terça-feira, 19 de junho de 2012

Gilberto Tinetti - Piano


Concertos Cultura Artística - Itaim

20.06 - quarta-feira - 21h00

Cultura Artística Itaim
Av Presidente Jucelino Kubitschec.1830
11-3250-3334
Itaim - São Paulo - SP

Edmundo Villani-Cortes no MIS


Projeto Notas Contemporâneas

20.06 - quarta-feira - 20h00

Museu da Imagem e Som
Av. Europa, 158
11-3062-9197
Jd. América - São Paulo - SP

Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo no Centro Cultural de SP.


Terça na Praça

19.06 - terça-feira - 12h30

Centro Cultural de São Paulo
Rua Vergueiro, 1000
11-3397-4002
São Paulo - SP

Coral municipal de Jundiai


Para melhor visualização, clique sobre o banner

Experiências brasileiras da economia criativa na Rio+20



Ministérios da Cultura e do Planejamento, Orçamento e Gestão, em conjunto com a União Europeia e a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, realizam conferência Diálogos Setoriais União Europeia-Brasil sobre Economia Criativa

As experiências brasileiras da área da economia criativa serão apresentadas no primeiro dia da conferência Diálogos Setoriais União Europeia-Brasil sobre Economia Criativa, que ocorre dias 21 e 22 de junho, durante a Rio+20.
No dia 21, o primeiro diálogo é a apresentação dos Programas Rio Criativo (Secretaria de Estado de Cultura do RJ), Porto Mídia (Porto Digital) e Sapiens Artis (Sapiens Parque). O segundo tema é Criatividade e Sustentabilidade, com Bia Lessa, diretora de teatro e cinema; Guti Fraga, fundador do Grupo de Teatro Nós do Morro; Heloísa Buarque de Hollanda, escritora e pesquisadora; Fred Gelli, designer, Oskar Metsavaht, estilista e diretor criativo da Osklen e Leo Feijó, diretor do Grupo Matriz e Gerente do Rio Criativo. Eventos Culturais para Cidades Criativas estarão em debate no terceiro diálogo do dia 21, com a participação de Rodrigo Oliveira, CEO do Grupo Inhotim; Mauro Munhoz, diretor da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) e Cristina Braga, idealizadora do Festival Vale do Café.

No encerramento do primeiro dia serão lançadas as edições em inglês e espanhol do Plano da Secretaria da Economia Criativa – Políticas, diretrizes e ações para 2011 a 2014. Também haverá a conferência Perspectivas nacionais e internacionais para o desenvolvimento da economia criativa brasileira e suas conexões com a sustentabilidade ambiental, com a participação de Ana Paula Zacarias, chefe da Delegação da União Europeia no Brasil; Edna dos Santos-Duisenberg, chefe do Programa de Economia Criativa da Unctad, a secretária da Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, e a secretária de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, Adriana Rattes.

Os Diálogos Setoriais União Europeia-Brasil sobre Economia Criativa fazem parte da programação do Ministério da Cultura durante a Rio+20 e serão realizados no Galpão da Cidadania. As inscrições para participar do encontro estão encerradas mas, no dia do evento, o Ministério da Cultura poderá abrir para vagas remanescentes. A conferência é uma promoção dos ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Cultura, em conjunto com a União Europeia e a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Banda Sinfonica do Estado de São Paulo no Sesi

Para melhor visualização clique sobre a imagem

O TRIO ATLÂNTICA É A ATRAÇÃO DE MAIS UM CONCERTO DA SÉRIE "MÚSICA NO MASP"




