sexta-feira, 3 de maio de 2013

Concertos de câmara Cultura Artística


5 de Novembro, terça-feira
 DAVID RUSSELL

David Russell, 60 anos, é escocês de Glasgow. Mas aos 5 anos mudou-se para Minorca, ilha mediterrânea espanhola, onde veio a interessar-se pelo violão, tendo como modelos Andrés Segovia e Julian Bream. Voltou à Grã-Bretanha para estudar na Academia Real de Música de Londres, mas logo depois fixou-se novamente na Espanha – mora hoje na Galícia. Vencedor de vários concursos internacionais, em 2004 ele ganhou um prêmio Grammy como melhor solista instrumental de música clássica com seu CD "Aire Latino".Concertos de câmara 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

17º Cultura Inglesa Festival vai premiar apaixonados pela cultura de rua paulistana



Concurso Cultural Street Shots premia participantes que enviarem as melhores fotos relacionadas à cultura de rua na cidade de São Paulo
A 17ª edição do Cultura Inglesa Festival traz como tema agregador a cultura de rua. Com o objetivo de valorizar a cultura urbana da capital paulista, o concurso cultural Street Shots irá premiar as melhores fotos de obras de street art, moda urbana, eventos, festas, feiras e lazer praticado nas ruas, entre outros assuntos relacionados ao tema cultura de rua.
Para participar, os interessados devem postar as fotos no seu Facebook, Twitter ou Instagram, sempre acompanhadas das hashtags #StreetShots17CIF e #SãoPaulo. As imagens devem ser postadas entre 29 de abril e 26 de maio. Após essa data, uma comissão julgadora irá escolher o vencedor, que será premiado com uma máquina fotográfica e um kit com brindes do convidado internacional Nick Walker. O resultado será divulgado no dia 12 de junho, no site do 17º Cultura Inglesa Festival , na Fanpage no Facebook e no perfil oficial da Cultura Inglesa São Paulo no Twitter.
Dentre as atrações que fazem parte da 17ª edição do Festival, está um bate-papo com o artista de cultura de rua britânico Nick Walker, que acontecerá no Museu da Imagem e do Som (MIS), instituição da Secretaria de Estado da Cultura, no dia 22 de junho com transmissão ao vivo pela internet. O Festival também contará com exposições sobre cultura de rua nas estações Palmeiras-Barra Funda, Santa Cecília, Tatuapé e Vila Madalena do metrô, além de uma oficina de lambe-lambe conduzida por Daniel Seda, na praça Cívica do Memorial da América Latina, durante os intervalos dos shows nacionais e internacionais do dia 23 de maio.
O 17° Cultura Inglesa Festival também terá peças de teatro adulto e infantil, espetáculos de dança, duas Mostras de Cinema (Cinema Britânico Contemporâneo e Rockumentários), e atrações musicais nacionais e internacionais. Pela primeira vez, o Festival apresentará teatro e dança britânicos, com uma seleção de espetáculos aclamados no prestigiado Fringe Festival de Edimburgo.
As cidades de Campinas, Santos, São José dos Campos e Sorocaba também farão parte do circuito do Festival e terão programação focada em música, cinema e cultura de rua.

Mais informações: http://festival.culturainglesasp.com.br

‘Cultura e terror’, de Ferreira Gullar

FERREIRA GULLAR

Essa minha ideia de que o homem é, sobretudo, um ser cultural, não deve ser entendida como uma visão idealizada e otimista, pelos simples fato de que isso o distingue dos outros seres naturais.
Se somos seres culturais, se pensamos e com nosso pensamento inventamos os valores que constituem a nossa humanidade, diferimos dos outros animais, que se atêm a sua animalidade e agem conforme suas necessidades vitais imediatas.
Entendo que, ao contrário dos outros animais, o homem nasceu incompleto e, por essa razão, teve de inventar-se e inventar o mundo em que vive. Por exemplo, um bisão ou um tigre nasce com todos os recursos necessários à sua sobrevivência, mas o homem, para caçar o bisão, teve que inventar a lança.
Isso, no plano material. Mas nasceu incompleto também no plano intelectual, porque é o único animal que se pergunta por que nasceu, que sentido tem a existência. Para responder a essas e outras perguntas, inventou a religião, a filosofia, a ciência e a arte.
Assim, construiu, ao longo da história, uma realidade cultural, inventada, que alcança hoje uma complexidade extraordinária e fascinante. O homem deixou de viver na natureza para viver na cidade que foi criada por ele.
Mas, o fato mesmo de se inventar como ser cultural criou-lhe graves problemas, nascidos, em grande parte, daqueles valores culturais. É que, por serem inventados, variam de uma comunidade humana para outra, gerando muitas vezes conflitos insuperáveis. As diversas concepções filosóficas, religiosas, estéticas e políticas podem levar os homens a divergências insuperáveis e até mesmo a conflitos mortais.
Pode ser que me engane, mas a impressão que tenho é de que o homem, por ser essencialmente os seus valores, tem que afirmá-los perante o outro e obter dele sua aceitação. Se o outro não os aceita, sente-se negado em sua própria existência. Daí por que, a tendência, em certos casos, é levá-lo a aceitá-los por bem ou por mal. Chega-se à agressão, à guerra.
Certamente, nem sempre é assim, depende dos indivíduos e das comunidades humanas; depende sobretudo de quais valores os fundamentam.
De modo geral, é no campo da religião e da política que a intolerância se manifesta com maior frequência e radicalismo. A história humana está marcada por esses conflitos, que resultaram muitas vezes em guerras religiosas, com o sacrifício de centenas de milhares de vidas.
Com o desenvolvimento econômico e ampliação do conhecimento científico, a questão religiosa caiu para segundo plano, enquanto o problema ideológico ganhou o centro das atenções.
A questão da riqueza, da desigualdade social e consequentemente da justiça social tornou-se o núcleo dos conflitos entre as classes e o poder político.
Esse fenômeno, que se formou em meados do século 19, ocuparia todo o século 20, com o surgimento dos Estados socialistas. O ápice desse conflito foi a Guerra Fria, resultante do antagonismo entre os Estados Unidos e a União Soviética.
Surpreendente, porém, é que, em pleno século do desenvolvimento científico e tecnológico, tenha eclodido uma das expressões mais irracionais da intolerância religiosa: o terrorismo islâmico, surgido de uma interpretação fanatizada daquela doutrina.
O terrorismo não nasceu agora mas, a partir do conflito entre judeus e palestinos, lideranças fundamentalistas islâmicas o adotaram como arma de uma guerra santa contra a civilização ocidental, que não segue as palavras sagradas do Corão.
Em consequência disso, homens e mulheres jovens, transformados em bombas humanas, não hesitam em suicidar-se inutilmente, convencidos de que cumprem a vontade de Alá e serão recompensados com o paraíso.
Parece loucura e, de fato, o é, mas diferente da doença psíquica propriamente dita. É uma loucura decorrente do fanatismo político ou religioso, que muda o amor a Deus em ódio aos infiéis.
Embora o Corão condene o assassinato de inocentes, na opinião dos promotores de tais atentados – que matam sobretudo inocentes – só é proibido matar os “nossos” inocentes, como afirmou Bin Laden, não os inocentes “deles”.
Tudo isso mostra que o homem é mesmo um ser cultural, mas que a cultura tanto pode nos transformar em santos como em demônios.

