segunda-feira, 29 de abril de 2013

Projeto Maestro Capemisa entra em seu terceiro ano com sucesso de público





Apresentação em Natal no dia 30 de maio com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte sob a regência do maestro brasileiro Laércio Diniz será no Teatro Alberto Maranhão.

 Após seu grande sucesso em 2011 e 2012, o Projeto “Maestro CAPEMISA”, que promove apresentações nacionais de concertos clássicos com diversas orquestras profissionais do País, tendo sempre a presença do maestro Laércio Diniz como regente convidado, volta este ano com uma agenda para os quatro cantos do Brasil. Depois de dez concertos em Campinas, o Projeto Maestro CAPEMISA se apresenta em Natal na quinta-feira, dia 30 de maio, às 20h, com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, no Teatro Alberto Maranhão, com entrada franca.

No Programa de Natal, o público terá a oportunidade de ouvir os clássicos: Il Barbiere di Siviglia de Rossini; Concerto para Flauta e Orquestra de Carl Nielsen tendo como solista James Strauss (flauta) e fechando, Sinfonia numero 3 im Mi bemol Maior (Eroica) op:55 de L.V. Beethoven.

Em dois anos de existência, o Projeto Maestro CAPEMISA já passou pelas cidades de Americana (SP), Tatuí (SP), João Pessoa (PA), Bragança Paulista (SP), São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas (SP), Vassouras (RJ), São João Del Rei (RJ), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO), Nova Odessa (SP), Recife (PE), e também chegou à Europa, em Hilversum, na Holanda com a apresentação da “New Netherlands Orchestra”, criada graças a Laércio Diniz, que também acumula as funções de regente e de diretor do conjunto.

Em dezembro do ano passado, foi lançado o CD “Saudades do Brasil” e o DVD “New Netherlands Orquestra”. O DVD foi gravado pelo selo Aureus Records na Europa, durante o concerto inaugural da Orquestra Holandesa “New Netherlands Orquestra”. Já o CD foi gravado na Lituânia, com a participação da Lithuanian National Symphony Orchestra, ambos com regência do Maestro Laércio Signorelli Diniz.

Laércio Sinhorelli Diniz
É assim que o carioca filho de pai pernambucano Laércio Diniz começava a sua carreira internacional, regendo a BachianaChamberOrchestra, em um concerto no Carnegie Hall em Nova York, e, um ano depois, regendo o pianista David Brubeck, no Lincoln Center em Nova York.

Em 2010 cria a Orquestra Filarmônica do Brasil “FIBRA” no Rio de Janeiro e em 2011 assume a regência da orquestra holandesa  New NetherlandsOrchestra.

Nascido no Rio de Janeiro, estudou violino com Erich Lehninger como bolsista na Universidade do Rio de Janeiro. Venceu dois concursos de violino "Jovens Solistas" e em 1987 ganhou bolsa de estudos para a Alemanha pelo DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), ingressando na Escola Superior de Musica de Colônia sob a orientação de IngeborgScheerer, SaschkoGawriloff (Spalla da Filarmônica de Berlin) e Susanne Rabenschlag, estudando música de câmara com o quarteto "Amadeus".

De volta ao Brasil, em 1995 ingressou como chefe de naipe da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo.

No Brasil fundou o quarteto de cordas AUREUS (3 Cds gravados) e a Orquestra de Câmara Engenho Barroco, da qual também é Spalla e diretor artístico (4 Cds gravados). Realizou concertos na Alemanha e na América do Sul com estes grupos.

Foi professor de violino dos mais importantes festivais internacionais de música no Brasil e professor de violino da Faculdade FMU.

Em 2005 inicia sua carreira como Regente, tendo como mestres os Maestros Roberto Tibiriçá e Isaak Karabchewsky. Foi Maestro e Diretor Artístico da "Orquestra do Pateo do Colégio" e é maestro convidado de vários festivais internacionais de música no Brasil.

Com a BachianaChamberOrchester regeu nas mais importantes salas de concertos do Brasil. A partir de  2011 passa a ser patrocinado pela seguradora CAPEMISA através do projeto “Maestro CAPEMISA”, realizando vários concertos  durante todo  o ano, regendo como convidado diversas orquestras por todo o Brasil e também realizando palestras e representando um dos maiores projetos sociais do Brasil reconhecidos pela UNESCO: o “Lar Fabiano de Cristo”.  Após o enorme sucesso do público e crítica em 2011, o projeto “Maestro CAPEMISA” ganhou o subtítulo “A viagem de Villa Lobos” no intuito de levar o nome do nosso compositor mais expressivo as salas de concerto de todo o mundo.

Em Junho de 2012 gravou na Lituânia com a “LithuanianNational Symphony Orchestra (LNSO)” O CD “Saudades do Brasil” com obras de Villa Lobos, Milhaud e FlorentSchmit.

Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte
A Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte foi criada pelo do Decreto nº 6874, de março de 1976, assinado pelo governador Tarcísio Maia através de iniciativa do então secretário de Educação e Cultura, professor João Faustino, passando a pertencer aos quadros administrativos desta secretaria.
  
O primeiro concerto só foi realizado em 11 de março de 1977 e o regente foi o maestro pernambucano Mário Câncio Justo dos Santos, que organizou e regeu a orquestra por 10 anos. A orquestra começou contando com um quadro de 23 músicos efetivos, dos quais, apenas cinco residiam na cidade, executando um repertório barroco e camerístico.


O primeiro concurso público para ingresso na Orquestra Sinfônica aconteceu em 1988, no governo de Geraldo Melo. Em 1989, ela é integrada à Fundação José Augusto, pelo Decreto nº 10.338, e ingressam nela jovens músicos norteriograndenses, formados principalmente através do projeto UFRN-CSU da Cidade da Esperança, além de vários professores da UFRN que atuavam no projeto. O professor e maestro Osvaldo D’Amore passa a ser o novo regente, cargo no qual permaneceu durante 20 anos. A orquestra se amplia e passa contar com 60 músicos, a maioria residindo na cidade e com mais da metade do Rio Grande do Norte.

 
A orquestra desde então realiza um profícuo trabalho com concertos oficiais, concertos populares e concertos educativos, na capital e interior do estado. Neste período grava três CDs, se apresentando também fora do estado.
Atualmente, a Orquestra conta com 65 músicos que continuam seu trabalho educativo e de difusão da música de qualidade, tão importante para o desenvolvimento cultural do estado.

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