quinta-feira, 18 de julho de 2013

Brasil representa só 1% do mercado de arte

 

As vendas no mercado de arte no Brasil alcançaram 455 milhões de euros (R$ 1,2 bilhão) em 2012, valor que corresponde a 1% do mercado mundial, anunciou ontem a economista Clare McAndrew.

A constatação está em relatório encomendado pela Tefaf (The European Fine Art Foundation, ou fundação europeia para as belas artes). Desde 2009, McAndrew realiza uma pesquisa sobre o mercado global de arte, mas esta é a primeira vez que o Brasil foi incluído no relatório.

"Todo mundo tem interesse nos mercados emergentes. Já se estudaram China e Índia, mas nunca se havia feito uma pesquisa internacional em arte sobre o Brasil.

Esse estudo é apenas um começo, algo ainda superficial", disse a economista, que dedicou 36 páginas de seu relatório e cinco meses de trabalho ao país.

Em seu diagnóstico, a economista afirma que "um impedimento ao desenvolvimento do mercado brasileiro se deve aos impostos e regras de importação". Para comprar arte fora do país, os impostos no Brasil podem chegar a 50%, enquanto na Europa estão em torno de 6%.

"Um curador brasileiro me contou que, para driblar isso, convida artistas a criarem obras no país", diz a economista McAndrew.

POUCOS COM MUITO

O relatório aponta também a concentração de brasileiros em leilões no exterior: "Nos últimos três anos, os cinco artistas mais vendidos correspondem a 69% [das vendas]". A artista que mais cresceu foi Beatriz Milhazes: de 2005 a 2012 seus trabalhos foram valorizados em 629%.

"Há quem diga que os brasileiros já estão supervalorizados no exterior. Sem dúvida, é difícil manter quem cresce muito rápido", afirma McAndrew.

Outra conclusão da economista é a particularidade do Brasil em relação às casas de leilão, que correspondem a apenas cerca de 30% do mercado, deixando os 70% restantes para galeristas e marchands de arte.

Na China, a situação é inversa: as casas de leilão concentram 70% do mercado; já nos EUA e na Europa, ficam com quase 50% do total.

"Talvez isso ocorra no Brasil porque muitos colecionadores preferem vender obras em leilões no exterior", avalia McAndrew.

O relatório também abordou a China como um mercado de arte muito significativo: apesar da queda de 24%, de 2011 para 2012, o país comercializou mais de 10 bilhões de euros (R$ 25,7 bilhões).

Assim, os EUA, que apareceram em segundo lugar na pesquisa de 2011, passaram a liderar as vendas em arte, com 14,2 bilhões de euros (cerca de R$ 36,5 bilhões).

 

Repertório Coral: Alguns aspectos sobre a Edição de Música


 
Os regentes corais têm hoje à disposição um imenso acervo de obras, ao menos potencialmente.  Este acervo abrange culturas diversas, um largo período de tempo, que se amplia cada vez mais em direção ao passado, e ainda uma grande diversidade de gêneros, das manifestações da cultura letrada aos universos populares transmitidos originalmente por tradição oral, incluindo também as manifestações populares urbanas transmitidas preferencialmente pelos meios de comunicação de massa.
            Essa multiplicidade sonora, cultural e linguística que forma o amplo espectro do repertório coral à disposição do regente comum, aqui no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo, é transmitida, perpetuada e renovada pelo mercado editorial, que por sua vez existe graças ao estabelecimento de um código de notação de música que se tornou um padrão comum entre países de culturas diversas. É através desse código, a notação musical, que esse enorme repertório pôde ser compartilhado, inclusive nas bases de dados e bibliotecas digitais.

            Associada à notação musical, estão as transcrições fonéticas (outro código compartilhado) e as tabelas de aproximações fonéticas, com comparações entre os sons da língua original e os sons da língua do público a que se destina a edição, como elementos auxiliares na ampliação do repertório para além das fronteiras nacionais e linguísticas. Em termos da nova cultura digital, que aos poucos se impõe, já é possível comparar rapidamente as edições disponíveis com exemplos sonoros (em áudio ou vídeo), inclusive com relação à pronúncia por falantes nativos, o que já vêm sendo explorado por editoras musicais que publicam materiais impressos, mas oferecem arquivos sonoros na internet.
            A publicação de música é parte da história social, e passou a existir em função de alguns fenômenos históricos que ocorreram a partir da Renascença: a invenção da imprensa, o crescimento do capitalismo, que propiciou que a publicação de música se tornasse um negócio lucrativo, e a existência do compositor e dos músicos profissionais, o que tornou a publicação de música uma necessidade.  

            A expansão do repertório, portanto, esteve ligada aos interesses da expansão comercial, estabelecida por um mercado supranacional (o que foi conseguido graças ao código de notação musical, como já expusemos) e sujeita às legislações nacionais e internacionais que regulam os direitos autorais das composições musicais e dos textos utilizados na música vocal, incluindo a cessão desses direitos às casas editoras.
            As dificuldades de acesso às partituras, que foram um problema constante na prática coral brasileira durante o século XX, estiveram ligadas às dificuldades de aquisição de material (principalmente considerando que grande parte desse material depende de importação) e às dificuldades linguísticas, no caso de edições que não se dirigem diretamente aos falantes do português.

