sexta-feira, 18 de maio de 2012

Violinista escocesa Nicola Benedetti faz sua estreia brasileira no Municipal do Rio

Concerto acontece no dia 19/05 e faz parte da Temporada 2012 da Sala Cecília Meireles

Dando continuidade à temporada 2012, a Sala Cecília Meireles leva ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no próximo dia 19 de maio, a violinista escocesa Nicola Benedetti. Ela é considerada pela crítica, uma das mais instigantes e criativas violinistas da nova geração. A Sala Cecília Meireles é um espaço da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e sua temporada artística tem o patrocínio da Petrobras.
Abrindo a série "Concertos Internacionais", que neste ano, enfoca o violino, Nicola Benedetti irá se apresentar com seu trio. Ela tocará num violino "Earl Spencer Stradivarius" (c 1712), cortesia de Jonathan Moldes. "Nicola combina virtuosismo técnico, grande musicalidade, e gosto pela música de câmara, como o público carioca poderá constar no programa que ela apresentará no Theatro Municipal", adianta o diretor da Sala, João Guilherme Ripper.

Desde 2004, quando recebeu o prêmio "BBC Young Musician of the Year", Nicola tem se apresentado no mundo inteiro com gigantes da música clássica, como a London Philharmonic Orchestra, a Russian National Orchestra e a Toronto Symphony Orchestra.
Nicola Benedetti Trio:
Nicola Benedetti, violino
Leornard Elschenbroich, violoncelo
Alexei Grynyuk, piano

Programa:
R. Strauss (1864-1949)
Sonata para Violino e Piano, em Mi bemol maior, Op. 18
I. Allegro, ma non troppo * II. Improvisation: Andante cantabile * III. Finale: Andante - Allegro

J. Brahms (1833-1897)
Sonata número 2 para Violoncelo e Piano, em Fá maior, Op. 99
I. Allegro vivace * II. Adagio affettuoso * III. Allegro passionate * IV.Allegro molto

Intervalo
P. I. Tchaikovsky (1840-1893)
Trio para Piano, Violino e Violoncelo, em Lá menor, Op. 50
I. Pezzo elegíaco * II.(A) Tema con variazioni: Andante con moto (B) Variazione Finale e coda
Nicola Benetti Trio

Data: 19 de maio de 2012
Horário: 20h30
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano s/n° - Centro (Cinelândia) - RJ
Capacidade: 2.244 lugares
Informações: www.salaceciliameireles.com.br
Classificação livre

Ingressos:
Frisa e Camarote: R$ 480,00
Plateia e Balcão Nobre: R$ 80,00
Balcão Superior: R$ 50,00
Galeria: R$ 30,00
Vendas: Bilheteria do Theatro Municipal.
Pelo telefone: 4003-2330 e pelo site: www.ingresso.com
20% de desconto aos funcionários da Petrobras, clientes Claro Clube, associados da AASCM e assinantes O Globo.
Informações Sala Cecília Meireles: 2332-9223

Seleção de atores entre 5 e 19 anos para longa

A produtora Suze Bauer pede que os interessados num processo de seleção de um longa-metragem envie, com urgência, material. Abaixo, seguem os perfis desejados.

Meninos de 11 a  13 anos – todos os tipos, excelentes atores, e caso toquem algum instrumento, melhor ainda, mas se forem excelentes atores, não precisa tocar.
Meninos de 16/17 anos – todos os tipos que toquem violão
Meninos de 17/19 anos – todos os tipos, excelentes atores que pareçam ter 17 anos.
Meninos de 5 a 7 anos – extremamente extrovertido e  esperto, para protagonista.

ENVIAR FOTO E CURRÍCULO PARA suzebauer@yahoo.com.br


Inscrições de comunicações para Encontro de Musicologia Histórica abertas até 31 de maio

Para melhor visualização clique sobre a imagem

Estão abertas até 31 de maio as inscrições de comunicações para o IX Encontro de Musicologia Histórica (EMH), evento que será realizado entre os dias 20 e 22 de julho, dentro da programação do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, realizado pelo Centro Cultural Pró-Música/UFJF. O IX EMH reunirá pesquisadores convidados e inscritos, que apresentarão, respectivamente, trabalhos temáticos e comunicações ligados ao tema “Intertextualidades: Fronteiras entre o Sacro e o Profano na Música do Brasil Colonial e Imperial”.
A comissão responsável pela seleção das comunicações será constituída pelos pesquisadores/coordenadores do evento: Guilherme Goldberg, Luís Otávio Sousa Santos e Rodolfo Valverde. Nove trabalhos serão escolhidos a partir do cumprimento de três critérios: adequação ao tema do encontro, relevância do assunto abordado e clareza da proposta e da redação. A divulgação da relação de contemplados está prevista para o dia 20 de junho. Todas as comunicações apresentadas no IX EMH serão publicadas em livro do evento, editado pela UFJF. Outras informações estão disponíveis no site www.promusica.org.br.

