quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Evento convida paulistanos a apreciarem música erudita enquanto pedalam pela cidade


 
A Ciclovia Musical é um percurso aberto tanto a ciclistas como a pedestres com o objetivo de aproximar o público da música clássica e incentivar a atividade física

Embora muitas pessoas gostem de pedalar ouvindo música, quantas delas fazem isso ao som de música erudita? Uma boa oportunidade para  subir na bike e apreciar o som clássico pode ser a Ciclovia Musical, um passeio gratuito de bicicleta que passa por várias apresentações musicais em diferentes pontos da Barra Funda no sábado, 24, das 10h30 às 16h30.

Os passeios ciclísticos terão quatro opções de horários para os roteiros guiados, com a participação de monitores ciclistas e músicos que darão informações sobre as apresentações. As rotas guiadas passarão por cinco concertos diferentes, permanecendo 20 minutos em cada local. Do Memorial da América Latina sairão duas turmas nos horários de 10h30 e 12h; outra opção são as saídas a partir do Estacionamento do Skala Park, às 11h e às 12h30. Também há a opção de fazer seu próprio roteiro, escolhendo a apresentação da sua preferência.

No local serão disponibilizadas bicicletas para locação, mas os ciclistas estão liberados para levar sua própria bike. Quem preferir ir caminhando poderá conferir os shows da mesma forma, basta ficar de olho no roteiro de apresentações. Para saber mais, visite o site do evento. http://www.cicloviamusical.com.br/index.php

Serviço:

Ciclovia Musical

Sáb 24/08 das 10:30 às 16:30
Adicionar à minha agenda do Google

Catraca Livre


Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664
Barra Funda - Oeste
São Paulo
Estação Palmeiras-Barra Funda (Metrô – Linha 3 Vermelha)
Estação Palmeiras-Barra Funda (CPTM – Linha 7 Rubi)

 

Vestibular 2014: veja o calendário das universidades estaduais


 
Fuvest, Unesp e Unicamp receberão insrições entre os meses de agosto, setembro e outubro
Atenção vestibulandos: as universidades estaduais já divulgaram os calendários para os vestibulares deste ano. Fique atento às datas de inscrição e das provas dos processos seletivos da Fuvest, Unesp e Unicamp para 2014.

- Siga o Governo do Estado de São Paulo no Twitter e no Facebook 


Fuvest 2014:

Inscrição - de 23 de agosto a 9 de setembro de 2013

Exame da primeira fase - 24 de novembro de 2013

Exames da segunda fase - de 5 a 7 de janeiro de 2014

Primeira chamada - 1º de fevereiro de 2014

Unesp 2014:

Inscrição - de 16 de setembro a 11 de outubro de 2013

Exame da primeira fase - 17 de novembro de 2013

Exames da segunda fase - 15 e 16 de dezembro de 2013

Primeira chamada - 27 de janeiro de 2014

Unicamp 2014:

Inscrições - de 19 de agosto a 13 de setembro de 2013

Exame da primeira fase - 10 de novembro de 2013

Exames da segunda fase - de 12 a 14 de janeiro de 2014

Provas de habilidades específicas - de 20 a 23 de janeiro de 2014

Divulgação da chamada para matrícula virtual - 3 de fevereiro de 2014

Matrícula virtual - dias 4 e 5 de fevereiro de 2014

Divulgação da 1ª chamada para matrícula presencial - 7 de fevereiro de 2014

Matrícula da 1ª chamada - 12 de fevereiro de 2014

Isenção da taxa de inscrição: para os candidatos interessados em solicitar a isenção da taxa de inscrição do Vestibular Unicamp 2014, a Comvest já está com as inscrições abertas e vai receber a documentação necessária até o dia 28 de maio. Neste link você encontra as informações sobre quem pode pedir a isenção e o que é preciso para solicitar o benefício.

 

Inscrições abertas para oficinas literárias e laboratórios de leitura


 
Estão abertas as inscrições para as Oficinas de Análise e Criação Literária e para os Laboratórios de Leitura promovidos pela Fundação Cultural de Curitiba. As inscrições podem ser feitas até 15 de agosto, das 9h às 12h e das 14h às 17h, no Palacete Wolf (Praça Garibaldi, nº 7), mediante a doação de um livro de literatura. Mais informações pelo telefone (41) 3321-3317 GRÁTIS (41) 3321-3317 end_of_the_skype_highlighting

As Oficinas de Análise e Criação Literária buscam subsidiar os interessados no ofício da escrita literária por meio da leitura e análise de obras da literatura, permitindo aos participantes que entrem em contato com a produção de vários escritores e teóricos. O curso também incentiva o participante à reflexão sobre processos criativos, tanto através de leituras como da produção de seus próprios textos. As Oficinas de Análise e Criação Literária serão realizadas no Palacete Wolf e na Casa da Leitura Paulo Leminski (CIC).

Os Laboratórios de Leitura têm como principal objetivo incentivar as pessoas a que se tornem mediadoras de leitura. Partindo-se do pressuposto de que para ser mediador de leitura é preciso ser leitor, o que se faz é investir na formação dos próprios participantes como leitores, além de se propor reflexões sobre a leitura, seu papel na sociedade e na vida das pessoas. Nesses encontros, portanto, convergem teorias e práticas de leituras.

Sob a orientação de um profissional responsável, os participantes dos Laboratórios passam quatro meses lendo, estudando e conversando sobre literatura e refletindo a respeito da leitura. Nessas atividades, os integrantes têm como meta, ao término do período, a construção e execução de projetos de incentivo à leitura junto à população. Os Laboratórios de Leitura ocorrerão no Palacete Wolf (Centro), na Casa da Leitura Wilson Martins (Rua da Cidadania Boqueirão) e na Casa da Leitura Maria Nicolas (Rua da Cidadania Santa Felicidade).

Serviço:
Inscrições: 17/07 a 15/08
Horários: 9h às 12h e 14h às 17h
Local: Palacete Wolf
Valor: Doação de um livro literário
Informações: 3321-3317

Programação:

Oficinas de Análise e Criação Literária

Oficina de Análise e Criação Literária A Voz do Escritor – Impressões em Expressão na Análise & Criação Literária
Ministrante: Monica Berger
Dia/Horário: Terça-feira, 19h às 22h
Local: Palacete Wolf
Datas: 20/08, 27/08, 10/09, 24/09, 01/10, 15/10, 22/10, 05/11, 19/11, 26/11.

Oficina de Análise e Criação Literária Cantos Paralelos
Ministrante: Marília Kubota
Dia/Horário: Quinta-feira, 14h às 17h30
Local: Casa da Leitura Paulo Leminski
Datas: 22/08, 29/08, 12/09, 26/09, 03/10, 17/10, 24/10, 07/11, 21/11, 28/11.

Oficina de Análise e Criação Literária Escrita literária como forma de alteridade
Ministrante: Paulo Sandrini
Dia/Horário: Sábado, 14h às 18h
Local: Palacete Wolf
Datas: 24/08, 31/08, 14/09, 28/09, 05/10, 19/10, 26/10, 09/11, 23/11, 30/11.

Oficina de Análise e Criação Literária Ressonância – Oficina de Poesia
Ministrante: Ricardo Corona
Dia/Horário: Quarta-feira, 19h às 22h
Local: Palacete Wolf
Datas: 04/09, 11/09, 18/09, 25/09, 09/10, 23/10, 06/11, 13/11, 20/11, 27/11.

(Datas sujeitas a alterações sem prévio aviso)

Laboratórios de Leitura

Laboratório de Leitura Entre a Escrita e a Voz: espaços de leitura e mediação
Ministrante: Flavio Stein
Dia/Horário: Quinta-feira, 19h às 22h
Local: Palacete Wolf
Datas: 22/08, 29/08, 05/09, 12/09, 19/09*, 26/09, 03/10, 10/10, 17/10, 24/10, 31/10, 07/11, 14/11, 21/11, 28/11, 05/12, 12/12.

