sexta-feira, 3 de maio de 2013

Prefeito fanfarrão do Rio de Janeiro participa da inauguração fajuta do Maracanã. O caso Orquestra Sinfônica Brasileira.


 
Eduardo Paes

Como todos já devem saber, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, em ofício assinado pelo prefeito Eduardo Paes, datado de 18 de março, comunicou à Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira (FOSB) a suspensão por tempo indeterminado do patrocínio municipal a esta instituição.  As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo.  Segundo o diário carioca, o motivo da retirada do patrocínio seria a necessidade de “fazer um grande aporte de verba na preparação da cidade para os eventos esportivos dos próximos anos”.
Mais do que bom senso, falta vergonha à Prefeitura do Rio de Janeiro, por um motivo muito simples: a temporada de concertos da FOSB está em andamento e, mesmo em 18 de março, estava às vésperas de começar, com assinaturas vendidas, todo um projeto de divulgação estampado na grande imprensa e o cacete a quatro!  Mal comparando, é muita sem-vergonhice informar ao motorista que ele terá que trocar o pneu com o carro andando.
Se o prefeito tivesse um pingo de responsabilidade, das duas, uma: ou informaria à FOSB que o patrocínio estaria suspenso a partir da próxima temporada, tendo a atitude digna de informar a suspensão do mesmo com praticamente uma temporada inteira de antecedência, dando tempo à FOSB de buscar formas de cobrir este rombo e buscar outro(s) patrocinador(es); ou, em vez de suspender totalmente, negociaria uma redução do aporte, talvez da ordem de 50% – o que reduziria a perda na verba anual da instituição de cerca de 20% para aproximadamente 10%, índice mais tolerável.
No entanto, se analisarmos alguns fatos e notícias dos últimos tempos, entenderemos bem porque a prefeitura toma esta atitude de tão baixo nível e completa falta de bom senso.  Vejamos:
1- Todos sabemos que, quando o ex-prefeito César Maia deixou a prefeitura em 2008, as obras da então Cidade da Música não estavam concluídas, e a “inauguração” fajuta ocorrida em dezembro daquele ano foi ato típico de político incompetente, que não conseguiu concluir a obra até o final de seu mandato.  Quando assumiu a prefeitura, Eduardo Paes fez beicinho para o antecessor, e resolveu auditar a obra, que ficou parada muito tempo.  O atual prefeito, talvez com inveja da incompetência de Maia, demorou seis anos(!!!) inteirinhos para conseguir abrir definitivamente a agora rebatizada Cidade das Artes, inicialmente em regime de “soft opening” e com um musical de gosto pra lá de duvidoso.  Ah, essas obras públicas!…
2- As obras do BRT Transoeste, aproximadamente seis meses depois de inauguradas, apresentaram problemas de buracos no asfalto, mesma ocasião em que se percebeu a falta de um sistema de drenagem.  Foi verificado afundamento de asfalto até no melhor trecho do BRT, entre a Barra e o Recreio.  Segundo o Engenheiro Antônio Eulálio Pedrosa Araújo, do CREA, “houve negligência na fiscalização por parte do município e também da empresa (contratada), que alega ter sido obrigada a acelerar o serviço, mas não registrou oficialmente os riscos de se fazer esse trabalho às pressas”.
Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/avaliacao-tecnica-crea-aponta-falhas-no-brt-7246532.
Engraçado, na Cidade das Artes a obra seguiu a passos de tartaruga, já no BRT foi feita às pressas e sem o menor cuidado e interesse em saber se a mesma estava sendo bem realizada.  Ah, essas obras públicas!!…

3- O Velódromo do Rio, construído para o PAN 2007 por cerca de R$ 14 milhões, foi desativado em fevereiro deste ano por decisão do atual prefeito, que chegara a “garantir que não seria feita uma outra instalação, mas depois voltou atrás”.  A informação é do Globo Esporte.com.  O novo velódromo, que substituirá o desativado, está orçado em R$ 134 milhões.  Diferença irrisória, não é?  Ah, essas obras públicas!!!…
Fonte: http://globoesporte.globo.com/outros-esportes/noticia/2013/02/velodromo-do-rio-fecha-portas-nesta-sexta-e-deixa-atletas-desabrigados.html

4- E a licitação dos ônibus municipais?  Pouco tempo depois de assumir a prefeitura, Eduardo Paes anunciou com estardalhaço, próprio de um político do seu nível, que faria uma licitação das linhas de ônibus municipais, com o objetivo de melhorar o serviço oferecido à população, bem como o controle e a fiscalização por parte da prefeitura.  A licitação foi feita, mas quem a venceu foram as mesmas empresas que já controlavam o serviço na cidade há décadas.  Não é preciso dizer que o serviço continuou um lixo, e o tal “controle” da prefeitura não passa de piada de mau gosto.  A cidade está cheia de ônibus velhos, com defeito, conduzidos por péssimos motoristas, que avançam sinais, param fora do ponto, batem em postes, invadem propriedades privadas, caem de viadutos e atropelam ciclistas, muitas vezes com vítimas fatais.
Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/consorcios-cariocas-sao-os-vencedores-da-licitacao-dos-onibus-do-rio-2958389

