segunda-feira, 14 de maio de 2012

Feira do Livro de Bento abre com 21 livrarias, 60 autores e mais de 200 músicos


Gabriel, O Pensador - patrono do evento literário - fala sobre cachê polêmico, anda de skate, distribui autógrafos e lança viodeoclipe
No início da noite desta quarta-feira, 9, foi aberta oficialmente a 27ª Feira do Livro de Bento Gonçalves. O cenário do evento literário é mais uma vez a Praça Centenário, no centro da cidade. Espalhadas pelo local estão 21 livrarias, além de espaços voltados para desenvolvimento de projetos, café e auditório para apresentações culturais. Participam do evento cerca de 60 escritores e 200 músicos.
 Nesse ano o tema do evento é Cinema & Literatura, e tem como patrono o cantor, compositor e escritor Gabriel, O  Pensador, que depois de polêmica envolvendo o cachê que receberia ocupar o posto, esteve presente durante a abertura do evento, e foi bem recebido pelos presentes. Demonstrando estar bem a vontade, Gabriel distribuiu autógrafos, tirou fotos e até deu uma volta de skate, para alegria da garotada.

 Ele, durante o discurso de abertura, falou sobre o cachê de R$ 169,3 mil (que teve de abrir mão diante da repercussão negativa). Dentro desse valor estavam incluídos um show, no final do evento e a compra de 2 mil exemplares de livros do Pensador. As duas atividades foram canceladas.
 Gabriel disse que ficou chateado com toda a situação. "Fiz uma música, que seria uma resposta a isso tudo, mas acabou falando de mim, sobre gostar de escrever e tudo mais. Vamos lançar o videoclipe aqui. Essa feira já começou me inspirando, e espero que inspire a todos", destacou.

Já o prefeito Roberto Lunelli fez um discurso emocionado, falando do orgulho de tê-lo convidado para ser patrono e que sente muito por não poder entregar os livros às crianças carentes. "Gostaria de dizer que as crianças para as quais você iria entregar seus livros, são crianças carentes, que talvez nunca teriam a oportunidade de conhecer um artista. Me sinto orgulhoso em ter te convidado para ser o patrono", desabafou.
A Feira do Livro vai até o dia 20.

Serviço
Os horários de visitação são de segunda a sexta, das 9h às 21h, aos sábados, das 9h às 20h, e aos domingos, das 13h às 20h.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e Orquestra de Berlim ensaiam via Skype

Orquestra de Berlim

Em função da impossibilidade de ensaios conjuntos, a Orquestra Sinfônica Alemã de Berlim e a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo adotaram a tecnologia como aliada. Por meio do Skype, músicos alemães e brasileiros ensaiam e ‘afinam’ as notas para o concerto no dia 13/5, no Auditório do Ibirapuera. A Orquestra Jovem do Estado participa da apresentação do domingo, dentro do Projeto Mozarteum, que tem o objetivo de fomentar e difundir a música erudita no Brasil, apoiando estudantes e jovens músicos brasileiros. Ainda no programa, a Orquestra Jovem do Estado deverá se apresentar na Alemanha ainda neste ano.
O evento é parte da programação do Mozarteum Brasileiro, que abre a temporada 2012 com a Orquestra Sinfônica Alemã de Berlim em concertos gratuitos (um exclusivo para crianças, em uma ação inédita, no dia 12/5, e na área externa do Auditório Ibirapuera, com a participação da Orquestra Jovem do Estado, no dia 13) e dois para o público pagante, no Theatro Municipal de São Paulo (dias 14 e 15).

Festival Sónar começa hoje em SP


Amanhã é dia de Sónar, o festival de escalação mais ousada a ser exportado para o Brasil desde que a recente febre de eventos do tipo começou, em 2010. No line-up, de tudo um pouco. Indie, electro e hip-hop. House, dubstep e soul: uma feirinha de nichos guiada pela curadoria eletrônica, em que se traça um fiel panorama de cenas e tendências contemporâneas.

Será a segunda edição do festival espanhol em solo brasileiro (a primeira foi em 2004), embora a proposta tenha se distanciado, inevitavelmente, daquela sugerida pelo último Sónar. Na época, música eletrônica ainda era coisa de clubber, e afluentes clássicos do gênero, como techno, house ou drum n' bass, viam o fim de suas fases puras, com mutações ainda divididas nitidamente em subgêneros (hard techno, deep house, jazzstep, etc.) Menos de uma década depois, o cenário mudou radicalmente. Entrelaçados pela interconectividade, gêneros eletrônicos desabaram sobre gêneros segregados, espalhando DNA, acomodando características díspares e infiltrando vertentes que já foram distantes, como o indie rock, ou o hip-hop.

O termo "música eletrônica" tornou-se inútil, já que pode ser usado para descrever qualquer cena. Surgiram produtores como Flying Lotus, Rustie e James Blake, que atuam em fronteiras indefinidas entre jazz, soul, hip-hop e dance, fazendo música eletrônica de vanguarda indissociável do mainstream, assim como surgiram indies do naipe de Little Dragon, que flertam com a música de pista. Todos esses nomes tocam no festival deste fim de semana, com o histórico Kraftwerk (com show 3D), o popular Cee Lo Green e o pulsante Justice - dignos chamarizes do festival.

Evento reúne arte, música, design e culinária na Gabriel Monteiro da Silva

Neste sábado, 12 de maio, das 14h As 19h, a Alameda Gabriel Monteiro da Silva será palco de um grande evento ao livre que deverá reunir arte, música, design e culinária. Inspirado nos festivais de rua de Nova York e Paris e no Promenade Chandon, de São Paulo, o Avant Gabriel Chandon está na sua segunda edição e deverá reunir mais de 20 estações de entretenimento.
Haverá performances de circo, música ao vivo, estações de massagens e oficinas de cupcake entre outras atividades, tudo Catraca Livre. Os DJs Igor Cunha e Clemente Napolitano prometem transformar a Alameda Gabriel Monteiro da Silva numa grande pista de dança ao ar livre. A expectativa dos organizadores é que mais de 13 mil pessoas passem pela rua ao longo da tarde.

Espetáculos de dança e teatro animam a sexta-feira do Palco Giratório


No segundo final de semana do 6º Festival Palco Giratório os amantes de artes cênicas poderão conferir apresentações teatrais e espetáculos de dança que acontecem em diversos pontos espalhados pelo Recife. As entradas custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia).
Nesta sexta-feira (11) o público poderá conferir 'O Eco do Silêncio', com Júlia Varley. A apresentação é uma demonstração de trabalho que descreve os trabalhos de voz que uma atriz faz para interpretar um texto. O espetáculo foi categorizado como comédia e será às 16h, no Teatro Apolo, no Recife Antigo.

No mesmo dia, às 17h, o parque Dona Lindu, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, recebe o espetáculo de teatro de rua 'Este lado para cima'. A entrada para esse evento é gratuita e tem classficação etária de 16 anos. A apresentação é a montagem mais recente da Brava Companhia, de São Paulo, e aborda o mundo de aparências que a sociedade moderna vive.

Já o Teatro Barreto Júnior, no Pina, Zona Sul do Recife, recebe nesta sexta o espetáculo 'Caminhos', da Cia. Laso de Dança, do Rio de Janeiro. Na apresentação de dança que começa às 21h, o espetáculo revela os caminhos que o Homem trilha durante a vida. Com uma mesa como principal objeto, o cenário móvel participa da coreografia tornando-se parte fundamental do contexto. Confira aqui a programação completa do Festival Palco Giratório.

OFICINAS - Nesta sexta-feira (11) também haverá o segundo dia da Oficina Dança Contemporânea – Expansão do movimento, com Miriam Druwe e Cia. Druw, de São Paulo. A aula é realizada das 14h às 18h, na Casa Mecane, localizada na Av. Visconde de Suassuna, 338, no bairro da Boa Vista, área central do Recife.

