quarta-feira, 22 de maio de 2013

Camerata Música Nova

Jorge Antunes - regente

Programa
Revueltas, Stockhausen, Jorge Antunes

23.05- quinta - 11h00
Museu Vivo de Memória Candanga
61-3301-3590
Brasília - DF


Orquestra Arte Barroca em Rio Claro


Paulo Henes - Direção Artística

Programa :
Vivaldi, Locatelli, Gallupi, Francesco Durante, Mancini

24.05 - quinta - 15h00
Teatro Popular do Sesi
19-3522-5650
Rio Claro - SP

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ECA recebe “Encontro Internacional de Música e Mídia”



Com o tema O gosto da música, o Centro de Estudos em Música e Mídia (MusiMid) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP realiza seu 9º Encontro Internacional de Música e Mídia. O evento acontece nos dias 18 a 20 de setembro, na ECA.
O tema geral do Encontro propõe investigar as diversas relações que a música estabelece com a ingestão de substâncias sólidas e líquidas e seus efeitos físicos, nas mais diversas situações.
As inscrições devem ser feitas neste link. O valor para apresentadores de trabalho é de R$50 para alunos de graduação, R$80 para alunos de pós-graduação e R$120 para professores e pesquisadores. É possível inscrever-se também como ouvinte. Neste caso, o valor é de R$50 até 6 de setembro e, a partir desta data, R$80. Todos esses valores serão considerados válidos entre 14 de agosto e 4 de setembro. Após essa data, haverá um acréscimo de 20% sobre o valor de referência.
O prazo para submissão de trabalhos foi prorrogado até 2 de junho. Serão emitidos certificados aos participantes que apresentarem trabalho e aos ouvintes que comparecerem a pelo menos 85% da programação.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta o ballet O Lago dos Cisnes



Divisor de águas na história do ballet clássico ao trazer uma série de inovações ao gênero, como os trajes ‘tutus’, para facilitar os movimentos de maior técnica exigidos pela coreografia às bailarinas, O Lago dos Cisnes, o mais famoso e popular ballet romântico, retorna, sete anos após sua última temporada, ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro – vinculado à Secretaria de Estado de Cultura –, a partir de 24 de maio, dando prosseguimento à programação artística elaborada pelo Maestro Isaac Karabtchevsky.


Na versão criada em 2006, por Yelena Pankova, especialmente para o Ballet do Theatro Municipal, revezam-se nos papeis principais, até 2 de junho, os Primeiros Bailarinos do San Francisco Ballet, a cubana Lorena Feijoo e o brasileiro Vitor Luiz, como convidados especiais, e as estrelas do BTM, Márcia Jaqueline, Cláudia Mota, Filipe Moreira e Denis Vieira. O Ballet do Theatro Municipal tem Direção Artística de Hélio Bejani. A Orquestra Sinfônica do TM terá à frente o Maestro Silvio Viegas, seu regente titular.

A primeira versão de O Lago dos Cisnes fez sua estreia em 1877, com coreografia de Julius Reisinger, para o Teatro Bolshoi de Moscou. Apesar da beleza da música de Tchaikovsky, a temporada foi um fracasso, acentuado pelo fraco desempenho da protagonista, Pelageya Karpakova. Somente em 1894, um ano após o falecimento do compositor russo, o ballet ganharia uma nova versão consagradora. Neste ano – quando outros ballets com música de Tchaikovsky já eram sucesso, como A Bela Adormecida, de 1890, e O Quebra-Nozes, de 1892 –, o príncipe Ivan Alexandrovich, diretor do Teatro Mariinsky de São Petersburgo, decide prestar-lhe uma homenagem com uma nova versão de O Lago dos Cisnes, coreografado por Marius Petipa (1º e 3º atos) e Lev Ivanov (2º e 4º atos). Desde então, tornou-se um dos mais populares ballets do repertório clássico.