Mesmo quando nos referimos às edições feitas no Brasil, continuamos tendo problemas de acesso, ou mesmo de conhecimento do que há editado, pois a rede de distribuição e divulgação das edições nem sempre é eficiente, embora estejam sendo criados mecanismos cada vez mais eficazes por grupos de interesse, utilizando as ferramentas que deram origem ao conceito de “redes sociais” e que agora começam a ser utilizadas também por comunidades acadêmicas e artísticas.
A existência de um mercado fraco, ou quase inexistente, em termos de edição de música coral, fez com que grande parte da música publicada no Brasil  durante o século XX estivesse ligada a programas públicos, através de fundações culturais, secretarias, ministérios e universidades, que nem sempre investiram na divulgação, na distribuição e na promoção de reedições, pois muitas vezes essas edições foram fruto de projetos de incentivo e não de investimentos comerciais. Os movimentos editoriais mais fortes, pensando no canto coral, aconteceram naqueles momentos em que se combinaram políticas de Estado, divulgação institucional e edições bem dirigidas e comercializadas a preços acessíveis, como aconteceu na época de Villa-Lobos com o Canto Orfeônico ou no Projeto Villa-Lobos da Funarte.

Reflexões sobre o significado histórico e social da publicação de música fazem parte da reflexão mais ampla sobre a profissão de regente coral, sobretudo para o regente em formação. Este texto, portanto, tem o propósito de situar regentes, educadores e pesquisadores diante do tema amplo que é o da publicação e edição de música, para que a busca de repertório para as diversas práticas corais possa estar ligada a um conhecimento mais preciso sobre os tipos de edições disponíveis e sua adequação ao projeto prático em questão.
                        Impressão, Edição, Publicação, Editoração

Os termos que usamos possuem, às vezes, significados dúbios. Antes de iniciar uma discussão mais aprofundada sobre materiais disponíveis, convém esclarecer alguns termos.
Impressão é a técnica de produção de muitas cópias idênticas, a partir de um original. Os processos iniciais de impressão utilizavam a superfície plana da madeira, pedra ou metal gravados. A impressão por tipos (tipografia musical) só desapareceu completamente das casas de impressão por volta de 1960, segundo verbete de Edmund Poole no The New Grove´s Dictionary of Music and Musicians (SADIE, 1980). Atualmente, a possibilidade de impressão de arquivos digitalizados e a possibilidade de bancos de partituras e bibliotecas digitais (comerciais, privados, de centros de pesquisa ou bibliotecas de domínio público disponíveis online) permitirem o acesso e a impressão doméstica de seus arquivos, sejam eles abertos (gratuitos) ou mediante pagamento.

A edição musical é o trabalho de preparação para publicação, e diz respeito às escolhas feitas na apresentação desse material, principalmente quando se trata do trabalho de uma outra pessoa que não o compositor.
A publicação musical envolve a obtenção da obra a ser publicada, a partir de trabalho do compositor e/ou editor, financiamento da impressão, promoção, publicidade e distribuição das cópias.

Editoração é o trabalho de preparação técnica de originais. Chama-se editoração eletrônica o conjunto de atividades ou processos de montagem e apresentação gráfica, realizados por meio de programas e equipamentos computacionais. Portanto, o trabalho de editoração não se confunde nem com a edição, nem com a publicação, embora possa gerar uma impressão.
         Os quatro termos, portanto, embora estreitamente relacionados, designam atividades diferentes. Feitas estas distinções, passaremos a analisar alguns termos ligados à edição musical. O conhecimento desses termos, e da concepção editorial que neles está envolvida, tem o objetivo de fazer com que o regente coral possa escolher e utilizar as edições disponíveis, de acordo com seu objetivo e seu grau de conhecimento de tal repertório.

Edição Completa,
(Collected Edition, Complete works (Inglês), Gesamtausgabe, Sämtliche Werke, Werke (Alemão), Opera Omnia (Latim), Oeuvres Complètes (Francês)

Apresentam a obra completa de um autor, em vários volumes, num empreendimento que pode ser planejado para vários anos. Exemplos: Claudio Monteverdi – Opera Omnia, J. S. Bach – Werke
Monumenta (Latim), Monumentos

Denkmäler (Alemão), em inglês podem ser também Collected Edition, Complete edition ou ainda Monuments (também em francês)
Uma edição em vários volumes cujo objetivo é disseminar um repertório unificado de importância histórica, definidos por critérios nacionais ou  cronológicos, por exemplo. Podem utilizar uma única fonte ou fontes fortemente relacionadas. Exemplos: Musica Britannica, Monumentos de la música española.

Antologias
Referem-se a publicações históricas de seleções e excertos de fontes variadas, podem ser pequenas ou grandes antologias. Podem ter finalidade didática, em nível crescente, podem apresentar a escolha de um editor, podem ser agrupadas por gênero, nacionalidade, período. Exemplos: Antologia Coral (Graetzer)

Practical edition, performing edition (inglês)
Edição interpretativa ou de intérprete, edição prática. Muitas vezes traz apenas o nome do revisor ou intérprete, geralmente um grupo vocal ou regente conhecido por suas gravações e performances, tidas como modelo para a edição que leva seu nome.

Este tipo de edição traz informações detalhadas para performance, incluindo ornamentação, fraseado, articulações, sugestões de instrumentação, com base no conhecimento estilístico de um renomado intérprete. Este tipo de edição torna a música acessível a um grande número de músicos, e se constitui num importante documento sobre a história da interpretação da obra. Muitas vezes, este tipo de edição não indica as fontes utilizadas, o que torna difícil a distinção entre adições interpretativas e o texto original do compositor. Mais recentemente há edições práticas que tomam o cuidado de explicitar a intervenção editorial, satisfazendo às exigências práticas e, ao mesmo tempo, às exigências acadêmicas.

Urtext
Literalmente, "texto original", um termo que começou a ser usado no final do século XIX, como reação às edições interpretativas, que não permitiam o conhecimento das fontes originais. Designa uma edição que apresenta a partitura em seu estado original, sem intervenção editorial. O termo foi comercializado por casas editoras, especialmente G. Henle. Após um período de grande aceitação, atualmente a ideia de edições Urtext é discutida e ressignificada, principalmente no sentido de que qualquer edição musical envolve, necessariamente, a intervenção crítica do editor.