Foram só quatro exemplos da “brilhante” administração de Paes.  Os jornais estão cheios de outros “belos” exemplos.  Não é, portanto, de se espantar que a decisão de suspender o patrocínio à FOSB tenha sido tomada para ajudar a construir prováveis elefantes brancos que serão desativados depois das Olimpíadas, exatamente como o citado Velódromo do Rio.
Enquanto isso, e enquanto enrola o Superintendente da FOSB, Ricardo Levisky, não marcando uma reunião solicitada por este desde 20 de março, Eduardo Paes parece feliz que nem pinto no lixo, como se pode verificar no vídeo cujo link segue abaixo, registrado durante a reinauguração do Maracanã (fajuta, assim como aquela que César Maia fez na Cidade da Música e que Paes tanto criticou, porque concluída a obra do estádio não está), onde aparece ao lado do governador Sérgio Cabral (aquele que pouco ajuda e nunca aparece no Municipal) e da presidente Dilma Rousseff, para quem cada estádio inaugurado é o mais bonito do país:
http://globotv.globo.com/sportv/futebol-nacional/v/eduardo-paes-entra-no-clima-da-torcida-no-novo-maracana/2542190/

Este fanfarrão que aparece no vídeo é o prefeito que os cariocas elegeram.  Duas vezes!  O que se poderia esperar de uma figura como esta?  A favor dos cariocas, diga-se que os concorrentes do eleito eram também de uma mediocridade constrangedora.

Por e-mail, através da assessoria de imprensa, o Superintendente da FOSB, Ricardo Levisky, gentilmente respondeu aos questionamentos do www.movimento.com.  Segundo Levisky, o principal objetivo da FOSB no momento é “conversar com a prefeitura e encontrar uma maneira de reverter este quadro”.  O problema, acrescento de minha parte, é encontrar uma brecha na agenda de fanfarronices do prefeito.
Sobre a possibilidade de não conseguir reverter a decisão da prefeitura, o Superintendente afirmou:
– Estamos trabalhando intensamente no sentido de manter nossa previsão orçamentária.  Se a conversa com a Prefeitura do Rio não evoluir, vamos seguir no que é feito desde 2005: ampliar a captação.  Nossa prioridade é a excelência dos nossos corpos artísticos, e todos os esforços convergem para isso.
Em resposta a questionamento do www.movimento.com sobre a decisão da prefeitura, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Cultura informou que foi orientada a não se pronunciar sobre o caso, e que eventuais contatos sobre este assunto deveriam ser direcionados ao gabinete do prefeito.  Até o momento do envio deste artigo para publicação, a assessoria de imprensa do gabinete do prefeito, questionada sobre o fato de a suspensão do patrocínio ter sido comunicada praticamente com a temporada em andamento, não se pronunciou sobre o caso – o que, no meu entender, demonstra clara falta de interesse do prefeito em debater o assunto.  Nem ao jornal O Globo a prefeitura deu declaração oficial até o momento.

Sobram bolsas para brasileiros em Harvard e no MIT


Universidades de ponta dos Estados Unidos - como Harvard, Stanford e Columbia -, e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estão oferecendo a estudantes brasileiros 1.400 bolsas de estudo para doutorado completo. Os benefícios são financiados pelo governo federal, por meio do programa Ciência Sem Fronteiras (CsF), e a expectativa é que encontrem interessados até 2015.

Apesar do convênio do governo brasileiro com as universidades americanas ter sido firmado em abril de 2012, a falta de divulgação da oportunidade levou a Laspau, entidade vinculada à Harvard e responsável pela concessão das bolsas, a realizar uma visita ao país na quarta-feira.

"Trata-se de um acordo histórico, sem precedentes. Os estudantes brasileiros precisam saber que eles podem estudar nas melhores universidades norte-americanas", afirmou Angélica Natera, diretora adjunta da Laspau, durante agenda de reuniões com parceiros institucionais em São Paulo.

Mesmo exigindo que os estudantes tenham apenas diploma de graduação nas áreas prioritárias do CsF - Engenharia, Tecnologias e Saúde -, e bom nível de inglês, somente pouco mais de cem candidatos foram pré-selecionados até o momento. A meta do programa é que outros 400 estudantes sejam aprovados neste ano. 

Segundo Angélica, a baixa demanda pelas bolsas pode ser justificada pelo desconhecimento de muitos estudantes de que nos Estados Unidos é possível se candidatar diretamente para o curso de doutorado mesmo tendo apenas o diploma de conclusão do ensino superior. Ou seja, não é necessário cursar primeiro o mestrado. As inscrições dos interessados em concorrer bolsas de estudo para ingresso em 2014 vão até setembro e podem ser feitas pelo site da Laspau (www.laspau.harvard.edu).