CONTEMPLADOS NO PROJETO SESI MÚSICA 2012, ORQUESTRA METROPOLITANA, dirigida pelo maestro Rodrigo Vitta APRESENTA O CONCERTO “CORDAS RUSSAS”


Dia 27/05/2012 às 12:00 no Teatro Popular do SESI /SP
O Projeto SESI MÚSICA 2012  tem como objetivo formar pláteias e difundir a arte musical. Em sua sétima edição, mais de 50 municípios de São Paulo receberão a programação no circuito de teatros do SESI e em espaços conveniados. É um exemplo de que é possível promover cultura popular de qualidade e oferecer a possibilidade de se adquirir conhecimento e familiaridade com as artes em todas as suas formas.
A série apresenta a música clássica nas mais diversas formações e neste ano de 2012 serão mais de 800 apresentações, com público estimado de 90 mil pessoas.
Além de outros grupos, foi contemplada a ORQUESTRA METROPOLITANA dirigida pelo maestro RODRIGO VITTA que trará ao público nos concertos “CORDAS RUSSAS” uma das mais importantes músicas do mundo, a música da Rússia que produziu obras e nomes entre os mais importantes da cultura universal há pelo menos 200 anos.

No Programa:
- O Voo do Besouro
Rimsky Korsakov (1844 - 1908)
- Elegy para cordas
Peter Tchaikovsky (1840 - 1893)

- Chanson Triste
Vasily Kalinnikov (1866 - 1901)
- Serenata para cordas
Peter Tchaikovsky (1840 - 1893)
A estréia dos concertos “CORDAS RUSSAS” será no dia 27 de maio de 2012 no Teatro Popular do SESI em São Paulo às 12 horas com entrada franca.
Os demais concertos serão:
01/07 - 19:00 - São José dos Campos  - Teatro Popular do SESI
20/07 - 20:00 - São Bernardo- Teatro Popular do SESI
27/07 - 20:00 – Sto André- Teatro Popular do SESI
30/09 - 17:00 - Mogidas Cruzes - Teatro Popular do SESI

5 mil bolsas para estudar em 8 países diferentes


São 5.830 bolsas para estudar em países como Austrália, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Holanda, Inglaterra e Portugal
Quem estiver interessado em estudar ciência e tecnologia no exterior contará com a ajuda de 5.830 bolsas. As inscrições devem ser feitas entre 21 de março e 30 de abril no Programa Ciência sem Fronteiras. O estudante poderá escolher entre 7 países: Austrália, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Holanda, Inglaterra e Portugal.
Na Inglaterra, há oportunidade de bolsas para interessados em doutorado. As Universidades de Nottingham e Birminghan oferecem 20 vagas para doutorado plenao e 10 para o doutorado sanduíche. As inscrições da Inglaterra, particularmente, devem ser feitas até 26 de abril.
As bolsas podem chegar a até 12 meses de estudos e, para participarem, os candidatos devem ter desempenho acadêmico satisfatório e ter cursado entre 20% e 90% do curso o qual estuda. Consulte os editais na página do Ciência sem Fronteiras. As bolsas serão para graduação, pós-graduação e doutorado.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Theatro São Pedro – Audições para formação de Coro

Theatro São Pedro

Estão abertas as inscrições para cantores líricos interessados em integrar o coro da ópera L’Elisir d’Amore, de Gaetano Donizetti . São 24 (vinte e quatro) vagas divididas em:

- 6 (seis) vagas para Sopranos
- 6 (seis) vagas para Mezzo-sopranos ou Contraltos
- 4 (quatro) vagas para Tenores I
- 4 (quatro) vagas para Tenores II ou Barítonos agudos
- 4 (quatro) vagas para Baixos ou Barítonos graves

As inscrições podem ser feitas através do email audicao@theatrosaopedro.org.br de 16 a 19 de maio de 2012, através do envio da ficha de inscrição disponibilizada no site  http://www.pensarte.org.br  devidamente preenchida.
Exigências para a Seleção
Para esta seleção, o cantor deverá:
- Cantar uma ária ou canção em italiano de livre escolha sendo que a produção do Theatro São Pedro fornecerá o pianista acompanhador (é necessário entregar uma cópia da partitura no primeiro dia de seleção);
- Preparar os seguintes trechos corais da ópera L’Elisir d’Amore (A partitura com estes trechos está disponível no link: www.pensarte.org.br/audicoes):

a) Início do Primeiro Ato – Coro d’introduzione – “Bel conforto al mietitore”
b) Trecho do Primeiro Ato – Coro – “Che vuol dire cotesta suonata?”
c) Início do Segundo Ato – Coro d’introduzione – “Cantiamo, facciam brindisi”

Atenção: Os trechos corais da partitura de Donizetti estão escritos em 3 pentagramas sendo que:
- Sopranos leem a nota mais aguda da 1ª linha;
- Mezzo-sopranos e Contraltos leem a nota mais grave da 1ª linha;
- Tenores I leem a nota mais aguda da 2ª linha;
- Tenores II e Barítonos agudos leem a nota mais grave da 2ª Linha;
- Baixos e Barítonos graves leem a 3ª linha.