Laboratório de Leitura Osman Lins, Leitura da Obra, Leitura de Mundo
Ministrante: Assionara Souza
Dia/Horário: Terça-feira, 14h às 18h
Local: Casa da Leitura Wilson Martins
Datas: 20/08, 27/08, 03/09, 10/09, 17/09, 24/09, 01/10, 08/10, 15/10, 22/10, 29/10, 05/11, 12/11, 19/11, 26/11, 03/12, 10/12.

Laboratório de Leitura Mobilidades Literárias
Ministrante: Fernanda Boechat
Dia/Horário: Quinta-feira, 14h às 18h
Local: Casa da Leitura Maria Nicolas
Datas: 22/08, 29/08, 05/09, 12/09, 19/09, 26/09, 03/10, 10/10, 17/10, 24/10, 31/10, 07/11, 14/11, 21/11, 28/11, 05/12, 12/12.

Laboratório de Leitura A Leitura no Caminho dos Tijolos Amarelos: da Imagem ao Hipertexto em Borges, Cortázar e Calvino
Ministrante: Monica Berger
Dia/Horário: Terça-feira, 14h às 18h
Local: Palacete Wolf
Datas: 20/08, 27/08, 03/09, 10/09, 17/09, 24/09, 01/10, 08/10, 15/10, 22/10, 29/10, 05/11, 12/11, 19/11, 26/11, 03/12, 10/12.

*a programação está sujeita a alterações

 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Ópera “Aida” Guiseppe Verdi no Teatro Municipal de São Paulo




Orquestra Sinfônica Municipal, Coro Lírico e Balé da Cidade de São Paulo

John Neschling – regente

 09.08 – sexta – 20h00
Teatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo s/n
São Paulo - SP

Ingressos: R$ 40 a R$ 100

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo


Rafael Burgos – regente

Programa:
Canções de Brahms e Quinta Sinfonia de Beethoven

09.08 – sexta – 21H00
Sala São Paulo
Praça Júlio Prestes, s/n
São Paulo – SP

Ingressos: R$ 25 a R$ 160

USP realiza a 7ª edição da Feira de Profissões


O intuito do evento é sanar as dúvidas de alunos do Ensino Médio que buscam definir em qual área desejam atuar

“O que você quer ser quando crescer?”. Esta pergunta, ainda que seja direcionada frequentemente a crianças, ganha proporções maiores quando é chegado o momento de escolher por onde começar a carreira profissional. A dificuldade do “primeiro passo” não é segredo para ninguém. Por conta disso, a USP organizará mais uma edição de sua Feira de Profissões, entre os dias 8, 9 e 10 de agosto, com entrada gratuita mediante à inscrição prévia.

http://prceu.usp.br/uspprofissoes/

Durante o evento, estudantes do Ensino Médio e aqueles que estão na fase pré-vestibular contarão com o auxílio de monitores da instituição (alunos de graduação e pós-graduação). A proposta é apresentar os cursos oferecidos, a grade curricular, os processos de formação acadêmica, as especializações e oportunidades no mercado de trabalho.

A Feira de Profissões da USP é organizada pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU).

 

Obras de Lasar Segall, Cândido Portinari e Di Cavalcanti na Pinacoteca


 
A Pinacoteca de São Paulo apresenta a exposição “Retratos no acervo da Pinacoteca” do Estado. Composta por cerca de 30 obras, entre pinturas, escultura, gravuras e fotografia, de artistas como Lasar Segall, Cândido Portinari, Emiliano Di Cavalvanti, Di Cavalcanti, Yoshiya Takaoka, Anatol Wladyslaw, Ernesto De Fiori, Renina Katz, Juan Esteves, entre outros. A mostra fica em cartaz entre os dias 3 e agosto e 3 de novembro, com entrada Catraca Livre aos sábados.

 

Para a mostra, foram selecionados autorretratos e retratos de indivíduos, realizados a partir da década de 1920 até os anos 2000. A exposição “Retratos no acervo da Pinacoteca do Estado” é dedicada à reflexão sobre o gênero do retrato a partir de obras da Pinacoteca e sua relação com a exposição de longa duração, Arte no Brasil.

Inscrições abertas no Sistema Mundus para candidaturas em editais de intercâmbio


Até o dia 18 de agosto, estarão abertas inscrições para candidaturas a 90 vagas no Edital 367/2013 – Língua Espanhola e 119 vagas no Edital 368/2013 – Convênios USP para intercâmbio de graduação em diversos países.

Os interessados poderão acessar os editais para mais informações e fazer a inscrição online no Sistema Mundus pelo link

 As dúvidas devem ser enviadas pelo sistema Fale do Sistema Mundus.

Mais informações: https://uspdigital.usp.br/mundus/faleConosco

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Ensaio Aberto Osesp, Coro da Osesp e Coro Acadêmico


 
Rafael Frühbeck de Burgos – regente

Obras de Brahms e Beethoven

08.08 – quinta – 10h00
Sala São Paulo
Praça Júlio Prestes, s/n
São Paulo – SP

Ingressos: R$ 10

Conservatório de Tatuí abre inscrições para bolsas de estudos


São oferecidas seis vagas para músicos atuantes; bolsas variam de R$ 750 a R$ 1 mil

O Conservatório de Tatuí, instituição da Secretaria de Estado da Cultura e do Governo de São Paulo, recebe até a terça-feira (6/08) inscrições de interessados em concorrer a bolsas de estudos para atuar em quatro grupos pedagógico-artísticos da escola de música, artes cênicas e luteria. As bolsas variam de R$ 750 a R$ 1 mil e são oferecidas seis vagas. Podem participar da seleção tanto alunos quanto aqueles que desejam se matricular na instituição.

Há vagas para bolsas de estudos nos cursos de violino, fagote, oboé, canto lírico (voz: contralto), percussão sinfônica e flauta doce. Se selecionado, quem não for aluno do Conservatório de Tatuí será matriculado no curso correspondente e, além das aulas de instrumento, terá que cumprir com a grade curricular, tocar no grupo pedagógico-artístico e participar como monitor aprendiz no grupo pedagógico jovem. Quem já for aluno passará a tocar no grupo pedagógico-artístico e cumprir atividade como monitor aprendiz no grupo pedagógico jovem, além das aulas que já frequenta.

As bolsas de estudos têm como objetivos valorizar e incentivar a atividade artística propriamente dita, dando oportunidade aos alunos e não-alunos talentosos de exercer a almejada prática instrumental/vocal, sob orientação de profissionais, ampliando as experiências que constituirão sua formação plena efetiva e suas oportunidades de inserção no mercado de trabalho.

A Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí receberá três bolsistas (violino, oboé e fagote). A Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí receberá o bolsista de percussão sinfônica. As vagas de contralto e flauta doce são para o Coro Sinfônico e o Grupo de Performance Histórica do Conservatório de Tatuí.

As inscrições podem ser feitas até o dia 6, das 8h às 11h e das 14h às 17h na Secretaria do Conservatório de Tatuí, que fica na rua São Bento, 808. Candidatos que não são alunos devem pagar taxa no valor de R$ 40. A única exigência, além do conhecimento no instrumento, é ter a idade mínima de 14 anos. É necessário ainda preencher ficha de inscrição (disponível no site conservatoriodetatui.org.br) e apresentar documento com foto e comprovante de endereço.

Conservatório de Tatuí - É um equipamento da Secretaria de Estado da Cultura e do Governo de São Paulo que tem por objetivos a formação profissional de músicos, lutiês, técnicos de áreas afins às artes cênicas e atores, bem como a capacitação e reciclagem nas áreas de Educação Musical e Educação Teatral. Criado por lei estadual em 13 de abril de 1951 e fundado oficialmente em 11 de agosto de 1954, o Conservatório de Tatuí, como é conhecido nacionalmente, representa uma das mais sérias e bem sucedidas ações no setor cultural no Estado de São Paulo. Com quase 60 anos de formação e difusão cultural, uma das mais respeitadas escolas de música da América Latina cumpre a missão de formar instrumentistas, cantores, atores e luthiers de prestígio internacional. Seus 47 cursos distintos, todos gratuitos, têm duração média de seis anos (além de dois anos de aperfeiçoamento, opcional), sendo que seus alunos são, invariavelmente, destaques em concursos nacionais e internacionais. Alguns dos principais músicos da atualidade tiveram formação no Conservatório de Tatuí. O Conservatório de Tatuí conta ainda com conjuntos pedagógicos (formados exclusivamente por alunos) e pedagógico-artísticos (formados por alunos e professores). São orquestras, bandas, big bands e grupos de música de câmara por meio dos quais os alunos têm assegurados a prática musical e o contato com instrumentistas profissionais. Além de ensino de alta qualidade, o Conservatório de Tatuí mantém agenda artística com diferentes atividades, que recebe espectadores de todo o interior paulista. São encontros, festivais, masterclasses, workshops, concertos, espetáculos de teatro, cursos intensivos, palestras e recitais. A produção interna é, ainda, levada aos mais diferentes pontos do Estado de São Paulo ao longo do ano, por meio de apresentações de grupos pedagógicos e pedagógico-artísticos.