Esculturas no topo dos prédios são 'acupuntura' no tecido urbano, diz Gormley


Antony Gormley, o artista britânico que espalhou 31 esculturas moldadas a partir do próprio corpo pelo centro de São Paulo, disse nesta quinta (10) em palestra no Centro Britânico Brasileiro que suas obras são uma espécie de "acupuntura" no tecido urbano.
No topo de prédios no vale do Anhangabaú, praça do Patriarca e outros pontos do centro, seus homens metálicos lembram suicidas solitários prestes a despencar no meio da multidão.
"Essas esculturas provocam uma espécie de acupuntura na complexa matriz de uma grande cidade", disse Gormley. "Elas reativam nossa relação com tudo aquilo que é palpável, visível e ao mesmo tempo com o que só pode ser imaginado."

Gormley relembrou experiências passadas com esse mesmo grupo de obras. Quando instaladas ao longo do Tâmisa, em Londres, o artista diz ter visto nelas um caráter "lírico, pacífico". Espalhadas por arranha-céus de Nova York, elas provocaram uma sensação de "pânico" e "desespero", nas palavras do artista.
Gormley disse que as peças em Manhattan também evocaram a lembrança de corpos despencando das Torres Gêmeas durante os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Em São Paulo, no entanto, Gormley chega a duvidar se as estátuas vão ser notadas. "A fluidez e variedade das coisas que acontecem nas ruas da cidade são tão estimulantes que as pessoas vão acabar ignorando essas esculturas", disse. "Espero que essa obra ajude a tornar esse ambiente mais aberto, mais reflexivo."
Ele também defendeu a ideia de obras de arte espalhadas pelo espaço urbano como um contraponto às "condições hospitalares" de museus e galerias de arte, alegando que num mundo cada vez mais virtual essa presença física pode reativar os sentidos.

Além das ruas do centro, Gormley também ocupa a partir deste sábado (12) todo o Centro Cultural Banco do Brasil com uma ampla retrospectiva de seus trabalhos. Outras esculturas do vencedor do prêmio Turner também estão expostas num galpão da rua Agostinho Rodrigues Filho, na Vila Mariana.
Até domingo (13), o artista pode ser visto no estande de sua galeria, a White Cube, na SP-Arte, no pavilhão da Bienal de São Paulo.

SILAS MARTÍ

Companhia de dança dos EUA ministra oficinas para jovens do Pro Paz


Belém foi a cidade da América Latina escolhida para receber o projeto Dancing Connect, da companhia de dança internacional Battery Dance Company, da cidade de Nova Iorque (EUA), que tem a proposta de percorrer o mundo vivenciando a troca de experiências pela arte. O projeto já passou por mais de 50 capitais e no Pará ganhou apoio do governo do Estado, por intermédio do Instituto de Artes do Pará (IAP) e do Pro Paz.
Desde o início da semana, cerca de 100 jovens participam da oficina de dança em cinco núcleos: Theatro da Paz, IAP, Universidade do Estado (Uepa), Universidade Federal do Pará (UFPA) e Escola de Teatro e Dança da UFPA. Desses, 26 fazem parte do Programa Pro Paz nos bairros e o restante é bailarino da Companhia de Dança Ana Unger. O diferencial, segundo a professora americana Robin Cantrell, fica por conta da mistura entre o balé clássico e o hip hop.
“No primeiro dia foi bem difícil, mas agora eles já estão misturando elementos dos dois ritmos e montando as coreografias. Um ensina o outro e o resultado está ficando muito bom”, elogia. Com apenas 15 anos, Andrei Silva Souza, descobriu o talento para a dança ainda na infância, em um grupo católico no bairro União, no município de Marituba, mas foi no programa Pro Paz nos Bairros, no polo do Instituto de Ensino em Segurança Publica do Pará (Iesp), que o adolescente começou aprender o hip hop. A experiência no projeto Dancing Connect está sendo uma novidade. “Nunca imaginei que podíamos misturar os dois ritmos, o clássico e a dança de rua. Estou muito satisfeito em ter sido escolhido e poder participar”, comemora.

A dinâmica da oficina trabalha a expressão corporal e a linguagem por meio da dança. Além dos jovens, professores de dança também participam da atividade, com o objetivo de se tornarem multiplicadores dentro dos núcleos do Pro Paz e nas oficinas promovidas pelo IAP. A professora Adriana Quintas é uma das participantes e, segundo ela, a troca de experiências com uma companhia internacional está sendo excelente para alunos e professores. “Belém foi a cidade escolhida e isso demonstra a visibilidade que o Estado tem no cenário da dança”, ressalta.
A escolha da capital paraense para recepcionar o projeto começou há cerca de dois meses, durante o festival de dança da Companhia Ana Unger. Em visita a Belém, uma comissão do consulado o Americano tomou conhecimento do cenário da dança no Pará e desde então começaram as movimentações e parcerias para o projeto se consolidar na cidade. As oficinas acontecem até sexta feira (11) e o resultado delas será apresentado sábado (12), em um espetáculo no Theatro da Paz, às 19 horas.

A principal missão do programa Pro Paz nos Bairros é garantir a redução dos índices de violência, com um trabalho de prevenção que atende crianças e adolescentes, de 8 a 18 anos, que moram em áreas de risco, com altos índices de violência. Atualmente o programa atende quase duas mil crianças e adolescentes em cinco polos: Ufra, UFPA, Iesp e Mangueirão.
“É um serviço de complementação escolar. Quem estuda pela manhã é atendido à tarde, e quem estuda à tarde é atendido pela manhã”, explica a gerente de Projetos do Pro Paz, Adriana Fernandes. Estar matriculado na escola é o principal requisito para fazer parte do programa. Além do esporte, o Pro Paz oferece outros atividades, serviços, entre eles reforço escolar, oficinas de arte, cultura e lazer, atendimento nutricional, odontológico e enfermaria.

Associação resgata cultura africana em evento neste sábado (12)


Neste sábado (12), a partir das 12 horas, a Associação Mãe Terra e Filhos do Quilombo trará para a comunidade do bairro Equitação, um pouco da cultura africana em comemoração a abolição da escravatura, em 13 de maio de 1.888. O público está convidado para conhecer a história por meio dos trabalhos confeccionados em palha de coqueiro, cipó, argila, danças e a tradicional feijoada preparada em forno a lenha, além da apresentação de teatro que narrará a história de alguns dos orixás.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A Criação de Haydn

Haydn
A obra do Haydn (17932-1809) é imensa e abrange os mais variados gêneros desde peças para teclado até grandes óperas e, nada menos, que 104 sinfonias.  O compositor austríaco é autor também de outro grande oratório: “As Estações”.
"A Criação" estreou no dia 30 de Abril de 1798 no palácio de umas das mais nobres famílias de Viena, os Schwarzenberg. Foi uma execução privada, ainda que tivesse havido um ensaio público no dia anterior. Um ano mais tarde, em 19 de março, teve lugar a primeira apresentação pública no Burgtheater, também em Viena, novamente com Haydn (1732-1809) na regência.

A base do libreto é o Génesis, acrescentado de materiais do Livro dos Salmos e do Paraíso Perdido, o famoso épico de Milton. Foi traduzido para a língua alemã pelo barão Gottfried van Swieten, um diplomata melómano que fez carreira a serviço do Império Austro-Húngaro e que colaborou também com outros compositores importantes como Mozart e Beethoven. Não se sabe ao certo a proveniência do original inglês, mas terá sido provavelmente escrito pensado em George Frideric Handel. Por sinal, é Handel a grande referência de Haydn para esta obra, já que em 1791 o músico austríaco havia assistido em Londres a um festival na Abadia Westminster onde ouviu oratórios daquele compositor.

A obra está dividida em três partes. A primeira trata dos quatro dias iniciais da criação; o surgimento da luz, da terra e do mar, dos corpos celestes e da vida vegetal. A segunda, da criação da vida animal: dos bichos, das aves, dos peixes, do homem e da mulher. Fi­nal­mente, a terceira parte, bastante mais curta, é inteiramente dedicada às figuras de Adão e Eva e revela uma escrita musical que sugere um mundo idílico e perfeito, através de um raro virtuosismo instrumental.

A partitura consiste num tríptico composto pelo mundo inanimado, o mundo animal e o mundo do Homem. Numa continuada sucessão de curtas partes instrumentais, árias muito semelhantes às da ópera, recitativos particularmente elaborados, intervenções conjuntas dos solistas e coros de grande efeito. Ao todo, são trinta e quatro os fragmentos que a compõem, protagonizados pelos arcanjos Gabriel, Uriel e Rafael, aos quais se juntam na terceira parte Adão e Eva.

