
No repertório clássicos da música paraguaia como Che Trompo Arasa, do guarani “pião de brinquedo”, símbolo do bicentenário, em alusão à composição de um dos mais importantes compositores do país vizinho, o violonista Hermínio Gimenez. Quem executa a peça é o pianista Julio Figueredo, que guarda em sua residência, em Campo Grande, uma relíquia, a versão para piano de Che Trompo Arasa, escrita a próprio punho por Gímenez.
Benites, que representa a cultura paraguaia no Estado e foi homenageado no Festival América do Sul, interpreta Índia, de José Asunción Flores e Ne Rendápi Ajú, de Ortiz Guerreiro e também de Asunción Flores. Do violão de Marcelo Loureiro, Mercedita de Ramón Sixto Rios e Marcelo Fernandes em duo em o maestro Eduardo Martinelli interpreta Dança Paraguaia do imortal violonista Augustin Barrios.
De acordo com Martinelli, a Sinfônica não poderia deixar de homenagear a tradição paraguaia e a influência cultural advinda dessa integração. “A música não tem fronteiras e estamos voltados para a América Latina, devemos valorizar e exaltar essas tradições que nos influenciam e revelam a nossa identidade cultural”, destacou.
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