 

Secretaria da Economia Criativa lança dois editais

INSCRIÇÕES ATÉ 13 DE SETEMBRO

O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria da Economia Criativa (SEC), lança dois editais nesta quarta-feira (31), no Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro.  A finalidade é contribuir para o desenvolvimento da Economia Criativa brasileira por meio do apoio financeiro à qualificação profissional e ao surgimento de novos empreendimentos nos setores criativos.

Os dois editais são dirigidos a instituições públicas e privadas sem fins lucrativos. O total de recursos investidos pelo MinC, nos dois editais, é de R$ 6.100.000,00. As inscrições iniciarão no dia do lançamento e ficarão abertas até 13 de setembro de 2013. Confira a publicação dos editais no Diario Oficial da União (31/7/2013, páginas 16 a 19, nº 146, seção 3). Confira os editais e formulários.

Formação e qualificação em gestão cultural

O Edital de Apoio à Formação Para Profissionais e Empreendedores Criativos é voltado à realização de cursos para formação e qualificação em gestão no setor criativo, elaborados e ministrados por instituições públicas de ensino superior ou privadas sem fins lucrativos que atuam com formação.

Serão selecionados 11 projetos, divididos em três categorias: Gestão de Negócios e Empreendimentos; Gestão e Produção de Eventos; e Gestão de Carreiras. Os recursos a serem distribuídos nesse edital somam R$1.100.000,00.

Podem concorrer entidades que tenham no mínimo três anos de existência e atuação comprovada em pelo menos um dos 15 setores da Economia Criativa previstos pelo edital. Os cursos promovidos pelas instituições selecionadas devem oferecer vagas gratuitas, preenchidas por meio de processo seletivo público.

Investimento em incubadoras

o
Edital de Fomento a Incubadoras de Empreendimentos da Economia Criativa tem a finalidade de fortalecer entidades que atuam com empreendimentos criativos e inovadores para que ampliem a oferta de vagas para a incubação. O total investido é de R$5.000.000,00. Serão contemplados até 20 projetos e cada projeto contará com o apoio do MinC no valor mínimo de R$250.000,00 e máximo de R$400.000,00.

O primeiro edital dessa modalidade lançado pelo MinC é dirigido a instituições públicas e privadas e privadas sem fins lucrativos que atuam como gestoras de incubadoras há, no mínimo, três anos.

Uma das metas da SEC/MinC é estruturar políticas de fomento a novos empreendimentos criativos. Algumas das poucas incubadoras públicas e privadas que atuam no setor têm capacidade de investimento limitada. "Queremos estimular as incubadoras que atuam nos setores criativos a ampliar sua capacidade", afirma a secretária da Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão.

 

 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Camerata Antiqua de Curitiba recebe inscrições para formação de cadastro de músicos coralistas.


Até o dia 6 de agosto de 2013, o Instituto Curitiba de Arte e Cultura – ICAC recebe inscrições para audições voltadas à formação de cadastro de músicos coralistas (substitutos e extras), destinados à Camerata Antiqua de Curitiba. O processo seletivo é para soprano, contralto, tenor e barítono. A ficha de inscrição e os documentos exigidos para a participação estão disponíveis no site www.icac.org.br e na agenda do site da FCC.

Os candidatos devem entregar todo o material – via Correios/SEDEX ou pessoalmente, de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h30 e das 14h às 17h30 – na Capela Santa Maria Espaço Cultural (Rua Conselheiro, 273), aos cuidados de Maria Antonia Jiménez Rodríguez. A lista dos pré-selecionados será divulgada no dia 7 de agosto de 2013, nos sites citados acima, passando para a primeira fase do processo seletivo, composto por audições na Capela Santa Maria Espaço Cultural, nos dias 8 e 9 de agosto, das 14h30 às 19h.

A relação dos escolhidos para a fase seguinte será conhecida no dia 12 de agosto de 2013, nos sites já mencionados. Nessa segunda etapa, os candidatos serão submetidos a julgamento na prática de conjunto, por meio da execução de uma obra do repertório da Camerata Antiqua de Curitiba, cuja partitura encontra-se nos sites já mencionados. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo endereço eletrônico marianto61@hotmail.com.

Serviço:
Instituto Curitiba de Arte e Cultura – ICAC recebe inscrições para formação de cadastro de músicos coralistas para a Camerata Antiqua de Curitiba.
Data: até o dia 6 de agosto de 2013.
Informações e ficha de inscrição disponíveis no site www.icac.org.br e na agenda do site da FCC
Contato: marianto61@hotmail.com.
A entrega dos documentos e da ficha de inscrição preenchida – via Correios/SEDEX ou pessoalmente, de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h30 e das 14h às 17h30 – deve ser feita na Capela Santa Maria Espaço Cultural (Rua Conselheiro, 273), aos cuidados de Maria Antonia Jiménez Rodríguez.

 

SELEÇÃO: Atriz para gravar cena - SP


Selecionamos Atriz para gravar cena.
Perfil:
Mulher, todas as etnias, entre 30 e 40 anos.
Gravação: 05/08 segunda-feira
Cachê: R$ 120,00

Interessadas enviar nome completo, data de nascimento, medidas, telefones, fotos (rosto e corpo inteiro) e videobook para: agenciarealcemodels@outlook.com

Funarte promove oficina gratuita ‘Da poética da Voz à Ação Vocal’, em Goiânia (GO)



A Fundação Nacional de Artes – Funarte, em parceria com a Cia. Teatral Oops!.., promove a oficina Da poética da Voz à Ação Vocal, de 5 a 16 de agosto (de segunda a sexta), das 19h às 22h, no Centro Cultural Grande Hotel, em Goiânia (GO). Esta atividade faz parte do Programa Oficinas de Capacitação 2013 da Funarte e será ministrada pelo ator e diretor João Bosco Amaral. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo ciaoops@hotmail.com ou pelos telefones: (62) 8408-7294 GRÁTIS (62) 8408-7294 end_of_the_skype_highlighting ou (62) 4141-0500

A oficina Da poética da Voz à Ação Vocal busca transformar a voz cotidiana e superá-la, fazendo com que a musicalidade seja também produtora de sentidos. Tal poética vocal não é estritamente técnica. Está ligada aos processos criativos e depende da coesão entre a organicidade e a técnica. Falar é um gesto, uma vibração do corpo, que parte de um desejo com um determinado objetivo. A voz é também uma ação física, um gesto do corpo e deve estar em harmonia com o restante deste corpo, trabalhando sinergicamente. As atividades desenvolvidas nesta oficina são: respiração, modulação, projeção, timbres, parâmetros do som, noção acústica, dicção, partitura vocal, audição, equilíbrio/desequilíbrio vocal, organicidade, falsetes e processos de criação. Duração: 30h.

Sobre o ministrante
João Bosco Amaral é ator e diretor teatral. Premiado em festivais de teatro nacionais, ministra oficinas por todo o país. É integrante da Cia. Teatral Oops!.., mas também trabalha com grupos e companhias de teatro do Brasil. Coordena e organiza o Festival de Teatro Oops!.. (antigo Festival Nacional de Teatro de Goiânia) e as oficinas de férias. Atualmente está em cartaz com os espetáculos Olho, Mateus e Mateusa, Desamor, Paradoxo e em processo de montagem da peça O Condenado.

