segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Mercado de música erudita se organiza no Brasil


A pequena participação da música erudita nas vendas do ano passado, em um combalido mercado fonográfico, não desanima Betina Maag Santos, diretora da gravadora SanCtus Recordings, que acaba de lançar por aqui o primeiro produto de um promissor catálogo: Ritos de passagem – 1957, do pianista mineiro Nelson Freire. “Estamos em fase de avaliação, mas de antemão dá para vislumbrar um mercado carente, com grande potencial”, avalia a violinista e empresária, que paralelamente à gravadora que criou na Suécia, onde morava em 1995, acaba de fundar a Caecilia Arte, para distribuição dos discos no Brasil. Com mais de 20 títulos já lançados em seu catálogo, a SanCtus Recordings, que tem sede em Brasília, se junta a outras pequenas gravadoras para tentar deslanchar um segmento adormecido do mercado musical.

O lançamento de Ritos de passagem – 1957 marca a inauguração da SanCtus Recordings no Brasil, depois de 17 anos de atuação na Europa. O álbum reúne as primeiras gravações de Nelson Freire, que acaba de completar 62 anos de carreira. Ele tinha 12 quando participou do Concurso Internacional de Piano do Rio de Janeiro, chamando a atenção entre os 50 competidores.

Classificado em nono lugar, o menino acabou ganhando uma bolsa de estudos do então presidente Juscelino Kubitscheck que o levou a estudar na Áustria. Antes de partir, no entanto, Nelson registrou em estúdio as seis peças de Chopin apresentadas no certame. Perdidas no tempo, elas foram resgatadas agora pela nova gravadora. O disco traz como faixa bônus o Concerto Imperador, de Beethoven, gravado ao vivo na antológica apresentação do jovem pianista.

NA INTERNET O casamento com um diplomata afastou a violinista Betina Maag Santos da carreira solo, diante das constantes mudanças motivadas pela profissão do marido. A música, no entanto, acabou levando-a a criar a SanCtus Recordings, cujo batismo deriva do nome da família do próprio marido.

Tendo como logotipo uma imagem de Santa Cecília, a padroeira dos músicos, a nova gravadora é voltada para a divulgação de repertório, gravações e documentos musicais raros, além de dar destaque aos valores musicais brasileiros e sul-americanos. O cravista colombiano Rafael Puyana, por exemplo, que vive entre os Estados Unidos e a Europa, será objeto de um dos próximos lançamentos da gravadora.

“Temos compromisso seriíssimo com a qualidade”, garante Betina Maag, interessada em associar sempre excelência com qualidade. Daí a existência de um catálogo de mais de 20 títulos na SanCtus Recordings, que ela comercializa, também, via loja virtual, abrigada no site www.sanctusrecordings.com.

Concorrência aumenta

Graças à parceria com a Movieplay, por exemplo, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) lançou no Brasil seu primeiro disco, Sergei Prokofiev – Sinfonia nº 5 – O ano de 1941, com a regência de Marin Alsop. O álbum já havia sido muito bem recebido do mercado externo, via selo Naxos, de Hong Kong, e agora o ousado projeto da Osesp prevê a gravação integral das sinfonias do compositor russo em mais discos, a serem lançados até 2016.

Na batalha pelo segmento, à Movieplay se juntam a Algol Editora e a Paulinas Comep, de São Paulo; e a Biscoito Fino, do Rio de Janeiro. “O mercado da música clássica no Brasil é pequeno”, avalia Heraldo Luiz Marin, diretor da Algol Editora. “Mas ele é fiel e interessado.” Promotor do Prêmio Carlos Gomes, cuja 15ª edição será realizada em 27 de agosto, no Teatro Municipal de São Paulo, o empresário lembra que a crise na área é de mídia – o formato físico do disco em si – e não de conteúdo.

“O futuro no setor será baixar músicas no computador, para cada um montar o próprio disco. Estamos indo por aí”, afirma Heraldo, confiante de que o interesse pelo conteúdo musical vá aumentar. “No Brasil, os livreiros querem adquirir música a preços normais, como se fosse papel, mas na hora de comercializá-la eles se negam a dar desconto ao consumidor”, lamenta Heraldo Marin.

A estreia do empresário no setor ocorreu com o livro-CD Minhas pobres canções, da soprano Nilza de Castro Tank, que, além de cantar, reúne as partituras esquecidas de Carlos Gomes, que um dia chegou a classificar sua produção do gênero como “minhas pobres canções”. Heraldo Marin lembra que, com o advento das lojas virtuais de música, a tendência é o baratear o download para evitar a pirataria. “Trata-se de um mercado em mudança de paradigma”, repara o proprietário da Algol Editora.

REAÇÃO

Apesar da crise no setor fonográfico, as vendas nos formatos físicos (CD, DVD e Blu-ray) voltaram a crescer no Brasil, segundo as gravadoras, que faturaram mais de R$ 312 milhões em 2011. O crescimento registrado foi de 7,6% em relação a 2010. Os valores corresponderam a um total de 24.920.737 unidades de produtos de áudio e vídeo.

Produzir ou só distribuir, eis a questão

A assessoria de imprensa da Biscoito Fino esclarece que os projetos de música clássica lançados pela gravadora são frutos de parcerias comerciais, não de gravação ou captação. A empresa está lançando, por exemplo, pequenas caixas do projeto Acervo russo, com gravações licenciadas de orquestras russas. Outros selos não apenas distribuem, mas realizam gravações.

Bem mais antiga no mercado, a gravadora e também editora musical Paulinas Comep, fundada em 1960, no Paraná, transferiu-se quatro anos mais tarde para São Paulo, de onde distribui sua produção musical para as suas cerca de 30 livrarias espalhadas pelo país.

Além de importar discos de música clássica para lançamento por aqui, a Paulinas Comep também costuma gravar em estúdio. É o caso de álbuns como Um toque feminino, da harpista Norma Holtzer Rodrigues e da pianista Mariana Thais Secondo, que, segundo a produtora irmã Maria Luiza Ricciard, transformou-se em sucesso de vendas da Paulinas, que tem títulos de música sacra e aposta ainda no segmento erudito.

A pianista Eudóxia de Barros é presença constante nos estúdios da Paulinas Comep. Assim como o também pianista Flavio Varani, que gravou Cartas à posteridade, com a obra de Heitor Villa-Lobos. “Não se trata de um grande mercado, se comparado ao de música popular, mas tem sempre quem aprecie a música clássica”, repara irmã Maria Ricciard. A produtora lembra que não por acaso espaços de concertos, como a Sala São Paulo, estão sempre com plateia lotada. “Infelizmente, o grande público desconhece, porque o rádio, com raríssimas exceções, não divulga a música clássica no Brasil”, lamenta irmã Maria Ricciard.