Edição Crítica, Critical edition (inglês)
Uma edição destinada a apresentar, para o estudo e a performance, a melhor leitura da obra, baseada em fontes originais. Faz uso de técnicas acadêmicas de crítica textual, incluindo a comparação e transcrição de fontes. Corrige erros óbvios e apresenta variantes, quando encontradas. Pode incluir um comentário crítico, também chamado Critical apparatus ou Kritische Berichte (alemão)

Edição fac-símile (também chamada edição mecânica)
Reprodução de uma fonte original, manuscrita ou impressa, para fins de estudo ou performance. Embora os fac-símiles tenham tornado disponíveis fontes difíceis de serem consultadas, eles variam em qualidade, dependendo da técnica fotográfica empregada. Pode ou não conter comentários adicionais. Às vezes são incluídos fac-símiles em edições completas de música ou em obras  teóricas. Estritamente falando, fac-símiles não são edições, pois são reproduções de uma edição anterior ou de um manuscrito. A ampliação dos recursos eletrônicos expandiu enormemente a quantidade de fac-símiles disponíveis, tanto de fontes manuscritas como de primeiras edições, ou de edições esgotadas e anotadas.

Outros termos ligados à edição:
Edição diplomática – tentativa de reproduzir todos os detalhes do original, sem corrigir erros, o mais fiel possível ao original.

Edição exegética – o mesmo que edição crítica
Edição expurgada – são eliminadas passagens julgadas inconvenientes

Edição integral – não abreviada nem expurgada
Edição paleográfica – transcreve exatamente, na grafia original

Edição princeps – a primeira edição, edição príncipe
Edição autorizada – que recebe aprovação expressa do autor ou dos direitos autorais

Edição atualizada – com acréscimos e modificações
Edição de bolso – em formato pequeno, para estudo

Primeira edição (Erstdruck) – a mais antiga impressão de uma obra
Edição genética –  edição crítica que se centra na gênese da obra e suas transformações, analisando versões, acréscimos e supressões.

Susana Cecília Igayara-Souza
IGAYARA, Susana Cecília. Estudo de Repertório: informações sobre o autor e a obra. Material didático de apoio ao curso "Repertório Coral através das formas fundamentais - CMU0521". Departamento de Música. Escola de Comunicações e Artes. Universidade de São Paulo. São Paulo, 2009. Revisão: 2011.

 

 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

A música de Mozart, ou Quantidade com Qualidade


 
Wolfgang Amadeus Mozart , nasceu em 27 de janeiro de 1756, em Salzburg, Áustria. Sua formação musical começou em casa, tendo aulas com o próprio pai, Leopold Mozart, junto com sua irmã mais velha, Maria Anna Mozart (conhecida como Nannerl). Aos cinco anos de idade, Mozart já compunha. As primeiras peças (K. 1-5) foram anotadas no Caderno de Nannerl (o caderno onde Leopold anotava exercícios de música para a filha mais velha).

Em 1762, a família Mozart iniciou uma viagem por boa parte da Europa (entre os anos de 1762 e 1773), e nesta viagem, as crianças Mozart eram apresentadas em concertos como crianças prodígio. Data deste grande tour uma famosa anedota sobre Mozart (registrada em cartas da família), segundo a qual ele, durante uma visita à Capela Sistina, ouviu o Miserere de Gregorio Allegri, uma única vez, e copiou a música, tendo voltado outra vez à capela para corrigir pequenos erros. Ocorre que o Miserere era guardado a sete chaves pelo Vaticano, e quem copiasse a música era automaticamente excomungado. Porém, o feito de Mozart foi tão marcante que lhe rendeu cumprimentos da parte do papa. Datam desta grande viagem as primeiras óperas de Mozart, Mitridate, Re di Ponto (1770), Ascanio in Alba (1771), Lucio Silla (1772), e também o famoso moteto Exultate, Jubilate, K. 165. Deste período também data uma de minhas obras favoritas do compositor, a Missa Brevis K. 65.

Entre os anos de 1773 e 1777, Mozart viveu na Áustria, tendo se empregado como músico na corte do regente de Salzburg. Nesta época, foram compostas inúmeras sinfonias, sonatas, quartetos de cordas, e algumas óperas menores. Neste período, Mozart desenvolveu um súbito interesse por concertos para violino, compondo uma série de cinco (os únicos que ele compôs). Os últimos três, enumerados como K. 216, K. 218 e K. 219 são os mais conhecidos.

Em 1777, Mozart deixou sua posição em Salzburg, e iniciou uma série de viagens a Augsburg, Mannheim, Paris e Munique. Foi nesta época que Mozart apaixonou-se por Aloysia Weber (irmã da futura esposa, Constanze Weber) e é deste período que data a conhecida Sinfonia “Paris” (Sinfonia no. 31), bem como outra de minhas obras prediletas, a Krönungsmesse K. 317 (Missa da Coroação).

No ano de 1781, Mozart retornou a Viena, após o sucesso da ópera Idomeneo em Munique. Com sua chegada em Viena, veio outro grande sucesso como compositor: a ópera Die Entführung aus dem Serail, O Rapto no Serralho. Nesta época, Mozart abandonou sua paixão por Aloysia Weber (que tinha se casado com o ator Joseph Lange) e casou-se com outra das irmãs Weber, Constanze. Desta época data também a amizade entre Mozart e Haydn, conhecido como “Pai da Sinfonia”. Além disto, foi neste período que foram escritas Le Nozze di Figaro (As Bodas de Figaro) e Don Giovanni, parte da bela colaboração entre Mozart e o libretista Lorenzo da Ponte.

E foi no período vienense, em 1784, que Mozart se tornou maçom. Seu ingresso na maçonaria exerceu forte influência sobre sua música, e em 1791, pouco tempo antes de sua morte, ele compôs (com o libretista Emmanuel Schikaneder) a ópera Die Zauberflöte, A Flauta Mágica. Mozart inclusive escreveu um papel, nesta ópera, especialmente para Schikaneder: o papel de Papageno, o caçador de pássaros.