A pobreza na literatura, no cinema e na vida



Será que no Brasil se produz muita arte literária e cinematográfica com a temática da pobreza material por ser um tema corriqueiro, cultural ou autobiográfico?
É verdade que a maioria dos personagens publicados por grandes editoras que estão no sufocante eixo Rio-São Paulo são autobiográficos. Essa foi a conclusão da pesquisadora Regina Dalcastagne, da UNB, ao analisar mais de 250 romances brasileiros publicados de 1990 a 2004. Mas há um Brasil múltiplo e distinto tão longe dos holofotes e das vitrinas das livrarias.
No cinema, a maioria das produções elogiadas pela crítica retrata a favela e o sertão. Seria algum tipo de estigma, ou falta de produção? Nada disso! Mais uma vez, há um grande Brasil esquecido em cada canto do país, onde as verbas não chegam, onde as produções alcançam públicos ínfimos, mas de uma vasta representatividade cultural.
Quando penso em pobreza, recordo-me de ter lido alguns ótimos livros que retratam essa condição miserável nossa de cada dia. Graciliano Ramos marcou minha infância quando li Vidas Secas. Aquela situação precária dos retirantes sertanejos é avassaladora. Inclusive a morte da cadela Baleia muito me comoveu na época... Capitães de Areia, de Jorge Amado foi outro lido que li ainda garoto e me surpreendi com a vida e a pobreza daqueles meninos.
Há personagens clássicos, talvez mais lembrados nesse estereótipo material. Como os personagens de Os Miseráveis, de Victor Hugo (inclusive foi feito outro musical em 2012 para o cinema). Muitos personagens pobres viveram no Realismo influenciado por Flaubert e muitos transitaram no Naturalismo, influenciado por Zola (falando nos franceses). O Cortiço, de Aluísio de Azevedo é obra desse detalhismo humano precário. Dostoiévski lançou seu personagem viciado Ivánovitch no azar da pobreza. As vinhas da Ira, de John Steinbeck, mostraram homens pobres das regiões secas do sul dos EUA. José Lins do Rego, Guimarães Rosa também descreveram algumas miseráveis condições humanas. Ariano Suassuna temperou a pobreza dos nordestinos.
Pedro Malazarte é um personagem maior que seu autor, e representa a astúcia e a pobreza brasileira. Por falar em temáticas regionais, temos nosso Bernardo Élis e Hugo de Carvalho Ramos, dois dos nossos ícones goianos, a problemática da miséria campestre.
Personagens não tão conhecidos, como os mendigos e problemáticos do livro Cavala, do jornalista Sérgio Tavares também estão no rol da pobreza brasileira. Só para ilustrar que essa é apenas uma de nossas vertentes nacionais que não podem ser taxadas de principais, pela grande quantidade de estilos.
Muitos escritores que sentiram a penúria como experiência real em suas vidas (como Lima Barreto) e autores que, apesar de representá-la literariamente, nunca passaram por privações de natureza econômica. Há obras em que o olhar sobre a pobreza parece retratar a fidelidade ordinária das ruas. Em exemplo muito conhecido é o de Paulo Lins em Cidade de Deus, João Antônio em Bacanaço e outros exemplos não tão conhecidos podem ser os livros Quarto de Despejo, de Carolina Maria e Ferréz de Capão Pecado.
Só em Goiás, há mais de 700 aficcionados pela literatura. Cada um representa certa bagagem e maneira de ver o mundo. É realmente necessário motivar que prossigam seus caminhos. Pois ninguém, no quesito cultural compete um com o outro, mas somam várias representações culturais que merecem apreço.
Quanto à pobreza na literatura e no cinema, creio que seja apenas um dos vários temas abordados em nossa literatura e cinema. Qualquer conclusão nesse tema é precipitado. Mas a pior pobreza que existe é a pobreza de espírito. O resto, a gente vai sobrevivendo!
Leonardo Teixeira

terça-feira, 30 de abril de 2013

Master Class Canto Barroco

Para melhor visualização  clique sobe o flyer

Concertos Fundação Maria Luisa e Oscar Americano apresentam recital de Nahim Marun


Recital de Nahim Marun, piano

Claude DEBUSSY (1862 - 1918)
Images II (1907)
Cloches à travers les feuilles
Et la lune descend sur le temple qui fut
Poissons d’or