Orquestra Sinfônica da Paraíba, inscrição é prorrogada



Saiu o resultado dos pedidos de isenção do concurso para a Orquestra Sinfônica da Paraíba. Além disso, foi divulgada uma retificação ao edital. Com a prorrogação das inscrições até dia 12 de maio, as demais datas do cronograma foram alteradas. Aqueles que desejarem concorrer a uma das vagas reservadas para portadores de deficiência, ou ter atendimento especial no dia das avaliações, devem enviar requerimento junto com laudo médico, via Sedex, para a sede do IBFC, organizador, até dia 13 de maio.
O cartão de confirmação ficará disponível a partir do dia 20 de maio. A prova objetiva, primeira fase da seleção, será realizada dia 26 do mesmo mês. Além dessa avaliação, haverá prova prática para as funções de professor de orquestra, professor de apoio e pianista.
A Orquestra Sinfônica da Paraíba oferece 39 vagas para cargos de nível médio e superior. Os vencimentos variam de R$1.785,62 a R$2.785,96 e a carga de trabalho pode ser de 25h ou 40h.

Serviço
Envio de laudo médico: Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação - IBFC na Rua Waldomiro Gabriel de Mello, 86, Chácara Agrindus, Taboão da Serra, SP, CEP:06763.020
Fonte: Folha Dirigida

Concertos de câmara Cultura Artística


5 de Novembro, terça-feira
 DAVID RUSSELL

David Russell, 60 anos, é escocês de Glasgow. Mas aos 5 anos mudou-se para Minorca, ilha mediterrânea espanhola, onde veio a interessar-se pelo violão, tendo como modelos Andrés Segovia e Julian Bream. Voltou à Grã-Bretanha para estudar na Academia Real de Música de Londres, mas logo depois fixou-se novamente na Espanha – mora hoje na Galícia. Vencedor de vários concursos internacionais, em 2004 ele ganhou um prêmio Grammy como melhor solista instrumental de música clássica com seu CD "Aire Latino".Concertos de câmara 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

17º Cultura Inglesa Festival vai premiar apaixonados pela cultura de rua paulistana



Concurso Cultural Street Shots premia participantes que enviarem as melhores fotos relacionadas à cultura de rua na cidade de São Paulo
A 17ª edição do Cultura Inglesa Festival traz como tema agregador a cultura de rua. Com o objetivo de valorizar a cultura urbana da capital paulista, o concurso cultural Street Shots irá premiar as melhores fotos de obras de street art, moda urbana, eventos, festas, feiras e lazer praticado nas ruas, entre outros assuntos relacionados ao tema cultura de rua.
Para participar, os interessados devem postar as fotos no seu Facebook, Twitter ou Instagram, sempre acompanhadas das hashtags #StreetShots17CIF e #SãoPaulo. As imagens devem ser postadas entre 29 de abril e 26 de maio. Após essa data, uma comissão julgadora irá escolher o vencedor, que será premiado com uma máquina fotográfica e um kit com brindes do convidado internacional Nick Walker. O resultado será divulgado no dia 12 de junho, no site do 17º Cultura Inglesa Festival , na Fanpage no Facebook e no perfil oficial da Cultura Inglesa São Paulo no Twitter.
Dentre as atrações que fazem parte da 17ª edição do Festival, está um bate-papo com o artista de cultura de rua britânico Nick Walker, que acontecerá no Museu da Imagem e do Som (MIS), instituição da Secretaria de Estado da Cultura, no dia 22 de junho com transmissão ao vivo pela internet. O Festival também contará com exposições sobre cultura de rua nas estações Palmeiras-Barra Funda, Santa Cecília, Tatuapé e Vila Madalena do metrô, além de uma oficina de lambe-lambe conduzida por Daniel Seda, na praça Cívica do Memorial da América Latina, durante os intervalos dos shows nacionais e internacionais do dia 23 de maio.
O 17° Cultura Inglesa Festival também terá peças de teatro adulto e infantil, espetáculos de dança, duas Mostras de Cinema (Cinema Britânico Contemporâneo e Rockumentários), e atrações musicais nacionais e internacionais. Pela primeira vez, o Festival apresentará teatro e dança britânicos, com uma seleção de espetáculos aclamados no prestigiado Fringe Festival de Edimburgo.
As cidades de Campinas, Santos, São José dos Campos e Sorocaba também farão parte do circuito do Festival e terão programação focada em música, cinema e cultura de rua.

