tocou com Cazuza e também na banda Kid Abelha, além de seguir carreira solo de sucesso há muitos anos) afirma que, atualmente, a música digital significa o mesmo que representava o rádio há algumas décadas. Muitos achavam que ninguém compraria discos se pudessem ouvir as canções pelas emissoras de rádio, mas a verdade é que as estações se tornaram grandes divulgadoras dos trabalhos.
Leoni fez parte do movimento Música Para Baixar, que defende a distribuição de cultura de uma maneira menos financeira. Para ele, a música digital também precisa ser encarada dessa forma, pois pode ser uma ótima ferramenta de divulgação – principalmente para músicos iniciantes.

Quem recebe não é o artista
Você sabe quem mais ganha dinheiro com a venda de discos? A gravadora. A parcela de ganhos dos artistas é bastante baixa. Dependendo do contrato assinado, o lucro pode ser inferior a um dólar por disco vendido. Muitos fãs da música independente são enfáticos ao protestar contra a indústria fonográfica, dizendo que ela apenas explora o talento alheio.

Música gratuita também gera dinheiro
Existem diversas formas de monetizar a música gratuita. O YouTube, por exemplo, possui diversos canais Vevo para músicas por streaming. As gravadoras recebem dinheiro do serviço para isso, sendo que os recursos são provenientes dos anúncios envolvidos no vídeo. O Grooveshark fez o mesmo por um bom tempo, mas recentemente perdeu a parceria com a EMI – única gravadora que apoiava o serviço.

Pague se (e quanto) quiser
Um novo modo de distribuição digital de músicas está começando a ganhar espaço há alguns anos. Geridos pela ideia de que os consumidores devem pagar apenas o quanto (e se) quiserem, muitos artistas distribuem suas canções pela internet e lucram com pagamentos que funcionam como doações.

O grupo brasileiro O Teatro Mágico distribui suas canções pelo serviço Trama Virtual, que não cobra pelos downloads. Ao mesmo tempo, os fãs podem comprar os discos físicos, por quantias que não ultrapassam os dez reais – O Teatro Mágico também faz parte do movimento Música para Baixar.
Outra banda que pode ser citada é a Violins, também brasileira. Eles distribuem as músicas gratuitamente pelo site oficial em qualidade média, mas quem quiser pode pagar para baixá-las em qualidade mais alta ou então comprar o disco físico. Nesse caso, a edição gratuita funciona muito bem como uma divulgadora do trabalho.

Um serviço que contribui bastante para o funcionamento deste sistema é o Bandcamp. Nele, artistas podem disponibilizar suas músicas gratuitamente para download ou para streaming, podendo ainda cobrar para o download do disco completo. Cada artista decide a quantidade que quer cobrar pelo produto. É uma ideia excelente para qualquer artista em começo de carreira.
Certamente, a discussão não será encerrada tão cedo. Há muitos interesses envolvidos em todos os lados da história e é praticamente impossível que haja um consenso. Você acha que a gratuidade é importante? Ou será que a relação comercial entre público e artista é indispensável?

terça-feira, 8 de maio de 2012

Feira do livro das editoras universitárias


Editoras Universitárias
De 7  até 11 de maio, no campus da Praia Ver­melha, acon­tece a VIII Feira do Livro das Edi­toras Uni­ver­si­tá­rias do Rio de Ja­neiro, que pro­mete des­contos de até 50% em tí­tulos de di­versas áreas de co­nhe­ci­mento.

Bolsas de doutoramento em Coimbra

Universidade de Coimbra

A Universidade de Coimbra, Portugal, abriu concursos para duas bolsas de investigação que podem interessar pesquisadores de musicologia, história da música e áreas afins. Ambas, tanto a bolsa Francisco de Lemos, como o Fundo Manuel Cabral, deverão ser desenvolvidas no Arquivo da universidade portuguesa.
As inscrições vão até 30 de junho e os regulamentos podem ser acessados a partir do seguinte link:
http://www.uc.pt/auc/destaques_auc/bolsas

51% do valor pago na compra de um DVD é imposto

Brasileiro já pagou meio trilhão de reais em imposto em 2012

Até hoje pela manhã, os brasileiros já pagaram nada mais nada menos que meio trilhão de reais em imposto. É o que aponta o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que alcançou hoje R$ 500 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais pagos em 2012.
Em 2011 esse valor foi alcançado no dia 04 de maio, ou seja, dois dias mais tarde na comparação entre os dois períodos.

Se este valor fosse colocado na poupança, um dos investimentos menos rentáveis, o retorno em apenas um mês seria de mais de R$ 2,5 bilhões. Segundo o site também seria possível:
* Construir mais de cinco milhões de quilômetros de rede de esgoto

* Construir mais de cinco milhões de postos de saúde equipados
* Construir mais de nove milhões de postos policiais equipados

‘* Contratar mais de 35 milhões de professores para o ensino fundamental por ano
* Comprar mais de cinco milhões de ambulâncias equipadas

* Fornecer mais de um bilhão de cestas básicas para a população
Em todo o ano passado o painel totalizou R$ 1,5 trilhão, um recorde histórico desde a sua criação, em 2005. Neste ano, o valor deve passar R$ 1,6 trilhão. Para o mês do Dia das Mães, veja o cálculo dos impostos embutidos em alguns dos produtos mais procurados para a data, que é a segunda mais forte para o varejo:

Perfume importado: 78%
Perfume nacional: 69%
DVD: 51%
Máquina de lavar: 48%
Secador: 48%
Bolsa: 42%
Celular: 40%
Sapatos: 37%

Yolanda Fordelone

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural

MinC publica a lista de habilitados para viagens a serem realizadas no mês de maio

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic/MinC), divulga a lista dos habilitados no Edital n°1/2012 do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural para viagens a serem feitas no mês de maio.
Coordenado pela Sefic e com recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC), o Programa consiste na concessão de auxílio financeiro para o custeio de despesas relativas à participação de artistas, técnicos, agentes culturais e estudiosos em atividades culturais promovidas por instituições brasileiras ou estrangeiras.