Heitor VILLA-LOBOS (1887 - 1959)
A Prole do Bebê nº. I (1918)
Branquinha (A boneca de louça)
Moreninha (A boneca de massa)
Caboclinha (A boneca de barro)
Mulatinha (A boneca de borracha)
Negrinha (A boneca de pau)
Pobrezinha (A boneca de trapo)
Polichinelo
A Bruxa (A boneca de pano)
          
Igor STRAVINSKY (1882 - 1971)
Quatro Estudos op. 7 (1908)
1. Con moto
2. Allegro brillante
3. Andantino
4. Vivo

Sergei PROKOFIEV (1891 - 1953)
Sonata no. 2 op. 14 (1912)
Allegro ma non troppo
Scherzo. Allegro marcato
Andante
Vivace – Moderato – Vivace

SERVIÇO:
Data: 5 de maio, domingo
Horário: 11h30
Capacidade do auditório: 107 lugares
Ingressos comprados no dia da apresentação – R$50,00 / $25,00
 ***Ingressos para compra até 48hs antes da apresentação – R$40,00 / R$ 20,00                                                             
Meia Entrada - De Acordo com a Lei Estadual  9.500 de 11.03.97 , Lei Municipal 12.325, de 16.04.97 e Lei Estadual 10.858, de 31.08.01, pessoas maiores de 65 anos, aposentados, portadores de deficiências físicas, Professores da Rede Pública Estadual de Ensino e estudantes pagam meia entrada no espetáculo, mediante apresentação de documento original com foto.
Estacionamento no local – R$ 12,00 por veículo

Informações:
Claudia Vada Souza Ferreira - Gerente Cultural
Fundação Maria Luisa e Oscar Americano
Av. Morumbi, 4077   05650-000   São Paulo – SP
Tel.: (11) 3742-0077
www.fundacaooscaramericano.org.br


Só 7% dos alunos de escola pública entraram na USP



Apenas 7,7% dos candidatos de escola pública que fizeram o vestibular da Fuvest conseguiram entrar na Universidade de São Paulo (USP) em 2013, o que representa uma queda em relação ao ano anterior, quando 8,36% desse grupo foi aprovado. No total, os oriundos da rede pública representam neste ano 28,5% do total de ingressantes. O porcentual mostra pouco avanço sobre o ano anterior - em 2012, o índice era de 28%.
Após os resultados, a USP estuda alterar sua política de bonificação. O retrato dos ingressantes está longe de refletir a realidade da educação do País, que tem 85% dos estudantes de ensino médio em escolas públicas.
"Foi um bom resultado, mas não estou satisfeita. Esperava que (o porcentual) aumentasse", disse a pró-reitora de Graduação, Telma Zorn. A USP ofereceu 10.982 vagas em 2013.
O resultado surge enquanto se debate a implementação de cotas nas universidades estaduais de São Paulo. Entre outras coisas, o plano do governo prevê 50% de matrículas de alunos de escola pública até 2016.
Se mantido esse ritmo, a USP vai levar 115 anos para ter 50% de alunos de escolas públicas - sem levar em conta cursos como Medicina e Engenharia, em que a proporção desses alunos é menor. A USP não divulgou os porcentuais por curso.
Além de ampliar o bônus (o limite hoje é de 15%), Telma mencionou possível bonificação para certas carreiras e para quem participa de olimpíadas estudantis. Apesar de indicar mudanças, nada foi anunciado.
Segundo Telma, a USP precisa verificar por que os resultados não progrediram como esperado. "É uma situação multifatorial, até o ProUni não pode ser desvinculado."
Para ela, o aumento das bolsas federais em faculdades privadas afastaria o estudante de escola pública do vestibular da Fuvest. Para tentar reverter isso, a universidade tem investido em um programa em que estudantes da USP vão a escolas. Em 2012, houve 3,3 mil visitas.
O problema é que o número de inscritos da rede pública subiu quase 5% entre 2012 e 2013, mas o salto no ingresso foi mais tímido, menos de 2%.
Debate. Segundo o educador Jorge Werthein, do Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos, fazer com que os alunos acreditem que é possível entrar na universidade é essencial. "A USP tem de mostrar que realmente busca a inclusão."
Presidente do cursinho Henfil, Matheu Prado diz que a bonificação não mudará o retrato social da universidade. "Se a USP quer incluir, precisa radicalizar, precisa ter cotas." Para a estudante Thaís Cortez, de 18 anos, que está pelo segundo ano no cursinho da Poli, "quem estudou em escola pública não consegue entrar se correr sozinho". Ela quer uma vaga em Administração na Fuvest.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Projeto Maestro Capemisa entra em seu terceiro ano com sucesso de público





Apresentação em Natal no dia 30 de maio com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte sob a regência do maestro brasileiro Laércio Diniz será no Teatro Alberto Maranhão.

 Após seu grande sucesso em 2011 e 2012, o Projeto “Maestro CAPEMISA”, que promove apresentações nacionais de concertos clássicos com diversas orquestras profissionais do País, tendo sempre a presença do maestro Laércio Diniz como regente convidado, volta este ano com uma agenda para os quatro cantos do Brasil. Depois de dez concertos em Campinas, o Projeto Maestro CAPEMISA se apresenta em Natal na quinta-feira, dia 30 de maio, às 20h, com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, no Teatro Alberto Maranhão, com entrada franca.

No Programa de Natal, o público terá a oportunidade de ouvir os clássicos: Il Barbiere di Siviglia de Rossini; Concerto para Flauta e Orquestra de Carl Nielsen tendo como solista James Strauss (flauta) e fechando, Sinfonia numero 3 im Mi bemol Maior (Eroica) op:55 de L.V. Beethoven.