Curiosamente, algumas das obras mais famosas de Mozart datam do último ano de sua vida. Além de Die Zauberflöte, foram compostos nesta época o moteto Ave Verum Corpus e o famoso Requiem, que não chegou a ser terminado pelo próprio Mozart.

Termino com um convite para quem não conhece música clássica, para que aproveitem esta pequena porta aberta e espiem um pouco dentro deste mundo novo. Ou velho, como queiram.

Para quem quiser conhecer mais sobre a obra de Wolfgang Amadeus Mozart, sugiro começar por DVDs das óperas. Há alguns muito bons no mercado. Recomendo particularmente começar pela Flauta Mágica ou pelas Bodas de Fígaro, das quais há bons DVDs pelos selos TDK e Deutsche Grammophon.

5º Festival de Música de Inverno de Rio Claro começa dia 23


 
O já tradicional Festival de Música de Inverno de Rio Claro começa no próximo dia 23, terça-feira. Até o dia quatro de agosto, uma série de apresentações leva ao público vários talentos musicais abordando uma gama diversificada de estilos. As apresentações acontecem no Casarão da Cultura (avenida 3, 568 – centro – esquina com a rua 7) e são gratuitas.

A quinta edição do festival também vai destacar as artes plásticas com a exposição Arte Realista & Ícones da Música, com obras de Ronaldo Ciribelli que retratam importantes artistas musicais.
A abertura da mostra e do festival acontecem às 20 horas, em uma noite que terá várias atrações especiais. Na parte externa, Thalita Gobbo, a VJ Skylar, fará projeções nas janelas do Casarão da Cultura, enquanto a dupla Bruna Pazzeto, no saxofone, e Leandro Algisi, no violino, vão recepcionar o público. Dentro do recinto, o pianista Silas Massini fará a ambientação musical, enquanto os atores da Cia de Teatro Tempero d’Alma vão circular pelo local caracterizados como grandes nomes da música.
Após a abertura, a Banda Moloca Fina apresenta o show “Brasilidades”. O grupo tem no vocal Lizes Cortez, na guitarra Bruce Wilton Tessari, no baixo Everton Nardini e, na bateria, Aaron Thiago da Silva.
Nos demais dias do festival, o cardápio musical será variado, com pop rock, jazz, temas de cinema, homenagens a nomes de peso da MPB e da música internacional, música erudita, música afro-brasileira, samba, música clássica, bossa nova e muito mais. Cada noite será especial e na medida para os amantes da boa música.
Além dos shows no Casarão da Cultua, o Festival de Música de Inverno traz uma série de eventos paralelos. Um deles será a apresentação em asilos, hospitais e centros assistenciais. Também haverá ensaios abertos de alunos da Orquestra Filarmônica de Rio Claro.
O evento é uma realização da Prefeitura por intermédio da Secretaria de Cultura em parceria com a Orquestra Filarmônica de Rio Claro. O patrocínio é da Elétrica Garcia. O evento tem ainda o apoio de Balaio de Gato, Beta-Plan, Espaço Cozinha Restaurante, Fricock, Jog Music, Mundo Color, projeto Música em Cena, Restaurante Jangada e Soul Singer’s Escola de Canto.

Prêmio Artes Digitais e Aplicativos Educacionais


 
O Prêmio Artes Digitais e Aplicativos Educacionais tem o objetivo de incentivar a produção de objetos de aprendizagem aplicáveis à educação (APPLETS), bem como estimular as produções artísticas literária, plástica, fotográfica, cinematográfica e outras elaboradas em ambientes digitais off e on-line. Trata-se de um desafio à criatividade de desenvolvedores de programas computacionais, literatas, webdesigners, fotógrafos, cineastas e outros artistas que produzem objetos para fins de aprendizagem específica mediada por dispositivos computacionais (desktop, notebook, tablet, smartphone) e obras para a contemplação artístico-estético-educativa que podem ser acessadas em ambientes digitais. Inscrições até 30 de agosto.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Projeto tem 20 vagas gratuitas para jovens músicos de Piracicaba, SP


 
O projeto jovens músicos, de Piracicaba (SP), oferece 20 vagas gratuitas para alunos (iniciantes ou não) interessados em aprender instrumentos musiciais: violino, viola erudita, contrabaixo acústico, trompete, trombone, flauta, clarineta e fagote. Estão abertas ainda vagas para músicos que desejam integrar a Orquestra Filarmônica Jovem da cidade. As inscrições devem ser feitas de 17 a 31 de julho.
As aulas gratuitas e as apresentações da orquestra são atividades culturais realizadas pelo Ministério da Cultura e Associação Amigos da Música de Piracicaba (AMPI), através da Lei Rouanet. O projeto e a orquestra são coordenados pelo maestro Anderson Oliveira, que destaca a equipe de professores altamente qualificada.
“Os alunos terão a oportunidade de estudar com professores de alto nível, como o violinista Claudio Mahle, formado na escola superior de música de Detmold, na Alemanha, e Emerson Teixeira, trombonista solista da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (USP)”.
Além do aprendizado semanal, os alunos participam de aulas especiais com professores convidados, de renome internacional, como o violinista Pablo de León, atual spalla das orquestras e do Teatro Municipal de São Paulo e Sinfônica Brasileira.
Os aprendizes de música erudita aprenderão ainda com os professores convidados Renato Bandel (viola), formado na academia da Orquestra Filarmônica de Berlim, e Wilson Sampaio (violoncelo), que atualmente é spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).
De acordo com o maestro Anderson Oliveira, o projeto jovens músicos visa levar a música erudita às pessoas que têm pouco acesso. “O mais importante é a democratização cultural, a promoção social de crianças e jovens, mas, claro, com formação de alto nível.”
Orquestra
Para integrar a Orquestra Filarmônica Jovem de Piracicaba - uma oportunidade para aprender repertório orquestral e trabalhar leitura avançada -, o projeto inscreverá músicos que tocam violino, viola erudita, violoncelo, contrabaixo acústico, clarineta e fagote.
Os interessados em fazer aulas ou integrar a orquestra devem ter idade até 29 anos e inscrever-se no site www.filarmonicajovem.com.br ou pelo telefone (19)

Avaliação
O teste para iniciantes será feito por meio de entrevista. Os iniciados inscritos para a orquestra deverão apresentar um trecho de uma obra sinfônica, indicado pelo projeto, leitura de partitura e uma peça de livre escolha.