SeTCOM   

10 hábitos de estudos que valem a pena seguir

Anote qualquer coisa

Faça listas com as tarefas que você precisa realizar, anote o que os professores estão dizendo em aula, as datas das provas e trabalhos, tudo. Não importa em que lugar você vai fazer isso, no seu caderno, celular, agenda, o importante é não perder nenhum detalhe.
Lembre-se da lição de casa
 Muitas vezes esquece o trabalho em cima da cama? Ou usa essa desculpa simplesmente porque não terminou suas tarefas? Reserve um lugar especial na sua casa para fazer e guardar os trabalhos e crie o hábito de colocar sempre suas tarefas em prática.
Se comunique com os professores
 Todo relacionamento de sucesso é construído com base em comunicação. Isso não seria diferente na relação professor-aluno. E a falta de comunicação é uma das maiores causas de notas ruins. Por isso é importante certificar-se de que todas as suas dúvidas estão resolvidas. Lembre-se de que o professor vai responder quantas vezes você precisar.
Se organize com cores
 Seja uma pessoa organizada e aproveite as cores para identificar suas tarefas. Azul para o que você já fez, verde para o que você faz bem, vermelho para o que precisa melhorar. Esse sistema serve para tarefas, pesquisas, aulas. Além de mais organizado, seus estudos serão mais limpos.
Estabeleça uma zona de estudos em casa
 Esqueça essa história de estudar na cama ou no chão do quarto. Isso não te ajuda em nada. Estabeleça um local de estudos na sua casa, onde você possa se sentar e estudar. Um local bem iluminado, confortável e calmo é o ideal.
Se prepare para os testes
 Você sabe que é importante estudar para os dias de testes, mas nunca faz isso, certo? Se acostume a separar algumas horas do seu dia para dedicar ao estudo e assim você não precisará entrar em pânico um dia antes da prova. Evite distrações e encontre o melhor estilo para você.
Conheça seu estilo de estudo
 Não fique dando murros em ponta de faca tentando se encaixar em um estilo que te enjoa, cansa e dá dores de cabeça. Encontre a melhor maneira para estudar e siga sempre esse cronograma. Não se julgue por não estudar no modo convencional, ele pode não funcionar para você. Procure recursos visuais, como vídeos ou desenhos.
Pegue o que é mais importante
 Destaque no seu caderno as anotações mais importantes, use marca textos, grifos, caixas coloridas. Isso ajuda muito na hora de estudar, especialmente se você é uma pessoa visual. Usando esses recursos, fica mais fácil identificar as informações principais na página.
Não procrastine
 Pare de enrolar. Não coloque dificuldades na hora de estudos. Dedique-se ao que você tem que fazer e mantenha em mente que quanto antes você começar a estudar, mais cedo vai terminar o que precisa fazer.
Cuide-se
 Para estudar é preciso estar com a cabeça em ordem. Então não descuide da sua saúde, coma bem e mantenha a cabeça e os pensamentos limpos. Evite passar muito tempo no video game, computador e mensagens de texto pelo celular.

UM PUXÃO DE ORELHA EM TODOS OS CANTORES LÍRICOS DE SÃO PAULO - RENATO BRUSON NO PROJETO GRANDES VOZES/ THEATRO SÃO PEDRO.

O barítono italiano Renato Bruson cantou diversas vezes em São Paulo, tive a oportunidade de vê-lo na ópera La Traviata de Verdi em 2001 no Theatro Municipal de São Paulo. Naquela oportunidade pude perceber o talento vocal desse grande cantor. Uma voz com belo fraseado e graves pujantes. Sempre quando assisto a La Traviata lembro de Renato Bruson, uma referência no papel de Giorgio Germont.
A apresentação do grande barítono no Projeto Grandes Vozes no Theatro São Pedro, no último dia 27 de Abril, só confirmou a impressão que tive em 2001.  Bruson não é mais um menininho, já passa dos setenta anos e canta bem, sabem por quê ? Sua técnica é primorosa, entende do assunto como ninguém. Nunca cantou papéis que não se adequassem ao seu tipo de voz , soube se conservar e até os dias de hoje é convidado para cantar em diversos teatros do mundo.
Iniciou o recital com uma bela canção de Tosti , L'ultima Canzone, uma canção que lembra uma grande ária de ópera, emocionante do começo ao fim. Cantou ao lado de Mere Oliveira , Reverenza...buon giorno, buona donna... Alice è mia da ópera Falstaff , onde mostrou seu lado cômico. Após o intervalo tivemos Madamigella Valery....pura siccome un angelo...siate felice da ópera La Traviata uma de suas grandes especialidades, e fechou com uma das mais emotivas árias de Verdi, Di Provenza il mare, il suol da ópera La Traviata. Em todas as aparições Bruson mostrou uma voz uniforme, com graves excelentes e vigorosos . Um cantor a moda antiga, onde a voz era a excelência, a técnica preponderante e com o tempo aprendeu a interpretar os personagens, um barítono completo.

   Um grande estilista da capital paulistana cedeu os vestidos para as cantoras, soube pelas redes sociais e foi anunciado antes da apresentação. Estilista nenhum faz alguém cantar bem, mas convenhamos, uma propaganda não faz mal a ninguém . Tati Helene entrou com o vestido cedido pelo tal estilista , eu achei sem graça, gosto é que nem nariz, cada um tem o seu. O soprano me surpreendeu, cantou Senza  mamma da ópera Suor Angélica de Puccini e L`altra notte in fondo al mare da ópera Mefistofele de Boito. Sua voz mostrou excelente projeção, munida de um belo timbre e um lirismo sedutor. Seus agudos mostraram potência  e realçaram todos os coloridos das árias. Sustentou as notas no limite na ária de Boito, não teve medo de correr esse risco , simplesmente arrebentou! Ao lado de Bruson fez bonito como Violetta, não é qualquer soprano que canta ao lado de Bruson.
Mere Oliveira também usou o vestido do tal estilista, esse não tão feioso.Na difícil ária Acerba voluttà da ópera Adriana Lecouvreur de Cilea a moça encontrou dificuldades. Sua voz carece de técnica para árias complexas , que exigem grande interpretação dramática. Possui graves interessantes e agudos fracos. Seu melhor momento foi Reverenza...buon giorno, buona donna... Alice è mia da ópera Falstaff de Verdi ao lado de Bruson. Uma cantora que não empolgou.

O tenor Rinaldo Leone esteve em grande noite. Na ária E lucevan le stelle da ópera Tosca  de Puccini mostrou belos agudos , voz com belo timbre e técnica sólida. Ao lado de Bruson mostrou grande lirismo em Ah Mimi tu più non torni da ópera La Bohème de Puccini. O tenor me surpreendeu. Bravo Leoni!
Um puxão de orelha a todos os cantores líricos de São Paulo e adjacências. Na récita vi poucos cantores na platéia. Todos eles têm a obrigação de estar presentes e ver a técnica de um dos grandes barítonos. Aprenderiam muito se fizessem isso e não cometeriam muitas barbaridades que andam cometendo por aí.

Ali Hassan Ayache 

São Paulo receberá HUB da Virada Digital


Os conteúdos vão girar em torno de 16 áreas de conhecimento

A Virada Digital é um festival de inovação tecnológica, interatividade e desenvolvimento sustentável, que acontecerá nos dias 11, 12 e 13 de maio, em Paraty e simultaneamente, em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília através de 3 Hubs Digitais Interativos. Além das transmissões ao vivo 24 horas por dia.
O evento vai discutir a sociedade em torno de 16 áreas de conteúdo – educação, cultura, entretenimento, e-gov, games, ciência, turismo, mídias digitais, esportes, alimentação, energia, ecologia, e-commerce, trabalho, saúde e softwares – com os cidadãos e os setores público, privado, acadêmico, terceiro setor e os meios de comunicação.