Em dois anos de existência, o Projeto Maestro CAPEMISA já passou pelas cidades de Americana (SP), Tatuí (SP), João Pessoa (PA), Bragança Paulista (SP), São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas (SP), Vassouras (RJ), São João Del Rei (RJ), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO), Nova Odessa (SP), Recife (PE), e também chegou à Europa, em Hilversum, na Holanda com a apresentação da “New Netherlands Orchestra”, criada graças a Laércio Diniz, que também acumula as funções de regente e de diretor do conjunto.

Em dezembro do ano passado, foi lançado o CD “Saudades do Brasil” e o DVD “New Netherlands Orquestra”. O DVD foi gravado pelo selo Aureus Records na Europa, durante o concerto inaugural da Orquestra Holandesa “New Netherlands Orquestra”. Já o CD foi gravado na Lituânia, com a participação da Lithuanian National Symphony Orchestra, ambos com regência do Maestro Laércio Signorelli Diniz.

Laércio Sinhorelli Diniz
É assim que o carioca filho de pai pernambucano Laércio Diniz começava a sua carreira internacional, regendo a BachianaChamberOrchestra, em um concerto no Carnegie Hall em Nova York, e, um ano depois, regendo o pianista David Brubeck, no Lincoln Center em Nova York.

Em 2010 cria a Orquestra Filarmônica do Brasil “FIBRA” no Rio de Janeiro e em 2011 assume a regência da orquestra holandesa  New NetherlandsOrchestra.

Nascido no Rio de Janeiro, estudou violino com Erich Lehninger como bolsista na Universidade do Rio de Janeiro. Venceu dois concursos de violino "Jovens Solistas" e em 1987 ganhou bolsa de estudos para a Alemanha pelo DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), ingressando na Escola Superior de Musica de Colônia sob a orientação de IngeborgScheerer, SaschkoGawriloff (Spalla da Filarmônica de Berlin) e Susanne Rabenschlag, estudando música de câmara com o quarteto "Amadeus".

De volta ao Brasil, em 1995 ingressou como chefe de naipe da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo.

No Brasil fundou o quarteto de cordas AUREUS (3 Cds gravados) e a Orquestra de Câmara Engenho Barroco, da qual também é Spalla e diretor artístico (4 Cds gravados). Realizou concertos na Alemanha e na América do Sul com estes grupos.

Foi professor de violino dos mais importantes festivais internacionais de música no Brasil e professor de violino da Faculdade FMU.

Em 2005 inicia sua carreira como Regente, tendo como mestres os Maestros Roberto Tibiriçá e Isaak Karabchewsky. Foi Maestro e Diretor Artístico da "Orquestra do Pateo do Colégio" e é maestro convidado de vários festivais internacionais de música no Brasil.

Com a BachianaChamberOrchester regeu nas mais importantes salas de concertos do Brasil. A partir de  2011 passa a ser patrocinado pela seguradora CAPEMISA através do projeto “Maestro CAPEMISA”, realizando vários concertos  durante todo  o ano, regendo como convidado diversas orquestras por todo o Brasil e também realizando palestras e representando um dos maiores projetos sociais do Brasil reconhecidos pela UNESCO: o “Lar Fabiano de Cristo”.  Após o enorme sucesso do público e crítica em 2011, o projeto “Maestro CAPEMISA” ganhou o subtítulo “A viagem de Villa Lobos” no intuito de levar o nome do nosso compositor mais expressivo as salas de concerto de todo o mundo.

Em Junho de 2012 gravou na Lituânia com a “LithuanianNational Symphony Orchestra (LNSO)” O CD “Saudades do Brasil” com obras de Villa Lobos, Milhaud e FlorentSchmit.

Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte
A Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte foi criada pelo do Decreto nº 6874, de março de 1976, assinado pelo governador Tarcísio Maia através de iniciativa do então secretário de Educação e Cultura, professor João Faustino, passando a pertencer aos quadros administrativos desta secretaria.
  
O primeiro concerto só foi realizado em 11 de março de 1977 e o regente foi o maestro pernambucano Mário Câncio Justo dos Santos, que organizou e regeu a orquestra por 10 anos. A orquestra começou contando com um quadro de 23 músicos efetivos, dos quais, apenas cinco residiam na cidade, executando um repertório barroco e camerístico.


O primeiro concurso público para ingresso na Orquestra Sinfônica aconteceu em 1988, no governo de Geraldo Melo. Em 1989, ela é integrada à Fundação José Augusto, pelo Decreto nº 10.338, e ingressam nela jovens músicos norteriograndenses, formados principalmente através do projeto UFRN-CSU da Cidade da Esperança, além de vários professores da UFRN que atuavam no projeto. O professor e maestro Osvaldo D’Amore passa a ser o novo regente, cargo no qual permaneceu durante 20 anos. A orquestra se amplia e passa contar com 60 músicos, a maioria residindo na cidade e com mais da metade do Rio Grande do Norte.

 
A orquestra desde então realiza um profícuo trabalho com concertos oficiais, concertos populares e concertos educativos, na capital e interior do estado. Neste período grava três CDs, se apresentando também fora do estado.
Atualmente, a Orquestra conta com 65 músicos que continuam seu trabalho educativo e de difusão da música de qualidade, tão importante para o desenvolvimento cultural do estado.

GNATTALI RADAMÉS

 (PORTO ALEGRE, 27/01/1906 – RIO DE JANEIRO, 03/11/1988)

Compositor, arranjador e instrumentista, nasceu em Porto Alegre – RS em 27 de janeiro de 1906 e morreu no Rio de Janeiro em 03 de novembro de 1988.

Estudou em sua cidade natal e na Escola Nacional de Música, no Rio de Janeiro, conquistando a medalha de ouro para piano (1924). Regente de orquestra e instrumentista, dedicou-se tanto à música erudita quanto à popular, com arranjos musicais e partituras para programas radiofônicos e de televisão.

