segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Ópera infantil “Joca, Juca e o Pé de Jaca” estreia dia 11 (RJ)

São quatro récitas, todas no Salão Leopoldo Miguez. Dia 11, às 14h30 e às 18h30; dia 12, às 16h; e dia 14, às 14h30.
Outubro é o mês das crianças. E a Es­cola de M­sica (EM) tem um pre­sente especial para elas: a estreia da ópera infantil “Joca, Juca e o Pé de Jaca”, que será apresentada no Salão Leo­poldo Miguez neste mês. A mú­sica e o li­breto são de Rafael Bezerra, estudante do Programa de Pós-Graduação da EM, e a peça é cantada em português. Estão programadas quatro récitas do espetáculo. Dia 11, às 14h30 e às 18h30; dia 12, às 16h; e dia 14, às 14h30. A en­trada é franca.
A estória é simples. Os irmãos Joca e Juca aproveitam a ausência dos pais para subir no grande pé de jaca do quintal e se empanturrar com as frutas da árvore. A barriga cheia acaba por dá sono aos garotos, que não resistem e dormem. No sonho, aprontam toda sorte de travessuras. As gatas, Felícia e Felina, e os cachorros, Janjão e Janjinho, bichos de estimação dos meninos, não deixam por menos e entram também na bagunça. A turminha acaba descobrindo os Mangrudalaprochilabongues, estranhos seres encantados que habitam o espelho do porão, e o resultado não poderia ser outro: uma tremenda confusão capaz de fazer a alegria de crianças e jovens de todas as idades.
A montagem integra o projeto “A Escola vai à Ópera”, coordenado por Maria José Chevitarese, docente da EM que também assina a direção geral. Além da Música, a Escola de Belas Artes participa do espetáculo que envolve mais de 120 pessoas, entre docentes, técnico-administrativos e estudantes da graduação e da pós-graduação. Um dos vencedores da versão 2010 do Programa de Extensão Universitária (ProExt- MEC/SESU, edital n° 5), a meta é atingir um público de três mil alunos estudantes da rede pública municipal, estadual e federal de ensino, através de parcerias firmadas com as secretarias Municipal e Estadual de Educação e Cultura.
A proposta estética superlativa a trama e cria uma narrativa fantástica que lembra, ao mesmo tempo, os grandes cenários operísticos e as narrativas infantis, em especial as dos teatros de sombras e de bonecos.  A concepção de cena, a cargo de Rosana Perez, e os cenários e figurinos, de autoria de Carlos Augusto Campos e Mariella Pimentel, dialogam com o imaginário popular e buscam inspiração na xilogravura, no cordel, no desenho animado, e no artesanato (esculturas em barro, rendas, bordados, fuxico, retalhos, matelassê, sucata, acabamentos manuais, em ponto de cruz ou chuleio).
Ao todo 21 solistas se revezam nos papéis principais. A regência é de Cyrano Sales e Lucio Zandoni, e a montagem conta com as participações especiais do Coral Infantil da UFRJ e do Brasil Ensemble UFRJ.
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