quarta-feira, 7 de novembro de 2012

ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA RECEBE O PIANISTA ARNALDO COHEN




ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA RECEBE O PIANISTA ARNALDO COHEN

Concerto com obras de Brahms e Dvořák terá regência do maestro Isaac Karabtchevsky no dia 09 de novembro (sexta-feira), às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

            A Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta o quinto concerto da série Djanira às 20h do dia 09 de novembro (sexta-feira), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. No programa, o Concerto n°1 para piano e orquestra, Op. 15, de Johannes Brahms, e a Sinfonia n°6 em Ré Maior, Op. 60, de Antonín Dvořák. Com regência do maestro Isaac Karabtchevsky, a apresentação conta com a participação do solista Arnaldo Cohen, ao piano.

OS ARTISTAS
Arnaldo Cohen: O pianista brasileiro Arnaldo Cohen atualmente vive nos Estados Unidos e é conhecido pela sua surpreendente autoridade musical e pelo virtuosismo de suas performances. Arnaldo começou a se interessar pela música clássica quando tinha apenas cinco anos de idade. Fez carreira artística como pianista e violonista e é um dos brasileiros mais conhecidos e aplaudidos nos teatros e salas de concerto internacionais. Ele foi o primeiro brasileiro a fazer parte da lista das melhores gravações de música clássica em edição da revista “Gramophone”, uma espécie de bíblia do mercado fonográfico mundial. Por sua atuação, o pianista tem sido convidado com frequência para participar como solista ao lado de grandes orquestras, como a Orquestra de Filadélfia, a Orquestra de Cleveland e a Los Angeles Philharmonic.

Isaac Karabtchevsky: Isaac Karabtchevsky é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Petrobras Sinfônica do Rio de Janeiro desde 2004. Em 2009, foi considerado pelo jornal inglês The Guardian um dos ícones vivos do Brasil. Karabtchevsky foi o primeiro artista brasileiro a receber, do governo da Áustria, a comenda Grande Mérito à Cultura e a comenda internacional de Chevalier des Arts et des Lettres do governo francês. Entre 2004 e 2009, também atuou como diretor artístico da Orchestre Natioal des Pays de la Loire(ONPL), na França. De 1969 a 1996, dirigiu a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). O maestro esteve diante de importantes orquestras por todo o mundo e também foi diretor artístico do Theatro Municipal de São Paulo. Entre 1988 e 1994, atuou como diretor artístico da Orquestra Tonkünstler de Viena. Desde 2000, Karabtchevsky dirige anualmente na Itália, no Musica Riva Festival, masterclasses para regentes do mundo inteiro. Na Mostra Internacional de Música de Olinda (MIMO), ele realiza gratuitamente o mesmo curso com enorme sucesso. Ao lado de Roberto Marinho e Péricles de Barros, foi o criador do Projeto Aquarius, o maior movimento de popularização da música clássica no Brasil. Em 2011 assumiu a direção artística do Instituto Baccarelli, uma instituição única no Brasil, formada na maior comunidade carente de São Paulo e que conta com 4 orquestras sinfônicas, entre elas a Orquestra de Heliópolis,  e 17 corais.

Sobre a Orquestra: Completando 40 anos em 2012, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra conta com uma formação de mais 80 instrumentistas e tem como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional. A orquestra realiza a maior parte de sua temporada no Rio de Janeiro com suas séries tradicionais que homenageiam grandes nomes da pintura brasileira: Djanira ePortinari; além das séries Mestre Athayde, com concertos gratuitos nas igrejas do Rio, da Série Metrônomo, que apresenta concertos didáticos para alunos da rede pública, e muitas outras.

Modelo de gestão: A Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro, entidade que administra a orquestra, possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos. 

Sustentabilidade: Desde 2009, a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) gerada pelos espetáculos da Orquestra Petrobras Sinfônica é quantificada e neutralizada por meio do plantio e manutenção de árvores nas áreas rurais do Estado do Rio.

Sobre a PETROBRAS: A Petrobras patrocina a Orquestra Petrobras Sinfônica há 25 anos. A principal frente de atuação do patrocínio cultural da companhia é o Petrobras Cultural. Criado em 2003, é o maior programa de patrocínio cultural já lançado no país. A Petrobras busca contribuir para o fortalecimento das oportunidades de criação, produção, difusão e fruição da cultura brasileira, para a ampliação do acesso dos cidadãos aos bens culturais e para a formação de novas plateias.

Outros Apoios e Patrocínios: A Petrobras Sinfônica conta ainda com os patrocínios de: Akzo Nobel e Deloitte. E com os apoios culturais de: Avianca, Porto Bay Hotels e Radio MEC FM.


Serviço:

Djanira V

Isaac Karabtchevsky, regente
Arnaldo Cohen, piano

JOHANNES BRAHMS
Concerto n°1 para piano e orquestra, Op. 15

ANTONÍN DVOŘÁK
Sinfonia n°6 em Ré Maior, Op. 60


Dia: 09 de novembro (sexta-feira)
Horário: 20h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Marechal Floriano, s/nº, Centro, Rio de Janeiro
Telefones: (21) 2332-9191 ou (21) 2332- 9238
Ingressos: R$ 96 (platéia e balcão nobre); R$ 50 (balcão simples); R$ 20 (galeria)

Desconto de 50% para portadores de necessidades especiais, idosos e estudantes.
Capacidade: 2.236 lugares
Ingressos à venda na bilheteria ou em www.ingresso.com.br  
Classificação etária: livre
http://www.petrobrasinfonica.com.br

Jazz Sinfônica recebe Silvio Viegas e Edna D’Oliveira



O maestro da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a soprano mineira se apresentam pela primeira vez com o grupo

A série Fronteiras, da Jazz Sinfônica, corpo artístico da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo,  chega à sua última apresentação da temporada. O concerto, que acontece no dia 11 de novembro, às 11h, na Sala São Paulo, terá regência do maestro convidado Silvio Viegas e participação da soprano Edna D’Oliveira. Além dos dois, como solista da apresentação, o clarinetista – prata da casa - Michel Moraes.

Viegas e D’Oliveira têm se destacado bastante por seus trabalhos no meio operístico, ele como regente, ela como solista. Entretanto, essa será a primeira vez que ambos se apresentam com a Jazz Sinfônica em um programa mais voltado para o jazz standard.

No programa, composições de Ira e George Gershwin, como I Got Rhythm, até hoje uma das mais importantes e características do gênero, e base para muitas outras músicas populares do jazz. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).


SOBRE A JAZZ SINFÔNICA

Desde sua criação em 1990, pela Secretaria do Estado da Cultura, a Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo se propõe a dar um tratamento sinfônico à música popular brasileira e universal. Sua formação é bastante singular, pois une a orquestra nos moldes eruditos a uma big band de jazz, produzindo uma sonoridade ímpar.

Esta característica tem lhe conferido protagonismo na criação de uma nova estética orquestral brasileira. Quem teve a primazia de transpor as melodias populares de compositores como Luiz Gonzaga, Tom Jobim ou Pixinguinha para a grandiosidade do som sinfônico foi Cyro Pereira, o grande maestro dos Festivais da Record da década de 60 e fundador da orquestra. Ele criou o repertório fundamental da orquestra. Depois dele, a Jazz Sinfônica formou uma equipe de orquestradores de excelência, que trabalham diariamente para a formação do seu repertório.