Em sua obra de música erudita, afasta-se da linha nacionalista, tendo claramente delimitada sua atividade nos dois campos, popular e erudito. Entre suas principais composições, citam-se dez Brasilianas para vários conjuntos; Suíte para pequena orquestra; cinco Concertos para piano e orquestra; dois Concertos para violino e orquestra; três para violão e orquestra; Concertos para harpa e harmônica de boca; Sonatas, entre outras.

5 dicas para leitura online eficiente



A leitura online é diferente da tradicional, pois exige determinadas habilidades que a leitura em papel muitas vezes descarta. Por exemplo, quando lemos online precisamos saber formular as perguntas corretamente, assim encontraremos o conteúdo e artigos mais apropriados para aquilo que buscamos. Também é necessário saber localizar informações confiáveis, avaliar, sintetizar e compartilhar aqueles dados, para que todos se beneficiem com o conteúdo.

Confira a seguir 5 dicas práticas para leitura online eficiente:

1. Termos de busca

Se você procura por leituras na internet sobre determinado assunto irá facilitar e aprimorar sua busca utilizando os termos e citações corretos. Ao invés de utilizar frases ou perguntas inteiras, busque por palavras chaves.

2. Diferenças de domínios de sites

Cada site possui um endereço diferente. Dependendo de sua área de atuação, o site possui diferentes tipos de domínio. Por exemplo, sites que terminam com “gov.br” são de entidades do governo federal; site com terminação “edu.br” são de entidades do ensino superior; “org.br” pertencem a entidades não governamentais sem fins lucrativos.

3. Informações confiáveis

Principalmente se sua leitura tem fins acadêmicos, é importante que ela esteja baseada em fontes confiáveis de informação. Você deve procurar pelo autor, por suas credencias e, se possível, buscar por referências do autor e artigo em outros sites e livros garantindo a credibilidade de sua busca.

4. Propagandas

Muitos conteúdos online são propagandas em formatos diferenciados. Faça a leitura crítica daquilo que está sendo apresentado e conteste com informações de outros locais para validá-lo.

5. Compartilhe

Uma das características mais valiosas da internet é sua capacidade de expandir o conhecimento. Da mesma forma como você pode aproveitar os conteúdos online porque alguém os colocou lá, é importante compartilhar com outras pessoas para que elas também tenham acesso àquilo que você achou.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Mozarteum promove aulas gratuitas de música com artistas norte-americanos


Estudantes de música terão uma oportunidade única de aprender com profissionais experientes e reconhecidos na cena erudita internacional, em aulas abertas e gratuitas promovidas pelo Mozarteum Brasileiro. Curtis on Tour, quarteto de cordas do Curtis Institute (EUA), uma das mais importantes escolas de música do mundo, fará masterclasses no dia 30/04, terça-feira, das 10h às 13h, na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP).
As aulas são de violino, viola, violoncelo e violão. Para participar, os alunos ativos devem se inscrever pelo site da EMESP (www.emesp.org.br) e os ouvintes, pelo Mozarteum Brasileiro, por telefone (11-3815.6377 de segunda a sexta das 10h às 17h).

O quarteto se apresenta pela primeira vez no Brasil, nos dias 29/04 e 30/04, na Sala São Paulo, como atração da Temporada 2013 do Mozarteum Brasileiro.

Fundado há 89 anos, o Curtis Institute é celeiro de lendas como Leonard Bernstein e Samuel Barber e de estrelas da atualidade como Lang Lang, Alan Gilbert (diretor da Filarmônica de NY), Juan Diego Flórez e Hilary Hanh. Tem o objetivo de treinar jovens músicos excepcionalmente talentosos por meio de bolsas de estudo integrais a todos os seus alunos. Atualmente, o Curtis Institute of Music mantém 160 estudantes.

O líder do grupo é Roberto Díaz, ex-aluno do instituto e hoje seu presidente. Completam o quarteto Jason Vieaux, violonista, também professor do instrumento; Soovin Kim, violinista, também ex-aluno; e John-Henry Crawford, de apenas 19 anos, estudante do instituto e revelação no violoncelo. Além de transmitir a experiência e o conhecimento adquiridos ao longo da carreira, o encontro permitirá aos músicos apresentar oportunidades oferecidas pelo instituto.

Destinadas aos estudantes de música e aos iniciantes, mas abertas ao público, que pode participar como ouvinte, as masterclasses do Mozarteum Brasileiro já se tornaram referência na formação e no desenvolvimento dos músicos brasileiros.

Os mais destacados são convidados a participar de audições, nas quais são selecionados músicos para intercâmbios culturais, por meio de bolsas de estudos viabilizadas pelo Mozarteum Brasileiro.

As aulas mais recentes, que foram ministradas pela Camerata Bern, orquestra de câmara da Suíça, nos dias 3 e 4 de abril, atraíram 139 estudantes de música. Desde 2000, quando foram criadas, as masterclasses do Mozarteum Brasileiro já receberam 1.610 estudantes e 5.545 ouvintes, em 330 aulas com virtuoses internacionais.

Serviço:
Masterclasses – na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP)
End.: Largo General Osório, 147 – Luz, São Paulo, Capital

30/04 - 10 às 13h com integrantes do Quarteto Curtis on Tour
Violino, Viola, Violoncelo e Violão

Como participar:
Alunos ativos
Inscrições através da EMESP
www.emesp.org.br

Alunos Ouvintes
Inscrições através do Mozarteum pelo telefone (11) 3815-6377 de segunda a sexta das 10h às 17h.
As vagas são limitadas.


Coro Luther King



Martinho Lutero – regente

Programa
Mateo Flecha, Palestrina, José Maurício Nunes Garcia, Monteverdi e tradicional africano.