Serviço:
Oficina Da poética da Voz à Ação Vocal, com João Bosco Amaral
Duração: 30h
Vagas disponibilizadas: 30
De 5 a 16 de agosto (segunda a sexta), das 19h às 22h
Local: Centro Cultural Grande Hotel
Avenida Goiás, esquina com a Rua 3, Centro – Goiânia (GO)
Informações e inscrições: ciaoops@hotmail.com ou pelos telefones (62) 8408-7294/ (62) 4141-0500

 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Theatro Municipal de SP apresenta 'Aída', ópera de Verdi



A ópera "Aída", de Giuseppe Verdi, abre a Temporada Lírica 2013 do Theatro Municipal de São Paulo nos dias 9, 11, 13, 15, 17, 18, 20, 22, 24 e 25 de agosto. No palco estarão três grupos artísticos da instituição: a Orquestra Sinfônica Municipal, sob regência do maestro John Nechling, o Balé da Cidade de São Paulo e o Coral Lírico, numa produção que reúne ao todo 276 profissionais, entre músicos, bailarinos e atores.

Marco Gandini, que há mais de duas décadas assina produções nas principais salas de ópera da Itália, como o Teatro alla Scala de Milão, a Ópera de Roma e o Teatro San Carlo, será o diretor cênico do espetáculo. Os cenários são de Italo Grassi, os figurinos de Simona Morresi, o desenho de luz de Valerio Tiberi e a coreografia de Marco Barriel.

O elenco, já em ritmo intenso de ensaios, conta com Maria Billeri (Aída) Tuija Knihtlä e Laura Brioli (Amneris); Anthony Michaels-Moore e Rodrigo Esteves (Amonasro); Gregory Kunde e Stuart Neill (Radamés); Luiz-Ottavio Faria (Ramphis) e Carlos Eduardo Marcos (Ramphis/Faraó); e Lukas D'Oro (Faraó), além de 40 figurantes.

"Reunir um elenco para 'Aída' é sempre difícil, especialmente no ano em que se comemora o bicentenário de Verdi. Não tenho dúvidas de que esta 'Aída' será um acontecimento na nossa história lírica recente. Com a ajuda incansável de toda a nossa equipe no Theatro e com o apoio que recebemos da Prefeitura de São Paulo e da Secretaria de Cultura, caminhamos a passos largos para entrarmos no rol das grandes casas de ópera do mundo", diz John Neschling.

Histórico

'Aída' foi apresentada pela primeira vez na Itália no Teatro alla Scala, em Milão. Verdi, então com 58 anos, foi chamado ao palco 32 vezes para receber os aplausos efusivos do público presente. A ópera havia estreado um ano antes, no Cairo, comissionada pelo quediva (vice-rei) egípcio, que com tal iniciativa acabou por imortalizar as históricas disputas entre Egito e Etiópia em uma das obras mais famosas do repertório lírico até os dias de hoje. Com seus personagens egípcios e etíopes cantando em italiano, Verdi conseguiu superar em popularidade todos os demais exemplares da grand opera, gênero tipicamente francês.

O caminho até que Verdi se decidisse pela criação da obra encomendada, porém, não foi fácil. Após recusas iniciais, ele acabou procurado pelo libretista Camille Du Locle, que havia recebido a sinopse por meio de um emissário do reino egípcio. Dois argumentos pesaram em sua decisão: o fato de o texto ter como um de seus autores o próprio quediva (uma informação que depois se revelaria falsa, pois tinha apenas o intuito de estimulá-lo a aceitar o pedido) e pagamento de 150 mil francos de ouro. Assim, finalmente, em junho de 1870, Du Locle escreveu a primeira versão do libreto, supervisionado por Verdi, em francês. Em seguida, o libretista italiano Antonio Ghislanzoni fez a tradução e finalizou a obra, colocando a ação em versos.

Sinopse

Em Mênfis, Egito, o guerreiro Radamés é designado chefe das tropas de seu país para combater a iminente invasão etíope. Amneris, filha do faraó, ama-o, desconfiando que sua escrava, Aída, do país inimigo, seja a preferida do coração de Radamés. Esta, por sua vez, divide-se entre o amor pelo guerreiro e a fidelidade à Etiópia, liderada por seu pai, Amonasro, que prepara o contra-ataque. As reviravoltas no conflito e no triângulo amoroso se sucedem a partir de então.

SERVIÇO

THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO - TEMPORADA LÍRICA 2013 - AIDA - GIUSEPPE VERDI. De 9 de agosto a 25 de agosto de 2013. Orquestra Sinfônica Municipal, Coral Lírico, Balé da Cidade de São Paulo. Regente - John Neschling. Direção cênica - Marco Gandini. Cenografia - Italo Grassi. Figurinos - Simona Morresi. Desenho de luz - Valerio Tiberi. Coreografia - Marco Barriel. Ingressos: R$ 40 a R$ 100.
Theatro Municipal de São Paulo - Endereço: Praça Ramos de Azevedo, s/nº. Telefone: (11) 3397-0300 GRÁTIS (11) 3397-0300 end_of_the_skype_highlighting / Bilheteria: 3397-0327. Ingressos: R$ 40 a R$ 100 - meia-entrada para estudantes. www.ingressorapido.com.br

 

Orquestra Filarmônica de Israel volta a se apresentar em Paulínia



A apresentação no Theatro Municipal de Paulínia é o grande destaque da Temporada 2013 dos Concertos Paulínia, que traz de volta uma das mais importantes orquestras em atividade do mundo. Desta vez, o programa terá obras de Beethoven, Mozart e Brahms

Em sua primeira passagem por Paulínia, em 2009, a Orquestra Filarmônica de Israel comoveu o público em dois extraordinários concertos regidos pelo maestro Zubin Mehta. Na Temporada 2013, a Orquestra volta a participar dos Concertos Paulínia, na segunda apresentação da série Grandes Concertos Internacionais, na segunda-feira, 19 de agosto, às 20 horas, com apoio da EPTV, do Hotel Vitória e apoio cultural da Prefeitura Municipal de Paulínia.

Reconhecida pela sua grandiosidade e conjunto sonoro irrepreensível, a Orquestra Filarmônica de Israel, sob regência do grande maestro indiano, apresentará a "Abertura Leonora nº 3 Op. 72b" de Beethoven, a "Sinfonia nº 40 em sol menor K. 550" de Mozart e a "Sinfonia nº 1 em dó menor Op. 68" de Brahms (1833 - 1897).

A Orquestra Filarmônica de Israel foi fundada em 1936 pelo grande violinista Bronislav Huberman e em seu concerto inaugural, no dia 26 de dezembro do mesmo ano, foi regida pelo lendário Arturo Toscanini. Desde então, a orquestra tem feito inúmeras turnês, encantando plateias por todo o mundo. Em Israel, apresenta aproximadamente 150 concertos por ano, servindo às populações de Tel Aviv, Jerusalém, Haifa, entre outras cidades. Suas séries de assinatura têm um público fixo de mais de 30.000 pessoas, um número extraordinário se comparado ao público de qualquer grande orquestra do mundo e especialmente tendo em vista a pequena população de Israel.

Entre os seus colaboradores estão alguns dos maiores regentes, como: Arturo Toscanini, Leonard Bernstein, Sir John Barbirolli, Sergei Koussevitsky, Zubin Mehta, Eugene Ormandy e Paul Paray. Como solistas, a Orquestra já recebeu personalidades como os pianistas Arthur Rubinstein, Claudio Arrau, Vladimir Ashkenazi, Daniel Barenboim, Rudolf Serkin e Lang Lang, violinistas como Itzhak Perlman, Isaac Stern, Natan Milstein, Pinchas Zukerman, Shlomo Mintz Maxim Vengerov e Joshua Bell; violoncelistas como Pablo Casals, Yo Yo Ma, Gregor Piatigorsky, Paul Tortelier, André Navarrá, Jacqueline du Pré, Antonio Meneses e Msitislav Rostropovitch; flautista Jean Pierre Rampal e cantores como Montserrat Caballé, Leontyne Price, Jessie Norman, Placido Domingo e Luciano Pavarotti.