Músicos da Orquestra Sinfônica de Campinas ameaçam greve


O protesto dos músicos da Orquestra Sinfônica de Campinas demonstra o descontentamento deles com o prefeito de Campinas Jonas Donizette (PSB). No domingo (14/07), eles se apresentam com a dupla Chitãozinho e Xororó, na Praça Arautos da Paz. Porém, prometem cruzar os braços a partir da próxima segunda-feira, dia 15/07.

Eles disseram que apostaram tudo no peessebista e, após vencido o prazo de pouco mais de seis meses, eles decidiram materializar a insatisfação, já que o prefeito não atendeu a nenhuma das reivindicações protocoladas em janeiro deste ano.
Segundo eles, grande parte dos músicos apoiou Jonas como candidato a prefeito nas eleições do ano passado. “Muitos de nós usamos durante a campanha eleitoral do ano passado broches do Jonas como candidato. Nossa esperança era a de que ele iria investir na Orquestra e em seus músicos. Mas o que estamos vendo são salários defasados e falta de infraestrutura”, disse um músico. “Historicamente os músicos só apoiaram candidatos em duas ocasiões. Na candidatura do Toninho e na do Jonas. Tocar sobre as condições mínimas já virou nossa realidade. Só lutamos quando as coisas estão bem feias”, disse um outro músico.
O porta-voz dos músicos, Carlos Coradini, disse que os músicos reivindicam melhoria salarial e boas condições de trabalho. Para reclamar ele lança mão de comparações. Segundo ele, um músico de fileira que atua em Minas Gerais, por exemplo, recebe por volta de R$ 9,6 mil de salário. Na Osesp, o valor é de R$ 14 mil – incluído ajuda de custo e seguro dos instrumentos. “Não há outro jeito a não ser protestar. Abrimos uma exceção para tocarmos no aniversário de Campinas, mas na segunda vamos cruzar os braços”, prometeu Coradini.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Cultura informou que o secretário de Cultura, Ney Carrasco, está aberto para conversas. E que, na medida do possível, tem atendido às demandas dos músicos.

Quinteto BrassUka realiza apresentação musical divertida no Teatro Humboldt


 
O Teatro Humboldt, localizado em Interlagos, recebe no próximo dia 26 de julho, a partir das 21h, o Quinteto BrassUka que, em uma apresentação irreverente e divertida, mostrará ao público que os instrumentosde metais não são apenas para acompanhar instrumentos de corda. O quinteto promete encantar o visitante com seu repertório, que vai desde música clássica até canções populares e folclóricas. A atração musical faz parte do projeto “Sexta de Cultura” e o ingresso custa apenas 1kg de alimento não perecível.

Em seu repertório, o Quinteto apresenta obras que abrangem todos os períodos da música ocidental, desde músicas tradicionais a composições contemporâneas. Além disso, já realizou concertos em importantes lugares eeventos de São Paulo, como a Sala São Paulo, o Museu da Casa Brasileira e a SérieMúsica no MASP. Suas apresentações são marcadas pela sutileza e harmoniaconseguida no encontro de trompetes, trombone e trompa, algo jamais esperado devido à força desses instrumentos. O grupo é formado por Eder Tavares(Trompa), Marcos Tudeia (Tuba), Moisés Américo (Trompete), Pedro Santos(Trompete) e Tiago Azevedo de Araújo (Trombone).
Asapresentações do projeto “Sexta de Cultura” acontecem duas vezes por mês, sempre às sextas-feiras, a partir das 21h. O Teatro Humboldt, que estálocalizado na Avenida Engenheiro Alberto Kuhlmann, 525, Interlagos, disponibiliza acesso a portadores de necessidades especiais e oferece estacionamentogratuito.
Maisinformações podem ser obtidas pelos telefones 5686-4741 e 5686-4055, peloe-mail

-->teatrohumboldt@humboldt.com.br -->Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. -->ou pelo facebookhttp://www.facebook.com/teatrohumboldt.
Serviço:Show
Ingressos*: 1 quilo de alimento nãoperecível
Local: Teatro Humboldt (Av. Eng.Alberto Kuhlmann, 525 – Interlagos, São Paulo)
Data: 26/07/2013
Horário: 21h
Duração: 70 minutos
Capacidade: 432 lugares
Acesso aportadores de deficiências.
Estacionamentogratuito
Indicação etária:livre

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Museu Afro Brasil contrata educadores


O Museu Afro Brasil, em São Paulo, procura duas pessoas para atuarem como educadores. Os profissionais contratados deverão ter formação superior em Artes, Pedagogia, Ciências Sociais, Antropologia, História ou Filosofia.

Selecionados deverão atender o público do museu, organizar eventos e cursos educativos, orientar funcionários, realizar pesquisas, entre outras atividades. A instituição oferece plano de saúde e odontológico, vale-refeição, vale-alimentação e vale-transporte.

Pessoas interessadas devem enviar o currículo para curriculo@museuafrobrasil.com.br.