Mercado brasileiro

73,5% do mercado é da música popular brasileira

25,2% ficam com produtos de artistas internacionais

1,3% é a fatia do bolo que cabe à música clássica

Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), referente às vendas em 2011

Carlos Gomes



Carlos Gomes o patrono da nossa sociedade Brasileira de Artes Cultura, o insigne maestro campineiro foi o maior gênio da música no cenário brasileiro e mundial.
Antonio Carlos Gomes, o famoso Tonico de Campinas como era carinhosamente chamado, ou ainda o Tonico Carlos Gomes ou o Tonico Campineiro, que nasceu nesta cidade de Campinas, Estado de São Paulo, ali na atual Rua Regente Feijó, no dia 11 de julho de 1836, era filho de Manuel José Gomes, o “Maneco Músico”, mestre da Banda Musical de Campinas, e de Da. Fabiana Jaguarí Gomes.
Foi exatamente com seu pai e seu irmão Santa Gomes que Carlos Gomes aprendeu os primeiros conhecimentos musicais e, demonstrando suas tendências predestinadas que o levaram a ser o maior gênio dessa arte em nosso país, conforme constatamos dos ilustres biógrafos Enzo Silveira, Alberto J. Robbe, João Batista de Sá ( Joluma Brito ) e outros.
Seus estudos instrumentais começaram com o piano, depois o violino, mais tarde clarinete e harmonia, e finalmente o triângulo ( o ferrinho ) como assim o denominava, chegando a tocar e cantar como participante do Coro da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, que no corrente ano comemora o seu Bi – Centenário, juntamente com a fundação da cidade de Campinas.
Em 1854, com 18 anos de idade, escreveu sua primeira cantada, obra sacra, e, em 1856, assumiu a maestria da Banda Musical de Campinas, em substituição ao seu pai, o estimado maestro “Maneco Músico”; em 1857 foi para São Paulo, onde no convívio acadêmico, fez sua primeira composição em homenagem aos acadêmicos da Faculdade de Direito do Largo São Francisco denominado “Hino à Mocidade Acadêmica”; em 1858/1859 escreveu a sua segunda cantada; no mês de junho, embarcou para o Rio de Janeiro onde matriculou-se no conservatório Nacional de Música, do qual era seu diretor, o grande compositor do nosso Hino Nacional, maestro Francisco Manuel da Silva, recebendo ensinamentos dos maestros Giocchino Gianini e outros professores daquele Conservatório, quando passou a adquirir maiores conhecimentos da arte musical que o colocaram à frente das mais importantes produções musicais da época; em 1859 em tornar o público sua “Cantada” na Academia de Belas Artes, teve o ensejo de conhecer e ser apresentado ao Imperador D. Pedro II quem posteriormente, lhe deu proteção e ajuda; em 1860 passou a regente da Orquestra Imperial do Conservatório Musical; em 1860/1861 produziu a sua primeira ópera “ A noite do Castelo”, que levou à efeito no Teatro Lírico do Rio de Janeiro em 11 de março de 1861; em 1862 foi condecorado pelo Governo Imperial com o Grau de Cavaleiro com a ordem da Rosa, recebendo logo a seguir, nesse mesmo ano dos Campineiros, uma coroa de louros e uma batuta de regência, bem como do maestro Francisco Manuel, uma outra batuta de ouro , em nome da Orquestra Imperial, honrarias que, naquela altura, já o classificava como um gênio da Música; em 1863 compôs a sua segunda ópera “Joana de Flandres”, que representou sua ascensão aos píncaros da glória, recebendo como mérito do Imperador D. Pedro II, o prêmio de viagem de estudos à Europa ( Alemanha e Itália ), para onde embarcou no dia 8 de dezembro daquele ano, sediando-se em Milão; em 1864 compôs “ Se Sá Minga” que foi levada à cena no Teatro Carani em 1870, com a denominação de “Nela Luna”; nesse mesmo ano ultimou a sua composição iniciada em 1859 denominada “ Quem Sabe”; em 1868/1870, compôs a célebre e conhecida ópera “O Guarani”, que foi levado à cena no tradicional Teatro Scala, de Milão ( Itália ), no dia 19 de março de 1870 e no Brasil em 2 de dezembro do mesmo ano com absoluto e estrondoso sucesso, tanto lá como cá; em 1870, ainda, foi o nosso querido Tonico consagrado pelo maior nome da música da Itália, na época, que foi o grande Giuseppe Verdi; em 1873 produziu a “Fosca”; em 1874 compôs “Salvatore Rosa” e iniciou nesse ano “Colombo”, que concluiu em 1892; em 1878/1879 produziu “Maria Tudor”; em 1888 compôs em homenagem aos bravos negros do Brasil, a peça “Lo Schiavo”; em 1891 ultimou a sua composição “Condor”e, no interregno de tempo de 1878 a 1892, produziu mais os seguintes trabalhos musicais, alguns inacabados: “Hino Militar de Milão”; “Moema”; “Leonora”; “Mosqueteiro do Rei”, e outros.
.......Carlos Gomes teve como seus protetores, mestres e incentivadores os seguintes homens da época: Theodoro Langard: Conselheiro Albino José Barbosa de Oliveira; Bitencourt Sampaio; Francisco Manuel da Silva; Manuel Banedira; Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias; o Imperador D. Pedro II; André Rebouças; Salvador de Mendonça; Giuseppe Verdi; Giacchino Gianini; Lauro Sodré; Bertino Miranda; Marcelino da Silva; Antônio Marçal; Paulino de Brito, Senador Antônio Lemos; e muitos outros.
.......No dia 16 de setembro de 1896, faleceu em Belém do Pará, onde fora dirigir o Conservatório Musical daquele Estado, morrendo

Shauan Bencks - Voz Ativa madrigal - 15 anos



Se fizéssemos uma enquete para saber qual a palavra que melhor defini Shauan Bencks, certamente “querido” seria ela.
Seu sorriso e seu astral contagiam a quem dele se aproxima. Em todo o tempo que esteve no Voz Ativa, não houve um só momento de desavença, atrito ou baixo astral.
Tenor de voz fácil tem uma musicalidade impar, principalmente em repertórios populares. Não por acaso, é um profundo admirador da nossa música popular e sempre arrumou um jeitinho para não abandonar esta sua paixão como cantor. Mantinha paralelamente ao trabalho com o VAM um trajetória interessante e criativa dedicada a MPB.
Bonachão, no que de mais especial esta expressão pode traduzir, nada parece o preocupar, tudo acontece do jeito certo e na hora certa, o que não agradasse também em momento certo se adequaria.
É do tipo que não bebe e entra nas viagens dos alterados pelo álcool. Preconceito, nem pensar, não combina em nada com seu jeito de ser, trata com um sorriso acompanhado com indiferença qualquer manifestação que expressasse algum tipo de desprezo pelo humano.
Essas qualidades fazem dele um músico totalmente enfronhado com a música. Tudo vira música quando ele canta ou toca seu violão. A música se entrega a ele com a mesma sinceridade que ele se entrega a música, sem dúvida a maior lição que ele deixou em sua passagem pelo Voz Ativa Madrigal.
Ao querido Shauan Bencks nosso carinho, agradecimento e admiração por tudo que você representa.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Orquestra Sinfônica da USP



Wagner Polistchuk – regente
Marcelo Bratke – piano

Programa
Carlos Gomes, Villa Lobos, Omar Fontana/Alfred Hülsberg, Garnieri

Serviço

28.10 – domingo – 17h00
Sala São Paulo
Pça Júlio Prestes, s/n
11-4003-1212
São Paulo – SP
R$ 12,00 a R$ 60,00

Quarteto de Cordas da Universidade Estadual do Pará



Programa
Haydn, Mozart e Paulinho Chaves

Serviço

28.10 – domingo – 19h45
Capela da Puc
Rua Monte Alegre, 948
11-38562-2498
São Paulo – SP
Entrada Franca

15º Festival de Música Sacra de São Paulo



Coro de Câmara da Soarte
André Russo – regente

Collegium Músicum de São Paulo
Bruno Fácio – regente

Serviço

28.10. – domingo -20h00
Catedral Evangélica de São Paulo
Rua Nestor Pestana, 152
11-3255-6111
São Paulo – SP
Entrada Franca

Coro da Osesp


Naomi  Munakata – regente

Serviço

28.10 – domingo – 11h00
Sala São Paulo
Pça Júlio Prestes, s/n
11-4003-1212
São Paulo – SP
Entrada Franca

Orquestra Petrobrás Sinfônica


Naokata Tachibana – regente

Programa
Rossini, Mendelssohn

Serviço

28.10 – domingo – 16h0
Ig. Nossa Sra do Carmo da Antiga Sé
Rua Primeiro de Março, s/n
21-242-7766
Rio de Janeiro – SJ
Entrada Franca

Madrigal Vocale e Collegium Cantorum


Homenagem a José Penalva

Serviço

28.10 - domingo - 19h00
Ig. Imaculado Coração de Maria
41-3224-9574
Curitiba Pr
Entrada Franca