Formado em 2010 por jovens músicos muito promissores o Trio Atlântica tem por objetivo explorar o repertório escrito para a formação piano, violino e violoncelo escrito por composigtores brasileiros bem como por grandes compositores da história da música. Seus integrantes são:
o violinista Ariel Sanches, atualmente spalla da Camerata Fukuda, membro da Orquestra Experimental de Repertório e músico convidado das orquestras Sinfônica da USP e Jazz Sinfônica
o violoncelista Rafael Cesário, hoje membro da Orquestra de Ópera do Theatro São Pedro
e o pianista Paulo Henrique Almeida, que atualmente integra a Orquestra de Câmara da USP e é pianista co-repetidor no Theatro Municipal de São Paulo
        Grupo orientado pelo pianista Eduardo Monteiro (professor de piano e chefe do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo), o Trio Atlântica vem fazendo história em seus dois anos de existência.
        Foi finalista na Categoria Conjunto de Câmara do concurso Pré-estreia 2011, realizado pela TV Cultura com objetivo de apresentar e valorizar os jovens intérpretes da música clássica brasileira. Já se apresentou em teatros como o do Conservatório de Tatuí, durante o VI Encontro Internacional de Pianistas. E participou de masterclasses com renomados professores, como Elisa Fukuda, Flávio Augusto e Gilberto Tinetti, no 13º Festival “Música nas Montanhas”, em Poços de Caldas, quando fez a abertura do concerto do pianista Gilberto Tinetti com o Ensemble São Paulo.

Duas obras-primas – Focado sempre no repertório original para o trio piano, violino violoncelo, o Trio Atlântica selecionou para seu concerto na Série Música no MASP as seguintes obras:
W. A. Mozart (1756-1791), Trio nº 4 em si bemol maior KV 502 – Peça em três movimentos de 1786, verdadeira obra-prima escrita quando Mozart tinha 30 anos de idade e estava no auge de sua maturidade musical.
R. Schumann (1810-1856), Trio nº 1 em ré menor Op. 63 – Obra em quatro movimentos, composta em 1847, é o mais conhecido dos três trios para piano e cordas de Schumann. É, por excelência, uma das grandes peças de câmara do repertório romântico.

S E R V I Ç O

Série MÚSICA NO MASP
Sempre às terça-feiras, 12:30 horas
19 de Junho
Trio Atlântica
Ariel Sanches, violino; Rafael Cesário, violoncelo; Paulo Henrique Almeida, piano
MASP (grande auditório, 374 lugares)
Av. Paulista 1578, Bela Vista, tels. 3266-3645 e 3266-3569
ENTRADA FRANCA
Retirada de ingressos na bilheteria do museu
Duração: ~60 min
Indicação etária: Livre para todos os públicos

Todos pela educação menos “eles”


Todo e qualquer cidadão brasileiro que goze de seus direitos políticos e civis têm o dever de cumprir as leis aprovadas pelo parlamento que nos representa. A postura contrária é severamente punida na forma da Lei.

