quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Ah Deus... Adeus!

Flávio Augusto *13.03.1960 + 30.07.2012 

Um homem, apenas um homem.
Que sorria, acolhia e nos abraçava.
Um olhar caridoso, um coração aberto.
Um amor gratuito, um caminhar no deserto.
Um homem, mas não apenas um homem.
Para quem com ele estava, a alegria se apresentava.
Para quem necessitava, uma ajuda providenciada.
Se o sofrer se manifestava, um carinho acalentava.
Um homem animal de explosões ferozes,
Mas dos conselhos primava às vozes.
Um amigo constante, uma fé contagiante.
Uma ajuda para o viver,
Um dom de prevalecer.
Uma vida por viver,
E uma morte a interromper.
O Amor que tu plantaste,
Floresce dia a dia.
A saudade que tu deixaste.
Faz triste a nossa alegria.
Temos muito que agradecer,
Por Deus a ti nos conceber.
Mem mesmo a profunda tristeza,
Que ora nos faz muito sofrer,
Nos tira o doce da alma
Que é o amar você.
“É hora do adeus,
Ah Deus...
Adeus.”
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