Mais informações no site do Museu Afro Brasil

Textos de Pablo Neruda gratuitos

Site da Universidad de Chile disponibiliza poesias e até áudios com leituras feitas pelo escritor para consulta online

Em 12 de julho de 1904 a literatura ganhou mais um ícone a ser lembrado pela capacidade de transcrever sua sensibilidade e humanismo. Nascia nesta data Pablo Neruda, poeta chileno que dedicou seus dias a arte de escrever e às relações diplomáticas em países como França e Espanha.

Ganhador do Prêmio Nobel de 1971, Neruda transitou entre o amor e a guerra. Autor de obras como “Crepusculário” – escrita em 1923 – e “España en el corazón”, de 1937, inspirado na Guerra Civil Espanhola, os trabalhos retrataram momentos importantes de sua vida. Pablo faleceu pouco tempo depois de ter sofrido com perseguições políticas, no dia 23 de setembro de 1973.

Para aqueles que ainda não conhecem a poesia do chileno ou têm saudades delas, uma dica: o site da Universidad de Chile traz alguns textos e até áudios com narrações feitas pelo próprio escritor para consulta online e gratuita.

10 Dicas para Ler Mais e Melhor

O assunto “leitura” tem ocupado minha mente nos últimos tempos. Por isso achei que poderia ser útil montar uma lista de dicas para ler mais e melhor. Espero que vocês considerem úteis.

Leia - Começamos com o óbvio: você precisa ler. Mostre-me uma pessoa que mudou o mundo e que gastou seu tempo assistindo televisão e eu lhe mostrarei mil que preferiram gastar seu tempo lendo. A menos que ler seja sua paixão, você precisa ser muito criterioso em separar tempo para ler. Você talvez precise se forçar a isso. Estabeleça um objetivo que seja razoável para você (“Vou ler três livros este ano” ou “Vou terminar este livro antes do fim do mês”) e trabalhe para concretizá-lo. Separe tempo diariamente ou todas as semanas e tenha a certeza de que realmente irá pegar o livro durante esses momentos. Encontre um livro que trate de algum assunto de particular interesse para você. Você pode até achar benéfico encontrar um livro que parece interessante – um belo livro com uma capa atraente. Ler é uma experiência e a experiência começa com a aparência e a impressão que o livro causa. Portanto, encontre um livro que aparentemente lhe agrade e comece a lê-lo. E quando terminar, encontre outro e faça tudo novamente. E mais uma vez.

Leia Amplamente – Estou convencido de que uma das razões para que as pessoas não leiam mais do que lêem é que elas não variam suficientemente a sua leitura. Qualquer assunto, não importa quanto ele lhe interesse, pode começar a tornar-se árido se você focalizar toda sua atenção nele. Portanto, leia amplamente. Leia ficção e não-ficção, teologia e biografia, atualidades e história. Certamente você desejará focalizar a maior parte da sua leitura em uma área particular, e isso é saudável e bom. Mas assegure-se de variar sua dieta.

Leia Metodicamente – Da mesma forma que lê amplamente, assegure-se de ler metodicamente. Escolha seus livros cuidadosamente. Se você for negligente em fazer isso, corre o risco de perceber que ignorou uma determinada categoria por meses ou anos a fio. Al Mohler, ele mesmo um leitor voraz, divide os livros em seis categorias: Teologia, Estudos Bíblicos, Vida da Igreja, História, Estudos Culturais, e Literatura e tem permanentemente algum projeto em cada uma dessas categorias. Você pode estabelecer suas próprias categorias, mas tente assegurar-se de está lendo alguma coisa em todas elas de forma regular. Escolha livros que se ajustem em cada uma dessas categorias e planeje sua leitura de antemão. Assim você saberá qual livro será o próximo. Freqüentemente, a expectativa pelo próximo livro é uma força motivadora para completar o atual.

Leia Interativamente – A leitura é mais bem executada, pelo menos ao desfrutar de livros sérios, quando você trabalha duro para entender o livro e quando interage com os argumentos do autor. Leia com uma caneta marca-texto e um lápis na mão. Faça perguntas ao autor e espere que ele as responda ao longo do texto. Rabisque notas nas margens, escreva perguntas por toda a contra-capa, e volte freqüentemente a elas (e, se as perguntas permanecerem sem resposta, tente até mesmo entrar em contato com o autor!). Realce as porções mais importantes do livro, ou aquelas para as quais você pretende retornar depois. Como diz Al Mohler, “Livros são para serem lidos e usados, não para serem colecionados e mimados.” Eu descobri que escrever críticas sobre os livros que li é uma forma preciosa de retornar, pelo menos mais uma mais vez, ao livro para ter certeza de que eu entendi o que o autor estava tentando dizer e como ele disse. Portanto, interaja com esses livros de forma a torná-los seus.

Leia com Discernimento – Apesar dos livros terem um incrível poder para fazer o bem, desafiar, fortalecer e edificar, eles também têm grande poder para fazer o mal. Já vi vidas serem transformadas por livros, mas também já vi vidas serem esmagadas. Por isso tenha certeza de que lê com discernimento, sempre comparando os livros que lê com o padrão das Escrituras. Se você encontrar um livro que é particularmente controverso, pode valer à pena procurar uma análise que interaja criticamente com os argumentos ler com uma pessoa que entenda melhor os argumentos e suas implicações. Você não precisa temer livros ruins desde que leia com um olho crítico e com um coração cheio de discernimento.

Leia Livros Pesados - Pode ser intimidador encarar algumas dessas obras volumosas ou séries de volumes que repousam em sua estante, mas certifique-se de arrumar tempo para ler alguns desses trabalhos mais sérios. Uma pessoa só pode crescer um certo tanto enquanto se mantiver em uma dieta de livros sobre Vida Cristã. Enverede por um pouco de Jonathan Edwards ou João Calvino. Leia a Teologia Sistemática de Grudem ou a série “No Place for Truth” de David Wells. Você certamente os considerará vagarosos, mas também verá o quanto são recompensadores. Comprometa-se a ler algum desses volumes pesados como uma parte regular da sua dieta de leitura.