A Seleção

A seleção dos cantores será realizada nos dias 21, 22 e 23 de maio de 2012. A Banca Examinadora será composta pelo Regente Titular da Orquestra, Emiliano Patarra, pelo Diretor Cênico da ópera, Walter Neiva e pelo Regente do Coro, Nibaldo Araneda. É aconselhável comparecer à Seleção em trajes confortáveis para possíveis dinâmicas cênicas.
Primeira Fase de Seleção no dia 21 de maio de 2012: Está fase será eliminatória, onde todos os cantores do mesmo naipe participarão JUNTOS de um ensaio dos trechos da ópera citados acima. Durante este ensaio os cantores serão ouvidos em conjunto, em pequenas formações e, se a Banca Examinadora achar necessário, individualmente.
Os horários da Primeira Fase de Seleção no dia 21 de maio de 2012 são:
- 14h às 15h – Sopranos
- 15h às 16h – Mezzo-sopranos ou Contraltos
- 16h às 16h40 – Tenores I
- 16h40 às 17h20 – Tenores II ou Barítonos agudos
- 17h20 às 18h – Baixos e Barítonos graves
A lista dos aprovados para a Segunda Fase de Seleção será divulgada logo após o término do ensaio do respectivo naipe. O candidato aprovado deverá deixar uma cópia da partitura que executará na Segunda Fase de Seleção e será informado do horário que deverá comparecer (entre as 14h e 18h do dia 22 de maio de 2012).
Segunda Fase de Seleção no dia 22 de maio de 2012: Esta fase será eliminatória, na qual o cantor passará por uma entrevista individual e apresentará a ária ou canção escolhida acompanhado pelo pianista disponibilizado pela produção. O horário de cada entrevista será definido no dia anterior. A lista de aprovados para a Terceira Fase de Seleção estará disponível no site do Instituto Pensarte, www.pensarte.org.br/audicoes e no Theatro São Pedro a partir das 9h.
Terceira Fase de Seleção no dia 23 de maio de 2012 (das 14h às 16h): Esta fase definirá o elenco final de integrantes do coro. Todos os cantores aprovados na Segunda Fase participarão de um ensaio conjunto dos trechos da ópera citados acima. Durante este ensaio os cantores serão ouvidos em conjunto, em pequenas formações e, se a Banca Examinadora achar necessário, individualmente.

O Resultado Final com a lista dos 24 cantores aprovados para o coro da ópera L’Elisir d”Amore será divulgado no máximo 30 minutos após o término desta fase.
Atenção: Haverá uma reunião com todos os aprovados da Segunda Fase no próprio dia 23 de maio de 2012 das 16h30 às 17h30 para a apresentação do projeto.

Observação: Atraso ou falta do candidato no horário definido para o seu naipe em qualquer uma das etapas da seleção acarretará na automática desclassificação do candidato.
A agenda completa de ensaios e récitas também está disponível no site www.pensarte.org.br

Voz e técnica de Alexander com Joelle Colombani (França)

Joelle Colombani

Uma oficina de dois dias para descobrir e desenvolver as vozes à partir dos princípios da técnica de Alexander.
Para atores, cantores e interessados em descobrir suas vozes e suas possibilidades.
O que é a Técnica Alexander?
A Técnica Alexander é um método educacional criado para trazer mais conforto e bem-estar às nossas atividades cotidianas. A base do método é o aprimoramento do que o seu criador, o ator Frederick Matthias Alexander (1869-1955), denominou "uso de si mesmo". O objetivo de Alexander era que, com a aplicação da técnica, o nosso corpo se livrasse de tensões desnecessárias e ganhasse harmonia e vitalidade. A Técnica Alexander tem sido aplicada com enorme sucesso em diversos países do mundo.
O que fazemos?
Aquecimento corporal : tomada de consciência do corpo, ir ao encontro dos músculos e da ossatura, tocar os pontos esquecidos, tomar consciência de seus hábitos corporais e dar inicio a uma melhor coordenação para ter mais liberdade e para explorar as relações corpo e voz, o corpo é instrumento da voz.
Jogos vocais e corporais para explorar as vozes para cantar, gritar, rir, falar, ler...  descobriremos juntos:
        Em função do que eu “faço” com meu corpo, tomo consciência do que acontece em minha voz.
-         Exploro a voz em todas as dimensões sonoras.
-         Exploro a relação entre corpo e voz.
-         Escuto os outros, os corpos e as vozes dos outros.
-         Imito
-         Exploro a voz falada
-         Encontro o prazer de brincar com as palavras, os sons e as musicalidades das palavras.
Este trabalho se destina a todas pessoas que desejem abrir estes campos de expressão para o desenvolvimento pessoal, para uma melhor fluidez em suas atividades profissionais e de lazer e para encontrar a confiança em si mesmos através de uma experiência prazerosa e reveladora.
Duração: 12 horas dividas em dois dias de atividades.

A professora Joelle Colombani http://www.penserenactivite.fr/br/
Professora da Técnica Alexander desde 2003 para um público variado - principalmente cantores, músicos e bailarinos e também professores e estudantes de colégios e universidades, com diploma da Técnica Alexander - ETAPP - França. Membro da associação Francesa e Brasileira da Técnica Alexander – APTA e ABTA e do Penser en Activité (França - Brasil). Criadora, performer e cantora em atividade atualmente na Salle de Musiques Actuelles na Bretanha, França. "Comédienne vocaliste" desde 1976 e pedagoga da voz "parlée-chantée" e do movimento, formada em canto lirico e voz “em todos seus estados” pelo Roy Hart Theatre (Lyon).