O objetivo é estimular a difusão e o intercâmbio da cultura brasileira em todas as áreas culturais: artes cênicas, artes visuais, música, audiovisual, memória, movimento social negro, patrimônio museológico, patrimônio cultural, novas mídias, design, serviços criativos, humanidades, diversidade cultural, dentre outras expressões.
Resultado da fase de habilitação

Os interessados na interposição de recursos devem enviar formulário até quinta-feira, dia 12 de abril, exclusivamente pelo endereço eletrônico: recurso.sefic@cultura.gov.br
Formulário de recurso

Avaliação e seleção
A Comissão de Avaliação e Seleção do edital é composta por representantes do Ministério da Cultura e suas vinculadas (Funarte, Ibram, Iphan, Casa Rui Barbosa, Ancine, Fundação Cultural Palmares e Fundação Biblioteca Nacional).

As candidaturas são avaliadas e pontuadas de acordo com os quesitos do eixo escolhido. Os requerimentos recebem bonificação em sua pontuação de acordo com alguns critérios. Um deles leva em conta a unidade federativa de origem e candidaturas não originárias das capitais estaduais e de Brasília, ou cujas participações ocorram em eventos nacionais fora das referidas localidades.

Outro ponto beneficia requerimentos de povos e de comunidades tradicionais, incluindo, dentre outros, povos indígenas, quilombolas, ciganos, povos de terreiro, irmandades de negros, agricultores tradicionais, pescadores artesanais, caiçaras, pantaneiros e ribeirinhos.
Também são bonificados os requerimentos de participação em acontecimentos nos países da América Latina, do Caribe e naqueles que fazem parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

Inscrições abertas
As inscrições são realizadas exclusivamente por meio do Sistema SalicWeb, disponível no site do MinC.  Os participantes devem ter uma das seguintes finalidades: apresentação de trabalho próprio; residência artística e de gestão; cursos de capacitação; ou participação em evento de reconhecimento ao trabalho próprio desenvolvido, como premiações e homenagens.

Viagens previstas para:
Encaminhamento das solicitações até:

Junho
16 de abril de 2012

Julho
30 de abril de 2012

Agosto
31 de maio de 2012

Setembro
2 de julho de 2012

Orientações, dicas de inscrição, preenchimento de formulário e contrapartidas podem ser obtidas em cartilha explicativa elaborada pelo Ministério.
Confira aqui o Edital de Intercâmbio.

Veja aqui a cartilha explicativa.

Mais informações

 - Atendimento ao Proponente: (61) 2024.2082

 Horário: segunda a sexta, das 9h às 12h, e das 13h30 às 17h

Milton Nascimento — 50 anos de carreira


"Milton Nascimento — 50 anos de carreira" a turnê que começou no dia 21 passado em Juiz de Fora, chegou sábado a Belo Horizonte e se encerrará em outubro no Rio, com gravação de DVD. Como em 2012 também se completam os 40 anos do histórico álbum duplo "Clube da esquina" e os 70 anos do cantor (em 26 de outubro), a temporada tinha tudo para ser absolutamente festiva, mas Milton afasta  dos cálices com veemência:— Não vou falar dos meus 70 anos porque isso é um grande erro. Não tenho 70 anos, não conheço nenhum músico com 70 anos, artista não faz 70 anos. Eu tenho cara de 70 anos?
Queira ele ou não, a data redonda contribui para uma série de projetos em torno do seu nome: um livro reunindo todas as suas letras; uma biografia musical escrita pelo compositor Chico Amaral; e um espetáculo da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho. Todas as iniciativas ressaltam o lugar singular de Milton na música brasileira, e não só pela voz privilegiada.
Ele conta que apenas em 1964, nove anos depois de formar seu primeiro conjunto musical (o Luar de Prata, com Wagner Tiso), decidiu começar a compor. Já tocava piano e contrabaixo há muito tempo. Levado por Márcio Borges para assistir a "Jules e Jim", de François Truffaut, saiu tão abalado após quatro sessões seguidas do filme que foi para a casa do amigo e os dois fizeram três músicas numa noite.

— O Marcinho tinha ficado uns três meses insistindo comigo e eu dizendo que não queria compor. Quando topei, a alegria ficou estampada na cara dele. Mas eu disse que tinha um negócio: "Não quero que as músicas que, por acaso, eu vier a compor se pareçam com nada. Vai ser uma coisa minha" — lembra Milton.
Se colegas de geração como Chico Buarque, Edu Lobo e Caetano Veloso põem a bossa nova como gênese de sua produção musical, Milton já se iniciara nos bailes da vida quando João Gilberto apareceu com "Chega de saudade". Em Três Pontas, onde teve programa de rádio, ele ouvia rock e músicas italianas, francesas, espanholas. Ganhou uma bagagem grande e diversificada.