Com 72h de duração, a primeira edição da Virada Digital vai promover o debate e o compartilhamento de conhecimento, proporcionando o contato direto com as mais recentes tecnologias, inventos e protótipos brasileiros e de outros 12 países.
Em São Paulo o evento acontece no Vale do Anhangabaú, em um Hub concebido pelo atelier do arquiteto e designer Marko Brajovic, reconhecido como uma dos mais talentosos designers e cenógrafos em atividade.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

ITALIA IN CONCERTO NO SESI PAULISTA

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Com o intuito de cativar e comemorar a maravilhosa união entre Brasil e Itália, ITALIA IN CONCERTO faz a união entre a música erudita cantada e contada, através de cenas teatrais e narração, encantando a todos com trechos de óperas e canções imortalizadas, que juntos constroem um universo, que levará o público a refletir sobre a saga das famílias italianas que deixaram sua terra natal para cultivar suas vidas aqui no Brasil.
Confira trechos do espetáculo: www.youtube.com/grupoperarte

Dia 13/05/2012 às 12h
TEATRO DO SESI PAULISTA
Av. Paulista, 1313 (Ao lado do Metrô Trianon-MASP)
ENTRADA FRANCA
Duração: 50min
Classificação: Livre

Integrantes:

 Larissa Lima (Soprano)
Johnny França (Barítono)
Sin Ae Lee (Pianista)

Realização: SESI-SP
Produção: Thuim (www.thuim.com.br)

'O Grito’, de Edvard Munch, é leiloado em Nova York por US$ 119,9 mi


Uma versão do quadro O Grito, pintada pelo artista norueguês Edvard Munch (1863-1944), foi vendida ontem à noite pela casa Sotheby’s, em Nova York, por US$ 119,9 milhões, transformando-se no novo recorde de preço de uma obra arrematada em leilão. Seu valor ultrapassou as marcas anteriores já alcançadas nesse tipo de evento - o da pintura Nu, Folhas Verdes e Busto, de Pablo Picasso, leiloada pela Christie’s por US$ 106,5 milhões em 2010; e o da escultura L’Homme Qui Marche I, de Alberto Giacometti, vendida por US$ 104, 3 milhões no mesmo ano.

O Grito, tela realizada em 1895 por Munch, era o lote de número 20 do leilão de arte impressionista e moderna promovido pela Sotheby’s. Representava a grande expectativa da noite e foi arrematada por comprador anônimo. Trata-se da única versão da emblemática obra do artista norueguês que estava nas mãos de um colecionador privado, o empresário norueguês Petter Olsen, cujo pai foi amigo e mecenas do artista.

Em sua carreira, Munch realizou quatro versões de O Grito - pintadas entre 1893 e 1910. A tela expressionista, símbolo da ansiedade humana, retrata um homem gritando sobre uma ponte em meio a uma atmosfera de cores tortuosas e fortes (com predominância do laranja, que forma as faixas do céu).
Simon Shaw, diretor da casa de leilões, afirmou que o quadro “define a modernidade e é instantaneamente reconhecível porque corresponde a uma das poucas imagens que transcendem a história da arte e que têm alcance global comparado ao da Mona Lisa (de Da Vinci)”. A estimativa para O Grito era, inicialmente, de US$ 80 milhões.

O leilão de ontem da Sotheby’s, nos EUA, ainda colocava à venda obras de Chaim Soutine, Tamara de Lempicka, Constantin Brancusi e Alfred Sisley, entre outros artistas. Além de O Grito, destaques do evento, com 76 lotes, também foram um retrato de Dora Maar pintado por Picasso e vendido por US$ 29,2 milhões, e a obra Primavera Necrofílica, de Salvador Dalí, que chegou a US$ 16,3 milhões.
A temporada de leilões de primavera nova iorquina começou, na verdade, anteontem, com evento da outra prestigiada casa, Christie’s, que vendeu 28 lotes arrecadando cerca de US$ 117 milhões - apenas 3 obras não conseguiram compradores na ocasião. Nesse dia, os destaques foram os arremates de uma aquarela de Paul Cézanne (1839-1906), por US$ 19,12 milhões, e de uma natureza-morta pintada em 1907 por Henri Matisse, que chegou a praticamente à mesma cifra.

A obra de Cézanne, Um Jogador de Cartas, representa um esboço que o pós-impressionista francês criou em meados de 1890 para a concepção de uma de suas mais famosas telas, Jogadores de Carta. A peça pertencia à coleção privada de um médico que vivia em Dallas, no Texas, e morreu em setembro. A obra não era vista pelo público desde 1953. Foi arrematada por telefone, por colecionador anônimo.
Entre os destaques da Christie’s, ainda, O Descanso, retrato de Marie-Thérese Walter, amante de Picasso, pintado pelo artista em 1932, foi vendido por US$ 9,88 milhões. O evento também apresentou uma seleção de outras obras do espanhol, criadas em diferentes épocas e de distintos estilos. Como Femme Assise, de 1953, uma tela geométrica representando uma mulher que faz lembrar Françoise Gilot, outra das amantes de Picasso e mãe de dois de seus filhos.

Estima-se que a temporada de leilões de maio de Nova York atinjam a cifra de US$ 1,5 bilhão em vendas.

Entrevista com Saulo Javan (baixo-barítono) pelo Guia Erudito

 Saulo Javan

Em 2012 apresentou-se com a OSESP sob a regência de Isaac Karabtchevsky na Sinfonia X de Villa-Lobos. Foi Padre José na Magdalena, também de Villa-Lobos, abrindo a Temporada Oficial do Theatro Municipal de São Paulo. Em Il Barbiere di Siviglia foi Dr Bartolo na cidade de Chapecó - SC, ocasião da primeira montagem de ópera nesta cidade com a Cia de ópera de Florianópolis. Foi Don Pasquale na opera homônima , Dulcamara em O Elixir do Amor, Don Bartolo em O Barbeiro de Sevilha, Frei Lefevre em Romeu e Julieta, Sacristão na Tosca, Barão Zeta em A Viúva Alegre, Ramphis em Aida, entre outros. Integrou o elenco da CIA Brasileira de Ópera no papel de D. Bartolo na opera O Barbeiro de Sevilha, em turnê por todo o Brasil. No XII Festival Virtuosi no Recife, apresentou-se na primeira récita nacional da Ópera Dulcinéia e Trancoso de Eli-Eri Moura. Participou da ópera Salomé de Richard Strauss com OSESP na Sala São Paulo. Em seu repertório sinfônico destacam-se interpretações como Rückert Lieder de Mahler , Petite Messe Solennelle de Rossini, sob a regência de Naomi Munakata, na Sala São Paulo, Requiem de Mozart, Zigeunerlieder e Quatro canções sérias de Brahms. Foi vencedor do XIX Concurso Nacional de Canto Heitor Villa-Lobos, em Araçatuba em 2002. Saulo iniciou seus estudos musicais e de canto com Carmo Barbosa e hoje está sob orientação de Marconi Araujo.

Guia Erudito: Qual foi o momento que você considera mais marcante em sua carreira?
Saulo Javan: Dentre tantos, claro que é difícil escolher um, mas eu diria que até hoje foi quando eu pisei no palco do Theatro São Pedro em São Paulo para ser dirigido pelo sensacional Enzo Dara, quando fiz o papel de Don Pasquale e com um elenco dos sonhos: Rosana Lamosa, Fernando Portari e Douglas Hahn.

Ser dirigido por um cantor que fez mais de 400 vezes aquele papel pelo mundo foi mágico!
G.E.: Como você está vendo a trajetória da música erudita no Brasil?

S.J.: Eu sou uma pessoa otimista por natureza e vejo um momento em que muita coisa legal está acontecendo! Temos muitas montagens este ano. Claro que há espaço, público, cantores, maestros, orquestras, diretores e cenotécnicos para no mínimo o dobro, mas se pensarmos em um passado próximo, as coisas estão realmente melhorando.
G.E.: Você sente falta de apoio para os projetos de música erudita em nosso país?

S.J.: Pois é, se eu vejo que a coisa está "aquecendo", seria incoerente dizer que não existe apoio aos projetos de música erudita, o que difere é o quanto vem para a música erudita e o quanto é destinado ao popular. Se conseguíssemos equilibrar melhor isso, todo mundo sairia ganhando.
G.E.: Cada vez temos mais cantores líricos no mercado e menos espaço tanto da mídia quanto das casas de concerto. O que você espera daqui pra frente?