LIVROS RECOMENDADOS EM PORTUGUÊS :
O USO DE SI MESMO
F.M. Alexander, Ed. Martins Fontes
A RESSUREIÇÃO DO CORPO
F.M. Alexander, Ed. Martins Fontes
O APRENDIZADO DO CORPO
Michael Gelb, Ed. Martins Fontes
MENTE E CORPO - TÉCNICA ALEXANDER
Richard Brennan, Editora Madras
TÉCNICA DE ALEXANDER: Postura, Equilíbrio e Movimento
Regina Vieira, Editora Terceiro Nome
Canto da Voz
11.2341.0089
www.cantodavoz.blogspot.com.br

Um mergulho na rica cultura cigana


Exposição de fotografias revela cotidiano de comunidade cigana e desperta a curiosidade sobre a cultura dos povos nômades. Aproveite a oportunidade para mergulhar de cabeça nessa rica cultura, com nossas sugestões de livros, músicas e filmes.

As fotografias que compõem a mostra Barraca Cigana, em cartaz no Museu da Casa Brasileira (São Paulo),  trazem um olhar revelador sobre o cotidiano e a vida de uma comunidade de ciganos calón* do interior do estado de São Paulo. Essa exposição está inserida no projeto Casas do Brasil, iniciado no museu em 2006, e que busca fazer um registro dos diferentes jeitos de morar espalhados pelo país.
Com um olhar extremamente sensível, a fotógrafa e pesquisadora Luciana Sampaio traz para o público o mundo colorido dos ciganos. Em 83 imagens e 4 vídeos, é possível visualizar como essa comunidade se organiza fora dos padrões comuns.

O foco está justamente nessa organização, em que a casa, mesmo sendo itinerante, tem um papel crucial. A barraca é o microcosmo do cigano, e as regras nela estabelecidas provam todo um código particular desse povo. Os ciganos calón valorizam muito o interior da barraca, e por isso ela deve estar sempre limpa, e a ideia de manter uma lixeira dentro de casa, por exemplo, é inadmissível para um cigano. Já o exterior é o local das impurezas, daí o acúmulo de lixo nos arredores do acampamento, como se pode perceber nas imagens de Luciana.
Outro aspecto curioso presente nas fotografias é a família. O dia-a-dia do cigano é todo dedicado ao convívio familiar — daí também a importância da barraca. As mulheres são responsáveis por manter o local em ordem e cuidar das crianças, enquanto os homens cuidam dos negócios.

A união das famílias aparece nas imagens que relatam os preparativos para um casamento, onde toda a comunidade participa ativamente. Em meio ao colorido dos vestidos das mulheres e dos tecidos que ornam as barracas, é possível perceber o quanto esse povo valoriza o matrimônio, tanto pelo seu caráter social (é o nascimento de mais uma célula familiar na comunidade) como pelo seu caráter religioso.
Trata-se de um mundo completamente diferente do que estamos acostumados. Uma casa a céu aberto, uma vida ao ar livre. Deve-se olhar essas imagens sem preconceito, já que nossa visão de mundo é muito asséptica, polida, regrada. É preciso enxergar a riqueza dessas culturas sem o verniz social, sem o filtro higienizador da nossa cultura ocidental que se assume tão superior às outras.

Sem esse filtro, fica fácil entender a alegria presente nas imagens que mostram um grupo de mulheres e crianças tomando banho de mar. Esse despojamento, esse senso de liberdade e essa sensibilidade ao mundo é de fazer inveja.
Além das fotografias e vídeos, o público pode ter contato com essa cultura através de uma autêntica barraca cigana montada no jardim do museu. Construída por um casal de ciganos calón, a barraca tem tudo que uma casa precisa: cama, fogão, televisão e máquina de lavar. Metros de tecido paetê prateado e renda cor-de-rosa decoram a barraca, deixando-a alegre e pouco convencional.

A maioria de nós, gajões (como os ciganos chamam os não-nômades), tem uma imagem negativa do povo cigano: de trapaceiros, espertos, e pouco confiáveis. Talvez, esse tipo de julgamento venha do fato de serem um povo que não finca raízes e que vive sob as próprias leis, por assim dizer.
Contudo, essa ideia de viver ao sabor do vento por vezes chega a ser mais sedutora do que assustadora, cá entre nós. O cigano carrega suas raízes pela estrada, junto de si: o amor pela família e pela vida andarilha são sua essência. Nos lugares do mundo onde há povos nômades sua cultura é rica e diversificada, composta por uma verdadeira colagem cultural.