Mais informações: http://festival.culturainglesasp.com.br

‘Cultura e terror’, de Ferreira Gullar

FERREIRA GULLAR

Essa minha ideia de que o homem é, sobretudo, um ser cultural, não deve ser entendida como uma visão idealizada e otimista, pelos simples fato de que isso o distingue dos outros seres naturais.
Se somos seres culturais, se pensamos e com nosso pensamento inventamos os valores que constituem a nossa humanidade, diferimos dos outros animais, que se atêm a sua animalidade e agem conforme suas necessidades vitais imediatas.
Entendo que, ao contrário dos outros animais, o homem nasceu incompleto e, por essa razão, teve de inventar-se e inventar o mundo em que vive. Por exemplo, um bisão ou um tigre nasce com todos os recursos necessários à sua sobrevivência, mas o homem, para caçar o bisão, teve que inventar a lança.
Isso, no plano material. Mas nasceu incompleto também no plano intelectual, porque é o único animal que se pergunta por que nasceu, que sentido tem a existência. Para responder a essas e outras perguntas, inventou a religião, a filosofia, a ciência e a arte.
Assim, construiu, ao longo da história, uma realidade cultural, inventada, que alcança hoje uma complexidade extraordinária e fascinante. O homem deixou de viver na natureza para viver na cidade que foi criada por ele.
Mas, o fato mesmo de se inventar como ser cultural criou-lhe graves problemas, nascidos, em grande parte, daqueles valores culturais. É que, por serem inventados, variam de uma comunidade humana para outra, gerando muitas vezes conflitos insuperáveis. As diversas concepções filosóficas, religiosas, estéticas e políticas podem levar os homens a divergências insuperáveis e até mesmo a conflitos mortais.
Pode ser que me engane, mas a impressão que tenho é de que o homem, por ser essencialmente os seus valores, tem que afirmá-los perante o outro e obter dele sua aceitação. Se o outro não os aceita, sente-se negado em sua própria existência. Daí por que, a tendência, em certos casos, é levá-lo a aceitá-los por bem ou por mal. Chega-se à agressão, à guerra.
Certamente, nem sempre é assim, depende dos indivíduos e das comunidades humanas; depende sobretudo de quais valores os fundamentam.
De modo geral, é no campo da religião e da política que a intolerância se manifesta com maior frequência e radicalismo. A história humana está marcada por esses conflitos, que resultaram muitas vezes em guerras religiosas, com o sacrifício de centenas de milhares de vidas.
Com o desenvolvimento econômico e ampliação do conhecimento científico, a questão religiosa caiu para segundo plano, enquanto o problema ideológico ganhou o centro das atenções.
A questão da riqueza, da desigualdade social e consequentemente da justiça social tornou-se o núcleo dos conflitos entre as classes e o poder político.
Esse fenômeno, que se formou em meados do século 19, ocuparia todo o século 20, com o surgimento dos Estados socialistas. O ápice desse conflito foi a Guerra Fria, resultante do antagonismo entre os Estados Unidos e a União Soviética.
Surpreendente, porém, é que, em pleno século do desenvolvimento científico e tecnológico, tenha eclodido uma das expressões mais irracionais da intolerância religiosa: o terrorismo islâmico, surgido de uma interpretação fanatizada daquela doutrina.
O terrorismo não nasceu agora mas, a partir do conflito entre judeus e palestinos, lideranças fundamentalistas islâmicas o adotaram como arma de uma guerra santa contra a civilização ocidental, que não segue as palavras sagradas do Corão.
Em consequência disso, homens e mulheres jovens, transformados em bombas humanas, não hesitam em suicidar-se inutilmente, convencidos de que cumprem a vontade de Alá e serão recompensados com o paraíso.
Parece loucura e, de fato, o é, mas diferente da doença psíquica propriamente dita. É uma loucura decorrente do fanatismo político ou religioso, que muda o amor a Deus em ódio aos infiéis.
Embora o Corão condene o assassinato de inocentes, na opinião dos promotores de tais atentados – que matam sobretudo inocentes – só é proibido matar os “nossos” inocentes, como afirmou Bin Laden, não os inocentes “deles”.
Tudo isso mostra que o homem é mesmo um ser cultural, mas que a cultura tanto pode nos transformar em santos como em demônios.