Leia Livros Leves - Enquanto livros densos deveriam ser a dieta principal de um leitor sério, não há nada errado em dar um tempo para ocasionalmente desfrutar um romance ou uma leitura leve. Depois de ler dois ou três bons livros, permita-se ler qualquer outra coisa como um Clancy, Grisham ou Peretti, que nunca mudou a vida de quem quer que seja. Deixe-se levar por alguma boa história de quando em quando. Você perceberá que elas te refrescam e te preparam para ler o próximo livro pesado.

Leia Livros Novos – Fique de olho no que é novo e popular e considere a leitura daquilo que outras pessoas em sua igreja ou sua vizinhança estão lendo. Se “O Segredo” estiver vendendo milhões de cópias, considere a sua leitura de forma que você saiba o que as pessoas estão lendo e assim você pode tentar discernir por que as pessoas estão lendo algo assim. Use seu conhecimento desses livros como uma ponte para falar com as pessoas sobre os livros delas e o que as leva a lê-los. Use seu conhecimento desses livros para saber o que outros cristãos estão lendo e entender o porquê dessa leitura.

Leia Livros Antigos - Não leia só livros novos. Não tenho como dizer isso melhor do que C.S. Lewis: “É uma boa regra, depois de ler um livro novo, nunca se permitir outro novo até que se leia um antigo entre os dois. Se isso for demais para você, então leia um velho pelo menos a cada três novos. Toda era tem sua própria perspectiva. Esta é especialmente boa para ver certas verdades e especialmente sujeita a cometer certos erros. Nós todos, portanto, precisamos dos livros que corrigirão os erros típicos de nossa própria era. E isso aponta para os livros antigos”. Portanto, leia livros antigos, não importando se isso significa os clássicos ou se são simplesmente livros de uma geração ou duas antes da sua. E certifique-se de ler história também, já que não há melhor maneira de entender o hoje, do que entendendo o ontem.

Leia o que seus Heróis Leram – Há dois anos, enquanto eu estava na Shepherds’ Conference, um jovem que estava envolvido no ministério, mas que não tinha tido a oportunidade de freqüentar um seminário, perguntou a John MacArthur o que ele lhe recomendaria para que pudesse continuar a aprender e crescer no seu conhecimento de teologia. A resposta de MacArthur foi simples. Ele disse que esse pastor deveria encontrar homens piedosos que ele admira e ler o que eles leram. Portanto, faça isso! Encontre as pessoas que você admira e leia os livros que mais as transformaram. Compilei uma pequena lista em Discerning Reader. Apesar do conteúdo ser ainda um pouco escasso, espero poder acrescentar mais algumas listas em breve. Mesmo em sua forma atual este pode ser um bom ponto de partida para você.
Tim Challies

MinC lança edital de cinema para mulheres


 
O governo federal anunciou nesta terça-feira (2/7) abertura de edital para financiar a produção de filmes assinados e dirigidos por mulheres.

O Edital Carmen Santos Cinema de Mulheres 2013 atende à demanda da sociedade civil para incentivar políticas públicas transversais para as mulheres e cultura e visa destacar a produção cinematográfica feita por elas, além de reconhecer o trabalho de diretoras e técnicas no universo audiovisual brasileiro.

A premiação será dividida em curta e média-metragem. Para cada uma das 10 obras de até cinco minutos selecionadas, o prêmio será de até R$ 45.000,00 (quarenta e cinco mil reais). E para as seis obras audiovisuais de 26 minutos selecionadas, a proposta é de até 90.000,00 (noventa mil reais).

Podem participar pessoas físicas, mulheres, brasileiras natas ou naturalizadas, que se apresentem obrigatoriamente como diretoras, sendo facultativo o acúmulo de outras funções.

Os projetos podem ser de ficção, documentário ou conter técnicas de animação. A temática deve abordar a construção da igualdade entre mulheres e homens, os direitos da mulher e a cidadania. Os conteúdos devem levar em conta a diversidade das mulheres nos meios urbano e rural.


Mais informações no site do Ministério da Cultura.
 

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo


Frank Shipway – regente
Christian Poltéra – violoncelo

Programa
Elgar e Walton

13.07 – sábado – 16h30
Sala São Paulo
Praça Julio Prestes, s/n
São Paulo – SP
Ingressos: R$ 28 a R$ 160

Orquestra Sinfônica Municipal


Alexander Vedernikov – regente
Paul Meyer – clarinete

Programa:
Mozart – Concerto para clarinete

13.07 – sábado – 20h00
Teatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo, s/n
São Paulo – SP

Ingressos: R$  20 a R$ 60

Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul


Sérgio Assumpção – regente
Emmanuele Balbini – violino

Programa
Wagner e Brahms

13.07 – sábado – 20h30
Teatro Municipal Paulo Machado de Carvalho
Al  Conde do Porto Alegre, 840
São Caetano do Sul – SP
Estacionamento gratuito

Entrada Franca

OSB – Ópera & Repertório e Pacific Boychor (EUA)


Roberto Tibiriça – regente

Programa
Mozart – Requiem K 626

13.07 – sábado – 16h00
Teatro Bradesco
Shopping VillageMall
Av. das Américas, 300
Barra da Tijuca – RJ

Ingressos: R$ 60 a R$ 100 

Como arrumar um estágio em três passos


Querer, apenas, não basta para conseguir um estágio. Ele dificilmente cairá do céu, caso você fique esperando sentado. Saia da zona de conforto e lembre-se que você não é o único a desejar um lugar ao sol:
a concorrência é grande.

Por isso, é muito importante preparar-se com dedicação para os processos seletivos em que participar. Não existe fórmula infalível. Porém, o caminho das pedras é relativamente simples, desde que percorrido com a devida importância e atenção.