Zubin Mehta foi nomeado conselheiro musical da Orquestra Filarmônica de Israel em 1969 e em 1981 tornou-se Diretor Artístico vitalício. Depois dele, Leonard Bernstein tornou-se Regente Honorário em 1988, e o Maestro Kurt Mazur foi nomeado Principal Regente Convidado Honorário, devido ao grande sucesso do seu trabalho à frente da orquestra em 1991. A partir da temporada 2011-2012, o maestro italiano Gianandrea Noseda tornou-se o principal maestro convidado da Orquestra Filarmônica de Israel.

O indiano Zubin Mehta nasceu em 1936, mesmo ano de fundação da Filarmônica de Israel, que regeu pela primeira vez em 1961, quando tanto ele quanto a orquestra tinham 25 anos. Uma ligação estreita se manteve desde então. Durante todas as crises e guerras em Israel, Mehta não hesitou em cancelar seus outros compromissos e correr para estar junto com a orquestra, encorajando-a com concertos especiais nas linhas de frente, na fronteira libanesa e em muitas comemorações nacionais, como o concerto em Massada, em outubro de 1988, quando regeu a Sinfonia no. 2 "Ressurr eição" de Mahler. Entre concertos, gravações e turnês, Zubin Mehta já regeu milhares de concertos da Orquestra Filarmônica de Israel, nos cinco continentes.

Zubin Mehta pertence, sem dúvida, à elite dos regentes orquestrais e de ópera da atualidade. É diretor artístico vitalício da Orquestra Filarmônica de Israel e foi também diretor artístico da Orquestra Filarmônica de Nova Iorque de 1979 a 1991, o período mais longo de um regente nessa função na história da orquestra. É Regente Honorário das Filarmônicas de Vienna, Munique e Los Angeles, do Teatro del Maggio Musicale Fiorentino e da Orquestra Estatal da Bavária. Regeu as "suas" orquestras em tournées por todo o mundo e é um dos regentes mais requisitados. Em 2006 sua autobiografia "A partitura da minha vida: memórias" foi publicada na Alemanha e em Israel. Em 2011, o Maestro foi homenageado com uma estrela no Hollywood Boulevard. Junto com seu irmão Zarin é co-presidente da "Mehli Mehta Music Foundation" (Bombay), onde mais de 200 crianças estudam música clássica. Zubin M ehta continua a apoiar a descoberta e promoção de talentos em todo mundo.

SERVIÇO
CONCERTOS PAULÍNIA 2013
Série "GRANDES CONCERTOS INTERNACIONAIS"
19 de agosto (segunda-feira), 20 horas
Orquestra Filarmônica de Israel
Regência: maestro Zubin Mehta (Índia)


PROGRAMA
L. van Beethoven (1770 - 1827)
Abertura Leonora nº 3 Op. 72b
W. A. Mozart (1756 - 1791)
Sinfonia nº 40 em sol menor K. 550
J. Brahms (1833 - 1897)
Sinfonia nº 1 em dó menor Op. 68


Local
Theatro Municipal de Paulínia
Av. Prefeito José Lozano de Araújo, 1551, Paulínia, tel. (19) 3933-2140  (19) 3933-2140 end_of_the_skype_highlighting
Nº de lugares: 1.219
Censura: 10 anos


INGRESSOS
Setor A - R$ 300,00
Setor B - R$ 210,00
Setor C - R$ 100,00
(50% de desconto para estudantes, terceira idade e moradores de Paulínia)
Vendas Online: http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=27904
Mais informações: concertospaulinia.com.br
Apoio Cultural: Prefeitura Municipal de Paulínia
Apoio: EPTV e Hotel Vitória
Realização: Interarte


 

Grupo Abril deve fechar a revista “Bravo!”


 
Depois de não renovar o contrato de licenciamento da MTV, marca da corporação americana Viacom, que informou nesta semana que irá relançar o canal no país na TV paga, o Grupo Abril decidiu fechar a revista mensal de cultura Bravo!. De acordo com o jornal “A Folha de São Paulo”, está previsto um anúncio oficial até o final da semana sobre o assunto. Procurada pelo veículo, a Abril não quis se pronunciar sobre o caso. A empresa vem passando por uma reestruturação desde junho – logo após a morte de Roberto Civita, presidente do Conselho de Administração. Diversos boatos sobre o fechamento de novas revistas surgem a cada dia, sendo a Playboy uma delas. A Abril, no entanto, nega.

Fuvest divulga manual do candidato ao vestibular 2014


São oferecidas 11.157 vagas. Inscrições começam em 23 de agosto

A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), que seleciona estudantes para a Universidade de São Paulo (USP) e para o curso de medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), divulgou nesta quinta-feira o manual do candidato ao vestibular 2014. As inscrições para o processo seletivo devem ser feitas entre os dias 23 de agosto e 9 de setembro, exclusivamente pelo site da instituição. São oferecidas 11.057 vagas na USP e 100 vagas na FCMSCSP.

A taxa da prova custa 130 reais e os pedidos de isenção ou redução do valor devem ser solicitados até o próximo dia 10, também pela página virtual da Fuvest. Para serem dispensados do pagamento, os candidatos devem comprovar renda familiar de no máximo 998 reais por pessoa. Aqueles que possuem renda per capita de até 1.920 reais podem requerer o abatimento de 50% do valor (65 reais).

Neste ano, a USP abre dois novos cursos: bacharelado em ciências biomédicas na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, com 25 vagas, e engenharia da computação na Escola Politécnica do campus USP Leste, com 50 vagas.

Provas – A primeira fase da Fuvest está marcada para o dia 18 de novembro, a partir das 13 horas. Com 90 questões de múltipla escolha e cinco horas de duração, a prova versará sobre as disciplinas obrigatórias do ensino médio: português, história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês. Questões interdisciplinares também costumam fazer parte do exame.

A lista dos convocados para a 2ª fase do vestibular e os locais de exame serão divulgados no dia 16 de dezembro. A segunda etapa do processo seletivo está agendada para os dias 5, 6 e 7 de janeiro de 2014 e compreenderá três provas de caráter analítico-expositivo. A primeira chamada acontecerá no dia 1º de fevereiro.

 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Marlos Nobre assume a Orquestra Sinfônica de Recife


O Prefeito Geraldo Júlio pela primeira vez na história da Orquestra, apresentou pessoalmente o novo gestor e regente.

O compositor Marlos Nobre aceitou assumir o cargo de Regente Titular e Gestor da Orquestra Sinfônica de Recife, em meio a uma crise profunda da orquestra: o anterior regente que ficara por 12 anos à frente do conjunto vinha gerando profunda insatisfação. Finalmente um abaixo-assinado de 99% dos músicos pedindo seu afastamento sumário foi acatado pela Secretária de Cultura e pelo Prefeito de Recife.
Atendendo a um apelo da Secretária Leda Alves e do Prefeito Geraldo Júlio, aceitou a difícil tarefa de atuar no momento como gestor e novo regente da Orquestra, com a missão de reestruturá-la, acionar um projeto novo de gestão, estimular a auto-estima dos músicos e realizar um projeto de uma “Nova Orquestra Sinfônica de Recife” em termos profissionais.
Os primeiros passos foram simples e efetivos: uma imediata moralização do ânimo do grupo, totalmente esfacelado e sem uma programação definida, e que vinha tocando arranjos de músicas populares e cancelando suas apresentações sem mesmo um pré-aviso ao público.


O Prefeito Geraldo Júlio pela primeira vez na história da Orquestra, apresentou pessoalmente o novo gestor e regente, primeiro na sede da OSR, no Teatro de Santa Isabel e depois na Assembleia Legislativa, onde a indicação recebeu aclamação dos vereadores do Governo e da Oposição. A primeira batalha estava ganha, isto é, a confiança total dos músicos, dirigentes políticos e legislativos.

Imediatamente, começou os ensaios e, para testar as possibilidades da Orquestra colocou nas estantes a Quinta Sinfonia de Tchaikovsky. Após exaustivos ensaios a Orquestra começou a florescer e a desabrochar, com o empenho total dos músicos, já agora tendo um trabalho em andamento, com seriedade e empenho de todos.