Camerata Pró-Música


Guilherme Oliveira – regente

Serviço

Igreja Nsa Sra de Fátima
32-3223-5755
Juiz de Fora – MG
Entrada Franca

Ópera Orfeu e Eurídice, de Cluck



Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e Coral Paulistano

Nicolau de Figueiredo – regente

Serviço

27.10 – sábado – 20h00
Praça das Artes
Av. São João, 281
São Paulo – SP
R$ 40,00 à R$ 100,00

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e Coro da Osesp


Louis Langrée – regente
Ericksmoen – soprano
Luisa Francesconi – mezzo-soprano
Cotlin Balzer – Tenor

Programa
Shnuttke e Mozart

Serviço

27.10 – sábado – 16h30
Sala São Paulo
Pça Júlio Prestes, s;n
11-4430-1212
São Paulo – SP
R$ 44,00 a R$ 149,00

Orquestra Sinfônica de Santo André



Carlos Moreno – regente

Programa

Almeida Prado, Villa Lobos,  Piazzolla, Jorge Antunes e Cyro Pereira

Serviço

27.10 – sábado – 20h00
Teatro Municipal de Santo André
Praça IV Centenário, s/n
11-4433-0789
Santo André – SP
Entrada Franca

Coral Rachel Peluso



Silvia Lusiada – regente
Luiza Guerreiro – piano

Programa

Canções de amor

Serviço

27.10 – sábado – 20h00
Casa da Cultura de Santo Amaro
Pça Dr Francisco Lopes, 434
11-5522-8897
Santo Amaro – SP
Entrada Franca

Balé da Cidade de São Paulo



Programa

Offspring, de Lukas Timulak e Ter/Alado, de Renato Vieira.

Serviço

27.10 – sábado – 20h00
Teatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo, S/n
11-4003-2050
São Paulo – SP
R$ 20,00 a 60,00

Balé e Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro


Balé Coppela, de Léo Delibes

Serviço

27.10 -  sábado – 20h30
Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Pça Marechal Floriano s/n
21-2332-9191
Rio de Janeiro – RJ
R$ 25,00 á R$ 84,00

Orquestra Sinfônica do Paraná



John Nescling  - regente
Romina Boscolo – mezzo soprano

Programa
Mahler e Rachmaninov

Serviço

27.10 – sábado – 10h300
Guairão – Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto
41-3304-7914
Curitiba – Pr

Orquestra de Câmara da Fundarte



Antônio Borges-Cunha – regente
Caio César Sylos – Fláuta

Programa
Mozart, Vivaldi, Carlos Gomes, Piazzolla, Guerra-Peixe e Dvorák

Serviço

27.10 – sábado – 19h15
Igreja São Sebastião
51-3653-1012
São Sebastião do Caí – RS
Entrada Franca

Visite o Instituto Cultural do Google gratuitamente


Muitos mundos reunidos em um único lugar. Este é o objetivo do Google Institute, site que agrega conteúdo cultural de diferentes partes do globo e permite acesso gratuito a exposições, fotografias, manuscritos, artefatos e outros patrimônios históricos.

Organizada pela equipe de engenheiros do Google, a página apresenta diferentes seções e quem adentrar nela terá a oportunidade de pesquisar sobre assuntos específicos ou navegar por uma linha do tempo que vai de 1905 a 2008. O conteúdo está em inglês.

Entre os itens disponibilizados estão os manuscritos de Nelson Mandela, fotos e vídeos e trechos do diário de Anne Frank – garota alemã de origem judaica que foi vítima do holocausto, durante a Segunda Guerra Mundial – e relatos de Steve Biko, ativista banido e censurado na época em que a África do Sul lutava contra o apartheid.

Os primeiros passos para fazer cursos no exterior



Está pensando em estudar fora do Brasil? Veja 11 dicas de especialistas para se planejar.
Entre a ideia inicial e a chegada em uma universidade ou escola em outro país, muita gente se perde entre informações, documentos, malas e preocupações. Para que a preparação para o aperfeiçoamento profissional em terras estrangeiras seja o mais eficiente e prazeroso possível, especialistas apontam sugestões que podem salvar a praparação para uma viagem de estudo ao exterior.

1. Planejar antecipadamente

Deixar para resolver as coisas de última hora não é o mais indicado. “Todas as etapas precisam ser planejadas com cerca de 10 meses de antecedência para que sejam analisadas com calma e para que possíveis imprevistos sejam solucionados”, explica Ana Beatriz Faulhaber, diretora da CP4.

Quem pensa em fazer pós-graduação no exterior, precisa ficar atento às datas de início do ano letivo no país de destino, para dar tempo de resolver a documentação e testes necessários. Algumas datas, como para solicitar o visto de estudante, independem da eficiência e vontade do candidato e as filas de espera podem ser longas.

“A depender do curso e país escolhido, o candidato precisa estar estudando a língua estrangeira a pelo menos três meses antes do embarque, para ter o mínimo de conhecimento que o deixará confortável na viagem”, destaca Silvia Bizatto, gerente da EF Brasil.

2. Definir o destino e o objetivo da viagem

Um profissional que não tem fluência no inglês, por exemplo, pode escolher diversos destinos alternativos aos Estados Unidos para aprender a língua, como África do Sul e Ilha de Malta. Além disso, é preciso ter em mente desde o início se o mais importante para o aprimoramento profisisonal será fazer cursos de línguas ou cursar especializações na área.

Além disso, para Ana Beatriz, “o participante do curso deve refletir se para ele importará mais a instituição de ensino ou o destino e, a partir das suas próprias vontades, pesquisar a viagem mais próxima do perfil pretendido”.

3. Encontrar o curso ideal

Decidido o objetivo da viagem, o estudante precisa encontrar um curso no país ou instituição desejada que vai atender às suas necessidades e o tempo que tem disponível. Para isso, precisa decidir, entre outras coisas, se fará imersão intensiva ou se pretende fazer turismo.

“Algumas pessoas escolhem um curso intensivo para fazer durante as suas férias, mas podem se frustrar diante do pouco tempo restante para conhecer o país estrangeiro”, alerta Silvia.

O futuro viajante precisa colocar no papel as datas que dispõe, o dinheiro que pode investir na viagem, a intensidade e frequência do curso e também o tipo de acomodação desejado. Com base nessas informações, as chances dele encontrar algo mais adequado para o seu perfil são maiores.

4. Conversar com quem já foi

Para os especialistas consultados, procurar pessoas que já foram ao país e, se possível, à escola escolhida, é recomendável para quem se sente inseguro. “Pesquisar com conhecidos é uma boa forma de receber dicas personalizadas que você não encontraria facilmente em sites ou guias de viagem”, diz Silvia.

5. Dar preferência a escolas e agências credenciadas

Uma outra forma de garantir a segurança da viagem e do investimento é ir atrás de escolas e agências que possuem credenciamento em órgãos responsáveis no país de destino. Em geral, a informação é disponibilizada no site da agência ou organização.

No caso das agências brasileiras, o credenciamento é feito pela Belta (sigla em inglês para Associação Brasileira de Educação e Viagem de Línguas). Em outros países, há órgãos específicos que confirma a idoneidade das instituições. Na Inglaterra, por exemplo, os cursos devem estar associados ao British Council.

“Estudar em escolas e agências credenciadas no país de destino facilita até a retirada de visto e a passagem pelo setor de imigração no aeroporto”, explica Bárbara Lopes, consultora da Sprachcaffe International no Brasil.

6. Aguardar carta de aceitação da escola

O participante do curso precisa preencher a ficha de inscrição na instituição de ensino escolhida e aguardar a carta de aceitação que será, posteriormente, apresentada no consulado do país de destino.

No caso de cursos específicos ou pós-graduação, o futuro viajante deverá estar atendo à necessidade de fazer testes e provas (como o TOEFL, exame de proficiência em língua inglesa, por exemplo) que serão requisitados para a inscrição na escola.