A temporada marca também a estreia do projeto Falando de Ballet. Serão palestras gratuitas com uma hora de duração sobre o espetáculo a ser apresentado – aos moldes das opera talks realizadas habitualmente em teatros europeus –, com início uma hora e meia antes do começo da sessão, no Salão Assyrio. Os palestrantes serão Hélio Bejani, diretor do BTM, e a primeira bailarina Ana Botafogo, que se revezarão ao longo das nove récitas, falando sobre a história de O Lago dos Cisnes e abordando também detalhes específicos desta montagem.

Começa hoje a Mostra revela África em 18 documentários - entrada gratuita



A Caixa Cultural em São Paulo recebe, a partir desta terça-feira (21), a mostra de documentários "África Hoje". O evento reúne 18 produções, feitas a partir de 2002, sobre a política, a história e a cultura do continente, sob o ponto de vista de quem mora ou tem estreitas relações com os países africanos. Todas as sessões são gratuitas.

A curadora Luciana Hees, que mora e trabalha em Moçambique desde 2003, avaliou cerca de 30 filmes para compor a seleção da mostra e afirma que procurou fugir de produções que estereotipam a África. É por isso que destaca, por exemplo, os longas que mostram a influência árabe no continente.

"Acho importante salientar esse dado porque normalmente as pessoas não associam a África à cultura árabe e o Brasil tem 12 milhões de árabes e descendentes", diz Luciana.Dentro desse perfil, "Rouge Parole" (Tunísia, 2011), de Elyies Baccar, é o mais representativo da mostra. Eleito um dos melhores documentários de 2012 pelo Moma (Museu de Arte Moderna de Nova York) fala da revolução popular ocorrida em 2011, que tirou do poder o ex-ditador Zine El Abidine Ben Ali, e serviu como estopim para a Primavera Árabe que resultou na queda de governos no Egito, Líbia e Iêmen.

Outra importante produção da mostra é "As Duas Faces da Guerra" (Guiné Bissau, Cabo Verde e Portugal, 2007), de Diana Andringa e Flora Gomes.

O filme mostra a curiosa cumplicidade entre os que lutavam contra o colonialismo português, engajados no PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) e os que engrossavam as fileiras do Exército português, durante os conflitos iniciados em 1963.

O pensamento de Amílcar Cabral, fundador do PAIGC, de que a guerra não era contra os portugueses, mas contra o colonialismo português, é o que vai aproximar esses dois lados e depois abrir caminho para a Revolução dos Cravos, em 1974.

Luciana Hees acredita que boa parte dos filmes dialoga com a realidade brasileira. Em especial, "Fahrenheit 2010" (África do Sul, 2009), de Craig Turner.

"Esse eu fiz questão de incluir", diz. "O filme mostra as pessoas que foram removidas de suas casas para a construção de estádios, fala das verbas incríveis gastas para criar essa infraestrutura e de como esses estádios agora estão abandonados, cheios de problemas", diz.

Na abertura do evento, além de "Rouge Parole", será exibido "A Casa da Mãe" (África do Sul, 2007), de François Verster, um registro de quatro anos na vida de uma adolescente que mora com a mãe e a avó em na periferia de Cape Town, na África do Sul.

Haverá, ainda, um debate sobre o tema "Que espécie de democracia trouxe a Primavera Árabe?", com a doutora em cinema e políticas culturais pela USP, Alessandra Meleiro, e Marcio Abujamra, diretor do longa "Jards Macalé - Um Morcego na Porta Principal".

Mostra 'África Hoje'
Quando: 21/05 - 02/06 (Confira a programação completa)
Onde: Caixa Cultural São Paulo
Entrada Gratuita

IEB promove “Feira de Livros”





O Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP) nos meses de maio e junho promove uma Feira de Livros, todas as terças-feiras, das 10h às 16h.
Serão vendidos somente livros do IEB com 50% de desconto (não serão aceitos cartões). 