— Quando cheguei em Belo Horizonte (no início da década de 1960, fazendo a mudança definitiva em 1963), vi músicos de jazz tocando e pensei: "Vou ter que aprender tudo de novo". Mas me disseram: "Não mexe nas coisas que você faz, porque ninguém faz isso". A bossa nova serviu como estímulo para eu compor algo que não parecesse com nada de ninguém. Tom Jobim era o tal para mim e continua sendo — afirma.
Às canções jobinianas e a tudo o que já conhecia se somaram "Sketches of Spain", de Miles Davis, e os Beatles. No livro que está preparando, provisoriamente chamado "A música de Milton Nascimento", o mineiro Chico Amaral quer detalhar essas influências e mostrar como Milton fere a tal linha evolutiva da música brasileira — ao menos se vista como linha reta, de formação até a bossa nova e de modernização a partir dela, sendo o tropicalismo seu passo mais ousado.

— Há muitas inovações importantes que ficam praticamente fora dessa história, como o samba-jazz. E o primeiro disco de Milton (de 1967) foi com o Tamba Trio. Ele ainda incorporou manifestações rurais sem isolá-las das urbanas. Juntou Villa-Lobos, Beatles, Baden Powell, Nordeste. Sempre deu um passo além — diz Chico.
É quase senso comum que, sobretudo como compositor, Milton não manteve, a partir dos anos 1990, a força das décadas anteriores. Para Chico, "o declínio não é de Milton, mas da sociedade".

— Estamos na ressaca da cultura de massa. É um momento de saturação, em que se ouve muita música, mas ninguém para e escuta um disco com calma. Chico, Caetano, Milton continuam fazendo coisas importantes, mas não é como nos anos 1960, em que a sociedade participou de uma espécie de gênio coletivo — diz ele.
Parte do repertório da turnê de Milton vem da primeira fase da carreira: "Travessia", "Morro velho", "Canção do sal", "Vera Cruz". Outra estava em "Clube da esquina": "Cais", "San Vicente", "Nada será como antes". E há as músicas de Lô Borges ("Nuvem cigana", "Para Lennon e McCartney"), que fica no palco quase todo o tempo ao lado do amigo. Os dois pretendem montar outro show juntos apenas para marcar os 40 anos do disco. Inéditas, só em 2013.

— Tenho feito letras. Mas, quando engrenar de vez, vou chamar Márcio, Fernando (Brant) e Ronaldo (Bastos). Estamos meio parados, mas não separados nem brigados — avisa ele, sobre seus parceiros frequentes.
As novas criações serão incluídas no livro que o jornalista Danilo Nuha está preparando com as cerca de 60 letras já escritas por Milton — "Pai grande", "Canção do sal" etc. O lançamento está previsto para outubro pela Casa da Palavra.

Em 5 de agosto, no Teatro Net Rio - Sala Tereza Rachel, estreará "Milton Nascimento — Nada será como antes", musical que Charles Möeller e Claudio Botelho acalentam fazer há cinco anos.
— Serão 50 canções, 12 atores, seis músicos e um roteiro que trata as canções como pequenas peças de teatro, ou blocos de canções como cenas. Não é uma biografia, mas uma visão teatral da obra dele desde "Travessia" — conta o mineiro Claudio, que ouviu Milton pela primeira vez aos 12 anos, cantando "O que será (À flor da pele)", ao lado de Chico Buarque, no disco "Geraes". — Aquela voz desatou algo em mim que realmente mudou a vida. Acho que quem ouve o Milton pela primeira vez é imediatamente transformado por ele.

Caixa abre edital para quatro programas de apoio a projetos culturais


A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (03) o Edital Cultural 2013: contendo o de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural, o de Apoio a Festivais de Teatro e Dança, o de Apoio ao Artesanato Brasileiro, e o de Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro.
O edital 2013 de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural selecionará projetos para a formação das pautas a serem realizadas no período de março de 2013 a fevereiro de 2014, nas unidades da CAIXA Cultural localizadas em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