Nas atuações circunstâncias, o novo gestor decidiu promover uma temporada com um concerto mensal, cada um deles trabalhado com intensidade e já prevendo um resultando de crescente qualidade.

O primeiro concerto de “estreia” desta nova Orquestra Sinfônica de Recife terá o seguinte programa e data:

ORQUESTRA SINFÔNICA DE RECIFE
- Teatro Santa Isabel
- Regência de Marlos Nobre
- Dia 28 de Agosto, 2013 às 20 horas

PROGRAMA
Beethoven
Abertura Egmont, Opus 84
Mozart
Concerto para Piano nº 27 em si bemol maior K.595
- Solista: Elyanna Caldas Silveira (1a. pianista brasileira finalista no Concurso Internacional Chopin, Varsóvia, Polônia)
Tchaikovsky
Sinfonia nº 5 em Mi menor Opus 64

Os próximos concertos da Orquestra Sinfônica de Recife já estão programados nas seguinte datas:
- 25 de Setembro
- 23 de Outubro
- 20 de Novembro
- 17 de Dezembro
Todos serão realizados no Teatro de Santa Isabel (sede da Orquestra Sinfônica de Recife), sempre às 20 h.
A programação total destes próximos 4 concertos já está sendo acertada e será comunicada o mais breve possível.

Coral Paulistano apresenta obras de Camargo Guarnieri



O CORAL PAULISTANO dá continuidade a sua Temporada 2013 com uma apresentação no dia 3 de agosto, sábado, às 16h, na Sala do Conservatório da Praça das Artes, sob regência de seu maestro titular, Bruno Greco Facio. O grupo fará outras quatro apresentações até o final do ano no mesmo espaço, além de um circuito de concertos nos CEUS e equipamentos da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Os ingressos custam R$ 30 e podem ser adquiridos pelo site Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br), na bilheteria do Theatro Municipal e, no 2 horas antes do evento, na bilheteria da Praça das Artes.

O programa de agosto é inteiramente dedicado à obra de Camargo Guarnieri — que foi o primeiro regente do Coral Paulistano —, em homenagem ao compositor nos 20 anos de sua morte. Serão apresentadas 23 obras para coro misto a cappella, que mostram a evolução e a diversidade da escrita do compositor entre as décadas de 1930 e 1970: Canção, Irene no Céu, Macumba do Pai Zuzé, Sinhô Lau, Prenda Minha (moda do Rio Grande do Sul), Mestri Carlus: Catimbó, Nas Ondas da Praia (corinho à moda paulista), Egbe-gi, Ave Maria, Coisas deste Brasil, Coco do Major, Louvação ao Senhor, O saci pulou no meio, Trilha Sonora do Filme “Rebelião em Villa Rica”, Ave Maria, Rosalina, Não é Joe, não é Joana, Madrigal do Amor e Em Memória de Meu Pai.

“Entre outros objetivos que o Coral Paulistano se propôs este ano está a série de concerto na Sala do Conservatório. Com um repertório camerístico exemplar, o grupo oferecerá música vocal de qualidade em um novo espaço, para um público também novo”, declara John Neschling, diretor artístico do Theatro Municipal.

Camargo Guarnieri
Mozart Camargo Guarnieri nasceu em 1907, na cidade de Tietê, no estado de São Paulo. Filho de músico, iniciou seus estudos de teoria musical aos 10 anos. Já radicado em São Paulo, estudou piano, composição e direção de orquestra.
Começou a compor regularmente após a Semana de Arte Moderna, tornando-se discípulo de Mário de Andrade, que o contratou para o Departamento de Cultura de São Paulo em 1937. No ano seguinte, viajou à Europa pelo Conselho de Orientação Artística do Estado, onde aperfeeiçoou-se em composição e regência.

Em 1942 esteve nos EUA, onde regeu a Orquestra da Liga dos Compositores de Nova York e a Sinfônica de Boston. De 1955 a 1960 foi assessor técnico de assuntos musicais do Ministério da Educação e Cultura.

Compôs vasta obra em todos os gêneros, atingindo um número de mais de 700 peças. Grande apreciador da música de Brahms, devoto de Bach e admirador incondicional de Mozart, de tal maneira que deixou de assinar seu primeiro nome em respeito ao mestre. Idealizou o Festival de Campos do Jordão, dirigiu a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e a Orquestra Sinfônica da USP, além de membro fundador da Academia Brasileira de Música, da qual foi presidente.

Premiado em mais de 10 concursos nacionais e internacionais de composição, Camargo Guarnieri faleceu em janeiro de 1993, em São Paulo, logo após ter sido agraciado com o prêmio “Gabriela Mistral”, pela OEA (Washington), com o título de “Maior Compositor Contemporâneo das Três Américas”.

SERVIÇO
CORAL PAULISTANO
3 de agosto, às 16h
Local: Sala do Conservatório da Praça das Artes
Endereço: Av. São João, 281– Centro – São Paulo.
Próximo às estações Anhangabaú e República do Metrô
Ingressos: R$ 30 (com meia-entrada)
www.ingressorapido.com.br
Capacidade: 200 lugares / Duração: Aproximadamente 60 minutos
Classificação etária: A partir de 10 anos.

PROGRAMA
Obra completa para coro misto a capella de M. Camargo Guarnieri:

Canção (1930) / Irene no céu (1931) / Macumba do Pai Zuzé (1931) / Sinhô Lau (1932) / Prenda minha (moda do Rio Grande do Sul) (1932) / Mestri Carlus: catimbó (1932) / Nas ondas da praia (corinho a moda paulista) (1932) / Egbe-gi (1936) Ave Maria (1937) / Coisas deste Brasil (1937) / Coco do Major (1944) / Louvação ao Senhor (1944) / O saci pulou no meio (1952) / Trilha sonora do filme “Rebelião em Villa Rica” (1958) / Ave Maria (1962) / Rosalina (1970) / Não é Joe, não é Joana (1970) / Madrigal do Amor (1972) / Em memória de meu pai (1972).


 

Chico e os olhos do carrasco: de Paratodos a Parapoucos


Dos grandes nomes que despontaram nos anos 1960 o de Chico Buarque talvez tenha sido o que mais fiel se manteve àquilo que, nessa mesma época, passou a ser denominado como MPB. Isso não quer dizer necessariamente que Chico tenha se tornado o guardião dessa entidade, mas apenas que o seu foco permaneceu a maior parte do tempo nela concentrado. Numa entrevista, chegou a dizer que enquanto Caetano e Gil se reuniam para ouvir os Beatles, ele ia com Tom Jobim ao centro da cidade escolher um piano para comprar. Sua abertura para os influxos sonoros da cultura mundial, do emergente universo pop, certamente foi muito mais comedida, criteriosa e desconfiada do que aquela dos tropicalistas. Nesse sentido, Chico aproxima-se mais de Paulinho da Viola. Mas Paulinho da Viola vincula-se, antes de tudo, à grande tradição do samba – uma tradição que o guarda-chuva da MPB tomou de empréstimo, como tantas outras, reconhecendo nela uma espécie de fonte, mas que jamais foi totalmente a ele integrada.

Estamos demasiadamente acostumados a tomar o samba como raiz, como ponto de partida para elaborações ditas mais modernas. Quando se fala de bossa nova, contudo, o assunto costuma girar em torno das influências. E, no entanto, Paulinho da Viola, tal como o conhecemos, dificilmente seria possível sem João Gilberto. O caráter esquivo de muitas das melodias do estilo maduro de Paulinho da Viola, seu repertório de indefinições e, sobretudo, a capacidade de criar suspensões temporais no interior delas – suas pausas de mil compassos para ver as meninas – devem muito à Bossa Nova. Mas pouco ou nada se fala a respeito disso. Porque de certo modo é preciso deixar Paulinho da Viola na posição de representante zeloso, delicado e cordial da grande tradição do samba. Como se o samba tivesse uma vida em paralelo, sublimada, subtraída à própria história, e Paulinho fosse um filho puro, um desdobramento natural dessa nobre linhagem. Dizer que sua música foi influenciada pelo reprocessamento que a classe média fez do samba é, talvez, tirar dele um pouco da nobreza, desse lugar algo idealizado no qual foi posto.