7. Tirar o visto

Para não ter problemas na entrada do país estrangeiro, o estudante precisará procurar as recomendações necessárias de acordo com o país para ter permissão de estudo. Os documentos podem estar relacionados desde visto a exames, seguros de saúde e carteira de motorista internacional.

Quem não estiver com passaporte em dia, também precisará solicitar um passaporte com novo prazo de validade. Veja informações sobre passaporte no site da Polícia Federal.

“As agências podem auxiliar, mas, mesmo assim, é importante a própria pessoa procurar informações para o visto de estudante e, se necessário, marcar as datas com antecedência, observando os prazos para embarque”, aconselha Bárbara. Em alguns países, como nos Estados Unidos, as datas para solicitação de visto poderão estar disponíveis somente meses depois da primeira procura.

8. Comprar passagens

Escolhido o curso e com permissão para estudar no país, é hora de comprar as passagens aéreas. As datas devem ser as da duração do curso, para não ter problemas com a imigração no país e destino.

“Não adianta ter apenas um mês de curso e comprar passagens para ficar seis meses, porque o risco de ser barrado na entrada do país é grande”, alerta Bárbara.

9. Documentos para a imigração

Na hora de fazer as malas para viagem, o viajante não pode esquecer da carta de confirmação do curso com informações sobre a matrícula, para confirmar o motivo da viagem. A carta e dados sobre acomodação também são importantes.

Alguns países solicitam vacinas e seguros de viagem, o estudante deve ficar de olho nas solicitações a depender do lugar de destino.

10. Pesquisar sobre o local

Nem só de preocupações vive a pessoa que está planejando um curso no exterior. Para se adaptar bem ao local onde vai morar, é importante pesquisar em sites e guias turísticos mais informações sobre a região.

Nos momentos de folga e fins de semana, pode ser possível fazer um passeio desejado e conhecer mais dos costumes locais.

11. Fazer malas

“Sempre recomendamos que a pessoa não leve as roupas com o peso limite de bagagem, porque provavelmente ela fará algumas compras no exterior”, aconselha Bárbara. A consultora sugere que os viajantes levem apenas o necessário, observando o clima do país de destino e também as restrições de bagagem de mão.

É indicado também que a quantidade de roupas seja adequada para o período da viagem, o orçamento e quantas vezes você irá mudar de cidade. Depois disso, é só embarcar com os documentos necessários para aproveitar a experiência de aprimoramento profissional no exterior.

Coral Luther King

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Expressão Criativa em Grupo

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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Jazz Sinfônica e Moraes Moreira



Fábio Prado – regente

Serviço

26.10 – sexta – 21h00
Auditório Ibirapuera
Av. Pedro Alvares Cabral, s/n
Portão 02 – Ibirapuera
11-36291075
São Paulo – SP
R$ 20,00

Calíope lança CD com obra coral a capella de Villa-Lobos, na Casa França-Brasil, dia 27


Selecionado pelo maestro Júlio Moretzsohn, o programa enfoca o repertório coral profano da obra do compositor brasileiro, marcado pela incorporação de elementos das culturas indígenas e afro-brasileiras

Neste ano em que se comemora o 125° aniversário de Heitor Villa-Lobos, quando homenagens difundem ainda mais sua obra, um lançamento se destaca e joga luz ao vasto e rico repertório para coro a capella do compositor brasileiro. No dia 27 de outubro, às 17h, com repertório minuciosamente selecionado pelo maestro Julio Moretzsohn, será lançado o CD “Villa-Lobos”, pelo selo A CASA, do conjunto vocal Calíope, na Casa França-Brasil. O disco inaugura o projeto “Vozes do Brasil”, do grupo carioca, que busca registrar nos próximos anos a obra coral de compositores brasileiros do século XVIII aos dias de hoje, e se encarrega de destacar a produção de um dos principais expoentes da musica erudita no Brasil e no mundo.
Concebido a partir da lei de incentivo do Ministério da Cultura e da Petrobrás, o programa é composto exclusivamente de obras presentes no CD. O lançamento - sexto disco do Calíope, com regência de Moretzsohn e gravado no Estúdio Sinfônico da Rádio MEC (RJ) em 2011- reúne peças escritas de 1926 (Na Bahia tem) a 1952 (Lendas Ameríndias em Nhengatú), período em que Villa-Lobos mergulhou seus estudos nas culturas indígenas e afro-brasileiras, compondo uma longa série de obras de concerto de caráter profano para coro a capella. Seu núcleo é constituído pelo variado repertório, elaborado por Villa-Lobos nos anos 30, - destinado à educação musical nas escolas, e à prática do canto orfeônico -, no qual sobressaem duas coleções: o Guia Prático (para corais de alunos) e a “Coleção do Orfeão dos Professores”, com obras mais complexas (peças de concerto e arranjos de temas folclóricos). É a partir de meados dos anos 20, baseado em motivos afro-brasileiros e indígenas, que Villa-Lobos inaugura um período de obra coral a capella de caráter profano, e que culminaria com a Bachiana Brasileira no. 9 [1945].
O repertório deste CD traz arranjos de temas folclóricos destinados ao “Orfeão dos Professores”, como Papae Curumiassu (segundo Villa-Lobos, “uma canção de rede entre os caboclos do Pará”), Remeiro de São Francisco (arranjo para solista e coro a 6 vozes, segundo o próprio um “canto dos mestiços do rio São Francisco da Bahia, recolhido por Sodré Vianna”), Canide Ioune-Sabat (“tema indígena brasileiro recolhido por Jean de Lery”, no século XVI.), Estrela é Lua Nova (para soprano e coro misto a cinco vozes e, segundo Villa-Lobos, sua “ambientação” é um “gênero de Macumba de época passada”), Na Bahia Tem (coro masculino a quatro vozes, baseada em tema “recolhido na Bahia em 1912” pelo próprio), Xangô (para coro misto a cinco vozes, também de “gênero de Macumba de época passada”) e Vira (de 1926, um tema popular português, recolhido por Villa-Lobos, com arranjo para vozes femininas e sopranos solistas que se alternam).
Estão presentes no CD também composições originais, como Bazzum (descrito por Villa-Lobos como “ensaio para a canção popular”, com letra de Domingos Magarinos), As Costureiras (na sua descrição, “uma Embolada”), José (escrita em 1944, baseada no famoso poema “E Agora José?”, de Carlos Drumond de Andrade e dedicada ao Yale Glee Club, é descrita pelo compositor como uma “quadrilha caipira humorística”), Duas Lendas Ameríndias (baseada em dois contos em lingua nhengatú: “O Iurupari e o Menino” e “O Iurupari e o Caçador”, registrados por Barbosa Rodrigues em seu livro “Poranduba Amazonense”), Fuga (originalmente escrita para coro a quatro vozes e posteriormente orquestrada, tornando-se o 4° movimento da Bachiana Brasileira no 8) e a Bachiana Brasileira no 9 (de 1945, dedicada a Eleazar de Carvalho, em dois movimentos e escrita tanto para orquestra de cordas - a versão  mais difundida -  ou para coro misto a capella).