S.J.: Olha eu vou comentar alguns projetos que estou sabendo e que estão acontecendo, não sei todos e desde já peço perdão se me esquecer de algum, mas observe isso:
São Paulo

Theatro Municipal de São Paulo - Começou 2012 com a ópera Magdalena , onde tive o privilégio de cantar, e ao mesmo tempo apresentou Pedro Malazarte. Depois fizeram La Traviata, com 11 récitas e três elencos. Tivemos Idomeneo, e ainda vem muita coisa: O Crepúsculo dos Deuses, Pelléas et Mélisande, Violanta, Tragédia Florentina, Macbeth e O Rouxinol. Não é o máximo?
Theatro São Pedro - Após a transição de OS e grandes mudanças, já anunciou 3 títulos fora os concertos, quando pensávamos que não teria mais nada este ano. As óperas anunciadas são: O Elixir do Amor, Lakmé e Werther.

Rio de Janeiro - Mesmo após o trágico episódio da explosão está voltando com A Viúva Alegre, La Traviata e Rigoletto.
Manaus - Está acontecendo agora o maravilhoso festival com Lulu, Tosca, I Puritani - no Brasil depois de 60 anos - A Flauta Mágica.

Belém - Teremos mais uma edição do festival de ópera. Ano passado cantei Tosca e foi um sucesso. Há um projeto para Salomé e outra ópera.
Brasília voltando com força total para a ópera, ainda sem muitos recursos mas já com La Bohème e Carmen.

Olha que legal isto, em Santa Catarina tem uma cia. de ópera que sob o comando do maestro Jeferson Della Rocca tem feito um trabalho pioneiro, não somente em montagens de ópera como em levar a ópera para cidades onde nunca uma montagem de ópera havia estado. Recentemente cantamos em Chapecó, em um teatro maravilhoso de 1.000 lugares a ópera O Barbeiro de Sevilha, com lotação absoluta e sucesso, mesmo em dia de jogo do Chapecó, (risos), foi sensacional!
Nasce este ano em Fortaleza a Cia. Experimental de Música Erudita sob o comando de Vitor Philomeno e em junho montaremos a ópera Semele de Haendel e muitas novidades ainda.

Santo André e Aracaju que farão concertos encenados da ópera Tosca.
E estou falando somente de ópera e nem mencionando os concertos com canto, este ano fiz parte do projeto de resgate e registro de obras de Heitor Villa-Lobos com a Osesp sob regência do maestro Isaac Karabtchevsky, com gravação marcada para 2013.

Como não ser otimista e esperançoso? O que precisamos também é arregaçar as mangas e espalhar o que estamos fazendo o que está sendo feito para que mais pessoas da população saibam que existe sim músicos e música de qualidade acontecendo no Brasil.
Se na mídia esta programação não está sendo amplamente divulgada, podemos fazer a nossa parte ao menos compartilhando o que faremos e sabemos que vai acontecer para nossos amigos e parceiros, nem que seja somente em nosso perfis de facebook, com certeza já fará diferença.

G.E.: A idéia da Cia Brasileira de Ópera foi muito interessante, pois possibilitou levar a ópera ao Brasil inteiro, de uma forma acessível e produtiva. O que você achou desta empreitada?
S.J.: Um sonho! O Brasileiro adora ópera, fomos super bem recebidos em todas as cidades! Temos cantores maravilhosos pelo Brasil inteiro e teatros lindos. Mais uma vez, senti-me privilegiado por fazer parte da história da ópera no Brasil com a Cia. Brasileira de Ópera, um trabalho primoroso e pioneiro dos maestros John Neschling, Abel Rocha e Victor Hugo Toro, instrumentistas maravilhosos e cantores fantásticos e uma produção primorosa do José Roberto Walker. Esperamos que este maravilhoso projeto sobreviva às vontades políticas e continue a viajar pelo Brasil levando a ópera e dando oportunidade de trabalho para mais de 100 profissionais.

G.E.: Você recentemente participou da ópera Magdalena de Villa-Lobos, na abertura da Temporada 2012 do Theatro Municipal de São Paulo. Como foi esta participação?
S.J.: Foi um dos momentos mais incríveis da minha carreira, meu "debut" como solista no maravilhoso Theatro Municipal de São Paulo. No primeiro ensaio na cúpula do teatro, eu fiquei olhando para tudo aquilo, o coral lírico com aquelas vozes, meus colegas e claro, como um bom e genuíno pisciano, me emocionei muito! Sou muito grato e feliz!

A música digital deveria ser gratuita?


Você concorda em pagar por músicas? Confira os principais argumentos de quem é contra e a favor da gratuidade da arte.
Você já baixou músicas pela internet? Acessa serviços de streaming com frequência? Se sim, então provavelmente você deve apoiar a ideia de que a música digital deveria ser distribuída de maneira gratuita. Mas gravadoras e muitos artistas dizem que isso é pirataria e fere diretamente as leis de direitos autorais – muito defendidas por grande parte deles.
Todos os lados possuem argumentos válidos e que devem ser levados em consideração. Você está curioso para conhecer um pouco mais sobre essa polêmica? Então confira alguns dos principais pontos defendidos por quem acha que a música deveria ser gratuita e também por quem é contra a distribuição dessa forma.

Por que cobrar pelas músicas?
Qualquer artista ou outro profissional ligado à música sabe dizer exatamente por que é necessário (de alguma forma) cobrar pelas músicas. A gravação de um disco envolve muito mais do que o talento dos músicos e cantores. Afinal de contas, são equipamentos e softwares de captura que precisam ser comprados e o trabalho de muitas pessoas que também precisa ser pago.

Compor uma canção demanda tempo que poderia ser investido em outras atividades – em economia, é o chamado “custo de oportunidade” –, além do fato de que os produtores precisam ser pagos por seu trabalho. Depois disso, ainda existe o custo de fotógrafos e artistas gráficos para as capas e também gravação e impressão de mídias.
No caso da música digital, gravação e impressão podem ser dispensadas, mas a parte da fotografia é igualmente necessária para a promoção. Em suma, para a imensa maioria dos artistas, a música não é um hobby, mas sim uma profissão que envolve muitos investimentos. Receber um retorno por isso não seria errado.

Pirataria gera desemprego
Todos os anos, as gravadoras perdem uma grande quantidade de dinheiro devido aos dois principais fluxos extraoficiais de distribuição de música: venda de produtos piratas e downloads ilegais. Com o número de discos vendidos sendo reduzido em todo o mundo, muitos funcionários começaram a ser demitidos da indústria fonográfica.

Shows mais caros para cobrir gastos
Outro ponto que algumas pessoas defendem é relacionado ao fato de os shows estarem cada vez mais caros, porque as gravadoras os utilizam para cobrir rombos orçamentários gerados pela pirataria. O site Digital Music News diz que a relação até existe, mas com a música isso é repassado de uma maneira menos correta.

Enquanto os filmes realmente perdem dinheiro para a pirataria – visto que muitas pessoas substituem o cinema pelas cópias piratas –, a música não deveria ter sido tão influenciada, pois o público que vai ao show já está pagando pelo trabalho do artista.
Por que elas deveriam ser gratuitas?

O músico Leoni (que tocou com Cazuza e também na banda Kid Abelha, além de seguir carreira solo de sucesso há muitos anos) afirma que, atualmente, a música digital significa o mesmo que representava o rádio há algumas décadas. Muitos achavam que ninguém compraria discos se pudessem ouvir as canções pelas emissoras de rádio, mas a verdade é que as estações se tornaram grandes divulgadoras dos trabalhos.
Leoni fez parte do movimento Música Para Baixar, que defende a distribuição de cultura de uma maneira menos financeira. Para ele, a música digital também precisa ser encarada dessa forma, pois pode ser uma ótima ferramenta de divulgação – principalmente para músicos iniciantes.

Quem recebe não é o artista
Você sabe quem mais ganha dinheiro com a venda de discos? A gravadora. A parcela de ganhos dos artistas é bastante baixa. Dependendo do contrato assinado, o lucro pode ser inferior a um dólar por disco vendido. Muitos fãs da música independente são enfáticos ao protestar contra a indústria fonográfica, dizendo que ela apenas explora o talento alheio.

Música gratuita também gera dinheiro
Existem diversas formas de monetizar a música gratuita. O YouTube, por exemplo, possui diversos canais Vevo para músicas por streaming. As gravadoras recebem dinheiro do serviço para isso, sendo que os recursos são provenientes dos anúncios envolvidos no vídeo. O Grooveshark fez o mesmo por um bom tempo, mas recentemente perdeu a parceria com a EMI – única gravadora que apoiava o serviço.