A pobreza na literatura, no cinema e na vida



Será que no Brasil se produz muita arte literária e cinematográfica com a temática da pobreza material por ser um tema corriqueiro, cultural ou autobiográfico?
É verdade que a maioria dos personagens publicados por grandes editoras que estão no sufocante eixo Rio-São Paulo são autobiográficos. Essa foi a conclusão da pesquisadora Regina Dalcastagne, da UNB, ao analisar mais de 250 romances brasileiros publicados de 1990 a 2004. Mas há um Brasil múltiplo e distinto tão longe dos holofotes e das vitrinas das livrarias.
No cinema, a maioria das produções elogiadas pela crítica retrata a favela e o sertão. Seria algum tipo de estigma, ou falta de produção? Nada disso! Mais uma vez, há um grande Brasil esquecido em cada canto do país, onde as verbas não chegam, onde as produções alcançam públicos ínfimos, mas de uma vasta representatividade cultural.
Quando penso em pobreza, recordo-me de ter lido alguns ótimos livros que retratam essa condição miserável nossa de cada dia. Graciliano Ramos marcou minha infância quando li Vidas Secas. Aquela situação precária dos retirantes sertanejos é avassaladora. Inclusive a morte da cadela Baleia muito me comoveu na época... Capitães de Areia, de Jorge Amado foi outro lido que li ainda garoto e me surpreendi com a vida e a pobreza daqueles meninos.
Há personagens clássicos, talvez mais lembrados nesse estereótipo material. Como os personagens de Os Miseráveis, de Victor Hugo (inclusive foi feito outro musical em 2012 para o cinema). Muitos personagens pobres viveram no Realismo influenciado por Flaubert e muitos transitaram no Naturalismo, influenciado por Zola (falando nos franceses). O Cortiço, de Aluísio de Azevedo é obra desse detalhismo humano precário. Dostoiévski lançou seu personagem viciado Ivánovitch no azar da pobreza. As vinhas da Ira, de John Steinbeck, mostraram homens pobres das regiões secas do sul dos EUA. José Lins do Rego, Guimarães Rosa também descreveram algumas miseráveis condições humanas. Ariano Suassuna temperou a pobreza dos nordestinos.
Pedro Malazarte é um personagem maior que seu autor, e representa a astúcia e a pobreza brasileira. Por falar em temáticas regionais, temos nosso Bernardo Élis e Hugo de Carvalho Ramos, dois dos nossos ícones goianos, a problemática da miséria campestre.
Personagens não tão conhecidos, como os mendigos e problemáticos do livro Cavala, do jornalista Sérgio Tavares também estão no rol da pobreza brasileira. Só para ilustrar que essa é apenas uma de nossas vertentes nacionais que não podem ser taxadas de principais, pela grande quantidade de estilos.
Muitos escritores que sentiram a penúria como experiência real em suas vidas (como Lima Barreto) e autores que, apesar de representá-la literariamente, nunca passaram por privações de natureza econômica. Há obras em que o olhar sobre a pobreza parece retratar a fidelidade ordinária das ruas. Em exemplo muito conhecido é o de Paulo Lins em Cidade de Deus, João Antônio em Bacanaço e outros exemplos não tão conhecidos podem ser os livros Quarto de Despejo, de Carolina Maria e Ferréz de Capão Pecado.
Só em Goiás, há mais de 700 aficcionados pela literatura. Cada um representa certa bagagem e maneira de ver o mundo. É realmente necessário motivar que prossigam seus caminhos. Pois ninguém, no quesito cultural compete um com o outro, mas somam várias representações culturais que merecem apreço.
Quanto à pobreza na literatura e no cinema, creio que seja apenas um dos vários temas abordados em nossa literatura e cinema. Qualquer conclusão nesse tema é precipitado. Mas a pior pobreza que existe é a pobreza de espírito. O resto, a gente vai sobrevivendo!
Leonardo Teixeira

terça-feira, 30 de abril de 2013

Master Class Canto Barroco

Para melhor visualização  clique sobe o flyer

Concertos Fundação Maria Luisa e Oscar Americano apresentam recital de Nahim Marun


Recital de Nahim Marun, piano

Claude DEBUSSY (1862 - 1918)
Images II (1907)
Cloches à travers les feuilles
Et la lune descend sur le temple qui fut
Poissons d’or

Heitor VILLA-LOBOS (1887 - 1959)
A Prole do Bebê nº. I (1918)
Branquinha (A boneca de louça)
Moreninha (A boneca de massa)
Caboclinha (A boneca de barro)
Mulatinha (A boneca de borracha)
Negrinha (A boneca de pau)
Pobrezinha (A boneca de trapo)
Polichinelo
A Bruxa (A boneca de pano)
          
Igor STRAVINSKY (1882 - 1971)
Quatro Estudos op. 7 (1908)
1. Con moto
2. Allegro brillante
3. Andantino
4. Vivo

Sergei PROKOFIEV (1891 - 1953)
Sonata no. 2 op. 14 (1912)
Allegro ma non troppo
Scherzo. Allegro marcato
Andante
Vivace – Moderato – Vivace

SERVIÇO:
Data: 5 de maio, domingo
Horário: 11h30
Capacidade do auditório: 107 lugares
Ingressos comprados no dia da apresentação – R$50,00 / $25,00
 ***Ingressos para compra até 48hs antes da apresentação – R$40,00 / R$ 20,00                                                             
Meia Entrada - De Acordo com a Lei Estadual  9.500 de 11.03.97 , Lei Municipal 12.325, de 16.04.97 e Lei Estadual 10.858, de 31.08.01, pessoas maiores de 65 anos, aposentados, portadores de deficiências físicas, Professores da Rede Pública Estadual de Ensino e estudantes pagam meia entrada no espetáculo, mediante apresentação de documento original com foto.
Estacionamento no local – R$ 12,00 por veículo

Informações:
Claudia Vada Souza Ferreira - Gerente Cultural
Fundação Maria Luisa e Oscar Americano
Av. Morumbi, 4077   05650-000   São Paulo – SP
Tel.: (11) 3742-0077
www.fundacaooscaramericano.org.br