27.04 – 11h00 -  sábado
Sala São Paulo – Sala Carlos Gomes
Pça Júlio Prestes, s/n
São Paulo  - SP
Entrada Franca

Orquestra Sinfônica Brasileira


Roberto Minczuk –regente
Jean Louis Steverman - piano

Programa;
Prokofiev, Ripper e Nepomuceno

27.04-  15h00- sábado
Teatro Municiapl do Rio de Janeiro
Pça Mal. Teodoro, s/n
Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: 20 a 140

Orquestra Jovem do Estado de São Paulo


Claudio Cruz – regente
Yuzuko Horigone – violino

Programa
Sibelius e Nielsen

28.04 – 21h00 – domingo
Sala São Paulo  Pça Júlio Prestes, s/n
São Paulo -  SP
Ingressos: 10

Orquestra Sinfônica de Santo André


Carlos Moreno – regente
Danilo Ferreira – violino

Programa:
Mozart,  Tchaikovsky.

28.04 – 20h00- domingo
Teatro Municipal de Santo André
Praça IV Centenário , s/n
Santo André – SP
Ingressos gratuitos

Orquestra Sinfônica Jovem da Fundação das Artes de São Caetano do Sul



Geraldo Olivieri Jr. – regente
Danilo Ferreira – violino

28,04 17h00 – domingo
Teatro Municipal Paulo Machado de Carvalho.
Al. Conde de Porto Alegre, 840 –
São Caetano do Sul – SP
Entrada Franca

Orquestra de Câmara da Osesp



Heinz Hollliger – regente

Programa:
Stravinsky, Debussy, Milhaud, Zimmermann  e Mozart

28.04 – 17h00  - domingo
Sala São Paulo
Pça Júlio Prestes, s/n
São Paulo – SP
Ingressos: 58 a67

Ópera Aida de Verdi.


Orquestra Sinfônica e Coro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Issac Karabchevsky – regente

28.04 – 17h00 – domingo
Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Pça Marechal Floriano s/n
Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: 25 a 84 

Ópera Aventuras da a Raposinha Astuta, de Janácek .



Orquestra Filarmônica e Corpo de Dança do Amazonas.
Marcelo de Jesus – regente

28.04 – 17h00 – domingo
Teatro do Amazonas
Tel: 092 – 3622-1880
Amazonas – AM

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O impasse na difusão de nosso patrimônio musical



A autoestima exagerada dos europeus

Assino duas revistas mensais europeias que comentam o mundo da música clássica, uma inglesa (BBC Music) e uma francesa (Diapason). Tenho que driblar as preferências “ufanísticas” para melhor aproveitar os textos, que em geral são de um bom nível. Se levarmos à risca a revista inglesa, Gustav Holst (1874-1934) está entre os maiores compositores do início do século passado, e Sir Charles Mackerras é o melhor intérprete de Mozart de todos os tempos. Lembro-me de uma matéria da edição de junho de 2009, onde há uma lista dos maiores prodígios musicais da história, e nesta lista não está Wolfgang Amadeus Mozart(1756-1791), mas está um tal deWillian Crotch (1775-1847, inglês naturalmente), que no final do século XVIII escreveu, segundo a revista, obras primas com 11 anos de idade. Aliás a BBC Musicadora fazer listas, com os melhores maestros, os melhores pianistas, e sempre os ingleses aparecem aos montes por elas. No caso da revista francesa acontecem coisas parecidas, como citar com frequênciaFlorent Schmitt (1870-1958) como um compositor indispensável do início do século XX, ou achar que Thierry Pécou (nascido em 1965) é um dos mais importantes compositores da atualidade.

A baixa autoestima dos brasileiros

É neste sentido que me pergunto se nós brasileiros não deveríamos cometer os mesmos excessos. Logicamente não podemos comparar o poder do Brasil com o daqueles dois países europeus, que são duas potencias em termos musicais (não esqueçamos que Londres e Paris tem pelo menos cinco excelentes orquestras cada uma). Mas o que vejo, e quero comentar, é que se algumas poucas vezes incorremos no erro de superestimar, muitas vezes incorremos no erro de desprezar uma produção de alta qualidade. Tomemos o mais distante passado musical do Brasil, aquele que chamo de Música colonial brasileira. Não há dúvida de que em termos históricos a produção de Lobo de Mesquita (1746-1805) e Manoel Dias de Oliveira (c.1735-1813) suscita interesse, mas querer dar-lhes a alcunha de gênio poderia ser um exagero. Às vezes vejo esta produção supervalorizada (foi chic por um tempo defende-la), mas ao mesmo tempo vejo a produção do primeiro gênio musical brasileiro, José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) completamente desprezada. Faço uma autocrítica de nós brasileiros, que desconhecemos uma das mais importantes obras corais-sinfônicas já escrita neste continente, a Missa de Santa Cecília. Fiquei muito contente ao ouvir a Abertura Zemira do compositor carioca executada de forma brilhante regida por Ricardo Kanji, e pensei como somos idiotas não reconhecendo o que, a meu ver, deveria ser valorizado.
Outra distorção acontece quando falamos de Antônio Carlos Gomes (1836-1896), um nome de praças e de ruas, mas desconhecido dos próprios brasileiros. Não adianta insistirmos, Carlos Gomes é um desconhecido fora do Brasil e de forma errônea falamos que suas óperas são montadas com frequência em diversos lugares do mundo. No entanto pergunto como o mais importante compositor de óperas das Américas tornou-se um desconhecido, um item apenas para colecionadores? Afirmo aqui que isso é um erro nosso! O Brasil (especialmente o Rio de Janeiro) já foi um palco lírico importante em termos mundiais, e muitos cantores de fama internacional frequentavam nossos palcos, fazendo com que artistas do nível de Mario del Monaco e Antonieta Stella cantassem aqui óperas de nosso conterrâneo , e levassem estas óperas para o exterior. Hoje não existe mais esta rotina, e a fé que podemos ouvir na velha gravação de Il Guarany regida por Armando Belardi (lançada recentemente no selo Arkadia), realizada em 1959, é prova incontestável de que esta música pode soar muito bem. Se Il Guarany não pode rivalizar com uma obra como Aida de Giuseppe Verdi (1813-1901), não é uma obra inferior à tão renomada La Gioconda de Amilcare Ponchieli (1834-1886). As partituras de orquestra da maioria das obras deCarlos Gomes tornaram-se ilegíveis, e creio que o futuro do “Nho Tonico” (apelido do compositor) não se apresenta muito promissor.