No estado democrático de direito essa norma é justa, pois sem a qual não haveria harmonia na sociedade e anarquia poderia encontrar abrigo. O cidadão delega, portanto, ao Estado o poder de reger os direitos e deveres da coletividade. É sabido que o bom exemplo deve ser dado principalmente por aqueles que, eletivamente ou não, ocupam cargos públicos ou àqueles que, de alguma forma, gerenciam a coisa pública. Sabendo-se claramente que o público pertence a todos, tais indivíduos devem ter mais cuidado e zelo com o mesmo mais que com suas próprias posses.
No nosso país infelizmente as coisas não seguem essa regra básica. Parte dos gestores púbicos bem como parte significativa da classe política tem se apropriado da coisa pública como se a eles pertencessem. Esse fato é fácil de ser constatado, baste ler ou ouvir o noticiário do dia, é escândalo por cima de escândalo. Esse mesmo grupo em épocas de eleição usa um discurso onde a palavra ética é o carro chefe. Além disso, é unanimidade se falar que a educação é imprescindível ao desenvolvimento não só desse mas de qualquer país. Pois bem. O Brasil é hoje, segundo os dados econômicos, a 6ª economia do globo terrestre e, assim sendo, conclui-se obviamente que em um universo de aproximadamente 200 nações é um país muito rico. Pergunta-se! Onde está tamanha riqueza? Não seria justo que o povo brasileiro que construiu e constrói essa riqueza dela tivesse acesso? Como ficar atrás de países considerados atrasados em relação ao nosso quando a questão é educação? Como se explica um trabalhador ganhar aproximadamente R$ 20,00 por dia de trabalho? Como explicar que um banco tenha lucro líquido anual de mais de 2 bilhões de reais e prestar um dos piores serviços? Enfim... são tantas incoerências para um país rico que poderia aqui elencar inúmeras delas, mas acho que todos já sabemos disso.
O mais triste de tudo é saber que isso tudo acontece porque a nossa classe política representa mais seus interesses particulares e de grupos econômicos a que pertencem que a população. População essa que vota muitas vezes a esmo, manipulada pela mídia que sabe muito bem fabricar candidatos e produzir imagens futuristas da realidade e/ou influenciada pelo poder econômico que corrompe facilmente os cidadãos. Independente disso, essa população merece desse País o mínimo necessário para exercer sua cidadania e ai, também sabemos de cor e salteado os direitos básicos constitucionais a que todos deveriam ter acesso. Para essa classe política a palavra cidadania só é pronunciada em época de eleição. “vote! Exerça sua cidadania”, nesse dia nem ser preso, na maioria dos casos a pessoa pode ser.
Apesar dos avanços econômicos e sociais que o Brasil tem alcançado, nosso Estado, está muito aquém do verdadeiro desenvolvimento econômico, educacional e porque não dizer, político. Isso se deve, logicamente, pelo fato de a maioria das pessoas estudarem na escola pública, infelizmente, desaparelhada em todos os aspectos. Nesse momento, alguns leitores devem dizer a si mesmo: Não concordo, pois muitos dos que passaram pelo poder e nele hoje estão, estudaram na escola pública. Eu respondo antecipadamente, faça um estudo sobre a História da educação brasileira e lá encontrarás tu, todas as respostas. Só para adiantar um pouco, houve um tempo em que a escola pública era também a escola da elite, então era de qualidade sim, só foi a elite abandoná-la e aqui estamos. Só como exemplo, trabalho numa escola Estadual que nem mesa para o professor colocar seus materiais de trabalho tem. Somando-se a isso, adota o governo uma política fincada em números, números esses que não refletem a realidade da qualidade de ensino.
Dizem que ser professor é um sacerdócio, na maioria dos casos creio que sim, contudo, mesmo um sacerdote necessita de comer, morar, vestir-se, calçar-se, divertir-se e ter acesso ao conhecimento para melhor orientar seu rebanho.
Para tanto, como se sabe é preciso dinheiro, pois sem dinheiro não se faz nada, não se vai a lugar algum. Ao invés disso, o que os mestres recebem é desprezo e humilhação por parte do poder público, seja do governador quando não cumpre a Lei, seja do Assembleia quando não vota as matérias que irão dar o mínimo de valorização à categoria, seja do judiciário quando o desembargador entende e determina que é ilegal o que é, de fato, legal. Portanto, os três poderes unos na mesma propositura, nem os deputados ditos de “oposição” se manifestam com altivez a favor da classe, pois que é ano eleitoral e os “acordos” políticos ainda não se fecharam. Para “acabar com o terço”, parte da mídia, principalmente um dos maiores sistemas de comunicação do Estado, claramente tenta colocar a sociedade contra o movimento. Enfim... nós, os mestres temos contra nossa causa legal uma série de barreiras, muito embora todos digam que a educação é essencial, mas como é essencial se àquele que tem a responsabilidade de ensinar e guiar o aluno na busca do conhecimento não se dá o mínimo possível para que sinta-se digno como profissional?
Diante de tantos posicionamentos e questionamentos, não vejo como despertar em nós, professores, qualquer espécie de autoestima a manter-se essa vergonhosa proposta do governo. Ao contrário, ocorrerá um significativo aumento de nossa baixa estima, da tristeza, do desânimo e, talvez, até um pouco de vergonha de ser o que somos, por ser tratados como somos.
Se, estando com a Lei a nosso favor, não conseguirmos o seu cumprimento e, além disso, o governo conseguindo a aprovação de uma nova Lei, a qual incorpora gratificação ao vencimento, achatando ainda mais nossa remuneração, nivelando a todos, desvalorizando ainda mais os que se graduaram e pós-graduaram, ao invés de marcharmos juntos numa estrada iluminada rumo a um futuro de glória, capengaremos numa estrada escura, carente de esperança em dias melhores. Num quadro sem vida como esse, o chamado “faz de conta” encontra ainda mais abrigo e o crack mais vítimas, o trabalho infantil mais vagas, a prostituição infanto-juvenil mais espaço enfim... ao final todos seremos vítimas. Será confirmado o que está nas escrituras sagradas: o fim, o apocalipse. Mas há tempo para fazermos algo, e a saída, sem dúvida, começa pela educação e pela saúde.
Enquanto forem negligenciadas por parte do poder público que continua a privá-las do investimento necessário e previsto constitucionalmente, as perspectivas não serão animadoras. Nesse caso, é preciso que o povo, na qualidade de sociedade civil organizada manifeste-se contra esse poder público tirano, que tenta se esquivar de suas responsabilidades constitucionais e tenta jogar o povo contra os trabalhadores que também necessitam e têm suas famílias dependentes de escola e saúde públicas, até policiais que batem, prendem, e ferem os professores com balas de borracha. Assim, sendo, essa luta é de todos. Não é de “A” nem de “B”. A partir do momento que tivermos educação e saúde de qualidade, todos quererão dela se servir.
O professor, o vigia, o auxiliar administrativo, a lavadeira de roupa, o biscateiro, o zelador, o contínuo, o office boy, a lavador de carro, o pedreiro, o açougueiro, a merendeira, a copeira, o técnico e auxiliar de enfermagem, o lavrador, quitandeiro, o comerciário, o bancário, o operário da indústria, o soldado, enfim... todas as categorias que fazem parte da base da cadeia produtiva de bens e serviços, que são a maioria da população e que, mesmo ganhando pouco, muitas vezes se sacrificam para pagar uma escola particular e um plano de saúde deficiente, são as que realmente sairão da marginalidade do sistema com as mudanças reais, as mudanças promovidas pela educação, saúde e geração de emprego e renda. É a essa massa que faço parte e me dirijo para conclamá-la à luta solidária por nossos direitos, pois somente irmanados e de mãos dadas poderemos conseguir nossa verdadeira cidadania e com ela a oportunidade de eleger representantes que não sejam fora da Lei.