Nuno Ramos chamou a atenção para o caráter extemporâneo da obra de Paulinho – obra que resistiu às solicitações do presente para refugiar-se num tempo próprio, recuado, o tempo expandido da “imensidão íntima”. Mesmo a obra prima da canção política que é “Sinal Fechado” parece ter sido um acidente em sua trajetória, um casual e efêmero reencontro de Paulinho com a urgência do tempo presente. A letra nada mais é do que a narração desse momento. Esse afastamento (ou descaso) do presente imediato e a demarcação de um território paralelo têm sido um dos locais por excelência de cultivo da música popular brasileira – local resguardado, sobretudo, pela teimosia intransigente de João Gilberto. Na verdade, a bossa nova não surgiu exatamente nesse lugar, mas ali foi posta pela brutal mudança de ventos trazida pelos anos 1960. Paulinho certamente se beneficiou disso, mas criou (ou criaram para ele) a ilusão de que sua música derivava exclusivamente de fontes mais puras. Acho que vem daí um pouco de sua relação desencontrada com a MPB – Paulinho era o filho do samba do morro, e não de Jobim e de João Gilberto.

De fato, nada foi mais indicativo dessa proximidade e, ao mesmo tempo, dessa distância de Paulinho da Viola em relação à MPB do que o mal-estar ocorrido no fatídico episódio do réveillon de Copacabana, quando se homenageou Tom Jobim. Ali, mais do que nunca, ficou clara a posição ambígua de Paulinho da Viola, entre ser e não ser parte da linha de frente da MPB. A descoberta de que seu cachê havia sido menor do que o das outras estrelas do evento – Chico, Caetano, Gil, Milton, Bethânia e Gal – foi a prova a um só tempo eloquente e vulgar disso. A prova de que o elo da MPB tornava-se cada vez mais frágil. Na hora da chuva, percebeu-se que Paulinho tinha metade do corpo fora do guarda-chuva.

Na verdade, o próprio guarda-chuva da MPB podia ser visto como a tentativa de unificar simbolicamente as diferenças e contradições da sociedade brasileira. Parece que muitas das figuras mais fascinantes e lendárias dessa música foram seres de fronteira, verdadeiros navegantes sociais. A própria eleição do samba como música por excelência do Brasil e o reconhecimento de que essa música era, em sua base, o produto de uma ralé urbana, algo ociosa e marginalizada, em sua maioria composta pelos descendentes de uma escravidão mal e tardiamente abolida parecem ter fortalecido a ideia de uma integração nacional criada a partir da aliança dos vários extratos sociais. Aliança que efetivamente aconteceu no plano da música popular, de sua linguagem. E, acontecendo nesse plano, nada mais normal do que essa aliança se desse sob o signo do afeto, da harmonia e da conciliação de vozes. (Alguns biólogos consideram o surgimento da música como “tecnologia de coesão social”, evolutivamente vantajosa, posto que permitia aos primeiros grupos humanos permanecerem unidos). De fato, para a geração de Chico e Caetano praticamente não havia diferença entre pensar a música popular e pensar o Brasil – a música tornava-se um modelo, não apenas de revelação do que já éramos, mas também de experimentação do que poderíamos ser.

Por uma série de circunstâncias, a primeira maturidade da canção comercial urbana se deu não apenas no mesmo momento de ampliação da indústria cultural e da unificação do imaginário nacional via rádio – Rádio Nacional – mas também da formulação de ideias mais generosas, singularizantes e afirmativas sobre os destinos da nação. Já nos anos 1930, Noel Rosa estava preocupado com a definição das “coisas nossas”; pouco depois, inspirado em Villa-Lobos, Ary Barroso sinfonizou o samba transformando-o em monumental afirmação do ufanismo da Era Vargas.

O que estou querendo dizer é que desde muito cedo – desde sua primeira formatação como linguagem maleável e dinâmica, urbana e moderna, coloquial e direta, já significativamente deslocada da herança romântica do século XIX – a música popular associou-se ao mito de um país unificado em torno de ideais de convívio cordial, informalidade e mistura; a ideais de sedução, alegria e de uso intenso e prazeroso do corpo. Isso ocorreu de tal modo que terminou por confundir-se com esse mito. Mais do que portadora do mito-Brasil, a música popular tornou-se ela própria uma instância não apenas difusora, mas também elaboradora desse mito. Mito que está inscrito nas camadas mais profundas da linguagem, que se faz sentir não apenas intelectualmente, mas por meio da totalidade dos sentidos. Mito capaz de injetar significado nos ossos.

Com a bossa nova, a crença na canção ganhou ainda mais intensidade, pois ela passou a ser o veículo por excelência de afirmação cultural do país no exterior – um país capaz de produzir símbolos de validade internacional por seu teor de modernidade e ousadia singular, e não por meros exotismos. A partir de Jobim e de João Gilberto percebeu-se o quanto essa linguagem podia ser maleável, o quanto podia incorporar das informações de ponta da música popular mundial conservando ainda assim a sua essência. Aquilo forneceu uma bela imagem simbólica sobre as possibilidades do Brasil moderno, excitou a imaginação de muitas gerações posteriores, e continua excitando. Como escreveu Lorenzo Mammì, “depois de Tom Jobim e João Gilberto o desafio era demonstrar que a música popular mais inovadora não era apenas ruptura, mas também prolongamento, ponto de chegada de algo que o repertório anterior já prometera”. A partir dali, compositores de classe média passaram a contrabandear livremente referências das mais diversas – da literatura, da música erudita, do cinema, das artes plásticas e também, obviamente, da música popular de outras matrizes – para o campo consolidado da canção. E isso ganhou tal dimensão que a questão já não era mais se a música popular resistiria ao julgamento culto e criterioso da literatura ou da filosofia, mas que ela própria havia se tornado um critério de avaliação, e não apenas das artes, mas da vida. Ou seja, uma lente, um instrumento de entendimento do mundo. Que Jorge Ben, um filho de estivador do cais do porto, tenha feito canções sobre São Tomás de Aquino, Cassius Marcellus Clay e Zico; que Gil tenha especulado sobre religiões orientais de modo tão livre, associando-as, no terreno da canção, a referências explicitamente africanas; que Caetano conseguisse conciliar naturalmente no espaço de uma única música ideias de Guimarães Rosa, Waldick Soriano e Freud; e que Chico tenha trazido para o contexto da canção, sem soar pedante ou hermético, referências da literatura clássica são apenas alguns exemplos possíveis do alargamento de linguagem que a bossa nova iniciou. Tendo sido desde seu nascimento um objeto de consumo, nos anos 1960 e 1970 a canção ganhou um significado cultural que jamais tivera e que possivelmente jamais voltará a ter. A vida pulsava ao som de canções.

No Brasil, mais do que nunca, acreditou-se que a possibilidade de ter uma arte popular de grande qualidade e pregnância social andava de mãos dadas com o horizonte de uma modernização progressista, inclusiva e unificadora. Uma civilização da canção. Com todas as contradições que isso implica, Chico é o principal herdeiro desse mito. Por escolha ou por temperamento, talvez por crença, manteve-se como poucos inteiramente embrenhado na linha da MPB. É como se a trajetória de extrema depuração formal que seguiu fosse o resultado de um paulatino processamento do conjunto de possibilidades estilísticas que já estava definido na época da bossa nova – de certo modo, o mesmo conjunto com o qual lidava Tom Jobim (no plano da composição) e com o qual ainda lida João Gilberto (no plano da interpretação). “A música brasileira, diria Chico, ao contrário de outras artes, já traz dentro de si os elementos de renovação”. O último grande momento de afirmação dessa linhagem na obra de Chico, e também de sua crença na força social da canção, parece ter sido o disco com o sugestivo nome de Paratodos. Lançado na esteira do encerramento da era Collor, de certa esperança suscitada pelas reformas econômicas que levariam ao real, e por um dos últimos momentos de mobilização nacional, Paratodos ensaiava uma volta ao grande mito da MPB, depois de alguns trabalhos mais introspectivos e vagos, boiando em meio à maré roqueira dos anos 1980.