Serviço
Casas do Brasil – Barraca Cigana
Até 3 de junho de 2012
Museu da Casa Brasileira
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 – Jardim Paulista
De terça a domingo, 10h às 18h
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia) | Entrada gratuito aos domingos e feriados




Temporada 2012 Concertos Tribanco Uberlândia - pianista Ching-Yun Hu (Taiwan)

Temporada 2012 Concertos Tribanco Uberlândia - pianista Ching-Yun Hu (Taiwan)

Ching-Yun Hu
Recital de Piano Solo
Dia 18/05/2012 – 20 H.
Local: Teatro Rondon Pacheco
Rua Santos Dumont, 517
Ingresso: 01 quilo de alimento não perecível
ou 01 litro de leite longa vida UHT

Ching-Yun venceu o "Concert Artist Guild International Competition" tocando no Merkin Concert Hall in New York City em outubro de 2009. Em 2008 venceu o prêmio máximo concedido no Arthur Rubinstein International Piano Master Competition em Tel Aviv, onde também recebeu o Prêmio de Favorita do Público. Em 2007, recebeu a Medalha de Ouro no "World Piano Competition" de Cincinatti, EUA.
Recentemente substituiu Helene Grimaud em concerto com a Orquestra Filarmônica de Israel, interpretando o Concerto nº 1 de Beethoven. Suas apresentações têm sido transmitidas pela MEZZO TV para 38 países do mundo e em rádios internacionais.
Ela tem se apresentado nos mais importantes centros de música mundiais, incluindo Carnegie Hall, Lincoln Center, Kennedy Center e Concertgebouw, e fez sua estréia com a Orquestra de Filadélfia aos 17 anos. Na temporada de 2008 – 2009, debutou com a Orquestra Sinfônica Nacional de Taiwan e a Orquestra Sinfônica de Israel, interpretando o Concerto No. 2 de Rachmaninoff e o Concerto nº 3 de Prokofiev e apresentou recitais no Wigmore Hall em Londres, Festival Klavier-Ruhr, Festival Chopin em Duszniki -Dzroj, Polônia, Tel Aviv Opera House, Auditório Filarmônico Rubinstein em Lodz, Auditório Nacional em Taipei, festivais nos EUA, Espanha, França, turnês de concertos no Reino Unido, Israel, Taiwan, levando sua música até Moçambique, África

Coro Vox Anima Convida

Para melhor visualização clique sobre a imagem

CORAL CULTURAINGLESA CONVIDA

Centro Brasileiro Britânico


CORAL CULTURAINGLESA

Regente e Diretor Artístico: Marcos Júlio Sergl
Regente Assistente: André Guimarães
Orientação Vocal: Miriam Farina
Pianista: Leandro Roverso

 19 de maio de 2012, sábado às 16h30

Grupo Socorrista Maria de Magdala
Local: Rua Iquiririm, 316, 1º andar
Entrada: 1Kg de alimento

 Repertório

O Beatum et Sacrosanctum Diem – Peter Philips
Oração Para Aviadores – Osvaldo Lacerda
Psalm 100 – Ernst Mahle
Salmo 149 - Ernani Aguiar
Muié Rendêra – Marlos Nobre
Swingin’ With The Saints – Spiritual/ Arr. Mark Hayes
Obey The Spirit of The Lord – Spiritual/ Arr. Robert De Cormier

26 de maio de 2012, sábado às 20h

16º Cultura Inglesa Festival
Centro Brasileiro Britânico
Rua Ferreira de Araujo, 741, Auditório, Térreo,
Pinheiros São Paulo
Entrada Franca

Solistas
Baixo: Jan Szot
Tenor: Victor Vieira Filho
Soprano: Miriam Farina

Repertório
Hodie! - John Leavitt
Psalm 100 - Ernst Mahle
London Underground - Gilberto Mendes
Oração Para Aviadores - Osvaldo Lacerda
Salmo 149 - Ernani Aguiar
Swingin’ With The Saints – Spiritual/ Arr. Mark Hayes
Obey The Spirit of The Lord – Spiritual/ Arr. Robert De Cormier
A Celebration of Joy - Ronaldo Miranda
Salmo 150 - Villani Côrtes

 Coral CulturaInglesa
Contato: Fernanda Tonoli
coral@culturainglesasp.com.br
www.coralculturainglesa.wordpress.com
(11) 3039-0575/ 7623-2028

Concerto da OSBA celebra Centenário de Jorge Amado

Jorge Amado


Em um concerto comemorativo ao centenário de nascimento do autor baiano Jorge Amado, a OSBA, sob regência de Carlos Prazeres, estreia mundialmente “Viagem de Gabriela”, uma peça encomendada especialmente para a data ao compositor André Mehmari. Fazem participação nesta obra a soprano Carla Cottini e o ator Caco Monteiro como narrador. O concerto terá a participação ainda do violinista russo Ilya Kaler, que executará Concerto para violino e orquestra em Ré maior, Op.35, de Tchaikovsky.

O programa inclui “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, de Guerra-Peixe, que contou, na sua primeira execução em 27 de abril de 1994, feita pela OSBA, as presenças do escritor Jorge Amado, Zélia Gattai e o artista plástico Carybé na plateia.