Só 7% dos alunos de escola pública entraram na USP



Apenas 7,7% dos candidatos de escola pública que fizeram o vestibular da Fuvest conseguiram entrar na Universidade de São Paulo (USP) em 2013, o que representa uma queda em relação ao ano anterior, quando 8,36% desse grupo foi aprovado. No total, os oriundos da rede pública representam neste ano 28,5% do total de ingressantes. O porcentual mostra pouco avanço sobre o ano anterior - em 2012, o índice era de 28%.
Após os resultados, a USP estuda alterar sua política de bonificação. O retrato dos ingressantes está longe de refletir a realidade da educação do País, que tem 85% dos estudantes de ensino médio em escolas públicas.
"Foi um bom resultado, mas não estou satisfeita. Esperava que (o porcentual) aumentasse", disse a pró-reitora de Graduação, Telma Zorn. A USP ofereceu 10.982 vagas em 2013.
O resultado surge enquanto se debate a implementação de cotas nas universidades estaduais de São Paulo. Entre outras coisas, o plano do governo prevê 50% de matrículas de alunos de escola pública até 2016.
Se mantido esse ritmo, a USP vai levar 115 anos para ter 50% de alunos de escolas públicas - sem levar em conta cursos como Medicina e Engenharia, em que a proporção desses alunos é menor. A USP não divulgou os porcentuais por curso.
Além de ampliar o bônus (o limite hoje é de 15%), Telma mencionou possível bonificação para certas carreiras e para quem participa de olimpíadas estudantis. Apesar de indicar mudanças, nada foi anunciado.
Segundo Telma, a USP precisa verificar por que os resultados não progrediram como esperado. "É uma situação multifatorial, até o ProUni não pode ser desvinculado."
Para ela, o aumento das bolsas federais em faculdades privadas afastaria o estudante de escola pública do vestibular da Fuvest. Para tentar reverter isso, a universidade tem investido em um programa em que estudantes da USP vão a escolas. Em 2012, houve 3,3 mil visitas.
O problema é que o número de inscritos da rede pública subiu quase 5% entre 2012 e 2013, mas o salto no ingresso foi mais tímido, menos de 2%.
Debate. Segundo o educador Jorge Werthein, do Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos, fazer com que os alunos acreditem que é possível entrar na universidade é essencial. "A USP tem de mostrar que realmente busca a inclusão."
Presidente do cursinho Henfil, Matheu Prado diz que a bonificação não mudará o retrato social da universidade. "Se a USP quer incluir, precisa radicalizar, precisa ter cotas." Para a estudante Thaís Cortez, de 18 anos, que está pelo segundo ano no cursinho da Poli, "quem estudou em escola pública não consegue entrar se correr sozinho". Ela quer uma vaga em Administração na Fuvest.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Projeto Maestro Capemisa entra em seu terceiro ano com sucesso de público





Apresentação em Natal no dia 30 de maio com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte sob a regência do maestro brasileiro Laércio Diniz será no Teatro Alberto Maranhão.

 Após seu grande sucesso em 2011 e 2012, o Projeto “Maestro CAPEMISA”, que promove apresentações nacionais de concertos clássicos com diversas orquestras profissionais do País, tendo sempre a presença do maestro Laércio Diniz como regente convidado, volta este ano com uma agenda para os quatro cantos do Brasil. Depois de dez concertos em Campinas, o Projeto Maestro CAPEMISA se apresenta em Natal na quinta-feira, dia 30 de maio, às 20h, com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, no Teatro Alberto Maranhão, com entrada franca.

No Programa de Natal, o público terá a oportunidade de ouvir os clássicos: Il Barbiere di Siviglia de Rossini; Concerto para Flauta e Orquestra de Carl Nielsen tendo como solista James Strauss (flauta) e fechando, Sinfonia numero 3 im Mi bemol Maior (Eroica) op:55 de L.V. Beethoven.

Em dois anos de existência, o Projeto Maestro CAPEMISA já passou pelas cidades de Americana (SP), Tatuí (SP), João Pessoa (PA), Bragança Paulista (SP), São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas (SP), Vassouras (RJ), São João Del Rei (RJ), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO), Nova Odessa (SP), Recife (PE), e também chegou à Europa, em Hilversum, na Holanda com a apresentação da “New Netherlands Orchestra”, criada graças a Laércio Diniz, que também acumula as funções de regente e de diretor do conjunto.

Em dezembro do ano passado, foi lançado o CD “Saudades do Brasil” e o DVD “New Netherlands Orquestra”. O DVD foi gravado pelo selo Aureus Records na Europa, durante o concerto inaugural da Orquestra Holandesa “New Netherlands Orquestra”. Já o CD foi gravado na Lituânia, com a participação da Lithuanian National Symphony Orchestra, ambos com regência do Maestro Laércio Signorelli Diniz.

Laércio Sinhorelli Diniz
É assim que o carioca filho de pai pernambucano Laércio Diniz começava a sua carreira internacional, regendo a BachianaChamberOrchestra, em um concerto no Carnegie Hall em Nova York, e, um ano depois, regendo o pianista David Brubeck, no Lincoln Center em Nova York.

Em 2010 cria a Orquestra Filarmônica do Brasil “FIBRA” no Rio de Janeiro e em 2011 assume a regência da orquestra holandesa  New NetherlandsOrchestra.