O baião que abre o disco, e que lhe dá nome, faz uma extensa catalogação afetiva dos maiores protagonistas dessa tradição – retomando o guarda-chuva da MPB – para no fim afirmar: “vou na estrada há muitos anos, sou um artista brasileiro”. A faixa Piano na Mangueira, ao mesmo tempo que melancolicamente indicava o crescimento da distância entre o morro do samba e o piano de Tom Jobim, apostava ainda numa possibilidade de contato. Embora a música não fosse de levantar poeira, havia sempre a esperança de que poderia ainda assim, quem sabe, entrar no barracão, nem que para tanto fosse preciso “mandar subir o piano pra Mangueira”. Grande parte da força de Paratodos vinha também  do fato de ali ter o artista atingido um ponto de equilíbrio entre suas pretensões coletivistas – de uma canção que efetivamente fosse Paratodos – e o desenvolvimento de um idioma pessoal ultra sofisticado. O disco é inteiramente perpassado pela crença reafirmada na canção como porta-voz do destino do país. Não há dúvidas: uma obra prima da discografia brasileira. Mesmo que o Brasil redemocratizado não entrasse nos eixos, haveria sempre a canção para reconciliá-lo consigo mesmo.

É essa fé na canção e no Brasil que parece ter sido perdida. Depois do Paratodos, Chico definitivamente e cada vez mais se tornou “Parapoucos”. Junto com o aparente fim do ciclo histórico do mito-Brasil e com tudo o que isso implicava de investimento na noção de uma unidade nacional, o caminho de um refinamento cada vez maior no artesanato das canções simplesmente já quase não encontrava resposta junto ao público – já não lhe dizia tanto respeito, como se o canal de comunicação tivesse sido perdido. Numa época em que a regressão da escuta (como diria Adorno) parece ter avançado a passos largos, sobrecarregando o grau de redundância em detrimento da originalidade, suas canções perderam muito da relevância que um dia tiveram (parece que o mesmo ocorreu com todos os grandes da MPB). As últimas turnês e discos nos deixam com a impressão de que nada de novo foi deixado no horizonte da memória coletiva.

Na impossibilidade de se refugiar em um mito que se afigura cada vez mais falido, Chico passou a tematizar nas canções a impossibilidade de sua realização. E não apenas isso: foi o primeiro membro do primeiro time da MPB a cogitar, numa entrevista, o fim da canção. É possível que o indicativo mais direto desse mal-estar tenha surgido na música Subúrbio, como sugeriu Fernando de Barros e Silva. Subúrbio é um choro-canção no qual praticamente cada sílaba cantada é acompanhada por um acorde diferente; a melodia é envenenada, cheia de modulações, e transforma a letra numa espécie de discurso. A canção fala da quase impossibilidade atual de se falar da periferia utilizando o afetuoso e melancólico ponto de vista de um choro-canção – que soa idílico, antiquado e paternalista. É como se a linguagem da MPB não fosse mais capaz de integrar simbolicamente as cisões sociais da realidade brasileira. Antenado, lúcido, consciente e cético, Chico adentra os versos finais com a indagação de alguém que olha de fora e se diferencia – e o atordoado “que futuro tem aquela gente toda?”, de Subúrbio, conforme notou Fernando de Barros, já está muito distante do sentimental “tem certos dias em que eu penso em minha gente”, de Gente Humilde (Chico e Vinícius de Moraes) -; e depois arremata com o amargo diagnóstico – “perdido em ti eu ando em roda, é pau é pedra, é fim de linha, é lenha, é fogo, é foda!”. Ao utilizar a primeira pessoa, Chico está falando de sua própria impotência diante da situação.

A referência a Águas de Março, negando, de algum modo, “a promessa de vida no teu coração” – que, no fundo, é a promessa de toda a linhagem que se inaugura com a bossa nova -, fornece o indício final do mal-estar ao qual me referi. Não há mais um Paratodos.

São bem raros na obra de Chico os momentos em que ele fala como Chico. Porque Chico é, ao contrário de Caetano, o poeta das máscaras. Aquele que fala principalmente através de personagens. Seu olhar pessoal costuma ser apreendido indiretamente. O poeta das musas e dos enjeitados. O que está em jogo, junto com o estilhaçamento de uma noção de Brasil, é a perda desse lugar de enunciação. Na verdade, isso já fora de certo modo anunciado na capa de As Cidades, o disco que veio logo depois de Paratodos. Nela, com o auxílio da computação gráfica, foram criadas quatro versões étnicas do próprio Chico, invertendo um pouco a dinâmica da capa de Paratodos: ao invés do retrato 3×4 de Chico (feito, se não me engano, para fichamento numa delegacia) cercado de tipos populares, é o próprio Chico que se transforma nos tipos raciais do grande mosaico brasileiro. O resultado é assombrosamente feio, desajeitado, mas capaz de refletir de maneira premonitória os impasses para o qual Chico se encaminhava. O mal-estar parece ter vindo antes na forma de imagens do que de músicas.

Há lindas fotos de Chico junto com Tom Jobim ao lado de Cartola e de Pixinguinha. Ainda havia, naqueles dias, possibilidade de diálogo. Olhando essas fotos hoje, sente-se que algo se quebrou, está se quebrando. Os enjeitados possuem outros idiomas, idiomas próprios que não necessariamente passam pelo mito ao qual se filiaram Tom e Chico. Logo, só resta a Chico tirar a máscara e falar a partir de seu próprio lugar. E é isso o que acontece em Sinhá – última faixa do último disco de Chico – e de uma forma tão surpreendente que se impõe como o fator decisivo da canção. Partindo do idioma musical de João Bosco – idioma no qual os índices da herança africana do samba aparecem muito nítidos, Chico cria uma narrativa que remonta ao Brasil Colônia. Dá voz a um escravo, reproduzindo em primeira pessoa o tipo de fala da senzala, e conta uma história de violência que parece diretamente extraída dos livros de Gilberto Freyre. Mas o que poderia ter sido uma novela de época torna-se a confissão mais aguda do mal-estar que desde sempre esteve presente nos olhos azuis da MPB – que na letra são os olhos do carrasco, “por que me faz tão mal/ com olhos tão azuis?” -, de sua contradição interna que somente então, quando o mito unificador perdeu força, pôde se revelar na plenitude. Uma modulação no fim da música gera uma variação melódica que, sem perder o contato com a primeira parte, é capaz de comentá-la sob um outro ponto de vista – cai a máscara do escravo e surge a própria face de Chico, dirigindo-se em tom de confissão ao ouvinte: “E aqui vai se encerrar/ o canto de um cantor/ com voz de pelourinho/ e ares de senhor/ cantor atormentado/ herdeiro sarará/ do nome e do renome/ de um feroz senhor de engenho/ e das mandingas de um escravo/ que no engenho enfeitiçou sinhá”.

Poucas vezes uma canção concentrou tamanha violência. De dentro do mito, Chico expõe a contradição viva do lugar que ocupou durante décadas na cultura brasileira. O caminho agora é inverso: é o rapper Criolo que rasura a letra original de Cálice para calcar nela o drama dos excluídos, ao mesmo tempo em que presta uma homenagem a um cânone já distante, que tem sua potência cada vez mais colocada em xeque. Talvez seja esse o momento mais importante da história recente da tal MPB – talvez seja, no fundo, o momento em que Chico dela se despede de vez. Mais do que isso: o momento no qual seu mais legítimo representante declara abertamente sua falência como mito. Que esse momento tenha sido tão pouco comentado serve de constatação da perda da centralidade desse tipo de canção na vida brasileira, de seu recolhimento a um estreito nicho, e talvez até do esvaziamento de um determinado tipo de debate histórico, capaz de vincular num único feixe os frutos e as raízes do Brasil.

Falar de uma Música Pós-Buarque é falar sobre o destino dessa linhagem na possível ausência do mito que a embalava.


* (Fala apresentada no evento Transversais do Tempo, como parte da mesa Música Pós-Buarque, realizado no SESC-Copacabana, 09 de junho de 2012)

* Paulo da Costa e Silva é o coordenador da Rádio Batuta.