Data: 24/05/2012
Horário: 20:00
Valor: R$ 20,00 (inteira)

A Segunda Guerra vista por Lasar Segall

Lasar Segall

Lasar Segall (1891-1957) concebe uma série de 75 desenhos provocados pela Segunda Guerra Mundial. Diante da barbárie nazista, o artista reage. Aqui, a melhor chave é a proposta por Gilda de Mello e Souza, quando se refere à arte de Segall como "apolínea". Por sua formação, o artista brota do clima expressionista alemão --do mesmo modo que Otto Dix (1891-1969). Mas conservou, como característica própria, o sentido da composição clara, organizada, em que a simplificação das formas lhes confere um formidável poder impositivo. Usando a palavra com cautela, não é impróprio mencionar um espírito clássico a seu respeito.
Esse classicismo aqui evocado, além dos princípios de clareza, equilíbrio e construção, acresce-se de outro. Segall possui uma característica fundamental própria à tradição das artes greco-itálicas: o corpo é o essencial, e o essencial é o corpo. A paisagem, quando existe, é acessória.

O artista explora a luminosidade da página branca, traçando sobre elas sinais que designam o sofrimento de mulheres e homens.
Vejamos a primeira folha, que contém as duas datas. Os algarismos, à direita, são grandes, bem desenhados (foram inicialmente traçados a lápis), num tom de vermelho nada vivo, nada sanguíneo.
É antes terracota, o que põe esses números em sintonia com o fundo da figura lateral, uma parede avermelhada em forma de trapézio, à esquerda. Sobre ela, uma figura feminina suspensa, com os braços amarrados no alto, os seios expostos, a expressão dolorosa.

VIOLÊNCIA
Parece-me que a violência tremenda criada por Segall nem é descritiva, como a de Jacques Callot (Segall nunca foi um criador de espírito realista), nem possui a genial teatralidade como a de Goya (1746-1828), nem inventa um mundo fantasmagórico, como o de Dix. É fruto de uma exasperação contraditória.
As poderosas forças construtoras do artista, a organização arquitetural das composições acirram-se em contraste com as tensões criadas pela evidência maior de cada efeito. O artista não trabalha por impulso sem controle.
Graças às intenções perfeitamente dominadas, os cabelos em desordem, a face dolorosa, os seios caídos da mulher torturada dessa primeira imagem impõem-se com evidência. Surgem com força significante infinitamente maior do que se dissolvidos num conjunto criado por pulsões numerosas e sem cálculo.
Segall concentra, economiza, constrói: com isso, cria uma relação direta, única, singular, com o que representa, e ao mesmo tempo dilata sua concepção, tornando-a universal.

JORGE COLI

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Concerto apresenta músicas francesas


Hoje, 16 e quinta, 17, a Capela Santa Maria apresenta o concerto Parle, chante, rêve et soupire… A canção francesa para voz e harpa. O show conta com a presença da soprano Marília Vargas e a harpista Ângela Duarte que apresentam um repertório pouco executado. São raros os concertos e as gravações dessas canções francesas com harpa, pela dificuldade de se reunir um duo tão sofisticado.

Marília Vargas e Ângela Duarte, já parceiras em outros projetos musicais e ambas com grande afinidade com a França e a cultura francesa, escolheram para este programa obras dos séculos 19 e 20. A partir do século 19, a canção francesa foi estimulada em grande parte pela qualidade da poesia, incentivando os compositores a transformar em música os versos da literatura francesa.
No concerto, o duo apresenta também canções de Henri Duparc, André Caplet, Francis Poulenc, Léo Delibes e Maurice Ravel. Além das apresentações, as artistas fazem um ensaio aberto nesta terça-feira (15), às 15h.

Serviço
“Parle, chante, rêve et soupire… A canção francesa para voz e harpa” – Música de câmara com Marília Vargas (canto) e Ângela Duarte (harpa)
Data: 16 e 17/05/2012
Horário: às 20h
Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)
Ingressos: R$ 20 (inteiro) e R$ 10 (meia)
Informações: (41) 3321-2840


Obras inéditas de Aleijadinho vão viajar pelo País

Antônio Francisco Lisboa - ALEIJADINHO

Depois de serem mostradas em São Paulo, seis esculturas atribuídas ao mestre do barroco brasileiro Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, vão viajar pelo Brasil. As imagens de santos católicos, até então inéditas, ficaram expostas até terça no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) do Exército, na capital paulista.
Segundo o pesquisador Marcelo Coimbra, de Itu, que descobriu as imagens, o Exército abriu as portas dos quartéis para receber o acervo. "Estamos acertando a próxima exposição em Brasília e depois vamos a outras capitais. A exposição será itinerante." Coimbra é coautor do catálogo das obras de Aleijadinho e descobriu as seis peças inéditas em poder de antiquários e colecionadores mineiros.
Ele ainda aguarda os laudos que confirmam a autoria, mas já obteve do perito a certeza de que são do mestre do barroco. As seis peças não constam do mais recente inventário das obras de Aleijadinho, lançado no ano passado pelos historiadores mineiros Márcio Jardim e Herbert Sardinha Pinto, em coautoria com o pesquisador ituano. O Catálogo Geral da Obra de Aleijadinho registra 486 esculturas.

As seis peças novas estão ao lado de outras 42 obras da exposição já com autoria atribuída ao mestre. Uma das mais expressivas, um São José de presépio, é muito parecida com a do apóstolo Tiago do quadro da Santa Ceia de Aleijadinho existente em Congonhas (MG), segundo Coimbra. "O Senhor dos Passos, que também é inédito, lembra a escultura de Congonhas, que está no catálogo." Esculturas pequenas de Nossa Senhora da Conceição, São Manoel e Santo Antônio completam o conjunto de novas imagens sacras de Aleijadinho, uma vez que a sexta obra é de um tocheiro, usado nas igrejas antigas. "São todas da fase intermediária do artista, esculpidas por volta de 1780", disse Coimbra.