Confira as publicações disponíveis
http://www.ieb.usp.br/evento/feira-de-livros

21/05/13 | 10:00 - 16:00
28/05/13 | 10:00 - 16:00
04/06/13 | 10:00 - 16:00
11/06/13 | 10:00 - 16:00
18/06/13 | 10:00 - 16:00
25/06/13 | 10:00 - 16:00

Música no Museu dá ênfase à voz em Junho



O sucesso das harpas em maio, com seus 129 concertos, um novo recorde de Música no Museu,  tem  sequência nos primeiros dias de  junho, com dois eventos: um no Corcovado e outro na Comunidade do Alemão , encerrando, assim, o VIII RioHarpFestival.

Junho, aliás, como já é tradicional, Música no Museu  privilegia a voz nos seus  concertos do Rio de Janeiro, mesclando trechos de óperas, clássicos brasileiros e europeus com música coral.
  
Serão 30 concertos no Rio de Janeiro e, contando com as apresentações nas outras cidades, chegam a 40, incluindo a versão internacional, com a pianista Fernanda Canaud  que se apresenta em Portugal, nas cidades de Lisboa, Alcobaça e Coimbra.

Já para o mês de julho outra novidade:  os concertos serão todos realizados por jovens músicos, já que Música no Museu foi inserido na programação oficial do Encontro Mundial da Juventude.

Na abertura, dia 1º, às 18:30hs,  a organista Domicila Ballesteros tocará na Igreja Santa Cruz dos Militares.          
  
Na expectativa de sua presença, as saudações musicais de Sergio da Costa e Silva – Diretor de Música no Museu - tel:2253-8645 .

www.musicanomuseu.com.br 

OSUFRJ apresenta obras de Saint-Saëns e Mendelssohn



Marcado para as 19h, no Salão Leopoldo Miguez, o espetáculo tem entrada franca. O violinista Pedro Ramiro, bacharelando da Escola de Música e um dos vencedores do concurso para solista da OSUFRJ realizado no ano passado, será o solista.
O terceiro concerto de Saint Saens foi escrito em 1880 e estreado no ano seguinte por seu amigo Pablo de Sarasate, um dos maiores expoentes do violino de todos os tempos, a quem é dedicado. O trabalho adota a forma clássica em três andamentos embora os seus tempos não sigam a dinâmica canônica rápido-lento-rápido. Tendo a seu lado um violinista capaz de aliar o lirismo romântico ao virtuosismo técnico, o compositor pode criar uma obra que integra o repertório dos grandes instrumentistas.

Já Mendelssohn esboçou sua sinfonia no 4, em Lá maior, em uma estadia em Roma (1830 a 1831). Terminou-a, porém, na Inglaterra, em 1833. A obra foi encomendada pela Sociedade Filarmônica de Londres que a estreou a 13 de maio de 1833, com regência do compositor. É muito provável que Mendelssohn encontrasse a fonte de inspiração para a sua Sinfonia Italiana nas ruínas e paisagens da Itália e numa determinada dança napolitana.

Dotado de excepcional talento natural, Mendelssohn era já um compositor com domínio da sua arte na época em que compôs o seu Octeto de Cordas, aos 16 anos. Aos 20, prestou um inestimável serviço à história da música chamando atenção para obra de Bach, que passara por um esquecimento de mais de um século.

Por coincidência, viria a Falecer em Leipzig  ̶  a cidade em que o mestre do barroco havia terminado a vida. Morreu em 1847, com apenas 38 anos. Este alemão de Hamburgo, que foi contemporâneo de Chopin, Schumann, Liszt, Wagner e Verdi, deixou-nos uma obra em que o sabor clássico está mais presente do que na dos seus contemporâneos.


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Orquestra de Câmara Franz Liszt e Emmanuel Pahud



A Orquestra de Câmara Franz Liszt foi criada em 1963, em Budapeste, por alunos da Academia de Música Franz Liszt. Hoje congrega músicos jovens e veteranos sob a direção artística de János Rolla, 68, violinista que assumiu o posto em 1979, depois de 16 anos como concert master. Em seus 50 anos de atividade, a Orquestra de Câmara Franz Liszt alcançou sucesso extraordinário e ganhou ampla reputação internacional. Já se apresentou em mais de 50 países, incluindo concertos em salas de grande prestígio como o Carnegie Hall de Nova York, o Suntory Hall de Tóquio, a Sydney Opera House e o Concertgebouw de Amsterdã, e junto a solistas do porte de Sviatoslav Richter, Yehudi Menuhin, Jean-Pierre Rampal, Isaac Stern e Mstislav Rostropovich.