Não pretendo me estender demais, mas no século XX esta falta de consciência de nossa importância é ainda maior. Onde estão os defensores dos Concertos para piano e para violino e orquestra de Camargo Guarnieri(1907-1993)? Quem revela ao mundo as maravilhas das obras de Almeida Prado(1943-2010)? Não quero fazer o mesmo jogo dos editores da BBC Music e da Diapason, que com a maior cara lavada nos impõe compositores de segunda como mestres indispensáveis, mas uma coisa é bem clara: nossa produção musical, de ontem e de hoje, não encontra um ambiente para ser difundida. Impossível que o mundo respeite algo que nem nós respeitamos.
 Osvaldo Colarusso

2º mostra dos pontos de cultura de São Vicente

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Jazz Sinfônica e Richard Bona



Série Jazz
Auditório Ibirapuera

26.04 – sexta – 21h00
Av Pedro Alvares Cabral – Portão 3
Ibirapuera -  São Paulo – SP
Ingressos : 20

Orquestra Sinfônica do Est. de São Paulo e Coro da Osesp


Heinz Holliger – regente

P)rograma:
Hollige, Schumann

26.04 – sexta – 21h00
Sala São Paulo
Pça Júlio Prestes s/n
São Paulo – SP
Ingressos. 28 a 160

Eudóxia de Barros



Programa:
Mozart, Chopin, Lacerda, Nazareth,

26.04 -  sexta – 20h00
Teatro do Sesi AR Carvalho
Rua Deodato Saraiva da Silva, 110
São Paulo - SP
Entrada Franca

Orquestra Sinfônica Brasileira



Roberto Minczuk – regente
Jean Louis Steverman – piano

Programa
Prokofoev, Ripper e Napomuceno.

26.04 – sexta- 16h00
Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Marechal Floriano s/n
Centro - Rio de Janeiro
Ingressos: 20 a 140

Ópera Aida de G. Verdi


 


Orquestra Sinfônica e Coro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Issac  Karabteesvsky  - regente

26.04 – sexta – 20h00
Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Marechal Floriano s/n
Ingressos: 25 a 84

Coro de Camera Camerata Antiqua de Curitiba



Maria Antonia Jimenez – direção musical

Programa
Ronaldo Miranda, Aylton Escobar, Henrique de Curitiba, Guarnieri , Villa-Lobos e Mignone

26.04 – sexta – 20h00
Capela Santa Marina – Espaço Cultural
Curitiba – Pr
Ingresso: 30

Banda Sinfônica do Conservatório de Tatui.




Dario Sotelo – regente

Programa
Barber, Mozart e Leoncavallo   

26.04 – sexta – 20h30
Teatro Procópio Ferreira
Ingresso; 12

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Fã cria petição online para que hit do Metallica seja hino do Brasil



Um fã brasileiro da banda Metallica publicou, na quarta-feira (17), uma petição no mínimo inusitada no site Avaaz, conhecido por hospedar petições e mobilizar votos online.
Identificado como “Edgar C.”, o usuário do site sugere a música “And Justice for All“, hit do grupo liderado por James Hetfield, substitua o “Hino Nacional Brasileiro“.
Em texto publicado no site Avaaz, “Edgar C.” não menospreza o Hino Nacional e justifica seu pedido:
“O Hino Nacional Brasileiro, apesar de sua música linda, tem uma letra que raros brasileiros entendem. Seu vocabulário arcaico e rebuscado faz com que os brasileiros simplesmente cantem o hino por cantar, sem entender o que estão falando.
And Justice for All, do Metallica, é escrito em bom inglês, a língua universal dos dias de hoje, e traz uma letra marcante que clama por justiça”.
Até o fechamento desta notícia, a mobilização contabilizava 735 adeptos. Caso alcance a marca de 100 mil assinaturas, o abaixo assinado será enviado para a presidente Dilma Roussef.

Orquestra Sinfônica da Paraíba abre concurso público



A Orquestra Sinfônica da Paraíba (OSPB) irá reforçar seu quadro de profissionais, por meio da realização de concurso público, regido pelo edital 01/2013/SEAD/SEE/SECULT. São ofertadas oportunidades para os cargos de Professor de Orquestra, Professor de Apoio, Pianista Correpetidor, Inspetor de Orquestra, Copista Músico, Operador de Fotocopiadora de Música, Secretária Administrativa, Assistente Administrativo, ocupações que integram os grupos de atividade artística e de apoio artístico da OSPB.
O concurso está sendo organizado pelo Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação - IBFC e ofertará 39 vagas, sendo 02 para candidatos portadores de deficiência (níveis médio e superior). Os salários podem chegar a R$ 2.785,96 em carga horária de 25 e 40 horas semanais.

InscriçõesAs inscrições serão realizadas exclusivamente pela Internet, no endereço eletrônico do IBFC (www.ibfc.org.br), no período de 04 de abril a 1º de maio de 2013, observado o horário de Brasília.

TaxasAs taxas variam de R$ 85,00 para os cargos de Professor de Orquestra, Professor de Apoio, Pianista Correpetidor e de RS 65,00 para os cargos de Copista Músico, Operador de Fotocopiadora de Música, Secretária Administrativa, Assistente Administrativo e Inspetor de Orquestra.

