terça-feira, 3 de abril de 2012

Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental chega a sua 14ª edição


Cinema e Meio Ambiente

Estão abertas as inscrições para o 14º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), que será realizado na Cidade de Goiás entre os dias 26 de junho a 1º de julho. Os interessados em participar podem inscrever, até o próximo dia 9 de abril, filmes nos gêneros ficção, animação ou documental com temática ambiental produzidos em qualquer parte do mundo. Paralelamente à mostra competitiva, o FICA também promoverá ações de difusão, produção, formação e capacitação na área do audiovisual.
O maior destaque entre os trabalhos apresentados receberá o prêmio Cora Coralina, no valor de R$ 50 mil. O melhor longa-metragem receberá o troféu Carmo Bernardes e R$ 35 mil; o melhor média-metragem ganhará o troféu Jesco Von Putkamer e mais R$ 25 mil; enquanto o curta-metragem mais bem avaliado será premiado com o troféu Acari Passos e mais R$ 25 mil. A melhor produção do estado de Goiás será agraciada com o troféu José Petrillo e R$ 40 mil; e a melhor produção da Cidade de Goiás receberá o troféu João Bênnio e R$ 40 mil. A melhor série ambiental para TV vai ganhar o prêmio Bernardo Élis e mais R$ 25 mil.
Serão consideradas como curtas-metragens as obras de até 29 minutos, médias-metragens de 30 até 59 minutos e longas-metragens com mais de 60 minutos. Um corpo de jurados será indicado pelos organizadores para selecionar as obras inscritas. Durante os cinco dias de festival estão programados a realização de fóruns, mostra de cinema brasileiro, exposição fotográfica, shows musicais, além de debates e mesas-redondas sobre cinema e a questão ambiental.
FICA – Idealizado por Luiz Felipe Gabriel, Jaime Sautchuk, Adnair França e Luís Gonzaga, o Fica despontou em 1999 como marco de um novo momento da cultura em Goiás, sob a coordenação do cineasta João Batista de Andrade. Como projeto do governo do estado, por meio da Agência Goiana de Cultura (Agepel), apresenta como objetivos valorizar o cinema, discutir amplamente a questão ambiental, conquistar o título de Patrimônio da Humanidade para a Cidade de Goiás, movimentar o setor cultural como um todo, gerar riquezas (como cultura e informação), empregos e fomentar o turismo. Longas como “Estamira”, de Marcos Prado, e “Tainá – Uma Aventura na Amazônia”, de Tânia Lamarca e Sérgio Bloch, já foram premiados em edições passadas do festival.
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