3 bolsas de estudo para estudar na Alemanha


Confira três dicas de bolsa de estudos para os interessados em estudar graduação ou fazer pesquisas na Alemanha.
A Universia Brasil, maior rede ibero-americana de colaboração universitária presente em 23 países, reuniu um pacote com 3 bolsas de estudo para estudar na Alemanha. Entre as oportunidades encontram-se bolsas de graduação, pesquisa e intercâmbio de cientistas. Confira:
O DAAD oferece, em parceria com universidades alemãs selecionadas, o “Hochschulwinterkurs“, curso de alemão com duração de quatro a seis semanas, realizado nos meses de janeiro e fevereiro.
O curso, todo ministrado em alemão, é oferecido pelas universidades de Düsseldorf, Essen, Freiburg eLeipzig. O programa é destinado exclusivamente a estudantes universitários que possuam bons conhecimentos de alemão e que possuam excelente desempenho acadêmico. Podem se candidatar estudantes de graduação e de mestrado stricto sensu de todas as áras.
As inscrições vão até o dia 11 de junho de 2012 e devem ser feitas por meio do formulário de inscrições, disponível em inglês e em português. Os estudantes selecionados receberão benefícios como seguro saúde e uma bolsa de 2.625 euros.
Para participar o estudante deve ter nacionalidade brasileira ou residência permanente no Brasil, estar matriculado em universidade brasileira com 6º período concluído até o mês de dezembro anterior à viagem, CR igual ou superior a 8 e conhecimentos de alemão correspondentes ao nível intermediário B1 – para todas as carreiras – e B2 – para germanistas. Além disso, é necessária uma carta de motivação escrita em alemão.
Mais informações estão disponíveis no edital.
2) Intercâmbio de Cientistas
O DAAD oferece auxílio para cientistas brasileiros que estejam interessados em realizar estadias de pesquisa em universidades ou institutos de pesquisa alemães, por período de um a três meses. Para que o projeto seja aprovado, uma agência brasileira deve aprovar o pedido e custear a passagem aérea.
Em contrapartida a isso, o DAAD financiará a viagem de pesquisadores alemães convidados para uma pesquisa em universidades ou institutos de pesquisa no Brasil. Os parceiros brasileiros do DAAD são: CAPES, FAPESP, FAPERJ, FAPEMIG, FAPERGS, FACEPE, FAPESC.
As inscrições possuem fluxo contínuo, desde que sejam feitas com quatro meses de antecedência. Para participar é necessário que os interessados possuam doutorado e publicações em nível internacional, convite do pesquisador anfitrião e plano de trabalho. Os selecionados terão benefícios que incluem a passagem aérea (paga por agência brasileira) e ajuda de custo mensal igual a 1.990 euros.
ara se inscrever é preciso preencher o roteiro de inscrição para intercâmbio de cientista.

3) Bolsas IMU-EEP para pesquisa em matemática
A União Internacional de Matemática (IMU) e a Fundação Einstein Berlim estão oferecendo bolsas para doutorandos e pesquisadores da área de matemática. O objetivo do IMU Berlin Einstein Foundation Program (EEP) é aumentar a interação entre os jovens matemáticos de países em desenvolvimento com o intenso ambiente matemático de Berlin.

As candidaturas são contínuas, com seleção a cada três meses, e devem ser encaminhadas com pelo menos seis meses de antecedência. O comitê de seleção avalia os novos pedidos.
Os requisitos necessários para abrir uma solicitação de bolsa estão disponíveis no site. Mai informações podem ser obtidas por meio do e-mail imu-esb@math-berlin.de.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Processo seletivo para Regente da Orquestra Sinfônica da Unicamp



Processo seletivo para Regente da Orquestra Sinfônica da Unicamp
A QUEM POSSA INTERESSAR!
O PRAZO FOI PRORROGADO ATÉ O DIA 07 DE MAIO DE 2012,

O Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp - CIDDIC, está com inscrições abertas para Processo seletivo para Regente da Orquestra Sinfônica da Unicamp.
VEJA O EDITAL NO SITE DO CIDDIC.

Cantor sertanejo Tinoco morre aos 91 anos em São Paulo


Morreu, aos 91 anos, à 1h40 desta madrugada de sexta-feira, 4, no Hospital Municipal Doutor Ignácio Proença de Gouvêa, na Mooca, zona leste da capital paulista, o cantor sertanejo Tinoco, da dupla Tonico e Tinoco, que se desfez em 1994 com a morte de Tonico, seu irmão

Segundo José Carlos Perillo Perez, filho e empresário do cantor, o pai não vinha lutando contra alguma enfermidade considerada 'gravíssima' e passou mal na tarde de quinta-feira, quando foi internado no hospital, onde deu entrada com crise respiratória por volta das 15 horas. Os médicos afirmaram aos familiares, segundo estes, que, pelos sinais apresentados pelo cantor, ele havia sofrido um enfarte dois dias atrás, apesar de não ter sentido sintoma algum em casa. Antes de falecer, Tinoco teve duas paradas cardíacas no hospital, afirmaram os parentes.

Segundo José Carlos o pai estava relativamente bem. 'Inclusive na quarta-feira ele (Tinoco) gravou para o programa da Inezita Barroso lá no Teatro Franco Zampari, na Avenida Tiradentes. A apresentação vai ao ar no próximo dia 20', afirmou o filho do cantor. O velório de Tinoco terá início às 10 horas no Cemitério Quarta Parada, no bairro do Belém, na zona leste. O enterro está marcado para as 17 horas no Cemitério da Vila Alpina, também na zona leste.

João Salvador Perez, o Tonico, faleceu no dia 13 de agosto de 1994 ao cair da escada do prédio onde morava. O último show da Dupla Tonico & Tinoco foi na cidade mato-grossense de Juína, em 7 de agosto de 1994. Tinoco chegou a realizar mais de 30 apresentações contratadas anteriormente a morte do irmão.

Em 60 anos de carreira, Tonico e Tinoco realizaram cerca de mil gravações, divididas em 83 discos venderam mais de 150 milhões de cópias, realizando cerca de 40.000 apresentações em toda a carreira.