Provas Objetivas e PráticasA aplicação da Prova Objetiva está prevista para o dia 19 de maio de 2013 e será realizada na cidade de João Pessoa - PB. O local, a sala e o horário de realização das provas serão publicados no Diário Oficial do Estado da Paraíba e disponibilizados pelo IBFC até 13 de maio de 2013. O gabarito das provas objetivas será divulgado em até 03 dias úteis após a aplicação da mesma.
A prova prática só será aplicada para os candidatos que concorrem aos cargos de Professor de Orquestra, Professor de Apoio e Pianista Correpetidor.
O concurso público terá validade de 02 anos, a contar da data da publicação de sua homologação, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da Administração Pública.

A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) lança edital oferecendo bolsas de pesquisa



A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) lançou edital oferecendo bolsas de pesquisa, variando da iniciação científica a bolsas para profissionais com graduação completa, mestrado ou doutorado. As áreas disciplinares incluem um largo espectro das ciências humanas e das sociais aplicadas, além de letras e artes, museologia, arquivologia, biblioteconomia, arquitetura e conservação e restauração.

As inscrições para o Programa de Incentivo à Produção do Conhecimento Técnico e Científico na Área de Cultura vão até 27 de maio de 2013 e só podem ser feitas por correio por serviço de encomenda expressa (Sedex ou similar). As entrevistas ocorrerão de 24 de junho a 5 de julho. O resultado será publicado até 15 de julho. Os novos bolsistas começarão seus trabalhos no dia 1º de agosto de 2013 ou de acordo com o cronograma de execução do respectivo projeto.

Conheça o detalhamento de todas as etapas do concurso no Edital para seleção de bolsistas de pesquisa. ( 201 Kb, pdf) Para abrir o arquivo, é necessário instalar o programa Adobe Acrobat Reader.

• do Centro de Pesquisa: tel. 3289-8638 ou 3289-8640 ou e-mail pipc@rb.gov.br;
• do Centro de Memória e Informação: tel. 3289-8662 ou e-mail memoria@rb.gov.br;
• das bolsas de iniciação científica: tel. 3289-8638 ou 3289-8640 ou e-mail pic@rb

Kroton e Anhanguera se unem e criam maior grupo de educação do mundo



Juntas, empresas terão mais de 1 milhão de alunos e valor de mercado de R$ 12 bilhões
A Kroton e a Anhanguera, os dois maiores grupos de educação do País, anunciaram uma fusão nesta segunda-feira (22), numa operação que cria o maior conglomerado do setor do mundo. A companhia resultante teria faturamento bruto de R$ 4,3 bilhões, mais de um milhão de alunos e valor de mercado próximo a R$ 12 bilhões.
A Kroton terá cerca de 57,5% da empresa combinada, enquanto os acionistas da Anhanguera ficarão com 42,5%. As ações da Anhanguera serão incorporadas pela Kroton. Os atuais acionistas da Anhanguera receberão 1,364 ação da Kroton após a aprovação da fusão, que depende de análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
O presidente da empresa será Rodrigo Galindo, atual presidente da Kroton, e o conselho de administração passa a ser comandado por Gabriel Mário Rodrigues, que lidera o conselho da Anhanguera. “Será uma empresa maior e mais eficiente, os dois grupos têm complementaridade geográfica e possibilidade de sinergias relevantes”, disse Ricardo Scavazza, atual presidente da Anhanguera, que fará parte do conselho da empresa resultante, em teleconferência com o mercado financeiro nesta manhã.
A Anhanguera tem forte presença em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A Kroton está mais estabelecida no Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia, Santa Catarina e Paraná. Na empresa resultante, 73% da receita virá do ensino superior em campus, 23% do ensino superior em polos associados e 4% de educação básica. O grupo terá cerca de 800 unidades de ensino superior e 810 escolas associadas.
Além de aumentar a área de atuação, a complementaridade geográfica faz os administradores acreditarem que não haverá maiores problemas no Cade. “Nosso market share [ participação de mercado ] nacional é baixo, e os múnicipios onde há sobreposição de atuação [ ou seja, onde essa participação subiria ] são muito poucos”, diz Galindo.
“Teremos valor de mercado próximo a US$ 5,9 bilhões (R$ 12 bilhões), o dobro da segunda maior empresa do setor [ a chinesa New Oriental, que vale cerca de US$ 3 bilhões ]. O ebitda [ lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ] será de cerca de US$ 1 bilhão, seremos uma empresa bastante relevante”, afirma Galindo.
As duas empresas são listadas no Novo Mercado da BM&F Bovespa e, segundo Galindo, existe expectativa de que agora o grupo passe a fazer parte do IBovespa, índice de referência da bolsa paulistana. O anúncio da fusão fez os papéis da companhias dispararem. A ação da Kroton saltou 8,14%, a R$ 27,19, enquanto o da Anhanguera fecharam com alta de 7,91%, a R$ 36,85. O Ibovespa subiu 0,68%.
Após a aprovação do negócio, serão emitidas 198,8 milhões de ações da Kroton. No dia 30, a empresa vota em assembleia um desdobramento de ações, que poderia alterar a relação de troca dos papéis – os acionistas da Anhanguera passariam a receber 0,45 ação da Kroton.
“Foi um negócio entre iguais, o espírito é de uma fusão”, disse Galindo. “Poderia haver emissões tanto de uma empresa quanto de outra, mas vimos vantagens jurídicas na emissão da Kroton”, afirmou.
Até a aprovação do Cade, as empresas se mantêm independentes. “Não haverá, por enquanto, troca de informações estratégicas e nenhuma integração”, afirma Galindo. “O time de integração terá representantes das duas companhias, que têm várias integrações e captações de sinergia em seus históricos”, lembra, uma vez que os grupos cresceram em parte com fusões e aquisições.