A lista de músicos brasileiros e internacionais que já dividiram o palco com a Jazz Sinfônica é imensa: Tom Jobim, Gal Costa, João Bosco, Diane Schuur, Dee Dee Bridgewater, Paquito D'Rivera,  entre muitos outros. O Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo é João Maurício Galindo e Fábio Prado é seu regente adjunto. Desde janeiro de 2012, a orquestra é administrada pela Organização Social de Cultura Instituto Pensarte.

SILVIO VIEGAS
Regente

O trabalho de Silvio Viegas tem ocupado uma posição de grande destaque junto ao público e crítica, no Brasil.

Atualmente é Diretor Artístico e Maestro Titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e professor da cadeira de Regência na Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais.

Foi também Diretor Artístico da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes, em Belo Horizonte, de 2003 a 2005.

Desde o início de sua carreira tem se destacado por sua atuação no meio operístico, regendo óperas como Così fan Tutte, Le Nozze di Figaro e A Flauta Mágica, de Mozart, La Bohème, de Puccini, O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, Carmen, de G. Bizet, Cavalleria Rusticana, de P. Mascagni, Il Trovatore, de Verdi, Romeu e Julieta, de Gounod, Lucia di Lammermoor, de Donizetti, Nabucco, de Verdi e Tosca, de Puccini.

Como convidado, esteve à frente das Orquestras Sinfônica de Burgas (Bulgária), Sinfônica do Festival de Szeged (Hungria), do Algarve (Portugal) Sinfônica Brasileira (OSB), Petrobras Sinfônica, Sinfônica do Paraná, do Teatro da Paz, Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, Sinfônica de Minas Gerais, entre outras.

Em 2001, obteve o primeiro lugar no Concurso Nacional "Jovens Regentes”, organizado pela Orquestra Sinfônica Brasileira no Rio de Janeiro.

Natural de Belo Horizonte, Silvio Viegas estudou regência na Itália e é Mestre em regência pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, tendo sido discípulo de Oiliam Lanna, Sérgio Magnani e Roberto Duarte.

EDNA D’OLIVEIRA

Graduou-se como Bacharel em Canto pela Universidade Estadual Paulista.
Especializou-se com Joy Mammon, na Royal Academy of London e em Atuação Operística com os maestros Alex Imgram e Lionel Friend, da English Nacional Opera. Desenvolve atualmente um trabalho técnico com Neyde Thomas, no Brasil, e Eliane Coelho, em Viena.

O repertório de Edna D’Oliveira abrange alguns dos principais personagens, tais como Gilda em Rigoletto, Adina em L’Elisir d’Amore, Musetta em La Bohème, Micaela em Carmen, Norina em Don Pasquale, Susana em Le Nozze de Fígaro, Madam Silberklang em Die Schauspieldirektor e outros.

Premiada em concursos de canto no Brasil, tais como o Prêmio Puccini no “II Concurso Maria Callas”, e primeiro lugar no “Prêmio Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP)” .

Participou das óperas Die Walküre como Ortlinde e Götterdammerung como Woglinde, na primeira produção completa do ciclo Der Ring des Nibelungen, no IV Festival Amazonas de Ópera.

No Teatro Municipal de São Paulo, interpretou Elena em Il Cappello di Paglia di Firenze, Amore e Speranza em Orfeo, Pamina em Die Zauberflöte. No Theatro São Pedro, obteve excelentes críticas como Adina em L’Elisir d’Amore.

SERVIÇO
JAZZ SINFÔNICA
Dia: 11 de novembro, às 11h
Local: Sala São Paulo
Classificação etária: 7 anos
Duração: 60 minutos
Capacidade: 1.484 lugares
Ingressos: Gratuito. Ingressos disponíveis na bilheteria da Sala São Paulo a partir da segunda-feira anterior ao concerto, limitados a quatro por pessoa. A partir de cinco ingressos, será cobrado o valor de R$ 2 (por ingresso). Informações: Tel 55 (11) 3223 3966. Devido à grande procura, recomendamos que verifique se há disponibilidade de ingressos.

Itaú Cultural apresenta, A Primeira vista, teatro repleto de música.



Nos dias 9, 10 e 11 de novembro, a peça A Primeira Vista, de Enrique Diaz, chega à Sala Itaú Cultural, às 20h. A história fala da amizade entre duas mulheres com pontos de vista diferentes, de seus encontros, desencontros e reencontros. Há forte presença musical durante as cenas.
No elenco, Mariana Lima e Drica Moraes, juntas pela primeira vez, dão vida às personagens principais. Drica Moraes é uma atriz reconhecida por seus papéis no teatro, no cinema e na televisão, e Mariana Lima por importantes atuações em novelas, filmes, séries e palcos.
Para mais informações, veja a matéria no site.

A Primeira Vista
sexta 9, sábado 10 e domingo 11 de novembro de 2012
às 20h
Sala Itaú Cultural
entrada franca – ingressos distribuídos com meia hora de antecedência
[recomendado para maiores de 14 anos]

Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 Paraíso São Paulo SP [próximo à estação Brigadeiro do metrô]
informações 11-1777 | youtube.com/itaucultural | twitter.com/itaucultural |facebook.com/itaucultural | atendimento@itaucultural.org.br

Concerto Coral no Cambuci

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Chiquinha Gonzaga foi a 1ª mulher a reger uma orquestra no Brasil



Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga, entra para o RankBrasil pelo recorde de primeira mulher a reger uma orquestra no país.
Ousada, ela quebrou tabus no século 19, sacundindo o Rio de Janeiro com suas músicas e seu talento. Em 1885 dirigiu os músicos do Teatro Imperial (mais tarde São José) e a banda da Polícia Militar.
Com uma obra contendo mais de duas mil composições, entre valsas, tangos, maxixes, serenatas e músicas sacras, Chiquinha é considerada uma das maiores compositoras e instrumentistas da música brasileira. Ela desafiou e transgrediu muitos costumes machistas da época em que viveu, deixando sua marca.
Além de ser a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, ela compôs a primeira marcha carnavalesca do país: ‘Ó Abre Alas’, música de sucesso criada em 1899, enquanto a recordista ouvia o ensaio do Cordão Rosa de Ouro, no Andaraí, um dos bairros mais antigos do Rio de Janeiro.
Personalidade forte
Chiquinha nasceu no Rio de Janeiro, em 17 de outubro de 1847 e era filha do rico militar José Basileu Neves Gonzaga e da mulata Rosa Maria de Lima Gonzaga. Em uma época em que a mulher era fadada a se casar, ter filhos e devotar sua vida à família, ela conseguiu fazer seus estudos de música.
A artista se casou aos 13 anos com o oficial da marinha mercante Jacinto Ribeiro do Amaral, que nunca aceitou que a esposa fosse a rodas boêmias, tornando seu casamento – imposto pelo pai – cheio de brigas e muito rápido.
Aos 18 anos, deixou o marido e saiu de casa, um escândalo para a época. Desfeito o casamento, apaixonou-se por um engenheiro de estradas de ferro e os dois passaram a viver juntos. O amor também durou pouco e eles se separaram, obrigando Chiquinha a começar a trabalhar, vivendo pobremente.
Carreira
Sozinha, precisou dar aulas de piano para sustentar os filhos. Em um dos encontros com os músicos boêmios do Rio, em 1877, compôs, de improviso, a música ‘Atraente’, seu primeiro grande sucesso. No ano de 1883, escreveu e musicou a peça em um ato ‘Festa de São João’.
Dois anos mais tarde, musicou a opereta de costumes ‘A Corte na Roça’, com poesia de Francisco Sodré. Foi com esta opereta que ela conseguiu se impor na música nacional. Em 1887, fez no Teatro São Pedro, no Rio, um concerto com 100 violões.
Além do Brasil, fez sucesso em Portugal. Apesar de sua habilidade na música, Chiquinha enfrentou todos os tipos de preconceito, devido à sua luta pela liberdade. Ela faleceu em 28 de fevereiro de 1935, aos 87 anos, mas seu trabalho está eternizado na história da música brasileira.
Luta pela liberdade
Chiquinha Gonzaga participou ativamente do movimento pela libertação dos escravos. Ela vendia de porta em porta suas partituras (composições), a fim de angariar fundos destinados à Confederação Libertadora, uma organização antiescravista.
Com o dinheiro que conseguiu vender a partitura da música ‘Caramuru’, ela comprou, em 1888, a alforria do escravo músico José Flauta, antecipando-se poucos meses à Lei Áurea. A artista ainda atuou na campanha pela proclamação da República.
Na TV e no cinema
A artista já foi retratada como personagem no cinema e na televisão. Na minissérie ‘Chiquinha Gonzaga’, de 1999, exibida pela TV Globo, foi interpretada por Regina Duarte e Gabriela Duarte. No cinema, por Bete Mendes, no filme ‘Brasília 18%’, de 2006. Também foi fonte de inspiração para o filme ‘O Xangô’, baseado no livro homônimo de Jô Soares.
Homenagem
Pela importância de Chiquinha Gonzaga para o Brasil, em maio de 2012 foi sancionada a Lei número 12.624, que instituiu o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, a ser comemorado em 17 de outubro, data de aniversário de nascimento da artista.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Mawaca