Festival de Campos do Jordão reduz número de bolsistas


A edição deste ano do Festival de Inverno de Campos do Jordão terá 115 bolsistas, número 25% menor do que a média dos últimos anos, 154. A nova direção optou também por cortar pela metade, de R$ 48 mil para R$ 24 mil, o prêmio Eleazar de Carvalho, dado a um aluno que se destacou durante o evento; e acabou com o curso de composição e com os prêmios Camargo Guarnieri (oferecido a jovens autores) e Ayrton Pinto (dados aos melhores de cada instrumento).
Em 2009, o festival contou com 156 jovens músicos; em 2010, foram 146; e, em 2011, 161. No ano passado, o prêmio Camargo Guarnieri rendeu R$ 15 mil ao vencedor e quatro bolsas de R$ 8 mil foram dadas aos vencedores do Ayrton Pinto. As informações sobre a edição deste ano, prevista para julho, constam do edital do festival, publicado no fim da semana passada no site do evento, que desde o início do ano passou a ser gerido pela Fundação Osesp e não mais pela Santa Marcelina Cultura, organização social contratada em 2009, durante a gestão do secretário João Sayad.
Ainda não foram divulgados os nomes dos professores e artistas convidados, assim como a Fundação Osesp preferiu não divulgar o orçamento do evento. Em entrevista concedida na sexta-feira, o novo secretário estadual de Cultura Marcelo Araujo afirmou, ao ser indagado sobre Campos do Jordão, que "este ano daremos prosseguimento a tudo aquilo que aconteceu nos anos anteriores". Procurada pela reportagem na manhã desta segunda, a Fundação Osesp informou "que a programação e demais detalhes serão divulgados na íntegra no próximo dia 30".
Ainda segundo o edital, a Orquestra Acadêmica, formada por bolsistas e alguns professores, fará três concertos, um por semana, durante o festival. No primeiro, será regida pelo maestro inglês Richard Armstrong; no segundo, pelo mexicano Giancarlo Guerrero; e, no terceiro, pela americana Marin Alsop - além de Alsop, regente titular do grupo desde o início do ano, os outros dois maestros estão programados também na temporada da Osesp. O edital prevê ainda a realização de concertos de música de câmara, dos quais participariam professores e alunos.
Nova Direção - Na semana passada, o festival anunciou o nome de Artur Nestrovski como diretor artístico do evento; Marcelo Lopes, diretor executivo da Osesp, assume o mesmo posto em Campos e o maestro e violinista Claudio Cruz, spalla da Osesp, fica responsável pela direção pedagógica e pela preparação e ensaios da Orquestra Acadêmica - Cruz regeu no ano passado o grupo e, desde o início de 2012, é o novo diretor da Sinfônica Jovem do Estado. Marin Alsop, que chegou a dar entrevistas como diretora artística do festival, alegou problemas de agenda e desistiu do cargo, ficando como "consultora artística", assim como seu regente associado, o maestro Celso Antunes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Estadão

Secretaria de Cultura prorroga prazo para inscrições de projetos em edital de ocupação do Teatro Santos Dumont


A Secretaria Municipal de Cultura (Secult) da Prefeitura de São Caetano do Sul e a Fundação das Artes, responsável pela agenda dos teatros municipais, prorrogam o período de cadastramento de espetáculos para a temporada 2012 do Teatro Santos Dumont, que compreende o período de 21 de junho a 21 de outubro de 2012.

O prazo, que se encerraria hoje, tem agora como data limite para inscrições de projetos, o dia 10 de maio.
Poderão se inscrever produções profissionais ou amadoras em teatro, dança, música, circo e cultura popular, para adultos e crianças.

Os projetos devem ser entregues na Fundação das Artes (Rua Visconde de Inhaúma, 730, Bairro Nova Gerty), de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
O objetivo é promover a difusão e a circulação das manifestações artísticas desenvolvidas em São Caetano e região.

O edital, com todas as informações necessárias para participação e a ficha de inscrição, estão disponíveis no portal www.saocaetanodosul.sp.gov.br e no site www.fascs.com.br. Mais informações pelo telefone 4238-3030.

Retratos faz homenagem a Pixinguinha, dia 6


No próximo domingo, 6 de Maio às 11h da manhã, os amantes da música instrumental brasileira poderão apreciar gratuitamente um recital em homenagem ao Dia Nacional do Choro com o Conjunto Retratos, formado pelos músicos Alex Mendes (bandolim), Paulo Gilberto (flauta), Cesar Ricardo (violão 7 cordas), Fernando Henrique (cavaquinho) e Donisete Fernandes (bandolim).

No repertório, o grupo apresenta choros de mestres da música brasileira como Pixinguinha, Valdir Azevedo, Garoto, Benedito Lacerda, Zequinha de Abreu, Luiz Americano, Joaquim Callado, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Radamés Gnattali, e Álvaro Sandim.
Basta chegar ao local com 20 minutos de antecedência e antes da apresentação, haverá o tradicional café da manhã oferecido gratuitamente ao público.