Ao seguir os três passos que mostraremos a seguir, suas chances de ingresso ao tão desejado estágio aumentarão significativamente:

Primeiro passo: Monte um currículo caprichado

Lembre-se que a primeira impressão é a que fica. Seu currículo, o cartão de visitas de seu perfil profissional. Sendo assim, todo o cuidado ao montá-lo é de suma importância.

Imagine que o recrutador irá visualizar uma série de currículos além do seu. Por conta disso, é importante que ele seja sucinto, informativo e organizado para, sobretudo, chamar a atenção do recrutador.

- Sucinto, ao se estender por no máximo duas páginas:

A máxima “menos é mais” é de grande valia na hora de montar seu CV.

Evite frases como “tenho muita força de vontade, sou organizado, tenho facilidade em trabalhar sob pressão”. Ou você realmente acredita que o recrutador vai se basear somente no seu currículo para saber se você é ou não uma pessoa que sabe lidar com pressão?

- Informativo, por conter todas as informações essenciais:

Caso tenha experiência profissional, especifique o período (ex.: Março 2010 – Fevereiro 2011) em que permaneceu no cargo, bem como quais atividades você exerceu no mesmo. Lembre-se, porém, que a máxima
“menos é mais” continua valendo. Seja sucinto ao descrever as atividades.

Se você não possui experiência profissional, cite grupos de pesquisa em que já participou, trabalhos acadêmicos e até mesmo trabalhos voluntários.

Além disso, coloque pelo menos três meios para que o entrevistador entre em contato com você: e-mail, telefone fixo e celular. Lembre-se que a concorrência é grande e o recrutador não vai ficar perdendo
tempo, tentando inúmeras vezes e ao longo de dias, estabelecer a comunicação com você.

- Organizado, para facilitar a leitura de quem o está lendo:

O cuidado vai desde a fonte utilizada, layout do currículo, até a ordem das informações apresentadas: Informações pessoais, Formação Acadêmica, Experiência Profissional e, por último, Cursos Extracurriculares.

As fontes mais indicadas são: Courier, Arial, Verdana e Lucida Sans. O tamanho dependerá da fonte e deverá estar entre 10 e 13, no máximo.

Segundo passo: envie seu currículo para o máximo de vagas possível

Tenha em mente que procurar um estágio tem tudo a ver com estatística!

Para que você consiga uma entrevista, será necessário enviar seu currículo para uma série de vagas anunciadas. Para ser aprovado, provavelmente você deverá participar de mais uma série de entrevistas.

Faça a matemática e você perceberá que, neste caso, “quanto mais, melhor”. Não seja inflexível, mande seu CV para o máximo de vagas que tenham a ver com o seu perfil, mesmo aquelas que você acredita que não
sejam “tão legais”. Você poderá se surpreender no momento da entrevista.

Terceiro passo: prepare-se para a entrevista

Não se atrase de jeito algum! Tenha respeito pela agenda da pessoa que o entrevistará. Caso algum imprevisto aconteça, entre em contato o mais breve possível com o entrevistador. Isso demonstrará que você
continua interessado na vaga e, mais importante, que é responsável, qualidade extremamente valorizada pelas empresas. Provavelmente, o entrevistador agendará uma nova data para a entrevista.

Além disso, é importante conhecer um pouco mais sobre a empresa antes de ir à entrevista. Obviamente, não é necessário que você decore todas as informações disponíveis. Porém, este conhecimento reforçará que
você está interessado na vaga, além de demonstrar pró-atividade.

Prepare-se! Não tenha vergonha, vale até mesmo treinar na frente do espelho. Perguntas comuns em entrevistas:

- Conte-me mais sobre você;
- Por que você está interessado nesta vaga?
- Por que você se considera apto a vaga?
- Cite 3 qualidades e 3 defeitos;
- Quais são seus objetivos profissionais?

Por fim, lembre-se novamente que a primeira impressão é a que fica. Tenha cuidado com a imagem que você apresentará ao entrevistador:

- No caso dos homens, cabelos penteados e barba feita/bem aparada. Bermuda, camiseta regata e chinelos estão proibidos!
- Cabelos penteados e maquiagem discreta, no caso das mulheres. Prefira esmaltes com cores neutras. Blusas decotas, saia curta e roupas justas estão proibidas!


Boa sorte!

Qual é a cor do som?

James Brown - Sex Machine

Quanto mais alta a frequência, mais complexas serão suas formas produzidas. Essa é a lei da Cimática, explorada pelo cientista suíço Hans Jenny, em 1967. Para ilustrar a teoria, o fotógrafo alemão Martin Klimas usou suas tintas e “coloriu” músicas de Miles Davis, James Brown, Pink Floyd e outras sonoridades.
As cores foram derramadas sobre potentes caixas de som que, no último volume, fizeram vibrar suas formas e tonalidades de acordo com o tipo música.
Em “Ride of the Valkyries” de Richard Wagner, por exemplo, contemplamos ondas de som dispersas e explosivas, como é a natureza da música clássica. Já em “Ascesion” de Jonh Coltrane, as tintas “gritaram” mais uniformes, dando vida e cor ao seu sax tenor.
Assumidamente inspirado no expressionismo abstrato, Klimas reforça uma palheta agressiva através da pintura aleatória e automática dos pigmentos sobrepostos.
O resultado, na íntegra, você confere no site do oficial fotógrafo. Abaixo selecionamos algumas imagens vibrantes, que traduzem o espírito e o estudo dos padrões produzidos por corpos desde Galileu Galilei.


Jimi Hendrix - Ouse Burning

Jonh Contrane - Ascesion

 Ornet Collema - Free Jazz 

Philip Glass - Music whit Ghan



Richard Wagner - Ride of the valkyries