Mawaca

Participação especial: 
Marlui Miranda, Ibã Kaxinawá (Acre) e Comunidade Bayaroá (Amazonas)

Exposição:
Fotos de Eduardo Vessoni e Eduardo Pimenta sobre a turnê do Mawaca pela Amazônia
Renda do espetáculo revertida para a Campanha Solidária ao Povo Guarani Kaiowá. Contribua com alimentos não perecíveis.

Serviço

Dia 08 de Novembro às 21h
Teatro Anhembi Morumbi
Rua Dr. Almeida Lima, 1176, Mooca – São Paulo/SP
(próximo à Estação Bresser-Mooca do Metrô - clique aqui para ver o mapa)
Tels: 11 2872-1457 e 11 2872-1458
www.mawaca.com.br / www.teatroanhembimorumbi.com.br

Oi Futuro prorroga prazo de inscrições


Foram prorrogadas até às 17 horas do dia 18 de novembro as inscrições para o Edital de seleção de projetos para o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados 2012/2013. A novidade deste ano é que, além do patrocínio a projetos que ocorrem fora dos centros culturais, há uma modalidade voltada para a programação dos espaços mantidos pela instituição, em Belo Horizonte e no Rio, tanto com concessão de patrocínio quanto ocupação. Em Belo Horizonte, o Oi Futuro possui um teatro com mais de 329 lugares e duas galerias de arte, além do Museu das Telecomunicações. É mais uma oportunidade para produtores de teatro, musica e dança, entre outros, que poderão se beneficiar com a cessão de espaço, que dá direito a 85% da bilheteria.
Para esclarecer dúvidas, entre em contato pelo telefone 0800 030 08 05 de segunda a sábado das 9h às 21h (horário de Brasília) ou através do Fale Conosco no site do Oi Futuro: http://www.oifuturo.org.br/fale_conosco.php

MASTERCLASSES OSESP


Desde 2008, as Masterclasses oferecem a estudantes e profissionais de música da Osesp e de outras instituições a oportunidade de aprimorar sua técnica musical. Músicos renomados que atuam no país e no mundo, muitos deles convidados da Temporada Osesp na Sala São Paulo, falam de sua carreira e práticas de estudo.                                                                                                      
á estiverem na programação Antonio Meneses, Arnaldo Cohen, Boris Belkin, Emmanuel Pahud, Evelyn Glennie, Hagai Shaham, Heinz Holliger, Helmuth Rilling, Jaakko Kuusisto, Jana Bouskova, Jian Wang, Johannes Moser, Lívia Santoro, Michel Dalberto, Nathalie Stutzmann, Ole Edvard Antonsen, Patrick de Ritis, Peter Schreier, Pieter Wispelwey, Pinchas Zukerman, Randy Max, Roberto Diaz, Sofia Gubaidulina, Stefan Adelmann, Stefan Dohr, Xavier Phillips, além de alguns integrantes da Orquestra Filarmônica de Londres e músicos da própria Osesp.

Horácio Schaefer viola
07 NOV | quarta | 17h
Sala São Paulo - Sala do Coro

Joel Gisiger oboé
06 NOV | terça | 17h
Sala São Paulo - Sala Carlos Gomes

Darcio Gianelli trombone tenor
06 NOV | terça | 17h
Sala São Paulo - Sala do Coro                                                                                                       Masterclass com Jean-Louis                                                                                                                                                                                     Steuerman por Carolina Hanke
Johannes Gramsch violoncelo

05 NOV | segunda | 17h
Sala São Paulo - Sala do Coro
Jean-Louis Steuerman piano
24 SET | segunda | 14h
Sala São Paulo - Sala do Coro (2° andar)

Lucia Duchoňová mezzo soprano
23 AGO | quinta | 17h
Sala São Paulo - Sala do Coro (2º andar)

Marc-André Hamelin piano *
01 AGO | quarta | 17h30 às 19h00
Sala São Paulo - Salão Nobre (1º andar)
*excepcionalmente, para esta masterclass só haverá participação para ouvintes.

Jennifer Koh violino
25 MAI | sexta | 11h00 às 13h00
Sala São Paulo - Sala Carlos Gomes (mezanino)

Antonio Meneses violoncelo
11 ABR | quarta | 16h30 às 18h30                      
Sala São Paulo - Sala do Coro(2ºandar)   
                                                                                                                                                                                                                                   
Participação gratuita, aberta a todos os estudantes e   profissionais de música interessados, com vagas limitadas.
A solicitação de inscrição pelo e-mail academia@osesp.art.br é obrigatória e deve ser feita até as 16 horas do dia anterior. Informar no corpo do e-mail os dados que seguem abaixo.

participação como ouvinte:
  - nome completo
  - número de RG e CPF;
  - idade;
  - instituição, conservatório ou universidade que freqüenta
(ou freqüentou) e nome do curso.                                                                                      
                                                                                                                                         
  participação ativa (com apresentação de uma peça)*:
   - todos os dados solicitados acima, acrescidos de nome da peça que pretende apresentar, com autor e duração (caso seja necessário trazer pianista acompanhador, informar nome completo e RG do pianista)

*Média de cinco apresentações por masterclass, definidas previamente.
Academia de Música da Osesp
T 55 11 3367 9619 / 9570

Banda Mantiqueira encerra o Projeto Unimúsica 2012



Inspirada na orquestras de Severino Araújo, Thad Jones, Count Basie e Duke Ellington, a Banda Mantiqueira é saudada por Luis Fernando Verissimo como agrande "biguibandi" brasileira. Depois de lotar o Salão de Atos da UFRGS em sua apresentação no Projeto Unimúsica 2008, a Mantiqueira, liderada pelo clarinetista, saxofonista, compositor e arranjador Nailor Azevedo Proveta, retorna a Porto Alegre para o encerramento da série orquestras e big bands do Unimúsica. O concerto acontece no dia 1º de novembro, às 20h, no Salão de Atos da UFRGS. No mesmo dia, às 16h, os músicos realizam um ensaio aberto no palco do Salão de Atos. Entrada franca, com a doação de 1 kg. de alimento não-perecível.