Serviço:
Domingo, 06 de Maio às 11h00
Centro Cultural do Jabaquara
Rua Arsênio Tavolieri n.º 45, Jabaquara (Próximo à estação Jabaquara do Metrô) - São Paulo/SP
Informações: (11) 5011-2421
Lugares: 250


Praça da Migração de Santa Bárbara recebe 2ª Feira do projeto “Andanças Culturais” da Fundação Romi

Alunos do NEI levarão atividades educativas a locais públicos da cidade ao longo desse ano

No próximo sábado, 5 de maio, a Praça da Migração, no Jardim Pérola, recebe a segunda feira do projeto “Andanças Culturais”, da Fundação Romi, das 8h às 11h. A iniciativa tem como objetivo divulgar o trabalho do NEI (Núcleo de Educação Integrada) para a comunidade através de atividades educativas e divertidas em praças públicas da cidade. A ação faz parte das comemorações dos 55 anos da Fundação Romi.
Durante a feira, cerca de 100 alunos do período da tarde do NEI aplicarão atividades criadas com base nos conteúdos trabalhados em sala de aula, elaboradas de forma a entreter e ensinar algo diferente aos visitantes. Para a edição de sábado, os grupos prepararam jogos de estratégia e raciocínio, mágicas, experiências, desafios e apresentações nas áreas de expressão corporal, música, artes, matemática, filosofia e inglês. Os alunos também farão uma homenagem ao artista Chico Anysio, através de uma escolinha divertida que vai mostrar os erros mais comuns da língua portuguesa.

Segundo a Coordenadora Pedagógica da Fundação Romi, Sueli Torres, o projeto é uma oportunidade para que os moradores de Santa Bárbara d´Oeste conheçam o trabalho que o NEI desenvolve, além de possibilitar aos alunos a chance de mostrar o que aprenderam. “Eles devem aproveitar a ocasião para aprender a se portar diante do público e trabalhar a desinibição”, explicou. Sueli ainda ressaltou que a Fundação Romi enviou convites e cartazes da feira aos alunos das escolas públicas do Jardim Pérola.
No dia 31 de março, a Praça Central recebeu a primeira feira do projeto, com atividades dos alunos do período da manhã do NEI. A ação acontece ao final de cada mês em espaços públicos de Santa Bárbara.

Projeto NEI
Criado em 1993, o Núcleo de Educação Integrada (NEI) da Fundação Romi, já atendeu mais de 2 mil alunos ao longo desses anos. Estudantes de 7ª e 8ª séries frequentam o programa em horário inverso ao da escola pública e desenvolvem atividades nas disciplinas de língua inglesa, artes, filosofia, ciências, música, temática interativa (português), LOGO (linguagem de informática voltada para a educação) e lógica matemática (com trabalho mais voltado para o desenvolvimento do raciocínio).

Serviço:
Projeto Andanças Culturais – Fundação Romi
Local: Praça da Migração – Jardim Pérola
Horário: das 8h às 11h
Entrada franca
Informações para a imprensa:
Tantas Comunicação
Ana Paula Angelini
Mtb/SP 66.790
Telefone: (19) 3405.6532/ 3405.7044
Celular: (19) 8821.0852
E-mail: anapaula@tantas.com.br
Juliana Freitas
Mtb/SP 31.805
Celular: (19) 9787.3460
E-mail: juliana@tantas.com.br

Instituto Moreira apresenta show com composições inéditas de Pixinguinha

 Pixinguinha
 No dia 23 de abril deste ano, Pixinguinha, um dos maiores compositores da música brasileira, completaria 115 anos de idade. Em comemoração à data, o Instituto Moreira Salles e a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo lançam o livro Pixinguinha -  Inéditas e redescobertas, com 20 partituras. No lançamento, os pianistas Benjamim Taubkin, Leandro Braga e Cristovão Bastos apresentarão todas as músicas inéditas com arranjos próprios e alguns clássicos, como "Carinhoso", "Naquele tempo” e “Ingênuo”. Os shows acontecerão no Rio de Janeiro, no dia 2 de maio, no IMS-RJ, às 20h, e em São Paulo, no dia 4 de maio, às 21h, no Teatro Fecap. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). No dia 5 de maio (sábado), os pianistas farão uma apresentação gratuita e aberta ao público no Teatro Fecap. O evento integra a programação da Virada Cultural.
Organizada por Bia Paes Leme, coordenadora do acervo de música do Instituto Moreira Salles, Pedro Aragão, bandolinista e regente, e Paulo Aragão, violonista e arranjador, a publicação reúne 20 partituras, dentre elas nove inéditas e outras 11 há muito tempo inacessíveis ao grande público. A série de partituras inéditas reflete períodos históricos e influências diversas da carreira musical de Pixinguinha (1897-1973), e pode ser dividida em diferentes conjuntos, segundo Pedro Aragão em seu texto de introdução ao livro. O primeiro, representado por composições que remetem à linguagem do choro do século XIX, foi produzido durante a juventude de Pixinguinha. No segundo conjunto, poderiam ser agrupadas músicas nas quais se nota a influência da efervescência cultural do Rio de Janeiro nas duas primeiras décadas do século XX, quando a então capital da República atraía populações de todas as partes do país e do mundo, reunindo influências musicais tão díspares como as da música nordestina e norte-americana. Um terceiro conjunto apresenta Pixinguinha em plena maturidade como compositor. São choros e valsas que facilmente poderiam ser enquadrados na categoria de clássicos por sua genial invenção melódica e coesão entre as partes.
Na categoria das redescobertas, foram encontradas joias musicais ignoradas até hoje que revelam facetas pouco conhecidas do compositor. Trata-se de uma seleção de músicas cujas edições, em sua maioria das décadas de 1940 e 1960, encontravam-se esgotadas há muito tempo. Muitas das edições também traziam erros frequentes de melodia e harmonia. A seleção traz choros, valsas, tangos e outros gêneros, cuidadosamente revisados e harmonizados.
Pixinguinha - Inéditas e redescobertas é fruto da catalogação e pesquisa do acervo de Pixinguinha, desde 2000 sob a guarda do IMS, além de outras coleções que igualmente guardam seus originais, como o acervo de Jacob do Bandolim, atualmente no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.
Pixinguinha – Inéditas e redescobertas é a segunda publicação do Instituto Moreira Salles e da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo a partir do Acervo Pixinguinha. Em 2010, foi lançado Pixinguinha na pauta, reunindo 36 arranjos do mestre para o programa de rádio O Pessoal da Velha Guarda, comandado por Almirante na década de 1940-1950. Com esta segunda publicação, o IMS e a Imprensa Oficial renovam sua parceria e seu compromisso com a difusão deste que é um dos mais importantes patrimônios musicais do país.
Show Pixinguinha - Inéditas e redescobertas