Seu repertório abrange de um amplo leque de obras que cobrem de peças do barroco até composições clássicas, românticas e mesmo contemporâneas. Sua discografia tem mais de 200 títulos para os selos Erato, EMI, Sony Classical e, na maior parte, o selo Hungaroton. Com eles, já conquistou vários “Grand Prix” da Academia Parisiense do Disco, entre outros prêmios.
      
A orquestra é integrada por 16 músicos de cordas, eventualmente acompanhados de cravo, sopros e outros instrumentos.
Encontrar a cor da música – As duas apresentações em São Paulo integram uma grande turnê internacional da Orquestra de Câmara Franz Liszt para celebração do transcurso de seus 50 anos. Nesses concertos, a Orquestra traz como solista um dos grandes flautistas da atualidade, o suíço Emmanuel Pahud, 43 anos, há mais de 20 anos primeiro flautista da Orquestra Filarmônica de Berlim.
      
Pahud estudou em Bruxelas na Academia de Música de Uccle, com Michel Moinil, e depois com Carlos Bruneel (atual diretor do Théâtre Royal de la Monnaie, em Bruxelas). Aos 17 anos foi para Paris e ingressou no Conservatório de Paris, onde teve como professores Michel Debost, Marion Alain, Artaud Pierre e Christian Larde. Depois de formado passou a estudar estilo e interpretação com um dos maiores flautistas em atividade na França, o também suíço Aurèle Nicolet. O período de aprendizado com Nicolet foi fundamental para a carreira de Pahud. Em 1992 acabou vencendo o Concurso de Música Internacional de Genebra e, no mesmo ano, tornou-se flautista principal da Filarmônica de Berlim, escolhido pelo maestro Claudio Abbado. Com apenas 22 anos, tornou-se o mais jovem chefe de naipe da célebre orquestra. Em paralelo à sua carreira com a Filarmônica de Berlim, ele é frequentemente convidado como solista de orquestras de renome internacional como London Symphony, Tonhalle Orchester Zürich, Orchestre de la Suisse Romande e Filarmônica da Radio France. Tem também intensa atividade como músico de câmara, além de tocar ainda como músico de jazz.Embora seja um entusiasta da música nova, Pahud diz sentir-se mais à vontade com o repertório antigo. “O termo ‘tradição’ é muitas vezes usado para disfarçar o passado, a falta de evolução ou a negação do progresso”, afirma. Para ele, porém, “o significado da tradição é de alguma coisa em evolução, os grandes artistas se alimentam do passado para definir o futuro”.
Foco na música barroca – O repertório que a Orquestra de Câmara Franz Liszt apresenta em seus concertos em São Paulo é focado no período barroco. Mas nele há espaço para uma peça mais moderna, “Balada para flauta, cordas e piano”, de Frank Martin, compositor suíço falecido em 1974.
      