Orquestra de Toulouse se apresenta em São Paulo

Maestro Tugan Sokhiev fala sobre os espetáculos que serão realizados hoje e amanhã na cidade

A certa altura, o piano deixou de ser suficiente para Tugan Sokhiev. E, aos 15 anos, ele tomou uma decisão - seria maestro. "A riqueza sonora da orquestra me fascinou de tal forma que me limitar a um só instrumento parecia pouco", conta. Nascido na Ossétia do Norte, ele, hoje com 33 anos, é um dos mais celebrados regentes da nova geração. Desde 2005, está à frente da Orquestra Nacional do Capitólio de Toulouse, com quem se apresenta hoje e amanhã na Sala São Paulo, pela temporada da Sociedade de Cultura Artística; e, em setembro, assume o posto de diretor artístico e regente titular da Sinfônica Alemã de Berlim que, coincidentemente, também está no Brasil, fazendo concertos na Sala São Paulo, sob a regência de Vladimir Ashkenazy. Hoje, Sokhiev rege Debussy (L'Après-midi d'Un Faune), Ravel (Concerto em Sol, com solos de Bertrand Chamayou) e Berlioz (Sinfonia Fantástica); amanhã, interpreta Mussorgsky (Abertura de Kovantchina e Quadros de Uma Exposição) e Listz (Concerto n.º 1, novamente com Chamayou). Sobre as obras e as influências em sua carreira, Sokhiev concedeu ontem entrevista ao Estado.
O senhor rege dois programas em São Paulo, um de música francesa e o outro, russa. Seriam essas as especialidades tanto da orquestra quanto do senhor?

Este grupo se mostra bastante à vontade no repertório francês, tem sido a base do trabalho deles há muito tempo. Mas, claro, estamos falando de obras que não são só importantes para a França. O concerto de Ravel está entre os mais belos já escritos, assim como não dá para falar do repertório sinfônico sem levar em consideração a Fantástica de Berlioz. Mas não quis sugerir a ideia de ser esta a única música que eles sabem tocar bem, daí a combinação de Liszt com Mussorgsky no segundo programa. Parte do meu trabalho em Toulouse é justamente apostar na ampliação do repertório.
Além do posto em Toulouse, o senhor assume em setembro a Sinfônica Alemã de Berlim. Qual é hoje a função do regente titular ou diretor artístico? Como ela se modificou nos últimos 50 anos?

A principal função sempre foi e continuará sendo desenvolver a sonoridade da orquestra, processo que nunca pode ser interrompido. E isso se faz trabalhando o som e o repertório. Mas algo mudou nas últimas décadas: a relação da orquestra, do maestro, com o público. Na Europa, as plateias estão envelhecendo e é preciso ter em mente que sua função como regente não pode se limitar a fazer música. É preciso atrair um novo público, assumir o papel de mediador entre a música clássica e as pessoas. E isso se faz apostando em concertos didáticos que mostrem ao jovem que esse universo também é dele, que há algo aqui com que ele também pode se relacionar. É o que tenho feito na França, é o que vou fazer em Berlim.
O senhor começou na música pelo piano. Em que momento decidiu se dedicar à regência?

Comecei a estudar piano aos 7, mas na adolescência o contato com a orquestra mexeu muito comigo. Enquanto ouvia aquele som maravilhoso, me dava conta de que um instrumento era pouco. Ali soube que meu futuro seria como maestro.
O senhor estudou com professores lendários: Anatoly Briskin, Ilya Musin e Yuri Temirkanov. Que lição que guarda deles?

Tive sorte de conhecer pessoas tão especiais tão cedo em minha vida. Ainda que fossem músicos diferentes, havia algo em comum em todos, que me marcou bastante: a importância de se dedicar a todo instante ao aperfeiçoamento da técnica e da interpretação, assumindo compromisso com a música. E também vi neles uma combinação rara entre a humildade que se deve ter perante a obra a ser interpretada e a clara percepção do poder que se tem em mãos ao reger uma orquestra.
A ópera sempre fez parte de sua vida. Este repertório foi acidental?

É curioso: a ópera apareceu na minha vida quando me mudei para São Petersburgo. Antes, meu interesse era só sinfônico. Lá, comecei a acompanhar os ensaios de Valery Gergiev no Teatro Mariinsky. E não só me apaixonei pela ópera, pelo trabalho com os cantores, como me dei conta da importância, mesmo para uma orquestra que não esteja vinculada a um teatro lírico, de fazer óperas, linguagem que ajuda no desenvolvimento da sonoridade de qualquer conjunto.