Pague se (e quanto) quiser
Um novo modo de distribuição digital de músicas está começando a ganhar espaço há alguns anos. Geridos pela ideia de que os consumidores devem pagar apenas o quanto (e se) quiserem, muitos artistas distribuem suas canções pela internet e lucram com pagamentos que funcionam como doações.

O grupo brasileiro O Teatro Mágico distribui suas canções pelo serviço Trama Virtual, que não cobra pelos downloads. Ao mesmo tempo, os fãs podem comprar os discos físicos, por quantias que não ultrapassam os dez reais – O Teatro Mágico também faz parte do movimento Música para Baixar.
Outra banda que pode ser citada é a Violins, também brasileira. Eles distribuem as músicas gratuitamente pelo site oficial em qualidade média, mas quem quiser pode pagar para baixá-las em qualidade mais alta ou então comprar o disco físico. Nesse caso, a edição gratuita funciona muito bem como uma divulgadora do trabalho.

Um serviço que contribui bastante para o funcionamento deste sistema é o Bandcamp. Nele, artistas podem disponibilizar suas músicas gratuitamente para download ou para streaming, podendo ainda cobrar para o download do disco completo. Cada artista decide a quantidade que quer cobrar pelo produto. É uma ideia excelente para qualquer artista em começo de carreira.
Certamente, a discussão não será encerrada tão cedo. Há muitos interesses envolvidos em todos os lados da história e é praticamente impossível que haja um consenso. Você acha que a gratuidade é importante? Ou será que a relação comercial entre público e artista é indispensável?

terça-feira, 8 de maio de 2012

Feira do livro das editoras universitárias


Editoras Universitárias
De 7  até 11 de maio, no campus da Praia Ver­melha, acon­tece a VIII Feira do Livro das Edi­toras Uni­ver­si­tá­rias do Rio de Ja­neiro, que pro­mete des­contos de até 50% em tí­tulos de di­versas áreas de co­nhe­ci­mento.

Bolsas de doutoramento em Coimbra

Universidade de Coimbra

A Universidade de Coimbra, Portugal, abriu concursos para duas bolsas de investigação que podem interessar pesquisadores de musicologia, história da música e áreas afins. Ambas, tanto a bolsa Francisco de Lemos, como o Fundo Manuel Cabral, deverão ser desenvolvidas no Arquivo da universidade portuguesa.
As inscrições vão até 30 de junho e os regulamentos podem ser acessados a partir do seguinte link:
http://www.uc.pt/auc/destaques_auc/bolsas

51% do valor pago na compra de um DVD é imposto

Brasileiro já pagou meio trilhão de reais em imposto em 2012

Até hoje pela manhã, os brasileiros já pagaram nada mais nada menos que meio trilhão de reais em imposto. É o que aponta o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que alcançou hoje R$ 500 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais pagos em 2012.
Em 2011 esse valor foi alcançado no dia 04 de maio, ou seja, dois dias mais tarde na comparação entre os dois períodos.

Se este valor fosse colocado na poupança, um dos investimentos menos rentáveis, o retorno em apenas um mês seria de mais de R$ 2,5 bilhões. Segundo o site também seria possível:
* Construir mais de cinco milhões de quilômetros de rede de esgoto

* Construir mais de cinco milhões de postos de saúde equipados
* Construir mais de nove milhões de postos policiais equipados

‘* Contratar mais de 35 milhões de professores para o ensino fundamental por ano
* Comprar mais de cinco milhões de ambulâncias equipadas

* Fornecer mais de um bilhão de cestas básicas para a população
Em todo o ano passado o painel totalizou R$ 1,5 trilhão, um recorde histórico desde a sua criação, em 2005. Neste ano, o valor deve passar R$ 1,6 trilhão. Para o mês do Dia das Mães, veja o cálculo dos impostos embutidos em alguns dos produtos mais procurados para a data, que é a segunda mais forte para o varejo:

Perfume importado: 78%
Perfume nacional: 69%
DVD: 51%
Máquina de lavar: 48%
Secador: 48%
Bolsa: 42%
Celular: 40%
Sapatos: 37%

Yolanda Fordelone

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural

MinC publica a lista de habilitados para viagens a serem realizadas no mês de maio

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic/MinC), divulga a lista dos habilitados no Edital n°1/2012 do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural para viagens a serem feitas no mês de maio.
Coordenado pela Sefic e com recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC), o Programa consiste na concessão de auxílio financeiro para o custeio de despesas relativas à participação de artistas, técnicos, agentes culturais e estudiosos em atividades culturais promovidas por instituições brasileiras ou estrangeiras.

O objetivo é estimular a difusão e o intercâmbio da cultura brasileira em todas as áreas culturais: artes cênicas, artes visuais, música, audiovisual, memória, movimento social negro, patrimônio museológico, patrimônio cultural, novas mídias, design, serviços criativos, humanidades, diversidade cultural, dentre outras expressões.
Resultado da fase de habilitação

Os interessados na interposição de recursos devem enviar formulário até quinta-feira, dia 12 de abril, exclusivamente pelo endereço eletrônico: recurso.sefic@cultura.gov.br
Formulário de recurso

Avaliação e seleção
A Comissão de Avaliação e Seleção do edital é composta por representantes do Ministério da Cultura e suas vinculadas (Funarte, Ibram, Iphan, Casa Rui Barbosa, Ancine, Fundação Cultural Palmares e Fundação Biblioteca Nacional).

As candidaturas são avaliadas e pontuadas de acordo com os quesitos do eixo escolhido. Os requerimentos recebem bonificação em sua pontuação de acordo com alguns critérios. Um deles leva em conta a unidade federativa de origem e candidaturas não originárias das capitais estaduais e de Brasília, ou cujas participações ocorram em eventos nacionais fora das referidas localidades.

Outro ponto beneficia requerimentos de povos e de comunidades tradicionais, incluindo, dentre outros, povos indígenas, quilombolas, ciganos, povos de terreiro, irmandades de negros, agricultores tradicionais, pescadores artesanais, caiçaras, pantaneiros e ribeirinhos.
Também são bonificados os requerimentos de participação em acontecimentos nos países da América Latina, do Caribe e naqueles que fazem parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

Inscrições abertas
As inscrições são realizadas exclusivamente por meio do Sistema SalicWeb, disponível no site do MinC.  Os participantes devem ter uma das seguintes finalidades: apresentação de trabalho próprio; residência artística e de gestão; cursos de capacitação; ou participação em evento de reconhecimento ao trabalho próprio desenvolvido, como premiações e homenagens.

Viagens previstas para:
Encaminhamento das solicitações até:

Junho
16 de abril de 2012

Julho
30 de abril de 2012

Agosto
31 de maio de 2012

Setembro
2 de julho de 2012

Orientações, dicas de inscrição, preenchimento de formulário e contrapartidas podem ser obtidas em cartilha explicativa elaborada pelo Ministério.
Confira aqui o Edital de Intercâmbio.

Veja aqui a cartilha explicativa.

Mais informações

 - Atendimento ao Proponente: (61) 2024.2082

 Horário: segunda a sexta, das 9h às 12h, e das 13h30 às 17h

Milton Nascimento — 50 anos de carreira


"Milton Nascimento — 50 anos de carreira" a turnê que começou no dia 21 passado em Juiz de Fora, chegou sábado a Belo Horizonte e se encerrará em outubro no Rio, com gravação de DVD. Como em 2012 também se completam os 40 anos do histórico álbum duplo "Clube da esquina" e os 70 anos do cantor (em 26 de outubro), a temporada tinha tudo para ser absolutamente festiva, mas Milton afasta  dos cálices com veemência:— Não vou falar dos meus 70 anos porque isso é um grande erro. Não tenho 70 anos, não conheço nenhum músico com 70 anos, artista não faz 70 anos. Eu tenho cara de 70 anos?
Queira ele ou não, a data redonda contribui para uma série de projetos em torno do seu nome: um livro reunindo todas as suas letras; uma biografia musical escrita pelo compositor Chico Amaral; e um espetáculo da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho. Todas as iniciativas ressaltam o lugar singular de Milton na música brasileira, e não só pela voz privilegiada.
Ele conta que apenas em 1964, nove anos depois de formar seu primeiro conjunto musical (o Luar de Prata, com Wagner Tiso), decidiu começar a compor. Já tocava piano e contrabaixo há muito tempo. Levado por Márcio Borges para assistir a "Jules e Jim", de François Truffaut, saiu tão abalado após quatro sessões seguidas do filme que foi para a casa do amigo e os dois fizeram três músicas numa noite.