Em atividade há mais de vinte anos, a orquestra paulista já dividiu o palco com músicos como Paquito D’Rivera, Joshua Redman, César Camargo Mariano, Nelson Ayres, Hermeto Pascoal, entre tantos outros, e vem desenvolvendo uma memorável parceria com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, registrada em três diferentes álbuns. Além dos discos com a OSESP, a Mantiqueira tem ainda Aldeia (1998), Bixiga (2000) e Terra Amantiquira (2005), que recebeu o Prêmio Tim de Melhor Álbum de Música Instrumental em 2006. Somando-se a isso as duas indicações ao Grammy, as diversas turnês pelo Brasil e pelo exterior, os concertos lotados – como aqui, em 2008 – e as resenhas entusiasmadas, é possível se ter uma ideia do lugar que a Mantiqueira ocupa na história da música instrumental do país.

No encerramento da série orquestras e big bands do Unimúsica teremos uma nova oportunidade para conferir de perto o virtuosismo dos quatorze instrumentistas-solistas da Mantiqueira e os inspirados arranjos de Proveta – e de seu principal colaborador, o violonista e contrabaixista Edson Alves. O repertório da noite traz algumas das composições apresentadas em 2008, junto a outras, que vão desde clássicos de Caymmi, Pixinguinha e Luiz Gonzaga até peças recentes dos próprios Edson Alves e Proveta.

O Projeto Unimúsica é uma promoção da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS – Departamento de Difusão Cultural.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Sons das Américas


Sesc Apresenta Movimento Violão

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Florianópolis sedia o concerto “Japão 4 estações”



No dia 10 de novembro será realizado o Concerto “Japão 4 Estações”, no Auditório Jurerê Classic, em Florianópolis, com  apresentação da cantora Masami Ganev e do violonista Igor Ishikawa. A entrada é franca.
O recital retrata a poesia da música japonesa através das quatro estações do ano e conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Florianópolis,  Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e Dígitro.
Masami Ganev, natural do Japão, estudou com a renomada soprano Neyde Thomas e atualmente aperfeiçoa-se com o pianista e compositor Alberto Heller e a soprano Samira Hassan. Tem atuado como solista em concertos da Camerata Florianópolis e da Orquestra Sinfônica do Paraná e participou de diversas montagens de óperas em Santa Catarina nos últimos anos. Em 2010, recebeu menção honrosa no XIV Concurso Internacional de Canto Lírico na cidade de Trujillo, Peru. Em 2012 chegou a semifinalista no III Concorso Lirico Internazional Città di Ferrara, Itália.
Igor Ishikawa se graduou em Música/Violão na UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina, orientado pelo Prof. Luiz Mantovani. Também estudou regência e atuou no Coral da universidade. Atualmente, realiza trabalhos como violonista e regente coral na Grande Florianópolis, além de ser professor da UNIPLAC – Universidade do Planalto Catarinense, onde leciona as disciplinas de Violão, Harmonia e 
Arranjo.

SERVIÇO

Concerto “Japão 4 Estações”
Entrada Franca
Data: 10 de novembro de 2012, às 20h30
Local: Auditório Jurerê Classic
Rua dos Lambari-Guaçu, 437 - Jurerê Internacional - Florianópolis - SC
Informações: (48) 3282-2203 / 9647-9911

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Big Band da EMESP Tom Jobim abre a programação de novembro no projeto Música no MCB

4 de novembro, domingo às 11h - Gratuito

Na abertura da programação de novembro, o projeto Música no MCB traz a Big Band da EMESP Tom Jobim. Estão previstos ainda para este mês os shows de Julio Medeiros Quinteto, Duo Rafael Cardoso e Pedro Macedo e Amilton Godoy e Gabriel Grossi. O Museu da Casa Brasileira é uma instituição da Secretaria de Estado da Cultura.

 Sob a coordenação do músico Eduardo Neves, a big band da Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP Tom Jobim) oferece aos jovens instrumentistas a possibilidade de tocar em naipes, improvisar, escrever arranjos e conhecer os diversos gêneros de composição que historicamente se desenvolveram para esta formação. Possibilita ainda distintas vivências musicais, com os alunos se apresentando ao lado de importantes solistas da música brasileira e internacional.
 Com a participação especial de Hector Costita, instrumentista que é referência no saxofone brasileiro, o repertório previsto para o MCB engloba samba, frevo, gafieira, ritmos latinos, jazz e funk, em partituras escritas por mestres do passado e novos arranjadores.

No domingo seguinte, dia 11, é a vez da apresentação do Julio Medeiros Quinteto. Ao lado de Ferdinand Mel nos teclados, Flaubert Viana no saxofone, Josué Costa no violão e Bruno Moreno na bateria, o contrabaixista Julio Medeiros apresenta composições próprias como “Solar da Serra” e “Choro de Clara”, além de releituras de clássicos como “Baião” (Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira), registradas no disco “Som d’Arquitetura”.

Em 18 de novembro, o Duo Rafael Cardoso e Pedro Macedo traz o vasto universo da música latino-americana escrita originalmente para violão. A partir do encontro destes dois instrumentistas de formações distintas, músicas conhecidas ganham  novas roupagens que evidenciam a riqueza de detalhes rítmicos e melódicos de cada composição. Serão apresentados temas registrados no CD “SIR”, lançado em 2012, além de peças do maestro Edmundo Villani-Côrtes.

Para encerrar as apresentações de novembro, no dia 25, Amilton Godoy e Gabriel Grossi apresentam o projeto Villa-Lobos Popular, que mostra ao público uma releitura de peças do maestro Heitor Villa-Lobos, um dos mais destacados representantes da música brasileira. Arranjos elaborados pelo duo em piano e harmônica evidenciam os elementos da nossa cultura presentes nesta obra, que alimentou toda a produção musical das últimas gerações. 

Música no MCB

Em 12 edições, o projeto Música no MCB já beneficiou mais de 200 mil pessoas, que tiveram acesso gratuitamente a apresentações de nomes importantes da música brasileira, como Zimbo Trio, Orquestra Bachiana, Mutrib, entre outros grupos, em formações camerísticos e solo, populares e eruditas. Nesse período, foram curadores da programação musical do MCB os maestros Julio Medaglia e João Carlos Martins, além dos pesquisadores e músicos Carlinhos Antunes, Benjamin Taubkin, Antônio Nóbrega e Magda Pucci. As apresentações acontecem sempre aos domingos às 11h, de março a dezembro, e são gratuitas.

Na temporada de 2012, o Música no MCB conta com a coordenação de Carmelita Moraes e tem por objetivo divulgar a diversidade nacional e internacional por meio de estilos variados: instrumental, erudito, popular, entre outros. Ao mesmo tempo, oferece ao público momentos agradáveis e especiais.

Sobre o Museu da Casa Brasileira

O Museu da Casa Brasileira se dedica às questões da cultura material da casa brasileira. É o único do país especializado em design e arquitetura, tendo se tornado uma referência nacional e internacional nesses temas. Dentre suas inúmeras iniciativas destaca-se o Prêmio Design Museu da Casa Brasileira, realizado desde 1986, e que comemora este ano sua 26ª edição.
  