2 de maio (quarta-feira), às 20h – Rio de Janeiro

Instituto Moreira Salles
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400/ (21) 3206-2500
Ingressos à venda na recepção do IMS-RJ a partir de 24/4
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) - venda de ingressos é limitada a dois por pessoa

4 de maio (sexta-feira), às 21h – São Paulo

Teatro da Fecap
Av. Liberdade, nº 532, Liberdade
Ingressos à venda:
- Ingresso Rápido www.ingressorapido.com.br - a partir da semana anterior ao show;
- Na bilheteria do teatro, quinta (03) e sexta-feira (04), a partir das 14h.
(11) 4003-1212
R$30 (inteira) e R$15 (meia)

5 de maio (sábado), às 21h – São Paulo

Teatro da Fecap - SP
Av. Liberdade, nº 532, Liberdade
Entrada gratuita – VIRADA CULTURAL DE SÃO PAULO
Retirada de ingressos na bilheteria a partir das 19h

Inscrições abertas para bolsa em projeto de Repertório Coral


Estão abertas as inscrições para alunos da USP que queiram desenvolver atividades como bolsista no projeto "Repertório para coros iniciantes: cadernos de repertório Coral Comunicantus".

O projeto está em seu terceiro ano, sempre sob coordenação da Profa. Dra. Susana Cecília Igayara. Nesta edição, o foco é o repertório para coros iniciantes, tanto para coros infantis ou infanto-juvenis, como para coros adultos. O aluno deve conhecer as bases de um programas de edição de partituras,  podendo optar pelos softwares Finale ou Sibelius, ambos disponíveis no Comunicantus: Laboratório Coral.
Os interessados podem se inscrever diretamente no sistema Júpiter. Se quiserem mais esclarecimentos sobre o projeto, poderão procurar diretamente a professora ou mandar mensagem para comunicantus.usp@gmail.com. As inscrições vão até dia 15 de maio.

Benefício:

29 - Bolsa Aprender com Cultura e Extensão
Ano: 2012
Código do Projeto: 5535
Unidade: 27 : Escola de Comunicações e Artes
Coordenador do projeto: 2021713 - Susana Cecilia Almeida Igayara de Souza
Título
Repertório para coros iniciantes: cadernos de repertório coral comunicantus
Área de Extensão na qual o projeto se enquadra: Cultura
Área temática do projeto: Música
Grande Área: Lingüística, Letras e Artes
Área: Artes

Objetivo e descrição sumária

O projeto pretende organizar repertório musical para a atividade com coros iniciantes, com obras para coros infantis, juvenis e adultos. Este projeto vem suprir a falta de materiais para coros iniciantes, material sempre demandado por jovens regentes e professores. O caderno de repertório para coros iniciantes está ancorado nos princípios pedagógicos do Comunicantus: Laboratório Coral do CMU-ECA-USP, e na prática com coros comunitários dos últimos 10 anos. Os projetos de 2010 e 2011 tiveram por foco a editoração eleltrônica de arranjos dos alunos de graduação em música, voltados para o perfil de coros comunitários.

Ações e detalhamento das atividades
Seleção de materiais, com aproveitamento de repertório já utilizado nos coros mantidos no Comunicantus, resgatando as peças que cumpriram favoravelmente com a função de iniciação ao canto coral. Editoração eletrônica das partituras. Discussão de processos de aprendizagem das canções escolhidas. Informações adicionais sobre os textos, estilo e conceitos a serem trabalhados. Organização do material em um Caderno de Partituras.

Finalidade e relevância para a formação dos alunos envolvidos
O projeto envolve diferentes perfis de alunos, nos cursos de regência, canto, licenciatura em música, composição. A atividade coral é uma alternativa profissional real para os estudantes de música. Os alunos egressos têm assumindo funções como professores e regentes de grupos corais em diversos espaços educativos e culturais, e a experiência prática do comunicantus tem sido relevante para a profissionalização desses alunos. Apesar de terem tido contato com muitos materiais adequados aos coros iniciantes, até hoje não tivemos a oportunidade de organizar esse material em um caderno que pudesse ter uma divulgação mais ampla e uma apresentação mais detalhada. Os projetos anteriores de editoração de partituras para as atividades corais têm se mostrado muito relevantes na formação dos alunos, permitindo integrar os conhecimentos trabalhados nas diversas disciplinas. Diversos alunos se candidataram para as bolsas anteriores e muitos deles têm procurado o Comunicantus, interessados em um projeto como o que agora apresentamos.