— O Marcinho tinha ficado uns três meses insistindo comigo e eu dizendo que não queria compor. Quando topei, a alegria ficou estampada na cara dele. Mas eu disse que tinha um negócio: "Não quero que as músicas que, por acaso, eu vier a compor se pareçam com nada. Vai ser uma coisa minha" — lembra Milton.
Se colegas de geração como Chico Buarque, Edu Lobo e Caetano Veloso põem a bossa nova como gênese de sua produção musical, Milton já se iniciara nos bailes da vida quando João Gilberto apareceu com "Chega de saudade". Em Três Pontas, onde teve programa de rádio, ele ouvia rock e músicas italianas, francesas, espanholas. Ganhou uma bagagem grande e diversificada.

— Quando cheguei em Belo Horizonte (no início da década de 1960, fazendo a mudança definitiva em 1963), vi músicos de jazz tocando e pensei: "Vou ter que aprender tudo de novo". Mas me disseram: "Não mexe nas coisas que você faz, porque ninguém faz isso". A bossa nova serviu como estímulo para eu compor algo que não parecesse com nada de ninguém. Tom Jobim era o tal para mim e continua sendo — afirma.
Às canções jobinianas e a tudo o que já conhecia se somaram "Sketches of Spain", de Miles Davis, e os Beatles. No livro que está preparando, provisoriamente chamado "A música de Milton Nascimento", o mineiro Chico Amaral quer detalhar essas influências e mostrar como Milton fere a tal linha evolutiva da música brasileira — ao menos se vista como linha reta, de formação até a bossa nova e de modernização a partir dela, sendo o tropicalismo seu passo mais ousado.

— Há muitas inovações importantes que ficam praticamente fora dessa história, como o samba-jazz. E o primeiro disco de Milton (de 1967) foi com o Tamba Trio. Ele ainda incorporou manifestações rurais sem isolá-las das urbanas. Juntou Villa-Lobos, Beatles, Baden Powell, Nordeste. Sempre deu um passo além — diz Chico.
É quase senso comum que, sobretudo como compositor, Milton não manteve, a partir dos anos 1990, a força das décadas anteriores. Para Chico, "o declínio não é de Milton, mas da sociedade".

— Estamos na ressaca da cultura de massa. É um momento de saturação, em que se ouve muita música, mas ninguém para e escuta um disco com calma. Chico, Caetano, Milton continuam fazendo coisas importantes, mas não é como nos anos 1960, em que a sociedade participou de uma espécie de gênio coletivo — diz ele.
Parte do repertório da turnê de Milton vem da primeira fase da carreira: "Travessia", "Morro velho", "Canção do sal", "Vera Cruz". Outra estava em "Clube da esquina": "Cais", "San Vicente", "Nada será como antes". E há as músicas de Lô Borges ("Nuvem cigana", "Para Lennon e McCartney"), que fica no palco quase todo o tempo ao lado do amigo. Os dois pretendem montar outro show juntos apenas para marcar os 40 anos do disco. Inéditas, só em 2013.

— Tenho feito letras. Mas, quando engrenar de vez, vou chamar Márcio, Fernando (Brant) e Ronaldo (Bastos). Estamos meio parados, mas não separados nem brigados — avisa ele, sobre seus parceiros frequentes.
As novas criações serão incluídas no livro que o jornalista Danilo Nuha está preparando com as cerca de 60 letras já escritas por Milton — "Pai grande", "Canção do sal" etc. O lançamento está previsto para outubro pela Casa da Palavra.

Em 5 de agosto, no Teatro Net Rio - Sala Tereza Rachel, estreará "Milton Nascimento — Nada será como antes", musical que Charles Möeller e Claudio Botelho acalentam fazer há cinco anos.
— Serão 50 canções, 12 atores, seis músicos e um roteiro que trata as canções como pequenas peças de teatro, ou blocos de canções como cenas. Não é uma biografia, mas uma visão teatral da obra dele desde "Travessia" — conta o mineiro Claudio, que ouviu Milton pela primeira vez aos 12 anos, cantando "O que será (À flor da pele)", ao lado de Chico Buarque, no disco "Geraes". — Aquela voz desatou algo em mim que realmente mudou a vida. Acho que quem ouve o Milton pela primeira vez é imediatamente transformado por ele.

Caixa abre edital para quatro programas de apoio a projetos culturais


A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (03) o Edital Cultural 2013: contendo o de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural, o de Apoio a Festivais de Teatro e Dança, o de Apoio ao Artesanato Brasileiro, e o de Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro.
O edital 2013 de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural selecionará projetos para a formação das pautas a serem realizadas no período de março de 2013 a fevereiro de 2014, nas unidades da CAIXA Cultural localizadas em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

3 bolsas de estudo para estudar na Alemanha


Confira três dicas de bolsa de estudos para os interessados em estudar graduação ou fazer pesquisas na Alemanha.
A Universia Brasil, maior rede ibero-americana de colaboração universitária presente em 23 países, reuniu um pacote com 3 bolsas de estudo para estudar na Alemanha. Entre as oportunidades encontram-se bolsas de graduação, pesquisa e intercâmbio de cientistas. Confira:
O DAAD oferece, em parceria com universidades alemãs selecionadas, o “Hochschulwinterkurs“, curso de alemão com duração de quatro a seis semanas, realizado nos meses de janeiro e fevereiro.
O curso, todo ministrado em alemão, é oferecido pelas universidades de Düsseldorf, Essen, Freiburg eLeipzig. O programa é destinado exclusivamente a estudantes universitários que possuam bons conhecimentos de alemão e que possuam excelente desempenho acadêmico. Podem se candidatar estudantes de graduação e de mestrado stricto sensu de todas as áras.
As inscrições vão até o dia 11 de junho de 2012 e devem ser feitas por meio do formulário de inscrições, disponível em inglês e em português. Os estudantes selecionados receberão benefícios como seguro saúde e uma bolsa de 2.625 euros.
Para participar o estudante deve ter nacionalidade brasileira ou residência permanente no Brasil, estar matriculado em universidade brasileira com 6º período concluído até o mês de dezembro anterior à viagem, CR igual ou superior a 8 e conhecimentos de alemão correspondentes ao nível intermediário B1 – para todas as carreiras – e B2 – para germanistas. Além disso, é necessária uma carta de motivação escrita em alemão.
Mais informações estão disponíveis no edital.
2) Intercâmbio de Cientistas
O DAAD oferece auxílio para cientistas brasileiros que estejam interessados em realizar estadias de pesquisa em universidades ou institutos de pesquisa alemães, por período de um a três meses. Para que o projeto seja aprovado, uma agência brasileira deve aprovar o pedido e custear a passagem aérea.
Em contrapartida a isso, o DAAD financiará a viagem de pesquisadores alemães convidados para uma pesquisa em universidades ou institutos de pesquisa no Brasil. Os parceiros brasileiros do DAAD são: CAPES, FAPESP, FAPERJ, FAPEMIG, FAPERGS, FACEPE, FAPESC.
As inscrições possuem fluxo contínuo, desde que sejam feitas com quatro meses de antecedência. Para participar é necessário que os interessados possuam doutorado e publicações em nível internacional, convite do pesquisador anfitrião e plano de trabalho. Os selecionados terão benefícios que incluem a passagem aérea (paga por agência brasileira) e ajuda de custo mensal igual a 1.990 euros.
ara se inscrever é preciso preencher o roteiro de inscrição para intercâmbio de cientista.

3) Bolsas IMU-EEP para pesquisa em matemática
A União Internacional de Matemática (IMU) e a Fundação Einstein Berlim estão oferecendo bolsas para doutorandos e pesquisadores da área de matemática. O objetivo do IMU Berlin Einstein Foundation Program (EEP) é aumentar a interação entre os jovens matemáticos de países em desenvolvimento com o intenso ambiente matemático de Berlin.