Aos domingos, por meio da entrada franca e de uma programação diversificada, o MCB democratiza o acesso à cultura, promovendo alternativas de lazer para a população

SERVIÇO:

Música no MCB 

NOVEMBRO
04/11 – Big Band da EMESP Tom Jobim
11/11 – Julio Medeiros Quinteto
18/11 - Duo Rafael Cardoso e Pedro Macedo
25/11 - Amilton Godoy e Gabriel Grossi

Dia e Horário: Domingo, sempre às 11h
Entrada gratuita

Local: Museu da Casa Brasileira
Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano
Tel.: (11) 3032-3727

Estacionamento pago no local – Domingo: valor único – R$15,00
Acesso a pessoas com deficiência / bicicletário com 20 vagas 
Visitas orientadas: (11) 3032-2564 / agendamento@mcb.org.br
Site: www.mcb.org.br

Orquestra Sinfônica e Coral KOHAR da Armenia



Com a missão de disseminar e preservar a cultura de seu país de origem, a Armênia, o grupo tem concertos marcados para início de novembro, no Auditório Ibirapuera.

Durante os dias 9, 10 e 11 de novembro, a Orquestra Sinfônica e Coral KOHAR se apresentará em solo paulistano mostrando todo o seu repertório de músicas ligadas à cultura local, com apresentações no Auditório Ibirapuera a preços populares. Carregando consigo o objetivo de preservar o alfabeto e a cultura armênia, a orquestra prometeem sua passagem pela cidade incentivar autêntica “Semana da Cultura Armênia” em plena São Paulo.

Com pouco mais de 15 anos de existência, o grupo formado por 140 músicos, 12 cantores solo e 11 dançarinos atingiu status de disseminador da cultura armênia pelo mundo. Tal popularidade tornou oportuna a vinda deles ao Brasil, especialmente à capital paulista, grande reduto de armênios, com mais de 80% dos 100 mil descendentes residentes no Brasil.

Diferente de muitas orquestras existentes no mundo, a KOHAR tem repertório e estilo próprios, diretamente influenciados pela diáspora do povo armênio no início do século. Sua mescla de ritmos típicos com música erudita fez com que suas apresentações fossem admiradas em várias partes do planeta, destacando-se em países como Estados Unidos, Canadá e Oriente Médio.

Durante as apresentações, não só a música desperta o interesse do espectador. O canto, as falas e movimentos de seus dançarinos tornam o espetáculo ainda mais belo e impressionante, não à toa, considerado pela crítica como a ‘música favorita dos armênios’.

É com essas credenciais que a KOHAR vem ao Brasil para três apresentações. Para incentivar não apenas a comunidade armênia, mas o público em geral a assistir aos espetáculos, as entradas para os shows terão preço acessível, R$ 20, com meia-entrada para idosos e estudantes. Realização: Dançar Marketing e Comunicações - www.Dancarmarketing.com.br - empresa com 30 anos de experiência e pioneira no Marketing Cultural.


Local: Auditório Ibirapuera (Parque Ibirapuera)
Datas: 9, 10 e 11 de novembro
Horário: 21 horas (dias 9 e 10/11) e 19 horas (11/11). Abertura do local 90 min. antes do espetáculo
Capacidade: 800  lugares
Classificação:  Livre
Duração:  180 minutos

Ingressos
Inteira: R$ 20,00
Meia entrada: R$ 10,00 (estudantes e idosos)*
Formas de pagamento: Site Visa, Diners e MasterCard. Todos os cartões são aceitos.  Cheques não são aceitos.
Pontos de venda: Ingresso.com e pelo telefone 4003-2330
Informações: pelo site http://www.auditorioibirapuera.com.br/ e pelo telefone 3629-1075

“MOVIMENTO VIOLÃO” NO SESC VILA MARIANA.



No dia 06 de novembro de 2012, a série “MOVIMENTO VIOLÃO”, atualmente considerada uma das séries de concertos de violão mais importantes do Brasil, apresenta no SESC Vila Mariana um concerto muito especial, onde dividirão o palco Paulo Martelli e Marco Pereiracom a participação especial da Orquestra Metropolitana sob regência de Rodrigo Vitta

No programa teremos duas obras inéditas compostas por Marco Pereira:

* Abertura Sinfônica

* Lendas Amazonicas
  Fantasia Concertante para Dois Violões 
  e Orquestra,
  Solistas: o próprio compositor Marco Pereira e o violonista Paulo Martelli.

O programa será gravado pela TV SESC.


SERVIÇO:
MOVIMENTO VIOLÃO
PAULO MARTELLI / MARCO PEREIRA / ORQUESTRA METROPOLITANA
REGÊNCIA RODRIGO VITTA
Dia 06/11/2012 às 21H no Teatro do SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 - Vila Mariana  São Paulo, 04012-000
FONE: 11 5080-3000
Entrada Franca.

Prêmio Funarte de Música Brasileira



INSCRIÇÕES PRORROGADAS
O prazo será prorrogado por mais 45 dias corridos, a contar do dia seguinte da publicação da portaria de prorrogação. Ela foi publicada no Diário Oficial da União Nº 192, de quarta-feira, 3 de outubro de 2012 – Seção 1, página 5.

Atenção: Baixe o Formulário de Apresentação do Projeto ao lado, em “arquivos relacionados”. Ele deve ser enviado pelo proponente, juntamente com a ficha de inscrição e os demais documentos necessários, conforme o edital. Também em “arquivos relacionados”, acesse as fichas e o edital.
A Funarte lançou, no dia 20 de agosto de 2012, o edital do Prêmio Funarte de Música Brasileira / 2012 – com abrangência nacional.
Os contemplados no edital vão receber prêmios de R$ 30 mil a R$ 200 mil. Serão selecionados projetos de composições, arranjos, shows, vídeos, cancioneiros, discos, sítios de internet, revistas, pesquisas, mapeamentos, seminários, ciclos de debates, palestras, oficinas e cursos livres. As propostas podem ser relacionadas à criação, produção, distribuição e circulação de música, ou a mais de uma destas etapas, da criação à produção.
Podem participar do Prêmio Funarte de Música Brasileira pessoas físicas (produtores e artistas) ou jurídicas (instituições privadas, com ou sem fins lucrativos, de natureza artística e/ou cultural). Com o concurso, a Funarte pretende contribuir para a difusão de atividades e produtos relacionados à música e para sua distribuição pelo país.
A premiação será concedida de acordo com os seguintes módulos: A:23 prêmios de R$ 30 mil; B: 20 prêmios de R$ 50 mil; C: oito prêmios de R$ 100 mil; e D: quatro prêmios de R$ 200 mil. Os projetos inscritos concorrem no âmbito do módulo escolhido pelos candidatos.
O Centro de Música da Instituição (Cemus), responsável pela ação, destaca que a seleção é inovadora, por ser abrangente – ao contrário de outras, voltadas para áreas muito específicas. Afinal, o novo programa deve movimentar os diversos elos das cadeias criativa e produtiva da música: tanto o trabalho dos criadores, quanto o dos produtores, e ainda o da área ligada ao conhecimento musical e à capacitação.
Um total de R$ 3,397 milhões vai ser disponibilizado para o edital, dos quais R$ 107,1 mil serão destinados às despesas administrativas do concurso e o restante, direcionado às premiações. O valor provêm do Fundo Nacional de Cultura – FNC (Ministério da Cultura).
Os projetos inscritos serão avaliados em três etapas:
1) Habilitação dos projetos: triagem, de caráter eliminatório, para verificar se o proponente e o projeto cumprem as exigências do edital. Será realizada por uma comissão de habilitação, no Centro da Música da Funarte;
2) Avaliação da Comissão de Seleção – de caráter eliminatório e classificatório, de todos os projetos habilitados na etapa 1;
3) Análise documental – verificação, eliminatória, da situação fiscal e documental dos proponentes dos projetos selecionados.
A Comissão de Seleção será composta por 12 membros com reconhecida atuação na área da música.