Nascido no Rio de Janeiro, estudou violino com Erich Lehninger como bolsista na Universidade do Rio de Janeiro. Venceu dois concursos de violino "Jovens Solistas" e em 1987 ganhou bolsa de estudos para a Alemanha pelo DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), ingressando na Escola Superior de Musica de Colônia sob a orientação de IngeborgScheerer, SaschkoGawriloff (Spalla da Filarmônica de Berlin) e Susanne Rabenschlag, estudando música de câmara com o quarteto "Amadeus".

De volta ao Brasil, em 1995 ingressou como chefe de naipe da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo.

No Brasil fundou o quarteto de cordas AUREUS (3 Cds gravados) e a Orquestra de Câmara Engenho Barroco, da qual também é Spalla e diretor artístico (4 Cds gravados). Realizou concertos na Alemanha e na América do Sul com estes grupos.

Foi professor de violino dos mais importantes festivais internacionais de música no Brasil e professor de violino da Faculdade FMU.

Em 2005 inicia sua carreira como Regente, tendo como mestres os Maestros Roberto Tibiriçá e Isaak Karabchewsky. Foi Maestro e Diretor Artístico da "Orquestra do Pateo do Colégio" e é maestro convidado de vários festivais internacionais de música no Brasil.

Com a BachianaChamberOrchester regeu nas mais importantes salas de concertos do Brasil. A partir de  2011 passa a ser patrocinado pela seguradora CAPEMISA através do projeto “Maestro CAPEMISA”, realizando vários concertos  durante todo  o ano, regendo como convidado diversas orquestras por todo o Brasil e também realizando palestras e representando um dos maiores projetos sociais do Brasil reconhecidos pela UNESCO: o “Lar Fabiano de Cristo”.  Após o enorme sucesso do público e crítica em 2011, o projeto “Maestro CAPEMISA” ganhou o subtítulo “A viagem de Villa Lobos” no intuito de levar o nome do nosso compositor mais expressivo as salas de concerto de todo o mundo.

Em Junho de 2012 gravou na Lituânia com a “LithuanianNational Symphony Orchestra (LNSO)” O CD “Saudades do Brasil” com obras de Villa Lobos, Milhaud e FlorentSchmit.

Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte
A Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte foi criada pelo do Decreto nº 6874, de março de 1976, assinado pelo governador Tarcísio Maia através de iniciativa do então secretário de Educação e Cultura, professor João Faustino, passando a pertencer aos quadros administrativos desta secretaria.
  
O primeiro concerto só foi realizado em 11 de março de 1977 e o regente foi o maestro pernambucano Mário Câncio Justo dos Santos, que organizou e regeu a orquestra por 10 anos. A orquestra começou contando com um quadro de 23 músicos efetivos, dos quais, apenas cinco residiam na cidade, executando um repertório barroco e camerístico.


O primeiro concurso público para ingresso na Orquestra Sinfônica aconteceu em 1988, no governo de Geraldo Melo. Em 1989, ela é integrada à Fundação José Augusto, pelo Decreto nº 10.338, e ingressam nela jovens músicos norteriograndenses, formados principalmente através do projeto UFRN-CSU da Cidade da Esperança, além de vários professores da UFRN que atuavam no projeto. O professor e maestro Osvaldo D’Amore passa a ser o novo regente, cargo no qual permaneceu durante 20 anos. A orquestra se amplia e passa contar com 60 músicos, a maioria residindo na cidade e com mais da metade do Rio Grande do Norte.

 
A orquestra desde então realiza um profícuo trabalho com concertos oficiais, concertos populares e concertos educativos, na capital e interior do estado. Neste período grava três CDs, se apresentando também fora do estado.
Atualmente, a Orquestra conta com 65 músicos que continuam seu trabalho educativo e de difusão da música de qualidade, tão importante para o desenvolvimento cultural do estado.

GNATTALI RADAMÉS

 (PORTO ALEGRE, 27/01/1906 – RIO DE JANEIRO, 03/11/1988)

Compositor, arranjador e instrumentista, nasceu em Porto Alegre – RS em 27 de janeiro de 1906 e morreu no Rio de Janeiro em 03 de novembro de 1988.

Estudou em sua cidade natal e na Escola Nacional de Música, no Rio de Janeiro, conquistando a medalha de ouro para piano (1924). Regente de orquestra e instrumentista, dedicou-se tanto à música erudita quanto à popular, com arranjos musicais e partituras para programas radiofônicos e de televisão.

Em sua obra de música erudita, afasta-se da linha nacionalista, tendo claramente delimitada sua atividade nos dois campos, popular e erudito. Entre suas principais composições, citam-se dez Brasilianas para vários conjuntos; Suíte para pequena orquestra; cinco Concertos para piano e orquestra; dois Concertos para violino e orquestra; três para violão e orquestra; Concertos para harpa e harmônica de boca; Sonatas, entre outras.