As candidaturas são contínuas, com seleção a cada três meses, e devem ser encaminhadas com pelo menos seis meses de antecedência. O comitê de seleção avalia os novos pedidos.
Os requisitos necessários para abrir uma solicitação de bolsa estão disponíveis no site. Mai informações podem ser obtidas por meio do e-mail imu-esb@math-berlin.de.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Processo seletivo para Regente da Orquestra Sinfônica da Unicamp



Processo seletivo para Regente da Orquestra Sinfônica da Unicamp
A QUEM POSSA INTERESSAR!
O PRAZO FOI PRORROGADO ATÉ O DIA 07 DE MAIO DE 2012,

O Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp - CIDDIC, está com inscrições abertas para Processo seletivo para Regente da Orquestra Sinfônica da Unicamp.
VEJA O EDITAL NO SITE DO CIDDIC.

Cantor sertanejo Tinoco morre aos 91 anos em São Paulo


Morreu, aos 91 anos, à 1h40 desta madrugada de sexta-feira, 4, no Hospital Municipal Doutor Ignácio Proença de Gouvêa, na Mooca, zona leste da capital paulista, o cantor sertanejo Tinoco, da dupla Tonico e Tinoco, que se desfez em 1994 com a morte de Tonico, seu irmão

Segundo José Carlos Perillo Perez, filho e empresário do cantor, o pai não vinha lutando contra alguma enfermidade considerada 'gravíssima' e passou mal na tarde de quinta-feira, quando foi internado no hospital, onde deu entrada com crise respiratória por volta das 15 horas. Os médicos afirmaram aos familiares, segundo estes, que, pelos sinais apresentados pelo cantor, ele havia sofrido um enfarte dois dias atrás, apesar de não ter sentido sintoma algum em casa. Antes de falecer, Tinoco teve duas paradas cardíacas no hospital, afirmaram os parentes.

Segundo José Carlos o pai estava relativamente bem. 'Inclusive na quarta-feira ele (Tinoco) gravou para o programa da Inezita Barroso lá no Teatro Franco Zampari, na Avenida Tiradentes. A apresentação vai ao ar no próximo dia 20', afirmou o filho do cantor. O velório de Tinoco terá início às 10 horas no Cemitério Quarta Parada, no bairro do Belém, na zona leste. O enterro está marcado para as 17 horas no Cemitério da Vila Alpina, também na zona leste.

João Salvador Perez, o Tonico, faleceu no dia 13 de agosto de 1994 ao cair da escada do prédio onde morava. O último show da Dupla Tonico & Tinoco foi na cidade mato-grossense de Juína, em 7 de agosto de 1994. Tinoco chegou a realizar mais de 30 apresentações contratadas anteriormente a morte do irmão.

Em 60 anos de carreira, Tonico e Tinoco realizaram cerca de mil gravações, divididas em 83 discos venderam mais de 150 milhões de cópias, realizando cerca de 40.000 apresentações em toda a carreira.

Festival de Campos do Jordão reduz número de bolsistas


A edição deste ano do Festival de Inverno de Campos do Jordão terá 115 bolsistas, número 25% menor do que a média dos últimos anos, 154. A nova direção optou também por cortar pela metade, de R$ 48 mil para R$ 24 mil, o prêmio Eleazar de Carvalho, dado a um aluno que se destacou durante o evento; e acabou com o curso de composição e com os prêmios Camargo Guarnieri (oferecido a jovens autores) e Ayrton Pinto (dados aos melhores de cada instrumento).
Em 2009, o festival contou com 156 jovens músicos; em 2010, foram 146; e, em 2011, 161. No ano passado, o prêmio Camargo Guarnieri rendeu R$ 15 mil ao vencedor e quatro bolsas de R$ 8 mil foram dadas aos vencedores do Ayrton Pinto. As informações sobre a edição deste ano, prevista para julho, constam do edital do festival, publicado no fim da semana passada no site do evento, que desde o início do ano passou a ser gerido pela Fundação Osesp e não mais pela Santa Marcelina Cultura, organização social contratada em 2009, durante a gestão do secretário João Sayad.
Ainda não foram divulgados os nomes dos professores e artistas convidados, assim como a Fundação Osesp preferiu não divulgar o orçamento do evento. Em entrevista concedida na sexta-feira, o novo secretário estadual de Cultura Marcelo Araujo afirmou, ao ser indagado sobre Campos do Jordão, que "este ano daremos prosseguimento a tudo aquilo que aconteceu nos anos anteriores". Procurada pela reportagem na manhã desta segunda, a Fundação Osesp informou "que a programação e demais detalhes serão divulgados na íntegra no próximo dia 30".
Ainda segundo o edital, a Orquestra Acadêmica, formada por bolsistas e alguns professores, fará três concertos, um por semana, durante o festival. No primeiro, será regida pelo maestro inglês Richard Armstrong; no segundo, pelo mexicano Giancarlo Guerrero; e, no terceiro, pela americana Marin Alsop - além de Alsop, regente titular do grupo desde o início do ano, os outros dois maestros estão programados também na temporada da Osesp. O edital prevê ainda a realização de concertos de música de câmara, dos quais participariam professores e alunos.
Nova Direção - Na semana passada, o festival anunciou o nome de Artur Nestrovski como diretor artístico do evento; Marcelo Lopes, diretor executivo da Osesp, assume o mesmo posto em Campos e o maestro e violinista Claudio Cruz, spalla da Osesp, fica responsável pela direção pedagógica e pela preparação e ensaios da Orquestra Acadêmica - Cruz regeu no ano passado o grupo e, desde o início de 2012, é o novo diretor da Sinfônica Jovem do Estado. Marin Alsop, que chegou a dar entrevistas como diretora artística do festival, alegou problemas de agenda e desistiu do cargo, ficando como "consultora artística", assim como seu regente associado, o maestro Celso Antunes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Estadão

Secretaria de Cultura prorroga prazo para inscrições de projetos em edital de ocupação do Teatro Santos Dumont


A Secretaria Municipal de Cultura (Secult) da Prefeitura de São Caetano do Sul e a Fundação das Artes, responsável pela agenda dos teatros municipais, prorrogam o período de cadastramento de espetáculos para a temporada 2012 do Teatro Santos Dumont, que compreende o período de 21 de junho a 21 de outubro de 2012.

O prazo, que se encerraria hoje, tem agora como data limite para inscrições de projetos, o dia 10 de maio.
Poderão se inscrever produções profissionais ou amadoras em teatro, dança, música, circo e cultura popular, para adultos e crianças.

Os projetos devem ser entregues na Fundação das Artes (Rua Visconde de Inhaúma, 730, Bairro Nova Gerty), de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
O objetivo é promover a difusão e a circulação das manifestações artísticas desenvolvidas em São Caetano e região.

O edital, com todas as informações necessárias para participação e a ficha de inscrição, estão disponíveis no portal www.saocaetanodosul.sp.gov.br e no site www.fascs.com.br. Mais informações pelo telefone 4238-3030.

Retratos faz homenagem a Pixinguinha, dia 6


No próximo domingo, 6 de Maio às 11h da manhã, os amantes da música instrumental brasileira poderão apreciar gratuitamente um recital em homenagem ao Dia Nacional do Choro com o Conjunto Retratos, formado pelos músicos Alex Mendes (bandolim), Paulo Gilberto (flauta), Cesar Ricardo (violão 7 cordas), Fernando Henrique (cavaquinho) e Donisete Fernandes (bandolim).

No repertório, o grupo apresenta choros de mestres da música brasileira como Pixinguinha, Valdir Azevedo, Garoto, Benedito Lacerda, Zequinha de Abreu, Luiz Americano, Joaquim Callado, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Radamés Gnattali, e Álvaro Sandim.
Basta chegar ao local com 20 minutos de antecedência e antes da apresentação, haverá o tradicional café da manhã oferecido gratuitamente ao público.

Serviço:
Domingo, 06 de Maio às 11h00
Centro Cultural do Jabaquara
Rua Arsênio Tavolieri n.º 45, Jabaquara (Próximo à estação Jabaquara do Metrô) - São Paulo/SP
Informações: (11) 5011-2421
Lugares: 250