Resultados esperados / Indicadores de acompanhamento
O Comunicantus: Laboratório Coral do CMU-ECA-USP completa 10 anos de atividades. Há uma forte demanda por materiais que sirvam para os estágios iniciais de um coro, em que estão sendo construídas as habilidades e competências dos coralistas. Este tipo de atividade têm crescido, inclusive com a perspectiva de uma maior inclusão das atividades musicais na escola. A produção de material de apoio, no entanto, ainda é pequena e pouco partilhada. Ao final do projeto, espera-se ter reunido um conjunto consistente e diversificado de repertório a ser trabalhado com grupos corais iniciantes. O acompanhamento do projeto será feito por um cronograma de metas e tarefas e por reuniões para avaliação qualitativa entre os participantes.

Número ideal de bolsistas para o projeto: 1
Número mínimo de bolsistas: 1

Público Alvo
Alunos de música interessados na atividade coral, jovens professores de música que trabalhem com o canto coletivo, regentes corais, professores de canto coral. Como público indireto: coralistas, educandos e interessados na prática do canto coral, a quem o caderno de partituras se destina.

Funarte divulga lista de compositores contemplados com encomendas


A Funarte, órgão do Ministério da Cultura responsável pela realização da Bienal de Música Brasileira Contemporânea, divulgou a lista dos quarenta compositores que serão contemplados com uma encomenda para a criação de uma obra original a ser estreada na Bienal de 2013. O processo mobilizou 60 compositores e sete regentes que indicaram cada um dez nomes, gerando um total de 670 respostas. A partir daí, foram considerados os compositores que receberam cinco ou mais indicações, o que deu um total de 43. “Como nossa previsão é de fazer 40 encomendas, os três compositores excedentes poderão ser beneficiados, caso haja desistências”, esclareceu o pesquisador Flavio Silva, da Funarte, coordenador do processo.
Veja abaixo a lista completa de compositores selecionados.
Agnaldo Ribeiro
Alexandre Schubert
Alfredo Barros
Aylton Escobar
Caio Senna
Edino Krieger
Eduardo Guimarães Álvares
Eli-Eri Moura
Ernani Aguiar
Fernando Cerqueira
Flô Menezes
Guilherme Bauer
H. Dawid Korenchendler
Harry Crowl
Jamary de Oliveira
João Guilherme Ripper
Jocy de Oliveira
Jorge Antunes
José Orlando Alves
Liduíno Pitombeira
Luiz Carlos Csekö
Marcos Lucas
Mario Ficarelli
Marisa Rezende
Marlos Nobre
Murillo Santos
Paulo Costa Lima
Pauxi Gentil-Nunes
Pedro Kröger
Raul do Valle
Ricardo Tacuchian
Roberto Victorio
Rodolfo Caesar
Rodrigo Cicchelli Velloso
Ronaldo Miranda
Silvio Ferraz
Tato Taborda
Tim Rescala
Vania Dantas Leite
Wellington Gomes

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Estudantes criam site com dicas de como cursar universidade nos EUA

Objetivo é incentivar brasileiros a participar mais dos processos seletivos. Site vai disponilizar simulados dos exames necessários na disputa de vagas.

Uma equipe formada por seis estudantes brasileiros criou o site www.estudarnoseua.com.br  com dicas sobre o processo que seleciona candidatos para as universidades americanas.

O projeto é ideia do estudante Anderson Ferminiano, de 17 anos, morador de São Paulo, que fará a programação do site ao lado de Henrique Dubugras, de 16. Ambos sonham em estudar na Universidade de Stanford, na Califórnia. O terceiro programador é o mineiro Matheus Marques, de 20 anos, que cursa ciência da computação na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
O conteúdo será produzido por outros três estudantes que neste ano foram admitidos por universidades americanas e por isso conhecem todo o processo de seleção. Gustavo Haddad Braga, de 17 anos, entrou em Harvard, MIT, Stanford, Yale e Princeton, e ainda não se decidiu em qual instituição irá se matricular. Bruno De Martino, de 17 anos, foi aceito em Stanford, University of Pennsylvania, Johns Hopkins, Duke e Dartmouth. O terceiro redator do site é Vinícius Cruz, de 17 anos, músico e tenista que foi aprovado em diversas universidades americanas com bolsa de atleta. Vinicíus optou por estudar engenharia em Pittsburgh.

O objetivo do site, segundo Anderson Ferminiano, é orientar os brasileiros que querem disputar vagas nos Estados Unidos, com informações sobre as universidades e os exames que compõem o processo seletivo. “Não é tão difícil conseguir uma vaga como as pessoas pensam. O maior limite é a falta de informação. Um aluno que passa no curso de medicina da USP entraria em Harvard tranquilamente”, afirma.

Em até duas semanas, nesta primeira versão do site, a intenção da equipe é oferecer um guia de estudos. Em junho, quando serão lançados os aplicativos para Android e iPhone, será possível encontrar simulados dos exames como Scholastic Assessment Test (SAT, Teste de Avaliação Escolar) e Test of English as a Foreign Language (Toefl), exigidos pelas universidades.
No segundo semestre do ano, Anderson vai fazer um curso de preparação ao SAT em São Francisco, nos Estados Unidos, e só voltará ao Brasil no fim do processo seletivo. O objetivo, segundo ele, é que o site continue com a ajuda de parceiros, mesmo após todos os colaboradores iniciarem os estudos e não estiverem mais no Brasil. “Não é um site que vai acabar”, diz.