Veja detalhes sobre o processo de avaliação, a Comissão de Seleção e seus critérios nos itens 8, 9 e 10 do edital.
Acesse-o ao lado, em “Arquivos relacionados”, bem como as fichas de inscrição e o formulário de apresentação do projeto.

A Funarte instituiu este edital através da Portaria Nº 255/2012, publicada no D.O.U. do dia 20 de agosto de 2012 e retificada no D.O.U. de 22 de agosto de 2012.

Mais informações
Funarte
Centro da Música (Cemus)
Tels: (21) 2279-8109 / 2240-5151 / 2279-8001


Itaú Cultural promove programação especial gratuita em homenagem a Itamar Assumpção


Evento conta com o lançamento do livro "Itamar Assumpção - Cadernos inéditos"

Passada quase uma década da morte do autor de sucessos como “Dor Elegante” e “Fim de Festa”, o Itaú Cultural lança no dia 1º de novembro o livro “Itamar Assumpção - Cadernos inéditos”, com entrada Catraca Livre.
O evento conta com a exibição do longa-metragem “Daquele Instante em Diante”, dirigido por Rogério Velloso, além de performances literárias com Jairo Pereira, Paula Pretta e Roberta Martinelli.
No palco, usando figurinos originais de Itamar, os atores interpretam fragmentos dos textos, letras e poemas extraídos do livro.
Em co-edição do instituto com a editora Terceiro Nome, a coletânea reúne em 240 páginas textos extraídos dos 60 cadernos de anotações do compositor Itamar Assumpção (1949-2003).
São letras de músicas, poesias e textos ilustrados por alguns desenhos feitos por ele mesmo entre 1986 e 2003

O material foi compilado e organizado pelas filhas Anelis e Serena, a esposa Elizena, e pelo compositor Marcelo
Del Rio.

Compositor alemão Hans Werner Henze morre aos 86 anos



O compositor alemão Hans Werner Henze, um dos mais importantes de sua geração em seu país, faleceu neste sábado aos 86 anos, informou à imprensa sua editora musical, Schott Music.

"Hans Werner Henze, um dos mais versáteis e influentes compositores de nossa era, morreu", anunciou a empresa em seu site oficial, acrescentando que o músico faleceu na cidade de Dresden.

Nascido no dia 1º de julho de 1926, Henze deixou uma grande obra, que inclui mais de 40 óperas, 10 sinfonias, vários concertos, música de câmara e oratórios.

"Sua obra combina uma beleza atemporal e o compromisso político contemporâneo", disse a editora.

Membro do antigo Partido Comunista Italiano, Henze produziu composições em homenagem a Ho Chi Min e a Che Guevara - o requiem intitulado A balsa da Medusa.

10 bibliotecas virtuais gratuitas







As bibliotecas virtuais surgem com uma forma de democratizar a informação em todo o mundo e, por isso são grandes aliadas dos professores. Nelas você encontra obras que custam caro e que ainda não estão disponíveis na sua escola ou biblioteca da cidade.
Para ajudar na busca, a Revista Nova Escola preparou uma seleção com 10 bibliotecas virtuais onde o usuário pode baixar gratuitamente diversos clássicos da literatura, entre outras obras.

Brasiliana USP
http://www.brasiliana.usp.br/

A biblioteca que ainda não tem residência física definitiva na Universidade de São Paulo já tem uma pequena porcentagem do seu acervo online focado em autores brasileiros ou obras ligadas à cultura nacional em domínio público. Em destaque, três volumes com gravuras de Debret durante sua viagem pelo Brasil no século 19, todas as primeiras edições da obra de Machado de Assis, José de Alencar e Olavo Bilac e a Coleção da Klaxon, uma das principais revistas do movimento modernista paulistano. Boa parte das obras raras acompanha textos de apresentação feitos pelos pesquisadores.

Domínio Público
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

Desenvolvida pelo Ministério da Educação, nesta biblioteca são disponibilizados gratuitamente cerca de 180 mil textos, além de imagens, arquivos de som e vídeo. O site conta com rico acervo de publicações na área de educação. Lá, você ainda encontra as obras completas de Machado de Assis e um grande acervo de poesias de Fernando Pessoa. A biblioteca possui também diversas músicas eruditas brasileiras, e inúmeros textos de literatura infantil, além dos Compilados sobre Legislação Educacional.

Biblioteca Nacional
http://www.bn.br/portal/

Um dos maiores acervos do país já tem boa parte da sua versão virtual catalogada, principalmente na área de periódicos. Apesar de conter um certo número de materiais literários, o foco da biblioteca catalogada ainda são os mapas, fotografias e periódicos. Vale conferir a versão original dos Lusíadas, a Bíblia em latim, e a Coleção Teresa Cristina – uma série de documentos doados ao museu pela mulher de Dom Pedro II com registros riquíssimos do Império.

Arquivo Público do Estado de São Paulo
http://www.arquivoestado.sp.gov.br

Uma excelente opção para aqueles que procuram arquivos históricos relacionados ao Estado de São Paulo Jornais, o Arquivo Público do Estado traz uma série de revistas, Fotografias, vídeos e anuários estatísticos. Entre os destaques do acervo está um conjunto documental com cartas trocadas pelos chefes do movimento sobre a Revolução de 1924. A seção Memória da Educação é um prato cheio para professores, apresentando publicações de caráter histórico que nos remetem ao universo escolar em São Paulo nos séculos 19 e 20.

Acervo Digitais de Cordeis da Biblioteca de Obras Raras de Átila de Almeida – UFPB
http://cordeis.bc.uepb.edu.br/index.php

Considerando a riqueza da peculiaridade da cultura nordestina, a biblioteca traz cerca de 9 mil títulos e 15 mil exemplares de cordéis da Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida, cuja mantenedora é a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). A biblioteca apresenta-se como a maior guardiã no Brasil desse tipo de acervo tanto no que diz respeito às questões de ordem quantitativa como qualitativa (estado de conservação e organização das peças).

Biblioteca Digital Paulo Freire
http://www.paulofreire.ce.ufpb.br/paulofreire/principal.jsp

Também pertencente à Universidade Federal da Paraíba, a biblioteca traz um rico acervo sobre o educador que inclui seus textos, livros, textos didáticos, correspondências e, inclusive, diversas críticas e análises relacionadas a seu trabalho.

Biblioteca Digital Mundial
http://www.wdl.org/pt/about/

Criada pela UNESCO, a Biblioteca Digital Mundial disponibiliza na Internet, gratuitamente, e em formato multilíngue, importantes de literatura, áudio, mapas e fotografias provenientes de países e culturas de todo o mundo. As pesquisas podem ser feitas em sete línguas diferentes e as buscas, feitas por período.