5 dicas para leitura online eficiente



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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Mozarteum promove aulas gratuitas de música com artistas norte-americanos


Estudantes de música terão uma oportunidade única de aprender com profissionais experientes e reconhecidos na cena erudita internacional, em aulas abertas e gratuitas promovidas pelo Mozarteum Brasileiro. Curtis on Tour, quarteto de cordas do Curtis Institute (EUA), uma das mais importantes escolas de música do mundo, fará masterclasses no dia 30/04, terça-feira, das 10h às 13h, na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP).
As aulas são de violino, viola, violoncelo e violão. Para participar, os alunos ativos devem se inscrever pelo site da EMESP (www.emesp.org.br) e os ouvintes, pelo Mozarteum Brasileiro, por telefone (11-3815.6377 de segunda a sexta das 10h às 17h).

O quarteto se apresenta pela primeira vez no Brasil, nos dias 29/04 e 30/04, na Sala São Paulo, como atração da Temporada 2013 do Mozarteum Brasileiro.

Fundado há 89 anos, o Curtis Institute é celeiro de lendas como Leonard Bernstein e Samuel Barber e de estrelas da atualidade como Lang Lang, Alan Gilbert (diretor da Filarmônica de NY), Juan Diego Flórez e Hilary Hanh. Tem o objetivo de treinar jovens músicos excepcionalmente talentosos por meio de bolsas de estudo integrais a todos os seus alunos. Atualmente, o Curtis Institute of Music mantém 160 estudantes.

O líder do grupo é Roberto Díaz, ex-aluno do instituto e hoje seu presidente. Completam o quarteto Jason Vieaux, violonista, também professor do instrumento; Soovin Kim, violinista, também ex-aluno; e John-Henry Crawford, de apenas 19 anos, estudante do instituto e revelação no violoncelo. Além de transmitir a experiência e o conhecimento adquiridos ao longo da carreira, o encontro permitirá aos músicos apresentar oportunidades oferecidas pelo instituto.

Destinadas aos estudantes de música e aos iniciantes, mas abertas ao público, que pode participar como ouvinte, as masterclasses do Mozarteum Brasileiro já se tornaram referência na formação e no desenvolvimento dos músicos brasileiros.

Os mais destacados são convidados a participar de audições, nas quais são selecionados músicos para intercâmbios culturais, por meio de bolsas de estudos viabilizadas pelo Mozarteum Brasileiro.

As aulas mais recentes, que foram ministradas pela Camerata Bern, orquestra de câmara da Suíça, nos dias 3 e 4 de abril, atraíram 139 estudantes de música. Desde 2000, quando foram criadas, as masterclasses do Mozarteum Brasileiro já receberam 1.610 estudantes e 5.545 ouvintes, em 330 aulas com virtuoses internacionais.

Serviço:
Masterclasses – na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP)
End.: Largo General Osório, 147 – Luz, São Paulo, Capital

30/04 - 10 às 13h com integrantes do Quarteto Curtis on Tour
Violino, Viola, Violoncelo e Violão

Como participar:
Alunos ativos
Inscrições através da EMESP
www.emesp.org.br

Alunos Ouvintes
Inscrições através do Mozarteum pelo telefone (11) 3815-6377 de segunda a sexta das 10h às 17h.
As vagas são limitadas.


Coro Luther King



Martinho Lutero – regente

Programa
Mateo Flecha, Palestrina, José Maurício Nunes Garcia, Monteverdi e tradicional africano.

27.04 – 11h00 -  sábado
Sala São Paulo – Sala Carlos Gomes
Pça Júlio Prestes, s/n
São Paulo  - SP
Entrada Franca

Orquestra Sinfônica Brasileira


Roberto Minczuk –regente
Jean Louis Steverman - piano

Programa;
Prokofiev, Ripper e Nepomuceno

27.04-  15h00- sábado
Teatro Municiapl do Rio de Janeiro
Pça Mal. Teodoro, s/n
Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: 20 a 140

Orquestra Jovem do Estado de São Paulo


Claudio Cruz – regente
Yuzuko Horigone – violino

Programa
Sibelius e Nielsen

28.04 – 21h00 – domingo
Sala São Paulo  Pça Júlio Prestes, s/n
São Paulo -  SP
Ingressos: 10

Orquestra Sinfônica de Santo André


Carlos Moreno – regente
Danilo Ferreira – violino

Programa:
Mozart,  Tchaikovsky.

28.04 – 20h00- domingo
Teatro Municipal de Santo André
Praça IV Centenário , s/n
Santo André – SP
Ingressos gratuitos

Orquestra Sinfônica Jovem da Fundação das Artes de São Caetano do Sul



Geraldo Olivieri Jr. – regente
Danilo Ferreira – violino

28,04 17h00 – domingo
Teatro Municipal Paulo Machado de Carvalho.
Al. Conde de Porto Alegre, 840 –
São Caetano do Sul – SP
Entrada Franca

Orquestra de Câmara da Osesp



Heinz Hollliger – regente

Programa:
Stravinsky, Debussy, Milhaud, Zimmermann  e Mozart

28.04 – 17h00  - domingo
Sala São Paulo
Pça Júlio Prestes, s/n
São Paulo – SP
Ingressos: 58 a67