OSUSP apresenta Concerto “Grandes Quadros” dia 19 de maio na sala São Paulo


A OSUSP, Orquestra Sinfônica da USP, sob a regência do Maestro Marcelo Lehninger, apresenta, no dia 19 de maio, sábado, às 21h, na Sala São Paulo, obras dos compositores Franz Joseph Haydn, Ludwig Van Beethoven e Modest Mussorgsky. A pianista Sonia Goulart, que é mãe do maestro convidado, fará uma participação como solista na peça de Beethoven.
No dia 18de maio, às 12h30, haverá um ensaio aberto, com entrada franca, no Teatro do Colégio Santa Cruz, localizado na Rua Orobó, 277 – Alto de Pinheiros.
Informações: Sala São Paulo – (1500 lugares)

Praça Júlio Prestes, s/ nº. Tel.: 11 3223 3966     
Ingressos de R$ 12 a R$ 60 (inteira)

Compra de ingressos:
Ingresso Rápido: www.ingressorapido.com.br - Fone: 11 4003 1212     

Funcionários da USP, aposentados, estudantes e docentes têm direito ao desconto de 50%, mediante apresentação de documento que comprove tais condições. 
OSUSP – Orquestra Sinfônica da USP
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terça-feira, 15 de maio de 2012

BR6 convida


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Clássicos no Parque | Praça Floriano Peixoto BH MG


Filarmônica executa obras de Verdi, Villa-Lobos, Paul Dukas, Piazzolla, Tchaikovsky e John Williams em concerto na Praça Floriano Peixoto com regência de Marcos Arakaki. Entrada franca!

Marcos Arakaki, regente

VERDI | Aïda: Marcha Triunfal

 VILLA-LOBOS | Melodia Sentimental

 DUKAS | Aprendiz de feiticeiro

 PIAZZOLLA | La muerte del angel

 J. WILLIAMS | Os Caçadores da Arca Aerdida

 TCHAIKOVSKY | Overture 1812, op. 49

Clássicos no Parque | Praça Floriano Peixoto BH MG
domingo, 20 de Maio de 2012.
11:00 até 12:30.

Inscrições abertas para o XV Festival Nacional 5 Minutos

Evento vai acontecer em outubro com mostras de filmes em curtíssimo formato e distribuição de R$ 30 mil em prêmios

A Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), unidade da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), através da sua Diretoria de Audiovisual (DIMAS), mantém abertas até 21 de junho as inscrições para a 15ª edição do Festival Nacional 5 Minutos. O concurso visa à seleção e à premiação de vídeos com duração de até cinco minutos, de temática e estética livres, com o objetivo de incentivar a experimentação, a produção e a difusão desta linguagem no Brasil. O texto do edital, bem como seus anexos, pode ser consultado nos sites da DIMAS (www.dimas.ba.gov.br), da FUNCEB (www.funceb.ba.gov.br) ou da SecultBA (www.cultura.ba.gov.br).
O XV Festival Nacional 5 Minutos será realizado entre 15 e 20 de outubro deste ano, com uma programação que inclui mostras de vídeos e games, seminários, palestras, exposições e oficinas, com acesso gratuito, em diversos espaços de Salvador e interior do estado, tendo como sede as salas Walter da Silveira e Alexandre Robatto, na capital baiana. O evento atrai realizadores de todo o Brasil e tem, historicamente, contribuído para a formação de diversas gerações de cineastas e videomakers, bem como para a consolidação de novos circuitos de exibição na Bahia.

 Através do edital agora aberto, serão selecionados 50 vídeos para compor a Mostra Competitiva, de onde sairão cinco premiados: “1º lugar – Prêmio Walter da Silveira”, no valor de R$ 10 mil; “2º lugar – Prêmio Alexandre Robatto”, no valor de R$ 8 mil; “3º lugar – Prêmio Roberto Pires”, no valor de R$ 6 mil; “Prêmio Luiz Orlando”, de R$ 4 mil, para o vídeo mais votado pelo Júri Popular. A novidade desta 15ª edição é a concessão do “Prêmio Vito Diniz”, no valor de R$ 2 mil, para o melhor vídeo de realizador estreante, escolhido dentre os participantes que estejam apresentando a sua primeira obra audiovisual. As premiações somam, portanto, um valor total de R$ 30 mil.
Podem se inscrever pessoas físicas, brasileiros natos ou naturalizados, além de estrangeiros com situação de permanência legalizada, de qualquer estado do país, que sejam diretores da(s) obra(s) a ser(em) apresentada(s). Cada proponente pode submeter até três vídeos, que não devem ter sido exibidos em edições passadas do evento. As inscrições são efetivadas tanto presencialmente, na sede da DIMAS, em Salvador/BA, de segunda a sexta-feira, das 14 às 18 horas, quanto por via postal, através do serviço Sedex com Aviso de Recebimento, com a apresentação, em envelope lacrado, dos documentos listados na minuta do edital.

Desde 1994, o Festival Nacional 5 Minutos construiu uma história que vai além das centenas de vídeos exibidos: jogos eletrônicos, internet, mídias móveis, projeções e videoarte, vertentes e inovações do universo audiovisual marcam presença no evento que tem construído, a cada edição, um mosaico composto por recortes da mais recente produção audiovisual do Brasil e do mundo. Além disso, o Festival promove atividades paralelas, que buscam investir na formação e aperfeiçoamento dos profissionais, discutir pautas de interesse da classe e dar visibilidade às suas ações.