CONCERTO DE LANÇAMENTO DO CD
Calíope - Villa-Lobos - Obras corais profanas

Regência Julio Moretzsohn
Dia 27 de outubro, sábado, 17h
CASA FRANÇA-BRASIL
Rua Visc Itaboraí, 78 - Centro  Rio de Janeiro - RJ, 20010-060
Tel: 21-2332-5120
Ingresso R$ 2,00 (dois reais)

Programa

Lendas Ameríndias em Nhengatú (1952) 
O Iurupari e o menino
O Iurupari e o caçador
 
Bachiana 9 (1945) 
Prelúdio
Fuga

Canções do Canto Orfeônico – 2º volume: 
Remeiro de São Francisco (1934) - solo Lina Mendes (soprano)
Bazzum (1936)  (coro masculino)
Xangô (1935) 
Estrela é Lua Nova (1933) -  solo Lina Mendes (soprano)
Invocação em Defesa da Pátria (1943) (coro feminino) - solo Lina Mendes (soprano)
As Costureiras (1933) (coro feminino)

Papae Curumiassú (1933) - Solo Wladimir Pinheiro (barítono)
 
Na Bahia tem (1926) (coro masculino)
 
José (1944) (coro masculino)

Festival Penalva e III Mostra de Música Paranaense

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De 23 a 29 de 0utubro
Acesse www.embap.br para maiores informações

Camerata Antiqua de Curitiba



Norton Norozovicz – regente

Programa
Henrique de Curitiba, José Penalva e Jaime Zemanon

Serviço

26.10 – sexta – 20h00
Capela Santa Maria – Espaço Cultural
41-3321-2840
Curitiba – Pr.
R$ 10,00

Passarinho à toa no Itaú Cultural


Nos dias 27 e 28 de outubro, o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias apresentaPassarinho à Toa na Sala Itaú Cultural. Direcionado para crianças, o espetáculo traz ao público a poesia de Manoel de Barros, acompanhada de música ao vivo.
Os Tapetes Contadores de Histórias produz e realiza, desde 1998, espetáculos, sessões de histórias, oficinas, exposições interativas e projetos culturais que envolvem oralidade, artes visuais e teatro. O grupo cria e se utiliza de objetos (tapetes, painéis, malas, aventais, roupas, caixas e livros de pano) como cenários de contos autorais e populares de origens diversas, a fim de despertar o imaginário de crianças, jovens e adultos para as artes e a leitura.
Passarinho à Toa
sábado 27 e domingo 28 de outubro 2012
às 16h
entrada franca – ingressos distribuídos com meia hora de antecedência
[recomendado para crianças a partir de 6 anos]

Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 Paraíso São Paulo SP [próximo à estação Brigadeiro do metrô]
informações 11 2168 1777 |


Coro da Osesp faz leitura pública de excertos de O Messias, de Händel



No dia 28 de outubro, às 11h, a série Matinais apresenta o Coro da Osesp sob regência de Naomi Munakata em leitura pública de excertos de O Messias, de Händel. O público poderá subir ao palco da Sala São Paulo e cantar ao lado dos músicos do Coro. Para participar, os interessados devem trazer para a récita a partitura da obra.
Ingressos gratuitos disponíveis na bilheteria da Sala São Paulo a partir da segunda-feira anterior ao concerto, limitados a quatro por pessoa. A partir de cinco ingressos, será cobrado o valor de R$2,00 (por ingresso).
Informações: 55 11 3223 3966. Devido à grande procura recomendamos que verifique se há disponibilidade de ingressos.

Coral CullturaInglesa - 30 anos

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PAULO TINÉ e AULUS RODRIGUES no VIOLÃO NO MASP



Nos meses de outubro a dezembro de 2012, acontece no pequeno auditório do MASP, um dos movimentos violonísticos mais importantes do Brasil: “Violão no MASP e Concurso MASP em homenagem ao Prof. Henrique Pinto”.
A curadoria da edição 2012 do "Violão no MASP", está a cargo dos violonistas Paulo Martelli, Fernando Lima, Cecilia Siqueira (Duo Siqueira Lima), que também irão presidir a banca julgadora do Concurso MASP em homenagem ao Prof. Henrique Pinto” , com coordenação geral de Amália De Vincenzo.
No Programa:


Aulus Rodrigues


Prelúdio BWV995 -   J. S. Bach
Adagio e Polonaise - Dionisio Aguado
Arpoador - Sérgio Assad
Sonata para Guitarra: I Allegro moderato; II Minueto; III Pavana Triste: lento; IV Final: Allegro con brio - Antonio Jose
La Catedral - Agustín Barrios
I Andante religioso; II Allegro Solemne


Paulo Tiné

Chick Corea – 500 miles high
Tom Jobim – Desafinado
Wayne Shorter – Juju
Milton Nascimento – Certas Canções
Pixinguinha – Rosa
Tom Jobim – Insensatez
Paulo Tiné – Poeira K
L. Bonfá – Manhã de Carnaval



SERVIÇO:
VIOLÃO NO MASP – RECITAL
Paulo Tiné e Aulus Rodrigues
Dia 27/10/2012 às 16horas
Com ingressos a R$7,00(meia) e R$ 14,00 (inteira).
Auditório do MASP
MASP-MUSEU DE ARTE DE SP
Avenida Paulista n.1578 – Bela Vista – São Paulo

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Ópera Bastien e Bastiene, de Mozart



Natan Bádue – regente

Serviço

25.10 – quinta – 20h00
Club Transatlântico
Rua José Guerra, 130
Chácara Santo Antonio
11 2133 8647
São Paulo – SP
De R$ 30,00 à R$ 35,00

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo


Louis Langrée  - regente
Mari Ericksmoen – soprano
Luisa Francesconi- mezzo- soprano
Colin Balzer – tenor

Programa
Schnitke, Hayn e Mozart

Serviço

25.10 – quinta – 21h00
Sala São Paulo
Pça Júlio Prestes, s/n
11-4003-1212
São Paulo – SP
De R$ 44,00 à 149,00

Orsse realizará concerto com pianista Manoel Jr. e maestro Jesús Medina


A Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse) se prepara para mais um importante concerto nesta semana. Na quinta-feira, 25, às 20h30, a Orsse subira mais uma vez ao palco do TTB, e fará uma homenagem a todos os servidores públicos sergipanos, que celebram o seu dia em 28 de outubro. Em um concerto de nível internacional, que terá com regente o maestro Jesus Medina e que contará ainda com a presença do pianista sergipano, Manoel Vieira Júnior, a apresentação promete marcar ainda mais a temporada do grupo.

Através da Secretaria de Estado da Cultura, com patrocínio do Banese e Instituto Banese, este concerto encerra o ciclo de regentes convidados na Orsse neste ano. “A exemplo de outras orquestras, receber um regente convidado para apresentar-se junto aos músicos e solistas da é expor outros pontos de vista musicais não só para o grupo, mas também para o público”, destaca o diretor artístico e regente titular, Guilherme Mannis.

Em 2012, importantes regentes estiveram à frente da Orsse, como Isaac Karabtchevsky, Piotr Borkowski, Nurhan Arman, Helder Trefzger, Marcelo de Jesus, Jamil Maluff e Francesco Lavecchia. Isso é representa um triunfo para a música clássica do nosso estado, a medida que esses regentes deixam-se convidar, prestigiam o trabalho realizado em Sergipe e deixam uma importante contribuição artística para a Temporada de concertos. “Cada maestro executa a música com a técnica desenvolvida ao longo de suas carreiras e nenhuma é igual à outra”, completou  Mannis.

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Teatro Tobias Barreto, Porém, um detalhe importante desta apresentação é que os servidores públicos podem adquirir uma cortesia para o concerto, apresentando a carteira de servidor ou documento que comprove a profissão, na bilheteria do teatro até às 20h30 do dia da apresentação.

Sobre o concerto

Sob a regência do mexicano Jesús Medina, o concerto trará importantes obras sinfônicas. Para conhecer a cultura do país de origem do maestro, foi escolhida a obra ‘Sinfonietta’, do mexicano Pablo Moncayo, que é repleta de ritmos e melodias folclóricas do México.

Em seguida, solando pela quarta vez com a Orquestra Sergipana, o pianista Manoel Vieira Júnior interpreta o vibrante concerto para piano de Sergei Prokofiev. Por fim, a noite encerra com a visceral Sinfonia nº 6 em Si menor, a ‘Patética’, de Tchaikovsky, considerada um testemunho dos seus sentimentos mais profundos.