Profº Marson Cleiton (marsoncleiton@msn.com)msn.com)

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul



Cinema em Concerto

Sérgio Assumpção – regente
Suites sobre trilha sonora de filmes

16.06 – sábado – 20h30

Teatro Municipal Paulo Machado de Carvalho
Al. Conde de Porto Alegre, 840
11-4338-3030
São Caetano do Sul - SP
Entrada Franca

Maria José Carrasqueira



Maria José Carrasqueira
Piano

Programa:
Haydn, Chopin, Wild, Nazareth

16.06 – sábado – 20h00

Sociedade Brasileira de Eubiose
Sala Henrique José de Souza
Av. Lacerda Franco, 1059
Aclimação
R$20,00

Coro de Câmara da Soarte



Carlos Eduardo Vieira – regente

Programa:
Dowland, Bennet, Hassler, Lasso, Victoria, Palestrina, Tallis e Byrd

 16.06 – sábado – 19h00

Igreja Central Evangélica Armenia de São Paulo
Av do Estado 1196
11- 3227-6969
Metro Armênia
São Paulo - SP

Orquestra Sinfônica do Estado de Sâo Paulo



Giancarlo Guerrero – Regente
Gutitar Duo Brasil

16.06 – sábado – 16h30

Sala São Paulo
Av Júlio Prestes, s/n
São Paulo – SP
R$ 26,00 à 149,00

Orquestra de Cordas da Emesp



Geraldo OLivieiri – regente
Paulo Bosisio e Pedro Delaolle Violinos

Programa

Bach – concerto para dois violinos
16.06 – sábado – 16h00

Teatro Grande Otelo
Entrada Franca

Orquestra Sinfônica do Rio de Janeiro


Roberto Minczuk - regente

Programa Britten, Schumann e Bruckner.

16.06 - sábado - 20h00

Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Marechal Floriano s/n
Rio de Janeiro - RJ

Madrigal do Leme


Música no Museu

Programa:
Josquin dez Prez

16.06 - sábado - 16h00

Parque das Ruínas
Rua Murtinho Nobre, 169
21 2253-8645
Santa Tereza - RJ

Orquestra Petrobras Sinfônica


Série Portinari II

Issac Karabtchevisky - regente
Nelson Freire - piano

Programa
Villa-Lobos, De Falla e Ravel

16.06 - sábado - 16h00

Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Marechal Floriano s/n
Rio de Janeiro - RJ

PAULO MARTELLI se apresenta com o QUARTETO ROMANOV no “Música no Museu da Casa Brasileira”



O projeto Música no Museu da Casa Brasileira traz no domingo, 17 de junho, às 11h, o músico Paulo Martelli e Quarteto Romanov no MCB, instituição da Secretaria do Estado da Cultura. Com enorme sucesso de público, o programa é gratuito e está em sua 12ª edição.