Coleção Aplauso
http://aplauso.imprensaoficial.com.br/

Traz biografias de artistas, cineastas e dramaturgos nacionais; além de roteiros de cinema, peças de teatro e a história de diversas emissoras de TV. Caso o leitor prefira a versão impressa, todos eles podem ser encontrados em livrarias de todo o país;

Wikilivros
http://pt.wikibooks.org/wiki/Wikilivros

Projeto da Wikimedia Foudation dedicado ao desenvolvimento colaborativo de livros, apostilas, manuais e outros textos didáticos de conteúdo livre. São diversos temas em diversas línguas. Há uma versão da página em português.
Banco de Dados de Livros Escolares Brasileiros (1810 a 2005) – FEUSP
http://www2.fe.usp.br/estrutura/livres/index.htm
Banco de dados que disponibiliza pela internet o acesso à produção das diversas disciplinas escolares brasileiras desde o século XIX até os dias atuais e fornece referenciais e fontes. A organização do LIVRES caracteriza-se por ser alimentado e ampliado constantemente pelas pesquisas de uma equipe de especialistas da área, que analisam o livro.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Governador Geraldo Alckmin anuncia investimento recorde em programa paulista de incentivo à cultura


Recursos destinados ao ProAc chegarão ao valor máximo permitido em Lei desde que o programa foi criado. Total em 2012 será de R$ 118 milhões.

Pela primeira vez desde que foi criado pelo Governo do Estado de São Paulo, o Programa de Ação Cultural - ProAC ICMS chegará ao valor máximo de recursos para o fomento às artes e à cultura no Estado de São Paulo, previsto na Lei 12.268/06. O recorde inédito será atingido com a suplementação anunciada nesta sexta-feira (26/10) pelo Governador Geraldo Alckmin. Além dos R$ 100 milhões já liberados no início do ano, Alckmin autorizou mais R$ 18 milhões ainda em 2012.

Com os R$ 118 milhões no total, o ProAC atinge o teto estipulado legalmente para o programa: 0,2% da parte estadual do ICMS arrecadado, destinados inteiramente a incentivos culturais. O valor também aumentou consideravelmente em relação ao ano passado – quase 27% a mais do que os R$ 93 milhões liberados em 2011.

O ProAC ICMS pode ser pleiteado para uma grande variedade de projetos culturais, incluindo artes plásticas, visuais, design, música, circo, audiovisual, teatro, cultura popular, dança, museus, hip-hop, literatura, preservação do patrimônio histórico, vídeo, programas de rádio e TV, bibliotecas, dentre outros.

O programa funciona por meio de incentivos fiscais e estimula o envolvimento do setor privado no apoio à produção cultural. As empresas interessadas em patrocinar os projetos aprovados no ProAC recebem autorização do Estado para deixar de pagar em ICMS o mesmo valor destinado ao patrocínio. Diferente de outros programas de incentivo baseados em renúncia fiscal, o ProAC ICMS não exige contrapartida dos patrocinadores.

Desde que foi criado, em 2006, o programa distribuiu mais de R$ 430 milhões em incentivos para projetos culturais paulistas.

Só até a primeira quinzena de outubro deste ano, 1.361 projetos foram aprovados para captação de recursos. Muitos são iniciativas de relevância não apenas para São Paulo, mas para a cultura brasileira. Contam com recursos do ProAC ICMS eventos como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o festival internacional de documentários É Tudo Verdade e o projeto educativo da Bienal Internacional de Arte de São Paulo, além do Festival de Teatro de São José do Rio Preto, para citar um exemplo no interior.

O ProAC também apoiou filmes de sucesso como Xingu (Cao Hamburguer, 2012) e apóia atualmente a exposição da artista plástica Adriana Varejão, em cartaz no MAM (Ibirapuera). Também contam com apoio financeiro do programa iniciativas permanentes, a exemplo do Instituto Tomie Ohtake, que tem projeto aprovado para o plano anual 2012/2013.
Histórico
O ProAC foi criado em 2006 pelo Governo Paulista, com investimento inicial de R$ 20 milhões. O valor aumentou gradativamente ano a ano, chegando em 2012 ao recorde de R$ 118 milhões – quase seis vezes mais do que quando o programa começou (veja gráfico abaixo).

Como resultado do diálogo com a classe artística, vários ajustes foram feitos ao programa em novembro de 2011, visando principalmente à desburocratização dos trâmites, à celeridade na avaliação dos projetos e a criação de parâmetros objetivos para orientação e avaliação dos orçamentos apresentados. O ProAC ICMS é atualmente considerado o programa de incentivo à cultura mais acessível no País.
Outros incentivos
O ProAC ICMS é apenas um dos programas de incentivo mantidos pelo Governo do Estado de São Paulo. O próprio ProAC tem a modalidade editais que recebe investimento anual de R$ 25 milhões em verba de orçamento da Secretaria de Estado da Cultura.

Especificamente para o audiovisual há o  Prêmio Estímulo ao Curta Metragem, com verba anual de R$ 960 mil, e o Programa de Fomento ao Cinema Paulista. Este, em parceria com a Sabesp, tem R$ 8 milhões por ano para patrocínios a produções paulistas, via leis do Audiovisual e Rouanet. Seis filmes contemplados com o programa no ano passado foram selecionados para a 36ª Mostra Internacional de Cinema, atualmente em andamento.

Além disso, a SEC mantém também duas premiações: o Prêmio Governador do Estado para a Cultura e o Prêmio São Paulo de Literatura.

Audições Osesp


Memória musical não se perde com amnésia, mostram cientistas.



Cientistas creem estar perto de descobrir por que uma pessoa que sofre de amnésia e perde a memória de quase tudo na sua vida consegue ainda reter conhecimentos musicais.
A resposta pode estar no fato de que as memórias musicais são armazenadas em partes diferentes do cérebro que as de outras memórias.
Quando o maestro britânico Clive Wearing contraiu uma infecção no cérebro em 1985 --uma encefalite por herpes--, ficou com uma capacidade de recordar apenas os eventos ocorridos 10 segundos antes. A infecção danificou uma parte do seu cérebro conhecida como lobo temporal médio.
Embora apresentasse um dos casos mais graves de amnésia conhecido pelos cientistas, a habilidade musical do condutor permaneceu intacta. Hoje com 73 anos, Wearing consegue ler partitura e tocar música no piano, e regeu o seu antigo coral.
Em um congresso da Sociedade para a Neurociência realizado neste mês em Washington, um grupo de cientistas alemães descreveu o caso de um violoncelista profissional --identificado apenas como PM-- que contraiu encefalite por herpes em 2005.
Incapaz de recordar as coisas mais simples --como a imagem de sua própria casa--, PM manteve intacta a sua memória musical.

ANATOMIA DO CÉREBRO

Segundo o médico que estudou o paciente, Carsten Finke, do Hospital Universitário de Charite, em Berlim, o lobo temporal médio do cérebro, severamente afetado em casos de encefalite por herpes, é "altamente relevante" para a memória de eventos e como, onde e quando eles ocorrem.
"Mas estes casos sugerem que a memória musical pode ser armazenada de forma independente do lobo temporal médio", afirma o médico.
A equipe de alemães também estudou o caso de um paciente canadense nos anos 1990 que perdeu toda a sua memória musical após uma cirurgia que danificou especificamente uma parte do cérebro chamada de giro temporal superior.
O caso levou a equipe a sugerir que as estruturas do cérebro usadas para armazenar memória musical "devem ser o giro temporal superior ou os lobos frontais".
Entretanto, o médico acredita que são necessárias novas pesquisas para confirmar a hipótese.
"O que é realmente novo nesses casos é que, mesmo em casos de amnésia densa e grave, ainda existem ilhas de memória intactas, a memória musical", afirmou.
"Esta memória pode ser usada como um ponto de acesso a esses pacientes. Podemos pensar, por exemplo, em relacionar a música a atividades específicas, como tomar medicação, ou submetê-los a musicoterapia para recuperar qualidade de vida."