Estátuas de artista inglês ocupam área central de Brasília



Instalada na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, a estátua de ferro fundido parece observar a Esplanada dos Ministérios. Ela é parte da primeira exposição de Antony Gormley em Brasília, “Corpos Presentes – Still Being ”, que ocupa até janeiro todas as galerias do  Centro Cultural Banco do Brasil.
A mostra entra em cartaz nesta terça-feira (23) e é uma retrospectiva que relembra os quase 40 anos de carreira do inglês. Para receber o trabalho daquele que é considerado um dos maiores artistas plásticos da atualidade, o CCBB construiu um pavilhão novo em seu jardim, perto do Lago Paranoá.
Esculturas de Gormley também podem ser vistas na Esplanada dos Ministérios e perto da Ponte JK. Em Brasília, o artista decidiu não instalar as peças da série “Four times” em cima de prédios como fez em São Paulo, Rio de Janeiro, Londres e Nova York. A escolha se deu devido à admiração que Gormley tem pelo trabalho de Oscar Niemeyer e pelo desenho urbano da cidade, que privilegia a observação do horizonte.
Ao todo, “Corpos Presentes” é formada por 11 instalações, além de fotografias, vídeos e maquetes. Dizer que a obra de Gormley trata sobre a tensão entre o corpo e o espaço que o cerca já se tornou senso comum – e, como toda afirmação gasta pelo uso, a frase reúne ao mesmo tempo uma noção incompleta do trabalho do artista inglês e uma interpretação simples, mas de fácil compreensão da reflexão que ele desenvolve há quatro décadas.
Ocupando o novo pavilhão do CCBB, “Critical Mass” é o maior destaque da mostra. A instalação é formada por 60 esculturas feitas de ferro fundido, todas foram feitas com base no corpo do próprio Gormley. “Por que usar outro corpo se tenho o meu?”, questiona e explica o artista.
Brasília é a última cidade brasileira a receber a exposição. Em São Paulo e no Rio, as peças de “Four times” sofreram intervenções como adesivos de tima e sacos plásticos. Antes mesmo da inauguração, uma peça instalada perto do Palácio do Planalto também foi alvo de uma ação inesperada: a estátua foi enterrada.
“É uma resposta natural. As pessoas não pediram por essas esculturas em seu espaço urbano, então é uma resposta plausível e divertida”, opina Gormley.
A mostra fica em cartaz no CCBB até 6 de janeiro, com visitação gratuita de terça-feira a domingo, de 9h às 21h.

Como conseguir licença para fazer curso no exterior


O profissional que planeja fazer um curso de especialização ou línguas no exterior pode esbarrar em complicações como orçamento, documentação e, principalmente, tempo. Tirar licença no trabalho exige jogo de cintura para quem não pode utilizar o período de férias ou precisa de uma pausa maior para a viagem.

Especialistas garantem que a missão não é impossível e  apontam questões que os profissionais devem levar em conta na hora de negociar como chefe:

1. Pesquisar cursos nas horas vagas

“Antes de conversar com a empresa, o profissional precisa saber o que ele quer e mostrar uma posição consolidada para aumentar o poder de barganha”, aponta Ricardo Betti, sócio-diretor da MBA Empresarial. Para o consultor, quem já tem em mente o curso que pretende fazer, deve buscar admissão em escola de renome para tornar mais fácil a negociação com o chefe.

Por outro lado, aqueles que não pensam em viajar sem que haja a garantia do trabalho ao retornar, devem conversar com o superior sobre possíveis datas. “A pessoa que procura discutir qual é o melhor período para a sua saída, para que isso não afete o setor onde trabalha, mostra comprometimento e tem mais chances de negociar o retorno”, diz Marcelo Cuellar, headhunter da Michael Page.

 2. Verificar as alternativas de licença

Quem já está no mercado de trabalho e pretende estudar no exterior deve ter em mente as três possibilidades de licença. “Há a opção de pedir demissão e tentar ser readmitido no retorno, o acordo de licença não-remunerada com garantia da manutenção do emprego e, por fim, a licença e viagem patrocinada”, explica Betti.

Cada uma das alternativas implica em prós e contras que devem ser colocados na balança. No primeiro e segundo casos, o funcionário pode tomar as decisões de forma mais flexível do que quando a viagem é bancada pela empresa.

“Ter a viagem patrocinada pela empresa e o emprego garantido no retorno é uma grande vantagem para o profissional, mas não são todas as empresas que oferecem programas do tipo. Entre as que oferecem, geralmente é estabelecido em contrato um prazo após o curso que o funcionário deverá permanecer na empresa”, esclarece Betti.

Segundo o consultor, um curso no exterior que dure dois anos significa, em geral, três anos em que o profissional deve ficar na empresa depois de retornar.

Ele próprio foi aluno do MBA no Massachusetts Insititute of Technology (MIT) quando trabalhava no Banco Itaú, em programa financiado pela empresa. “No meu caso, a negociação incluiu ainda a mudança de carreira, porque eu era médico e pretendia trabalhar na área de recursos humanos. Fiz a proposta e consegui ter o curso financiado pelo banco com a garantia de que voltaria”, conta.

Oportunidades do tipo aparecem, geralmente, em grandes empresas ou quando há possibilidade de retorno do benefício para a companhia. “É um investimento de alto custo da companhia naquele profissional, por isso é feito mais frequentemente em cargos ‘sênior’”, diz Cuellar.

3. Apresentar benefícios para a empresa

Quem pretende negociar com a chefe a possibilidade de patrocínio da viagem precisa apresentar qual será o benefício principal para a empresa. “Agregar benefício na proposta mostra que não é só um plano de carreira ou algo pessoal, mas também um investimento que trará retorno para a companhia”, diz Cuellar.

Verônica Rodrigues, especialista em coaching, concorda e aponta que a negociação exige diplomacia do profissional. “Ele deve mostrar ao chefe também as vantagens para uma melhor atuação em sua função, a curto, médio e longo prazos, por exemplo a identificação de oportunidades de novos negócios”, aconselha.

Uma outra forma de negociação, segundo Verônica, é propor alguma forma de compensação da empresa para este período de ausência, seja antecipando horas adicionais ou repondo esses dias após a viagem. A negociação é mais fácil “se o chefe percebe o comprometimento do colaborador com o próprio crescimento e desenvolvimento, mas também, com a manutenção dos resultados de seu trabalho na empresa”, explica.

Caso o profissional não consiga que a empresa pague os custos da viagem, os consultores aconselham procura por financiamento ou programas de bolsas no exterior. “O importante é que ele não desista da ideia e busque o aprimoramento profissional no curso desejado”, diz Cuellar.

4. Avaliar as condições ao retornar

Aqueles que conseguem a licença e vão estudar fora do país precisam ficar atentos às alterações que ocorrerão no trabalho durante a ausência. “Quanto maior o tempo em que o profissional estiver longe da empresa, mais diferente estará o ambiente de trabalho quando ele voltar”, lembra Cuellar.

A garantia do emprego não garante que o chefe, colegas e rotinas de trabalho serão os mesmos. “É sempre um risco que deve ser avaliado pelo profissional ao solicitar a licença no trabalho”, diz o consultor.

Betti avisa que, quem, no entanto, estiver preparado para as mudanças que ocorrerão no retorno, chegará mais capacitado  e com maior bagagem profissional para reconquistar o espaço.

Boa sorte!

Cine Belas Artes de São Paulo é Tombado!



O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de São Paulo (CONDEPHAAT) acaba de APROVAR o TOMBAMENTO do Cine Belas Artes!!!

Em votação realizada hoje (15/10), com placar de 16 votos favoráveis ao tombamento e 2 abstenções, os conselheiros reconheceram o valor do imóvel para a sociedade de SP e a importância de considerá-lo como parte integrante do patrimônio histórico paulista. De acordo com a decisão do CONDEPHAAT, o proprietário tem o dever de preservar a fachada do prédio, incluindo a visibilidade das vidraças, respeitando-se recuo de 4 metros.