O Quarteto Romanov, é formado pelos violinistas russos Alexey Chashnikov e Tatiana Vinogradova, o violista russo Simeon Grinberg e o violoncelista brasileiro Rodrigo Andrade Silveira.

Juntos com o violonista Paulo Martelli, os músicos reativam o antigo trabalho de música de câmara, com um novo projeto que de um lado tem o violão, cujo perfil é puramente solista, e do outro um quarteto de cordas que é a espinha dorsal da orquestra.

Sobre o projeto Música no Museu – Um dos projetos mais tradicionais do calendário do Museu da Casa Brasileira, o Música no Museu traz, há 12 anos, apresentações de qualidade com entrada gratuita em um dos locais mais charmosos da cidade: o jardim da instituição. Nesse período, curadores de renome assinaram a programação. Entre eles, o músico e historiador Carlinhos Antunes, os maestros Julio Medaglia e João Carlos Martins e os pesquisadores e músicos Benjamin Taubkin, Antônio Nóbrega e Magda Pucci. Mais de 200 mil pessoas já conferiram, nas 12 edições do projeto, as apresentações de nomes importantes da música brasileira, como Zimbo Trio, Mawaca, Orchestra Bachiana, Mutrib, entre tantos outros grupos, projetos solo e camerísticos populares e eruditos.

Na temporada de 2012, o projeto conta com a coordenação de Carmelita de Moraes e tem como objetivo divulgar a diversidade musical nacional e internacional por meio de estilos variados: instrumental, erudita, popular, entre outros. Ao mesmo tempo, oferece ao público momentos agradáveis e especiais.


Sobre Paulo Martelli - Violonista brasileiro de reputação internacional, Paulo Martelli, tem desenvolvido prolífica carreira de solista, paralela à intensa e contínua atividade acadêmica. Considerado um dos melhores violonistas de sua geração, Paulo é um musico eclético de sólida educação musical, premiado internacionalmente e diplomado nas melhores escolas de musica dos Estados Unidos: a Juilliard School e a Manhattan School of Music.

Idealizador e curador da série Movimento Violão, um projeto que acontece consecutivamente em São Paulo nas unidades do SESC na Capital, em Ribeirão Preto no Teatro Minaz, e em Araraquara no Teatro Municipal, levando o melhor do violão erudito ao publico em apresentações mensais gratuitas. Atualmente considerada por unanimidade como a mais importante série de violão do país.

Sobre  Quarteto de cordas Romanov -  formado pelos violinistas Alexey Yashnikov, Tatiana Vinogradova, o violista Simeon Grinberg e o violoncelista Rodrigo Andrade Silveira  atento a tradição das cordas vem reativar o antigo trabalho de musica de câmara. Seus integrantes, além de pertencer a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e de se voltarem para formação de novos talentos brasileiros, vem acumulando experiência como cameristas com repertório bem abrangente, e formado por compositores de todas nacionalidades que vai do clássico ao contemporâneo.

SERVIÇO:

Música no Museu da Casa Brasileira – Paulo Martelli e Quarteto Romanov
17 de junho de 2012 às 11 horas
Entrada gratuita
Local: Museu da Casa Brasileira Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano Tel.: (11) 3032-3727
Acesso a pessoas com deficiência / bicicletário
Estacionamento pago no local – Domingo: Valor único – R$15,00
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas orientadas: (11) 3032-2564 / agendamento@mcb.org.br
www.mcb.org.br

NEOJIBA promove terceiro concerto da série de Música de Câmara este ano




Na próxima segunda-feira (18), o programa NEOJIBA promove a terceira apresentação da série de concertos de Música de Câmara em 2012, às 20h, na Sala do Coro do TCA. Entre as participações estão o Trio de Trompas, e o Grupo de Metais e de Percussão, que executarão obras de grandes compositores como Anton Reicha e Camille Saint-Saëns. A entrada é franca. Com o intuito de disseminar a música de concerto e estimular a técnica de seus jovens membros através de uma modalidade mais intimista e próxima do público, as cameratas do NEOJIBA acontecem regularmente no Teatro Castro Alves e em outros espaços culturais da cidade.