VELHOS HÁBITOS

A neuropsicóloga Clare Ramsden ressalta que a memória musical é diferente dos outros tipos de memória. "Não é apenas conhecimento, é algo que você faz", define.
A sua entidade, Brain Injures Rehabilitation, voltada para a reabilitação cerebral, estudou os casos de três músicos, incluindo Clive Wearing. As conclusões mostram que as atividades musicais envolvem diferentes partes do cérebro.
"Nossa pesquisa está começando a mostrar que as pessoas com dano nos lobos frontais têm suas habilidades musicais afetadas de forma diferente de pessoas como Clive, cujos lobos temporais médios foram danificados", disse Ramsden.
"Clive ainda consegue ler partituras e tocar música. As pessoas com danos nos lobos frontais podem ter dificuldades de ler uma partitura e tocar uma música pela primeira vez, mas são boas em músicas que elas já sabem."
Para o professor Alan Baddeley, autor de estudos sobre Wearing pela Universidade de York, todos os casos "mostram que a memória não é unitária" e que "há mais de um tipo de memória".
"A amnésia não destroi hábitos, mas os pacientes perdem a capacidade de adquirir e reter informação sobre novos eventos."
HANDEL
A esposa de Clive, Deborah, é autora de um livro, "Forever Today" ("Para Sempre Hoje", em tradução livre), que relata como a vida do casal mudou desde a amnésia do marido.
"Mesmo tendo um piano no quarto há 26 anos, ele não sabe disso até que o instrumento seja mostrado a ele", contou Deborah à BBC.
Mas, diz, se você der uma música nova, a visão dele percebe a partitura e ele toca a música no piano, sem aprendê-la. "Clive não sabe que tocava piano, nem que ainda sabe como tocar."
A esposa diz que, mesmo sem saber, o ex-maestro melhora sua apresentação cada vez que toca uma determinada música, e que ele ainda é capaz de tocar, instintivamente, canções que sabia de cor no passado.
"Ele aprendeu 'O Messias' de Handel quando era criança e ainda sabe cantá-la."
 [A música] "é o único lugar onde podemos estar juntos, porque enquanto a música está tocando ele é completamente si mesmo", diz Deborah.
"Quando a música para, ele volta a cair do abismo. Não sabe nada sobre sua vida. Não sabe nada do que aconteceu com ele em toda sua vida."

Projeto Dançar leva ao palco 15º espetáculo "Villa Lobos"


  
Nos dias 03 e 04 de novembro às 20h, o Projeto Dançar, realizado pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, através da Fundação Municipal de Cultura, leva ao palco do Teatro Glauce Rocha, no campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, seu 15º espetáculo “VILLA LOBOS”.

Ao todo passam pelo palco cerca de 250 bailarinos, entre crianças, jovens e adultos. Contando ainda com a participação de bailarinos convidados que farão intervenções em algumas cenas do espetáculo.

Histórico

O Projeto Dançar foi criado em setembro de 1997, através de uma parceria firmada entra a Prefeitura municipal de Campo Grande e a Ginga Cia de Dança.

No primeiro ano já atendia cerca de 60 alunos das escolas municipais, no ano seguinte este número dobrou. O Projeto veio crescendo ano a ano e hoje atende, gratuitamente, cerca de 300 crianças e adolescentes de todas as regiões da Capital.

Neste período de 14 anos, já foi possível formar inúmeros bailarinos e o mais importante: seres humanos melhores, capazes de distinguir e valorizar a arte, cumprindo, assim, de forma bastante significativa sua função social.

Serviço

Local: Teatro Glauce Rocha (Campus UFMS)
Data: 03 e 04 de novembro de 2012 
Horário: 20h
Ingressos: R$: 20,00 e R$: 10,00 (Para estudantes, Idosos e Professores).
Informações: (67) 3025-2601 – Iracema (Secretária)

terça-feira, 30 de outubro de 2012

O Mundo Gosta de Música!



Estudos científicos publicados na Nature Neuroscience esclarecem que o prazer de ouvir música é um dos mais gratificantes que podemos experimentar, por isso a música é muito apreciada nas mais diferentes sociedades.
O som de uma bela canção estimula a produção de dopamina no cérebro. A dopamina é um dos diversos neurotransmissores que os neurônios utilizam para se comunicar enviando sinais químicos uns aos outros e está relacionada à sensação de prazer, semelhante ao que sentimos quando recebemos um presente, ganhamos dinheiro ou diante de um bom prato de comida. Ela age em nosso cérebro como forma de recompensa, semelhante ao que se faz. com.. os.. cães ..em ..adestramento ..mediante ..a gratificação quando realizam positivamente uma tarefa, reforçando alguns comportamentos vitais: alimentação, sexo (perpetuação da espécie) e na motivação para ações cotidianas, busca pelo sucesso etc. Isso se chama reforço positivo.
Voluntários tiveram os níveis de dopamina medidos em seus cérebros através de exames de imagens no momento em que estavam sujeitos ao deleite de uma linda canção. Constatou-se que os níveis do neurotransmissor se elevaram e a emoção causada pela música mudou a condução elétrica da pele, os batimentos cardíacos e a taxa de respiração entre outras funções fisiológicas.
......Bastou a antecipação do .prazer .de ouvir .música para disparar a produção da dopamina. Os estudos indicaram que diante da possibilidade de desfrutar da audição musical os voluntários tiveram significativo aumento nos níveis da dopamina no cérebro.
......É também sabido que a produção e permanência da dopamina no cérebro, bem como a sensação de bem-estar por ela proporcionada, reduz o nível de stress e, por conseqüência, do cortisol, hormônio ligado a diversas enfermidades, como a hipertensão por exemplo, quando em desequilíbrio.

......Artistas, produtores, cineastas e publicitários perceberam a ação da música em nosso comportamento há muito tempo e exploram o poder musical para induzir emoções através de uma trilha sonora, um jingle... Como é sabido, tudo se inicia com uma emoção (“e” = fora + “moção” = movimento), portanto a propaganda induz o “movimento” no sentido do consumo em peças publicitárias muitas vezes recheadas de notas musicais.

......Estendendo esses estudos para a comunicação de modo geral uma vez que as notas musicais são, conforme vimos, uma maneira muito eficiente de comunicar emoções, perceberemos que na contramão da audição musical está o mau hábito de ficar ligado em informações negativas, na maioria das vezes inúteis, como notícias estressantes a respeito de violência. Portanto, pare de ouvir más notícias sobre as quais você não tem nenhuma possibilidade de intervir positivamente e ouça mais música. BOA música!
......Ouvir BOA música é altamente indicado nos casos de ansiedade e depressão e outras enfermidades relacionadas ao stress, sobretudo se for feita a devida seleção e substituição das más pelas boas informações, criando-se assim hábitos mais positivos acerca do que entra pelos nossos ouvidos.
......É muito importante selecionarmos aquilo que ouvimos