Obrigado a todos os que ajudaram a promover o último abaixo-assinado, feito às pressas para a votação! Reunimos quase 1000 assinaturas em apenas 4 dias!
Obrigado, também, por terem participado até hoje dessa causa Contra o Fechamento do Cine Belas Artes! Sem cada um de vocês, essa vitória não teria sido alcançada!

Nós continuaremos lutando pela reabertura do cinema, certos de que a sociedade não pode se conformar com o fechamento desse patrimônio cultural!


Mais detalhes:

A deliberação segue estudo da Unidade de Preservação do Patrimônio Histórico (UPPH), órgão técnico vinculado ao CONDEPHAAT, bem como o parecer do relator do processo. Ambos previam a possibilidade de se tombar o cinema, e podem ser acessados aqui: www.goo.gl/KN73L

O processo de tombamento do Cine Belas Artes havia sido anteriormente arquivado pelo órgão, com base na impossibilidade de se tombar o uso. O relator, então, recorreu da decisão de arquivamento, pedindo que houvesse reconsideração por parte dos demais conselheiros. A decisão de hoje dá provimento ao recurso do relator, determina o desarquivamento do processo e tomba a fachada do prédio, bem como promove o registro do Cine Belas Artes como bem cultural de natureza imaterial.

Continua assegurado ao dono o direito de fazer uso do interior do imóvel como bem entender. Em outras palavras, não necessariamente o lugar volta a ser cinema. No entanto, o instituto do tombamento traz consigo uma série de restrições, que podem favorecer a instalação de um cinema no local. Hipoteticamente, caso o imóvel venha a ser vendido, a União, o Estado e o Município, nessa ordem, terão direito de preferência para aquisição – e, nesse caso, qualquer desses entes poderia tomar a iniciativa de comprar o Belas Artes para montar um cinema público de programação de filmes de arte, por exemplo.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Maestro Kurt Masur anuncia que sofre de Parkinson



 O maestro alemão Kurt Masur, de 85 anos, comunicou publicamente que sofre de Parkison e que quer continuar dirigindo, confirmou no último dia 10 um porta-voz da Orquestra Gewandhaus de Leipzig.
"Após refletir seriamente, decidi com minha esposa Tomoko e minha família anunciar oficialmente que sofro da doença de Parkinson há alguns anos", diz a carta enviada pelo músico à orquestra e reproduzida em seu blog. Na carta, o ex-diretor da Gewandhaus assegura que se encontra em tratamento médico desde que diagnosticou a doença -- sem dizer quando -- e que tem intenção de realizar todos os concertos programados em sua agenda.
"Fazer música é minha vida e estar em disposição de continuar com o que mais quero é para mim um grande privilégio e uma profunda alegria", afirma o maestro.
Em julho, Masur voltou a pegar na batuta após meses de repouso forçado. Ele havia sofrido uma queda em abril, enquanto se apresentava no teatro dos Champs-Elysées de Paris, e fraturou a omoplata.

Orquestra de Câmara do Amazonas e Grupo de Teatro e Dança do Liceu de Artes e Ofício Claudio Santoro.


Marcelo de Jesus – regente

Programa

Poulanc
Serviço
24.10 – quarta – 11h00
Teatro do Amazonas
92-3622-1880
Manaus – AM

Grupo Corda


Música no Museu

Programa
Obras de Piazzolla

Serviço

24.10 – quarta -  12h30
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66
21-3808-2020
Saúde – Rio de Janeiro – RJ
Entrada Franca

Coralusp


Grupo Estação e Dona Yaya

Mauro Aulicino – regente

Serviço

24.10 – quarta – 20h00
Ceu Butantã
Av. Eng. Heitor Antônio Eiras Garcia
Rio Pequeno – São Paulo- SP
Entrada Franca

Os piratas consomem mais música legalmente



Mais um estudo comprova: quem baixa mais arquivos ilegalmente via P2P também gasta 30% mais dinheiro
SÃO PAULO – Os piratas podem ser os melhores amigos da indústria cultural. Quem compartilha arquivos em redes P2P compra, em média, 30% mais música do que as pessoas que não usam ferramentas de trocas de arquivos. O dado vem de um estudo da American Assembly, centro afiliado à Universidade Columbia, nos Estados Unidos.
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Os pesquisadores analisaram hábitos de consumo de 2,3 mil pessoas maiores de 18 anos nos Estados Unidos e na Alemanha.
A primeira evidência: as pessoas que confessaram baixar arquivos via P2P tinham uma coleção musical maior do que as outras. Nos Estados Unidos, essas pessoas têm 37% mais músicas do que as que não usam P2P. E grande parte dessa coleção, na verdade, foi adquirida legalmente.
Na Alemanha, os dados são ainda mais evidentes: os usuários de redes P2P compram três vezes mais música do que as pessoas que não baixam nada. Embora apenas 4% dos entrevistados alemães assumiram baixar torrents, o número bate com outras evidências. Para os autores do estudo, os aficionados por música na Alemanha que baixam uma grande quantidade de música são também os que compram muito mais do que os outros — os não-aficcionados.
Tatiana de Mello Dias

Dalton Trevisan ganha o prêmio Camões de literatura



Escritor paranaense de 86 anos é o décimo brasileiro a conquistar o troféu
O escritor paranaense Dalton Trevisan, de 85 anos, conquistou a 24ª edição do prêmio Camões, o mais importante da literatura escrita em português. O anúncio foi feito nesta segunda-feira em Lisboa.

Trevisan é o décimo brasileiro a ganhar o Camões. Antes dele, João Cabral de Melo Neto, Rachel de Queiroz, Jorge Amado, Antonio Candido, Autran Dourado, Rubem Fonseca, Lygia Fagundes Telles, João Ubaldo Ribeiro e Ferreira Gullar já haviam sido premiados.

""A escolha de Dalton Trevisan foi unânime", afirmou o brasileiro Silviano Santiago, um dos jurados do prêmio, em nota oficial. "Primeiramente, pela contribuição extraordinária de Dalton Trevisan para a arte do conto, em particular para o enriquecimento de uma tradição que vem de Machado de Assis, no Brasil, de Edgar Allan Poe, nos EUA, e de Borges, na Argentina."

Nascido em 14 de junho de 1925 em Curitiba, no Paraná, Dalton Trevisan começou a escrever na década de 1940. Ficou conhecido pelo estilo seco e econômico de escrever, pelo humor negro e violência de suas obras e também pelo estilo de vida recluso - não gosta de ser fotografado e não dá entrevistas.

A reclusão lhe valeu o apelido de "O Vampiro de Curitiba", nome de um de seus principais livros. Outras obras importantes são "Novelas Nada Exemplares" (1959), "Cemitério de Elefantes" (1964), "A Guerra Conjugal" (1969) e "Ah, É?" (1994).

No ano passado, Trevisan ganhou o prêmio Jabuti na categoria contos e cronicos pelo livro "Desgracida". Veja abaixo a lista completa de ganhadores do prêmio Camões:

1989 - Miguel Torga (Portugal)
1990 - João Cabral de Melo Neto (Brasil)
1991 - José Craveirinha (Moçambique)
1992 - Vergílio Ferreira (Portugal)
1993 - Rachel de Queiroz (Brasil)
1994 - Jorge Amado (Brasil)
1995 - José Saramago (Portugal)
1996 - Eduardo Lourenço (Portugal)
1997 - Pepetela (Angola)
1998 - Antonio Candido (Brasil)
1999 - Sophia de Mello Breyner Andresen (Portugal)
2000 - Autran Dourado (Brasil)
2001 - Eugénio de Andrade (Portugal)
2002 - Maria Velho da Costa (Portugal)
2003 - Rubem Fonseca (Brasil)
2004 - Agustina Bessa Luís (Portugal)
2005 - Lygia Fagundes Telles (Brasil)
2006 - José Luandino Vieira (Angola)
2007 - António Lobo Antunes (Portugal)
2008 - João Ubaldo Ribeiro (Brasil)
2009 - Armênio Vieira (Cabo Verde)
2010 - Ferreira Gullar (Brasil)
2011 - Manuel António Pina (Portugal)
2012 - Dalton Trevisan (Brasil)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Wagner Barbosa - Voz Ativa Madrigal - 15 anos