Confira o repertório da apresentação:

CLAUDE BOLLING
Intime
Formação: Dóris Leandra (Flauta), Aline Falcão (Piano), Isaac Falcão (Bateria).

ANTON REICHA
Horn Trio
Formação: Trio de Trompas da OCA (Uriel Borges, André Leite, Ualisson Moreira).

FRANÇOIS GOUNOD
Funeral March of a Marionete

DUKE ELLINGTON
Ellington Suite
Formação: Grupo de Tubas (Ricardo Sena, Jamberê Cerqueira, Ângelo Silva, Jackson Santos, Gabriel Vieira).

VICTOR EWALD
Quinteto nº 3 (mov. I)

LUIZ GONZAGA
Gonzagueando (arr.: Duda)
Formação: Quinteto de Metais: Helder Passinho Jr. e Aécio Magnum (Trompetes); Orlando Afanador (Trompa); Joadson Araújo (Trombone); Jamberê Cerqueira (Tuba)

CAMILLE SAINT-SAËNS
Dança Bachanale (da Ópera Sansão e Dalila)
Formação: Grupo de Metais e Percussão do NEOJIBA (Regência: Yuri Azevedo)

18.06 - segunda-feira - 20h00

Sobre o NEOJIBA

Criado em 2007 como um dos programas prioritários do Governo do Estado da Bahia, o NEOJIBA tem por objetivo alcançar a excelência e a integração social por meio da prática coletiva da música. No Brasil, o NEOJIBA é o primeiro programa governamental de formação de orquestras infanto-juvenis baseado no aclamado “El Sistema”, programa venezuelano criado há 37 anos. Seu diretor fundador e regente titular é o pianista Ricardo Castro, convidado em 2007 pela Secretaria de Cultura para criar e implantar o programa na Bahia.
O NEOJIBA já beneficia diretamente mais de 600 crianças e jovens, integrantes do Núcleo de Gestão e Formação Profissional do Programa, no Teatro Castro Alves, e em Núcleos de Prática Orquestral em Simões Filho e na Península Itapagipana, em Salvador. Além disso, o NEOJIBA apoia pedagogicamente projetos orquestrais do interior do estado, levando seus resultados a jovens músicos dos municípios de Conceição do Coité, Jacobina, Vitória da Conquista, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália e Angical. O mais importante diferencial entre o NEOJIBA e a maioria das outras iniciativas de arte-educação realizadas no Brasil é sua função de real integração social, estimulando o convívio entre crianças e jovens de vários segmentos da sociedade.

Festival de Inverno de Petropolis – RJ



De 06 a 15 de julho

Palestras e recitais com grandes expoentes nacionais e internacionais de música clássica, do jazz, MPB e corais. Apresentações de teatro e balé .

Informações e inscrições: www.dellarte.com.br

Da sacra à Religiosa - Um Breve olhar sobre a música protestante.


Parte VI - Final

As demais igrejas protestantes históricas, como a Metodista, Batista e Presbiteriana, estão também tornando contemporânea sua linguagem musical, mas de forma diferente. Na verdade, estão apenas contextualizando os "gestos" do fazer musical, quando copiam os trejeitos das bandas estrangeiras e traduzem, mesmo que sofrivelmente, as canções que a mídia vem propagando "aos quatro ventos".

Essas igrejas imitam as neopentecostais, adotam seus cantos, compram seus cancioneiros. Mais que isso: abandonam seus hinários oficiais e passam a projetar nas paredes as canções dos carismáticos. Estão, com isso, perdendo a identidade denominacional e fragilizam sua teologia, pois os textos desses cantos dão prioridade à doxologia e, embora falem também sobre a comunhão entre irmãos, não dão relevo a assuntos tão vitais para o protestantismo histórico, como o pecado, a salvação pela graça de Deus, a cruz, morte e ressurreição do Senhor Jesus.