Abaixo, rápidas informações sobre as obras do programa:
J. S. Bach, Concerto de Brandenburgo nº 3 – Os seis concertos brandenburgueses, compostos por Bach entre 1718 e 1721, são considerados como expoentes do barroco na música, além de estarem entre os clássicos mais populares. Este é o terceiro da série e talvez o mais conhecido deles. Nele, Bach deixa de lado os instrumentos de sopro para focar totalmente nas cordas. O concerto todo é construído a partir de mínimas células rítmicas, que constituem a base dos diferentes temas melódicos com os diferentes grupos de instrumentos ora separando-se, ora se opondo, ora unindo-se em um tutti.
Vivaldi, Concerto para flauta “La tempesta di mare” – O opus 10 de Vivaldi, de 1729, é um conjunto de seis concertos para flauta e cordas. Este “La tempesta di mare”, o de número 1, é marcado pela rítmica frenética, traduz em sons as tempestades oceânicas que há centenas de anos afligem os venezianos.
Purcell, Abdelazer – Suíte em nove movimentos, esta peça foi escrita em 1695 para uma reapresentação da peça “Abdelazer, ou A Vingança do Mouro”, de Aphra Behn. O personagem Abdelazer é um anti-herói homônimo, que despreza toda a suavidade. A música de Purcell foi, segundo recomendação do dramaturgo, criada com a intenção de provocar Abdelazer ao seu próximo ato de maldade.
Frederico, o Grande, Concerto para flauta nº 3 – Frederico II de Hohenzollern foi o rei da Prússia (de 1740 a 1786) e um dos principais representantes do despotismo no século XVIII. Conhecido por vários apelidos (de “rei filósofo” a “músico rei”), passou a ser chamado “O Grande” depois de suas façanhas militares que transformaram a Prússia em uma máquina de guerra. Frederico era reconhecido como flautista de grandes qualidades, e também como compositor. Este é o terceiro dos sete concertos para flauta que escreveu.
Martin, Balada nº 1 para flauta, orquestra de cordas e piano – O suíço Frank Martin, compositor relativamente esquecido, escreveu seis peças que chamou de “baladas”, música de qualidades narrativas líricas e dramáticas. Esta, a primeira delas, foi escrita em 1939, tendo como objetivo principal captar as características mais idiomáticas do instrumento solista. Exige amplos recursos técnicos do instrumentista, mas para o ouvinte oferece momentos musicalmente deslumbrantes.
Mozart, Divertimento KV 138 – Peça escrita em 1772, quando Mozart tinha apenas 15 anos. É música, portanto, que reflete a inocência de sua juventude mas prenuncia já o que seria o estilo do compositor.
Mercadante, Concerto para flauta e orquestra nº 2 – Na metade dos anos 1840, Giuseppe Saverio Mercadante era o mais popular compositor de óperas da Itália – escreveu mais de 60! Hoje, porém, ninguém mais se lembra de suas óperas, mas apenas dos seis concertos para flauta que escreveu com 24 anos – em especial deste segundo, em mi menor. Com estrutura musical diversificada, o concerto conquista o ouvinte pelas belas melodias, pelo lirismo e pela rítmica saborosa.

Os concertos da temporada –
Os próximos concertos da Temporada 2013 da Cultura Artística, todos eles na Sala São Paulo:
Quarteto Borodin, em 2 e 5 de junho
Orquestra Real do Concertgebouw, regência Mariss Jansons, solista Denis Matsuev (piano), em 24 e 25 de junho
também concerto ao ar livre no domingo 23 de junho, 11 horas, no Parque Ibirapuera
Piotr Anderszewski (piano), em 29 e 31 de julho
Joshua Bell (violino) & Alessio Bax (piano), em 31 de agosto e 1 de setembro
Gabriela Montero (piano), em 18 e 21 de setembro
Orquestra Sinfônica Finlandesa de Lahti, regência Okko Kamu, solista Elina Vähälä (violino), em 19 e 20 de outubro
Combattimento Consort Amsterdam & Quirine Viersen (violoncelo), em 2 e 6 de novembro

S E R V I Ç O
Cultura Artística 2013
ORQUESTRA DE CÂMARA FRANZ LISZT
EMMANUEL PAHUD flauta
23 de MAIO  quinta  Série Branca
24 de MAIO  sexta  Série Azul
21 horas