Wagner Barbosa é um dos alicerces do Voz Ativa, apostou na ideia e assumiu voluntariamente importante papel na organização e administração dos primeiros anos do grupo.
Baixo possuidor de uma voz naturalmente grave, passeava com facilidade nas regiões gravíssimas onde se sentia confortável puxando o restante no naipe para tais regiões e, por conta disso, davam segura base para outras vozes.
Apesar do gênio forte, sua sensibilidade e musicalidade eram marcantes, aliás, os que o conheceram sabem que não só seu veio artístico era marcante, sua personalidade também era. Culto, perspicaz e possuidor de uma presença de espírito, por vezes, impressionante, era extremamente bem humorado e utilizavas tais características para provocar risada. Onde ele estava as pessoas ao seu redor normalmente estavam rindo.
Responsável por importantes contratações no início da trajetória do Voz Ativa, foi também o coordenador do projeto Pro Nobis, que culminou no lançamento do primeiro cd do grupo e uma série de concertos apontada como destaque na programação cultural da cidade de São Paulo pela revista “Concerto” dedicada a divulgação da música erudita.
Sua altura, ombros fortes e rosto marcante contrastavam com uma  sensibilidade tão aflorada que não raro quem prestasse atenção em sua particular interpretação notava no decorrer dos concertos, notadamente os sacros, por diversas vezes seus olho cheios de lagrimas.
Adorava cantar, eram destes interpretes que embora tivesse predileção por certos repertórios, colocava em prática e foi um dos responsáveis, por acreditar no que fazia,  por uma das  mais marcantes característica da personalidade do Voz Ativa, “Não existem músicas difíceis ou fáceis, existem musicas bem feitas e malfeitas, música boa  é aquela que é bem feita”. Sua dedicação e responsabilidade com os compromissos assumidos foi também fundamental para que o grupo entendesse que somente a partir dessas posturas seria possível um trabalho que valesse a pena.
Contrastante com o seu bom humor era sua postura quando em reuniões do grupo. Qualquer coisa que ele entendesse como prejudicial  ao trabalho  eram retrucadas, às vezes, com tamanha veemência que facilmente eram tomadas como sendo rudes e agressivas. Mas bastava uma aproximação mais íntima para notar que se tratava de amor pelo trabalho.
Wagner tinha sérios problemas com seu sistema respiratório e o cantar era um exercício que muito colaborou para sua saúde, mas infelizmente, por conta da fragilidade promovida por  sucessivas crises asmáticas no final do ano 2001, no dia 26 de dezembro daquele ano ele teve uma parada respiratória e faleceu nos braços de sua mãe.
Sua ausência foi, sem dúvida, uma das maiores dores que o grupo como um todo sentiu. Seu humor, sua responsabilidade e compromisso foram exemplos que marcaram profundamente a personalidade do grupo e alicerçou uma conduta de ambientação saudável e amizade verdadeira que ainda são e sempre serão bases para os trabalhos desenvolvidos pelo Voz Ativa.
Não há palavras que sirvam como agradecimento a tudo que Wagner Barbosa representa para o Voz Ativa Madrigal, certos estamos que sem sua sempre oportuna participação o grupo jamais seria o que hoje é.
Wagner Barbosa é irmão do Maestro Ricardo Barbosa.
Saudades, muitas saudades é o que ele deixou. Que Deus esteja eternamente com ele.


Sesc do Carmo Apresenta Instrumentos da Música Antiga


Manuel Antonio Pina morre aos 68 anos



Escritor português se destacou por sua atividade poética e pelas obras infantis
O escritor luso Manuel Antonio Pina, agraciado em 2011 com o Prêmio Camões , o mais importante das letras na língua portuguesa, morreu nesta sexta (19) no Porto aos 68 anos, informou a imprensa local.
Jornalista, tradutor, professor e cronista, Pina morreu no hospital de Santo Antonio, onde estava internado por causa de uma prolongada doença. O escritor, que se destacou por sua atividade poética e pelas obras infantis, nasceu na cidade de Sabugal, no distrito nortista de Guarda, e se formou em Direito na prestigiada Universidade de Coimbra.
Antes de falecer, Pina teve tempo de reunir sua vasta obra poética no livro "Todas as Palavras", lançado ainda neste ano. O escritor português, que venceu os prêmios da Fundação lusa Luís Miguel Nava (2004) e da Associação Portuguesa de Escritores (2005) com seu volume de poesia "Os Livros" (2003), editou dezenas de publicações marcadas por inquietações filosóficas e tingidas por sua sutil ironia.

Conservatório de Tatuí está com as inscrições prorrogadas para o IV Encontro Internacional e o I Concurso Internacional de Violonistas



O Conservatório de Tatuí, instituição da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, está com as inscrições prorrogadas para o IV Encontro Internacional de Violonistas e para o I Concurso de Violonistas até o dia 25 de outubro. Os interessados podem se inscrever pela internet, pessoalmente na instituição ou pelo correio. O regulamento, a ficha de inscrição e informações adicionais estão publicadas no sitewww.conservatoriodetatui.org.br/eviolonistas. A taxa de inscrição é de R$ 30.
O Encontro Internacional de Violonistas será realizado de 31 de outubro a 4 de novembro, nas dependências do Conservatório de Tatuí. O evento reunirá atividades pedagógicas e artísticas com o objetivo de proporcionar integração entre estudantes e profissionais da área. O encontro visa também a confirmar internacionalmente a posição do Conservatório de Tatuí como importante pólo no cenário violonístico, tanto na concentração de concertistas como de educadores do instrumento.
No IV Encontro Internacional de Violonistas os participantes terão a oportunidade de acompanhar recitais, masterclasses e palestras com violonistas consagrados durante cinco dias. Das atividades pedagógicas podem particular qualquer interessado – aluno ou não do Conservatório de Tatuí – desde que devidamente inscrito no período divulgado pela instituição. As aulas serão ministradas por especialistas de destaque no meio artístico ou acadêmico nacional e internacional. Os concertos e recitais são abertos ao público.
Concurso de Violão
A edição deste ano do IV Encontro Internacional de Violonistas trará uma novidade: o I Concurso Nacional de Violonistas do Conservatório de Tatuí. O evento tem por objetivo projetar novos talentos do meio violonístico e promover maior divulgação dos intérpretes. Poderão se inscrever, até o dia 25 de outubro, candidatos brasileiros ou do exterior de até 24 anos de idade. A taxa de inscrição é de R$ 30.
A ficha de inscrição está disponível no site www.conservatoriodetatui.org.br/eviolonistas, assim como o regulamento e as normas de participação. A seleção dos candidatos será feita por meio da execução de uma obra de livre escolha, com duração máxima de 10 minutos, a ser gravada em CD e postada até o último dia do prazo de inscrição. A fase final acontecerá no dia 4 de novembro, às 9h. Os finalistas devem executar uma obra de livre escolha e “Aria com Variazioni – Detta ‘La Frescobalda”, de G. Frescobaldi, com a transcrição de Andrés Segovia. O resultado será divulgado no mesmo dia.
O vencedor do I Concurso Internacional de Violonistas do Conservatório de Tatuí deverá executar uma peça de 10 minutos de duração na abertura do recital de encerramento do IV Encontro Internacional de Violonistas, além de ganhar um violão Geraldo Silva modelo “Diamante Double Top”, no valor de R$ 8.000. O segundo colocado leva um violão “Irmaõs Carvalho” Modelo Standard no valor de R$ 2.800 e o terceiro um kit oferecido pela D’Addario Planet Waves.

Serviço

IV Encontro Internacional e I Concurso Internacional de Violonistas
Inscrições prorrogadas até o dia 25 de outubro
Informações:  3205-8444 / www.conservatoriodetatui.org.br