Os cantos avulsos provenientes da ala carismática tampouco descem das "regiões celestiais" para o nível do chão, a fim de se colocarem à disposição do serviço ao próximo e/ou aos menos favorecidos. A tendência atual de algumas igrejas protestantes históricas em abandonar seus hinários oficiais enfraquece sua identidade como denominação distinta e não valoriza suas raízes históricas, muitas vezes arduamente conquistadas.

Em contra ponto, algumas igrejas protestantes têm-se apercebido de que é essencial guardar a herança que outras gerações lhes legaram, herança expressa nos cantos de eras passadas, mas que preservam seu passado histórico e fomentam sua identidade. Esse fato foi ainda constatado pela observação do apego que os protestantes de algumas igrejas não-litúrgicas têm expresso pelo seu hinário, chegando a tomá-lo como um "livro doutrinário" ou documento oficial da denominação. Por causa de tal função, sentem que é imperioso resguardar a sua memória. Algumas vezes, a própria igreja se deu conta de que a tradição dos cantos vale a pena ser mantida quando se deseja educar o povo.

Hoje no mundo e no Brasil, vive-se uma nova eclesiologia e estética musical a partir mudança da centralidade do culto. No que diz respeito ao papel da música na liturgia, é muito comum vermos nas igrejas evangélicas grupos chamados “equipe de louvor”, cuja finalidade é ministrar o louvor à igreja em um certo momento do culto. Estes grupos surgiram provavelmente com o crescimento do movimento neopentecostal, culminando no surgimento de várias denominações, como a Igreja de Nova Vida, Cristo Vive, Universal, Comunidades Evangélicas, etc. Todas elas possuem uma coisa em comum: a ênfase na música de adoração impregnada de um emocionalismo exagerado.

Suas equipes de louvor têm a função de ministrar o louvor; de levar o público a um êxtase musical, de maneira que possam sentir a presença do Espírito de Deus. Formadas por jovens, estes grupos cantam..., cantam..., cantam..., até que o clima do culto seja satisfatório às necessidades de cada membro.

Normalmente, um líder toma a palavra enquanto os outros participantes cantam suavemente. Logo depois, o líder começa a proferir palavras de ordem: vamos fazer isso...; fazer aquilo...; eu estou vendo isso..., eu estou vendo aquilo...A repetição de trechos musicais com grande teor de emoção intercalados a estas “falas” do líder conduzirá a congregação a experimentar um sentimento de satisfação pessoal momentâneo, pois esta prática possui, em muitos casos, um efeito passageiro, caracterizado pelo espírito de vida pós-moderno, em que o ser humano busca entretenimento e prazeres imediatos em coisas transitórias. Nestas equipes de louvor, a música é usada, talvez de forma inocente, como meio de manipulação para tornar o culto mais agradável para os crentes e visitantes.

A música no culto cristão que leva a busca da satisfação do homem não é coerente com o seu papel na vida da igreja, e sim caracteristicamente ufanista ou personalisticamente devocional (religioso), pois a centralidade do culto está inquestionavelmente em Deus e na partilha do pão, onde o papel da música deve ser de levar o homem a contemplar a beleza e refletir sobre o centro da adoração (Sacro).

A música é arte, e arte é instrumento. Ela pode ser uma obra religiosa ou sacra.

Dependendo do fim a que se destina uma obra de arte, pode ser considerada sacra (de culto) ou religiosa (de devoção). Segundo Cláudio Pastro:

"a arte sacra é algo feito do ser da Igreja, da profundeza do ser cristão, é uma continuidade da liturgia e da celebração cristã e se põe a serviço da Igreja. A função da arte sacra é testemunhar Jesus Cristo. Ela é o visualização plástica do evangelho, a petrificação dos dogmas, e por isso, nos aproxima mais do verdadeiro ecumenismo cristão do que qualquer outra coisa. Ela também é educativa.".( Pastro, 1993: p.)

Hoje, pode-se fazer uma leitura clara de que a modernidade trouxe novas visões, ouvidos e rumos para a eclesiologia da igreja protestante. Sendo assim, o seu desafio é a consciência estar diante de uma modernidade consumista que agride sua identidade histórica, refletindo sobre de que forma ela pode ser Reformada e estar sempre se Reformando