Encontro nacional de flauta doce 2013



O Encontro Nacional de Flauta doce, em sua 7 edição, a ser realizada na cidade de São Paulo, nos meses de maio e junho de 2013, apresentará em 5 dias o tema “Excelência na performance: novos caminhos para a flauta doce” que será abordado em palestras, textos acadêmicos, discussões, debates e apresentações de musicais desse instrumento infinito em suas possibilidades. É muito comum ouvirmos que a flauta doce não faz parte de uma orquestra, pois muitas pessoas desconhecem o vasto repertório que este instrumento possui para ser acompanhado por uma formação "de câmara" de cordas. É pensando na excelência da performance desse instrumento, e ainda, na oportunidade rara para os flautistas brasileiros, de interpretar um concerto para flauta doce acompanhado por um grupo de cordas, que a sétima edição do Enflama traz o grupo Fantasmi Baroque ensemble com o apoio da Juilliard School of Music e também com o apoio da University of North Texas, sob direção do flautista holandês Paul Leenhouts para coordenar ensaios e orientar os flautistas brasileiros. Ainda sim, vale ressaltar a pesquisa na construção de instrumentos como a flauta doce Eagle, uma flauta doce construída para ser utilizada em solos com orquestra moderna e com instrumentos modernos. É pensando nos novos caminhos para a flauta doce que o Enflama traz a flautista e construtora da flauta Eagle, a holandesa Adriana Breukink.

O evento acontecerá no Centro Universitário MariAntônia da Universidade de São Paulo.

Inscrições Abertas em http://enflama.quintaessentia.com.br
Chamada para apresentação de trabalhos até 30.04.2013

PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA - PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL - 2012.

HOJE CAMERATA ABERTA NO ITAÚ CULTURAL


 ITAÚ CULTURAL

A Camerata Aberta é um grupo estável da Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP Tom Jobim), dedicado ao repertório dos séculos XX e XXI. Tem entre seus integrantes alguns dos principais músicos atuantes na cena erudita brasileira e exerce intensa atividade pedagógica, voltada para a formação de público e de jovens músicos. Obteve o prêmio APCA 2010 de música contemporânea; em 2012 lançou seu primeiro CD, Espelho D’Água, que veio a ganhar o Prêmio Bravo! na categoria "Melhor CD de Música Erudita".

Serviço

20.05 - segunda - 20h30
Sala Itaú Cultural
11-2169-1777
Av. Paulista. 149 
São Paulo - SP


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Concerto de orgão e canto com Ulisses e Marly Montoni

Para melhor visualização clique sobre o flyer

Orquestra Petrobras Sinfônica



Issac Karabchesvsky – regente

18.05  - sábado – 16h00
Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Marechal Floriano s/n
Rio de Janeiro – RJ
Ingressos : R$ 20 a 96

Orquestra Sinfônica Brasileira



Roberto Minczuk - regente
Hélène Ginaaud – piano

Programa
Franck e Beethoven

18.05 – domingo – 17h00
Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Marechal Floriano, s/n
Rio de Janeiro – SP
Ingressos: R$ 20 a R$ 140

Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul e Coral Sinfônico de S. J. dos Campos



Sérgio Assunpção – regente
Sergio Wernec – regente do coro

18.05 – sábado – 16h30
Teatro Municipal Paulo Machado de Carvalho
Av. Conde de Porto Alegre, 840
São Caetano do Sul – SP
Entrada Franca

Orquestra Sinfônica Municipal e Coral Lírico



Vistor Hugo Toro – regente

19.05 – domingo –  11h00
Teatro  Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo s/n
São Paulo -  SP

Orquestra Sinfônica do Est. de São Paulo



John Nelson – regente

19,05 – domingo – 11h00
Sesc Itaquera
Av. Projetada, 1000
Itaquera- São Paulo – SP
Entrada Franca

Orquestra Filarmônica de Santo Amaro



Silvia Lusiada – regente

19.05 – domingo -11h00
Teatro Ítalo Brasileiro – Sala  Paulo Autran
Av. João Dias, 2046
Santo Amaro – São Paulo – SP
Ingressos R$ 20

Coral Jovem do Estado de São Paulo



Naomi Munakata – regente
Israel Mascarenhas – Orgão

Programa
Lotti, Carissimi, Charpentier e Bach

19.05 – domingo – 15h00
MASP
Av. Paulista, 1578
São Paulo –SP
Entrada Franca